22 de março de 2011

Elite Beat Agents

Os 3 magníficos.
Desenvolvido por: iNiS
Publicado por: Nintendo
Designer: Keiichi Yano
Motor Gráfico: Osu! Tatakae! Ouendan engine
Plataforma(s): Nintendo DS
Lançamento: 06-11-2006 (EUA), 03-05-2007 (AUS), 13-06-2007 (EU)
Género(s): Música, Ritmo
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo com 1024Mbit
Funcionalidades: Grava o progresso no cartão, Wireless DS Single-Card Download Play (2~4 Jogadores), Wireless DS Multi-Card Play (2~4 Jogadores).
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes em Breezin'.

(Primavera, sê muito bem vinda! Já não era sem tempo...)

Agents are GO! Engrish? Naaah!
Música é algo que faz parte da nossa vida, seja nos maus momentos e claro, nos bons. Está sempre connosco, um pouco por todo o lado e como não podia deixar de ser faz parte dos videojogos, sendo um dos pontos indispensáveis num bom jogo. Aliás, os bons jogos têm sempre um tema associado que nos lembram logo esse mesmo jogo mal ouvimos a música a tocar. Nesta última década apostou-se forte no género musical e assim nasceram diversos jogos cujo tema é a música e nada mais. Muitos desses jogos resumem-se a tocar instrumentos e afins, contudo alguns apostam no ritmo e destreza do jogador, em seguir atentamente a música, ao invés da estar a tocar ou cantar. O jogo de hoje faz parte deste pequeno grupo e chegou-me à colecção em 2010, por cerca de 5 euros tendo sido adquirido na Vobis do Almada Fórum. Preço simpático... :)

21 de março de 2011

No More Heroes

Travis com a babe.
Desenvolvido por: Grasshopper Manufacture
Publicado por: Marvelous Entertainment (JP), Ubisoft (EUA), Rising Star Games (EU)
Designer: Goichi Suda
Compositor: Masafumi Takada
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 06-12-2007 (JP), 22-01-2008 (EUA), 14-03-2008 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com os modos 50Hz/60Hz, Compatível com EDTV/HDTV
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

(Primavera, finalmente! Agora até ao Verão é num instantinho. :D)

Otaku hitman, parece-me bem!
Tal como em muitos outros campos, existem génios no mundo dos videojogos, ao ponto de criarem coisas novas e originais ou de pelo menos pegarem naquilo que já existe e darem-lhe uma nova visão, uma nova abordagem, bem mais radical e louca. No cinema já vimos coisas assim, completamente geniais e inesperadas mas nos jogos só de vez em quando é que alguma destas alminhas se lembra de fazer isso. O jogo de hoje está obviamente dentro do assunto e é uma boa experiência com umas quantas falhas. Mas já lá vamos. O meu exemplar, se a memória não me falha, foi adquirido na Game.co.uk, em 2009 por cerca de 16 euros. Mais coisa, menos coisa.

20 de março de 2011

Dynasty Warriors 2

Tantos chinocas!
Desenvolvido por: Omega Force
Publicado por: Koei
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 03-08-2000 (JP), 26-10-2000 (EUA), 24-11-2000 (EU)
Género: Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador (Musou Mode e Free Mode)
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (288KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Outros nomes: 真・三國無双 - Shin Sangokumusou (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, apesar de ser repetitivo como o raio.

(Ainda é fim de semana logo, nada a declarar! :P)

Sem autocolantes, yay!
No Japão existe muito a mania de fazer jogos baseados em factos históricos. E se na Europa e Estados Unidos todos os anos levamos com um update a séries como FIFA, Need for Speed ou WWE, lá são os Shin Sangokumusou, mais conhecido entre nós por Dynasty Warriors, que sofre deste mal. Digo "sofre deste mal" pois é coisa que já dura há uns bons anos e possivelmente irá continuar até porque esta série já se dividiu e alastrou a outros campos, dando origem a Shin Sengokumusou (Samurai Warriors) e até Gundam! Como não quero esticar a corda, o meu exemplar do jogo de hoje comprei-o algures em 2001, na tal loja em Almada que já não existe. O preço tenho uma vaga ideia que não passou dos 30 euros.

19 de março de 2011

Bioshock 2

Big "badass" Daddy!
Desenvolvido por: 2K Marin, 2K China, Digital Extremes, Arkane Studios, Darkside Game Studios
Publicado por: 2K Games D3 Publisher (JP)
Compositor: Garry Schyman
Motor Gráfico: Unreal Engine 3. Havok Physics
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 09-02-2010 (Creio que em todo o mundo)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer Online entre 2 a 10 jogadores.
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação de 5GB (mínimo) no disco rígido, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC diverso grátis e pago, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o só uma vez em Normal mas tenciono tentar em Survivor, um dia destes.

(É fim de semana, nada a declarar.)

