12 de janeiro de 2011

Call of Duty 4 - Modern Warfare

Hey soldja boy!
Desenvolvido por: Infinity Ward
Publicado por: Activision
Argumentista: Jesse Stern
Compositor(es): Stephen Barton, Harry Gregson-Williams
Motor Gráfico: IW Engine
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, Mac, Nintendo Wii
Lançamento: 05-11-2007 (EUA), 07-11-2007 (AUS), 09-11-2007 (EU)
Género(s): First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer local (2-4 jogadores) e online (2-18 jogadores)
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (10MB mínimo), Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC adicional com mapas extra para multiplayer
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o quatro vezes, na dificuldade mais fácil, em Normal duas vezes e claro, em VETERAN! Confesso, custou.

(Mais um dia, mais um jogo, porque estes parecem não ter fim. Mas têm, afinal são só cerca de 200 e tal. O grande problema, é que continuam a aparecer novos...)

Selos do IGAC, lindos de morrer.
"War. War never changes." Já dizia o narrador de Fallout mas Solid Snake veio contradizê-lo afirmando em MGS4: "War. War has changed." É curioso como conseguimos estabelecer estas comparações, o que prova que, não estamos apenas interessados em dar tiros mas sim em perceber o motivo pelo qual estamos a queimar munição. Para haver guerra tem de haver um motivo senão fazia ainda menos sentido do que aquilo que já faz para muitos. Enfim, adiante, não sou a favor da violência mas quando se trata de violência virtual sob a forma de jogo, siga para bingo. Este Call of Duty 4 apareceu-me aqui em casa a 1 de Março de 2008, pela estapafúrdia quantia de €69.90. Sim eu sei, um balúrdio mas tinha poucos jogos e precisava de um FPS. :P

11 de janeiro de 2011

Castlevania II - Belmont's Revenge

Versão americana, para variar.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Compositor: H. Funauchi
Plataforma(s): Game Boy, Game Boy Color
Lançamento: 12-07-1991 (JP), Agosto 1991 (EUA), 26-11-1992 (EU)
Genéro(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Sistema de passwords com 4 figuras para "gravação" de progresso
Outros nomes: Dorakyura Densetsu II (ドラキュラ伝説 II) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, é um jogo excelente.

(Escrever é bom e precisa-se. Além do mais, é preciso ler acerca de um jogo antes de o comprar, ou por vezes, antes de tocar nele para não termos surpresas. É isso que aqui faço, dou uma opinião sábia sobre os muitos jogos da minha colecção, ainda que possa ser uma opinião um bocado tendenciosa e nada imparcial pois isto não é jornalismo, é passatempo.)

Um bocado deslavada esta traseira.
Drácula. O vil, malvado e odioso ser que se alimenta da miséria dos outros e faz o sofrimento crescer em seu redor. Bom, ele alimenta-se mesmo é do sanguinho das vítimas mas eu gosto sempre de florear as coisas ou, quanto muito, de exagerar um bocadinho. É giro e o pessoal até gosta. Se não gostarem, temos pena, azar, mas não estou aqui para agradar a ninguém, apenas escrevo sobre jogatina. Ora bem, este Castlevania foi-me oferecido pelo senhor meu pai, creio que no Verão de 93, visto estar de férias e precisar de algo para jogar na eterna máquina que ia para todo o lado. Para variar um pouco, é a versão americana que em nada difere da europeia.

10 de janeiro de 2011

Onimusha - Warlords

Platinum, foi o que se arranjou.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Jun Takeuchi
Produtor: Keiji Inafune
Argumentista(s): Noboru Sugimura, Hirohisa Soda, Shin Yoshida, Naoyuki Sakai
Compositor: Mamoru Samuragoch
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox e PC
Lançamento: 25-01-2001 (JP), 13-03-2001 (EUA), 06-07-2001 (EU)
Genéro(s): Acção, Aventura, Slash 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (420KB no mínimo), Compatível com função de vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o pelo menos 3 vezes, desbloqueando tudo o que havia para desbloquear.

(Domingo é dia de descanso mas à Segunda faz-se alguma coisa, quanto muito não seja uma publicação aqui no nosso sítio.)

Muito prateado tem isto.
Samurais. Leiais, devotos ao seu amo e honrados até ao final dos seus dias. E claro, têm espadas, brilhantes e bonitas, nunca hesitando em cortar seja o que for que se ponha no seu caminho. Será que existe uma razão melhor para gostar deles? Acho que não. Onimusha - Warlords tem samurais, ou pelo menos, tem um. Tem demónios, ninjas e muito mais. No fundo tem o que o pessoal gosta, acção. Este jogo em concreto, aterrou na minha colecção em 2002, sendo que não me lembro como. Acho que fui eu que o comprei na Fnac da Baixa Chiado mas não tenho bem a certeza. Amnésia? Não creio mas a minha memória nem sempre toma nota destas coisas.

