17 de março de 2011

Dirge of Cerberus - Final Fantasy VII

O Vincent é um duro.
Desenvolvido por: Square Enix PDD 1, Ideaworks Game Studio (Versão Mobile)
Publicado por: Square Enix
Designer: Takayoshi Nakazato
Artista: Tetsuya Nomura, Yukio Nakatani, Yusuke Naora
Compositor: Masashi Hamauzu
Plataforma(s): PlayStation 2, Mobile
Lançamento: 26-01-2006 (JP), 15-08-2006 (EUA), 17-11-2006 (EU)
Género(s): Acção, Third Person Shooter, First Person Shooter, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo missões para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (678KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração, Compatível com rato e teclado USB
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, em todas as dificuldades. As missões, também as fiz todas...

(Ainda faltam cento e muitos jogos mas até Agosto penso que estarão aqui todos. A ver vamos...)

Artwork fabulosa!
Final Fantasy é daqueles títulos que estarão sempre associados com jogos. Desde o primeiro até ao mais recente, todos eles tiveram o seu tempo e deixaram a sua marca. Mas é claro que só isso não chega e com o decorrer dos anos, esta saga veio a popularizar-se no ocidente dando origem a uma imensidão de fãs, o que fez com que a Squaresoft, agora conhecida por Square Enix, começasse a tentar lucrar com isso. Daí saíram então imensos "novos" jogos da saga. Digo "novos" pois muitos são remakes ou versões actualizadas de jogos antigos, tudo para fazer render o peixe. Não é que seja mau, pois assim mais fãs têm oportunidade de jogar os jogos antigos com um interface mais amigável mas é um bocado sem vergonha por parte da Square. Pessoalmente não me importo nada, nem me queixo pois assim também jogo coisas que se não estivessem "actualizadas", provavelmente nem lhes tocaria. Não por serem antigas mas sim por serem difíceis de arranjar e demasiado caras em certos aspectos. O jogo que trago até aqui hoje, é um destes casos, ainda que seja uma continuação de um dos maiores sucessos desta empresa. Refiro-me a Final Fantasy VII, que analisarei daqui a uns tempos. O título de hoje chegou-me à colecção pela mão da minha irmã mais nova, tendo sido uma prenda de Natal, mais concretamente em 2006. :)

16 de março de 2011

F-Zero

Mais uma repro para o currículo.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Plataforma(s): Super Nintendo,Nintendo Wii 
Lançamento: 21-11-1990 (JP), 23-08-1991 (EUA), 04-06-1992 (EU)
Género: Corridas futuristas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: Grava os recordes no cartucho.
Estado: (In)Completo, falta a caixa.
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o muitas e muitas vezes.

(Mais um jogo sem caixa. Se alguém a tiver ou souber onde se possa arranjar a um preço simpático, faça o favor de informar. Também aceito doações... :D)

Parte traseira fiel ao original.
Corridas e naves é algo que sempre resultou bem, se for bem feito, claro está. Em vez de andarmos a controlar carros, sejam eles de rally, fórmula 1 ou até, um simples veículo do dia a dia, porque não conduzir uma nave a uma velocidade supersónica ao ponto de ficarmos tontos? As naves não servem só para andarmos aos tiros. Por isso é que alguém se lembrou de inventar este género onde o que importa é ganhar, custe o que custar nem que para isso tenhamos de fazer "batota" contra os que correm contra nós. E sim, é extremamente gratificante rebentar um adversário em plena corrida, na última volta. Mas já lá chegamos. Como já perceberam, hoje temos corridas com naves e tal, sendo que o meu exemplar deste jogo chegou às mãos oriundo de parte incerta, sem caixa mas com os manuais, curiosamente. Sinceramente, gostava de saber como veio cá parar...

15 de março de 2011

Tetris

E capa custom para não variar.
Desenvolvido por: Alexey Pajitnov (Original), Nintendo R&D1
Publicado por: Nintendo
Designer: Alexey Pajitnov
Compositor: Hirokazu Tanaka
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Nintendo Game Boy e todas as que se lembrarem.
Lançamento: Por volta de 1989.
Género: Puzzle
Modos de jogo: Dois modos, Type A e Type B
Media: Cartucho de 3-megabit
Funcionalidades: Não tem.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Joguei-o várias vezes mas prefiro de longe a versão Game Boy.

(Sol! Finalmente! Vamos lá ver se ele se aguenta durante muito tempo lá em cima.)

Parte traseira a condizer.
Os jogos de puzzles são um dos géneros que mais aprecio, por incrível que pareça mas que tenho em pequenas quantidades visto não me prenderem o tempo suficiente e achar que por vezes o preço que pedem por eles não é justo. No fundo são jogos para se jogarem ocasionalmente e que não requerem muito tempo, daí que o seu preço deveria ser muito inferior aos dos restantes jogos, sem desrespeitar o trabalho e empenho das pessoas envolvidas na sua concepção. Felizmente hoje em dia, aparelhos como o iPod Touch, têm imensos jogos do género por preços bastante simpáticos. Mas há muito tempo atrás não era bem assim pois o preço de um jogo de puzzles era igual ao de um de plataformas ou mesmo de tiros. O jogo de hoje é portanto de puzzles e é bem conhecido por todos. Faz parte de uma colectânea que vinha com o Nintendo Super Set e, como já referido, chegou à colecção na década de 90.

14 de março de 2011

Killer Instinct

Fulgore não brinca em serviço.
Desenvolvido por: Rareware
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Chris Tilston, Kevin Bayliss, Mark Betteridge
Compositor(es): Robin Beanland, Graeme Norgate
Plataforma(s): Game Boy, Super Nintendo, Arcade
Lançamento: Novembro de 1995
Genéro: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo torneio para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: Compatível com o adaptador Super Game Boy, Compatível com cabo Game Link.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes. Com todas as personagens.