Esta também brilha.
Se há tipo de jogo que tenho me grandes quantidades são FPS. A PS3 é uma boa máquina para os jogar mas até à PS2, muitos dos FPS existentes não eram grande coisa com uma ou outra excepção. Claro, que tal como qualquer gamer da minha faixa etária comecei por jogar este género no PC, criando algum cepticismo quando chegou a hora da passagem para as consolas, visto estas terem alguns exclusivos imperdíveis. Inicialmente é confuso mas rapidamente qualquer pessoa se habitua ao comando e esquece o rato com o teclado. É verdade, escusam de dizer o contrário pois é uma batalha perdida. O jogo de hoje apesar de também existir para PC, ter gráficos ainda melhores e ser mais barato, também é excelente nas consolas e como tal merece o seu lugar de destaque. O meu exemplar veio directamente da Zavvi.com, tendo chegado em Junho de 2010. Inicialmente comprei a Rapture Edition mas visto o stock de PS3 ter esgotado terminantemente, recebi a edição normal e um vale de desconto de 5 libras para uma futura compra. Fiquei um bocado aborrecido mas as 5 libras foram bem gastas... :P

18 de março de 2011

Final Fantasy VI

A simplicidade da capa é brilhante.
Desenvolvido por: Tose Co., Ltd.
Publicado por: Square (JP), Square Electronic Arts (EUA), Sony Computer Entertainment (EU)
Director: Yoshinori Kitase, Hiroyuki Ito
Produtor: Hironobu Sakaguchi
Artista: Yoshitaka Amano
Compositor: Nobuo Uematsu
Plataforma(s): PlayStation, Super Nintendo, Game Boy Advance, Virtual Console
Lançamento: 11-03-1999 (JP), 30-09-1999 (EUA), 01-03-2002 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB), DVD-ROM (4.5GB)
Funcionalidades: Memory Card (1 bloco por save), Inclui a demo jogável de Final Fantasy X
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Para GRANDE vergonha minha, ainda não o acabei mas tenho já muita horinha de jogo.

(Não é por hoje EU fazer anos que o Jogalhões pára. Nem pensar! Há prazos a cumprir e esses estão em primeiro lugar. :D)

Bom conselho...
Os Role Playing Games são um género muito conhecido dentro do universo dos videojogos, quer pelas longas horas de jogo que proporcionam, quer pela história que cativa jogadores de todo o mundo e que muitas voltas consegue dar até culminar num final por norma apoteótico e surpreendente. Deste género surgiu uma variante que curiosamente o popularizou e que no fundo são os JRPG. J, de Japonês, visto ser um género abundante no Japão e que popularizou o género em geral por essa mesma razão. Há uns anos, eram poucos os JRPG's no ocidente e muitos deles nem sequer chegavam à Europa sendo que o único meio de os jogar era mesmo através de emulação pois o hardware era caro, mais ainda porque tinha de ser comprado lá fora. Hoje em dia, JRPG's é coisa que não falta um pouco por todo o lado, se bem que a sua qualidade tem vindo a decrescer, na minha sincera opinião. Mas os antigos, esses, ainda hoje continuam a ser um marco na história bem com ícones de referência para todos os outros. O jogo de hoje é um desses casos. Não sei precisar quando me chegou à colecção mas sei que fui eu a comprá-lo por cerca de 30 euros. Só não faço ideia onde tenha sido...

17 de março de 2011

Dirge of Cerberus - Final Fantasy VII

O Vincent é um duro.
Desenvolvido por: Square Enix PDD 1, Ideaworks Game Studio (Versão Mobile)
Publicado por: Square Enix
Designer: Takayoshi Nakazato
Artista: Tetsuya Nomura, Yukio Nakatani, Yusuke Naora
Compositor: Masashi Hamauzu
Plataforma(s): PlayStation 2, Mobile
Lançamento: 26-01-2006 (JP), 15-08-2006 (EUA), 17-11-2006 (EU)
Género(s): Acção, Third Person Shooter, First Person Shooter, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo missões para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (678KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração, Compatível com rato e teclado USB
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, em todas as dificuldades. As missões, também as fiz todas...

(Ainda faltam cento e muitos jogos mas até Agosto penso que estarão aqui todos. A ver vamos...)

Artwork fabulosa!
Final Fantasy é daqueles títulos que estarão sempre associados com jogos. Desde o primeiro até ao mais recente, todos eles tiveram o seu tempo e deixaram a sua marca. Mas é claro que só isso não chega e com o decorrer dos anos, esta saga veio a popularizar-se no ocidente dando origem a uma imensidão de fãs, o que fez com que a Squaresoft, agora conhecida por Square Enix, começasse a tentar lucrar com isso. Daí saíram então imensos "novos" jogos da saga. Digo "novos" pois muitos são remakes ou versões actualizadas de jogos antigos, tudo para fazer render o peixe. Não é que seja mau, pois assim mais fãs têm oportunidade de jogar os jogos antigos com um interface mais amigável mas é um bocado sem vergonha por parte da Square. Pessoalmente não me importo nada, nem me queixo pois assim também jogo coisas que se não estivessem "actualizadas", provavelmente nem lhes tocaria. Não por serem antigas mas sim por serem difíceis de arranjar e demasiado caras em certos aspectos. O jogo que trago até aqui hoje, é um destes casos, ainda que seja uma continuação de um dos maiores sucessos desta empresa. Refiro-me a Final Fantasy VII, que analisarei daqui a uns tempos. O título de hoje chegou-me à colecção pela mão da minha irmã mais nova, tendo sido uma prenda de Natal, mais concretamente em 2006. :)

16 de março de 2011

F-Zero

Mais uma repro para o currículo.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Plataforma(s): Super Nintendo,Nintendo Wii 
Lançamento: 21-11-1990 (JP), 23-08-1991 (EUA), 04-06-1992 (EU)
Género: Corridas futuristas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: Grava os recordes no cartucho.
Estado: (In)Completo, falta a caixa.
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o muitas e muitas vezes.

