17 de janeiro de 2019

Street Fighter EX3

Ryu em destaque.
Desenvolvido por: Arika
Publicado por: Capcom
Director: Akira Nishitani
Produtor: Tatsuya Minami
Designer(s): Hiroshi Okuda, Kiminori Tsubouchi
Compositor(es): Shinji Hosoe, Ayako Saso, Takayuki Aihara, Yasuhisa Watanabe
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 04-03-2000 (JP), 26-10-2000 (EUA), 02-03-2001 (EU)
Género: Fighting
Modos de jogo: Modo arcade para um jogador, Diversos modos para um a quatro jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (16KB mínimo), Compatível com Função de Vibração, Compatível com Multitap
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o várias vezes com as diferentes personagens.

(Está sol...!)

Um layout diferente.
O lançamento da PlayStation 2 foi  um daqueles eventos que era aguardado com grandes expectativas por todo o mundo e não desapontou. Sendo provavelmente uma das consolas com mais sucesso de sempre, o seu catálogo de jogos desde cedo se revelou atractivo com nomes sonantes de séries já consideradas clássicas por muitos. Recordo-me que o primeiro contacto que tive com esta consola, foi antes do seu lançamento na Europa, uma vez que tive acesso à versão Japonesa da mesma. Apenas dois jogos vieram com a mesma: Ridge Racer V e Street Fighter EX3. Digamos que durante algum tempo era tudo o que se jogava e embora pelos standards de hoje sejam jogos bastante simples e rudimentares, naquela época eram um verdadeiro showcase do poderio da PS2. Na minha opinião, ambos ainda conseguem representar bem aquilo a que se propuseram inicialmente e mesmo em 2019 são jogos vistosos com boas performances técnicas. Mas estamos aqui apenas para falar de um deles, neste caso de Street Fighter EX3. Este meu exemplar foi adquirido a 18 de Fevereiro de 2018, por 9.95€ na Play N' Play, para não variar.

16 de janeiro de 2019

Quake III Revolution

Homens de barba rija.
Desenvolvido por: Bullfrog Productions
Publicado por: Electronic Arts
Produtor(es): Stephen Murray, David Ratcliffe, Jon Taylor, Alex Peters, David Amor
Compositor(es): Mark Knight, Nick Laviers, Elaine Williams, Adele Kellett, Bill Lusty
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 26-03-2001 (EUA), 06-04-2001 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo campanha para um jogado, diversos modos de jogo para um a quatro jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (77KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Multitap
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei a campanha uma vez, tendo jogado os outros modos de jogo pelo menos uma vez.

(Está frio... e de chuva!)

No stickers!
Nos anos 90, um género que se popularizou nos PC's por todo o mundo foi sem dúvida os first person shooters. E já todos sabemos que DooM foi um dos responsáveis por isso, se não mesmo o principal responsável. Mas com esse mesmo advento, surgiram outros jogos, mais avançados, mais frenéticos, até mesmo mais divertidos se jogados em multiplayer. Um deles foi Quake, uma clara evolução de ideias já vistas em DooM mas agora tornadas melhores ou mesmo possíveis do ponto de vista técnico. Outro aspecto a considerar nesta época, é que as consolas estavam também a acompanhar a passos largos esta evolução e a dada altura começaram a surgir os primeiros FPS que apesar de não rivalizarem com os de PC (ainda), já mostravam ser possível o género prosperar nestas plataformas. Após 2000, começaram a surgir os ports ambiciosos de diversos jogos que se popularizaram nos computadores de todo o mundo, alguns deles bastante decentes. O jogo que apresento aqui hoje é um bom exemplo disso, ainda que tenha os seus altos e baixos. Este meu exemplar entrou na colecção a 16 de Dezembro de 2017, por 5.95€, oriundo do sítio habitual, a Play N' Play.

15 de janeiro de 2019

Shinobi

Excelente artwork!
Desenvolvido por: Overworks
Publicado por: Sega
Director(es): Masahiro Kumono, Toru Shimizu
Produtor: Takashi Uriu
Compositor(es): Yasuhiro Kawakami, Teruhiko Nakagawa, Tatsuyuki Maeda, Fumie Kumatani, Yutaka Minobe, Masaru Setsumaru
Plataforma(s): PlayStation 2, PlayStation Network
Lançamento: 10-11-2002 (EUA), 05-12-2002 (JP), 15-05-2003 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (370KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Como se não bastasse o frio, agora temos nevoeiro...)