(Escrever com dores de cabeça custa, mas quando o texto sai naturalmente nem se dá por isso...)

O tradicional autocolante rafeiro.
Os jogos de porrada sempre me acompanharam durante a minha demanda por este passatempo que são os videojogos. Quem diz a mim diz a tantos outros e mesmo aqueles a quem hoje em dia chamam de "casuais", muito provavelmente já tiveram contacto com um ou outro mais conhecido. Se forem da geração que nasceu na década de 80, Street Fighter, Mortal Kombat e King of Fighters não vos são coisas estranhas, posteriormente a esse período talvez se identifiquem mais com Tekken ou Guilty Gear, já para não referir BlazBlue. Mas existem N jogos deste género e o que aqui apresento hoje é bastante conhecido, embora para muitos seja completamente estranho, até porque era exclusivo Nintendo. Chegou à minha colecção no Natal de 1995 mas ia tendo um final triste pois eu portei-me muito mal nessa altura e as prendas quase que iam tendo outro destino que não as minhas mãos. Memórias, memórias... :)

13 de março de 2011

Contra Advance - The Alien Wars EX

O Bill está com cara de poucos amigos.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Designer: Nobuya Nakazato
Compositor(es): Miki Yanagisawa, Masanori Adachi, Tappy Iwase
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 03-11-2002 (EUA), 14-11-2002 (JP), 21-02-2003 (EU)
Género: Run ‘N Gun
Modos de jogo: Um jogador e Co-Op dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso através de passwords, Multiplayer através de Game Link para dois jogadores.
Outros nomes: Contra: Hard Spirits (魂斗羅 ハードスピリッツ) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes. Mesmo sendo portátil, a versão de SNES é melhor.

(É Domingo, que há para escrever aqui? Nada. :P)

Deve ser por causa do autocolante.
Se há género que aprecio nos jogos é o dos tiros mas dizer isto por si só é ambíguo pois jogos de tiros existem aos pontapés. Isto já para não referir categorias em específico tais como shoot 'em ups, first person shooters e os run 'n gun. Destes todos não há nenhum que goste mais nem goste menos pois todos são bons mas de facto os mais divertidos são os run 'n gun pois são um tipo de jogo fácil de jogar, sem complicações e extremamente divertidos, especialmente se derem para jogar com um parceiro. Double the shooting, double the fun! O jogo de hoje é um desses casos, ainda que haja melhor e muito parecido para não dizer quase igual. O meu exemplar veio da Vobis do Colombo, pela módica quantia de 7 euros, se a memória não me falha. Foi um achado pelo meu amigo Rui Brazão, que fez o obséquio de mo trazer. :)

12 de março de 2011

DooM

Falta-lhe uma caçadeira naquela mão.
Desenvolvido por: ID Software
Publicado por: Williams Entertainment, Ocean Software (Versão PAL)
Director: Tom Hall
Designer(s): Sandy Petersen, John Romero, Shawn Green
Programador(es): John Carmack, Mike Abrash, John Romero, Dave Taylor
Artista(s): Adrian Carmack, Kevin Cloud
Motor gráfico: Custom Engine por Randy Linden
Plataforma(s): Super Nintendo, PlayStation, PC e todas as que se conseguirem lembrar
Lançamento: 26-09-1995 (EU), 29-02-1996 (EU), 01-03-1996 (JP)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit com chip Super FX2
Funcionalidades: Não tem.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o pelo menos quatro vezes, ainda que não tenha passwords nem gravação de progresso.

(O Japão está de rastos com o trágico acontecimento de ontem. A Mãe Natureza é assim mesmo, imprevisível.)

FX Powa! Pixeis por todo o lado!
No meus tempos de secundário, ainda as consolas se limitavam aos 16-bit e os grandes jogos estavam no PC, surgiu um de nome DooM, onde assumíamos o papel de um space marine durão que se passeava pelas luas de Marte enquanto rebentava monstrengos pelo caminho. Claro que para correr este jogo decentemente era preciso um 486, coisa que eu claramente não dispunha pois desde que avariei o 286, não tive direito a mais nenhum. No mínimo um 386 já fazia o trabalho. A única maneira de o jogar era em casa de amigos ou, em último recurso, na escola. Estávamos em 1993 e até ter a versão de SNES, que saiu em 1995, muito joguei no PC sempre que tinha tempo livre para tal. Mas eventualmente lá me chegou às mãos, em 1995, para grande felicidade minha tendo sido oferecido por um motivo qualquer. Só não me lembro se foi do pai ou da mãe, mas certamente foi de um deles.

11 de março de 2011

Metroid Prime 3 - Corruption

Samus e Dark Samus!
Desenvolvido por: Retro Studios
Publicado por: Nintendo
Director: Mark Pacini
Produtor(es): Kensuke Tanabe, Bryan Walker, Jeff Miller
Compositor(es): Kenji Yamamoto, Minako Hamano, Masaru Tajima
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 27-08-2007 (EUA), 26-10-2007 (EU), 08-11-2007 (AUS), 06-03-2008 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas, First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii, Funções online para troca de medalhas entre jogadores com Friend Codes para desbloquear extras de jogo, Suporta os modos 50Hz/60Hz e EDTV/HDTV.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, ia na segunda ronda mas deixei a meio não sei porquê.

(Mais um dia bastante cinzento. Solinho! Onde estás tu?)

