13 de outubro de 2019

The Revenge of Shinobi

A capa original é icónica.
Desenvolvido por: Sega
Publicado por: Sega
Director: Noriyoshi Ohba
Produtor: Keiichi Yamamoto
Designer(s): Taro Shizuoka, Takashi Yuda, Atsushi Seimiya
Compositor: Yuzo Koshiro
Plataforma(s):  Sega Mega Drive, Mega Tech, Arcade e imensas outras plataformas
Lançamento: 22-12-1989 (EUA/JP), 22-03-1990 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas, Hack 'n slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: The Super Shinobi (ザ・スーパー忍 Za Sūpā Shinobi) (JP)
Estado: (In)completo, falta um manual em português e o manual original
Condição: Excelente
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes na Mega Drive, nunca joguei nenhuma das versões mais actuais.

Parte traseira da capa original.
Ninjas! Quem segue o blog sabe o quão gosto de ninjas e tudo o que lhes é associado portanto não é de estranhar aparecerem por aqui jogos com ninjas de vez em quando. O certo é que estes tipos misteriosos e cheios de artimanhas proporcionam sempre (ou quase sempre) boas experiências quando os jogos são bem pensados e executados de forma exímia. Já joguei alguns jogos com ninjas nitidamente maus e que me recuso a analisar pois não iria ser meigo com eles mas como já nem os tenho na colecção não vale a pena perder tempo. O jogo que trago aqui hoje é um clássico intemporal não só da Mega Drive mas acima de tudo da era 16-bit. É daqueles jogos que na época me fez ficar com inveja de quem tinha uma Mega Drive pois era a única plataforma onde se podia desfrutar desta pérola. Hoje em dia há muito mais escolha mas o certo é que no hardware original tem sempre um gostinho melhor. Este exemplar faz parte do Mega Games 2 embora também o tenha no Mega Games 6 Vol.3 mas é exactamente a mesma versão do jogo, a 1.03.

7 de outubro de 2019

Golden Axe

Aquela cover art...!
Desenvolvido por: Sega
Publicado por: Sega
Designer(s): Makoto Uchida
Compositor(es): You Takada
Plataforma(s): Arcade, Sega Mega Drive, Master System, Sega CD, DOS, Amiga, Atari ST, Amstrad, Commodore 64, iOS, PC Engine CD, WonderSwan Color, ZX Spectrum, Android
Lançamento: 22-12-1989 (EUA), 23-12-1989 (JP), 30-11-1990 (EU)
Género(s): Acção, Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores, Modo Versus para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Estado: (In)completo, falta um manual em português e o manual original
Condição: Excelente
Viciómetro: Acabei-o bastantes vezes tanto na MD como em PC

Informação sempre pertinente.
Mega Drive, esse nome poderoso da era das 16-bit, que tantas horas de divertimento proporcionou é sinónimo de fervorosas guerras entre fãs Nintendo e Sega que ainda hoje são bem capazes de perdurar se bem que num tom bem mais ameno e descontraído. O certo é que nunca tive uma naquela época mas por diversas pedia emprestada a Mega Drive da minha vizinha (no pun intended) que tinha uma boa colecção de jogos, isto já para não falar naqueles que o pessoal da escola me ia emprestando. Não sou portanto estranho a todos aqueles clássicos Sega que brilharam nos anos 90. Um dos meus favoritos era sem dúvida Golden Axe, que curiosamente joguei primeiro em PC alguns anos antes tendo acabado essa versão vezes sem conta que curiosamente é capaz de ser a melhor home version do jogo. Passem pelo canal de YouTube do St1ka's Retro Corner e fiquem a conhecer melhor as surpresas dessa versão. Bom, mas continuando, quando finalmente arranjei uma Mega Drive, cortesia do meu velho amigo Rogério Lopes, eis que vinha lá um exemplar do Mega Games 2, que alberga três nomes pesados dos videojogos: Streets of Rage (já aqui analisado na versão 3DS), Revenge of Shinobi (a analisar) e Golden Axe. Infelizmente o cartucho não dava sinais de vida nem depois de uma limpeza exaustiva, troca de um componente e testes diversos à PCB. Foi preciso esperar alguns anitos para arranjar um exemplar solto por 5 euros na Play 'N Play, algo que chegou precisamente este mês.

30 de setembro de 2019

Ninja Gaiden Shadow

Ninjas, quem não gosta deles?
Desenvolvido por: Natsume
Publicado por: Tecmo
Designer(s): PCT, BBB, Kic. Natsujio, M‑Sigi Sigi
Compositor(es): Hiroyuki Iwatsuki
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 13-12-1991 (JP), Dezembro de 1991 (EUA), Algures em 1992 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas 
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Shadow Warriors (EU), Ninja Ryūkenden GB: Matenrō Kessen (忍者龍剣伝GB 摩天楼決戦,  que traduzido dá "Legend of the Ninja Dragon Sword GB: Skyscraper Showdown" (JP)
Estado: Incompleto, apenas cartucho repro e manual original mas já lhe fiz a caixa 
Condição: Excelente
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para me lembrar de quantas foram

Ainda tenho de imprimir estas caixas todas...
Para quem tal como eu colecciona videojogos desde miúdo, hoje em dia tentar arranjar aqueles mais antigos que não conseguimos na altura é um verdadeiro desafio, que por vezes se revela praticamente inalcançável. A meu ver isto deve-se a um conjunto de variáveis que vão desde o mercado que actualmente alimenta o parasitismo através do factor nostalgia, bem como o YouTube que fomenta a inflação do preço dos jogos devido aos ditos criadores de conteúdos moldarem essa tendência. O certo é que um jogo que há coisa de 10/15 anos se arranjava por um preço adequado, hoje em dia custa quase o quadruplo ou mais, esteja o mesmo completo. Mas mesmo que assim não seja, os preços não são muito menores. Uma das maneiras mais fáceis de evitar isto é mesmo recorrer a repros, que a meu ver não são a solução ideal mas servem para colmatar a falha enquanto o mercado não der uma volta (se é que isso irá acontecer, não acredito muito). Confesso que prefiro recorrer a repros apenas para jogos que nunca saíram fora do Japão, sobretudo aqueles que hoje em dia têm fan translations e afins mas abro excepções para outros jogos que actualmente custam balúrdios (e não deviam). O jogo que apresento aqui hoje é um óptimo exemplo do quão inflacionado se tornou ao longo dos anos chegando agora aos 3 dígitos, completo. Esta repro chegou-me do Aliexpress por uns meros 4 dólares, o que nem sequer deve pagar o material, precisamente a semana passada.