8 de janeiro de 2011

Street Fighter Alpha 2

Versão PAL, 20% mais lenta que a NTSC.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Compositor(es): Setsuo Yamamoto, Shun Nishigaki, Tatsuro Suzuki
Plataforma(s): Super Nintendo e todas as que se lembrarem
Lançamento: Novembro 1996 (EUA), 19-12-1996 (EU), 20-12-1996 (JP)
Género: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo arcade para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 32-megabit com chip gráfico S-DD1
Outros nomes: Street Fighter Zero 2 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Jogos de porrada acabam-se vezes sem conta. Este é um deles.

(Após uns dois dias sem escrever eis o meu regresso à linha da frente pronto para mais uma brilhante análise crítico-retrospectiva. Isto não soa bem nem faz sentido nenhum mas adiante...)

Caixas em Alemão, adoro-as... NOT!
Porrada! A malta gosta de ver e dar mas nunca de levar. Como é óbvio, ninguém gosta de levar mas tem de haver sempre alguém que sofre. Neste mundo dos jogos de luta 2D, houveram sempre os que são "batidos" e os que "levam na boca". Apesar de parecer que são ambos a mesma coisa, não são. Os batidos, são os que percebem da coisa, os que dominam cada um dos botões e sabem os golpes/combinações todas de cor. Os que levam na boca, penso que não preciso de exemplificar. Este "ecossistema" não poderia existir de outra forma. Agora, historicamente falando, este Street Fighter Alpha 2 aterrou na minha colecção de uma forma muito curiosa. Estávamos para aí em 1997 e eu tinha um contacto secreto que trabalhava na Concentra (a distribuidora da Ninty em Portugal, nessa época). Esse contacto por sua vez, arranjava algum material a preço de amigo. Como a N64 tinha acabado de sair, a procura era bastante e por cada uma vendida, para além de um desconto em qualquer coisa que comprasse recebia ainda um joguito à borla. Este foi um deles.

5 de janeiro de 2011

Crisis Core - Final Fantasy VII

Aquele espadalhão mítico!
Desenvolvido por: Square Enix
Publicado por: Square Enix
Designer: Hajime Tabata
Argumentista: Kazushige Nojima
Desenho de Personagens: Tetsuya Nomura
Compositor: Takeharu Ishimoto
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 13-09-2007 (JP), 25-03-2008 (EUA), 20-06-2008 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.8GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (256Kb mínimo)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez. Não fiz tudo pois as side missions começam a tornar-se repetitivas e demasiado difíceis sendo que a recompensa não justifica o esforço.

(E com esta entrada ficam a faltar... não sei. Não sei mesmo quantos jogos ainda faltam comentar! Só sei que são muitos mesmo.)

Tão amiguinhos que eles eram.
Role Playing Game. Quem nunca jogou um? Provavelmente muito boa gente nem sabe o que é mas simplificando, se porventura lerem isto, é um jogo onde assumimos o papel de alguém numa demanda épica por um motivo qualquer. No fundo deixamos de ser nós próprios para passarmos a ser um guerreiro, por exemplo, na busca incessante pela paz que foi "roubada" por um megalómano qualquer. Agora perguntam vocês: mas... em qualquer jogo não assumimos o papel da personagem com a qual jogamos? Teoricamente sim, mas não estabelecem qualquer tipo de empatia pois não existe uma evolução enquanto ser humano e nem estabelecem relações com terceiros a níveis profundos (não pensar em coisas obscenas). É essa a grande diferença. Este Crisis Core - Final Fantasy VII veio parar à minha colecção em Agosto de 2007, fazendo parte da edição especial comemorativa dos 10 anos de Final Fantasy VII que se traduz numa PSP, modelo 2000 (a Slim & Lite, portanto) de tom prateado, com duas ilustrações gravadas na parte de trás. O jogo vinha a acompanhar. O conjunto foi adquirido na Fnac (infelizmente) e custou à volta dos 190 euros.

4 de janeiro de 2011

Castlevania - Circle of the Moon

Um tipo com chicote, isto promete...
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Kobe
Publicado por: Konami
Designer(es): Ko-G, Kazuko Fujihara
Compositor(es): Sotaro Tojima, Hiroshi Mitsuoka
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 21-03-2001 (JP), 08-06-2001 (EUA), 10-06-2001 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, vários modos extra por cada vez que se acaba o jogo
Media: Cartucho de 64MBit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso
Outros nomes: Castlevania: Circle of the Moon (EUA), Akumajō Dorakyura: Sākuru obu za Mūn (悪魔城ドラキュラ Circle of the Moon) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes. Não me apeteceu concluir os modos extra até porque não valem o esforço a menos que se adore o jogo, o que não é o meu caso.