(Mais um jogo sem caixa. Se alguém a tiver ou souber onde se possa arranjar a um preço simpático, faça o favor de informar. Também aceito doações... :D)

Parte traseira fiel ao original.
Corridas e naves é algo que sempre resultou bem, se for bem feito, claro está. Em vez de andarmos a controlar carros, sejam eles de rally, fórmula 1 ou até, um simples veículo do dia a dia, porque não conduzir uma nave a uma velocidade supersónica ao ponto de ficarmos tontos? As naves não servem só para andarmos aos tiros. Por isso é que alguém se lembrou de inventar este género onde o que importa é ganhar, custe o que custar nem que para isso tenhamos de fazer "batota" contra os que correm contra nós. E sim, é extremamente gratificante rebentar um adversário em plena corrida, na última volta. Mas já lá chegamos. Como já perceberam, hoje temos corridas com naves e tal, sendo que o meu exemplar deste jogo chegou às mãos oriundo de parte incerta, sem caixa mas com os manuais, curiosamente. Sinceramente, gostava de saber como veio cá parar...

15 de março de 2011

Tetris

E capa custom para não variar.
Desenvolvido por: Alexey Pajitnov (Original), Nintendo R&D1
Publicado por: Nintendo
Designer: Alexey Pajitnov
Compositor: Hirokazu Tanaka
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Nintendo Game Boy e todas as que se lembrarem.
Lançamento: Por volta de 1989.
Género: Puzzle
Modos de jogo: Dois modos, Type A e Type B
Media: Cartucho de 3-megabit
Funcionalidades: Não tem.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Joguei-o várias vezes mas prefiro de longe a versão Game Boy.

(Sol! Finalmente! Vamos lá ver se ele se aguenta durante muito tempo lá em cima.)

Parte traseira a condizer.
Os jogos de puzzles são um dos géneros que mais aprecio, por incrível que pareça mas que tenho em pequenas quantidades visto não me prenderem o tempo suficiente e achar que por vezes o preço que pedem por eles não é justo. No fundo são jogos para se jogarem ocasionalmente e que não requerem muito tempo, daí que o seu preço deveria ser muito inferior aos dos restantes jogos, sem desrespeitar o trabalho e empenho das pessoas envolvidas na sua concepção. Felizmente hoje em dia, aparelhos como o iPod Touch, têm imensos jogos do género por preços bastante simpáticos. Mas há muito tempo atrás não era bem assim pois o preço de um jogo de puzzles era igual ao de um de plataformas ou mesmo de tiros. O jogo de hoje é portanto de puzzles e é bem conhecido por todos. Faz parte de uma colectânea que vinha com o Nintendo Super Set e, como já referido, chegou à colecção na década de 90.

14 de março de 2011

Killer Instinct

Fulgore não brinca em serviço.
Desenvolvido por: Rareware
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Chris Tilston, Kevin Bayliss, Mark Betteridge
Compositor(es): Robin Beanland, Graeme Norgate
Plataforma(s): Game Boy, Super Nintendo, Arcade
Lançamento: Novembro de 1995
Genéro: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo torneio para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: Compatível com o adaptador Super Game Boy, Compatível com cabo Game Link.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes. Com todas as personagens.

(Escrever com dores de cabeça custa, mas quando o texto sai naturalmente nem se dá por isso...)

O tradicional autocolante rafeiro.
Os jogos de porrada sempre me acompanharam durante a minha demanda por este passatempo que são os videojogos. Quem diz a mim diz a tantos outros e mesmo aqueles a quem hoje em dia chamam de "casuais", muito provavelmente já tiveram contacto com um ou outro mais conhecido. Se forem da geração que nasceu na década de 80, Street Fighter, Mortal Kombat e King of Fighters não vos são coisas estranhas, posteriormente a esse período talvez se identifiquem mais com Tekken ou Guilty Gear, já para não referir BlazBlue. Mas existem N jogos deste género e o que aqui apresento hoje é bastante conhecido, embora para muitos seja completamente estranho, até porque era exclusivo Nintendo. Chegou à minha colecção no Natal de 1995 mas ia tendo um final triste pois eu portei-me muito mal nessa altura e as prendas quase que iam tendo outro destino que não as minhas mãos. Memórias, memórias... :)

13 de março de 2011

Contra Advance - The Alien Wars EX

O Bill está com cara de poucos amigos.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Designer: Nobuya Nakazato
Compositor(es): Miki Yanagisawa, Masanori Adachi, Tappy Iwase
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 03-11-2002 (EUA), 14-11-2002 (JP), 21-02-2003 (EU)
Género: Run ‘N Gun
Modos de jogo: Um jogador e Co-Op dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso através de passwords, Multiplayer através de Game Link para dois jogadores.
Outros nomes: Contra: Hard Spirits (魂斗羅 ハードスピリッツ) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes. Mesmo sendo portátil, a versão de SNES é melhor.

(É Domingo, que há para escrever aqui? Nada. :P)

Deve ser por causa do autocolante.
Se há género que aprecio nos jogos é o dos tiros mas dizer isto por si só é ambíguo pois jogos de tiros existem aos pontapés. Isto já para não referir categorias em específico tais como shoot 'em ups, first person shooters e os run 'n gun. Destes todos não há nenhum que goste mais nem goste menos pois todos são bons mas de facto os mais divertidos são os run 'n gun pois são um tipo de jogo fácil de jogar, sem complicações e extremamente divertidos, especialmente se derem para jogar com um parceiro. Double the shooting, double the fun! O jogo de hoje é um desses casos, ainda que haja melhor e muito parecido para não dizer quase igual. O meu exemplar veio da Vobis do Colombo, pela módica quantia de 7 euros, se a memória não me falha. Foi um achado pelo meu amigo Rui Brazão, que fez o obséquio de mo trazer. :)

12 de março de 2011

DooM

Falta-lhe uma caçadeira naquela mão.
Desenvolvido por: ID Software
Publicado por: Williams Entertainment, Ocean Software (Versão PAL)
Director: Tom Hall
Designer(s): Sandy Petersen, John Romero, Shawn Green
Programador(es): John Carmack, Mike Abrash, John Romero, Dave Taylor
Artista(s): Adrian Carmack, Kevin Cloud
Motor gráfico: Custom Engine por Randy Linden
Plataforma(s): Super Nintendo, PlayStation, PC e todas as que se conseguirem lembrar
Lançamento: 26-09-1995 (EU), 29-02-1996 (EU), 01-03-1996 (JP)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit com chip Super FX2
Funcionalidades: Não tem.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o pelo menos quatro vezes, ainda que não tenha passwords nem gravação de progresso.

