15 de fevereiro de 2011

DooM

Apesar de ser Platinum, esta capa é kickass!
Desenvolvido por: ID Software
Publicado por: Williams Entertainment
Director: Tom Hall
Designer(s): Sandy Petersen, John Romero, Shawn Green
Programador(es): John Carmack, Mike Abrash, John Romero, Dave Taylor
Artista(s): Adrian Carmack, Kevin Cloud
Compositor(es): Aubrey Hodges (PlayStation), Bobby Prince (PC)
Motor gráfico: id Tech 1 (PC), versão modificada do motor gráfico usado na Jaguar (PlayStation)
Plataforma(s): PlayStation, PC, Sega Saturn, SNES, Atari Jaguar, Sega 32X e todas as que se conseguirem lembrar
Lançamento: 16-11-1995 (EUA), Algures em 1995 (EU), 16-04-1996 (JP)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Co-Op e Deatmatch para 2 jogadores via Link Cable, duas consolas e dois exemplares do jogo
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Progressão guardada através de passwords, Compatível com Link Cable
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, é DOOM! :D

(Clássicos, quem não os adora? É impossível viver sem eles e ainda hoje dão gosto jogar novamente. Alguns, nem todos.)

Sábias palavras...
Em 1993 o panorama "videojoguistico" foi abanado fortemente pela chegada de um jogo. Esse jogo chamava-se simplesmente DooM e foi um êxito estrondoso no PC, pelas mais diversas razões. Por um lado, era um dos primeiros jogos na primeira pessoa a alcançar tal sucesso e por outro gerou imensa polémica e controvérsia pelos temas que abordava tais como violência desenfreada e satanismo. Claro que isto eram apenas pontos para os mais puritanos agarrarem e fazerem escabeche para ver se alguém lhes dava atenção. Por todos estes motivos DooM rapidamente ganhou um lugar cativo entre os clássicos que tanto contribuíram para o avanço da indústria, da tecnologia e até mesmo de mentalidades. Digo isto porque de certo modo ajudou a estabelecer uma linha entre realidade e ficção nos videojogos. Ninguém no seu perfeito juízo vai sair para a rua de moto-serra na mão a cortar tudo o que se interpele no seu caminho. E como clássico que é viu-se convertido e publicado em diversas plataformas, sendo uma delas a PlayStation, que segundo o criador da série, John Romero, acolheu uma das melhores versões do jogo. Ora bem, esta versão aterrou na minha colecção em 1996, creio e foi comprada numa loja que já não existe, no Centro Comercial Renovação, em Almada. Se a memória não me falha, custou 5.990$, preço normal para uma edição Platinum naquela época.

14 de fevereiro de 2011

Assassin's Creed II [White Edition]

Ezio estiloso...
Desenvolvido por: Ubisoft Montreal
Publicado por: Ubisoft
Director: Patrice Désilets (Director Critivo)
Produtor(es): Sébastien Puel (producer), Jade Raymond (executive producer)
Argumentista(s): Corey May, Joshua Rubin, Jeffrey Yohalem
Compositor: Jesper Kyd
Motor Gráfico: Anvil
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, Mac
Lançamento: 17-11-2009 (EUA), 19-11-2009 (EU, AUS)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação de 2GB (mínimo) no disco rígido, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC de dois episódios adicionais (opcional) e localizações extra (opcional), Conectividade com Assassin's Creed - Bloodlines (PSP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma única vez, não me puxou para uma segunda ronda até porque fiz tudo e apanhei os troféus todos de uma assentada.

(Se porventura apanharem algum erro ou inconsistência na escrita, não se acanhem e façam favor de relatar. É que não sou muito dado a rever textos, aliás, detesto reler o que escrevi pois acabo sempre por mudar coisas que estão óptimas para algo menos bom.)

Not for resale... oh really?!
Se existe coisa que hoje em dia aprecio num bom jogo, para além do óbvio, é o cuidado que dão às edições que lançam. Por um lado é bom, por outro é mau. É bom porque se existirem 3 edições: uma normal, uma especial e uma super, hiper, mega, especial de coleccionador, o consumidor pode optar por qual se adequa mais à sua necessidade. Por outro é mau pois uma edição normal, é mais barata mas não traz o que as outras trazem. Às vezes nem compensa comprar as edições mais caras pelos extras mas também já se dá o caso da edição "do meio" custar o mesmo que a normal e trazer algo a mais. Assim compensa. Contudo o que considero pior ainda é que vamos atrás deste marketing mas descuramos o que realmente importa, o jogo em si! Antigamente isto não acontecia pois edições especiais e afins eram como água no deserto, uma miragem. E a mentalidade era outra também. Enfim, esta conversa toda só se prende com o jogo de hoje, que é uma edição "do meio" e compensou pelos extras. Entrou na colecção no dia 11-12-2009 e foi adquirida no Jumbo do Almada Fórum por 79.99€. Para além do jogo traz um estatueta em PVC da personagem principal, Ezio Auditore da Firenze com cerca de 18cm e um código para DLC de uma localização extra. Lá está, compensou a diferença abismal de preço em relação às outras.

13 de fevereiro de 2011

Devil May Cry

Platinum... nhec!
Desenvolvido por: Team Little Devils
Publicado por: Capcom
Director: Hideki Kamiya
Produtor: Hiroyuki Kobayashi
Artista(s): Yasuko Shimoda, Makoto Tsuchibayashi, Yoshinori Matsushita
Argumentista(s): Hideki Kamiya, Noboru Sugimura
Compositor(es): Masami Ueda, Masato Kohda, Misao Senbongi
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 23-08-2001 (JP), 17-10-2001 (EUA), 07-12-2001 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (420KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o algumas quatro vezes em todas as dificuldades.