23 de setembro de 2019

Valkyrie Profile 2 - Silmeria

As protagonistas em destaque.
Desenvolvido por: Tri-Ace
Publicado por: Square Enix
Director: Takayuki Suguro
Designer(s): Takayuki Suguro, Masaki Norimoto
Artista: Eiko Sawamura
Compositor: Motoi Sakuraba
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 22-06-2006 (JP), 26-09-2006 (EUA), 07-09-2007 (EU)
Género: Japanese Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (67KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com cerca de 60 e muitas horas de jogo.

Tinha autocolantes, tinha...
Coleccionar jogos de PS2 é uma história interminável. Cada vez que riscamos um jogo da lista, entram logo mais dois ou três que descobrimos por mero acaso, fazendo lembrar um pouco a história da hidra e das suas cabeças. Na minha eterna demanda de arranjar os jogos que ainda procuro, eis que olho para o armário e vejo que existe um ou outro que ainda não tinha jogado e já os tinha há N tempo. O jogo que apresento aqui hoje, estava na colecção há uns bons anitos mas nunca me tinha dado para o jogar pois é um JRPG e já sabemos a quantidade de horas que estes nos consomem, especialmente quando são bons. E foi o caso deste, que quando o experimentem na época não me pegou mas desta vez foi fulminante e só parei quando o terminei. Este exemplar foi-me oferecido pelo meu velho amigo Rogério Lopes mas não sei precisar quando. Sei que veio com mais uns quantos jogos que eram da sua colecção e que curiosamente ainda não os joguei todos.

16 de setembro de 2019

Spartan - Total Warrior

Badass spartan!
Desenvolvido por: Creative Assembly
Publicado por: Sega
Produtor(es): Luci Black, Jonathan Court, Moran Paldi
Designer: Clive Gratton
Artista: Jude Bond
Argumentista(s): Michael de Plater, Sophie Blakemore
Compositor: Jeff van Dyck
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, GameCube
Lançamento: 07-10-2005 (EU), 25-10-2005 (EUA) 
Género(s): Acção, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Arena para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (175KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Muito boa, poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal.

Sem autocolantes.
Creative Assembly, um nome associado à saga Total War que em termos de jogos de estratégia é uma das mais conhecidas e aclamadas. Provavelmente já ouviram falar deles. Quanto muito não seja, por terem sido também os responsáveis ao tirarem o bom nome da saga Alien da lama, com o soberbo Alien Isolation. Mas algures em 2005, eis que decidiram fazer algo diferente dentro da saga Total War numa tentativa de trazer esta saga as consolas. Obviamente era impossível ter um jogo da magnitude de um Total War e desde logo se optou pelo género mais comum nas consolas: acção. Surgiu assim um spin-off que mantém o espírito da saga mas numa perspectiva bem menor e mais contida, aproveitando aquilo que as consolas da época eram capazes de fazer, sem nunca comprometer a performance. Este meu exemplar chegou à colecção algures entre Julho e Agosto de 2019, por cerca de 4 ou 5 euros, oriundo da Play n' Play.

7 de setembro de 2019

Original Vs. Fake - Um guia prático para leigos


Aviso: Nenhum cartucho ou PCB foi ferido na produção deste artigo. Bom, dois deles ficaram sem o dito autocolante mas enfim, vão ser utilizados noutro projecto. E peço desde já as mais sinceras desculpas pela qualidade amadora das fotografias mas é o que se consegue para tentar explicar tudo isto. E agora, on with the show!

Os anos 90 foram sem dúvida o meu período favorito na história dos videojogos, de onde surgiram eternos clássicos um pouco por todas as plataformas mais famosas da época. Com o sucesso de algumas consolas, era natural que surgissem bootlegs/repros/fakes (chamem-lhes o que bem quiserem) para alguém tirar partido disto. Alguns dos mais famosos são os cartuchos usados nas conhecidas Family Game, clones da Famicom, que se vendiam por preços bem abaixo dos jogos originais de NES e um pouco por todo o lado, como em feiras, centros comerciais e até locais onde não era normal venderem-se artigos destes. Mas os que nos interessam são os de Game Boy, essa consola que tão bons momentos nos proporcionou e que ainda hoje continua a ser uma das minhas favoritas.

Era comum encontrar-se com frequência bootlegs de Game Boy, alguns mais elaborados do que outros onde até a caixa e manual de instruções eram reproduzidos. Contudo, a qualidade de impressão era algo que denunciava à priori a origem destes jogos. Mesmo em miúdo, rapidamente tive esta percepção e sabia distinguir bem um original de um fake, ainda que tenha alguns na minha colecção por serem os títulos que são. Hoje em dia, ainda se vêem com alguma frequência cartuchos fake desta época bem como outros mais recentes e menos empenhados em passar por originais. E como é que se distinguem uns de outros? É o que vamos ver ao longo deste pequeno guia.

2 de setembro de 2019

Game Boy Color Refurbish - De usado a "quase novo"!


