18 de março de 2019

Super C

A arte desta saga é excelente.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Designer: Shigeharu Umezaki
Compositor: Hidenori Maezawa
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Famicom, Nintendo DS, NES Classic Mini, PC (Windows)
Lançamento: 02-02-1990 (JP), Abril 1990 (EUA), 1992 (EU) (Versão NES)
Género: Run 'n Gun
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Funcionalidades: Co-op com dois jogadores
Outros nomes: Super Contra (JP), Probotector II: Return of the Evil Forces (EU)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para ter um número preciso.

Parte traseira da caixa americana.
Se seguem aqui o blog com regularidade, já devem ter reparado que sou fã da saga Contra ou então não faria muito sentido o tema do blog em si ser alusivo a essa mesma. É provavelmente a minha saga favorita de sempre sem que eu ainda tenha dado conta porque gosto de outras tantas de igual forma mas esta deve mesmo ser a "tal". E tudo começou curiosamente não com a versão original de NES mas sim com a versão de Game Boy que até hoje continua a ser um dos meus jogos favoritos nessa plataforma e também a considero tecnicamente superior a qualquer versão de NES. Creio que já tinha abordado este tema com a saga Zelda no Game Boy, que a meu ver é também superior aos dois de NES sem dúvida nenhuma. Mas hoje estamos aqui para falar, ou melhor, escrever acerca da sequela desse clássico da Konami que tanta gente fez chorar pela sua dificuldade. Uma sequela não tão conhecida na Europa visto que nunca fazia parte do line up das Famiclones que abundavam no nosso mercado mas que invariavelmente saiu na sua vertente Probotector em 1992, um bocado tarde na vida da NES. Só a descobri anos mais tarde, ou melhor joguei a dita anos mais tarde pois tinha conhecimento da sua existência mas nunca tive acesso ao cartucho original. Quando a experimentei pela primeira vez foi via emulação e não fiquei muito surpreendido com aquilo que vi mas após ter jogado como deve ser a versão PC (que faz parte de uma colectânea obscura que inclui os três Castlevania e os dois Contra de NES), fiquei fã. Anos mais tarde, eis que nos chega a NES Classic Mini e para minha surpresa este jogo fazia parte do pacote.

11 de março de 2019

Super Mario Bros. 2

A capa americana.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Kensuke Tanabe
Produtor: Shigeru Miyamoto
Artista: Tadashi Sugiyama
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Nintendo Classic Mini, Famicom e outras tantas
Lançamento: 09-10-1988 (EUA), 28-04-1989 (EU), 14-09-1992 (JP) (NES/Famicom)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Super Mario USA (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes, demasiadas para me recordar ao certo quantas.

A traseira da capa americana.
Super Mario Bros. é provavelmente um dos jogos mais famosos de sempre e mesmo quem não seja fã de videojogos vai certamente associar o nome aos mesmos pois é algo que faz parte da nossa cultura pop. E o sucesso da NES começou com este jogo que vendeu milhares por todo o mundo, o que levou a Nintendo a procurar lançar uma sequela que voltasse a conseguir o mesmo êxito. O meu primeiro contacto com esta sequela nem sequer foi na NES mas sim num dos clones da Famicom, a Family Game, que eram bastante famosos durante os anos 90 e praticamente existia pelo menos um em tudo quanto era sítio. Havia sempre um miúdo que tinha um destes clones pois eram bem mais baratos que uma NES e já vinham com uma catrefada de jogos embutidos no sistema, alguns excelentes títulos bem conhecidos mas outros nem por isso. Foi numa tarde daquelas em que não se tem aulas que fui a casa da empregada doméstica de um colega de turma (isto até pode soar mal), que costumava ficar lá a passar as tardes antes de rumar a sua casa pois era uma maneira de não andar na escola ou na rua a fazer patifarias e a dita senhora sempre tomava conta da gente. Lá, no meio da sala tinha uma televisão pequena e a consola que eu sempre achei meio estranha pois não sabia que era um clone da versão japonesa, com imensos jogos mas o mais jogado era sem dúvida Super Mario Bros. 2. E passámos a tarde inteira a jogar aquilo à vez pois o jogo não suporta dois jogadores. Posteriormente lembro-me de me terem emprestado o cartucho original que joguei até à exaustão na minha NES. Foi preciso anos mais tarde lançarem a NES Mini para ter um exemplar aqui na colecção.

4 de março de 2019

Contra

Esta capa é lendária!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director(es): Shigeharu Umezaki (Umechan), Shinji Kitamoto
Designer(s): M. Fukiwara, S. Muraki, T. Nishikawa, C. Ozawa, T. Ueyama
Compositor(es): Hidenori Maezawa, Kiyohiro Sada
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Famicom, Nintendo DS e outras tantas

Lançamento: 02-02-1988 (EUA), 09-02-1988 (JP), 28-12-1990 (EU) (NES/Famicom)
Género: Run 'n Gun
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Funcionalidades: Co-op com dois jogadores
Outros nomes: Probotector (EU), Gryzor (EU, Versão para computadores)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para me lembrar, jogando-o com frequência ainda hoje.