Em bom português... e espanhol.
Shinobi é daqueles nomes que fazem parte do nosso imaginário, remetendo-nos para uma época mais simples onde a guerra se fazia a dois, entre Sega e Nintendo. E este nome fazia parte do exército das consolas negras e era um adversário de peso pois creio que não tinha rival do outro lado. E os que tentavam rivalizar nem sequer chegavam perto. Mas a sua origem começou nas arcadas, num estilo ligeiramente diferente daqueles que pudemos desfrutar no conforto dos nossos lares embora a versão Master System tentasse ser fiel ao original. Terminada a época das 16-bit, a série teve ainda uma entrada menos apreciada na Sega Saturn mas depois esfumou-se (como um verdadeiro ninja, pun intended) durante alguns anos para em meados de 2002 aparecer revitalizada na PS2 (curiosamente era para ter saído na Dreamcast). Este meu exemplar foi adquirido a 30 de Novembro de 2015 por cerca de 6 euros, na Play N' Play.

14 de janeiro de 2019

Shantae

Cover art bastante simples.
Desenvolvido por: WayForward Technologies
Publicado por: Capcom
Director: Matt Bozon
Produtor: John Beck
Artista: Matt Bozon
Argumentista: Matt Bozon
Compositor: Jake Kaufman
Plataforma(s): Nintendo Game Boy Color, Virtual Console
Lançamento: 02-06-2002 (EUA) (GBC), 18-07-2013 (EU/EUA) (VC)
Género: Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso no cartão de memória, Compatível com GBA desbloqueando conteúdo extra
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Se virem algum erro nos textos é normal pois tenho o péssimo hábito de quase nunca reler o que escrevo.)

Estava um dia tão bom para não sair de casa...
A WayForward é provavelmente um dos estúdios que mais aprecio nesta altura. Remontando aos anos 90 quando deram início à sua actividade neste ramo, produziram inúmeros títulos tanto originais como licenciados, alguns bastante bons como é o caso de Contra 4 e Alien Infestation (já aqui analisados) e outros tantos menos bons ou até mesmo mauzinhos, citando um dos maiores flops: Silent Hill - Book of Memories. Contudo, durante o seu percurso, criaram uma nova série que fez a sua estreia no Game Boy Color, numa altura tardia para esta máquina uma vez que o seu sucessor, o Game Boy Advance, já tinha sido lançado. Ainda assim nada os impediu de lançarem o jogo, que se tornou numa espécie de holy grail  para os coleccionadores de GBC e Nintendo em geral, visto que só foi lançado nos Estados Unidos e não em muitas quantidades. Este meu exemplar digital entrou na colecção no início de 2018, tendo sido uma promo qualquer da eShop que eu apanhei, logo nem me recordo quando terá custado mas deve ter sido bem barato.

13 de janeiro de 2019

Resident Evil VII - biohazard [Gold Edition]

Há sempre uma criança diabólica...
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Koshi Nakanishi
Produtor(es): Masachika Kawata, Tsuyoshi Kanda
Designer(s): Hajime Horiuchi, Keisuke Yamakawa
Artista(s): Tomonori Takano, Toshihiko Tsuda, Hiroyuki Chi
Argumentista(s): Morimasa Sato, Richard Pearsey
Compositor: Akiyuki Morimoto
Motor gráfico: RE Engine
Plataforma: PlayStation 4, Xbox One, PC, Nintendo Switch (JP)
Lançamento: 24-01-2017 (Lançamento Mundial), 26-01-2017 (JP)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (33GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adiciona, Compatível com PlayStation VR, PS4 Pro Enhanced
Outros nomes: Biohazard VII - Resident Evil (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o a história uma vez, e ambos os DLC de história uma vez.


(E já falta pouco para o RE2...)

