17 de junho de 2019

Cold Fear

A artwork é interessante.
Desenvolvido por: Darkworks
Publicado por: Ubisoft
Director: Antoine Villette
Produtor: Florian Desforges
Designer: Nicholas Castaing
Artistas): Arnaud Barros, Frédéric Michel
Argumentista(s): Guillaume Gouraud, Antoine Villette
Compositor: Tom Salta
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, PC
Lançamento: 15-03-2005 (EUA), 30-03-2005 (EU) 
Género(s): Survival Horror, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (337KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Muito boa, poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Tinha autocolantes mas tirei-os.
Survival Horror, um género apreciado por muitos que ao longo dos tempos veio a evoluir, proporcionando-nos experiências únicas, algumas boas mas outras nem por isso. Na PS2 existem bastantes exemplos, alguns bastantes bons, outros mauzitos, com a sua dose de jogos comuns, outros tantos incomuns e claro, as raridades que nem sempre valem aquilo que pedem por elas. Mas cada jogo vale aquilo que achamos ser o certo a pagar pelo mesmo e não é isso que está em causa. Continuando a explorar o enorme catálogo de PS2, eis que me deparo com um título que procurava praticamente desde a altura em que foi lançado sem grande sucesso. Só o tinha experimentado em PC e pensei que a versão de PS2 era aquela que devia procurar, só porque sim (a de PC é tecnicamente superior). Foi preciso chegar ao mês de Maio de 2019 para finalmente achar um exemplar do jogo, ainda que usado mas em muito bom estado, que me custou 10 euros, numa loja de artigos em segunda mão aqui na zona.

10 de junho de 2019

Crisis Zone

A artwork é meh.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco
Produtor: Takashi Sano
Plataforma(s): PlayStation 2, Arcade
Lançamento: 17-09-2004 (EU), 19-10-2004 (EUA) (PlayStation 2)
Género: On Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (80KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com G-Con45, Compatível com G-con2
Outros nomes: Time Crisis - Crisis Zone (EUA)
Estado: Completo
Condição: Muito boa, muito poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o bastantes vezes por esta altura.

Limpinho e sem autocolantes!
Nestes últimos anos o meu gosto por Rail Shooters teve um súbito crescimento, o que me levou a procurar praticamente todos aqueles mais famosos (e bons) que saíram em consolas. Nesta minha demanda, onde apenas me resta encontrar dois jogos (um na PS2 e outro na Wii) deparei-me com boas surpresas. Um dos jogos é o mesmo que trago até aqui hoje, que embora conhecesse de nome e por ter visto alguns vídeos, nunca o tinha experimentado nem nas arcadas nem na PS2. Este exemplar foi adquirido durante o mês de Maio de 2019 por €3.50, na CeX do Almada Fórum estando em muito bom estado considerando que se trata de um jogo usado.

3 de junho de 2019

Time Crisis II

A boxart podia ser melhor.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco
Produtor: Takashi Sano
Plataforma(s): PlayStation 2, Arcade
Lançamento: 01-10-2001 (EUA), 04-10-2001 (JP), 19-10-2001 (EU) (PlayStation 2)
Género: On Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (80KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com iLink (1-2 jogadores), Compatível com G-Con45, Compatível com G-con2
Estado: Completo
Condição: Boa, algumas marcas de uso no geral
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes.

Sem autocolantes foleiros.
Para quem cresceu durante os anos 80/90, os salões de jogos eram parte integrante da cultura pop dessa época e imensos jogos popularizaram-se devido a isso. E com essa crescente popularidade muitos acharam o seu caminho até às nossas casas proporcionando a mesma acção e divertimento que podíamos viver nesses mesmo salões mas no conforto do nosso lar. Um dos géneros mais apreciados, os On Rail Shooters, ganharam imensa força nos anos 90 com o aparecimento de Virtua Cop e mais tarde Time Crisis, duas séries excelentes e de uma simplicidade incrível, com bastantes diferenças entre si ainda que o objectivo seja o mesmo: disparar contra tudo o que seja vilão. O jogo que trago até aqui hoje faz parte da saga Time Crisis e era bastante aguardado depois da primeira entrega, tendo feito gastar milhares de moedas a todos quanto visitavam os salões por esse mundo fora. Este meu exemplar foi adquirido em Abril de 2019, tendo custado €3.50 numa feirinha de rua aqui na zona.

27 de maio de 2019

Ghost Squad

É disparar para onde ele aponta!
Desenvolvido por: Sega AM2, Polygon Magic (Wii)
Publicado por: Sega
Director(es): Naoya Taniguchi, Shinsuke Imai
Produtor: Jaga
Designer(s): Tomoharu Oiyama, Minoru Sugiyama, Eri Watanabe
Compositor(es): Masayuki Maruyama
Plataforma(s): NintendoWii, Arcade
Lançamento: 23-10-2007 (JP), 20-11-2007 (EUA), 18-01-2008 (EU)
Género: On-Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores, Multiplayer até quatro jogadores
Media: Wii Optical Disc (8.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da consola, Compatível com Wii Zapper
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes.

Os quatro mandamentos.
Durante os anos 90 era recorrente visitar salões de jogos, sobretudo durante os intervalos das aulas pois existia um convenientemente localizado ao lado da escola, ou até mesmo na hora de almoço que era mais dilatada e assim dava para jogar mais do que um jogo apenas. Neste salão em particular, existiam as máquinas mais recentes e que estavam na berra, tanto da Sega como da Namco com os seus designs extravagantes em alguns casos e que rapidamente atraíam quem entrava no espaço fosse pelas suas dimensões, artwork colorido a decorar a máquina ou o som potente que saía da mesma. E muita moeda for gastas nestas mesmas, fossem jogos de corridas, luta e claro, os rail shooters, esse género hoje em dia praticamente perdido mas que devemos preservar por ser tão divertido e icónico dessa época. O jogo que trago até aqui hoje, infelizmente nunca joguei numa arcade mas assim que tive oportunidade, adquiri a versão Wii que é a melhor coisa logo a seguir. O exemplar em questão foi adquirido entre Março e Abril de 2019 tendo custado cerca de 16 euros, na Amazon.