Caçador? Caçadora, sff!
A saga Metroid é sem dúvida alguma, uma das mais emblemáticas nas consolas Nintendo e a minha favorita. Não há Mario nem Zelda que bata uma boa aventura na pele de Samus pelos confins do espaço, a explorar zonas inóspitas, onde outra floresceram civilizações bem mais avançadas do que a nossa mas agora são um antro de criaturas prontas a levarem uns tiros no rabo. E com a evolução dos tempos, esta saga tem vindo a acompanhar quase todas as consolas Nintendo até à data. A Wii não foi excepção e este é provavelmente um dos melhores jogos da saga. Foi o motivo pelo qual comprei a consola em primeiro lugar, pois tenho muito esse hábito de comprar os jogos antes das consolas. Assim já sei que mais cedo ou mais tarde tenho de as comprar. Este exemplar foi comprado dias após o lançamento, mais concretamente a 02-11-2007, na Fnac por 49.99€. Não olhei ao preço...

10 de março de 2011

International Supestar Soccer 64

Capa tão feia...
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Osaka
Publicado por: Konami
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 01-06-1997 (EU), 31-07-1997 (EUA), 18-09-1997 (JP)
Género: Futebol
Modos de jogo: Exhibition, World League, International Cup, Penalty Shootout e Training, para um jogador e até quatro.
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: Compatível com N64 Memory Pak para gravação de progresso
Outros nomes: Jikkyou World Soccer 3 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Muitas horas de jogos nos vários modos.

(Hoje não tenho nada a declarar. Nada mesmo. :P)

Demasiado texto...
O futebol é daqueles desportos que está espalhado pelo mundo inteiro e que faz multidões pararem. É simples e quando jogado a sério e bem, é um espectáculo emocionante como qualquer outro, especialmente se for um campeonato do mundo e estivermos a torcer pelo nosso país. Claro que nem todos gostam o desporto-rei, sendo eu uma dessas pessoas. O não gostar é relativo, a minha posição é mais não "ligo nenhuma a menos que seja campeonato do mundo", ou talvez um jogo da liga inglesa ou italiana. Em Portugal, dispenso o nosso futebol por muitas e diversas razões. Mas como já é costume por estas bandas, isto não interessa nada! É apenas uma introdução ao jogo de hoje, que é de... futebol. Entrou na minha colecção em 1997, não sei bem em que circunstâncias, sou sincero. Penso que tenha sido a Concentra connection, é que nesse período de tempo, só pode mesmo ter sido isso... xD

9 de março de 2011

Metroid Prime 2 - Echoes

Samus em destaque.
Desenvolvido por: Retro Studios, Nintendo
Publicado por: Nintendo
Designer: Mike Wikan
Compositor: Kenji Yamamoto
Plataforma(s): Nintendo GameCube, Nintendo Wii
Lançamento: 15-11-2004 (EUA), 26-11-2004 (EU), 02-12-2004 (AUS), 26-05-2005 (JP)
Género(s): First Person Shooter, Plataformas, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer em splitscreen entre 2~4 jogadores
Media: Nintendo Optical Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (3 Blocos), Apenas compatível com modo PAL 60Hz.
Outros nomes: Metroid Prime 2: Dark Echoes (メトロイドプライム2 ダークエコーズ Metoroido Puraimu 2 Dāku Ekōzu) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, com tudo a 100%. Achei o jogo um bocado aborrecido.

(Será que chove? Espero bem que não, para bem do São Pedro.)

Parte de trás pouco inspiradora.
Já é tradição neste nosso planeta, quando algo tem sucesso por norma faz-se logo mais e melhor, embora isto seja discutível pois nem sempre o mais é melhor. Isto aplica-se em geral a tudo mas em particular a filmes e claro, jogos. Se um jogo teve sucesso, toca de fazer a sequela, a prequela, a side story e o spin-off. O que importa é fazer render o peixe, ou melhor ainda, como prefiro dizer e escrever, ordenhar a vaca. De facto em inglês soa melhor, milking the cow mas isso não interessa nada. Ora bem, o jogo de hoje é um desses casos, uma sequela que prometia ser melhor em tudo mas a meu ver, falhou redondamente num pormenor: o divertimento. Esqueceram-se de o colocar lá. De resto tem tudo no ponto. O meu exemplar chegou-me às mãos através de um amigo meu, o Luís Mendes, também conhecido por outros nomes e alcunhas mas que não têm a ver para o caso. Achei-o no eBay, o jogo claro, por cerca de 25 euros novinho. O senhor Mendes tratou do negócio...

8 de março de 2011

Bionic Commando Rearmed

Mais uma custom cover.
Desenvolvido por: GRIN
Publicado por: Capcom
Produtor: Ben Judd
Designer: Simon Viklund
Artista: Shinkiro
Compositor: Simon Viklund
Motor gráfico: Diesel Engine
Plataforma: PlayStation 3 (PSN), PC, Xbox Live Arcade
Lançamento: 13-08-2008 (JP), 14-08-2008 (EUA), 15-08-2008 (EU)
Género: Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores (Co-Op), Multiplayer local e online.
Media: Download (354MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da PS3, Conteúdo extra para utilizar em Bionic Commando.
Outros nomes: (バイオニック コマンドー マスターD復活計画, Bionic Commando: Master D Resurrection Project)
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes e repeti vários níveis só pelo gozo.

(Chuva, como te odeio. Mas adoro água, que dilema.)