Autocolantes malvados.
Resident Evil é sem dúvida alguma uma das minhas sagas favoritas. Provavelmente é mesmo a número um mas isso é daqueles conflitos internos que ainda não consegui resolver. Desde o primeiro jogo na velhinha PlayStation ao mais recente de todos, passei horas de volta de cada um deles (até daqueles que são mauzinhos como o Gaiden, que só joguei via emulação), explorando e apreciando cada bocadinho do que tinham para me oferecer. Obviamente uns foram melhores que outros mas isso é algo que já estamos à espera quando uma série já tem tantos anos e tantas ideias diferentes a serem exploradas. É certo que houve uma certa estagnação após Resident Evil 4, onde tudo se virou mais para a acção e menos para o horror e aí é que as coisas começaram a tomar um rumo menos ideal. Foi preciso alguém tomar uma decisão de regressar às origens para a saga volta à sua forma e glória de outrora. O jogo que aqui apresento hoje é sem dúvida uma das melhores surpresas nesta série mas também uma das melhores dos últimos anos. Este exemplar foi adquirido algures em Dezembro de 2017, por cerca de 40€ no Almada Fórum, logo após ter sido lançado. Sendo a Gold Edition inclui todo o DLC lançado anteriormente no disco, excepto o Not a Hero que sendo gratuito para todos, tem de ser descarregado da PlayStation Store.

12 de janeiro de 2019

Mighty Gunvolt

Quando não há capa, a gente faz uma!
Desenvolvido por: Inti Creates
Publicado por: Inti Creates
Produtor: Takuya Aizu
Compositor(es): Ippo Yamada, Ryo Kawakami
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop), PlayStation 4, PlayStation Vita, PC
Lançamento: 20-08-2014(JP), 29-08-2014 (EUA), 02-04-2015 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.

(E continua um frio terrível...)

Cada boss com a sua manha.
Nos últimos anos, a Inti Creates tem feito alguns dos melhores jogos de plataformas de que me lembro (e também um dos piores mas esse nem vale a pena relembrar). Composta por ex-membros da Capcom, devagar começaram a traçar o seu percurso, tendo ficado mais conhecidos pelas sagas Mega Man ZX e Mega Man Zero, sem no entanto descurar que também foram responsáveis pelo desenvolvimento de Mega Man 9 e 10. Mais recentemente começaram por fazer as coisas a solo e assim criarem as suas séries completamente livres do controlo de terceiros e é aqui que têm brilhado. Uma das suas criações é a saga Gunvolt, inspirada em Mega Man mas com todo o mérito a que tem direito e que já deu origem a quatro jogos. Um deles, é uma espécie de spin-off 8-bit, criado com o intuito de ser um freebie a quem comprasse o outro jogo no lançamento. Posteriormente passou a ser pago para todos os que quisessem desfrutar do mesmo. Este exemplar digital que possuo foi adquirido algures entre Novembro e Dezembro numa promo da eShop. Só não me recordo de quanto custou mas deve ter sido algo entre 2 e 3 euros.

11 de janeiro de 2019

SteamWorld Dig 2

Quando não há capa... faz-se!
Desenvolvido por: Image & Form
Publicado por: Image & Form
Plataforma(s): PlayStation 4, PlayStation Vita, PC, Mac XboxOne, Nintendo Switch, Nintendo 3DS
Lançamento: 26-09-2017 (EUA), 27-09-2017 (EU) (PS4)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(A alfandega é uma coisa do demónio... -_-)

A malta da cena underground.
Nos dias que correm são muitos os jogos que saem. Demasiados até, a meu ver. São tantos que uma pessoa não consegue dar a devida e merecida atenção a cada um dos que vale um pouco do nosso escasso tempo. E quando se trata de jogos indie mais ainda pois são em catadupa e aqui a qualidade costuma ser bem superior à dos AAA que inundam o mercado e estão apinhados dos habituais problemas que já todos conhecemos. Mas com os indie, as surpresas costumam ser boas e no caso do jogo que apresento aqui hoje foi bastante agradável até. Este exemplar em formato digital foi um prémio ganho num passatempo de um site que suspeito que tenha sido o Rubber Chicken pois não me corre mais nenhum onde costume. Isto foi algures entre Novembro e Dezembro de 2017.

10 de janeiro de 2019

Yakuza 0

Badasses!
Desenvolvido por: Sega CS1
Publicado por: Sega
Director: Kazuki Hosokawa
Produtor: Mitsuhiro Shimano
Designer: Koji Yoshida
Artista: Saizo Nagai
Argumentista: Masayoshi Yokoyama
Plataforma(s): PlayStation 4, PlayStation 3, PC
Lançamento: 12-03-2015 (JP), 24-01-2017 (Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (23.84GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita
Outros nomes:  Ryu ga Gotoku 0 - Chikai no Basho (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez, com mais de 100 horas de jogo.

(E continua frio, porra!)