(O Japão está de rastos com o trágico acontecimento de ontem. A Mãe Natureza é assim mesmo, imprevisível.)

FX Powa! Pixeis por todo o lado!
No meus tempos de secundário, ainda as consolas se limitavam aos 16-bit e os grandes jogos estavam no PC, surgiu um de nome DooM, onde assumíamos o papel de um space marine durão que se passeava pelas luas de Marte enquanto rebentava monstrengos pelo caminho. Claro que para correr este jogo decentemente era preciso um 486, coisa que eu claramente não dispunha pois desde que avariei o 286, não tive direito a mais nenhum. No mínimo um 386 já fazia o trabalho. A única maneira de o jogar era em casa de amigos ou, em último recurso, na escola. Estávamos em 1993 e até ter a versão de SNES, que saiu em 1995, muito joguei no PC sempre que tinha tempo livre para tal. Mas eventualmente lá me chegou às mãos, em 1995, para grande felicidade minha tendo sido oferecido por um motivo qualquer. Só não me lembro se foi do pai ou da mãe, mas certamente foi de um deles.

11 de março de 2011

Metroid Prime 3 - Corruption

Samus e Dark Samus!
Desenvolvido por: Retro Studios
Publicado por: Nintendo
Director: Mark Pacini
Produtor(es): Kensuke Tanabe, Bryan Walker, Jeff Miller
Compositor(es): Kenji Yamamoto, Minako Hamano, Masaru Tajima
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 27-08-2007 (EUA), 26-10-2007 (EU), 08-11-2007 (AUS), 06-03-2008 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas, First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii, Funções online para troca de medalhas entre jogadores com Friend Codes para desbloquear extras de jogo, Suporta os modos 50Hz/60Hz e EDTV/HDTV.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, ia na segunda ronda mas deixei a meio não sei porquê.

(Mais um dia bastante cinzento. Solinho! Onde estás tu?)

Caçador? Caçadora, sff!
A saga Metroid é sem dúvida alguma, uma das mais emblemáticas nas consolas Nintendo e a minha favorita. Não há Mario nem Zelda que bata uma boa aventura na pele de Samus pelos confins do espaço, a explorar zonas inóspitas, onde outra floresceram civilizações bem mais avançadas do que a nossa mas agora são um antro de criaturas prontas a levarem uns tiros no rabo. E com a evolução dos tempos, esta saga tem vindo a acompanhar quase todas as consolas Nintendo até à data. A Wii não foi excepção e este é provavelmente um dos melhores jogos da saga. Foi o motivo pelo qual comprei a consola em primeiro lugar, pois tenho muito esse hábito de comprar os jogos antes das consolas. Assim já sei que mais cedo ou mais tarde tenho de as comprar. Este exemplar foi comprado dias após o lançamento, mais concretamente a 02-11-2007, na Fnac por 49.99€. Não olhei ao preço...

10 de março de 2011

International Supestar Soccer 64

Capa tão feia...
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Osaka
Publicado por: Konami
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 01-06-1997 (EU), 31-07-1997 (EUA), 18-09-1997 (JP)
Género: Futebol
Modos de jogo: Exhibition, World League, International Cup, Penalty Shootout e Training, para um jogador e até quatro.
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: Compatível com N64 Memory Pak para gravação de progresso
Outros nomes: Jikkyou World Soccer 3 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Muitas horas de jogos nos vários modos.

(Hoje não tenho nada a declarar. Nada mesmo. :P)

Demasiado texto...
O futebol é daqueles desportos que está espalhado pelo mundo inteiro e que faz multidões pararem. É simples e quando jogado a sério e bem, é um espectáculo emocionante como qualquer outro, especialmente se for um campeonato do mundo e estivermos a torcer pelo nosso país. Claro que nem todos gostam o desporto-rei, sendo eu uma dessas pessoas. O não gostar é relativo, a minha posição é mais não "ligo nenhuma a menos que seja campeonato do mundo", ou talvez um jogo da liga inglesa ou italiana. Em Portugal, dispenso o nosso futebol por muitas e diversas razões. Mas como já é costume por estas bandas, isto não interessa nada! É apenas uma introdução ao jogo de hoje, que é de... futebol. Entrou na minha colecção em 1997, não sei bem em que circunstâncias, sou sincero. Penso que tenha sido a Concentra connection, é que nesse período de tempo, só pode mesmo ter sido isso... xD

9 de março de 2011

Metroid Prime 2 - Echoes

Samus em destaque.
Desenvolvido por: Retro Studios, Nintendo
Publicado por: Nintendo
Designer: Mike Wikan
Compositor: Kenji Yamamoto
Plataforma(s): Nintendo GameCube, Nintendo Wii
Lançamento: 15-11-2004 (EUA), 26-11-2004 (EU), 02-12-2004 (AUS), 26-05-2005 (JP)
Género(s): First Person Shooter, Plataformas, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer em splitscreen entre 2~4 jogadores
Media: Nintendo Optical Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (3 Blocos), Apenas compatível com modo PAL 60Hz.
Outros nomes: Metroid Prime 2: Dark Echoes (メトロイドプライム2 ダークエコーズ Metoroido Puraimu 2 Dāku Ekōzu) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, com tudo a 100%. Achei o jogo um bocado aborrecido.