(Um dia de descanso não faz mal a ninguém. Mas no meu caso foi um misto de preguiça em escrever com indecisão na hora de escolher o próximo jogo a figurar aqui no espaço. Ora cá está ele após um confronto interior, agora resolvido.)

O habitual autocolante foleiro.
Vampiros. Estão na moda. Contudo é uma moda nojenta e os vampiros de agora são travestidos, fazendo-se passar por jovens com ar pouco másculo e até duvidoso. Sim, refiro-me ao Twilight e seus derivados, maldita a hora em que aquela senhora se lembrou de escrever aquela porcaria. Mas nem sempre foi assim. Há muito, muito tempo, os vampiros eram temidos e eram tudo menos heróis, ou bonzinhos. E foi essa imagem que deu origem a uma das séries de videojogos mais amada de sempre: Castlevania. Com o tempo, esta grande saga viu-se espalhada por inúmeros jogos, com dezenas e dezenas de personagens cujos destinos acabam sempre por estar ligados. Este, é mais um deles. Castlevania - Circle of the Moon, veio-me parar às mãos por volta de 2008, creio. Foi comprado na Worten do Rio Sul, no Seixal, por cerca de 20 euros.Não foi propriamente barato mas foi um achado. :P

2 de janeiro de 2011

Resident Evil 2

Zombie na capa, uuuh!
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Virgin Interactive (EU), Capcom (EUA, JP)
Director: Hideki Kamiya
Produtor: Shinji Mikami
Designer(s): Masaaki Yamada, Kazuhiro Aoyama, Junya Watanabe
Argumentista: Noboru Sugimura
Compositor(es): Masami Ueda, Shusaku Uchiyama, Shun Nishigaki
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network, PC, Nintendo64, GameCube, Dreamcast, Game.com
Lançamento: 21-01-1998 (EUA), 29-01-1998 (JP), 08-05-1998 (EU)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador, dois modos extra desbloqueados depois de cumpridos certos objectivos
Media: 2xCD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Memory Card (1 bloco por save)
Outros nomes: Biohazard 2 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o umas 6 vezes. Desbloqueei praticamente tudo excepto o Tofu Survivor pois já não tinha pachorra e não era um modo de jogo divertido, ao contrário do 4th Survivor.

(Ora cá vou eu para mais uma ronda de bons jogos. Sim, porque aqui só vão ver bons e grandes jogos! Ok, é mentira, tenho alguns que não lembram ao menino Jesus mas esses serão também desvendados e duramente criticados, à bruta e com força, contra um pinheiro! xD)

Em Português e Grego!
Zoooombies! O que fazer em caso de invasão? Muita coisa. Em primeiro lugar, armas, de preferência que disparem. Em segundo e muito importante, apontar sempre para a cabeça. Se forem zarolhos, apontem primeiro para as pernas, pois segundo a Arte da Guerra por Sun Tzu, impedir a mobilidade do inimigo corresponde a 80% de hipótese de sairmos triunfantes do confronto. Em terceiro, livrem-se dos pesos mortos, aka, pessoas lentas, com medo, lamechas e afins. Ah, e claro, se forem mordidos não percam tempo, headshot. O mesmo se aplica a todos os elementos do vosso grupo de sobreviventes, não poupar ninguém, pois a partir desse "momento" deixaram de ser humanos! Assustados com o que escrevi? Fear not, isto aprendi nos filmes de série Z e claro, com a saga Resident Evil! Obrigado Capcom, obrigado Shinji Mikami! :) Bom, passando a assuntos sérios até porque a internet é um negócio sério, Resident Evil 2 chegou cá a casa em forma de demonstração jogável, antes de ter comprado o original. E se uma veio com a Revista Oficial da PlayStation da época, a outra veio com o Resident Evil - Director's Cut. Quase que acredito que o comprei por causa dessa demonstração. De qualquer modo, este Resident Evil 2 foi-me oferecido, não me lembro é por quem! Família mais chegada sim, mas qual deles? Pai? Mãe? Irmã? Não faço a menor ideia...

1 de janeiro de 2011

Broken Sword - Shadow of the Templars [The Director's Cut]

Mistério... muito mistério.
Desenvolvido por: Revolution Software Ltd.
Publicado por: Ubisoft
Designer: Charles Cecil
Compositor: Barrington Pheloung
Plataforma(s): Nintendo DS, Nintendo Wii, Game Boy Advance, PC, Machintosh, iPod Touch, iPhone e iPad
Lançamento: 21-03-2009 (Europa e penso que no resto do mundo)
Género(s): Point 'n Click, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo com 512 megabit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez apenas. Talvez o volte a jogar um dia destes pois vale a pena.