Que saudades deste tipo de caixas.
Algures durante os anos 90, bem no início, o Game Boy era das coisas que mais me divertia e até  me impedia de me meter em sarilhos visto ser um puto endiabrado que não parava quieto por um segundo que fosse. Assim, quando estava de volta da pequena portátil da Nintendo, algo que era uma mais valia pois dava para levar para qualquer lado, ninguém dava por mim e até havia quem achasse estranho não sentir a minha presença, tal era o nível de actividade deste bicho. E foi graças a esta consola que descobri muitas das minhas séries favoritas dentro do vasto mundo dos videojogos, algo que na época era bem mais mágico do que hoje em dia. Uma dessas série foi Contra, ou melhor, Probotector visto que era esse o nome em território europeu e na Austrália, devido às políticas da Nintendo of Europe nessa época. E joguei a versão de Game Boy vezes sem conta, quase nunca indo muito além do nível 3 e por vezes do 4 até ao dia em que consegui tornar-me realmente bom no jogo e ver o final. Foi um momento único de concretização e satisfação pessoal para um miúdo de 12 anos. Mas não podia ficar por aqui e tinha de explorar a versão de NES, jogo que não tinha mas prontamente pedi emprestado. E tal não foi o meu espanto ao deparar-me com um jogo ainda mais difícil e maior, que ainda me consegue surpreender, tanto não seja pelas cheap deaths que proporciona. O exemplar que aqui apresento vem incluído no Contra 4, como bónus juntamente com o Super C.

28 de fevereiro de 2019

Ever Oasis

A cover art é apelativa.
Desenvolvido por: Grezzo
Publicado por: Nintendo
Director: Koichi Ishii
Produtor(es): Koichi Ishii, Toyokazu Nonaka, Toshiharu Izuno
Designer(s): Hiroyuki Kuwata, Kyouji Koizumi, Junichi Shinomiya
Artista(s): Yoshinori Shizuma, Yuichiro Takao
Argumentista(s): Katsumi Kuga, Shuntaro Tahara, Momoka Iseki, Shino Nakamura
Compositor: Sebastian Schwartz
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 23-05-2017 (EU/EUA), 13-07-2017 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Compatível com o modo 3D
Media: Cartão de jogo
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com cerca de 40 horas de jogo mas ainda estou a fazer algumas side quests que aparecem depois do final.

(A partir de agora o ritmo vai abrandar pois tenho a lista de jogos físicos em dia. Resta-me pegar nos que faltam jogar, analisar alguns digitais e até da NES/SNES Mini)

Estes raramente têm autocolantes.
A Nintendo 3DS pode estar no seu final de vida mas o seu catálogo de jogos é deveras um dos mais consistentes em termos de qualidade e onde actualmente se encontram imensos RPGs nas suas mais diversas variantes. Grande parte dos jogos mais recentes foram quase todos dentro deste género o que prova que a consola é óptima não só por ser portátil mas também por oferecer um leque variado dentro do género. E se explorarmos bem as coisas, encontramos algumas surpresas como foi o caso do jogo que apresento aqui hoje. Este exemplar foi adquirido algures em Janeiro de 2019, na Toys 'R Us do Almada Fórum, por 20€.

27 de fevereiro de 2019

Resident Evil 2

Ambas as capas.
Desenvolvido por: Capcom R&D Division 1
Publicado por: Capcom
Director(es): Kazunori Kadoi, Yasuhiro Anpo
Produtor(es): Yoshiaki Hirabayashi, Tsuyoshi Kanda
Designer: Hidehiro Goda
Artista(s): Gez Fry, Satoshi Takamatsu
Compositor(es): Shusaku Uchiyama, Zhenlan Kang
Motor gráfico: RE Engine
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, PC
Lançamento: 25-01-2019 (Lançamento Mundial)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (24GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional, PS4 Pro Enhanced
Outros nomes: BioHazard RE:2 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o cinco vezes até agora, com cerca de 30 horas de jogo acumuladas mas ainda estou de volta dele.

(Fun fact: o brinquedo mais velho do mundo é um simples pau.)

No fugly stickers.
Hoje em dia é comum ouvir-se a palavra remake um pouco por todo o lado. Seja em filmes, séries e até jogos, os remakes são por vezes uma maneira de se contar novamente uma história com a perspectiva que inicialmente se idealizou e por diversos motivos, acima de tudo técnicos e tecnológicos, não foi possível.  E há jogos que realmente precisam de remakes para brilharem em toda a sua plenitude mas isso nem sempre torna os originais obsoletos pois o seu charme antigo nunca se irá perder e a longo prazo vai ser aquilo que o define e distingue do facelift. A saga Resident Evil foi alvo disso há uns anos, com um dos melhores remakes de sempre na minha opinião, que não só melhorou tudo aquilo que o original tinha bem como expandiu alguns elementos de história. Eis que chega agora a vez do segundo jogo. Este exemplar que se trata da Lenticular Edition, é somente a versão normal com uma sleeve lenticular tendo custado cerca de 45 euros, oriundo de uma loja online pouco depois do lançamento em Janeiro de 2019.

26 de fevereiro de 2019

Shantae and The Pirate's Curse

A artwork é sempre excelente.
Desenvolvido por: WayForward Technologies
Publicado por: WayForward Technologies, Rising Star Games (3DS), Oizumi Amuzio Inc. (Switch JP)
Director: Matt Bozon
Produtor: Christopher Shanley
Designer: Kyle Bardiau
Artista: Henk Nieborg, Chris Drysdale
Argumentista: Matt Bozon
Compositor(es): Jake Kaufman
Motor de jogo: EngineBlack
Plataforma(s): Nintendo 3DS, Nintendo Switch, Nintendo WiiU, PlayStation 4, Amazon Fire, PC, XboxOne
Lançamento: 23-10-2014 (EUA), 05-02-2015 (EU), 19-11-2015 (JP) (3DS)
Género(s): Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas hei-de repetir a dose.

(Fun fact: um mosquito tem 47 dentes.)

Traseira da versão americana.
Certas séries de jogos começaram a sua vida de forma subtil e sem dar muito nas vistas. Oriundas de sistemas como o Game Boy, por exemplo, deram os seus primeiros passos e foram evoluindo para coisas maiores e com mais viabilidade mas mantendo sempre a sua identidade e nunca almejando competir contra os chamados AAA que agora inundam o mercado com a sua qualidade dúbia e cada vez mais repetitivos. Shantae é sem dúvida um desses casos contando já com quatro excelentes jogos e que todos eles partilham os mesmos elementos comuns: diversão e qualidade. O exemplar que aqui apresento hoje é mais um capítulo nesta saga e foi adquirido algures entre Novembro e Dezembro de 2015 numa promo da eShop. Só não me lembro do preço mas foi baratinho. Futuramente hei-de contar adquirir a versão física pois este jogo merece.