Aqueles autocolantes feios...
O meu percurso com a saga Yakuza começou de uma forma um pouco estranha. Sempre me incentivaram a jogar esta saga desde cedo, ainda nos tempos da PS2, pelo que na época tinha as minhas reservas devido ao simples facto de ser um jogo que se passa no Japão e tinha o áudio em inglês sem opção de ouvir o original. Isto na minha cabeça é o anti-cristo, é blasfémia e como tal, sempre me recusei a pegar na série por isso. Eu sei, para muitos de vós é um motivo estúpido, inválido até, mas para mim faz todo o sentido. Entretanto sai o segundo jogo, agora com o áudio original em Japonês mas começar no 2 não iria ser boa aposta. Deixei passar. Uns anos mais tarde, sai o 3 e passou-me ao lado. Sai o 4, e ao lado me passou. Foi preciso sair um spin-off deste último, com zombies para eu ficar curioso e finalmente pegar nesta série. Sim, este motivo é igualmente estúpido e inválido mas foi assim que me iniciei nesta excelente saga. E a seguir peguei no 3 porque foi o único que comprei entretanto. Podem ler essas análises após terminarem esta. O jogo que apresento aqui hoje, é o início de tudo e, a meu ver, será um óptimo começo para quem desconhece a série e quer começar por algum lado. Este exemplar foi-me oferecido por um familiar próximo algures em Julho de 2017.

9 de janeiro de 2019

Baldur's Gate - Dark Alliance

Aquele texto em espanhol...
Desenvolvido por: Snowblind Studios
Publicado por: Black Isle Studios
Produtor: Darren Monahan
Designer(s): Chris Avellone, Erza Dreisbach, Ryan Geithman
Artista: John Van Deusen
Compositor(es): Jeremy Soule, Will Loconto
Plataforma(s): PlayStation 2 , Xbox, GameCube
Lançamento: 04-12-2001 (EUA), 14-12-2001 (EU)
Género(s): Role Playing Game, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (343KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração
Estado: Incompleto. Falta o manual e a caixa original
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes, duas em Normal e uma em Hard mas hei-de de repetir a dose.

(Como não tenho nada de pertinente para comentar, aqui fica um tongue twister: selfish shellfish selfies.)

Ah, pois começou!
A PlayStation 2 é um poço sem fundo. Sempre que penso que atingi o limite, eis que aparece um novo para voltar tudo à estaca zero. É impressionante como em 2019, ainda encontro jogos que me interessam nesta plataforma e que por uma razão qualquer deixei passar na altura em que foram lançados. Ou na volta nem sequer sabia da sua existência. O que vale é que hoje em dia, grande maioria desses jogos são baratos e até comuns, com algumas excepções que provavelmente vão demorar mais a encontrar, seja pela raridade ou mesmo pelo preço. O jogo que vos apresento aqui hoje é algo incomum e não é dos mais baratos (daqueles que andam entre os 2 e 9 euros) mas neste caso concreto não me custou nada. Foi uma oferta do amigo Gonçalo Gonçalves, do St1ka's Retro Corner, no YouTube. Dêem uma espreitadela ao canal pois tem conteúdo bastante interessante. Mas só depois de lerem esta análise!

8 de janeiro de 2019

Metroid - Samus Returns [Legacy Edition]

Caixa grande, caixa pequena.
Desenvolvido por: MercurySteam, Nintendo EPD
Publicado por: Nintendo
Director(es): Jose Luis Márquez, Takehiko Hosokawa
Produtor: Yoshio Sakamoto
Designer(s): Jacobo Luengo, Aleix Garrido Oberink
Artista: Rafael Jimenez Rodriguez
Compositor: Daisuke Matsuoka
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 15-09-2017 (EU/EUA/JP)
Género: Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Compatível com modo 3D, Compatível com Amiibo (conteúdo adicional)
Media: Cartão de jogo
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes, duas em Normal e uma em Hard.


(Hoje não tenho nada a comentar, mesmo nada!)