Spencer enfrenta um dos bosses.
Como a advento das consolas da actual geração, surgiram diversos títulos cuja comercialização se faz única e exclusivamente online. Seja na PS3, na Wii ou na Xbox360, existem imensos jogos disponíveis nas suas lojas online, alguns deles completamente novos e originais mas outros tantos, nossos velhos conhecidos. Se por um lado isto é bom, pois podemos aproveitar alguns jogos que perdemos ou simplesmente nos passaram ao lado na época, por outro lado é mau pois perde-se um bocado a magia de ter o jogo na caixa, com o manual e outras coisas. Claro que em certos casos, como por exemplo um jogo de arcada de 1993, não fazia muito sentido ser comercializado fisicamente pois o mais certo era nem sequer vender. Mas no caso de jogos mais recentes, não seria má ideia de todo. Isto remete-nos para o jogo de hoje, que foi adquirido na PlayStation Store, pois não podia ter sido feito de outra maneira. A data de aquisição, creio que foi em 2008, pouco depois do lançamento.

7 de março de 2011

Bioshock

A capa brilha!
Desenvolvido por: 2K Marin, 2K Australia, Digital Extremes
Publicado por: 2K Games
Designer: Paul Hellquist
Argumentista: Ken Levine
Compositor: Garry Schyman
Motor Gráfico: Unreal Engine 3. Havok Physics
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, Mac
Lançamento: 17-10-2008 (EU), 21-10-2008 (EUA)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação de 5GB (mínimo) no disco rígido, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC Challenge Rooms, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes, em Normal e Survivor. Platina garantida! :D

(Este tempinho está uma treta, o senhor Sol já aparecia...)

Atrás também brilha.
First Person Shooters. Um género amado por muitos, detestado por outros. Mas a verdade, quer queiramos, quer não, é que os FPS são um dos géneros mais populares de sempre que começou no PC com o velhinho Wolfenstein3D e posteriormente com DooM, mas veio até às consolas para tentar a sua sorte. E saiu-se bem pois conseguiram-se proezas nunca antes imaginadas e o comando conseguiu rivalizar o combo teclado+rato. Mas não se ficou por aí, inovou-se, fazendo com que deixasse de ser só tiros e passasse a ser mais cooperativo, mais interactivo e com outros elementos, populares em outros géneros, como RPG's e estratégia. Assim os FPS deram origem a um conjunto de novos jogos, bem interessantes e sobretudo diferentes. É o caso do jogo que hoje apresento aqui que entrou na minha colecção, em 2008 se não estou em erro, e custou cerca de 16 euros. Mais uma vez, é de agradecer a existência da Zavvi.com pelos preços baixos e justos! :)

6 de março de 2011

Metal Gear Solid - Peace Walker

Excelente capa, como sempre.
Desenvolvido por: Kojima Productions
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Kazuma Jinnouchi, Nobuko Toda, Norihiko Hibino, Yoshitaka Suzuki, Takahiro Izutani, Todd Haberman, Jeremy Soule
Artista: Yoji Shinkawa
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 28-04-2010 (JP), 08-06-2010 (EUA), 17-06-2010 (EU)
Género: Acção, Aventura, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um, dois ou quatro jogadores (Solo ou Co-Op), Modo Vs. entre dois a seis jogadores.
Media: Universal Media Disc (1.8GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick, Instalação do jogo no Memory Stick (894MB), Conteúdo adicional (DLC), Compatível com Wireless, Modo Ad-Hoc ou Infra-estrutura, Compatível com Ad-Hoc Party na PS3.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, mas repeti imensas missões totalizado cerca de 100 horas de jogo. Ainda jogo ocasionalmente a dois para ajudar o pessoal nas missões mais complicadas.

(Este país está de facto entregue aos bichos...)

Sem autocolantes!
Quando a PlayStation Portable saiu, confesso que não estava minimamente interessado na plataforma pela escassez de jogos interessantes. Digamos que o line-up não era dos melhores e apesar de ter um ou outro nome sonante, o conteúdo não era o que se estava à espera. Mas tal como todas as consolas, é preciso deixá-las amadurecer para conseguir o melhor que estas têm para dar. Após alguns tempos começam a sair jogos melhores, que tiram mais proveito das capacidades da máquina e consequentemente, sequelas ou prequelas de jogos existentes noutras plataformas. A PSP é sem dúvida uma máquina onde foram lançados alguns jogos que se encaixam nesse perfil. Quando isto começou a acontecer, não pensei duas vezes e investi. Foi sem dúvida uma boa aposta pois no seu extenso catálogo constam alguns dos melhores títulos de sempre, de diversas e conhecidas sagas. O jogo de hoje é exemplo disso e considero-o um dos melhores em todos os aspectos. Adquiri o meu exemplar umas semanas após o seu lançamento por cerca de 16 euros. Na Zavvi.com, claro está... :)

5 de março de 2011

Devil May Cry 3 - Dante's Awakening [Special Edition]

Os manos em destaque.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Hideaki Itsuno
Produtor: Tsuyoshi Tanaka
Artista: Kazuma Kaneko
Argumentista(s): Bingo Morihashi, Takayasu Yanagihara
Compositor(es): Tetsuya Shibata, Kento Hasegawa
Plataforma(s): PlayStation 2, PC
Lançamento: 24-01-2006 (EUA), 23-02-2006 (JP), 29-09-2006 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador (ou para dois se descobrirem como)
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (364KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma três vezes, duas com Dante, uma com Vergil.

(A Primavera está quase, quase aí. Finalmente! A ver é se a temperatura lhe corresponde...)

Autocolantes mínimos.
Todos sabem como o software é caro, especialmente no nosso país. E no que toca a jogos ainda pior pois somos o único país na Europa que tem uma porcaria de um selo que só vem ainda mais aumentar o preço. É a dura verdade. Comprar online era uma opção que rapidamente se tornou numa necessidade para fugir a estes escandalosos abusos, ou se preferirem, atentados à nossa bolsa. E não há nada melhor que dar, a título de exemplo, 22 euros por um jogo que saiu há menos de um mês e cá custa 70. No máximo 50 euros online equivale a uma edição especial de porte comum (caixa do mesmo tamanho de uma edição standard). Claro que por vezes, aparecem certas pechinchas, nomeadamente nos hipermercados onde conseguimos bons jogos a preços justos. É o caso do jogo de hoje que me ficou por cerca de 20 euros, menos de um mês após o seu lançamento. Foi adquirido no dia 12-10-2006, no Jumbo do Almada Fórum.