25 de fevereiro de 2019

My Nintendo Picross - The Legend of Zelda: Twilight Princess

Quando não há capa, faz-se!
Desenvolvido por: Jupiter Corporation
Publicado por: Nintendo
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 17-03-2016 (JP), 31-03-2016 (EU/EUA)
Género: Puzzle
Modos de jogo: Vários modos para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o os puzzles todos uma vez mas repeti diversos.

(Fun fact: até 2011, a cerveja na Rússia não era considerada uma bebida alcoólica mas sim um refrigerante.)

Há aquelas alturas em que não nos apetece jogar nada de muito complexo ou que costumamos jogar com frequência mas ao mesmo tempo querem jogar algo que mate o bichinho ou simplesmente para passar tempo. A minha escolha aqui recai quase que única e exclusivamente nos jogos de puzzles pois são perfeitos para esses momentos. E dentro do género há para todos os gostos e com todo o tipo de mecânicas possíveis e imagináveis desde os mais simples aos mais complicados mas todos eles divertidos. O jogo que aqui apresento hoje é um bom exemplo disso e era uma vertente que nunca tinha explorado embora existam inúmeros jogos dentro desta série já desde o tempo do Game Boy. Este exemplar digital é uma das recompensas do My Nintendo, e possivelmente a melhor de todas visto ser um jogo completo e poder ser descarregado se utilizarmos 1000 moedas de platina, as mais comuns de todas. E foi o que fiz, algures entre Novembro e Dezembro de 2017.

24 de fevereiro de 2019

1942 - Joint Strike

Custom made!
Desenvolvido por: Backbone Entertainment
Publicado por: Capcom
Director: Melissa Bachman-Wood
Produtor: Maximillian Fitzmaurice
Designer: Marcus Montgomery
Compositor: Norihiko Hibino
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 24-07-2008 (PSN), 23-07-2008 (XBLA)
Género: Vertical scrolling shooter, Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo arcade para um ou dois jogadores online ou offline
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Instalação no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, 1080i e 1080p
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez na dificuldade mais fácil e desisti de tentar nas outras.

(Fun fact: continua a ser fim de semana portanto não há fun facts!)

Os bosses gostam de dar nas vistas.
Hoje para ser diferente de todos os outros dias trago de volta o Jogalhões Flash, que para quem não sabe, são análises relâmpago a jogos que já analisei noutras plataformas mas que são basicamente os mesmos ou simplesmente jogos pequenos sem grande conteúdo para comentar. O que aqui vos apresento hoje encaixa-se nessa categoria na perfeição e foi adquirido algures entre Novembro e Dezembro de 2015, por 2.99€ numa promo da PSN.

23 de fevereiro de 2019

Grand Theft Auto III

Excelente artwork!
Desenvolvido por: DMA Design
Publicado por: Rockstar Games
Produtor: Leslie Benzies
Artista: Aaron Garbut
Argumentista(s): James Worrall, Paul Kurowski, Dan Houser
Compositor(es): Craig Conner, Stuart Ross
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, PC, Mac OS, Android, iOS
Lançamento: 22-10-2001 (EUA), 29-10-2001 (EU) (PlayStation 2)
Género(s): Acção, Aventura, Sandbox
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (500KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Hoje não há fun facts, é fim de semana e não me apetece.)

Sem autocolantes feios.
Em todas as gerações de videojogos há sempre um título ou um grupo restrito de títulos que definem as mesmas por diversos motivos mas sempre com grande enfâse na parte técnica. E são estes que são lembrados eternamente, que vendem a rodos e fazem com que a venda das consolas seja igualmente produtiva e muitas das vezes convertidos para outras plataformas devido à sua popularidade e procura. O jogo que trago até aqui hoje é um claro exemplo de tudo isto aliado também à sua dose de controvérsia devido aos temas que aborda e no geral ao que podemos fazer sem nos questionarmos moralmente. Este exemplar foi adquirido numa loja de usados aqui na zona por 5€, algures entre Setembro e Outubro de 2018.

22 de fevereiro de 2019

R-Type Final

Tanta nave!
Desenvolvido por: Irem
Publicado por: Irem (JP), Eidos Interactive (EUA), Metro3D (EU)
Produtor: Kazuma Kujo
Designer: Kazuma Kujo
Compositor: Yuki Iwai
Plataforma: PlayStation 2 
Lançamento: 17-07-2003 (JP), 02-02-2004 (EUA), 26-03-2004 (EU)
Género: Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (145KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o diversas vezes mas tive de recorrer a cheats em algumas das runs.

(Fun fact: uma bola de golfe oficial tem 336 concavidades.)

Em bom Português.
Os shoot 'em up são aquele género de jogo perfeito para quando se quer jogar algo sem grandes compromissos de tempo ou paciência. Simples de aprender mas difíceis de dominar, estes jogos sempre fizeram parte do nosso imaginário sobretudo pelo facto da sua temática ser quase sempre ficção cientifica e envolver naves. Mas existem alguns que apenas utilizam a base e o tema é completamente diferente, normalmente optando por fantasia. O jogo que aqui apresento hoje... não tem nada de fantasia, é um jogo de naves no espaço normalíssimo mas com alguns twists pelo meio que o tornam num dos melhores do género. Este exemplar foi adquirido algures entre Janeiro e Fevereiro de 2015, por 5 euros, a um particular.