(Eis o primeiro post de 2011! Um jogo com uma categoria do caraças. A sério, este é mesmo muito bom!)

English e Français... que luxo!
Um género popular no PC sempre foi o Point 'n Click. Isto porque com um rato se consegue fazer tudo num jogo, apenas dando comandos simples através de 2 ou 3 botões, abrangendo toda uma área de acção. Daí que existem inúmeros jogos deste estilo, ora de aventura, ora de estratégia mas todos com esta característica em comum. E Broken Sword é um dos grandes, dentro do género, seja pela sua direcção artística, seja pela história e personagens cativantes. Não tendo oportunidade de jogar o original na época, assim que pude, comprei este Broken Sword: Shadow of the Templars - The Director's Cut, para a Nintendo DS. Custou cerca de 10 euros, já com portes, tendo vindo da Axelmusic.

31 de dezembro de 2010

Ninja Gaiden Sigma

Ryu Hayabusa, ninja de serviço.
Desenvolvido por: Team Ninja
Publicado por: Eidos Interactive
Plataforma: PlayStation 3
Lançamento: 14-06-2007 (JP), 03-07-2007 (EUA), 06-07-2007 (EU)
Genéro(s): Acção, Slash 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Missions (depois de completarem o jogo)
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação opcional no disco rígido, Gravação de progresso no disco (527KB mínimo), Compatível com sensor de movimento do Sixaxis, HD 720p, 1080i e 1080p, Consulta de Rankings Online
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez, em Normal. Este jogo é estupidamente difícil, mesmo nesta dificuldade. Não me estou a queixar, é um facto.

(Última publicação de 2010, para o ano há mais! Quem diz "para o ano" diz, daqui a um dia, dois dias talvez...)

Mais autocolantes feios.
Ninjas, quem é que viveu a juventude na década de 90 pode dizer que não gosta deles? Bem, alguns provavelmente preferem piratas mas os ninjas é que são kickass. Pois bem, crescendo rodeado de ninjas é natural que ainda hoje lhes ache uma certa piada, tal como já referi numa entrada anterior. Como se não bastasse, sempre tive curiosidade em relação à série Ninja Gaiden, que remonta aos tempos da NES e mesmo das arcadas, se bem que o primeiro jogo da saga que tive oportunidade de jogar foi o Ninja Gaiden Shadow (também conhecido por Shadow Warriors na Europa) de Game Boy. Nostalgias à parte, este Ninja Gaiden Sigma chegou às mãos por 30 euros, em segunda mão. É dos poucos jogos que tenho, já usados, mas como estava em perfeito estado e dado que custava 70 novo, nas Fnac's, nem pensei duas vezes. Props para o amigo Mário Mafra que se lembrou do meu gosto por ninjas.

29 de dezembro de 2010

Black

A capa promete.
Desenvolvido por: Criterion Games
Publicado por: Electronic Arts
Motor Gráfico: RenderWare
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox
Lançamento: 24-02-2006 (EU), 28-06-2006 (EUA)
Genéro: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo campanha para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Memory Card 8MB (59KB mínimo), Compatível com Dualshock e apenas Joysticks Analógicos
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o 4 vezes, uma em cada dificuldade. A última é um bocado bater no ceguinho, tem-se munição infinita, apesar dos inimigos serem mais resistentes que metal.

(O final do ano aproxima-se mas o Jogalhões está longe de estar completo. Isto porque ainda faltam N jogos para serem mostrados às internetes aqui pelo je. Muita escrita e fotografia pela frente...)

Entra a matar! É uma ordem!
First Person Shooters, ou FPS, nem sempre tiveram esta designação. No tempo do avôzinho de todos os FPS, Wolfenstein 3D, estes eram conhecidos por "In Your Face" porque basicamente tudo o que acontecia no jogo era literalmente na nossa cara, ou em último caso, batia-nos na cara quando chegava demasiado perto. Isto lembra-me todas as horas perdidas no "filho" do velhinho Wolf3D, famoso em todo o mundo e que dá pelo nome de DooM. E a verdade é que foram bons momentos de acção frenética e que fundam a base do meu gosto por este tipo de jogos que hoje em dia tendem a ser cada vez mais realistas, ou pelo menos, esforçam-se para o ser. Black, é um dos vários FPS que tenho para PlayStation 2 e foi-me oferecido numa época festiva, creio que num Natal, pela minha irmã mais nova. Good girl, good girl!