Goodies on the back.
Quem acompanha o blog com frequência sabe bem que sou fã de Metroid. É a minha saga favorita da Nintendo, quiçá até mesmo de sempre. E não é por acaso que a minha primeira análise, que data de 21 de Abril de 2009, é sobre Metroid II, um dos meus jogos favoritos na clássica portátil da Nintendo. Como sabem, esta saga nem sempre foi bem tratada pela Nintendo, por vezes até, olhada com algum desdém pois os Japoneses nunca a souberam apreciar. No 30º aniversário, nem sequer teve direito a "bolo de anos", sendo que os fãs é que se chegaram à frente e fizeram o obséquio de nos trazer o já aqui também analisado AM2R, essa obra prima. O que fez a Nintendo? Deu-nos aquele que é o pior jogo da saga Metroid de sempre, também esse, analisado por estas bandas. Mas isso são águas passadas, pois em Setembro de 2017, a Nintendo finalmente decidiu tratar a saga como realmente devia ter feito um ano antes. E eis que surge Metroid - Samus Returns, um remake do original com bastante liberdade criativa pelo meio. Prontamente decidi adquirir a Legacy Edition, no lançamento, tendo custado o preço habitual de €69.90 e que inclui: o jogo, um steelbook, um artbook com arte do jogo original e do remake, um CD com a banda sonora, um porta-chaves da morphball, um pin dourado com o símbolo do Screwattack, um poster e a versão digital do original na eShop. No geral, uma excelente edição.

7 de janeiro de 2019

Heavenly Sword

Uma menina na capa para variar.
Desenvolvido por: Ninja Theory
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Director(es): Ben Hibon, Nina Kristensen, Tameem Antoniades, Andy Serkis
Produtor: Mat Hart
Designer: Tameem Antoniades
Artista: Hugues Giboire
Argumentista(s): Tameem Antoniades, Rhianna Pratchett, Andrew S. Walsh
Compositor: Nitin Sawhney
Plataforma: PlayStation 3
Lançamento: 12-09-2007 (EUA), 14-09-2007 (EU)
Género: Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de movimento do Sixaxis, HD 720p
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

(Nunca mais é dia 25...)

Sem autocolantes feiosos.
A PlayStation 3 é uma das consolas onde investi mais desde o momento em que a comprei. Ou pelo menos foi até dada altura, onde os jogos que realmente me interessavam já constavam na colecção. Mas tal como qualquer consola das mais antigas, lá vou descobrindo um ou outro jogo que me passou ao lado ou mesmo até, conseguindo os poucos que ainda estão perdidos na minha wishlist (que por norma ou se tornaram raros ou são versões japonesas). Alguns dos jogos que decidi incluir são mesmo do início de vida da consola, pelo que são bastante comuns e até mesmo baratos. Um deles é o que vos apresento aqui hoje, que foi adquirido por €4.95, a 27 de Agosto de 2017, na Play N' Play. Dá sempre jeito guardar a papelada para me auxiliar nas datas.

6 de janeiro de 2019

Earth's Dawn

Excelente artwork.
Desenvolvido por: One or Eight
Publicado por: Rising Star games (EU), Maximum Games (EUA)
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch, PC
Lançamento: 18-09-2015 (JP), 01-11-2016 (EU/EUA)
Género(s): Acção, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (1.09GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita
Outros nomes: Earth Wars (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, Normal e Hard. Platina alcançada.

(Está frio... mas pelo menos não chove!)

Autocolantes foleiros...
Actualmente, tanto a PS4 como a Switch têm um catálogo interminável de jogos que só explorando com um bocado de tempo é que se consegue encontrar algo interessante. E o grande problema, ou não, é que se vai achar mais do que um se nos empenharmos com afinco nesta demanda. Sempre que decido vasculhar a lista acabo por encontrar algo que posteriormente adiciono à wishlist, seja ela a física ou a digital (sim, em alguns casos não há lançamento físico). Foi numa dessas incursões que descobri o jogo que vos apresento aqui hoje, sobretudo porque a arte do mesmo me cativou desde logo e creio que seja importante este ponto. Este meu exemplar foi adquirido algures entre Março e Abril de 2017, por €29.90, na Fnac do Almada Fórum.

5 de janeiro de 2019

Time Crisis - Razing Storm

Machos na capa.
Desenvolvido por: Nex Entertainment
Publicado por: Namco Bandai Games
Plataforma: PlayStation 3
Lançamento: 19-10-2010 (EUA), 21-10-2010 (JP), 05-11-2010 (EU)
Género: On Rail Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores, Multiplayer online para dois jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (apenas Deadstorm Pirates) (3516MB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock3, COmpatível com Sixaxis, HD 720p, Funcionalidades de red, Compatível com PlayStation Move
Outros nomes: Big 3 Gun Shooting (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei os quatro jogos várias vezes.

(É quase altura de voltar a Raccoon City...)