(Será que chove? Espero bem que não, para bem do São Pedro.)

Parte de trás pouco inspiradora.
Já é tradição neste nosso planeta, quando algo tem sucesso por norma faz-se logo mais e melhor, embora isto seja discutível pois nem sempre o mais é melhor. Isto aplica-se em geral a tudo mas em particular a filmes e claro, jogos. Se um jogo teve sucesso, toca de fazer a sequela, a prequela, a side story e o spin-off. O que importa é fazer render o peixe, ou melhor ainda, como prefiro dizer e escrever, ordenhar a vaca. De facto em inglês soa melhor, milking the cow mas isso não interessa nada. Ora bem, o jogo de hoje é um desses casos, uma sequela que prometia ser melhor em tudo mas a meu ver, falhou redondamente num pormenor: o divertimento. Esqueceram-se de o colocar lá. De resto tem tudo no ponto. O meu exemplar chegou-me às mãos através de um amigo meu, o Luís Mendes, também conhecido por outros nomes e alcunhas mas que não têm a ver para o caso. Achei-o no eBay, o jogo claro, por cerca de 25 euros novinho. O senhor Mendes tratou do negócio...

8 de março de 2011

Bionic Commando Rearmed

Mais uma custom cover.
Desenvolvido por: GRIN
Publicado por: Capcom
Produtor: Ben Judd
Designer: Simon Viklund
Artista: Shinkiro
Compositor: Simon Viklund
Motor gráfico: Diesel Engine
Plataforma: PlayStation 3 (PSN), PC, Xbox Live Arcade
Lançamento: 13-08-2008 (JP), 14-08-2008 (EUA), 15-08-2008 (EU)
Género: Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores (Co-Op), Multiplayer local e online.
Media: Download (354MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da PS3, Conteúdo extra para utilizar em Bionic Commando.
Outros nomes: (バイオニック コマンドー マスターD復活計画, Bionic Commando: Master D Resurrection Project)
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes e repeti vários níveis só pelo gozo.

(Chuva, como te odeio. Mas adoro água, que dilema.)

Spencer enfrenta um dos bosses.
Como a advento das consolas da actual geração, surgiram diversos títulos cuja comercialização se faz única e exclusivamente online. Seja na PS3, na Wii ou na Xbox360, existem imensos jogos disponíveis nas suas lojas online, alguns deles completamente novos e originais mas outros tantos, nossos velhos conhecidos. Se por um lado isto é bom, pois podemos aproveitar alguns jogos que perdemos ou simplesmente nos passaram ao lado na época, por outro lado é mau pois perde-se um bocado a magia de ter o jogo na caixa, com o manual e outras coisas. Claro que em certos casos, como por exemplo um jogo de arcada de 1993, não fazia muito sentido ser comercializado fisicamente pois o mais certo era nem sequer vender. Mas no caso de jogos mais recentes, não seria má ideia de todo. Isto remete-nos para o jogo de hoje, que foi adquirido na PlayStation Store, pois não podia ter sido feito de outra maneira. A data de aquisição, creio que foi em 2008, pouco depois do lançamento.

7 de março de 2011

Bioshock

A capa brilha!
Desenvolvido por: 2K Marin, 2K Australia, Digital Extremes
Publicado por: 2K Games
Designer: Paul Hellquist
Argumentista: Ken Levine
Compositor: Garry Schyman
Motor Gráfico: Unreal Engine 3. Havok Physics
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, Mac
Lançamento: 17-10-2008 (EU), 21-10-2008 (EUA)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação de 5GB (mínimo) no disco rígido, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC Challenge Rooms, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes, em Normal e Survivor. Platina garantida! :D

(Este tempinho está uma treta, o senhor Sol já aparecia...)

Atrás também brilha.
First Person Shooters. Um género amado por muitos, detestado por outros. Mas a verdade, quer queiramos, quer não, é que os FPS são um dos géneros mais populares de sempre que começou no PC com o velhinho Wolfenstein3D e posteriormente com DooM, mas veio até às consolas para tentar a sua sorte. E saiu-se bem pois conseguiram-se proezas nunca antes imaginadas e o comando conseguiu rivalizar o combo teclado+rato. Mas não se ficou por aí, inovou-se, fazendo com que deixasse de ser só tiros e passasse a ser mais cooperativo, mais interactivo e com outros elementos, populares em outros géneros, como RPG's e estratégia. Assim os FPS deram origem a um conjunto de novos jogos, bem interessantes e sobretudo diferentes. É o caso do jogo que hoje apresento aqui que entrou na minha colecção, em 2008 se não estou em erro, e custou cerca de 16 euros. Mais uma vez, é de agradecer a existência da Zavvi.com pelos preços baixos e justos! :)

6 de março de 2011

Metal Gear Solid - Peace Walker

Excelente capa, como sempre.
Desenvolvido por: Kojima Productions
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Kazuma Jinnouchi, Nobuko Toda, Norihiko Hibino, Yoshitaka Suzuki, Takahiro Izutani, Todd Haberman, Jeremy Soule
Artista: Yoji Shinkawa
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 28-04-2010 (JP), 08-06-2010 (EUA), 17-06-2010 (EU)
Género: Acção, Aventura, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um, dois ou quatro jogadores (Solo ou Co-Op), Modo Vs. entre dois a seis jogadores.
Media: Universal Media Disc (1.8GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick, Instalação do jogo no Memory Stick (894MB), Conteúdo adicional (DLC), Compatível com Wireless, Modo Ad-Hoc ou Infra-estrutura, Compatível com Ad-Hoc Party na PS3.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, mas repeti imensas missões totalizado cerca de 100 horas de jogo. Ainda jogo ocasionalmente a dois para ajudar o pessoal nas missões mais complicadas.