4 de março de 2011

Fear Effect

Capa à Hollywood.
Desenvolvido por: Kronos Digital Entertainment
Publicado por: Eidos
Produtor: Sandy Abe
Designer(s): Scott J. Compton, Christian Dailey, John Zuur Platten
Argumentista(s): Stan Liu, John Zuur Platten
Compositor(es): Matt Furniss, Jason Agolia
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 31-01-2000 (?)
Género: Aventura, Acção, Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: 4x CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Compatível com Memory Card (1 bloco), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, uma delas em Hard.

(Já faltou mais mas estamos no bom caminho!)

Não é filme, é mesmo um jogo.
Uma das grandes evoluções e revoluções no mundo dos videojogos foi o aparecimento de Full Motion Video, ou por outras palavras, vídeo metido dentro do CD proporcionando ao jogador um ambiente mais realista e uma maneira de se ir acompanhando a história. Claro que isto não começou na PlayStation, bem antes disso a MegaCD fez as delicias de muitos ainda que a qualidade de vídeo fosse bastante duvidosa e os jogos mais ainda pois estavam demasiado assentes nesta base o que foi um erro tremendo e um flop do tamanho do mundo. Mas isso pouco interessa, até porque não venho escrever acerca da MegaCD mas sim de um jogo. Esse jogo sei que o comprei algures em 2000 após o seu lançamento, numa loja em Almada que era de um amigo. A loja, como já referi noutra análise, deixou de existir para grande pena minha e de muitos mas os jogos ainda andam por cá... :)

3 de março de 2011

Gargoyle's Quest

Firebrand está verde de fúria...
Desenvolvido por: Capcom Co., Ltd.
Publicado por: Capcom Co., Ltd.
Produtor: Tokuro Fujiwara
Designer: Tokuro Fujiwara
Compositor: Yoko Shimomura
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 02-05-1990 (JP), Julho de 1990 (EUA), Algures em 1990 (EU)
Genéro(s): Plataformas, Aventura, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Sistema de passwords para gravação do progresso.
Outros nomes: Red Arremer: Makaimura Gaiden (レッドアリーマー 魔界村外伝 que traduzido é algo como "Red Arremer: A Demon World Village Story") (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas ou três vezes pois este é um desafio.

(Como já devem ter reparado, o Jogalhões mudou de aspecto, uma vez mais. Ora, vai ser assim todos os meses, mudamos para não ser sempre a mesma coisa.)

...mas na verdade ele é vermelho!
Na década de 1990, o Game Boy dava os seus primeiros passos na Europa e um dos seus grandes atractivos para além da portabilidade era o seu catálogo de jogos. Quando chegou a Portugal ainda que não fossem muitos, para nós que éramos miúdos parecia não ter fim! E algo que despertava muito a atenção eram as capas dos mesmos, cheias de cor ou com uma personagem que se destacava em particular de tudo o resto. Quer isto dizer que muitos de nós fomos induzidos em erro e certamente temos jogos péssimos nas colecções devido às capas demoníacas que nos atraíam como a luz atrai as traças. Mas nem todas as capas bonitas escondiam jogos maus, aliás, grande maioria deles até são minimamente decentes e alguns muito bons. O de hoje é daqueles cuja capa não é nada de especial mas o facto de ter um bicho verde a voar era mais do que chamariz. O curioso é que segundo a história, o bicho ou se preferirem, a gárgula é vermelha e não verde. O meu exemplar, foi certamente mais uma prenda por um motivo qualquer, o qual não me recordo mas sei que foi a minha estimada mãe que me ofereceu. :)

2 de março de 2011

Castlevania - Aria of Sorrow (Castlevania - Double Pack)

As fotos de hoje...
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Tokyo
Publicado por: Konami
Director: Junichi Murakami
Produtor: Koji Igarashi
Artista: Ayami Kojima
Argumentista: Koji Igarashi
Compositor(es): Michiru Yamane, Takashi Yoshida, Soshiro Hokkai
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 06-05-2003 (EUA), 08-05-2003 (JP), 09-05-2003 (EU), Double Pack - 2006 (EUA, EU)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Boss Rush Mode, New Game+, Hard Mode, Julius Mode (desbloqueados depois da primeira ronda).
Media: Cartucho de 128MBit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso, Troca de dados através de Link Cable
Outros nomes: Castlevania: Akatsuki no Menuett (キャッスルヴァニア ~暁月の円舞曲~ Kyassuruvania Akatsuki no Menuetto, que se traduz em "Castlevania: Minuet of Dawn") (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas quatro vezes, Soma em nível 99, tudo explorado.

(Conclusão da dupla análise, felizmente não vou ter de fazer isto mais vezes.)

No seguimento da análise de ontem, eis o segundo jogo do cartucho, Castlevania - Aria of Sorrow, que é provavelmente um dos melhores deste género dentro da saga. Digo isto não apenas por ser uma proeza técnica no GBA mas também por ter uma excelente história que apesar de se distanciar da tradição consegue manter tudo aquilo a que a série nos habituou.

...são as mesmas de ontem!
Castlevania - Aria of Sorrow passa-se no ano 2035, 36 anos após a última batalha dos Belmont contra o pérfido Conde Drácula, cujos poderes, que desta vez foram selados num eclipse solar por Julius Belmont. Após estes eventos, Soma Cruz, um jovem rapaz é tido como a reencarnação de Drácula e segundo a profecia, neste ano ele iria regressar a Castlevania para herdar todos os poderes e uma vez mais trazer o lorde das trevas ao mundo dos vivos. É nesta premissa que assentam as motivações das várias personagens secundárias do jogo e sem dúvida é interessante ver a volta que a história dá...