Línguas estranhas, aquelas.
Nos anos 90, os salões de jogos faziam as delicias de miúdos e graúdos (aqueles que deixavam os putos entrar) com dezenas de grandes máquinas, cheias de cor e barulhentas q.b. para nos chamarem à atenção e fazerem-nos gastar umas moedinhas. Eram outros tempos, melhores tempos a meu ver pois um jogo novo nesta época era um acontecimento e não apenas "mais um" como tantos outros. E se haviam diversos géneros por onde escolher, desde condução, passando pela pancadaria e sem esquecer o desporto (sim, nesta altura eram bons jogos, quem não aprecia uma boa partida de Virtua Striker, Super Sidekicks ou Neo Turf Masters?), um deles destacava-se pelo simples facto de termos de empunhar uma réplica de uma arma, fosse ela uma pistola, caçadeira ou mesmo metralhadora, para desfrutar da acção. Ainda me recordo da primeira vez que meteram a máquina do Virtua Cop no salão que ficava nas redondezas da escola e do molho de gente que se juntava em redor da mesma para ver e garantir o seu lugar na fila. E se este foi um grande sucesso da Sega, mais tarde a Namco ataca com a sua variante no género, Time Crisis, um jogo mais frenético e intenso, com uma mecânica parecida mas ao mesmo diferente. E desde então vários jogos surgiram nesta série. O jogo que vos apresento hoje não é um mas sim três (ou quatro, pois um deles divide-se em dois) compreendendo assim uma colectânea interessante. O meu exemplar foi adquirido a 29 de Agosto de 2017, na Play N' Play por €7.95, usado mas em excelente estado.

4 de janeiro de 2019

Fallout 4

Números na capa... blergh!
Desenvolvido por: Bethesda Game Studios
Publicado por: Bethesda Sofworks
Director: Todd Howard
Produtor: Jeff Gardiner
Designer: Emil Pagliarulo
Artista: Istvan Pely
Compositor: Inon Zur
Motor gráfico: Creation Engine
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, PC
Lançamento: 10-11-2015 (Lançamento Mundial)
Género(s): Action Role Playing Game, First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (41GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez, vi os três finais. Platina alcançada.

(Argh! Estou farto deste frio...)

Autocolantes feios!!
2018 foi um ano mau para a Bethesda. E tudo se resume a uma coisa: Fallout 76, esse pedaço abismal ao qual se pode vagamente chamar software que praticamente destruiu o bom nome da saga. E vai ser preciso aplicarem-se com afinco para reconquistar a confiança dos fãs, não só de Fallout mas também das outras sagas que detêm. Ainda assim, poucos anos antes, Fallout viu vários jogos a tirarem proveito da tecnologia da altura e a terem imenso sucesso com isso. Um deles foi sem dúvida Fallout 3, que apesar de não ser um dos favoritos é um dos que mais apreciei por todas as novidades que incluiu e por toda a diversão que me proporcionou, tornando-se numa das melhores experiências que tive num videojogo. Mas não é desse Fallout que vamos falar hoje, isso pode ser lido por vocês noutra publicação anterior. Hoje trata-se da sequela numerada cujo meu exemplar foi adquirido algures entre Maio e Junho de 2017, por 20 euros numa grande superfície.

3 de janeiro de 2019

Blaster Master Zero

Quando não há capa, eu improviso!
Desenvolvido por: Inti Creates
Publicado por: Inti Creates
Director: Satoru Nishizawa
Produtor: Takuya Aizu
Designer(s): Tomokazu Ohnishi, Mio Yamaguchi
Artista(s): Yuji Natsume, Shin Nakamura
Argumentista: Masato Okudaira
Compositor(es): Ippo Yamada, Hiroaki Sano, Aoi Tanaka, Kotaro Yamada
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop), Nintendo Switch (eShop)
Lançamento: 03-03-2017 (JP), 09-03-2017 (EU/EUA)
Género(s): Acção, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o três vezes.

(Está frio porra!)