Side by side!
Nem só de jogatana vive o homem e como tal, há que fazer outras coisas pelo meio. Derivado deste passatempo que é comprar, coleccionar e acima de tudo jogar videojogos, surgiu outro passatempo, igualmente divertido, desafiante e acima de tudo enriquecedor do ponto de vista do conhecimento técnico. Como se já não bastasse ter o blog, outro sub-passatempo derivado da jogatana onde podem ler as minhas opiniões sobre tudo o que é relacionado com o assunto, bem como ver fotos das coisas, bem como as reproduções de capas e caixas originais/personalizadas (mais um sub-passatempo!), surgiu este onde meto mãos à obra, explorando literalmente as entranhas das máquinas, cartuchos e afins, procedendo a pequenos reparos, restauros, modificações, limpeza e ficando a conhecer um pouco melhor como funcionam as coisas. Tendo recentemente substituído o ecrã táctil da minha Nintendo DS Lite, que o meu gato fez questão de atirar ao chão danificando o mesmo, decidi pegar no meu Game Boy Color, consola que não tenho assim há tanto tempo e dar-lhe um look novo e fresco, pois já não podia ver aquilo no estado em que estava. Infelizmente, não documentei o arranjo da DS pois aquilo foi um daqueles "petiscos" e nem me lembrei de tirar fotos mas posso assegurar-vos que não é para pessoas de coração fraco ou facilmente irritáveis. Se algum dia tiver de o fazer para alguém, vou certamente cobrar pelo trabalho pois não é pêra doce.

26 de agosto de 2019

Street Fighter EX Plus α

Podiam ter usado a arte do CD.
Desenvolvido por: Arika
Publicado por: Capcom, Virgin Interactive (EU)
Designer(s): Junichi Ono, Akira Nishitani, Noritaka Funamizu, Kazuko Kawanaka, Masashi Tanaka
Artista(s): Jun Matsumura, Alien Pole, Masaaki Tanaka, Kazuko Kawanaka
Compositor(es): Takayuki Aihara, Shinji Hosoe, Ayako Saso
Plataforma(s): PlayStation, Arcade
Lançamento: 17-07-1997 (JP), 30-09-1997 (EUA), 28-11-1997 (EU)
Género: 3D Fighting
Modos de jogo: Modo Arcade para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores, Outros modos de jogo
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco)
Estado: Completo
Condição: Razoável, o CD apresenta marcas de uso e a caixa tem rachas um pouco por todo o lado.
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes, tendo desbloqueado tudo o que havia para desbloquear.

Informação pertinente.
Muitos dos jogos que tenho na colecção, foram compras normalíssimas, sem nenhuma história por trás, algo que é bastante comum a quem colecciona. Contudo, outra parte destes jogos têm sempre histórias associadas, algumas mais caricatas do que outras, e até tramas que adensam em complexidade. O jogo que apresento aqui hoje encaixa perfeitamente nesta descrição pois tem uma história curiosa associada. Inicialmente tive este jogo algures em 1998, uma altura em que andava fervorosamente a experimentar qualquer jogo que aparecesse na consola, pedindo emprestado a amigos quando tinha dúvidas acerca da qualidade do mesmo ou simplesmente comprando assim que pudesse fazê-lo. E claro, as demos da revista oficial PlayStation eram uma dádiva divina. Mas este jogo em particular chegou-me à mãos através de um amigo que mo vendeu juntamente com o Gran Turismo, visto precisar de dinheiro e não ter mais interesse em ambos os jogos. O estado deles não era pristino mas estavam em condições minimamente aceitáveis. E por cerca de 5 contos, mais coisa menos coisa, fiquei com os dois. Algum tempo mais tarde, já depois de ter jogado ambos os jogos até à exaustão, continuei a jogar este de vez em quando pelo que um dia, depois de uma tarde de jogatana com pessoal amigo dei conta que o jogo tinha desaparecido. Ficou apenas a caixa com as respectivas capas e manuais. Sempre desconfiei quem tivesse sido mas sem provas era difícil apontar o dedo e como não era pessoa que visse com frequência mais complicado era confrontá-la. Mas como o que é nosso, à nossas mãos virá ter, em Agosto de 2019 lá apareceu um exemplar do jogo que foi doado pelo Gonçalo Gonçalves do St1ka's Retro Corner, no YouTube.

19 de agosto de 2019

Metal Gear Solid HD Collection [Limited Edition]

Not Snake, Snake and Snake.
Desenvolvido por: Kojima Productions (originais), Bluepoint Games (MGS2/MGS3), Genki (MGS: Peace Walker), Aspect Co. (Metal Gear/Metal Gear 2: Solid Snake)
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Artista: Yoji Shinkawa
Argumentista(s): Hideo Kojima
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PlayStation Vita, NVIDIA Shield TV
Lançamento: 08-11-2011 (EUA), 23-11-2011 (JP), 03-02-2012 (EU)
Género: Acção, Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Co-op para dois a quatro jogadores online, Multiplayer online até seis jogadores
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei o Peace Walker uma vez com mais de 120 horas de jogo, Metal Gear e Metal Gear 2: Solid Snake. Ainda não joguei os ports do 2 e 3.

Esta caixa é grande.
Hoje para algo completamente diferente, não venho aqui apresentar mais um jogo e uma análise pessoal ao mesmo (até porque neste momento não tenho nada para analisar e ainda estou a jogar outros tantos). Em vez disso, decidi apresentar um formato diferente onde analiso uma edição de um jogo (ou neste caso, uma colectânea) mostrando assim o conteúdo que inclui e se vale ou não a pena o investimento de acordo com a relação qualidade/preço. E isto é algo que a longo prazo posso vir a fazer com outras edições, mesmo que os jogos já tenham sido analisados por aqui. Para a estreia desta formato, escolhi um peso pesado dos videojogos: Metal Gear Solid, mais concretamente a Limited Edition de Metal Gear Solid HD Collection, que na Europa teve direito a alguns goodies que os americanos nem sequer cheiraram. Os japoneses tiveram uma edição parecida com a de Vita onde  Peace Walker foi omitido mas neste caso vendido em separado para PS3 e Xbox360. Para compensar a versão de PS3 da HD Collection incluía um código de download de Metal Gear Solid na PSN e a versão standalone de Peace Walker incluí um código de download da versão de PSP. Na Xbox360 foi tudo presenteado com... avatares da saga para o Xbox Live. Este exemplar veio da Zavvi pois era a única loja na Europa que vendia isto exclusivamente por cerca de 90 euros no lançamento. Arrisquei esperar uns meses e o preço baixou para metade, tendo custado 45 euros com portes incluídos.