20 de maio de 2019

Ghosts 'N Goblins

Capa da versão americana.
Desenvolvido por: Capcom USA (Arcade), Micronics (NES/Famicom)
Publicado por: Capcom
Director: Tokuro Fujiwara (Fuji)
Designer(s): Masahiko Kurokawa (Black), Kazuo Hasegawa (Hasse)
Compositor(es): Harumi Fujita (Hal), Ayako Mori (Wood)
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Wii (VC), WiiU (VC) e muitas outras
Lançamento: 13-06-1986 (JP), 01-11-1986 (EUA), 23-03-1989 (EU) (NES/Famicom)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: 魔界村 Makaimura que traduzindo dá algo como "Demon World Village" (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes porque tem de ser assim para se ver o final.

Challenge Series, o nome assenta.
Para terminar este ciclo de jogos clássicos em formato digital, deixei para o fim um dos jogos mais famosos e infames de sempre na NES. Refiro-me pois então a Ghosts 'N Goblins, um jogo que tanta gente fez chorar, gritar, partir comandos e até consolas muito provavelmente, isto já para não relembrar os chorrilhos de palavrões e aliterações que ainda hoje fazemos sempre que jogamos este título. A sua dificuldade é lendária e nunca lembrada por ser desafiante mas sim frustrante ao ponto de morrermos por dentro sempre que o jogo nos decide pregar uma nova partida só porque sim, porque pode, porque foi programado deste modo desumano e irracional. A minha história com a saga deve provavelmente ter começado com a versão SNES de Super Ghouls 'N Ghosts que faz parte desta saga e sofre dos mesmos males, que se traduzem invariavelmente na dificuldade absurda. Confesso que nunca gostei de nenhum dos jogos, tendo jogado várias versões, inclusive as de arcade presentes na Capcom Classics Collection Vol.1 (já aqui analisada). Mas a versão de Mega Drive sim, essa vale a pena jogar e se possível ter na colecção pois é um port excelente e a dificuldade é justa sem se tornar frustrante. Mas vamos ao que interessa.

13 de maio de 2019

StarTropics

A capa não é de facto muito bonita.
Desenvolvido por: Nintendo R&D3, Locomotive Corporation
Publicado por: Nintendo
Director: Genyo Takeda
Designer: Makoto Wada
Compositor: Yoshio Hirai
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Wii (VC), WiiU (VC)
Lançamento: 01-12-1990 (EUA), 20-08-1992 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Parte traseira da capa americana.
Durante os anos 90, o meu contacto com a NES não foi tão abrangente quanto queria pois pouco tempo depois de receber a minha, tive a sorte de receber a SNES e rapidamente voltei a meter a NES na caixa. Ainda assim tive oportunidade de explorar os jogos mais famosos aos quais tive acesso na altura. Com o passar dos anos e o surpreendente poder da emulação, experimentei praticamente todos aqueles que desde miúdo me enfeitiçaram com as suas capas e artwork apelativas mas que em muitos casos eram apenas um enorme engodo para jogos medíocres. Um dos jogos que me passou completamente ao lado foi StarTropics, um jogo cuja capa é tudo menos apelativa para além de ser bastante raro vê-lo à solta na natureza. Na altura confesso que nunca o vi sem ser em revistas da especialidade e hoje em dia também não deverá ser fácil encontrá-lo sem ter de recorrer ao eBay. Com a NES Mini, tive a oportunidade de o jogar como deve ser e assim o fiz prontamente.

6 de maio de 2019

Zelda II - The Adventure of Link

Capa da versão americana.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director(es): Tadashi Sugiyama, Yoichi Yamada
Produtor: Shigeru Miyamoto
Designer: Kazunobu Shimizu
Argumentista: Takashi Tezuka
Compositor: Akito Nakatsuka
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom Disk System, GameCube, Game Boy Advance
Lançamento: 14-01-1987 (JP), 26-09-1988 (EU), 01-12-1988 (EUA) (Versão NES/Famicom)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e bastou.

Parte traseira da versão americana.
Uma das sagas mais apreciadas pelos fãs Nintendo é sem dúvida The Legend of Zelda. Cada jogo é uma nova aventura e raramente existe ligação directa alguma a jogos anteriores. Contudo existem algumas excepções dentro da saga e o jogo que aqui trago hoje é uma dessas mesmas. A minha experiência com este mesmo é bastante recente pois mesmo no passado nunca tive acesso directo ao cartucho tendo apenas experimentando o mesmo via emulação e não tendo nada gostado do que vi e joguei. O meu percurso com esta saga teve início na SNES ainda que o primeiro jogo que tenha acabado foi o Link's Awakening no Game Boy pois foi o primeiro que tive (e ainda tenho) na colecção, sendo sem dúvida um dos meus favoritos de sempre. Quanto a Zelda II - The Adventure of Link, só com a chegada da NES Mini é que tive coragem e paciência para pegar nisto e dar-lhe a devida atenção, tentando-me abstrair dos muitos problemas que este jogo apresenta, na minha modesta opinião.