(Acabado o Dead Space 2, a fome continua. Soube-me a pouco e é o mal dos jogos hoje em dia. Duram muito pouco tempo e deixam-nos pior do que estávamos... xD)

Autocolantes manhosos.
Shinji Mikami. Para muitos, um perfeito desconhecido, para outros uma lenda no mundo dos videojogos e partido do principio que alguns leitores não sabem quem é este senhor, vou proceder a uma pequena e elucidativa introdução. Shinji Mikami é a mente genial por detrás da série Resident Evil. Sim, foi ele que criou um mundo cheio de zombies neste meio de entretenimento digital, muito por força da sua admiração pelos filmes de George Romero. Antes disso trabalhou em jogos como Goof Troop, na SNES que nada têm de assustador ou violento. Em 1999, considerando o fardo que Resident Evil era, Mikami tentou levar a coisa por novos caminhos e pediu a Hideki Kamiya para criar um novo jogo dentro da saga. Esta foi provavelmente a primeira encarnação de Resident Evil 4 mas dado o rumo que estava a levar, originou um projecto novo e consequentemente uma saga nova. Uma vez mais, não sei como este jogo chegou até à minha colecção. Creio que me foi oferecido mas não tenho a certeza. A única coisa que sei é que foi em 2002, pela data do selo do IGAC... xD

12 de fevereiro de 2011

Blast Corps

Com esta capa, promete!
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Produtor(es): Mike Fukuda, Kenji Miki
Designer(s): Martin Wakeley, Chris Stamper
Argumentista: Leigh Loveday
Compositor: Graeme Norgate
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 28-02-1997 (EUA), 01-09-1997 (EU)
Género: Acção, Condução, Corridas, Puzzle, Demolição (?)
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: 3 Slots para gravação de progresso, Compatível com Controller Pak
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes, com tudo em platina.

(Próximo jogo a adquirir, Killzone 3. Está decidido! Isto não tem mesmo fim...)

Não comento este autocolante...
Em 1997, a PlayStation e a Sega Saturn estavam em alta, com os seus jogos 3D e som com qualidade de CD pois o suporte era CD-ROM enquanto a Nintendo 64 tentava arranjar o seu espacinho no meio destes dois gigantes. Ainda que tivessem tido a triste ideia de continuar a recorrer ao armazenamento de dados em cartuchos, cujo custo de produção era estupidamente abusado quando comparado ao custo de um CD, a Nintendo conseguiu prosperar dada a sua experiência dentro deste mercado. Muitos torciam o nariz ao formato mas a verdade é que os jogos conseguiam oferecer tanta ou mais qualidade quanto um jogo da concorrência em CD. E a verdade é que os 64-bit da Nintendo trouxeram-nos grandes surpresas em termos de jogos, alguns sendo sequelas de outros mais antigos mas também uma mão cheia de títulos novos e sobretudo originais, nunca antes vistos em consola alguma. O jogo que apresento aqui hoje é prova disso. Este chegou à minha colecção em 1997, não faço ideia em que mês foi mas sei que custou cerca de 6 mil escudos (na loja custava 12 mil) e foi resultado de uns negócios com o meu contacto na Concentra. Ou seja, arranjei vários compradores para N64's e automaticamente os jogos custavam-me metade. Belos tempos, bem que precisava de algo assim agora para a PS3.

11 de fevereiro de 2011

Dirt Racer

Nunca se deixem levar pela capa de um jogo.
Desenvolvido por: MotiveTime, Ltd.
Publicado por: Elite Systems Ltd.
Produtor: Steve Wilcox
Designer(s): Adam Batham, Chris Nash
Compositor: Tony Williams
Plataforma: Super Nintendo
Lançamento: Algures em 1994 (EU)
Género(s): Condução, Corridas
Modos de jogo: Modo Liga e Campeonato para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit com chip Super FX-2
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Nunca o acabei, por diversos motivos, sendo que um deles é a jogabilidade imprevisível, frustrante e mais N adjectivos pejorativos.

(Existem jogos que nos vêm parar à colecção por acaso e nem sequer tínhamos intenção de os ter. Este é um deles. Existem também jogos frustrantes e mal concebidos. Depois existe Dirt Racer.)

O que ali está escrito é mentira!
Numa grande colecção de videojogos é de se esperar ver grande títulos, coisas como Super Mario, The Legend of Zelda, Castlevania, Sonic, Resident Evil, Final Fantasy e uma panóplia de outros nomes sonantes. Claro que nem todos podem ser bons e de vez em quando, no meio de tantas estrelas, encontramos um meteorito muito pouco flamejante. A explicação de termos tal na nossa colecção deve-se a um de vários factores: éramos putos, não havia internet e os únicos meios de informação credíveis eram os amigos (que podiam mentir ou ter gostos diametralmente opostos aos nossos) e as revistas da especialidade (que na sua grande maioria até eram bastante credíveis); alguém na nossa família queria fazer um brilharete perante a nossa pessoa e decidia oferecer-nos um jogo para a nossa consola favorita sem no entanto nos consultar primeiro; e finalmente, o jogo veio cá parar não se sabe bem porquê, talvez emprestado ou algo parecido. Neste caso, foi o segundo factor: familiar, neste caso um tio, trouxe-me o jogo do Reino Unido (até porque este só saiu lá). O mais engraçado é que me perguntou que jogo eu queria, ao que eu fiz uma lista de 5 jogos, entre os quais se encontravam Mortal Kombat II e Secret of Mana, ambos para SNES. Nenhum destes chegou a conhecer-me, sem ser por empréstimo de amigos...

10 de fevereiro de 2011

Super Mario Bros.

Quando não há caixa, faz-se uma!
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Shigeru Miyamoto, Takashi Tezuka
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Family Computer Disk System, Super Famicom/Super Nintendo Entertainment System, Game Boy Color, Game Boy Advance, Virtual Console
Lançamento: 13-09-1985 (JP), 17-11-1985 (EUA), 15-05-1987 (EU)
Género: Plataformas 2D
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 3-megabit
Estado: Completo
Condição: Bom, o manual sofreu "alterações"
Viciómetro: Acabei-o tantas vezes que nem consigo calcular um número preciso.