12 de agosto de 2019

Half-Life

Alguém gosta muito de laranja...
Desenvolvido por: Gearbox Software
Publicado por: Sierra Entertainment
Director: Antoine Villette
Produtor: Florian Desforges
Designer: Nicholas Castaing
Artista(s): Arnaud Barros, Frédéric Michel
Argumentista: Marc Laidlaw
Compositor(es): Kelly Bailey, Ben Houge
Plataforma(s): PlayStation 2, PC, OSX
Lançamento: 11-11-2001 (EUA), 30-11-2001 (EU) 
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Co-Op para dois jogadores em splitscreen, Multiplayer local para dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (500KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração, Compatível com rato e teclado USB
Estado: Completo
Condição: Muito boa, poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o o modo história e o modo co-op uma vez cada.


Yep, este vem em CD.
A "guerra" entre PC e consola sempre foi motivo de conversa por imensos motivos ao longo dos anos. Se inicialmente os PCs eram fracos e tinham jogos de qualidade dúbia quando comparados a uma Super Nintendo ou MegaDrive, o panorama alterou-se com o passar dos anos onde o PC ganhou uma posição privilegiada. Muitos jogos tornaram-se obrigatórios de serem jogados em PC, com as versões de consola a serem motivo de escárnio por estarem numa consola e não serem de perto fieis aos originais. Contudo, muitas dessas versões são ports verdadeiramente bem conseguidos, alguns com certas concessões devido ao hardware mas outros tecnicamente superiores aos originais em praticamente todos os aspectos. O jogo que trago até aqui hoje é um óptimo exemplo disto. Um port que começou a ser desenvolvido para a Dreamcast e depois passou para a PS2 devido ao facto da Dreamcast estar a morrer nessa fase. Este meu exemplar chegou à colecção algures no final de Julho de 2019, por €7.95, oriundo do local habitual, a Play N' Play.

5 de agosto de 2019

Metal Gear 2 - Solid Snake

Mais uma capa personalizada.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Designer: Hideo Kojima
Artista(s): Shuko Iwamoto, Tae Yabu, Tomohiro Nishio
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Tsuyoshi Sekito, Masahiro Ikariko, Mutsuhiko Izumi, Yuko Kurahashi, Tomoya Tomita, Kazuhiko Uehara, Yuji Takenouchi
Plataforma(s): PlayStation 3, PlayStation 2, MSX2
Lançamento: 20-07-1990 (JP/MSX), 08-11-2011 (EUA), 23-11-2011 (JP), 03-02-2012 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

A rastejar para não alertar o bicho...
Metal Gear Solid é provavelmente um dos jogos mais bem sucedidos de sempre que quando aterrou na PlayStation foi um estrondo tremendo. Desde a história complexa, passando pela tecnologia visual e claro, sem esquecer a excelente parte audível, este jogo foi sem dúvida um marco importante na história dos videojogos. Mas é preciso conhecer as origens a que se deveu este sucesso e no caso deste jogo, que foi o primeiro da série para quase todos os que se tornaram fãs ao longo destes anos, muitas das coisas presentes na sua concepção, não são de todo originais mas sim, uma espécie de remake de ideias previamente utilizadas noutro jogo da saga. De um modo geral podemos dizer que foi a concretização de tudo aquilo que Hideo Kojima já tinha concebido previamente mas agora num glorioso mundo 3D. Este jogo lançado para a MSX2 em 1990, fez uma viagem até à PS2 e PS3 mais tarde, na versão Subsistence de MGS3 como extra e é essa versão que vamos aqui analisar.

29 de julho de 2019

Metal Gear

Custom cover à maneira!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Designer: Hideo Kojima
Artista(s): Masami Tabata, Azusa Fujimoto
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Iku Mizutani, Shigehiro Takenouchi, Motoaki Furukawa
Plataforma(s): PlayStation 3, PlayStation 2, MSX
Lançamento: 13-07-1987 (JP/MSX), 08-11-2011 (EUA), 23-11-2011 (JP), 03-02-2012 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

A preciosa caixa de cartão.
Metal Gear é sem dúvida uma das séries mais aclamadas e conhecidas de sempre no mundo dos videojogos cuja fama se deve essencialmente ao sucesso que Metal Gear Solid fez na primeira PlayStation. Esse foi o primeiro jogo que quase todos jogaram nesta série que até essa altura era praticamente desconhecida no ocidente. Contudo, há que explorar as origens e voltar um pouco atrás no tempo, até uma época onde os jogos eram mais simples, mais difíceis mas não menos divertidos e interessantes por isso. O jogo que trago até aqui hoje é um bom exemplo de tudo isto e faz parte da Metal Gear Solid HD Collection, sendo um dos extra de Metal Gear Solid 3. Ainda não tinha apresentado esta colectânea aqui visto só ter jogado três dos jogos mas futuramente o farei sem ser em jeito de análise pois essas serão individualmente.