(Este país está de facto entregue aos bichos...)

Sem autocolantes!
Quando a PlayStation Portable saiu, confesso que não estava minimamente interessado na plataforma pela escassez de jogos interessantes. Digamos que o line-up não era dos melhores e apesar de ter um ou outro nome sonante, o conteúdo não era o que se estava à espera. Mas tal como todas as consolas, é preciso deixá-las amadurecer para conseguir o melhor que estas têm para dar. Após alguns tempos começam a sair jogos melhores, que tiram mais proveito das capacidades da máquina e consequentemente, sequelas ou prequelas de jogos existentes noutras plataformas. A PSP é sem dúvida uma máquina onde foram lançados alguns jogos que se encaixam nesse perfil. Quando isto começou a acontecer, não pensei duas vezes e investi. Foi sem dúvida uma boa aposta pois no seu extenso catálogo constam alguns dos melhores títulos de sempre, de diversas e conhecidas sagas. O jogo de hoje é exemplo disso e considero-o um dos melhores em todos os aspectos. Adquiri o meu exemplar umas semanas após o seu lançamento por cerca de 16 euros. Na Zavvi.com, claro está... :)

5 de março de 2011

Devil May Cry 3 - Dante's Awakening [Special Edition]

Os manos em destaque.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Hideaki Itsuno
Produtor: Tsuyoshi Tanaka
Artista: Kazuma Kaneko
Argumentista(s): Bingo Morihashi, Takayasu Yanagihara
Compositor(es): Tetsuya Shibata, Kento Hasegawa
Plataforma(s): PlayStation 2, PC
Lançamento: 24-01-2006 (EUA), 23-02-2006 (JP), 29-09-2006 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador (ou para dois se descobrirem como)
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (364KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma três vezes, duas com Dante, uma com Vergil.

(A Primavera está quase, quase aí. Finalmente! A ver é se a temperatura lhe corresponde...)

Autocolantes mínimos.
Todos sabem como o software é caro, especialmente no nosso país. E no que toca a jogos ainda pior pois somos o único país na Europa que tem uma porcaria de um selo que só vem ainda mais aumentar o preço. É a dura verdade. Comprar online era uma opção que rapidamente se tornou numa necessidade para fugir a estes escandalosos abusos, ou se preferirem, atentados à nossa bolsa. E não há nada melhor que dar, a título de exemplo, 22 euros por um jogo que saiu há menos de um mês e cá custa 70. No máximo 50 euros online equivale a uma edição especial de porte comum (caixa do mesmo tamanho de uma edição standard). Claro que por vezes, aparecem certas pechinchas, nomeadamente nos hipermercados onde conseguimos bons jogos a preços justos. É o caso do jogo de hoje que me ficou por cerca de 20 euros, menos de um mês após o seu lançamento. Foi adquirido no dia 12-10-2006, no Jumbo do Almada Fórum.


4 de março de 2011

Fear Effect

Capa à Hollywood.
Desenvolvido por: Kronos Digital Entertainment
Publicado por: Eidos
Produtor: Sandy Abe
Designer(s): Scott J. Compton, Christian Dailey, John Zuur Platten
Argumentista(s): Stan Liu, John Zuur Platten
Compositor(es): Matt Furniss, Jason Agolia
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 31-01-2000 (?)
Género: Aventura, Acção, Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: 4x CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Compatível com Memory Card (1 bloco), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, uma delas em Hard.

(Já faltou mais mas estamos no bom caminho!)

Não é filme, é mesmo um jogo.
Uma das grandes evoluções e revoluções no mundo dos videojogos foi o aparecimento de Full Motion Video, ou por outras palavras, vídeo metido dentro do CD proporcionando ao jogador um ambiente mais realista e uma maneira de se ir acompanhando a história. Claro que isto não começou na PlayStation, bem antes disso a MegaCD fez as delicias de muitos ainda que a qualidade de vídeo fosse bastante duvidosa e os jogos mais ainda pois estavam demasiado assentes nesta base o que foi um erro tremendo e um flop do tamanho do mundo. Mas isso pouco interessa, até porque não venho escrever acerca da MegaCD mas sim de um jogo. Esse jogo sei que o comprei algures em 2000 após o seu lançamento, numa loja em Almada que era de um amigo. A loja, como já referi noutra análise, deixou de existir para grande pena minha e de muitos mas os jogos ainda andam por cá... :)

3 de março de 2011

Gargoyle's Quest

Firebrand está verde de fúria...
Desenvolvido por: Capcom Co., Ltd.
Publicado por: Capcom Co., Ltd.
Produtor: Tokuro Fujiwara
Designer: Tokuro Fujiwara
Compositor: Yoko Shimomura
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 02-05-1990 (JP), Julho de 1990 (EUA), Algures em 1990 (EU)
Genéro(s): Plataformas, Aventura, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Sistema de passwords para gravação do progresso.
Outros nomes: Red Arremer: Makaimura Gaiden (レッドアリーマー 魔界村外伝 que traduzido é algo como "Red Arremer: A Demon World Village Story") (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas ou três vezes pois este é um desafio.