(Clássicos nunca morrem. E para comprovar isso mesmo, o jogo de hoje é a prova viva e funcional!)

Info pertinente.
Super Mario, para muitos é sinónimo de um jogador de futebol que foi grande mas agora ninguém sabe por onde anda mas para milhões é sinónimo de jogos, divertimento e acima de tudo, uma personagem icónica que caracteriza toda uma geração. E a verdade é que ninguém adivinhava que um pequeno e rechonchudo canalizador de origem italiana, residente em Brooklyn, saído da imaginação infinita de um japonês cheio de sonhos, se tornasse no sucesso que é hoje e provavelmente continuará a ser muito muitas e largas décadas. Tal como já referi aqui anteriormente, este jogo faz parte de uma colectânea que acompanhava a Nintendo Super Set e portanto, não tem uma caixa de cartão própria. Chegou à colecção na década de 90.

9 de fevereiro de 2011

Donkey Kong Land 2

Macacos a nadar...
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Designer: Lee Schuneman
Compositor: Grant Kirkhope
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 01-09-1996 (EUA), 23-11-1996 (JP), Algures em 1997 (EU)
Género: Plataformas 2D
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 4 megabit
Funcionalidades: 3 Slots para gravação de progresso, Compatível com o adaptador Super Game Boy, para funcionar na Super Nintendo
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Finalmente Dead Space 2 Limited Edition in the house! :D Vamos lá ver quanto tempo dura. O que vale é que depois tenho o Dead Space Extraction para jogar, mas não tenho Move...-_-)

De autocolantes a papéis colados!
Nintendo. É um nome que vem sempre à baila quando se fala de jogos, isto porque, quase todo o ser humano jogou alguma coisa numa das N consolas da Nintendo. Digo quase, pois muitos não têm acesso a este tipo de coisas logo não podia incluir todos no mesmo saco. Ainda assim, é raro achar alguém dentro da minha faixa etária que não tenha tido contacto com uma NES ou um Game Boy e não tenha pelo menos jogado um jogo qualquer do Super Mario. Ou até mesmo do Donkey Kong, visto vários terem sido lançados ao longo destes anos todos. E isto remete-nos para o jogo que hoje que, uma vez mais, chegou à minha colecção pela mão de outra pessoa, mais concretamente a minha irmã mais nova, que o comprou algures em 1997 para o jogar no seu Game Boy Pocket. Rapidamente perdeu o interesse e eu recolhi as amostras em perfeitas condições de utilização... :)

8 de fevereiro de 2011

Dino Crisis 2

Que grande bocarra!
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom (JP/EUA), Virgin Interactive (EU)
Director: Shu Takumi
Produtor: Hiroyuki Kobayashi
Artista: Kazunori Tazaki
Argumentista(s): Noboru Sugimura, Yosuke Hirano, Kishiko Miyagi
Compositor(es): Sayaka Fujita, Makoto Tomozawa
Plataforma(s): PlayStation, PC
Lançamento: 13-09-2000 (JP), 29-09-2000 (EUA), 24-11-2000 (EU)
Género(s): Survival Horror, Acção
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Memory Card (1 bloco por save), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com função de vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, é excelente.

(Need new games! A verdade é essa. Daí esta minha demanda não ter fim assinalado...)

Mais uma em bom Português.
Saga. Uma palavra que aparece muito aqui neste espaço e que faz todo o sentido pois grande parte destes jogos fazem parte de uma. Hoje em dia, grande parte dos jogos que vemos no mercado, têm um 4 ou um 5 à frente do nome, ou por vezes, um subtítulo a reforçar o nome original. Automaticamente sabemos que fazem parte de uma saga, sendo sequelas ou prequelas, e provavelmente não se irão ficar por aí pois se vende, faz dinheiro e as empresas querem sempre mais. Mas nem todas as sagas se prolongam como deviam, ou em última análise, como nós jogadores desejávamos. O jogo de hoje é prova viva disso. Este jogo em questão chegou-me à colecção por volta de 2001, não sei bem em que circunstâncias, infelizmente. Poderá ter sido comprado ou na volta alguém me ofereceu o dito no meu aniversário. Sinceramente, não faço a menor ideia.
 

7 de fevereiro de 2011

Castlevania - Curse of Darkness

Hector em grande estilo.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Takashi Takeda
Produtor: Koji Igarashi
Artista: Ayami Kojima
Argumentista: Koji Igarashi
Compositor(es): Michiru Yamane, Yuka Watanabe
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox
Lançamento: 05-11-2005 (EUA), 24-11-2005 (JP), 17-02-2006 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (480KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Outros nomes: (悪魔城ドラキュラ 闇の呪印 ou Akumajō Dorakyura: Yami no Juin)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, há pouco tempo.

(Lembrem-se sempre, se conduzirem não bebam! Aliás, se conseguirem, nunca bebam, mantenham-se só a aguinha e suminhos. Ok, e refrigerantes, com moderação...)