29 de abril de 2019

Metroid

Capa da primeira versão americana do jogo.
Desenvolvido por: Nintendo R&D1, Intelligent Systems
Publicado por: Nintendo
Director: Satoru Okada
Produtor: Gunpei Yokoi
Artista(s): Hiroji Kiyotake, Hirofumi Matsuoka, Yoshio Sakamoto
Argumentista: Makoto Kano
Compositor: Hirokazu Tanaka
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom Disk System, Wii, WiiU, Nintendo 3DS, GameCube, Game Boy Advance, Nintendo Switch
Lançamento: 06-08-1986 (JP), 15-08-1987 (EUA), 15-01-1988 (EU) (Versão NES/Famicom)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Sistema de passwords
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

Parte traseira da versão americana.
Metroid é sem dúvida uma das minhas sagas favoritas de todos os tempos. Mas invariavelmente não foi pelo primeiro jogo da saga que iniciei a minha aventura. A minha história com Metroid começou no Game Boy, onde joguei Metroid II pela primeira vez algures mais para o final de 1992, tendo sido emprestado por um colega de turma. Inicialmente achei o jogo estranho, confuso até devido à sua natureza labiríntica, mas havia ali qualquer coisa que me apelava a continuar a jogar. E assim continuei a demanda até ter chegado ao final que na época foi um acontecimento pois muitos achavam este jogo difícil e entediante. Obviamente não me fiquei por aqui e procurei jogar o anterior, numa tentativa de compreender melhor a história. Outro colega de escola emprestou-me o cartucho e digamos que a experiência não foi a melhor. Deparei-me com um jogo nitidamente inferior em todos os aspectos ainda que aquele ambiente cativante lá estivesse. Contudo, não fui capaz de perseverar e acabar o jogo pois pouco tempo depois estava a jogar Super Metroid e não queria outra coisa. Alguns anos mais tarde tentei novamente via emulação e nada. Seguiu-se na GameCube e outra tentativa falhada. Eis que chega a NES Mini e desta vez fui mesmo ao castigo, full throtle.

22 de abril de 2019

Castlevania II - Simon's Quest

A artwork é excelente.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Hitoshi Akamatsu
Artista: Noriyasu Togakushi
Compositor(es): Kenichi Matsubara, Satoe Terashima, Kouji Murata
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom Disk System, PC, Wii, WiiU, Nintendo 3DS
Lançamento: 28-08-1987 (JP), 01-12-1988 (EUA), 27-04-1990 (EU) (Versão NES/Famicom)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Sistema de passwords
Outros nomes: (ドラキュラII 呪いの封印 Dorakyura Tsū: Noroi no Fūin que se traduz por Dracula II: The Seal of the Curse) (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e penso que chega por agora.

Parte traseira da capa americana.
Continuando a minha viagem pelo tempo, a saga Castlevania tem sem dúvida alguma a sua marca bem presente desde sempre. E a minha paixão pela mesma deve-se em grande parte aos títulos que saíram no Game Boy e não aos clássicos de NES pois a minha experiência com esses foi praticamente nula na época tendo apenas jogado o primeiro algumas vezes mas nunca tive acesso nem ao segundo e muito menos ao terceiro jogo em suporte físico. O meu conhecimento acerca destes devia-se sobretudo às revistas da especialidade que consumia com gosto e avidamente onde ficava a saber mais sobre tudo quanto era jogo. A existência de uma sequela do Castlevania original na NES era para mim algo grandioso e tinha a noção que era bem diferente da excelente versão de Game Boy. Apenas não sabia que era... pior. Alguns anos mais tarde lá experimentei o jogo via emulação e posteriormente através da Konami Collector's Series em PC. Digamos que não passei muito tempo de volta do mesmo e só quando chegou a NES Mini é que decidi que era o momento de voltar a explorar aquele mundo e tentar chegar ao final. E assim foi.

19 de abril de 2019

Jogalhões de Força - O 10º aniversário!

Lamento mas não sobrou bolo!
Há precisamente 10 anos atrás, o Jogalhões de Força abria as suas portas ao mundo. Se me dissessem que 10 anos depois ainda iria estar activo muito provavelmente não iria acreditar pois já larguei projectos de maior envergadura por muito menos. Mas o certo é que esta ideia surgiu da necessidade de manter alguma organização na colecção que está sempre a crescer e são poucos os sítios onde se possam manter a dita organizada de maneira personalizável e de fácil acesso, com controlo total de tudo, sejam os jogos, fotos e afins. As análises vieram por acréscimo pois inicialmente isto seria apenas para ter a lista de jogos e fotos dos mesmos mas como já tinha escrito algumas para sites e fóruns, peguei nas mesmas e inseri nos posts de forma a complementar mais as coisas e haver algo mais para ver, ler e explorar. E eis que volvidos 10 anos isto ainda continua a seguir essa fórmula, tendo sofrido algumas ligeiras modificações e melhoramentos, com mais ou menos coisas publicadas onde existiram alguns períodos de "seca" por falta de tempo, paciência ou simples bloqueio editorial mas nunca por falta de jogos. Noutros períodos como foi o caso recentemente (e mesmo há uns anos atrás), todos os dias havia uma análise nova. Mas neste momento, posso afirmar que tenho a lista em dia, com novas análises a serem lançadas mas numa base semanal pois são coisas que já joguei mas não são numerosas o suficiente para justificar serem lançadas diariamente. Além do mais tenho ainda alguns jogos (tanto recentes como antigos) para jogar na estante o que fará com que não faltem análises futuras. E a wishlist vai sempre crescendo no que concerne a jogos antigos portanto o retro há-de estar sempre activo por estes lados.

Este foi o primeiro banner do blog!
Resta-me agradecer a todos os seguidores, leitores e visitantes que vão aparecendo para ver o que se passa por estas bandas, nesta era onde é mais fácil ter sucesso com um canal de YouTube do que a escrever. Mas eu gosto assim e há que manter vivas certas tradições para que não caiam no esquecimento. Um bem haja a todos!

