17 de abril de 2011

Silent Hill Origins

Uma capa interessante.
Desenvolvido por: Climax Studios
Publicado por: Konami Digital Entertainment
Director: Mark Simmons
Produtor: William Oertel
Designer: Sam Barlow
Argumentista: Sam Barlow
Compositor: Akira Yamaoka
Plataforma(s): PlayStation Portable, PlayStation 2
Lançamento: 06-11-2007 (EUA), 16-11-2007 (EU), 06-12-2007 (JP)
Género: Acção, Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (544KB mínimo)
Outros nomes: Silent Hill Zero (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes para ver os três finais.

(É Domingo, nada a declarar!)

Traseira pouco elaborada.
Com o decorrer dos anos, é natural que algumas sagas se expandam pelos vários sistemas de entretenimento existentes no mercado fazendo com que os verdadeiros fãs e seguidores, se vejam na obrigação de comprar uma máquina nova para poder desfrutar da mais recente aventura. Isto aos olhos de muitas gente é capaz de parecer mal pois é um meio de fazer dinheiro fácil dos pobres inocentes mas no fundo é uma consequência da evolução e uma tentativa de abranger um mercado muito maior. A minha opinião sobre este assunto é e sempre será a mesma pois acho muito bem que assim seja, visto no final de contas, mais tarde ou mais cedo, acabo por comprar uma consola nova para jogar algo que realmente quero. Bom, esta conversa toda serve apenas mas introduzir o jogo de hoje, que faz parte de uma saga não muito grande mas suficientemente famosa e amada pela comunidade. O meu exemplar entrou na colecção a Fevereiro de 2010 por cerca de 9 euros, tendo sido adquirido numa loja online.

16 de abril de 2011

Final Fight Streetwise

Ui, que ar de mau...
Desenvolvido por: Capcom Production Studio 8
Publicado por: Capcom
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox
Lançamento: 28-02-2006 (EUA), 07-04-2006 (EU)
Género(s): Acção, 3D Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Arcade para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (275KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes.

(Fim de semana, pausa nos comentários sem nexo.)

Autocolantes foleiros.
Uma das mudanças mais radicais e até temidas no mundo dos videojogos é a passagem do 2D para o 3D. Tanto suscita curiosidade como receio, pois ainda hoje em dia é visto com algo sensível que deve ser feito com o máximo dos cuidados, para não instigar a fúria dos seguidores e fãs. No entanto, numa indústria que hoje é movida pelo dinheiro como qualquer outra, em muitos casos não existe a preocupação de fazer o trabalho bem feito e isso por norma resulta em algo desastroso para quem desenvolve e publica. Pessoalmente gosto de ver a transição mas adopto quase sempre uma postura de cepticismo em relação a isso, para não me desiludir demasiado. No caso de hoje, muitos consideram que foi uma das piores passagens de 2D para 3D mas eu acho que existem jogos muito piores nesse campo. Este é apenas um que podia ter sido muito melhor mas lá no fundo até nem é tão mau quanto o pintam. O meu exemplar foi adquirido a um amigo, em 2008 por cerca de 10 euros. Está impecavelmente estimado. :)

15 de abril de 2011

Final Fantasy IX

Mais uma capa aprovada pela simplicidade.
Desenvolvido por: Square
Publicado por: Square
Director: Hiroyuki Ito
Produtor(es): Hironobu Sakaguchi, Shinji Hashimoto
Artista(s): Hideo Minaba, Shukou Murase, Toshiyuki Itahana
Argumentista: Hironobu Sakaguchi
Compositor: Nobuo Uematsu
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network
Lançamento: 07-07-2000 (JP), 14-11-2000 (EUA), 16-02-2001 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: 4x CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com o Comando Analógico, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Muitas horas de jogo mas ainda não o acabei, para grande vergonha minha.

(Decidi, daqui para a frente, incluir algumas imagens dos jogos para tornar a coisa visualmente mais apetecível.)