A vingança é uma *pi*.
Vampiros. Este blog está cheio deles, pelo menos em alguns dos jogos já analisados portanto as introduções não são de todo necessárias. Já sabem que são maus, mordem os pescoços das pessoas e adoram sangue. Por outro lado não podem ver a luz do dia e são alérgicos a coisas como água benta, alho e fogem da cruz, tal como o diabo. Mas... então porque raio é que os tipos do Twilight são vampiros se não têm quase nenhuma destas características? Pois, não sei, talvez porque a autora assim o entendeu e deve pensar que os vampiros agora são como uma raça de cão, há várias, cada qual com as suas características mas no fundo são todos canídeos. Isto não tem nada a ver com o que aqui costumo escrever, é um facto mas como o jogo é com vampiros, lá no fundo, bem no fundo faz todo o sentido. Este jogo entrou na colecção em 2010, no mês de Setembro, não sei precisar o dia. Foi um achado, pelo meu amigo João Salema que o encontrou novo e selado no eBay, por cerca de 30 euros. Boa pescaria... :D

6 de fevereiro de 2011

God of War - Ghost of Sparta

O maior espartano de sempre.
Desenvolvido por: Ready at Dawn Studios, SCE Santa Monica Studio
Publicado por: Sony Computer Entertainment, Capcom (JP)
Director: Dana Jan
Artista: Nathan Phail-Liff (Director Artístico)
Programador: Derek Mulder (Programador), Adam Byrne (Animador)
Argumentista(s): Cory Barlog, Dana Jan, Ru Weerasuriya
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 04-03-2008 (EUA), 28-03-2008 (EU), 27-04-2008 (AUS)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.8GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (128KB mínimo)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas ainda não desbloqueei os extras todos.

(Este ano promete em termos de jogos. E a lista de compras já se começa a estender para mal da minha carteira...)

O que ali está escrito tem lógica.
Há relativamente pouco tempo falei aqui de mitologia grega e afins, visto ter mostrado ao mundo o jogo que antecedeu este que aqui venho apresentar hoje. Por essa mesma razão não vou estar a repetir tudo de novo, até porque não é interessante e provavelmente nem sequer lêem, passando logo o texto à frente até chegar à parte que realmente interessa. Podia preencher este pequeno espaço introdutório com screenshots do jogo em questão mas para isso usem o Google e pesquisem pois eu já tenho trabalho de sobra em escrever, textos, tirar fotos, criar imagens para o título do blog e jogar esta tralha toda! Ok, jogar não conta como trabalho, check. Bom, de qualquer forma, o jogo que segue chegou à minha colecção algures em Novembro de 2010, visto ter sido adquirido na Zavvi, no dia 8 do mesmo mês, por cerca de 16 euros, com £5 de desconto, que ganhei num passatempo no Facebook. Oh, lucky ol' me... :D

5 de fevereiro de 2011

Assassin's Creed

O nosso assassino de serviço.
Desenvolvido por: Ubisoft Montreal
Publicado por: Ubisoft
Designer(s): Patrice Desilets (Director Criativo), Jade Raymond (Produtora)
Argumentista: Corey May
Compositor: Jesper Kyd
Motor Gráfico: Anvil (Scimitar)
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 14-11-2007 (EUA, EU), 21-11-2007 (AUS)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação de 1.3GB (mínimo) no disco rígido, Suporte HD 720p
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma única vez e chegou. É demasiado aborrecido.

(O calendário está a ser cumprido à risca e só por isso já é motivo de orgulho. Provavelmente lá para Agosto isto estará em dia o que significa uma ligeira mudança de conteúdos nas publicações. Novidades a longo prazo.)

Esta levou com flashada, sorry.
É certo que muitos dos jogos que jogamos hoje em dia, e mesmo aqueles que jogámos há quase 20 anos, são baseados em lendas, mitologias e até mesmo factos reais. Ainda que não sejam de todo fiéis à fonte original, o núcleo está lá e isso é o suficiente para a história ter pernas para andar. Muitas pessoas acham piada ao facto de existirem semelhanças com determinado tema ou acontecimento, outras acham os mesmos estão de tal maneira deturpados que os consideram quase ofensivos. Mas esquecem-se do essencial: são jogos. Não pretendem ser reproduções fiéis mas sim algo "baseado em". E isto remete-nos para o jogo de hoje, que tem como palco de fundo as Cruzadas na Terra Santa e a guerra acesa entre Templários e os elusivos Hashshashin. Chegou à minha colecção a 05-11-2008, pelo módica quantia de 29.90€, tendo sido adquirido na Fnac do Almada Fórum. Online teria sido mais barato... idiota. xD

4 de fevereiro de 2011

Dead or Alive

Mais uma capa foleira.
Desenvolvido por: Team Ninja
Publicado por: Tecmo
Designer: Tomonobu Itagaki
Plataforma(s): PlayStation, Sega Saturn, Arcade
Lançamento: 12-03-1998 (JP), 31-03-1998 (EUA), Julho de 1998 (EU)
Género: 3D Fighting
Modos de jogo: Modos para um jogador - Arcade, Time Attack, Kumite, Survival e Training; Modos para dois jogadores - Vs. e Tournament
Media: CD-ROM (650MB)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Funcionalidades: Memory Card (1 Bloco), Compatível com função de vibração
Viciómetro: Acabei-o vezes sem conta.

(E o meu Dead Space 2 nunca mais chega... need new games! Até lá vou rejogando o que já joguei.)

Atrás tem melhor aspecto.
Pancadaria. Não tem muita piada levar mas tem imensa piada dar. Daí que não há nada melhor do que um bom jogo de pancadaria para descarregar o stress, isto se não preferirem fazê-lo num ginásio ou mesmo num saco de boxe. Embora a violência nada resolva, é um bom apaziguador e em certos casos resulta. Mas indo ao cerne da questão, que neste caso é o jogo que aqui venho expor, este mesmo entrou na minha colecção algures no século XX, desta vez pela minha mão. Agora, onde o comprei e quanto me custou é que não faço a menor das ideias.

3 de fevereiro de 2011

Cybernator

Robots gigantes, impossível não se gostar.
Desenvolvido por: NCS Corp
Publicado por: Konami (EUA/EU), Masaya (JP)
Compositor: Masanao Akahori
Plataforma(s): Super Nintendo, PlayStation 2, Virtual Console
Lançamento: 18-12-1992 (JP), ? 1993 (EU), 04-04-1993 (EUA)
Género(s): Acção, Plataformas, Shoot 'em up, Run 'n Gun
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16 megabit
Outros nomes: Assault Suits Valken (重装機兵ヴァルケン "Jūsō Kihei Varuken") (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes, vi os dois finais.