22 de julho de 2019

Dead Rising - Chop Till You Drop

Boa cover art!
Desenvolvido por: Tose
Publicado por: Capcom
Director(es): Takafumi Gotoh, Gentaro Sakai
Designer(s): Eri Inoue, Shigehiro Ochi, Yuki Harada
Compositor(es): Ichiro Kohmoto, Shingo Kataoka, Tomokazu Hirota, Mitsutoshi Kodama
Plataforma: NintendoWii
Lançamento: 19-02-2009 (JP), 24-02-2009 (EUA), 27-02-2009 (EU)
Género(s): Survival Horror, Third Person Shooter, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Wii Optical Disc (8.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da consola
Estado: Completo
Condição: Boa, algumas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o duas vezes

Frank é um ladies man.
Provavelmente ainda não tinha dito isto mas caso já o tenha feito volto a frisar: a Nintendo Wii é a minha consola favorita da sétima geração. Não só o conceito é genial mas a biblioteca de jogos é vasta com bastantes hidden gems lá pelo meio que passaram ao lado de muitos, eu incluído, fazendo com que ainda hoje em 2019 ainda procure alguns desses jogos. Mas essa demanda parece querer alongar-se um pouco mais pelo que aos poucos eles vão aparecendo. O jogo que vos apresento hoje fazia parte dessa lista de procurados mas decidiu aparecer algures em Junho de 2019 por 10 euros, tendo sido adquirido na CEX do Almada Fórum. Apesar de estar em relativo bom estado, o dono anterior ou outro idiota qualquer decidiu escrever no disco de jogo com um marcador, daqueles que dificilmente saem. O que vale é que o disco é preto e não se nota assim tanto.

15 de julho de 2019

Mario Kart Super Circuit

Quando não tem caixa, o tio faz.
Desenvolvido por: Intelligent Systems
Publicado por: Nintendo
Director(es): Takeshi Ando, Yukio Morimoto
Produtor(es): Shigeru Miyamoto, Kenji Miki
Compositor(es): Kenichi Nishimaki, Masanobu Matsunaga, Minako Hamano
Plataforma(s): Game Boy Advance, 3DS Virtual Console (3DS Ambassador Program), WiiU Virtual Console
Lançamento: 21-07-2001 (JP), 27-08-2001 (EUA), 14-09-2001 (EU)
Género: Racing
Modos de jogo: Diversos modos para 1 até 4 jogadores
Media: Cartucho de 64 megabit
Funcionalidades: Slots para gravação de progresso, Compatível com GBA Link Cable (1 cartucho/4 jogadores)
Outros nomes: Mario Kart Advance (マリオカートアドバンス) (JP)
Estado: Incompleto, falta manual e caixa
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei alguns dos modos várias vezes.

Muito texto têm as caixas desta época.
Provavelmente já vos aconteceu comprarem jogos dos quais não são grandes fãs ou nem sequer constavam na vossa wishlist. A mim acontece-me com alguma frequência ultimamente numa tentativa de achar alguma hidden gem ou simplesmente ser algum jogo com valor que até possa servir de moeda de troca por algo que me interesse futuramente e assim não cair nas garras dos resellers que populam o nosso pequeno país e adoram inflacionar os preços de forma absurda por vezes. Alguns desses jogos revelam ser de facto hidden gems, outros servem apenas para jogar e rapidamente vender ou trocar e há aqueles que embora não me livre deles ficam por aqui apenas por fazerem parte de uma saga específica. O jogo que trago até aqui hoje é um exemplo disso pois não é dos meus favoritos na saga e nem tão pouco o considero um dos melhores. Ainda assim por 3 euros, apenas o cartucho claro, não ia dizer que não. Foi adquirido algures em Abril de 2019 numa loja de artigos usados aqui na zona.

8 de julho de 2019

Taito Legends 2

Aquele tipo verde é-me familiar...
Desenvolvido por: Mine Loader Software
Publicado por: Xplosiv (Empire Interactive)
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, PC
Lançamento: 31-03-2006 (EU), 16-05-2007 (EUA) 
Género(s): Compilação
Modos de jogo: Modo arcade em todos os jogos para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (100KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks
Estado: Completo
Condição: Muito boa, poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei alguns dos jogos, várias vezes até.

Informação pertintente!
Hoje para variar um bocado é dia de Jogalhões Flash, uma rubrica onde não exploramos a fundo um jogo na sua parte técnica mas focamo-nos noutros pontos de interesse. Isto é feito normalmente a jogos que já foram aqui apresentados noutras versões ou plataformas, colectâneas e afins. No caso do jogo de hoje, sendo este uma colectânea com bastantes jogos, não faz sentido falar de cada um individualmente numa única análise pelo que se tiver de o fazer, futuramente cá estarão. Este meu exemplar foi adquirido a 4 de Abril de 2019, por €7.95, na Play N' Play, estando em óptimo estado de conservação.

1 de julho de 2019

Battletoads in Ragnarok's World

A capa, refeita em toda a sua glória.
Desenvolvido por: Rare, Ltd.
Publicado por: Tradewest, Inc.
Designer(s): Tim and Chris Stamper, Gregg Mayles
Artista: Kev Bayliss
Compositor(es): David Wise
Plataforma(s): Game Boy, Nintendo Entertainment System, MegaDrive, Amiga, Game Gear, Xbox One
Lançamento: Junho de 1993 (EUA), Algures em 1993 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas, Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Estado: Incompleto, apenas cartucho mas já lhe fiz a caixa 
Condição: Excelente
Viciómetro: Nunca o consegui acabar e duvido que o faça por métodos convencionais.

