1 de julho de 2013

No More Heroes - Heroes' Paradise


Girls, girls, girls!
Desenvolvido por: Grasshopper Manufacture (original), AQ Interactive
Publicado por: Konami (Europa, EUA), Marvelous Entertainment (Japão)
Designer: Goichi Suda
Compositor: Masafumi Takada
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 15-04-2010 (JP), 20-05-2011 (EU), 16-08-2011 (EUA)
Género(s): Acção, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação de 2.8GB no disco rígido, Suporte HD 720p, Compatível com PlayStation Move, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Sixaxis
Outros nomes: No More Heroes - Red Zone Edition (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, tendo completado todas as missões e Ranking Fights.

(Será que o Verão veio para ficar?)

Bom conselho, a amarelo.
Hoje para variar um bocado é dia de Jogalhões Flash, que para quem não conhece é uma espécie de análise em fast foward, algo que aplico a jogos que por norma já trouxe até aqui noutras plataformas. O jogo de hoje já foi dado a conhecer por estas bandas e trata-se de No More Heroes, que nesta incursão na PS3 ganhou o subtítulo Heroes' Paradise (ou Red Zone Edition no Japão). O exemplar em questão foi adquirido novo e selado algures em 2012, se a memória não me falha, por cerca de 15 euros.

No More Heroes - Heroes' Paradise é uma actualização do antigo exclusivo da Wii, fruto da imaginação distorcida de Suda51, onde assumimos o papel do assassino otaku Travis Touchdown na sua ascensão meteórica pelo número 1 no ranking dos maiores assassinos. Até aqui nada de novo mas já lá vamos.


Manual, papelito e disco.
Esta versão HD, como seria de esperar, apresenta uns visuais renovados ainda que muito semelhantes aos do jogo original. No fundo nota-se que estão mais bonitos e nítidos mas ainda assim certas coisas como algumas texturas low res continuam presentes, bem como solavancos durante as cenas de mais acção e afins. Na parte audível a nossa versão foi apenas presenteada com o áudio original em inglês, para grande pena minha. Na sua vertente asiática consta que inclui ambos os áudios. Mas isso não influencia em nada o jogo pois o voice-acting está bom e recomenda-se, cheio de pirosice típica e clichés.

A jogabilidade é semelhante à da versão original se for jogado com o Move mas preferi optar pelo comando normal pois não me via novamente a fazer macaquices em frente ao ecrã. O resultado foi surpreendentemente positivo e o Dualshock 3 resulta na perfeição na hora de matar mauzões e demais actividades lúdicas in-game.

Travis gosta é disto!
Mas o que interessa nesta versão são os extras e as diferenças notórias face ao original. Para começar, tirando o grafismo que já foi citado, o jogo inclui agora um Very Sweet Mode, onde basicamente as personagens femininas têm indumentárias bem mais sugestivas do que é normal. Fanservice FTW. Por outro lado, alguns pormenores técnicos foram revistos como por exemplo o Dark Side Mode, que agora nos permite acumular até três diferentes em vez de serem utilizados mal se apanham e se não os utilizarmos contam como dinheiro bónus no final do nível.

Não, não é aquilo que possam estar a pensar.
Alguns vídeos, como trailers da Ubisoft e o Heavenly Star das Genki Rockets foram retirados desta versão por motivos óbvios. O melhor mesmo é agora termos a possibilidade de continuarmos as side missions e side jobs quando as falhamos, ao invés da versão original, onde tínhamos de voltar ao sítio onde as activávamos e era um tédio descomunal. Para melhorar a experiência, existem agora também novas side missions e side jobs, alguns deles bem melhores que os originais. Foram também incluídos alguns dos bosses de No More Heroes 2 - Desperate Struggle, que podem ser acedidos em determinadas partes da história quando visitamos as casas de banho e as batalhas ocorrem numa espécie de pesadelo. Priceless. As batalhas normais e cutscenes podem também ser vistas e revistas do mesmo modo, quando nos encontramos no motel, existindo ainda um modo Score Attack que nos permite lutar novamente contra os bosses. O que continua praticamente na mesma são os tempos de loading, que aparecem em grandes quantidades, uns mais curtos que outros mas ao fim de algum tempo já estamos habituados.

Sangue, sangue... SANGUE!
O melhor e que deixei para o fim é o facto desta versão do jogo não estar censurada. Muito boa gente alega que a versão original de Wii, tanto no Japão como na Europa (nos Estados Unidos saiu com sangue pois segundo eles aumentaria as vendas), não tem censura e que o sangue não fazia parte do jogo. Ora isso é claramente mentira pois Goichi Suda inicialmente tinha planeado muito sangue para No More Heroes mas para o jogo receber uma classificação Cero D teve de se eliminar o liquido vermelho. O mesmo se passou com a versão PS3, que inicialmente sofreu do mesmo mal em terras do sol nascente. A Red Zone Edition veio corrigir isso, embora o jogo tenha sido lançado inicialmente sem censura tanto na Europa como nos Estados Unidos.

Portanto, se são daqueles que tinham dúvidas relativamente a que versão do jogo comprar, a minha resposta é PS3. Tem tudo o que o original tem, com extras e corrige as falhas do mesmo. Ah, e é mais barato para todos os efeitos. JOGALHÃO DE FORÇA? É, sem dúvida!

Em breve volto na PS3 com uma loot fest bem conhecida. :)

MURRALHÕES DE FORÇA:
 

3 comentários:

  1. Oi , sou Gustavo, trabalho no EArena Games, site brasileiro voltado a cobrir tudo que acontece com referência ao mercado de jogos eletrônicos local.
    Estamos fazendo a segunda edição da série de entrevistas "Blogando o Brasil dos Games", que pretende revelar os principais nomes por trás dos blogs mais divertidos do país sobre o assunto.
    Estive visitando seu blog e acho que tem todo o potencial para fazer parte da série, mas não vi um endereço de contato via e-mail em lugar algum.
    Se importaria de me passar o mesmo para que conversemos?
    O meu email é gustavo@earenagames.com.br e do meu editor, Márcio, é marcio@earenagames.com.br.
    Esperamos o retorno através dos mesmos, por gentileza!
    Abraços e parabéns pelo conteúdo do blog!

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  2. Pena que não tenham feito um port deste calibre para o jogo seguinte também. Talvez tenha vendido pouco?

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    1. Pois, não faço ideia mas teria sido bom terem incluído o 2 no disco, fazendo assim uma Ultimate Edition à maneira.

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