(Depois deste jogo, seguir-se-á uma jornada de PlayStation. Isto tudo porque os jogos estão todos organizados numa lista de entrada do blog.)

Mais um com direito a autocolante.
Mecha. Muitos não sabem o que esta palavra significa, mas outros tantos conhecem bem o seu significado. E elucidando os que não sabem, Mecha é uma abreviatura que designa robots gigantes, normalmente pilotados por um ser humano com capacidades para tal. Estes robots, como não poderia deixar de ser, são sempre fortemente armados e equipados para combate sendo que são o futuro de qualquer exército deste planeta. Quem inventou tudo isto? Bem, historicamente podemos voltar a 1880, onde Júlio Verne nos apresentou um elefante mecânico movido a vapor em La Maison à vapeur. Mais tarde, H. G. Wells introduziu os Tripods em The War of the Worlds. E ainda, em 1959, Robert A. Heinlein idealizou o conceito de soldados equipados com exoesqueletos mecânicos armados, em Starship Troopers. Mas posso afirmar com certeza, que foram os Japoneses que popularizaram o termo. Esta introdução toda é só pelo facto de que o jogo que se segue tem mechas para dar e vender. Entrou na minha colecção por volta de 1994, se não me falha a memória e foi o meu pai que me ofereceu. Não porque eu fazia anos ou algo do género mas só porque lhe apeteceu. x)

2 de fevereiro de 2011

Geist

Fantasmas...
Desenvolvido por: n-Space, Inc.
Publicado por: Nintendo
Plataforma: Nintendo GameCube
Lançamento: 15-08-2005 (EUA), 07-10-2005 (EU), 03-11-2005 (AUS)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multiplayer local até 4 jogadores
Media: Nintendo Optical Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Memory Card (2 Blocos), Suporta apenas o modo PAL 60Hz
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes e o multiplayer deu para muitas horas em frente à televisão com o pessoal.

(Mais um jogo nas Nintendo's mas em breve as Sony's voltam à carga. Sim, porque o que aqui não falta são jogos para as PlayStation's...)

Autocolante bonito... -_-
Assombrações. Algo não muito comum mas que, segundo dizem os especialistas, existe. Já alguma vez foram assombrados? Não é muito provável. Já assombraram? Certamente que sim. Perguntam agora: "mas que raio de conversa é esta?" e eu explico. O jogo de hoje tem fantasmas! Ou melhor, somos um fantasma e podemos assombrar os outros. Mas o giro disto tudo é que é um FPS! Já vamos entrar em pormenores mas antes de tudo, este jogo entrou na colecção a 12-06-2006, precisamente às 15:25 e foi comprado na Fnac do Almada Fórum, por 19.90€, com oferta de uma mala oficial da Nintendo para levar a GameCube para todo o lado. Como é que é possível saber informação tão detalhada? Está no talão que guardei dentro da caixa.

1 de fevereiro de 2011

Castlevania - Dawn of Sorrow

Que capa mais foleira...
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Satoshi Kushibuchi
Produtor: Koji Igarashi
Argumenstista: Koji Igarashi
Compositor(es): Masahiko Kimura, Michiru Yamane
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 25-08-2005 (JP), 30-09-2005 (EU), 04-10-2005 (EUA)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo com 512 megabit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso, Wireless DS Multi-Card Play
Outros nomes: Akumajō Dracula: Sougetsu no Jūjika (悪魔城ドラキュラ 蒼月の十字架 que se traduz em "Devil's Castle Dracula: Cross of the Blue Moon")
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes mas possivelmente jogá-lo-ei futuramente.

(Após algumas tentativas, cerca de 14 logos apareceram, cada qual com a sua inspiração. Quer isto dizer, mudar de aspecto todos os meses.)

Não é a edição mais bonita mas serve.
Vampiros. Já escrevi acerca deles recentemente, nem sei quantas vezes mas o certo é que jogos com os ditos, aqui não faltam. E mesmo não sendo um grande fã desse tipo de gente, é um facto comprovado que gosto de jogos onde hajam essas criaturas e de preferência que dê para lhes fazer a folha. Se puder jogar com vampiros, também não me importo nada, como é de calcular. Mas o que realmente interessa é saber a história deste jogo que se resume a uma compra na Axelmusic, uma loja online cheia de coisas boas, onde custou 16.25€ e deve ter chegado por volta de Agosto de 2007, não sabendo porém precisar o dia.

31 de janeiro de 2011

GoldenEye 007 [Limited Edition]

The name's Craig... Daniel Craig!
Desenvolvido por: Eurocom
Publicado por: Activision
Argumentista: Bruce Feirstein
Compositor(es): David Arnold, Kevin Kiner
Motor Gráfico: Enhanced IW Engine
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 02-11-2010 (EUA), 05-11-2010 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer local (2-4 jogadores) e online (2-8 jogadores)
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii, Suporta os modos 50Hz/60Hz, Compatível com EDTV/HDTV, Suporta o Classic Controller (Normal e Pro), Wii Remote + Nunchuk, GameCube Controller e Wii Zapper.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o só uma vez ainda. Talvez o tente passar novamente de futuro pois não achei muita piada ao último nível.

(Perco-me por edições especiais, é um facto mais do que comprovado. Se fosse rico comprava-as todas mesmo que só tivessem uma folha diferente no manual de instruções.)