1 de março de 2011

Castlevania - Harmony of Dissonance (Castlevania - Double Pack)

Este traz dois!
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Tokyo 
Publicado por: Konami
Director: Takashi Takeda
Produtor: Koji Igarashi
Artista: Ayami Kojima
Argumentista: Koji Igarashi
Compositor(es): Soshiro Hokkai, Michiru Yamane
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 06-06-2002 (JP), 16-09-2002 (EUA), 11-10-2002 (EU), Double Pack - 2006 (EUA, EU)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Boss Rush Mode, Maxim Mode (desbloqueados depois da primeira ronda).
Media: Cartucho de 128MBit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso
Outros nomes: Castlevania: Byakuya no Concerto (キャッスルヴァニア 白夜の協奏曲 Kyassurubania Byakuya no Koncheruto, que traduzido dá Castlevania: Concerto of Midnight Sun) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes e chega.

(A análise de hoje está divida em duas partes visto serem dois jogos num único cartucho.)

Mas só interessa o HoD por agora.
Vampiros. Mais uma vez. Não vou estar a falar deles e vou direito ao assunto. Este jogo faz parte de uma colectânea lançada para Game Boy Advance em 2006, quer nos Estados Unidos, quer na Europa e que dá pelo nome de Castlevania - Double Pack. Como o nome sugere, é um cartucho com dois dos três jogos que saíram para esta máquina e como tal vejo-me na obrigação de analisar os dois em separado uma vez que são substancialmente diferentes. Este meu exemplar comprei-o em 2008, creio, por cerca de 20 euros. Só não me lembro onde o adquiri pois não guardei o talão. :P

28 de fevereiro de 2011

Donkey Kong Country 3 - Dixie Kong's Double Trouble!

É uma capa cutchy!
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Director: Tim Stamper
Produtor: Andrew Collard
Designer(s): Andrew Collard, Paul Weaver
Artista(s): Mark Stevenson, Neil Crook
Compositor(es): Eveline Fischer, David Wise
Plataforma(s): Super Nintendo, Game Boy Advance, Virtual Console
Lançamento: 22-11-1996 (EUA), 23-11-1996 (EU), 19-12-1996
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 32-megabit
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma três vezes e descobri tudo o que havia para descobrir.

(Agora com a máquina fotográfica nova, uma Canon 1000D, até dá gosto tirar fotos a caixas... xD)

El machaque del mono sigue vivo!
Tal como tudo na vida, existem coisas que nos estão destinadas e outras não. Com os jogos acontece precisamente o mesmo, alguns estão destinados a entrarem na colecção e outros não. A história do jogo de hoje é no mínimo curiosa por esse mesmo motivo. Tudo começou quando saiu o Ultimate Mortal Kombat 3. Como era um jogo que aguardava com alguma ansiedade, logo o tive para grande alegria minha mas após algumas rondas descobri que o jogo tinha um defeito. Para além de não ter a Sheeva, esta estava lá mas o sprite aparecia no ecrã como se tivesse sido atropelado por um tractor. Consequentemente o jogo crashava quando ela aparecia. Visto em 1996 não ter muito conhecimento acerca disto, decidi ir à loja para trocarem o jogo. Assim aconteceu depois de ter explicado a situação. Novamente o mesmo problema, nova troca. À terceira, desisti e optei por trocar por um jogo do mesmo valor. Foi assim que Donkey Kong Country 3 entrou para a minha colecção, por mero acaso pois nem fazia questão de o ter. Burro teria sido se não o tivesse escolhido! Ah, foi oferta a minha mãe, já não me lembro porquê.

27 de fevereiro de 2011

Duke Nukem 64

Repro baseada nas caixas PAL e NTSC.
Desenvolvido por: 3D Realms, Eurocom
Publicado por: GT Interactive
Motor gráfico: Build Engine
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 16-11-1997 (?)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para quatros jogadores
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: Compatível com N64 Memory Pak para gravação de progresso, Compatível com Rumble Pak.
Estado: Incompleto, falta a caixa e os manuais
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes e muitas horas gastas no multiplayer.

(Tarda mas não falha! Como é fim de semana tenho desculpa.)

Parte traseira com tratamento repro.
Censura. Sempre existiu e sempre existirá, um pouco por todo o lado. A sociedade institui um conjunto de normas e regras que fazem com que a censura existe mas no entanto em quantidades menores face ao antigamente. A televisão sempre foi um meio onde essa mesma é posta em prática com frequência, visto chegar a tanta gente. Os videojogos não são excepção pois durante algum tempo, foram alvo de pesadas políticas empresariais que visavam manter muitos elementos censurados devido a poderem gerar polémica e controvérsia em determinadas comunidades, nomeadamente as versões ocidentais e mais concretamente ainda, versões europeias. Hoje em dia, felizmente isso já não acontece e por norma, os únicos sítios onde censuram jogos é na Alemanha, Austrália e curiosamente no Japão, onde antigamente valia tudo. Bom, isto como é de calcular, tem tudo a ver com o jogo que trago aqui hoje, conhecido por ser polémico, atrevido mas acima de tudo extremamente divertido. Chegou-me à colecção em 1998, mais coisa, menos coisa, oriundo de parte incerta e a custo zero. Daí não ter nem caixa nem manual pelo que agradecia que alguma alminha me arranjasse esses itens em falta. Negoceio sempre pelo preço justo se for caso disso. :)

26 de fevereiro de 2011

Metroid Prime

Aquele autocolante na frente...
Desenvolvido por: Retro Studios, Nintendo EAD e R&D1
Publicado por: Nintendo
Produtor(es): Shigeru Miyamoto, Kensuke Tanabe, Kenji Miki
Designer: Yoshio Sakamoto
Compositor(es): Kenji Yamamoto, Kouichi Kyuma
Plataforma(s): Nintendo GameCube, Nintendo Wii
Lançamento: 17-11-2002 (EUA), 28-02-2003 (JP), 21-03-2003 (EU), 03-04-2003 (AUS)
Género(s): First Person Shooter, Plataformas, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Nintendo Optical Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (3 Blocos), Compatível com Game Boy Advance para troca de dados com Metroid Fusion
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, a segunda a 100%.