15 de abril de 2019

Mega Man 2

Fantástica arte de Marc Ericksen.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Akira Kitamura
Produtor: Tokuro Fujiwara
Artista(s): Yasuaki Kishimoto, Naoya Tomita, Keiji Inafune, Akira Kitamura
Compositor: Takashi Tateishi
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom e uma data de outras plataformas
Lançamento: 24-12-1988 (JP), 11-06-1989 (EU), 14-12-1990 (JP) (Versão NES/Famicom)
Género: Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades(s): Sistema de passwords
Outros nomes: RockMan 2: Dr. Wily no Nazo (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

Quem será aquele tipo?!
Apesar de não ser uma das minhas sagas favoritas, Mega Man sempre teve o seu lugar algures na minha colecção por ser daquelas séries de jogos onde vamos sempre encontrar algum do qual gostamos. Invariavelmente, a minha história com Mega Man não começou no original de NES mas sim na versão de Game Boy, que comporta o subtítulo Dr. Wily's Revenge e é uma espécie de adaptação do jogo original com algumas concessões e diferenças no geral. Não foi jogo que tivesse adorado na época até porque consegue ser mais difícil que o da NES pelas razões erradas mas havia ali qualquer coisa que me fazia voltar sempre à carga. Eis que surge a sequela e foi jogo que desde logo quis experimentar. E gostei tanto que ainda a tenho na colecção (cuja análise podem ler aqui no blog). Mais tarde seguiu-se Mega Man X2 na SNES (que também podem ficar a conhecer por estas bandas) e desde então nunca mais toquei em nenhum jogo até chegar a NES Mini com o famoso Mega Man 2, tido em conta por imensos fãs como um dos melhores jogos da saga.

8 de abril de 2019

Castlevania

Esta ilustração é épica.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Hitoshi Akamatsu
Produtor: Akihiko Nagata
Artista: Noriyasu Togakushi
Compositor(es): Kinuyo Yamashita, Satoe Terashima
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom, Famicom Disk System, Game Boy Advance, PC
Lançamento: 01-05-1987 (EUA), 19-12-1988 (EU), 15-02-1993 (JP) (Versão NES/Famicom)
Género: Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Akumajo Dracula (悪魔城ドラキュラ) (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.

Parte traseira da capa americana.
Castlevania, essa saga que tem tanto de clássica como de intemporal compreende uma vasta série de jogos em múltiplas plataformas, que tantas horas de diversão proporcionaram a todos os fãs da mesma. Mas há jogos mais conhecidos e amados do que outros sendo que a versão NES é possivelmente a mais conhecida e que mais pessoas jogaram. A minha história com a saga, curiosamente não começou por este jogo mas sim pelo primeiro título no Game Boy (já aqui analisado), que embora seja um jogo medíocre e longe do que a versão NES tem para oferecer, continua a ter o seu merecido lugar de destaque e nostalgia até porque é também um jogo completamente diferente. Quando joguei a versão NES no hardware original, algures nos anos 90, a minha experiência não foi a melhor pois já tinha entretanto jogado Belmont's Revenge no Game Boy (também aqui analisado) e sempre considerei esse jogo superior em todos os aspectos. Alguns anos mais tarde voltei a jogar a versão PC que é virtualmente idêntica à de NES e aí sim, tirei todo o gozo que podia do jogo até me fartar. Mais recentemente foi na NES Mini que voltei a reviver a experiência e sinceramente continuo a achar que só por uma questão de nostalgia é que muita gente gosta deste jogo.

1 de abril de 2019

Double Dragon II - The Revenge

A artwork desta época é excelente.
Desenvolvido por: Technos Japan
Publicado por: Technos Japan
Director: Hiroyuki Sekimoto
Designer: Hiroyuki Sekimoto
Compositor: Kazunaka Yamane
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, PC Engine, Virtual Console
Lançamento: 22-12-1989 (JP), Janeiro 1990 (EUA), Algures em 1990 (EU) (Versão NES)
Género: Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Funcionalidades: Nenhumas
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, uma em Normal e outra na dificuldade mais elevada para ver o verdadeiro final.

Parte traseira da versão americana.
Double Dragon é daqueles nomes que hoje em dia caíram no esquecimento e muitos dos chamados "gamers" actuais nem sequer sabem o que é. Mas nos anos 90, Double Dragon gozava de um sucesso sem precedentes muito devido às suas origens nos salões de jogos mas acima de tudo porque existiam N versões para tudo quanto era computador e consola. Ainda que os jogos em si não fossem grande coisa, existindo melhores alternativas, o certo é que todos queriam jogar, fosse que versão fosse. O meu contacto com a saga curiosamente foi com Double Dragon II e não com o original, mais concretamente a versão de PC que tenta ser fiel à versão arcade mas falha miseravelmente no departamento técnico e acima de tudo na jogabilidade pois muito raramente passava do primeiro nível e quando isso acontecia não ia longe no segundo. Mas foi sem dúvida no Game Boy onde passei mais tempo a jogar o original (cuja análise podem ler aqui no blog) e a sua sequela que é um jogo completamente diferente de todos os outros e acima de tudo bem melhor que o original (infelizmente não tenho este para o poder analisar). Mas hoje o que interessa é a versão de NES, presente na NES Classic Mini e embora já a tivesse experimentado via emulação, foi nesta pequena consola que realmente passei mais tempo com o jogo.

25 de março de 2019

Ninja Gaiden

A excelente cover art americana.
Desenvolvido por: Tecmo
Publicado por: Tecmo
Director: Hideo Yoshizawa
Artista: Masato Kato
Argumentista: Hideo Yoshizawa
Compositor(es): Keiji Yamagishi, Ryuichi Nitta
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, PC Engine, Super Nintendo
Lançamento: 09-12-1988 (JP), Março 1989 (EUA), 15-08-1991 (EU) (Versão NES)
Género: Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Ninja Ryūkenden (忍者龍剣伝) (JP), Shadow Warriors (EU)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e penso que chega.