(Como já devem ter reparado, o Jogalhões mudou de aspecto, uma vez mais. Ora, vai ser assim todos os meses, mudamos para não ser sempre a mesma coisa.)

...mas na verdade ele é vermelho!
Na década de 1990, o Game Boy dava os seus primeiros passos na Europa e um dos seus grandes atractivos para além da portabilidade era o seu catálogo de jogos. Quando chegou a Portugal ainda que não fossem muitos, para nós que éramos miúdos parecia não ter fim! E algo que despertava muito a atenção eram as capas dos mesmos, cheias de cor ou com uma personagem que se destacava em particular de tudo o resto. Quer isto dizer que muitos de nós fomos induzidos em erro e certamente temos jogos péssimos nas colecções devido às capas demoníacas que nos atraíam como a luz atrai as traças. Mas nem todas as capas bonitas escondiam jogos maus, aliás, grande maioria deles até são minimamente decentes e alguns muito bons. O de hoje é daqueles cuja capa não é nada de especial mas o facto de ter um bicho verde a voar era mais do que chamariz. O curioso é que segundo a história, o bicho ou se preferirem, a gárgula é vermelha e não verde. O meu exemplar, foi certamente mais uma prenda por um motivo qualquer, o qual não me recordo mas sei que foi a minha estimada mãe que me ofereceu. :)

2 de março de 2011

Castlevania - Aria of Sorrow (Castlevania - Double Pack)

As fotos de hoje...
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Tokyo
Publicado por: Konami
Director: Junichi Murakami
Produtor: Koji Igarashi
Artista: Ayami Kojima
Argumentista: Koji Igarashi
Compositor(es): Michiru Yamane, Takashi Yoshida, Soshiro Hokkai
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 06-05-2003 (EUA), 08-05-2003 (JP), 09-05-2003 (EU), Double Pack - 2006 (EUA, EU)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Boss Rush Mode, New Game+, Hard Mode, Julius Mode (desbloqueados depois da primeira ronda).
Media: Cartucho de 128MBit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso, Troca de dados através de Link Cable
Outros nomes: Castlevania: Akatsuki no Menuett (キャッスルヴァニア ~暁月の円舞曲~ Kyassuruvania Akatsuki no Menuetto, que se traduz em "Castlevania: Minuet of Dawn") (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas quatro vezes, Soma em nível 99, tudo explorado.

(Conclusão da dupla análise, felizmente não vou ter de fazer isto mais vezes.)

No seguimento da análise de ontem, eis o segundo jogo do cartucho, Castlevania - Aria of Sorrow, que é provavelmente um dos melhores deste género dentro da saga. Digo isto não apenas por ser uma proeza técnica no GBA mas também por ter uma excelente história que apesar de se distanciar da tradição consegue manter tudo aquilo a que a série nos habituou.

...são as mesmas de ontem!
Castlevania - Aria of Sorrow passa-se no ano 2035, 36 anos após a última batalha dos Belmont contra o pérfido Conde Drácula, cujos poderes, que desta vez foram selados num eclipse solar por Julius Belmont. Após estes eventos, Soma Cruz, um jovem rapaz é tido como a reencarnação de Drácula e segundo a profecia, neste ano ele iria regressar a Castlevania para herdar todos os poderes e uma vez mais trazer o lorde das trevas ao mundo dos vivos. É nesta premissa que assentam as motivações das várias personagens secundárias do jogo e sem dúvida é interessante ver a volta que a história dá...

1 de março de 2011

Castlevania - Harmony of Dissonance (Castlevania - Double Pack)

Este traz dois!
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Tokyo 
Publicado por: Konami
Director: Takashi Takeda
Produtor: Koji Igarashi
Artista: Ayami Kojima
Argumentista: Koji Igarashi
Compositor(es): Soshiro Hokkai, Michiru Yamane
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 06-06-2002 (JP), 16-09-2002 (EUA), 11-10-2002 (EU), Double Pack - 2006 (EUA, EU)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Boss Rush Mode, Maxim Mode (desbloqueados depois da primeira ronda).
Media: Cartucho de 128MBit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso
Outros nomes: Castlevania: Byakuya no Concerto (キャッスルヴァニア 白夜の協奏曲 Kyassurubania Byakuya no Koncheruto, que traduzido dá Castlevania: Concerto of Midnight Sun) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes e chega.

(A análise de hoje está divida em duas partes visto serem dois jogos num único cartucho.)

Mas só interessa o HoD por agora.
Vampiros. Mais uma vez. Não vou estar a falar deles e vou direito ao assunto. Este jogo faz parte de uma colectânea lançada para Game Boy Advance em 2006, quer nos Estados Unidos, quer na Europa e que dá pelo nome de Castlevania - Double Pack. Como o nome sugere, é um cartucho com dois dos três jogos que saíram para esta máquina e como tal vejo-me na obrigação de analisar os dois em separado uma vez que são substancialmente diferentes. Este meu exemplar comprei-o em 2008, creio, por cerca de 20 euros. Só não me lembro onde o adquiri pois não guardei o talão. :P

28 de fevereiro de 2011

Donkey Kong Country 3 - Dixie Kong's Double Trouble!