21 de fevereiro de 2019

Far Cry 4

O vilão de serviço em destaque.
Desenvolvido por: Ubisoft Montreal, Ubisoft Toronto, Red Storm Entertainment, Ubisoft Shanghai, Ubisoft Kiev
Publicado por: Ubisoft
Director(es): Alex Hutchinson, Patrik Méthé
Produtor(es): Cedric Decelle
Artista: Jean-Alexis Doyon
Argumentista(s): Mark Thompson, Li Kuo, Lucien Soulban
Compositor: Cliff Martinez
Plataforma(s): PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox360, Xbox One, PC
Lançamento: 18-11-2014 (Lançamento Mundial)
Género(s): Action-Adventure, First-person shooter, Open world
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Co-op para dois jogadores em splitscreen e Multiplayer online até 10 jogadores, Editor de mapas
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação de 10.5 GB no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, 1080i e 1080p, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e penso que chega. Platina alcançada.

(Fun fact: na série Seinfeld, há um Super Homem algures em todos os episódios. Also, os screenshots são de PS4.)

Em espanholês.
Provavelmente já vos aconteceu seguirem uma determinada saga de jogos e ao final de uns quantos chegarem a um ponto de saturação tão elevado que simplesmente desistiram de continuar a seguir a mesma. Aconteceu-me com Assassin's Creed, que a meu ver atingiu o topo com o Brotherhood (e com o II para não ser injusto) mas depois tornou-se tão enfadonha com o Revelations que desisti de jogar os restantes, embora tenha noção que há pelo menos dois que são decentes. Mas esgotei o limite de paciência para essa saga e do que vou vendo e lendo, aquilo não evoluiu muito e a história é a maior trapalhada de sempre. Mas não vou comentar acerca disso mas sim de outra saga, que apesar de ser uma aventura a cada jogo, também estagnou e levou-me a desistir da mesma após o quarto jogo, que é o que aqui apresento hoje. Este exemplar foi adquirido na Fnac do Almada Fórum, tendo custado algo como 29.90€ algures entre Julho e Agosto de 2015.

20 de fevereiro de 2019

The Messenger

Não, não saiu na 3DS. É apenas um mock-up que fiz!
Desenvolvido por: Sabotage Studio
Publicado por: Devolver Digital
Director: Thierry Boulanger
Produtor: Martin Brouard
Designer(s): Thierry Boulanger, Phillippe Dionne
Artista(s): Michael Lavoie, Jean-Luc Savard, Savannah Perron
Argumentista: Thierry Boulanger
Compositor: Rainbowdragoneyes
Motor Gráfico: Unity
Plataforma(s): PC, Nintendo Switch
Lançamento: 30-08-2018 (Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (~1GB), Compatível com comandos Dualshock4/XboxOne, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes e mais hão-de se seguir.

(Fun fact: água quente pode por vezes congelar mais rápido do que água fria. É o chamado efeito Mpemba.)

A minha visão da capa seria isto.
A cena indie tem ganho bastante notoriedade nos últimos anos graças ao número de excelente títulos que vão sendo lançados em todas as plataformas, e que em muitos casos, conseguem ser infinitamente superiores a jogos AAA que são cada vez mais iguais uns aos outros e desprovidos de novas ideias. E creio que esta é uma tendência para continuar pois basta ver os grande e sonantes títulos que por aí andam e chegar à conclusão que são ideias recicladas com muito pouco conteúdo novo a não ser o chamariz dos "altes gráfiques" que a carneirada tanto aprecia. Bom, mas o que interessa neste momento é ter bastante atenção aos indies que vão saindo pois embora alguns sejam meh, outros tantos são de uma qualidade irrepreensível. O jogo que vos apresento hoje enquadra-se perfeitamente nessa categoria pois é sem dúvida um dos melhores jogos que tive o prazer de jogar em 2018, e tornou-se sem grande esforço num dos meus jogos favoritos de sempre. Este exemplar digital tive a sorte de o ganhar num passatempo do Destructoid, pouco tempo depois do lançamento do jogo, onde tínhamos apenas de dizer qual seria o nosso poder especial se fossemos ninjas. Cuspi assim uma frase com uma dose generosa de parvoíce e fui um o feliz contemplado.

19 de fevereiro de 2019

Super Mario Bros. Deluxe

Capa original.
Desenvolvido por: Nintendo R&D 2
Publicado por: Nintendo
Plataforma(s): Game Boy Color, Virtual Console (3DS)
Lançamento: 01-05-1999 (EUA), 01-06-1999 (EU), 01-03-2000 (JP) (GBC) / 27-01-2014 (JP), 13-02-2014 (EU) (3DS Promo) / 27-02-2014 (EU), 25-12-2014 (EUA) (3DS eShop)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer (jogos original)
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Gravação de progresso, Compatível com Game Boy Printer (jogo original)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o umas umas vezes mas hei-de regressar.

(Fun fact:a soma de todos os número numa roleta é 666. Dependendo da roleta...)

E a devida traseira da versão Europeia.
Quando era miúdo lembro-me que um dos jogos que mais queria ver no Game Boy era o Super Mario Bros. da NES. Sempre me fez confusão porque raio tinham lançado o Super Mario Land, um jogo semelhante em algumas coisas mas muito diferente noutras, até mais avançado tecnicamente e nunca se dignaram a meter a grande aventura de Mario na pequena portátil. Os anos passaram e mais jogos da saga Mario Land foram saindo mas do original de NES nem sombra. Quando o Game Boy Color foi lançado, já tinha partido para outras aventuras e eis que finalmente Super Mario Bros. chega a uma portátil da Nintendo, apenas não era aquela que eu mais apreciava. Como é evidente, passou-me ao lado mas alguns anos mais tarde, uma promo da Nintendo onde ao registarmos a nossa 3DS entre 10 de Dezembro de 2013 e 31 de Janeiro de 2014, tínhamos o jogo gratuitamente, fez com que esse aterrasse na colecção. Obviamente tive de esperar por um e-mail entre 13 e 28 de Fevereiro do mesmo ano com o código para o descarregar da eShop, tal como todos os que o fizeram.