Parte da traseira da versão americana.
Durante os anos 90 tive a sorte de ter tido um contacto enorme com imensos jogos de Game Boy, visto que era uma das consolas mais populares entre a criançada da altura. Quase todos os miúdos tinham um e aqueles que não tinham (ou porque não podiam ou já tinham uma Game Gear) não deixavam de sentir uma pontinha de inveja de ver todos os outros agarrados à pequena máquina da Nintendo e a trocar jogos uns com os outros. Num desses momentos, tive oportunidade de jogar Ninja Gaiden Shadow, um simples jogo com um ninja onde o objectivo era impedir um vilão de se apoderar do destino da humanidade tendo para isso que passar os vários níveis e bosses. Para mim, foi o jogo que me introduziu esta saga e ainda hoje é um dos meus favoritos no Game Boy ainda que infelizmente nem sequer tenha o cartucho (e é também um dos jogos mais caros, curiosamente). Fiquei apenas com o manual de instruções que me tinham emprestado também com o jogo nessa época. Mas embora este tenha sido o meu primeiro jogo da saga Ninja Gaiden, é certo que já a conhecia de ver nas revistas da especialidade e sabia que existia três jogos na NES, jogos esses que nunca tinha visto à venda por cá e muito menos os tinha jogado no hardware original. Anos mais tarde, experimentei via emulação e tive a surpresa de serem muito mais difíceis que o jogo de Game Boy (até porque esta versão é completamente diferente) ainda que divertidos. Com a chegada da NES Classic Mini pude finalmente jogar o original com calma e muita, mas muita paciência e save states pelo caminho.

18 de março de 2019

Super C

A arte desta saga é excelente.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Designer: Shigeharu Umezaki
Compositor: Hidenori Maezawa
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Famicom, Nintendo DS, NES Classic Mini, PC (Windows)
Lançamento: 02-02-1990 (JP), Abril 1990 (EUA), 1992 (EU) (Versão NES)
Género: Run 'n Gun
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Funcionalidades: Co-op com dois jogadores
Outros nomes: Super Contra (JP), Probotector II: Return of the Evil Forces (EU)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para ter um número preciso.

Parte traseira da caixa americana.
Se seguem aqui o blog com regularidade, já devem ter reparado que sou fã da saga Contra ou então não faria muito sentido o tema do blog em si ser alusivo a essa mesma. É provavelmente a minha saga favorita de sempre sem que eu ainda tenha dado conta porque gosto de outras tantas de igual forma mas esta deve mesmo ser a "tal". E tudo começou curiosamente não com a versão original de NES mas sim com a versão de Game Boy que até hoje continua a ser um dos meus jogos favoritos nessa plataforma e também a considero tecnicamente superior a qualquer versão de NES. Creio que já tinha abordado este tema com a saga Zelda no Game Boy, que a meu ver é também superior aos dois de NES sem dúvida nenhuma. Mas hoje estamos aqui para falar, ou melhor, escrever acerca da sequela desse clássico da Konami que tanta gente fez chorar pela sua dificuldade. Uma sequela não tão conhecida na Europa visto que nunca fazia parte do line up das Famiclones que abundavam no nosso mercado mas que invariavelmente saiu na sua vertente Probotector em 1992, um bocado tarde na vida da NES. Só a descobri anos mais tarde, ou melhor joguei a dita anos mais tarde pois tinha conhecimento da sua existência mas nunca tive acesso ao cartucho original. Quando a experimentei pela primeira vez foi via emulação e não fiquei muito surpreendido com aquilo que vi mas após ter jogado como deve ser a versão PC (que faz parte de uma colectânea obscura que inclui os três Castlevania e os dois Contra de NES), fiquei fã. Anos mais tarde, eis que nos chega a NES Classic Mini e para minha surpresa este jogo fazia parte do pacote.

11 de março de 2019

Super Mario Bros. 2

A capa americana.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Kensuke Tanabe
Produtor: Shigeru Miyamoto
Artista: Tadashi Sugiyama
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Nintendo Classic Mini, Famicom e outras tantas
Lançamento: 09-10-1988 (EUA), 28-04-1989 (EU), 14-09-1992 (JP) (NES/Famicom)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Super Mario USA (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes, demasiadas para me recordar ao certo quantas.

A traseira da capa americana.
Super Mario Bros. é provavelmente um dos jogos mais famosos de sempre e mesmo quem não seja fã de videojogos vai certamente associar o nome aos mesmos pois é algo que faz parte da nossa cultura pop. E o sucesso da NES começou com este jogo que vendeu milhares por todo o mundo, o que levou a Nintendo a procurar lançar uma sequela que voltasse a conseguir o mesmo êxito. O meu primeiro contacto com esta sequela nem sequer foi na NES mas sim num dos clones da Famicom, a Family Game, que eram bastante famosos durante os anos 90 e praticamente existia pelo menos um em tudo quanto era sítio. Havia sempre um miúdo que tinha um destes clones pois eram bem mais baratos que uma NES e já vinham com uma catrefada de jogos embutidos no sistema, alguns excelentes títulos bem conhecidos mas outros nem por isso. Foi numa tarde daquelas em que não se tem aulas que fui a casa da empregada doméstica de um colega de turma (isto até pode soar mal), que costumava ficar lá a passar as tardes antes de rumar a sua casa pois era uma maneira de não andar na escola ou na rua a fazer patifarias e a dita senhora sempre tomava conta da gente. Lá, no meio da sala tinha uma televisão pequena e a consola que eu sempre achei meio estranha pois não sabia que era um clone da versão japonesa, com imensos jogos mas o mais jogado era sem dúvida Super Mario Bros. 2. E passámos a tarde inteira a jogar aquilo à vez pois o jogo não suporta dois jogadores. Posteriormente lembro-me de me terem emprestado o cartucho original que joguei até à exaustão na minha NES. Foi preciso anos mais tarde lançarem a NES Mini para ter um exemplar aqui na colecção.