A parte traseira.
Quem já faz parte destas andanças videojoguísticas desde longa data, certamente lembra-se que nos anos 90 existiam uma quantidade significativa de bootlegs no mercado, sobretudo no nosso país. Desde a famosa Family Game e outros Famiclones, com os seus cartuchos coloridos a fazer lembrar os originais da Famicom, aos multicarts de Game Boy com os seus 4 em 1, 32 em 1 e até números bem maiores em 1. Mas havia bootlegs de jogos individuais cuja qualidade embora não fosse a par dos originais, era bastante próxima e provavelmente enganaram muita gente. Pelo menos naquela época foi coisa que desde logo me surpreendeu pois o preço era mais baixo e a qualidade em alguns deles apresentava falhas. Ainda assim, e após todos estes anos, posso dizer que são as melhores bootlegs vendidas no mercado quando comparadas ao lixo que surgiu já na altura do Game Boy Color e Game Boy Advance. Hoje trago aqui um jogo oriundo dessa safra que achei algures em Abril de 2019 numa loja de usados por 2 euros. Não resisti em trazê-lo.

24 de junho de 2019

Batman - The Video Game

Capa simples mas directa ao assunto.
Desenvolvido por: Sun Corporation of America
Publicado por: Sun Electronics Corp.
Director: Cho Musou
Designer(s): Kazutomo Mori (Kaz), Rieko Sakai (Rie), Tadashi Kojima (Tadashi), Aki, Masashige Furihata (M.F), Kenichi Abe (Abe Kun)
Compositor(es): Nobuyuki Hara (Nobuyuki.H), Shinichi Seya (About.SS), Naoki Kodaka (Kodaka San)
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 13-04-1990 (JP), Junho de 1990 (EUA), Algures em 1990 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Batman (JP)
Estado: Incompleto, apenas cartucho e caixa protectora
Condição: Excelente
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para me lembrar.

O morcego está à espreita!
Durante os anos 90 era bastante comum qualquer coisa que fizesse sucesso tanto no cinema como na televisão ter direito a uma vasta linha de merchandise, brinquedos, roupa e claro, videojogos. Os filmes eram sobretudo um dos alvos mais apetecíveis para quem fazia jogos pois significava dinheiro rápido e fácil quando um blockbuster estava para ser lançado, pelo que ter uma licença para tal era imperativo. E nessa época foram muitos os jogos licenciados a serem produzidos com resultados bastante variados mas mais a tender para o mau o que lhes valeu a reputação que ainda hoje em dia têm. Contudo, nem todos cabiam neste saco e alguns tiveram a sorte e a honra de se distinguirem como excelentes jogos, em particular os que foram produzidos no Japão. O jogo que apresento aqui hoje é um excelente exemplo disso, sendo também de uma simplicidade excepcional face ao material em que se baseia. Este meu exemplar foi adquirido no final de Abril de 2019, por 9.90 na Play N' Play. Apesar de incompleto, o cartucho está como novo e quase que acredito que só devia ter sido utilizado uma vez. Quanto à caixa, já a refiz e está pronta para impressão.

17 de junho de 2019

Cold Fear

A artwork é interessante.
Desenvolvido por: Darkworks
Publicado por: Ubisoft
Director: Antoine Villette
Produtor: Florian Desforges
Designer: Nicholas Castaing
Artistas): Arnaud Barros, Frédéric Michel
Argumentista(s): Guillaume Gouraud, Antoine Villette
Compositor: Tom Salta
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, PC
Lançamento: 15-03-2005 (EUA), 30-03-2005 (EU) 
Género(s): Survival Horror, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (337KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Muito boa, poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Tinha autocolantes mas tirei-os.
Survival Horror, um género apreciado por muitos que ao longo dos tempos veio a evoluir, proporcionando-nos experiências únicas, algumas boas mas outras nem por isso. Na PS2 existem bastantes exemplos, alguns bastantes bons, outros mauzitos, com a sua dose de jogos comuns, outros tantos incomuns e claro, as raridades que nem sempre valem aquilo que pedem por elas. Mas cada jogo vale aquilo que achamos ser o certo a pagar pelo mesmo e não é isso que está em causa. Continuando a explorar o enorme catálogo de PS2, eis que me deparo com um título que procurava praticamente desde a altura em que foi lançado sem grande sucesso. Só o tinha experimentado em PC e pensei que a versão de PS2 era aquela que devia procurar, só porque sim (a de PC é tecnicamente superior). Foi preciso chegar ao mês de Maio de 2019 para finalmente achar um exemplar do jogo, ainda que usado mas em muito bom estado, que me custou 10 euros, numa loja de artigos em segunda mão aqui na zona.

10 de junho de 2019

Crisis Zone

A artwork é meh.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco
Produtor: Takashi Sano
Plataforma(s): PlayStation 2, Arcade
Lançamento: 17-09-2004 (EU), 19-10-2004 (EUA) (PlayStation 2)
Género: On Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (80KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com G-Con45, Compatível com G-con2
Outros nomes: Time Crisis - Crisis Zone (EUA)
Estado: Completo
Condição: Muito boa, muito poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o bastantes vezes por esta altura.

Limpinho e sem autocolantes!
Nestes últimos anos o meu gosto por Rail Shooters teve um súbito crescimento, o que me levou a procurar praticamente todos aqueles mais famosos (e bons) que saíram em consolas. Nesta minha demanda, onde apenas me resta encontrar dois jogos (um na PS2 e outro na Wii) deparei-me com boas surpresas. Um dos jogos é o mesmo que trago até aqui hoje, que embora conhecesse de nome e por ter visto alguns vídeos, nunca o tinha experimentado nem nas arcadas nem na PS2. Este exemplar foi adquirido durante o mês de Maio de 2019 por €3.50, na CeX do Almada Fórum estando em muito bom estado considerando que se trata de um jogo usado.

3 de junho de 2019

Time Crisis II

A boxart podia ser melhor.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco
Produtor: Takashi Sano
Plataforma(s): PlayStation 2, Arcade
Lançamento: 01-10-2001 (EUA), 04-10-2001 (JP), 19-10-2001 (EU) (PlayStation 2)
Género: On Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (80KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com iLink (1-2 jogadores), Compatível com G-Con45, Compatível com G-con2
Estado: Completo
Condição: Boa, algumas marcas de uso no geral
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes.