(Peço desde já desculpa pela qualidade das fotos mas estou a usar uma máquina diferente que me parece não estar muito boa. Provavelmente as de amanhã estarão iguais mas mal possa coloco fotos em condições.)

Pior só mesmo estes!
Ficção Científica. Algo que sempre me fascinou, não só pela tecnologia mas também pelo ambiente, pelo desconhecido e claro, pela possível existência de vida extraterrestre. E se no grande ecrã, foram muitos os filmes, muitas as histórias a fascinar e surpreender, alimentando esta fome de mais, nos videojogos também houve um crescimento neste campo. Desde cedo se apostou no género mas nos primeiros tempos, dado que o hardware disponível não fazia milagres, não existiam assim grandes títulos dignos de destaque. Hoje em dia, a história é outra mas voltando um pouco atrás, até na era dos 8-bit e posteriormente na dos 16-bit, criaram-se boas histórias e sagas que duram até ao dia corrente. Uma delas é Metroid, inspirada em diversos filmes mas com uma história original e no mínimo curiosa pelas voltas que tem dado ao longo destes anos. E uma dessas "voltas" prende-se precisamente com o jogo de hoje, que aterrou na colecção em 27 de Julho de 2005, por 31.99€. Foi adquirido na Fnac do Almada Fórum, tal como muitos outros...

25 de fevereiro de 2011

Castlevania - Portrait of Ruin

A artwork mudou mas não está má.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Satoshi Kushibuchi
Produtor: Koji Igarashi
Argumenstista(s): Koji Igarashi, Hiroto Yamaguchi, Shutaro
Compositor(es): Michiru Yamane, Yuzo Koshiro
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 16-11-2006 (JP), 05-12-2006 (EUA), 09-03-2007 (EU), 22-03-2007 (AUS)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para dois jogadores em Co-Op
Media: Cartão de jogo com 512 megabit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso, Wireless DS Multi-Card Play, Outros nomes: Akumajō Dracula: Gallery of Labyrinth (悪魔城ドラキュラ ギャラリー・オブ・ラビリンス, que traduzido dá "Devil's Castle Dracula: Gallery of Labyrinth".)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes, é Castlevania e é excelente!

(Parece que a Primavera está aí! Vamos lá ver até quando...)

Best of E3? Concordo!
Já aqui escrevi sobre vampiros N vezes e a verdade é que disse tudo o que tinha a dizer sobre essas criaturas. As de antigamente eram excelentes e diabólicas, as de agora metem nojo até aos pombos de tão mariquinhas que são. Enfim, mudam-se os tempos e consequentemente as vontades. Mas não devia ser assim! Os vampiros deviam continuar a ser criaturas diabólicas, alvos a abater e não o inverso. O que vale é que a saga Castlevania não muda nesse aspecto e é muito improvável que mude. Tudo bem, o Alucard é um "vampiro" bonzinho mas o Drácula e demais vampiros que têm aparecido não deixam de ser vilões. E é apenas isso que me interessa, que mantenham a tradição. Bem, o jogo de hoje, como já dei a entender, é mais um Castlevania e chegou à minha colecção em 2007, não sabendo porém precisar o dia. Sei que o adquiri na GAME.es, por cerca de 10€ já com portes, devido a uma promoção qualquer. Uma das melhores compras de sempre se considerar a relação qualidade/preço. :)

24 de fevereiro de 2011

Metroid - Other M

Samus a dobrar na capa.
Desenvolvido por: Project M (Nintendo, Team Ninja e D-Rockets)
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Yoshio Sakamoto, Yosuke Hayashi
Argumentista: Yoshio Sakamoto
Compositor: Kuniaki Haishima
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 31-08-2010 (EUA), 02-09-2010 (JP, AUS), 03-09-2010 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (8.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas hei-de pegar nele novamente.

(E entretanto chegou mais um jogo à colecção e já em Março chegará outro. Como vos digo, isto está longe de ter um fim.)

Sem autocolantes, me likes!
A Nintendo é conhecida mundialmente por diversos motivos. Um deles é certamente Super Mario e esse nem sequer se discute. Outro é porque é sinónimo de jogos e entretenimento. E por último mas não menos importante, porque criou algumas das sagas mais icónicas de sempre neste mundo dos videojogos. Seja Mario, Zelda ou Metroid, a Nintendo conseguiu uma legião infindável de fãs com qualquer uma destas sagas que está sempre à espera de mais e melhor. Portanto, existe um pesado fardo a ser carregado por cada um destes três nomes e como já se sabe, com grande poder, grande responsabilidade. No caso de hoje, a saga em questão é das poucas que no âmbito geral, a Nintendo se pode orgulhar de ser praticamente perfeita pois nenhum dos jogos desiludiu os fãs. A imprensa, talvez mas esses são uma cambada de más línguas e não interessam a ninguém. Ainda que hoje em dia, infelizmente a premissa seja agradar todos para que o jogo venda bem, o importante é agradar o público-alvo e isso nunca, mas nunca pode ser descurado. Tenho-o dito e escrito. Bem, mas seguindo em frente, este jogo que aqui hoje apresento, entrou na minha colecção logo um ou dois dias antes do lançamento em Setembro de 2010, por cerca de 49€, tendo sido adquirido na Vobis do Almada Fórum. Podia tê-lo comprado online por menos 10 euros mas não aguentei a espera pois o hype estava instalado... :)