18 de fevereiro de 2019

Headhunter Redemption

Above and Below!
Desenvolvido por: Amuze
Publicado por: Sega
Director: John Kroknes
Produtor: John Kroknes
Designer: Peter Johansson
Artista: Johan Lindh
Argumentista: Philip Lawrence
Compositor: Richard Jacques
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox
Lançamento: 27-08-2004 (EU), 21-09-2004 (EUA)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (215KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Fun fact: todos os anos 98% dos átomos no nosso corpo são substituídos.)

Nem tudo o que escrevem é verdade.
Continuando a interminável demanda de explorar o imenso catálogo de PS2, deparo-me com mais um jogo que na época me passou ao lado embora tivesse tido perfeita noção da sua existência desde sempre. Refiro pois então a Headhunter Redemption, a sequela de um jogo que pessoalmente não apreciei devido a inúmeros motivos que já enunciei anteriormente (literalmente na análise anterior) mas que no seu todo até tem os seus momentos. Esta sequela tenta colmatar essas falhas, algo que consegue de certo modo mas introduz novos problemas. Este exemplar chegou à colecção a 19 de Maio de 2018, por 5.95€ tendo vindo, como não podia deixar de ser, da Play N' Play.

17 de fevereiro de 2019

Headhunter

I'm so edgy...
Desenvolvido por: Amuze
Publicado por: Sega (EU), Acclaim Entertainment (EUA)
Director: John Kroknes
Produtor: John Kroknes, Stefan Holmqvist
Designer: Peter Johansson
Artista: Johan Lindh
Argumentista: Philip Lawrence
Compositor: Richard Jacques
Plataforma(s): PlayStation 2, Dreamcast
Lançamento: 16-11-2001 (Dreamcast EU), 22-30-2002 (EU), 09-05-2002 (EUA) (PlayStation 2)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (320KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

(Fun fact: os limões contém mais açúcar que os morangos.)

Este não tinha autocolantes.
Dreamcast. A última consola da Sega que apesar de ter tido uma legião de seguidores e excelentes jogos, teve um ciclo de vida curto e mal aproveitado pois o potencial era imenso. Mas erros por parte da Sega e a concorrência feroz que se avizinhava, fez com que este gigante caísse para nunca mais se levantar. Pelo caminho ficaram muitos jogos, alguns deles bem memoráveis e óptimas conversões de arcade que ainda hoje são recordadas. Claro que para não perder tudo, a Sega decidiu lançar alguns dos seus títulos mais produtivos na PlayStation 2, ainda que a meu ver, as versões originais continuem a ser melhores. O jogo que apresento aqui hoje é um bom exemplo disso, pois podia ser um port melhorado mas em vez disso temos algo um pouco feito em cima do joelho, havendo falta de melhor expressão. Este exemplar chegou à colecção a 23 de Novembro de 2018, por 4.95€, oriundo do sítio habitual, a Play N' Play. Compensa guardar a papelada para me lembrar das datas.

16 de fevereiro de 2019

Gargoyle's Quest II

Mais uma capa personalizada!
Desenvolvido por: SunL
Publicado por: Capcom
Produtor: Tokuro Fujiwara
Designer: Ryo Miyazaki
Compositor: Yuki Iwai
Plataforma(s): Game Boy, Nintendo Entertainment System
Lançamento: 16-04-1993 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas, RPG
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Sistema de passwords
Outros nomes: Makaimura Gaiden: The Demon Darkness (魔界村外伝 The Demon Darkness) (JP)
Estado: Repro, apenas cartucho mas tenho a caixa feita
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o umas cinco ou seis vezes.

(Fun fact: Bela Lugosi foi enterrado com o fato de Drácula.)

Esta foi fácil de editar.
Hoje em dia é comum vermos reproduções de jogos antigos, mais a mais, aqueles que valem uma pequena fortuna e que nem sempre se encontram com facilidade mesmo que queiramos investir. Estas variam muito em qualidade e em preço, podendo serem baratíssimas ou quase o mesmo preço que o jogo original em certos casos. Mas no grande esquema das coisas, mais vale investir no original se tivermos possibilidade disso. Claro que quando uma repro é bem feita e pelo preço certo, eu não me importo de optar por esta via até porque sempre temos a benesse de podermos optar por uma rom com algum hack que melhore ou corrija problemas que o jogo original possa ter, ou até mesmo uma tradução completa em inglês. E há algumas feitas maioritariamente por americanos, onde a relação qualidade/preço é bastante aceitável (entre os 30 e 40 dólares será um bom limiar) e outras, feitas na china que são deploráveis apesar de em fotos parecerem decentes (custam por norma entre 10 a 20 euros). Estas usam materiais de qualidade muito dúbia, seja na caixa, cartucho ou instruções, dimensões estranhas que podem afectar a maneira como o cartucho entra na consola e até na caixa e o pior, há gente por cá a tentar vendê-las como sendo originais no OLX por 10x o preço que pagaram em sites como o Aliexpress. O jogo que apresento aqui hoje entra nesta categoria embora não seja terrível de todo pois custou apenas 6 euros com portes algures entre Setembro e Outubro de 2018.

15 de fevereiro de 2019

Shadow of Rome

Mim forte!
Desenvolvido por: Capcom Production Studio 2
Publicado por: Capcom
Director: Motohide Eshiro
Produtor: Yoshinori Ono
Designer: Hiroto Nishitani
Argumentista(s): Hiroshi Yamashita, Motohide Eshiro
Compositor: Yoshino Aoki
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 04-02-2005 (EUA), 08-02-2005 (EUA), 10-03-2005 (JP)
Género(s): Acção, Hack 'n Slash, Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (166KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Fun fact: no Japão existe Kit Kat de sushi.)