27 de dezembro de 2010

Starwing

Nome fatela... Starwing.
Desenvolvido por: Nintendo EAD, Argonaut Software
Publicado por: Nintendo
Director: Katsuya Eguchi
Produtor: Shigeru Miyamoto
Desenho de Personagens: Takaya Imamura
Compositor: Hajime Hirasawa
Plataforma: Super Nintendo
Lançamento: 21-02-1993 (JP), 01-03-1993 (EUA), 03-06-1993 (EU)
Género(s): On-Rail Shooter, Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit com chip Super FX
Outros nomes: StarFox (EUA)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes, na época não tinha muito jogo e jogava os mesmos até à exaustão. Descobri tudo, incluindo a rota secreta e bati todas as dificuldades.

(Mais um! Isto agora é sempre a bombar... até acabar a pilha! xD)

Chip Super FX, sente o embrulho!
Espaço, a última fronteira. Não, não sou muito fã de Star Trek, só mesmo do último filme que saiu que está muito bom. Mas claro, gosto de ficção científica, gosto do espaço, das naves espaciais, dos E.T's e essas coisas todas. Quem é que não gosta? Bem, alguém, há-de não gostar mas são parvos, todos! Sem ofensa... ^^ E jogos de naves? São estupidamente viciantes e adoro-os, apesar de, não ter assim muitos. Starwing é um deles, talvez um dos primeiros, em verdadeiro 3D que aterrou na minha colecção, nessa data ainda pequenina mas já orgulhosa. Não me lembro ao certo como chegou mas deve ter sido oferta do pai, ou da mãe, não sei mesmo precisar. Lembro-me que foi barato face aos preços praticados na época, por volta de 5 contos ou assim (quando o preço de venda ao público era tipo 15-17 contos). Um roubo, mas ainda hoje o é, neste país... 69.90€, o novo número do demo.

25 de dezembro de 2010

Parasite Eve

Olha um jogo NTSC-UC!
Desenvolvido por: Square USA
Publicado por: Square (JP), Electronic Arts (EUA)
Director: Takashi Tokita
Produtor: Hironobu Sakaguchi
Desenho de Personagens: Tetsuya Nomura
Compositor: Yoko Shimomura
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network
Lançamento: 29-03-1998 (JP), 09-09-1998 (EUA), 04-11-2010 (JP, PSN)
Género(s): Cinematic RPG, Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: 3xCD-ROM (650MB) (2xCD Jogo, 1xCD Demos)
Funcionalidades: Memory Card (1 bloco por save), Compatível com Controlo Analógico
Estado: Completo
Condição: Quase impecável, alguns riscos no CD de demos
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, sem nunca ter conseguido terminar o Chrysler Building por ser cansativo (e difícil até)

(É Natal! Mas isso não significa que o Jogalhões pare! Isto aqui é sempre a andar, não sei é se aguento a pedalada...)

The Cinematic RPG... true story!
Squaresoft é para muito significado de qualidade, quanto muito não seja, bons jogos e em especial JRPG's (Japanese Role Playing Games). Mas a Square nem sempre faz bons jogos, ultimamente então os seus JRPG's deixam muito a desejar, mas teve a sua época de platina (nem digo ouro) que começou na SNES e se prolongou até à PS2. Títulos como Final Fantasy VI e Chrono Trigger valem ouro e merecem sempre ser mencionados mas foi na PlayStation que se produziu a grande maioria dos RPG's e afins que a tornaram tão popular. Apresento-vos então, um dos melhores jogos de sempre produzidos pela Square e que passou ao lado de muita gente: Parasite Eve. A minha cópia em questão, chegou-me às mãos este ano, mesmo no início por cerca de 30 euros, vinda do eBay, em 2ª mão mas impecável! Só o Squaresoft 1998 Collector's CD é que tem alguns risquinhos mas nada de alarmante. Ah, tudo isto cortesia do prezado Ricardo Mateus, conhecido por dark-vash nas internetes, que me conseguiu esta pérola. Felizmente já o conheço há uns bons anos, desde os tempos do #anime na PTnet e tornou-se um excelente coleccionador de videojogos e afins, bem como uma excelente pessoa para negociar nestas andanças, sempre disponível. Mais uma vez, muito obrigado!

24 de dezembro de 2010

Mortal Kombat II

Logo mítico!
Desenvolvido por: Midway, Probe Entertainment
Publicado por: Acclaim
Designer(s): Ed Boon, John Tobias
Plataforma(s): Game Boy e todas as que se conseguirem lembrar...
Lançamento: 20-01-1992 (EUA), 21-01-1992 (JP), 21-05-1992 (EU)
Género: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo torneio e modo Versus através de Game Link
Media: Cartucho de 2-megabit (Penso eu de que.)
Funcionalidades: Permite ligação através de Game Link para dois jogadores em simultâneo
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes quando era puto. Os jogos de porrada corriam-me nas veias...