Não creio que aquilo seja verdade.
Remake. Um palavrão que há uns bons anos atrás nada nos dizia mas que hoje aparece em todo o lado, até no mais simples produto de higiene diária. Sim, é verdade. E como a palavra sugere, é refazer algo que já foi feito anteriormente, conferindo-lhe uma nova perspectiva, uma nova visão mas mantendo a raiz da ideia original. Alguns resultam bem, outros menos bem e há aqueles que não resultam. Existe sempre um misto de opiniões pois há quem goste de remakes, crendo que trazem sempre algo de novo a uma boa história e há quem os deteste pois acabam por deturpar a visão do autor original. A meu ver, se as coisas forem bem feitas, os remakes são sempre bem-vindos. Este em particular entrou na minha colecção no Natal de 2010 e foi um presente da minha mãe que tanto ajudou a cultivar este hobby. De referir que se trata da Collector's Edition, que traz um Classic Controller Pro em dourado.

30 de janeiro de 2011

Colin Mcrae Rally

Aquele Subaru é épico!
Desenvolvido por: Codemasters
Publicado por: Codemasters
Plataforma(s): PlayStation, PC, Mac
Lançamento: Janeiro 1998 (EU), Setembro 1999 (EUA)
Género(s): Condução, Corridas, Rally
Modos de jogo: Modo carreira para um jogador, modo arcade para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com comando analógico, Compatível com comando Dual Shock, Compatível com comando NeGcon (SLEH-0003), Compatível com volantes (SLEH-00006)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes e ainda fiz algumas corridas contra pessoal amigo.

(Faltam ainda tantos jogos para analisar e mostrar ao mundo quando mais um está prestes a entrar na colecção, daqui a umas semanas. Isto não tem mesmo fim!)

O que ali está escrito é verdade.
Velocidade é para muitos sinónimo de adrenalina. E existe alguma coisa mais brutal do que ir prego a fundo a mais de 200Km/h? Até existe mas não interessa ou se adequa ao jogo que hoje temos aqui. A verdade é que os carros e a velocidade sempre foram uma paixão para muitas pessoas estando, como não poderia deixar de ser, envoltos em polémica de vez em quando pelos mais diversos motivos. Curiosamente embora se goste de velocidade pura e em bruto, ou de uma condução mais estratégica e precisa focada em objectivos, a motivação é sempre a mesma: vencer, provar que o nosso carro é o melhor. Mas não é o carro que faz o condutor... ;) Bom, passando ao que interessa, este joguito entrou na minha nobre colecção no Verão de 98, estava eu de férias no Algarve. Lembro-me que foi comprado na Dentinho do Prisunic(!), que agora se deve chamar Modelo e o preço rondou os 60€ (qualquer coisa como 12 mil escudos naquele tempo). Sim, ainda comprei muito bom jogo a estes preços pois na altura não havia o que há hoje na internet...

29 de janeiro de 2011

Aliens Vs. Predator [Hunter Edition]

Steelbook!
Desenvolvido por: Rebellion Developments
Publicado por: Sega
Motor Gráfico: Asura
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, OnLive
Lançamento: 16-02-2010 (EUA), 19-02-2010 (EU)
Género(s): First Person Shooter
Modos de jogo: Modo campanha para um jogador, Multiplayer online (2-18 jogadores)
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (8MB mínimo), Suporte HD 720p, DLC adicional com mapas extra para multiplayer
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas seis ou sete vezes. Em Normal e em Hard. Não me aventuro em Nightmare, demasiado frustrante (não há checkpoints).

(Depois da pequena mudança de look, mais virão futuramente pois andei a photoshopar que nem um badalhoco e criei alguns 12 logos novos!)

Tudo brilha nesta caixa.
Crossovers. Um palavrão que para muitos nada diz e por isso passo a explicar. Um crossover resulta da mistura de dois universos, franchises, jogos, filmes, seja o que for. Dessa união sai algo por vezes impensável mas que resulta na perfeição. Noutros casos sai borrada. Ora há alguns anos atrás, a Fox deu autorização para que se fizesse um crossover entre duas das sagas mais famosas no mundo da ficção científica: Alien(s) e Predator. Assim nasceu Alien Vs. Predator que começou por ser um jogo, depois vários jogos até que degenerou nos filmes que tão bem conhecemos. Digo degenerou pois os jogos, alguns até tiveram um sucesso relativo e são bons mas os filmes são pura... porcaria, para usar um termo politicamente correcto. Acabadas as introduções necessárias, este jogo entrou na minha colecção a 12-03-2010 e foi adquirido na Replayzone do Colombo pela módica quantia de... 89.90€. Um balúrdio, admito mas trata-se de uma edição especial, a Hunter Edition e como tal, dificilmente iria achar uma loja no Reino Unido que me enviasse isto e chegasse cá inteiro. Como poderão ver na fotos esta edição inclui: o jogo em steelbook, uma réplica de um facehugger em silicone, um patch da Weyland Yutani e um postal lenticular.

28 de janeiro de 2011

Castlevania - Lament of Innocence

Esta capa é feia!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Produtor: Koji Igarashi
Artista: Ayami Kojima
Compositor: Michiru Yamane
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 21-10-2003 (EUA), 27-11-2003 (JP), 13-02-2004 (EU), 20-02-2004 (AUS)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (124KB mínimo), Compatível com comando analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes e chega.

(Já repararam que o visual do blog mudou substancialmente? Obviamente que sim, até porque se nota bem! Chegamos assim à v3, muda o logo mas tudo o resto continua igual.)

Autocolantes pequenos...
3D or not 3D, that is the question. Em tempos passados, o 3D era coisa do futuro. Os jogos moviam-se em 2 dimensões apenas e mais nada. Não existiam polígonos, apenas sprites e pixeis. E era assim que funcionavam, sendo que ainda hoje muitos funcionam da mesma maneira. Mas o avanço da tecnologia faz com que as coisas evoluam, mesmo que contra a nossa vontade. Claro que, a passagem do 2D para o 3D sempre gerou expectativa, exaltação e polémica. Em alguns casos fez furor, sucesso até, mas noutros provocou reacções opostas. E na saga Castlevania? Já lá vamos... :) Este jogo entrou para a minha colecção, algures em 2004, creio que no Natal ou assim. Sei que foi presente da minha irmã mais nova mas datas em concreto não me recordo.