4 de março de 2019

Contra

Esta capa é lendária!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director(es): Shigeharu Umezaki (Umechan), Shinji Kitamoto
Designer(s): M. Fukiwara, S. Muraki, T. Nishikawa, C. Ozawa, T. Ueyama
Compositor(es): Hidenori Maezawa, Kiyohiro Sada
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Famicom, Nintendo DS e outras tantas

Lançamento: 02-02-1988 (EUA), 09-02-1988 (JP), 28-12-1990 (EU) (NES/Famicom)
Género: Run 'n Gun
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Funcionalidades: Co-op com dois jogadores
Outros nomes: Probotector (EU), Gryzor (EU, Versão para computadores)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para me lembrar, jogando-o com frequência ainda hoje.

Que saudades deste tipo de caixas.
Algures durante os anos 90, bem no início, o Game Boy era das coisas que mais me divertia e até  me impedia de me meter em sarilhos visto ser um puto endiabrado que não parava quieto por um segundo que fosse. Assim, quando estava de volta da pequena portátil da Nintendo, algo que era uma mais valia pois dava para levar para qualquer lado, ninguém dava por mim e até havia quem achasse estranho não sentir a minha presença, tal era o nível de actividade deste bicho. E foi graças a esta consola que descobri muitas das minhas séries favoritas dentro do vasto mundo dos videojogos, algo que na época era bem mais mágico do que hoje em dia. Uma dessas série foi Contra, ou melhor, Probotector visto que era esse o nome em território europeu e na Austrália, devido às políticas da Nintendo of Europe nessa época. E joguei a versão de Game Boy vezes sem conta, quase nunca indo muito além do nível 3 e por vezes do 4 até ao dia em que consegui tornar-me realmente bom no jogo e ver o final. Foi um momento único de concretização e satisfação pessoal para um miúdo de 12 anos. Mas não podia ficar por aqui e tinha de explorar a versão de NES, jogo que não tinha mas prontamente pedi emprestado. E tal não foi o meu espanto ao deparar-me com um jogo ainda mais difícil e maior, que ainda me consegue surpreender, tanto não seja pelas cheap deaths que proporciona. O exemplar que aqui apresento vem incluído no Contra 4, como bónus juntamente com o Super C.

28 de fevereiro de 2019

Ever Oasis

A cover art é apelativa.
Desenvolvido por: Grezzo
Publicado por: Nintendo
Director: Koichi Ishii
Produtor(es): Koichi Ishii, Toyokazu Nonaka, Toshiharu Izuno
Designer(s): Hiroyuki Kuwata, Kyouji Koizumi, Junichi Shinomiya
Artista(s): Yoshinori Shizuma, Yuichiro Takao
Argumentista(s): Katsumi Kuga, Shuntaro Tahara, Momoka Iseki, Shino Nakamura
Compositor: Sebastian Schwartz
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 23-05-2017 (EU/EUA), 13-07-2017 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Compatível com o modo 3D
Media: Cartão de jogo
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com cerca de 40 horas de jogo mas ainda estou a fazer algumas side quests que aparecem depois do final.

(A partir de agora o ritmo vai abrandar pois tenho a lista de jogos físicos em dia. Resta-me pegar nos que faltam jogar, analisar alguns digitais e até da NES/SNES Mini)

Estes raramente têm autocolantes.
A Nintendo 3DS pode estar no seu final de vida mas o seu catálogo de jogos é deveras um dos mais consistentes em termos de qualidade e onde actualmente se encontram imensos RPGs nas suas mais diversas variantes. Grande parte dos jogos mais recentes foram quase todos dentro deste género o que prova que a consola é óptima não só por ser portátil mas também por oferecer um leque variado dentro do género. E se explorarmos bem as coisas, encontramos algumas surpresas como foi o caso do jogo que apresento aqui hoje. Este exemplar foi adquirido algures em Janeiro de 2019, na Toys 'R Us do Almada Fórum, por 20€.

27 de fevereiro de 2019

Resident Evil 2

Ambas as capas.
Desenvolvido por: Capcom R&D Division 1
Publicado por: Capcom
Director(es): Kazunori Kadoi, Yasuhiro Anpo
Produtor(es): Yoshiaki Hirabayashi, Tsuyoshi Kanda
Designer: Hidehiro Goda
Artista(s): Gez Fry, Satoshi Takamatsu
Compositor(es): Shusaku Uchiyama, Zhenlan Kang
Motor gráfico: RE Engine
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, PC
Lançamento: 25-01-2019 (Lançamento Mundial)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (24GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional, PS4 Pro Enhanced
Outros nomes: BioHazard RE:2 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o cinco vezes até agora, com cerca de 30 horas de jogo acumuladas mas ainda estou de volta dele.

(Fun fact: o brinquedo mais velho do mundo é um simples pau.)

No fugly stickers.
Hoje em dia é comum ouvir-se a palavra remake um pouco por todo o lado. Seja em filmes, séries e até jogos, os remakes são por vezes uma maneira de se contar novamente uma história com a perspectiva que inicialmente se idealizou e por diversos motivos, acima de tudo técnicos e tecnológicos, não foi possível.  E há jogos que realmente precisam de remakes para brilharem em toda a sua plenitude mas isso nem sempre torna os originais obsoletos pois o seu charme antigo nunca se irá perder e a longo prazo vai ser aquilo que o define e distingue do facelift. A saga Resident Evil foi alvo disso há uns anos, com um dos melhores remakes de sempre na minha opinião, que não só melhorou tudo aquilo que o original tinha bem como expandiu alguns elementos de história. Eis que chega agora a vez do segundo jogo. Este exemplar que se trata da Lenticular Edition, é somente a versão normal com uma sleeve lenticular tendo custado cerca de 45 euros, oriundo de uma loja online pouco depois do lançamento em Janeiro de 2019.