(Agora que o blog está bonito, quero tentar ser mais assíduo nas publicações, ainda que sei que não o vou ser. Mas tentar não custa portanto vamos lá ao trabalho!)

Poliglota este MKII...
"Round 1, Fight!" é daquelas frases que se tornaram míticas ao longo dos tempos e que de certo modo são intemporais. E se há um tipo de jogo que não passa de moda são mesmo os jogos de luta, que se tornaram mais bonitos, mais fluidos e de certo modo mais apelativos para certos tipos de audiência que não pegavam neles devido, por vezes, à sua dificuldade ou inaptidão. Mas como eu sou um tipo que cresceu a jogar os que eram difíceis e simples, com os seus gráficos 2D funcionais e sem grandes alaridos é natural que continue a preferi-los assim. Este Mortal Kombat II veio aqui parar através de uma troca qualquer por outro jogo, que não me lembro qual era. Nem sei ao certo quando foi mas lembro-me que estava para aí no 9º ano do secundário...

23 de dezembro de 2010

Super Mario 64

Mario voa, voa.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Produtor(es): Shigeru Miyamoto
Compositor(es): Koji Kondo
Plataforma(s): Nintendo64, iQue Player, Virtual Console
Lançamento: 23-06-1996 (JP), 28-09-1996 (EUA), 01-03-1997 (EU)
Genéro: Plataformas 3D
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 64 Mbit (8MB)
Funcionalidades: Bateria interna permite gravar até 4 jogos
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Joguei-o vezes sem conta até apanhar as 120 estrelas

(Antes de mais nada, desejo-vos um Feliz Natal e um óptimo 2011. Bem, pelo menos que seja melhor que este 2010, que em termos de jogalhões não foi mau mas noutras coisas portou-se abaixo das expectativas. Como diria o Prof. Marcelo "BOM, vamos ao que interessa".)

Milagre... não tem autocolantes!
O ano de 1997 foi um daqueles anos especialmente produtivos no que respeita a esta coisa dos videojogos. A PlayStation dava os seus primeiros passos, o PC estava apinhado de excelentes títulos e a Nintendo, bem, a Nintendo preparava-se para lançar a sua mais recente aposta neste mundo do entretenimento caseiro. Sim, é óbvio que me refiro à Nintendo64 ou N64 se preferirem. Muito se especulou acerca desta máquina antes do seu lançamento e embora tivesse desiludido meio mundo devido à sua arquitectura um pouco rudimentar (continuaram a apostar nos cartuchos quando o CD já estava no auge), a N64 proporcionou bons momentos de jogatana e alguns dos jogos mais memoráveis de que o mundo se lembra. Super Mario 64 é um desses jogos e sem dúvida um dos mais surpreendentes de sempre. O meu vinha a acompanhar a consola, mal esta saiu. Note-se que comprei a dita por 30 contos (isto na altura do escudo), já com um Memory Pak e o jogo. Nesta época só a consola custava 40 contos, só com um comando e sem jogos. Portanto, foi de borla.

22 de dezembro de 2010

Update de Força: Lightbox activo e a funcionar! :D

O estaminé.
Pois é meus amigos! Ainda que hoje não venha adicionar mais nenhum jogo venho comunicar uma novidade: o Jogalhões está agora "equipado" com Lightbox fazendo com que a vossa visualização das imagens seja mais amigável e sem que tenham de abandonar a página.





Fotos de telemóvel sugam bananas.
Já estava na altura de me actualizar e lá meti mãos à obra, andei às voltas com o raio do HTML mas consegui meter as coisas a funcionar devidamente e ficaram com bom aspecto. Podem conferir já com estes dois exemplos. :) Agora hei-de me aventurar mais com isto, como por exemplo, mudar as cores da frame e afins, mas isso fica para segundas núpcias...
Qualquer problema que encontrem, tenham a bondade de relatar através de um comentário para eu poder corrigir.

E brevemente, um joguito para abrilhantar a casa!

29 de novembro de 2010

Eternal Darkness - Sanity's Requiem

Lá dark é...
Desenvolvido por: Silicon Knights
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Denis Dyack
Plataforma: Nintendo Gamecube
Lançamento: 23-06-2002 (EUA), 25-10-2002 (JP), 01-11-2002 (EU)
Genéro(s): Survival Horror, Simulador de sanidade mental(!?)
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Nintendo Optical Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Memory Card (4 Blocos)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Joguei-o quatro vezes, em cada um dos três alinhamentos e mais uma no alinhamento secreto para ver o final completo do jogo.

(Longa demora, já é costume aqui na casa. As fotos ficaram uma caca mas não me apeteceu fazer melhor.)