Sem autocolantes foleiros.
Para quem cresceu durante os anos 80/90, os salões de jogos eram parte integrante da cultura pop dessa época e imensos jogos popularizaram-se devido a isso. E com essa crescente popularidade muitos acharam o seu caminho até às nossas casas proporcionando a mesma acção e divertimento que podíamos viver nesses mesmo salões mas no conforto do nosso lar. Um dos géneros mais apreciados, os On Rail Shooters, ganharam imensa força nos anos 90 com o aparecimento de Virtua Cop e mais tarde Time Crisis, duas séries excelentes e de uma simplicidade incrível, com bastantes diferenças entre si ainda que o objectivo seja o mesmo: disparar contra tudo o que seja vilão. O jogo que trago até aqui hoje faz parte da saga Time Crisis e era bastante aguardado depois da primeira entrega, tendo feito gastar milhares de moedas a todos quanto visitavam os salões por esse mundo fora. Este meu exemplar foi adquirido em Abril de 2019, tendo custado €3.50 numa feirinha de rua aqui na zona.

27 de maio de 2019

Ghost Squad

É disparar para onde ele aponta!
Desenvolvido por: Sega AM2, Polygon Magic (Wii)
Publicado por: Sega
Director(es): Naoya Taniguchi, Shinsuke Imai
Produtor: Jaga
Designer(s): Tomoharu Oiyama, Minoru Sugiyama, Eri Watanabe
Compositor(es): Masayuki Maruyama
Plataforma(s): NintendoWii, Arcade
Lançamento: 23-10-2007 (JP), 20-11-2007 (EUA), 18-01-2008 (EU)
Género: On-Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores, Multiplayer até quatro jogadores
Media: Wii Optical Disc (8.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da consola, Compatível com Wii Zapper
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes.

Os quatro mandamentos.
Durante os anos 90 era recorrente visitar salões de jogos, sobretudo durante os intervalos das aulas pois existia um convenientemente localizado ao lado da escola, ou até mesmo na hora de almoço que era mais dilatada e assim dava para jogar mais do que um jogo apenas. Neste salão em particular, existiam as máquinas mais recentes e que estavam na berra, tanto da Sega como da Namco com os seus designs extravagantes em alguns casos e que rapidamente atraíam quem entrava no espaço fosse pelas suas dimensões, artwork colorido a decorar a máquina ou o som potente que saía da mesma. E muita moeda for gastas nestas mesmas, fossem jogos de corridas, luta e claro, os rail shooters, esse género hoje em dia praticamente perdido mas que devemos preservar por ser tão divertido e icónico dessa época. O jogo que trago até aqui hoje, infelizmente nunca joguei numa arcade mas assim que tive oportunidade, adquiri a versão Wii que é a melhor coisa logo a seguir. O exemplar em questão foi adquirido entre Março e Abril de 2019 tendo custado cerca de 16 euros, na Amazon.

20 de maio de 2019

Ghosts 'N Goblins

Capa da versão americana.
Desenvolvido por: Capcom USA (Arcade), Micronics (NES/Famicom)
Publicado por: Capcom
Director: Tokuro Fujiwara (Fuji)
Designer(s): Masahiko Kurokawa (Black), Kazuo Hasegawa (Hasse)
Compositor(es): Harumi Fujita (Hal), Ayako Mori (Wood)
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Wii (VC), WiiU (VC) e muitas outras
Lançamento: 13-06-1986 (JP), 01-11-1986 (EUA), 23-03-1989 (EU) (NES/Famicom)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: 魔界村 Makaimura que traduzindo dá algo como "Demon World Village" (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes porque tem de ser assim para se ver o final.

Challenge Series, o nome assenta.
Para terminar este ciclo de jogos clássicos em formato digital, deixei para o fim um dos jogos mais famosos e infames de sempre na NES. Refiro-me pois então a Ghosts 'N Goblins, um jogo que tanta gente fez chorar, gritar, partir comandos e até consolas muito provavelmente, isto já para não relembrar os chorrilhos de palavrões e aliterações que ainda hoje fazemos sempre que jogamos este título. A sua dificuldade é lendária e nunca lembrada por ser desafiante mas sim frustrante ao ponto de morrermos por dentro sempre que o jogo nos decide pregar uma nova partida só porque sim, porque pode, porque foi programado deste modo desumano e irracional. A minha história com a saga deve provavelmente ter começado com a versão SNES de Super Ghouls 'N Ghosts que faz parte desta saga e sofre dos mesmos males, que se traduzem invariavelmente na dificuldade absurda. Confesso que nunca gostei de nenhum dos jogos, tendo jogado várias versões, inclusive as de arcade presentes na Capcom Classics Collection Vol.1 (já aqui analisada). Mas a versão de Mega Drive sim, essa vale a pena jogar e se possível ter na colecção pois é um port excelente e a dificuldade é justa sem se tornar frustrante. Mas vamos ao que interessa.

13 de maio de 2019

StarTropics

A capa não é de facto muito bonita.
Desenvolvido por: Nintendo R&D3, Locomotive Corporation
Publicado por: Nintendo
Director: Genyo Takeda
Designer: Makoto Wada
Compositor: Yoshio Hirai
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Wii (VC), WiiU (VC)
Lançamento: 01-12-1990 (EUA), 20-08-1992 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Parte traseira da capa americana.
Durante os anos 90, o meu contacto com a NES não foi tão abrangente quanto queria pois pouco tempo depois de receber a minha, tive a sorte de receber a SNES e rapidamente voltei a meter a NES na caixa. Ainda assim tive oportunidade de explorar os jogos mais famosos aos quais tive acesso na altura. Com o passar dos anos e o surpreendente poder da emulação, experimentei praticamente todos aqueles que desde miúdo me enfeitiçaram com as suas capas e artwork apelativas mas que em muitos casos eram apenas um enorme engodo para jogos medíocres. Um dos jogos que me passou completamente ao lado foi StarTropics, um jogo cuja capa é tudo menos apelativa para além de ser bastante raro vê-lo à solta na natureza. Na altura confesso que nunca o vi sem ser em revistas da especialidade e hoje em dia também não deverá ser fácil encontrá-lo sem ter de recorrer ao eBay. Com a NES Mini, tive a oportunidade de o jogar como deve ser e assim o fiz prontamente.