Os autocolantes voaram!
Continuando a eterna demanda de chafurdar no vasto catálogo de PS2, eis que me deparo com um título ao qual nem sequer prestei atenção na altura em que saiu. Muito por culpa minha, confesso, pois não era grande apreciador de coisas relacionadas com gladiadores e esse foi provavelmente o grande motivo pelo qual deixei passar este jogo. Mas com o passar dos anos, e após ver a série Spartacus, ganhei o gosto pela coisa e lá tive de ir à procura de jogos relacionados com o tema em si. E há alguns bastante interessantes, tal como este que trago até aqui hoje, que foi adquirido durante o mês de Setembro de 2018 por 3.95€ no local do costume, a Play N' Play.

14 de fevereiro de 2019

Fighters Destiny

Não é das melhores covers de sempre...
Desenvolvido por: Genki
Publicado por: Ocean Software (EUA), Infogrames (EU), Imagineer (JP)
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 31-01-1998 (EUA), 01-03-1998 (EU), 11-12-1998 (JP)
Género: 3D Fighting
Modos de jogo: Diversos modos para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 96-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Pak, Compatível com Rumble Pak.
Outros nomes: Fighting Cup (JP)
Estado: Completo.
Condição: Aceitável, a caixa e o manual sofreram com os anos
Viciómetro: Acabei-o diversas vezes, tendo desbloqueado tudo.

(Fun fact: "Socorram-me em Marrocos" escrito ao contrário é exactamente a mesma coisa.)

Tudo em espanhol.
Cada jogo que entra na colecção podia ter uma história mas nem sempre isso acontece. Simplesmente compramos o dito quando sai ou numa promo mais tarde e é isso. Vai para a estante ou para o armário até ser jogado. Mas outros têm histórias para serem contadas. O jogo que apresento aqui hoje faz parte desse clube. Comecei por adquiri-lo algures em 1998 pouco depois de ter saído, tendo em conta o que via e lia nas revistas das especialidade. O hype era elevado e rapidamente quis meter as mãos nele pelo que falei com o meu contacto na Concentra que prontamente me arranjou o jogo, coisa que na altura me custou o equivalente a 50€. Um bom negócio considerando os preços da época. Joguei até à exaustão e meti na cabeça que deixei de gostar do jogo, sabe-se lá porquê, numa daquelas diarreias mentais que por vezes ocorrem. Um amigo meu queria o jogo e vendi-o ao mesmo preço não tendo tido prejuízo. Anos mais tarde vi que tinha feito borrada pois sempre adorei aquele jogo mas agora não havia volta a dar. Porém, algures no final do ano de 2017, o jogo voltou a surgir-me no caminho, e ainda que este exemplar não esteja na condição impecável que o meu original estava, não podia fazer vista grossa. Levei-o para casa e dei-lhe um bom lar ao pé dos outros todos. Foi adquirido no local do costume, a Play N' Play, por 19.95€.

13 de fevereiro de 2019

Return to Castle Wolfenstein - Operation Resurrection

Não se parece com o BJ de agora.
Desenvolvido por: Gray Matter Interactive, Raster Productions (PlayStation 2)
Publicado por: Activision
Director: Drew Markham
Produtor: Greg Goodrich
Designer(s): Mal Blackwell, Richard Farrelly
Artista: Michael Kaufman
Argumentista: Steve Goldberg
Compositor: Bill Brown
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox
Lançamento: 27-05-2003 (EUA),06-06-2003 (EU) (PS2)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (300KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Fun fact: o primeiro disco rígido criado em 1979 só tinha capacidade de 5MB.)

Tinha autocolantes mas tirei-os.
Wolfenstein. Um nome que para todos nós é sinónimo de muitas tardes em frente ao computador a percorrer os corredores labirínticos de um castelo, enquanto atirávamos em tudo quanto era inimigo. No entanto, a história é bem mais antiga do que este clássico FPS apelidado de "avô de todos os FPS". Na verdade as coisas começaram em 1981 com Castle Wolfenstein a ser lançado no Apple II e era somente um jogo de stealth onde o objectivo era escapar do castelo usando todos os meios necessários. Mas após Wolfenstein 3D, a série fincou as suas raízes neste género e aí permaneceu até aos dias de hoje, tentando reintroduzir alguns dos conceitos do verdadeiro jogo original. O exemplar que vos apresento hoje foi adquirido algures entre Julho e Agosto de 2017, por 4.95€ na Play N' Play.

12 de fevereiro de 2019

Medal of Honor - Frontline

Little man with big gun!
Desenvolvido por: EA Los Angeles
Publicado por: EA Games
Director: Brett Close
Produtor: Scott J. Langteau
Designer(s): Brady Bell, John Castro, Jon Harris, Lynn Henson, Greg Hillegas, Dave Nash, Tony A. Rowe, Stephen Skelton
Artista: Dmitri Ellingson
Compositor: Michael Giacchino
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, GameCube
Lançamento: 29-05-2002 (EUA), 07-06-2002 (EU) (PS2)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (149KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Fun fact: existe um santo padroeiro para os dentistas.)

É isso mesmo.
O tema da Segunda Guerra Mundial sempre foi alvo de muitas obras de ficção baseadas nos eventos reais, fosse em livros, filmes e como não podia deixar de ser, jogos. E foi precisamente isso que se fez com a saga Medal of Honor, onde se adaptaram alguns dos eventos mais marcantes a um FPS que surgiu ainda no tempo da velhinha PlayStation mas que na altura foi um sucesso estrondoso demonstrando o poder do hardware e o que era possível fazer com o mesmo. Uma geração a seguir voltou-se a repetir a fórmula trazendo agora uma experiência maior e mais realista. Mas será que foi melhor do que a anterior? Já lá vamos. Este exemplar foi adquirido algures entre Julho e Agosto de 2017, por 4.95€ na Play N' Play só para não variar.