Autocolantes... grr!
Sempre tive um carinho especial pelo terror, seja ele psicológico ou brutalmente físico. Pouco me importa se tem muito sangue ou pouco, gosto é do efeito surpresa e em particular do factor medo/susto. O problema é que hoje em dia são poucos os filmes e os jogos que conseguem verdadeiramente surtir o efeito desejado. Mas há excepções, felizmente. Este Eternal Darkness é uma dessas excepções e sem dúvida um dos meus jogos de terror favoritos de todos os tempos. A história deste jogo comigo resume-se à fase em que comprei a Gamecube e andava numa shopping spree devido ao preço dos jogos se situar entre os 9.90€ e os 35€. Foram bons tempos... Ah, este joguito ficou-me por 25€ se bem me lembro e foi adquirido no miau.pt, a um individuo qualquer.

27 de setembro de 2010

Metal Gear Solid - Digital Graphic Novel


Excelente artwork, como sempre.
Desenvolvido por: Kojima Productions
Publicado por: Konami, IDW Publishing (Banda Desenhada)
Director: Satoshi Hirayae
Produtor(es): Hideo Kojima, Noriaki Okamura
Argumentistas: Hideo Kojima (Original), Kris Oprisko
Compositores: Waichiro Ozaki
Artwork: Ashley Wood
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 13-06-2006 (EUA), 21-10-2006 (JP), 22-10-2006 (EU)
Género: Banda Desenhada Interactiva
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.8GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso, marcação de páginas já lidas, no Memory Stick
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez por motivos óbvios. Podia ter lido tudo mais umas tantas vezes para obter todas as memórias mas não me apeteceu e sempre posso fazê-lo daqui a 20 anos.

(Férias longas, muita praia e pouco tempo para escrever. Sinceramente, até houve tempo mas para escrever, é preciso jogar!)

Zee back cover.
Espionagem sempre foi um tema que me suscitou curiosidade. Conseguir informação sem ser detectado é possivelmente um dom que a maioria das pessoas não tem e a forma como esse dom é posto em prática, a meu ver, é uma arte. E se antigamente só víamos isto em filmes de Hollywood, a dada altura da história da humanidade, alguém com um grande génio e uma imaginação ainda maior, conseguiu a proeza de transpor isso para os videojogos, numa época onde estes começavam a estagnar com a abundância de títulos praticamente iguais dentro do popular género dos shoot 'em up. Esse alguém foi nada mais que Hideo Kojima, o cérebro por trás de toda a saga Metal Gear. Colocando a história um pouco de lado, perguntam vocês que lêem o que aqui escrevo, porque raio comprei este "jogo". Ora a resposta é simples, é Metal Gear, é uma abordagem diferente ao mundo dos videojogos (e à história da saga) e custou uns míseros 7 euros (já com portes), na DVD.co.uk, em Fevereiro de 2010.

24 de julho de 2010

The Legend Of Zelda - Twilight Princess

Capinha douradinha.
Desenvolvido por: Nintendo EAD 
Publicado por: Nintendo
Director(es): Eiji Aonuma
Produtor(es): Shigeru Miyamoto
Argumentistas: Eiji Aonuma, Mitsuhiro Takano, Aya Kyogoku, Takayuki Ikkaku
Compositores: Toru Minegishi, Asuka Ōta, Koji Kondo
Motor de jogo: Versão modificada do motor de TloZ: Wind Waker
Plataforma: Nintendo Wii, Nintendo GameCube
Lançamento: Versão Wii - 19-11-2006 (EUA), 02-12-2006 (JP), 08-12-2006 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso na memória interna da Wii
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez, sem ter apanhado todos os bocados dos corações (faltou completar um) e sem ter caçado todos os Poe's (a recompensa não justifica o desperdício de tempo).

(Mais cedo do que previa, eis mais um jogalhão quentinho directamente do forno. Contudo o calor aperta e a praia é mais forte do que eu...)

Em Português mas só aqui.
É impossível que uma pessoa que goste de videojogos não conheça o nome Zelda, mesmo que durante os anos 90 fosse fanático da Sega e desprezasse tudo quanto viesse da Nintendo. É daqueles nomes que mesmo o mais leigo na matéria em questão facilmente consegue associar a um jogo que viu ou até mesmo jogou naquela consola da Nintendo que era enorme e parecia uma caixa. A verdade é que ao fim de tantos anos, esse mesmo nome continua a estar associado a uma série de sucesso (ainda que com alguns jogos de qualidade inferior) e irá continuar a dar frutos por muitos mais anos. A história deste Twilight Princess comigo, começou ainda no final de vida da GameCube, visto ter andado louco à procura do jogo. Só o achei na net como seria de calcular mas quase sempre esgotado. A dada altura encontrei-o na Game.co.uk e nem pensei duas vezes. Azar dos azares, esgotou, entretanto passou um mês e o MBnet expirou. Escusado será dizer que desisti dessa versão pois o destino assim o queria. A versão Wii só me chegou às mãos este ano, lá por meados de Abril se bem me lembro e mesmo assim ainda paguei 25€. Não me posso queixar muito pois o jogo nunca baixou de preço desde o lançamento e os vales Fnac deram uma ajudinha ao preço feio (quase 50€) lá marcado...