Sem autocolantes!
Muitos jogos nascem de conceitos simples onde o essencial é que cativem o jogador através de dois elementos muito básicos: história e jogabilidade. Ambos não são de todo uma tarefa fácil pois requerem muita imaginação, dedicação, trabalho e acima de tudo conhecimento. E assim nascem grandes títulos que consoante o sucesso vão mudando para melhor ou para pior. Há casos em que mudam para ambos os lados mas há sempre aqueles que decidem regressar às origens, muitas vezes por uma questão de agradar os fãs, que são não só o público-alvo mas também os maiores críticos do trabalho destes senhores que fazem jogos. A saga Final Fantasy é conhecida por enumeras coisas e uma delas é sem dúvida o regresso às origens, ao ambiente dos primeiros jogos. O jogo de hoje é um desses casos onde o regresso ao passado resultou bem. Este meu exemplar chegou à colecção por volta de 2001 mas não sei ao certo aonde o adquiri. O preço deve ter rondado os 9.990$, preço normal para um jogo de PlayStation naquela época.

14 de abril de 2011

Metroid Fusion

Fato novo para Samus.
Desenvolvido por: Nintendo R&D1
Publicado por: Nintendo
Director: Yoshio Sakamoto
Produtor: Takehiro Izushi
Designer(s): Tomoyoshi Yamane, Takehiko Hosokawa
Argumentista: Yoshio Sakamoto
Compositor(es): Minako Hamano, Akira Fujiwara
Plataforma: Nintendo Game Boy Advance
Lançamento: 17-11-2002 (EUA), 22-11-2002 (EU), 14-02-2003 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 64-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso na cartucho (3 Slots), Compatível com ligação à Nintendo GameCube para troca de informação com Metroid Prime, Compatível com Metroid: Zero Mission para trocar de informação.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes, a 100%.

(Mais um excelente dia de sol! Devia ser sempre assim.)

Nem comento estes malditos autocolantes.
Todos nós temos saga favoritas, seja no que concerne a 7ª arte, literatura e claro, videojogos. Mas dada a competição que existe neste meio é impossível eleger apenas uma daí que optei desde sempre eleger a minha favorita para cada um dos grandes. No caso da Nintendo, escusado será dizer que nenhuma outra saga bate Metroid. Venha quem vier e em que quantidade for, não é possível fazerem uma saga tão brilhante quanto esta. E porquê? Simples... foram buscar umas pitadas dos mais memoráveis filmes de ficção científica, adicionaram um ambiente de profunda solidão e mistério, rematando com a melhor das surpresas, uma protagonista! E isto só se veio a descobrir, para grande parte de quem jogou o original, no fim do jogo caso tivéssemos tido um bom desempenho em termos de tempo/itens coleccionados. Nem a princesa Zelda lhe chega aos calcanhares. Colocando os factos históricos de lado, este meu exemplar custou-me cerca de 20 euros e creio que o adquiri em 2009 numa Vobis qualquer, penso que no Almada Fórum se não estou em erro. Não tenho como comprovar mas acho que é assim que reza a história.

13 de abril de 2011

Mortal Kombat

O dragão épico.
Desenvolvido por: Sculptured Software
Publicado por: Acclaim
Designer(s): Ed Boon, John Tobias
Compositor: Dan Forden
Plataforma(s): Super Nintendo, Nintendo Game Boy, Arcade e todas as que se lembrarem.
Lançamento: Algures em 1993
Género: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo torneio para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores.
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Não tem.
Estado: Completo.
Condição: Impecável.
Viciómetro: Acabei-o muitas e muitas vezes, também muita jogatana no modo Vs. com os amigos.

(Sol e calor, I like it!)

Autocolante feio!
1993. Aquele ano em que andava no secundário, a Nintendo estava na moda bem como a Sega e o que o pessoal gostava era dos jogos de porrada para além de andar a fazer patifarias na escola com o pessoal amigo e apalpar as miúdas. Tudo coisas normais dos treze anos, portanto. E como os jogos de porrada estavam também na moda, nada melhor do que jogar contra a malta para ver quem era o mestre na jogatana fosse em que jogo fosse. A única regra é que tinha de ser jogado por todos e claro, de porrada. Street Fighter II apesar de ser um dos jogos de eleição começava a fartar e havia que variar um bocado. Eis que surge nas consolas caseiras um jogo que já tinha revolucionado nas arcadas deixando putos malucos e pais preocupados com a violência gratuita. Este exemplar chegou-me à colecção não sei como, muito sinceramente. Não foi oferecido nem tão pouco comprado mas também não foi por meios alheios. Apenas apareceu.