26 de fevereiro de 2019

Shantae and The Pirate's Curse

A artwork é sempre excelente.
Desenvolvido por: WayForward Technologies
Publicado por: WayForward Technologies, Rising Star Games (3DS), Oizumi Amuzio Inc. (Switch JP)
Director: Matt Bozon
Produtor: Christopher Shanley
Designer: Kyle Bardiau
Artista: Henk Nieborg, Chris Drysdale
Argumentista: Matt Bozon
Compositor(es): Jake Kaufman
Motor de jogo: EngineBlack
Plataforma(s): Nintendo 3DS, Nintendo Switch, Nintendo WiiU, PlayStation 4, Amazon Fire, PC, XboxOne
Lançamento: 23-10-2014 (EUA), 05-02-2015 (EU), 19-11-2015 (JP) (3DS)
Género(s): Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas hei-de repetir a dose.

(Fun fact: um mosquito tem 47 dentes.)

Traseira da versão americana.
Certas séries de jogos começaram a sua vida de forma subtil e sem dar muito nas vistas. Oriundas de sistemas como o Game Boy, por exemplo, deram os seus primeiros passos e foram evoluindo para coisas maiores e com mais viabilidade mas mantendo sempre a sua identidade e nunca almejando competir contra os chamados AAA que agora inundam o mercado com a sua qualidade dúbia e cada vez mais repetitivos. Shantae é sem dúvida um desses casos contando já com quatro excelentes jogos e que todos eles partilham os mesmos elementos comuns: diversão e qualidade. O exemplar que aqui apresento hoje é mais um capítulo nesta saga e foi adquirido algures entre Novembro e Dezembro de 2015 numa promo da eShop. Só não me lembro do preço mas foi baratinho. Edit: A versão física entrou na colecção a 22 de Abril de 2019, tendo custado cerca de 20 euros na Amazon. (Fotos em breve)

25 de fevereiro de 2019

My Nintendo Picross - The Legend of Zelda: Twilight Princess

Quando não há capa, faz-se!
Desenvolvido por: Jupiter Corporation
Publicado por: Nintendo
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 17-03-2016 (JP), 31-03-2016 (EU/EUA)
Género: Puzzle
Modos de jogo: Vários modos para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o os puzzles todos uma vez mas repeti diversos.

(Fun fact: até 2011, a cerveja na Rússia não era considerada uma bebida alcoólica mas sim um refrigerante.)

Há aquelas alturas em que não nos apetece jogar nada de muito complexo ou que costumamos jogar com frequência mas ao mesmo tempo querem jogar algo que mate o bichinho ou simplesmente para passar tempo. A minha escolha aqui recai quase que única e exclusivamente nos jogos de puzzles pois são perfeitos para esses momentos. E dentro do género há para todos os gostos e com todo o tipo de mecânicas possíveis e imagináveis desde os mais simples aos mais complicados mas todos eles divertidos. O jogo que aqui apresento hoje é um bom exemplo disso e era uma vertente que nunca tinha explorado embora existam inúmeros jogos dentro desta série já desde o tempo do Game Boy. Este exemplar digital é uma das recompensas do My Nintendo, e possivelmente a melhor de todas visto ser um jogo completo e poder ser descarregado se utilizarmos 1000 moedas de platina, as mais comuns de todas. E foi o que fiz, algures entre Novembro e Dezembro de 2017.

24 de fevereiro de 2019

1942 - Joint Strike

Custom made!
Desenvolvido por: Backbone Entertainment
Publicado por: Capcom
Director: Melissa Bachman-Wood
Produtor: Maximillian Fitzmaurice
Designer: Marcus Montgomery
Compositor: Norihiko Hibino
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 24-07-2008 (PSN), 23-07-2008 (XBLA)
Género: Vertical scrolling shooter, Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo arcade para um ou dois jogadores online ou offline
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Instalação no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, 1080i e 1080p
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez na dificuldade mais fácil e desisti de tentar nas outras.

(Fun fact: continua a ser fim de semana portanto não há fun facts!)

Os bosses gostam de dar nas vistas.
Hoje para ser diferente de todos os outros dias trago de volta o Jogalhões Flash, que para quem não sabe, são análises relâmpago a jogos que já analisei noutras plataformas mas que são basicamente os mesmos ou simplesmente jogos pequenos sem grande conteúdo para comentar. O que aqui vos apresento hoje encaixa-se nessa categoria na perfeição e foi adquirido algures entre Novembro e Dezembro de 2015, por 2.99€ numa promo da PSN.

23 de fevereiro de 2019

Grand Theft Auto III

Excelente artwork!
Desenvolvido por: DMA Design
Publicado por: Rockstar Games
Produtor: Leslie Benzies
Artista: Aaron Garbut
Argumentista(s): James Worrall, Paul Kurowski, Dan Houser
Compositor(es): Craig Conner, Stuart Ross
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, PC, Mac OS, Android, iOS
Lançamento: 22-10-2001 (EUA), 29-10-2001 (EU) (PlayStation 2)
Género(s): Acção, Aventura, Sandbox
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (500KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Hoje não há fun facts, é fim de semana e não me apetece.)

Sem autocolantes feios.
Em todas as gerações de videojogos há sempre um título ou um grupo restrito de títulos que definem as mesmas por diversos motivos mas sempre com grande enfâse na parte técnica. E são estes que são lembrados eternamente, que vendem a rodos e fazem com que a venda das consolas seja igualmente produtiva e muitas das vezes convertidos para outras plataformas devido à sua popularidade e procura. O jogo que trago até aqui hoje é um claro exemplo de tudo isto aliado também à sua dose de controvérsia devido aos temas que aborda e no geral ao que podemos fazer sem nos questionarmos moralmente. Este exemplar foi adquirido numa loja de usados aqui na zona por 5€, algures entre Setembro e Outubro de 2018.