Até ficou porreira, digam lá...
Nos tempos idos das consolas 8-bit, o catálogo da NES era imenso e escolher um jogo, sem muita informação disponível a não ser as revistas da especialidade (altamente tendenciosas e pagas por vezes pelas corporações), as opiniões dos amigos (também fortemente desaconselháveis) e a boxart do próprio jogo, era uma tarefa hercúlea! E se acertei grande parte das vezes, outras tantas falhei redondamente. Era um pouco o jogo do gato e do rato, sendo que no fundo isso também tornava a coisa divertida, de certo modo. Como tal, alguns jogos passaram-me ao lado, pelo que anos mais tarde descobri os mesmos, através dessa maravilhosa coisa chamada emulação. Um deles foi Blaster Master, um jogo caricato que saiu na NES e que sempre tive curiosidade em experimentar. E até nem é um mau jogo mas tem alguns problemas bem proeminentes, os quais não tive coragem, ou até mesmo paciência em ultrapassar. Mas isso foi tudo resolvido quando resolveram fazer um remake deste jogo, que prontamente decidi adquirir algures entre Julho e Agosto de 2017, por 9.90€, se não estou em erro, na eShop da 3DS. Pois, infelizmente este jogo não teve lançamento físico nas duas plataformas para o qual foi lançado.

2 de janeiro de 2019

Bloodborne

Apesar de ser promo, tem caixa.
Desenvolvido por: From Software
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Director: Hidetaka Miyazaki
Produtor(es): Masaaki Yamagiwa, Teruyuki Toriyama
Designer: Kazuhiro Hamatani
Artista(s): Akihiko Yoshida, Yuya Nagai, Toshiyuki Itahana
Compositor(es): Ryan Amon, Tsukasa Saitoh, Yuka Kitamura, Nobuyoshi Suzuki, Cris Velasco, Michael Wandmacher
Plataforma: PlayStation 4
Lançamento: 24-03-2015 (EUA), 25-03-2015 (EU), 26-03-2015 (JP)
Género(s): Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para dois jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (40GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o 7 vezes e hei-de acabá-lo novamente um dia destes. Platina alcançada.

(Nunca mais é Verão...)

E está em inglês.
Dark Souls é uma série pela qual durante um largo período de tempo não nutri qualquer tipo de sentimento. Simplesmente não me apelava pela dificuldade que na altura considerava excessiva tendo em conta outros jogos com a mesma temática medieval (por exemplo Dragon's Dogma). E sempre me recusei a jogá-los, mesmo quando a insistência de terceiros quase me fez ceder mas ainda assim não arredei pé e mantive a minha convicção. Até que um dia apareceu Bloodborne. E os mesmos terceiros insistiram novamente pelo que a minha recusa se manteve. Mas pela boca morre o peixe e certo dia, após ter participado num passatempo, o qual agora não me recordo se foi no site A ou B, eis que sou premiado nada mais, nada menos do que com um exemplar promocional de... Bloodborne. Isto foi algures em Abril de 2015, depois do lançamento do jogo. E durante algum tempo ali esteve na prateleira, junto dos outros jogos à espera de se jogado. Mas um dia, enchi-me de determinação e lá dei uma chance a este jogo. Foi amor à primeira vista e outro do mesmo género se seguiu. Não, não foi nenhum Dark Souls pois ainda estou à espera de encontrar os três a um preço simpático mas logo tratarei disso.

1 de janeiro de 2019

John Romero's Daikatana

Réplica da caixa original.
Desenvolvido por: Will
Publicado por: Kemco (Europa)
Compositor: Hideki Sakamoto
Plataforma: Game Boy Color
Lançamento: 29-09-2000 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso
Estado: Incompleto (falta a caixa e manuais)
Condição: Boa, algumas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o uma vez, não sabendo ao certo quanto tempo levei.

(Um excelente 2019 para todos!)

O cartuchito.
John Romero. Um nome bastante conhecido neste universo dos videojogos que por norma é associado tanto a boas coisas como a más. Se por um lado é um dos tipos que deu origem aos famosíssimos Wolfenstein 3D e DooM, por outro foi o criador daquela abominação que dá pelo nome de Daikatana e que assolou os PC's e N64's dos mais curiosos naquela época. E ele próprio dizia nos anúncios: "John Romero is about to make you his bitch", algo que posteriormente não caiu muito bem. Mas no meio deste imbróglio, eis que surge algo pelo qual ninguém esperava... uma versão para, adivinhe-se lá, o Game Boy Color! E como é que se mete um FPS com delírios de grandeza numa máquina cujo o hardware é tão limitado? Adapta-se o dito a um formato mais exequível na pequena portátil da Nintendo, que neste caso não foi plataformas mas sim um RPG ao estilo de Zelda. Mas já se fala mais sobre isso. Este meu exemplar foi oferta, na altura em que comprei um Game Boy Color usado, por cerca de 10 euros aqui numa loja de artigos de ocasião na minha zona, algures entre Maio e Junho de 2017.