27 de janeiro de 2011

Castlevania Chronicles

Capa bonita!
Desenvolvido por: KCE Tokyo
Publicado por: Konami
Director: Masayuki Umasaki
Produtor: Koji Igarashi
Artista: Ayami Kojima
Compositor(es): Sota Fujimori, Hiroshi Iizuka
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network
Lançamento: 24-05-2001 (JP), 08-10-2001 (EUA), 09-11-2001 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador (Arrange ou Original), Modo Time Attack
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco)
Outros nomes: (悪魔城ドラキュラ Akumajō Dorakyura que se traduz em Devil's Castle Dracula) (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, é usado portanto já vinha com marcas desse mesmo uso
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, dá gosto jogar este clássico.

(A partir de agora qualquer pessoa pode comentar no blog, mesmo que não esteja registada em nenhum dos serviços disponíveis. Assim se forem assíduos aqui no espaço já podem deixar o vosso parecer. Mas identifiquem-se para ter ideia de quem comenta. :P)

Sem autocolantes!
Mais uma vez voltamos aos vampiros. Já aqui tinha contado a história do Conde Drácula, há muitos posts atrás, portanto não vou estar a repetir tudo. Se ainda não tiverem lido essa entrada, tenham a bondade de o fazer agora ou depois de lerem esta. Como bem sabem, o Conde é mau e tem de voltar para o seu sono eterno senão vai passar o resto da eternidade a alimentar-se dos pobres humanos indefesos. Sim, porque ser vampiro não é fácil, ainda para mais hoje em dia onde a imagem deles foi cruelmente denegrida por aquele bando de pseudo-vampiros que só se alimenta do sangue de animais... Ok, já atingiram, certo? ;P Este jogo chegou à minha humilde colecção em 2010, creio que mais ou menos no principio por 20 euros, usado. Só o comprei porque para além de estar em óptimas condições, é um tanto raro. Ah, claro e porque o negócio foi feito com o já aqui referido, Ricardo Mateus aka Dark-Vash. Uma vez mais, obrigado. :)

26 de janeiro de 2011

Battletoads in Battlemaniacs

Sapalhões de força!!
Desenvolvido por: Rare Ltd.
Publicado por: Nintendo (EU), Tradewest, (EUA), Nihon Falcom (JP)
Plataforma(s): Super Nintendo, Master System
Lançamento: Junho 1993 (EUA), ? 1993 (EU), 07-01-1994 (JP)
Género(s): Plataformas, Beat 'em up 2D, Corridas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 16 megabit
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Nunca consegui ir além do nível 5 pelo facto da dificuldade ser quase impossível.

(Facto: existem jogos difíceis. Uns onde a dificuldade vai progredindo e desafiam o jogador, outros onde é constante e começam a frustrar o jogador. Depois existe o Battletoads in Battlemaniacs...)

Mais uma em Alemão, com autocolante.
Na década de 90, as famosas Tartarugas Ninja estavam na moda. Era a época dos ninjas e todos os adoravam. E como era possível não gostar? Algumas pessoas de facto diziam que não gostavam mas lá no fundo, em casa, deviam assistir às aventuras escondidos no quarto para ninguém saber. Energúmenos... xD Para combater a febre das tartarugas, a Rare lembrou-se de criar algo parecido mas com sapos. Sim, sapos! Batráquios, se preferirem. Nasceram então os Battletoads, 3 sapos fortalhões chamados Pimple, Rash e Zits, cada qual com a sua aparência física (ao contrário das tartarugas) que se dedicavam a manter o mundo livre dos vilões e nomeadamente a espancar porcos com ar de mauzões. Isto não só deu origem a vários jogos como também a uma série de TV muito pouco rentável. Enfim, este jogo chegou-me às mãos em 1994, tendo sido oferecido pelo meu pai. Contudo, fui eu que o escolhi portanto não o posso acusar de "mau gosto" pois eu é que fui pela capa com design atractivo e nome sugestivo. Idiota... xD

25 de janeiro de 2011

Advance Wars 2 - Black Hole Rising

Tanta gente na capa!
Desenvolvido por: Intelligent Systems
Publicado por: Nintendo
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 23-06-2003 (EUA), 10-07-2003 (AUS), 03-10-2003 (EU), 25-11-2004 (JP)
Género(s): Estratégia, Acção por turnos
Modos de jogo: Modo campanha para um jogador, Modo WarRoom, Modo Vs. de 2 a 4 jogadores em simultâneo
Media: Cartucho de 64 megabit
Funcionalidades: Slots para gravação de progresso, Compatível com o Cabo Game Link para até 4 jogadores em simultâneo com Multi Pak (4 cartuchos) ou Single Pak (1 cartucho)
Outros nomes: Game Boy Wars Advance 2 (ゲームボーイウォーズアドバンス2 Gēmu Bōi Wōzu Adobansu Tsū) (JP)
Estado:Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Para grande vergonha minha, fiquei na última missão de todas e ainda não a concluí.

(Longe de acabar esta minha demanda, este ano promete em termos de jogos e, claro está, promete também aumentar a colecção. Não sei onde isto vai parar... ou quando vai parar!)

Os infames autocolantes.
Guerra. Uma coisa sem piada e nada divertida mas todos sabemos, ou deveríamos saber, que em certos casos é a única solução quando já todas as restantes falharam. Sendo assim, contra a vontade de muitos torna-se necessária. Mas, se é uma coisa assim tão má como é que faz parte dos videojogos? Ao que parece, está-nos no sangue e não há nada a fazer se não aceitar tal facto. Introduções à parte, este Advance Wars entrou na minha colecção a 10-06-2006, pela módica quantia de 12.99€ e foi adquirido na Worten do Colombo. Viva o talão guardado na caixa do jogo!