11 de fevereiro de 2019

Capcom VS. SNK 2 - Mark of the Millennium 2001

A arte de Shinkiro na capa.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Hideaki Itsuno
Designer: Hideaki Itsuno
Artista(s): Shinkiro (SNK), Kinu Nishimura (Capcom)
Compositor: Satoshi Ise
Plataforma(s): PlayStation 2, PlayStation Network, Arcade, Dreamcast, Xbox, GameCube
Lançamento: 13-09-2001 (JP), 06-11-2001 (EUA), 30-11-2001 (EU) (PS2)
Género: Fighting
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (110KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Outros nomes: Capcom VS. SNK 2 - EO (GameCube/Xbox)
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o várias vezes com diversas personagens.

(Fun fact: todos os relógios em Pulp Fiction estão parados às 4:20.)

É isso mesmo.
A Capcom é provavelmente das companhias mais antigas ainda no activo e a dar cartas, se bem que por vezes a cometer alguns deslizes no seu percurso. A sua popularidade subiu em grande escala graças ao sucesso alcançado com Street Fighter II, que a colocou no mapa e tornou o género de luta num dos mais apreciados de todos os tempos. Claro que rapidamente a oposição começou a surgir e o nome SNK começou a marcar pontos não só em termos de hardware mas com software a condizer de onde surgiram imensos jogos de luta. A rivalidade era grande mas a Capcom tinha mais terreno assegurado, sobretudo nas consolas caseiras. Inevitavelmente com o aparecimento de crossovers entre universos, eis que surge aquilo com que sempre se sonhou: a Capcom contra a SNK, em jogo. E assim nasceu esta série que junta dois dos gigantes do género para um valente tira-teimas. Este meu exemplar foi adquirido algures entre Janeiro e Fevereiro de 2017, por 14.95€ na Play N' Play.

10 de fevereiro de 2019

Final Fight 2

Cover art da versão PAL espanhola.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Produtor: Tokuro Fujiwara
Designer(s): Tatsuya Minami, Hyper Bengie, Ichiro Mihara
Artista(s): Hajime‑Chan, Mayumi Tanabe (Nabe‑Chan), Takashi Hama (Mighty Hama)
Compositor(es): Yasuaki Fujita (Bun Bun), Mari Yamaguchi, Yuki Satomura, Setsuo Yamamoto, Yuko Kadota, Tatsuya Nishimura
Plataforma(s): Super Nintendo, Virtual Console (Wii/WiiU, New Nintendo 3DS)
Lançamento: 22-05-1993 (JP), 15-08-1993 (EUA), Dezembro de 1993 (EU) / 09-10-2009 (EU), 12-10-2009 (EUA) (WII VC)
Género: Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para 1 ou 2 jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para me lembrar de quantas foram.

(Fun fact: no Japão existe gelado com sabor a enguia.)

Traseira da versão PAL europeia (Alemanha).
O género beat 'em up é uma arte que se perdeu no tempo. Ganhando a sua popularidade nos salões de jogos por todo o mundo, rapidamente fizeram a transição para as nossas casas, mantendo todo aquele carisma típico e acima de tudo a diversão, ainda que as devidas concessões fossem tomadas de modo a conseguir meter toda a informação pertinente em hardware inferior. Assim surgiram vários jogos, alguns deles tornando-se clássicos e referências para muitos outros que se seguiram. Hoje em dia é um género que está adormecido, ainda que se tenha tentado trazer de volta sem grande sucesso pois o panorama mudou e apenas os nostálgicos são o público alvo do mesmo. Mas o certo é que há quem esteja a apostar nisso, ainda que a meu ver, algumas decisões tomadas não sejam as melhores mas vamos aguardar pelo desfecho. Até lá, podemos jogar novamente todos os bons velhos clássicos e hoje apresento aqui um dos meus favoritos. Infelizmente não é a versão física original mas sim uma versão digital na Virtual Console da Wii, que adquiri algures em 2010 pelo preço que custavam (creio que 800 pontos se a memória não me falha).

9 de fevereiro de 2019

XII Stag

Capa estranha.
Desenvolvido por: Triangle Service (Arcade), Dreams (PS2)
Publicado por: Taito (JP), 505 Game Street (EU)
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 20-03-2003 (JP), 02-04-2004 (EU)
Género: Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo arcade para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (50KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três ou quatro vezes.

(Fun fact: existe um recorde do mundo para o detentor com mais recordes do mundo.)

12x excitamento!
Os shoot 'em up ou shmups como se diz agora, sempre fizeram parte do nosso imaginário como aquele género de jogo estupidamente difícil que pouco ou raramente (já para não dizer nunca) dava para chegarmos ao final. Mas isto tem uma explicação plausível ainda que por vezes não seja a mais correcta. Tendo as suas raízes fortemente fincadas na cultura arcade, este género era também conhecido por "coin munchers" (come-moedas em bom Português) com um único propósito: manter o jogador viciado. Como tal, era difíceis que nem cornos e somente uma moedinha mais nos fazia continuar a jogar. Isto ao ser adaptado para as consolas caseiras não se perdeu e a dificuldade permaneceu intacta, pelo que muitos jogos do género se mantém fiéis aos muitos originais de arcade. A única diferença é que não temos de meter moedas e grande parte deles até têm continues ilimitados, o que nos permite ir "treinando" até estarmos fartos. O jogo que trago até aqui hoje faz parte desse extenso rol ainda que seja um título algo obscuro e mais recente do que aqueles que me lembro de ter jogado. Foi adquirido algures entre Novembro e Dezembro de 2016, por 5 euros a um particular, encontrando-se em excelente estado.