É uma capa cutchy!
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Director: Tim Stamper
Produtor: Andrew Collard
Designer(s): Andrew Collard, Paul Weaver
Artista(s): Mark Stevenson, Neil Crook
Compositor(es): Eveline Fischer, David Wise
Plataforma(s): Super Nintendo, Game Boy Advance, Virtual Console
Lançamento: 22-11-1996 (EUA), 23-11-1996 (EU), 19-12-1996
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 32-megabit
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma três vezes e descobri tudo o que havia para descobrir.

(Agora com a máquina fotográfica nova, uma Canon 1000D, até dá gosto tirar fotos a caixas... xD)

El machaque del mono sigue vivo!
Tal como tudo na vida, existem coisas que nos estão destinadas e outras não. Com os jogos acontece precisamente o mesmo, alguns estão destinados a entrarem na colecção e outros não. A história do jogo de hoje é no mínimo curiosa por esse mesmo motivo. Tudo começou quando saiu o Ultimate Mortal Kombat 3. Como era um jogo que aguardava com alguma ansiedade, logo o tive para grande alegria minha mas após algumas rondas descobri que o jogo tinha um defeito. Para além de não ter a Sheeva, esta estava lá mas o sprite aparecia no ecrã como se tivesse sido atropelado por um tractor. Consequentemente o jogo crashava quando ela aparecia. Visto em 1996 não ter muito conhecimento acerca disto, decidi ir à loja para trocarem o jogo. Assim aconteceu depois de ter explicado a situação. Novamente o mesmo problema, nova troca. À terceira, desisti e optei por trocar por um jogo do mesmo valor. Foi assim que Donkey Kong Country 3 entrou para a minha colecção, por mero acaso pois nem fazia questão de o ter. Burro teria sido se não o tivesse escolhido! Ah, foi oferta a minha mãe, já não me lembro porquê.

27 de fevereiro de 2011

Duke Nukem 64

Repro baseada nas caixas PAL e NTSC.
Desenvolvido por: 3D Realms, Eurocom
Publicado por: GT Interactive
Motor gráfico: Build Engine
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 16-11-1997 (?)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para quatros jogadores
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: Compatível com N64 Memory Pak para gravação de progresso, Compatível com Rumble Pak.
Estado: Incompleto, falta a caixa e os manuais
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes e muitas horas gastas no multiplayer.

(Tarda mas não falha! Como é fim de semana tenho desculpa.)

Parte traseira com tratamento repro.
Censura. Sempre existiu e sempre existirá, um pouco por todo o lado. A sociedade institui um conjunto de normas e regras que fazem com que a censura existe mas no entanto em quantidades menores face ao antigamente. A televisão sempre foi um meio onde essa mesma é posta em prática com frequência, visto chegar a tanta gente. Os videojogos não são excepção pois durante algum tempo, foram alvo de pesadas políticas empresariais que visavam manter muitos elementos censurados devido a poderem gerar polémica e controvérsia em determinadas comunidades, nomeadamente as versões ocidentais e mais concretamente ainda, versões europeias. Hoje em dia, felizmente isso já não acontece e por norma, os únicos sítios onde censuram jogos é na Alemanha, Austrália e curiosamente no Japão, onde antigamente valia tudo. Bom, isto como é de calcular, tem tudo a ver com o jogo que trago aqui hoje, conhecido por ser polémico, atrevido mas acima de tudo extremamente divertido. Chegou-me à colecção em 1998, mais coisa, menos coisa, oriundo de parte incerta e a custo zero. Daí não ter nem caixa nem manual pelo que agradecia que alguma alminha me arranjasse esses itens em falta. Negoceio sempre pelo preço justo se for caso disso. :)

26 de fevereiro de 2011

Metroid Prime

Aquele autocolante na frente...
Desenvolvido por: Retro Studios, Nintendo EAD e R&D1
Publicado por: Nintendo
Produtor(es): Shigeru Miyamoto, Kensuke Tanabe, Kenji Miki
Designer: Yoshio Sakamoto
Compositor(es): Kenji Yamamoto, Kouichi Kyuma
Plataforma(s): Nintendo GameCube, Nintendo Wii
Lançamento: 17-11-2002 (EUA), 28-02-2003 (JP), 21-03-2003 (EU), 03-04-2003 (AUS)
Género(s): First Person Shooter, Plataformas, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Nintendo Optical Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (3 Blocos), Compatível com Game Boy Advance para troca de dados com Metroid Fusion
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, a segunda a 100%.

(Peço desde já desculpa pela qualidade das fotos mas estou a usar uma máquina diferente que me parece não estar muito boa. Provavelmente as de amanhã estarão iguais mas mal possa coloco fotos em condições.)

Pior só mesmo estes!
Ficção Científica. Algo que sempre me fascinou, não só pela tecnologia mas também pelo ambiente, pelo desconhecido e claro, pela possível existência de vida extraterrestre. E se no grande ecrã, foram muitos os filmes, muitas as histórias a fascinar e surpreender, alimentando esta fome de mais, nos videojogos também houve um crescimento neste campo. Desde cedo se apostou no género mas nos primeiros tempos, dado que o hardware disponível não fazia milagres, não existiam assim grandes títulos dignos de destaque. Hoje em dia, a história é outra mas voltando um pouco atrás, até na era dos 8-bit e posteriormente na dos 16-bit, criaram-se boas histórias e sagas que duram até ao dia corrente. Uma delas é Metroid, inspirada em diversos filmes mas com uma história original e no mínimo curiosa pelas voltas que tem dado ao longo destes anos. E uma dessas "voltas" prende-se precisamente com o jogo de hoje, que aterrou na colecção em 27 de Julho de 2005, por 31.99€. Foi adquirido na Fnac do Almada Fórum, tal como muitos outros...