23 de fevereiro de 2011

Bionic Commando

O novo look de Spencer.
Desenvolvido por: GRIN
Publicado por: Capcom
Produtor: Ben Judd
Designer: Ulf Andersson
Motor Gráfico: Diesel engine
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 19-05-2009 (EUA), 22-05-2009 (EU), 25-06-2009 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer Online e Local (em LAN) para 2~8 jogadores.
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação de 1.9GB (mínimo) no disco rígido, Suporte HD 720p, Compativel com Função de Vibração, Permite importar dados de Bionic Commando Rearmed.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma quatro vezes. Em Easy, Normal, Hard e Commando. Platina garantida. :)

(Mais um belo dia de sol. Devia ser sempre assim, ou melhor ainda, Verão o ano inteiro.)

Este não tem autocolantes!
Com o aparecimento destas chamadas consolas HD, muitos foram os jogos e sagas que se viram a braços com a tarefa de fazerem o salto para esta nova dimensão. E essa tarefa não era fácil pois muitos deles carregavam o pesado fardo da fama, conseguido ao longo dos anos e passando por diversas outras transições cujo o inicio começou nas consolas de 8-bit para a grande maioria. Alguns tiveram sucesso, outros nem por isso e há aqueles que falharam miseravelmente. O jogo de hoje é um daqueles casos que gerou opiniões muito heterogéneas, pois tanto foi bem recebido como foi desprezado por muitos. Opiniões, essas são como cada um de nós e devem ser sempre respeitadas por mais disparatadas que nos pareçam. Claro que por vezes, isto não se aplica. Mas centrando-nos no que importa, o jogo em questão aterrou aqui na colecção em 2009, umas boas semanas depois do seu lançamento. Veio da Zavvi.com, pela simpática quantia de 22€ já com portes. Assim dá gosto gastar dinheiro em jogos! :)

22 de fevereiro de 2011

Devil May Cry 2

Dante com ar de mau.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Hideaki Itsuno
Produtor(es): Tsuyoshi Tanaka, Katsuhiro Sudo
Artista: Daigo Ikeno
Argumentista(s): Katsuya Akitomo, Masashi Takimoto, Shusaku Matsukawa
Compositor(es): Masato Kohda, Tetsuya Shibata, Satoshi Ise
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 25-01-2003 (EUA), 30-01-2003 (JP), 28-03-2003 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: 2x DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (368KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o quatro vezes, duas vezes com cada personagem.

(Andam por aí muitos jovens portugueses a dar facadas em terceiros, o que me leva a crer numa grave falha na educação e crescimento dos mesmos. Agora, não culpem os jogos.)

Autocolante pequeno mas...
Existem jogos que fazem sucesso, tal como os filmes. Criam legiões de fãs, admiradores, tornam-se numa espécie de culto. E como vivemos numa sociedade altamente capitalista, há que fazer "render o peixe" com isso. Daí que após um grande sucesso se segue logo uma sequela em busca de mais do mesmo mas isto nem sempre corre bem e em certos casos pode ser mesmo catastrófico e ameaçar o que poderia vir a ser uma excelente saga. O caso de hoje situa-se um pouco entre o razoável e o insuficiente mas felizmente conseguiu evitar o pior. O jogo em questão entrou para a colecção em 2003, tendo sido adquirido na Fnac do Almada Fórum, pouco depois do seu lançamento pela nefasta quantia de €69.99. Hoje em dia não o teria comprado lá.

21 de fevereiro de 2011

Ehrgeiz

Fanservice ahoy!
Desenvolvido por: DreamFactory
Publicado por: Square (Eu, JP), Square Electronic Arts (EUA), Namco (Versão arcade)
Director: Seiichi Ishii
Designer: Seiichi Ishii
Artista: Tetsuya Nomura
Compositor: Takayuki Nakamura
Plataforma: PlayStation, Arcade
Lançamento: 17-12-1998 (JP), 04-05-1999 (EUA), 08-02-2000 (EU)
Género: 3D Fighting, Action RPG
Modos de jogo: Modo arcade para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores, Modo história para um jogador (Quest Mode), Mini jogos para 2 jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Compatível com Memory Card (1~3 blocos), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o com todas as personagens, incluindo as secretas e acabei o Quest Mode duas vezes.

(E a demanda continua! Vá lá que o tempo melhorou e pode-se ir para o café escrever artigos mentalmente.)

Nem se deram ao trabalho de elaborar.
Existem jogos que criam hype, ou por outras palavras, euforia nos fãs. Por diversos motivos, sejam eles por ser a sequela de um grande jogo, por ser um novo jogo que promete revolucionar o género ou simplesmente porque é um spin-off de uma saga. Em última análise até pode ser um jogo que apenas tem personagens de um outro jogo que tanto gostamos e só por isso já valerá a pena investir nele. O grande problema é quando isto tudo se torna uma desilusão simplesmente porque estávamos demasiado empolgados acerca do assunto mas no fim de contas, o produto final não correspondeu às expectativas. É o caso do jogo de hoje. Este entrou na minha colecção em 2000, pouco tempo depois de ter sido lançado, e foi comprado na loja de um amigo, em Almada, tendo custado cerca de 10.000$ A loja, infelizmente, já não existe. O jogo sim, imaculado. :)