8 de fevereiro de 2019

Metroid Prime Hunters - First Hunt

Esta não brilha como a do jogo.
Desenvolvido por: Nintendo Software Technology, Retro Studios (Supervisão e Direcção Artística) 
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Masamichi Abe, Richard Vorodi
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 21-11-2004 (EUA),11-03-2005 (EU)
Género(s): First-person Shooter, Plataformas
Modos de jogo: Diversos modos para um jogador, Multiplayer Local (até 4 cartões de jogo)
Media: Cartão de jogo com 128 megabit
Funcionalidades: Wireless DS Multi Card Play
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Joguei-o várias vezes (isto não se acaba) mas não experimentei o Multiplayer por razões óbvias.

(Fun fact: alguns gatos são alérgicos a humanos.)

Sem autocolantes foleiros.
Lembram-se daqueles tempos em que comprávamos revistas de videojogos para saber a novidades? E lembram-se de quando estas traziam CDs com demos? Pois, é bem provável que sim e as saudades dessa época são mais que muitas, uma vez que tudo era mais simples e o panorama era completamente diferente do que se vive agora. As demos ainda existem, mas sinceramente já não são o que eram com algumas a ocupar mais do que jogos completos, outras que só podem ser jogadas N vezes até deixarem de funcionar na conta onde estão instaladas entre outras manhas que se vão inventando. Mas o grande busílis recaí sobre o facto que já nada disto sai físico e parecendo que não, uma demo em formato físico tem uma certa nostalgia, especialmente para quem colecciona pois algumas tornaram-se obscuras e tendem até a tornar-se raras. O jogo que apresento aqui hoje é uma demo, mas daquelas demos com conteúdo suficiente para serem uma espécie de DLC do passado pois este conteúdo nem sequer transitou para o jogo completo. Este exemplar foi adquirido algures entre Setembro e Outubro de 2016, por 3.95€ na Play N' Play.

7 de fevereiro de 2019

Zombies

Cover art intemporal.
Desenvolvido por: LucasArts
Publicado por: Konami
Designer: Mike Ebert
Artista: Collette Michaud
Compositor: Joe McDermott
Plataforma(s): Super Nintendo, Megadrive, Virtual Console
Lançamento: Julho de 1993 (EUA), 27-01-1994 (EU)
Género: Run n' Gun
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Sistema de passwords para manter o progresso
Outros nomes: Zombies Ate My Neighbors (EUA)
Estado: Completo
Condição: Boa, algumas marcas de utilização na caixa
Viciómetro: Acabei-o duas ou três vezes. É um jogo bem difícil.

(Fun fact: os sapos têm orelhas, apenas não as conseguimos ver.)

Tantas questões...
Terror. Um género apreciado por alguns, detestado por tantos outros mas que quando bem feito tem resultados bastante satisfatórios seja a provocar o desejado resultado de assustar e incutir medo ou simplesmente surpreender pela sua originalidade e imprevisibilidade, coisa que digo já ser bastante difícil. Confesso neste género é raro assustar-me e muito menos ficar com medo, coisa que quando era miúdo acontecia pois ainda não estava "anestesiado". Foram precisos muitos filmes para que tal acontecesse. E quanto aos jogos? Bom, um ou outro conseguiram ter o elemento surpresa e ainda dei um pulo mas também é coisa que é rara. Contudo, existem aqueles que simplesmente se baseiam nas convenções do terror contemporâneo e levam a coisa para a paródia. O jogo que apresento aqui hoje é um bom exemplo disso, tendo jogado o mesmo durante imenso tempo durante a adolescência mas sempre emprestado por um amigo. Foi preciso chegar a 2016, algures entre Setembro e Outubro para finalmente ter um exemplar completo que adquiri a um particular por 20 euros.

6 de fevereiro de 2019

Ultimate NES Remix

Pixel cover art!
Desenvolvido por: Nintendo EAD Tokyo, indieszero
Publicado por: Nintendo
Director: Koichi Hayashida
Produtor: Yoshiaki Koizumi
Compositor: Toshiyuki Sudo
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 07-11-2014 (EU), 05-12-2014 (EUA), 27-08-2015 (JP)
Género: Acção, Aventura
Modos de jogo: Diversos modos para um jogador
Funcionalidades: Leaderboards online, Video Playback
Outros nomes: Famicom Remix Best Choice
Media: Cartão de jogo
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Não é um jogo que tenha propriamente um final a atingir, portanto não posso dizer que o acabei pois ainda jogo de vez em quando.

(Fun fact: metade do genoma humano é idêntico ao de uma banana.)

More pixelated goodness.
Nos anos 90, era comum não termos muitos jogos. Não havia orçamento da nossa parte para tal, pelo que a tarefa recaía nos pais e parentes que nos ofereciam os mesmos em ocasiões especiais. O custo destes também era elevado e não havia os descontos e promoções que hoje acontecem por vezes semanas após o lançamento. Assim, um jogo dava para um ano inteiro ou mais pelo que a dada altura já o dominávamos quase de olhos fechados. E o que fazer quando isto acontecia? Criar desafios pessoais, onde impúnhamos limites a nós mesmos na maneira de jogar. Por exemplo, passar um nível inteiro sem derrotar nenhum inimigo ou sem apanhar uma única moeda no Super Mario Bros., ou mesmo tentar um jogo inteiro de Contra (Probotector para nós Europeus) somente com a arma inicial. Uns bons anos mais tarde, eis que a Nintendo criou um jogo onde o objectivo é mesmo esse: pequenos desafios em porções de jogos antigos com algumas surpresas à mistura. Este meu exemplar foi adquirido numa loja online, algures entre Março e Abril de 2016 por cerca de 18 euros.