22 de fevereiro de 2019

R-Type Final

Tanta nave!
Desenvolvido por: Irem
Publicado por: Irem (JP), Eidos Interactive (EUA), Metro3D (EU)
Produtor: Kazuma Kujo
Designer: Kazuma Kujo
Compositor: Yuki Iwai
Plataforma: PlayStation 2 
Lançamento: 17-07-2003 (JP), 02-02-2004 (EUA), 26-03-2004 (EU)
Género: Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (145KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o diversas vezes mas tive de recorrer a cheats em algumas das runs.

(Fun fact: uma bola de golfe oficial tem 336 concavidades.)

Em bom Português.
Os shoot 'em up são aquele género de jogo perfeito para quando se quer jogar algo sem grandes compromissos de tempo ou paciência. Simples de aprender mas difíceis de dominar, estes jogos sempre fizeram parte do nosso imaginário sobretudo pelo facto da sua temática ser quase sempre ficção cientifica e envolver naves. Mas existem alguns que apenas utilizam a base e o tema é completamente diferente, normalmente optando por fantasia. O jogo que aqui apresento hoje... não tem nada de fantasia, é um jogo de naves no espaço normalíssimo mas com alguns twists pelo meio que o tornam num dos melhores do género. Este exemplar foi adquirido algures entre Janeiro e Fevereiro de 2015, por 5 euros, a um particular.

21 de fevereiro de 2019

Far Cry 4

O vilão de serviço em destaque.
Desenvolvido por: Ubisoft Montreal, Ubisoft Toronto, Red Storm Entertainment, Ubisoft Shanghai, Ubisoft Kiev
Publicado por: Ubisoft
Director(es): Alex Hutchinson, Patrik Méthé
Produtor(es): Cedric Decelle
Artista: Jean-Alexis Doyon
Argumentista(s): Mark Thompson, Li Kuo, Lucien Soulban
Compositor: Cliff Martinez
Plataforma(s): PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox360, Xbox One, PC
Lançamento: 18-11-2014 (Lançamento Mundial)
Género(s): Action-Adventure, First-person shooter, Open world
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Co-op para dois jogadores em splitscreen e Multiplayer online até 10 jogadores, Editor de mapas
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação de 10.5 GB no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, 1080i e 1080p, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e penso que chega. Platina alcançada.

(Fun fact: na série Seinfeld, há um Super Homem algures em todos os episódios. Also, os screenshots são de PS4.)

Em espanholês.
Provavelmente já vos aconteceu seguirem uma determinada saga de jogos e ao final de uns quantos chegarem a um ponto de saturação tão elevado que simplesmente desistiram de continuar a seguir a mesma. Aconteceu-me com Assassin's Creed, que a meu ver atingiu o topo com o Brotherhood (e com o II para não ser injusto) mas depois tornou-se tão enfadonha com o Revelations que desisti de jogar os restantes, embora tenha noção que há pelo menos dois que são decentes. Mas esgotei o limite de paciência para essa saga e do que vou vendo e lendo, aquilo não evoluiu muito e a história é a maior trapalhada de sempre. Mas não vou comentar acerca disso mas sim de outra saga, que apesar de ser uma aventura a cada jogo, também estagnou e levou-me a desistir da mesma após o quarto jogo, que é o que aqui apresento hoje. Este exemplar foi adquirido na Fnac do Almada Fórum, tendo custado algo como 29.90€ algures entre Julho e Agosto de 2015.

20 de fevereiro de 2019

The Messenger

Não, não saiu na 3DS. É apenas um mock-up que fiz!
Desenvolvido por: Sabotage Studio
Publicado por: Devolver Digital
Director: Thierry Boulanger
Produtor: Martin Brouard
Designer(s): Thierry Boulanger, Phillippe Dionne
Artista(s): Michael Lavoie, Jean-Luc Savard, Savannah Perron
Argumentista: Thierry Boulanger
Compositor: Rainbowdragoneyes
Motor Gráfico: Unity
Plataforma(s): PC, Nintendo Switch
Lançamento: 30-08-2018 (Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (~1GB), Compatível com comandos Dualshock4/XboxOne, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes e mais hão-de se seguir.

(Fun fact: água quente pode por vezes congelar mais rápido do que água fria. É o chamado efeito Mpemba.)

A minha visão da capa seria isto.
A cena indie tem ganho bastante notoriedade nos últimos anos graças ao número de excelente títulos que vão sendo lançados em todas as plataformas, e que em muitos casos, conseguem ser infinitamente superiores a jogos AAA que são cada vez mais iguais uns aos outros e desprovidos de novas ideias. E creio que esta é uma tendência para continuar pois basta ver os grande e sonantes títulos que por aí andam e chegar à conclusão que são ideias recicladas com muito pouco conteúdo novo a não ser o chamariz dos "altes gráfiques" que a carneirada tanto aprecia. Bom, mas o que interessa neste momento é ter bastante atenção aos indies que vão saindo pois embora alguns sejam meh, outros tantos são de uma qualidade irrepreensível. O jogo que vos apresento hoje enquadra-se perfeitamente nessa categoria pois é sem dúvida um dos melhores jogos que tive o prazer de jogar em 2018, e tornou-se sem grande esforço num dos meus jogos favoritos de sempre. Este exemplar digital tive a sorte de o ganhar num passatempo do Destructoid, pouco tempo depois do lançamento do jogo, onde tínhamos apenas de dizer qual seria o nosso poder especial se fossemos ninjas. Cuspi assim uma frase com uma dose generosa de parvoíce e fui um o feliz contemplado.