6 de maio de 2019

Zelda II - The Adventure of Link

Capa da versão americana.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director(es): Tadashi Sugiyama, Yoichi Yamada
Produtor: Shigeru Miyamoto
Designer: Kazunobu Shimizu
Argumentista: Takashi Tezuka
Compositor: Akito Nakatsuka
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom Disk System, GameCube, Game Boy Advance
Lançamento: 14-01-1987 (JP), 26-09-1988 (EU), 01-12-1988 (EUA) (Versão NES/Famicom)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e bastou.

Parte traseira da versão americana.
Uma das sagas mais apreciadas pelos fãs Nintendo é sem dúvida The Legend of Zelda. Cada jogo é uma nova aventura e raramente existe ligação directa alguma a jogos anteriores. Contudo existem algumas excepções dentro da saga e o jogo que aqui trago hoje é uma dessas mesmas. A minha experiência com este mesmo é bastante recente pois mesmo no passado nunca tive acesso directo ao cartucho tendo apenas experimentando o mesmo via emulação e não tendo nada gostado do que vi e joguei. O meu percurso com esta saga teve início na SNES ainda que o primeiro jogo que tenha acabado foi o Link's Awakening no Game Boy pois foi o primeiro que tive (e ainda tenho) na colecção, sendo sem dúvida um dos meus favoritos de sempre. Quanto a Zelda II - The Adventure of Link, só com a chegada da NES Mini é que tive coragem e paciência para pegar nisto e dar-lhe a devida atenção, tentando-me abstrair dos muitos problemas que este jogo apresenta, na minha modesta opinião.

29 de abril de 2019

Metroid

Capa da primeira versão americana do jogo.
Desenvolvido por: Nintendo R&D1, Intelligent Systems
Publicado por: Nintendo
Director: Satoru Okada
Produtor: Gunpei Yokoi
Artista(s): Hiroji Kiyotake, Hirofumi Matsuoka, Yoshio Sakamoto
Argumentista: Makoto Kano
Compositor: Hirokazu Tanaka
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom Disk System, Wii, WiiU, Nintendo 3DS, GameCube, Game Boy Advance, Nintendo Switch
Lançamento: 06-08-1986 (JP), 15-08-1987 (EUA), 15-01-1988 (EU) (Versão NES/Famicom)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Sistema de passwords
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

Parte traseira da versão americana.
Metroid é sem dúvida uma das minhas sagas favoritas de todos os tempos. Mas invariavelmente não foi pelo primeiro jogo da saga que iniciei a minha aventura. A minha história com Metroid começou no Game Boy, onde joguei Metroid II pela primeira vez algures mais para o final de 1992, tendo sido emprestado por um colega de turma. Inicialmente achei o jogo estranho, confuso até devido à sua natureza labiríntica, mas havia ali qualquer coisa que me apelava a continuar a jogar. E assim continuei a demanda até ter chegado ao final que na época foi um acontecimento pois muitos achavam este jogo difícil e entediante. Obviamente não me fiquei por aqui e procurei jogar o anterior, numa tentativa de compreender melhor a história. Outro colega de escola emprestou-me o cartucho e digamos que a experiência não foi a melhor. Deparei-me com um jogo nitidamente inferior em todos os aspectos ainda que aquele ambiente cativante lá estivesse. Contudo, não fui capaz de perseverar e acabar o jogo pois pouco tempo depois estava a jogar Super Metroid e não queria outra coisa. Alguns anos mais tarde tentei novamente via emulação e nada. Seguiu-se na GameCube e outra tentativa falhada. Eis que chega a NES Mini e desta vez fui mesmo ao castigo, full throtle.

22 de abril de 2019

Castlevania II - Simon's Quest

A artwork é excelente.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Hitoshi Akamatsu
Artista: Noriyasu Togakushi
Compositor(es): Kenichi Matsubara, Satoe Terashima, Kouji Murata
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom Disk System, PC, Wii, WiiU, Nintendo 3DS
Lançamento: 28-08-1987 (JP), 01-12-1988 (EUA), 27-04-1990 (EU) (Versão NES/Famicom)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Sistema de passwords
Outros nomes: (ドラキュラII 呪いの封印 Dorakyura Tsū: Noroi no Fūin que se traduz por Dracula II: The Seal of the Curse) (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e penso que chega por agora.

Parte traseira da capa americana.
Continuando a minha viagem pelo tempo, a saga Castlevania tem sem dúvida alguma a sua marca bem presente desde sempre. E a minha paixão pela mesma deve-se em grande parte aos títulos que saíram no Game Boy e não aos clássicos de NES pois a minha experiência com esses foi praticamente nula na época tendo apenas jogado o primeiro algumas vezes mas nunca tive acesso nem ao segundo e muito menos ao terceiro jogo em suporte físico. O meu conhecimento acerca destes devia-se sobretudo às revistas da especialidade que consumia com gosto e avidamente onde ficava a saber mais sobre tudo quanto era jogo. A existência de uma sequela do Castlevania original na NES era para mim algo grandioso e tinha a noção que era bem diferente da excelente versão de Game Boy. Apenas não sabia que era... pior. Alguns anos mais tarde lá experimentei o jogo via emulação e posteriormente através da Konami Collector's Series em PC. Digamos que não passei muito tempo de volta do mesmo e só quando chegou a NES Mini é que decidi que era o momento de voltar a explorar aquele mundo e tentar chegar ao final. E assim foi.