20 de julho de 2010

Tenchu - Shadow Assassins

Rikimaru badass!
Desenvolvido por: Acquire 
Publicado por: From Software (Japão), Ubisoft (EUA e Europa)
Motor de jogo: GameBryo
Plataforma(s): Nintendo Wii, PlayStation Portable
Lançamento: 21-10-2008 (JP), 03-02-2009 (EUA), 03-04-2009 (EU)
Genéro: Stealth Action
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Assignments para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Um save slot na memória da Wii, Compatível com o modo HDTV
Outros nomes: Tenchu 4 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez, repeti alguns níveis para completar o mapa a 100% e ver o final completo (que são apenas 50 segundos de puro cliffhanger...)

(Longa ausência mas quem é vivo sempre aparece! Derivado a vários factores de ordem pessoal, não tive ainda oportunidade/tempo para actualizar aqui o sítio mas agora vou ver se trago pelo menos mais dois jogos para adicionar a curto prazo, visto ter terminado os mesmos à relativamente pouco tempo.)

Ninja slice! Ninja kill!
Ninjas, ninjas, ninjas! Tiveram o seu auge no final dos anos 80 e um pouco pelos anos 90 fora, dando azo a todo o tipo de aventuras e conspirações que se possam imaginar. Misteriosos, audazes e sempre muito mortíferos, pudemos vê-los um pouco por toda a parte, desde filmes, a séries e claro passando pelos videojogos. Quem não se lembra de clássicos como Shinobi, Last Ninja e Ninja Gaiden? Talvez não tenham sido os primeiros mas foram certamente os que mais marcaram e ainda hoje se ouve falar deles bem como alguns ainda têm destaque neste panorama das HD's. Mas com a passagem para o 3D e um pouco antes disso, surgiu um novo concorrente na ribalta: Tenchu. Este prometia ser o verdadeiro jogo de ninjas onde tínhamos de actuar como um, ou seja, fazer fosse o que fosse sem ser visto (um pouco como a saga Metal Gear). E de facto resultou, dando origem a uma saga de bons jogos com alguns menos bons. Tenchu - Shadow Assassins encontra-se no limbo. Quero com isto dizer, que nem é bom, nem é mau. A minha cópia em questão, veio algures do Reino Unido, não me recordo se da DVD.co.uk, se da Zavvi, ou mesmo da GAME. Foi duma dessas, por 16 euros.

16 de fevereiro de 2010

Ghost In The Shell - Stand Alone Complex


Motoko em alta!
Desenvolvido por: Cavia 
Publicado por: Bandai
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 04-03-2004 (JP), 08-11-2004 (EUA), 06-05-2005 (EU)
Genéro: Shooter 3D
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para quatro jogadores com Multitap
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Memory Card 8MB (70KB mínimo), Compatível com Dualshock e apenas Joysticks Analógicos
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o pelo menos três vezes para apanhar os itens escondidos e repeti um dos níveis indefinidamente para desbloquear todas as dificuldades de jogo

(Uma ausência menor mas mesmo assim mais longa do que o esperado. Contudo aqui estou a debitar mais umas linhas e ainda falta comentar um porradão de jogos, alguns deles bem bons e merecedores de atenção. A seu tempo, a seu tempo...)

Sleeve em cartão.
Facto: videojogos e anime estão intrinsecamente ligados. Verdade absolutamente irrefutável? De certo modo. Eu diria mesmo, parafraseando um individuo qualquer que me disse isto há uns anos atrás, "os videojogos são o futebol dos fãs de anime". E se eu sou fã, ainda que num nível menor do que era há uns 5 anos atrás, os jogos são o meu "futebol". Agora, outro facto curioso é que, grande maioria dos jogos que se baseiam em séries/filmes de anime são uma grandessíssima bodega (isto para não usar a palavra que começa por M, tem ERD no meio e acaba em A. Contudo, alguns safam-se e marcam pontos neste patamar, que é o caso deste Ghost In The Shell - Stand Alone Complex. Ah, palavreados aparte, a minha cópia veio directamente da Fnac do Almada Fórum, por uns míseros 9.90€ com direito a sleeve de cartão e tudo!