24 de janeiro de 2011

Nintendo World Cup

Capa custom.
Desenvolvido por: Technōs Japan
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Noriyuki Tomiyama, Hiroyuki Sekimoto, Mitsuhiro Yoshida
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System
Lançamento: 19-05-1990
Género: Futebol
Modos de jogo: Modo campeonato do mundo para um ou dois jogadores, Modo Vs. para 2-4 jogadores
Media: Cartucho de 3-megabit
Funcionalidades: Suporta o adaptador NES Four Score para quatro jogadores em simultâneo.
Outros nomes: Nekketsu Kōkō Dodgeball Bu: Soccer Hen (熱血高校ドッジボール部サッカー編 ou traduzindo "Nekketsu High School Dodge Ball Club: Soccer Edition")
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes e joguei algumas partidas a 4 mas não muitas.

(Este jogo de hoje faz parte de uma colectânea em conjunto com outros dois daí que irei repetir fotografias nas futuras publicações.)

E traseira custom também.
Futebol, o desporto rei. O mundo inteiro vibra, pára e sabe-se lá mais o quê quando o campeonato do mundo está a decorrer. E a verdade é que apesar de mover multidões nem todos apreciam este desporto. Eu por exemplo, não sou grande fã, só mesmo nesta altura do campeonato do mundo é que me dá um certo gozo assistir aos jogos porque de resto passa-me completamente ao lado. Contudo isso não me impede de ter uns poucos jogos do género na colecção. Obviamente, contabilizo apenas 3, com este de hoje incluído. E apesar deste nem ser totalmente fiel ao desporto em si, é o mais divertido. Por fazer parte de um cartucho com mais dois jogos, não há muita coisa material a mostrar acerca do mesmo e a chegada à minha colecção deu-se na década de 90, quando ganhei a Nintendo Super Set, num concurso qualquer da RTP1, daqueles em que se telefonava e depois vinha a conta astronómica. Este jogo vinha incluído nesse pack.

23 de janeiro de 2011

Donkey Kong

Foge macacão!
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Masayuki Kameyama, Takao Shimizu
Produtor: Shigeru Miyamoto
Designer: Yoichi Kotabe
Compositor: Taisuke Araki
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 14-06-1994 (JP), Junho de 1994 (EUA), 24-09-1994 (EU)
Género(s): Plataformas, Puzzle
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 2 megabit
Funcionalidades: 3 Slots para gravação de progresso, Compatível com o adaptador Super Game Boy, para funcionar na Super Nintendo
Estado: (In)Completo, falta o manual original.
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o pelo menos duas vezes. Afinal tem 101 níveis!

(Os textos aqui publicados, sem excepção, não seguem o novo acordo ortográfico pois recuso-me inteiramente a seguir um conjunto de regras travestidas. Aliás, os textos nem seguem regras nenhumas, a escrita aqui praticada é informal e descontraída.)

O Alemão estava na moda, nesta época.
Há muitos, muitos anos atrás, ainda era eu pequeno e desconhecia por completo este mundo do entretenimento digital conhecido por videojogos, Shigeru Miyamoto pôs em prática as suas ideias dando origem a um conjunto de personagens bastante carismáticas e que ainda hoje habitam as nossas consolas nas suas mais recentes aventuras. Duas delas, provavelmente as mais conhecidas são Mario e Donkey Kong. Ora estes dois, antes de seguirem caminhos opostos, eram rivais num único jogo onde Mario tentava salvar uma indefesa menina das garras do gorilão mau. E apesar de ser uma ideia simplista e até um tanto naif, tem muito mais conteúdo do que aparenta. Este jogo chegou-me à colecção, uma vez mais, por meios os quais desconheço. As pistas que tenho são: não o comprei e não me foi oferecido pelo que me leva a crer que alguém me emprestou o dito e nunca mais o pediu de volta. Isso explica a falta do manual original em inglês. Gostava era de saber quem foi... :P

22 de janeiro de 2011

GoldenEye 007

Bond... James Bond!
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Martin Hollis, Karl Hilton
Argumentista: David Doak
Compositor(es): Grant Kirkhope, Graeme Norgate, Robin Beanland
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 25-08-1997 (EUA, EU e AUS)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer local até 4 jogadores em simultâneo
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: 3 Slots para gravação de progresso, Compatível com N64 Rumble Pak
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas quatro vezes, em todas as dificuldades. Em Multiplayer, nem consigo contabilizar as tardes e horas perdidas... xD

(E cá está, a pedido de muitas famílias, o jogo que fazia juntar o pessoal nas tardes livres para darem tiros uns nos outros, aziarem e rirem que nem uns perdidos.)

Algumas destas imagens não correspondem ao jogo.
Bond, James Bond. Quem não conhece esta mítica frase provavelmente ou acabou de nascer e nem sequer consegue ler o que aqui escrevo ou é de outro planeta e acabou de chegar à Terra. Seja como for, James Bond é o agente secreto mais famoso de sempre quer seja pelo seu lado engatatão, quer seja pelos gadgets que usa ou até mesmo as aventuras em que se mete. E é inquestionável o facto que os seus filmes apesar de por vezes serem bastante manhosos, acabamos sempre por os querer ver pois mais uma aventura não faz mal a ninguém. Quando estas aventuras chegaram à forma de entretenimento digital que conhecemos como videojogos, o caso mudou de figura e agravou-se. Esta aventura em particular aterrou-me nas mãos pouco depois do seu lançamento mas sinceramente não sei bem como. Creio que este foi mais um daqueles jogos do período "Contacto na Concentra", ou seja, foi dado, oferecido, qualquer coisa por aí mas não me custou nada.