12 de abril de 2011

Final Fantasy XII

Uma capa ligeiramente diferente.
Desenvolvido por: Square Enix Product Development Division 4
Publicado por: Square Enix
Director(es): Hiroyuki Ito, Hiroshi Minagawa
Designer(s): Hiroyuki Ito, Yasumi Matsuno
Artista(s): Akihiko Yoshida, Hideo Minaba, Isamu Kamikokuryo
Argumentista(s): Daisuke Watanabe, Miwa Shoda, Yasumi Matsuno
Compositor(es): Hitoshi Sakimoto, Hayato Matsuo, Masaharu Iwata
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 16-03-2006 (JP), 31-10-2006 (EUA), 23-02-2007 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (100KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas foram 135 horas de jogo e todas as side quests feitas.

(Sol, solinho!)

Porcaria de autocolantes.
Antigamente os jogos apareciam sem darmos conta. Não esperávamos que saíssem, o acesso a esse tipo de informação era limitado às revistas da especialidade pois nem sequer se sonhava em existir internet. Daí que muito provavelmente dávamos mais uso a cada jogo individualmente, tentando extrair o máximo de divertimento que tinham para oferecer. O tempo de produção de um jogo também não era longo e os lançamentos eram uns atrás dos outros. Hoje em dia, tudo mudou, para melhor e para pior. Por um lado, os lançamentos são mais espaçados mas por outro o acesso à informação é tanto que sabemos logo à partida o que aí vem e criamos logo expectativas, muitas das vezes, como referi ontem, altas demais. Mas o pior é o tempo de produção de certos títulos ter aumentando consideravelmente, levando como é lógico a atrasos sucessivos até o jogo estar no mercado. O que aqui trago hoje é um belo exemplo disso, de uma espera longa mas que no final valeu toda a pena, até porque não havia pressa. O meu exemplar custou cerca de 45 euros, na altura em que foi lançado cá a 70. Comprei-o a um particular, novo e selado. Não faço ideia onde ele o desencantou mas isso também não importa. :)

11 de abril de 2011

Final Fantasy VIII

Mais uma capa simples e bonita.
Desenvolvido por: Square
Publicado por: Square (JP), Square Electronic Arts (EUA), Square Europe(EU)
Director: Yoshinori Kitase
Produtor: Shinji Hashimoto
Artista(s): Tetsuya Nomura, Yusuke Naora
Argumentista(s): Kazushige Nojima, Yoshinori Kitase, Tetsuya Nomura
Compositor: Nobuo Uematsu
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network, PC
Lançamento: 11-02-1999 (JP), 09-09-1999 (EUA), 27-10-1999 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: 4x CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o 1 vez e não gostei do jogo.

(Mais um belo dia de Primavera!)

Discordo com o que ali está escrito.
Existem jogos bons e jogos maus, jogos que nos surpreendem e jogos que nos desiludem mas no fundo não deixam de ser apenas jogos. Os bons e maus, vão do gosto de cada pessoa mas cada vez mais da experiência que cada um tem com os vários géneros, daí que possa ser um bocado subjectivo mas o certo é que a experiência sempre contou para alguma coisa, quanto muito não seja para aconselhar alguém na hora de comprar. O facto de nos surpreenderem ou desiludirem vai das nossas expectativas e aqui o rácio é inversamente proporcional. Baixas expectativas podem levar a uma grande e boa surpresa mas altas expectativas podem originar uma desilusão do tamanho do mundo. O jogo de hoje enquadra-se no patamar das desilusões colossais mas já vamos saber porquê. Este exemplar foi adquirido passado pouco tempo depois do lançamento por cá mas não sei ao certo onde foi nem se fui eu que o comprei. Às vezes tenho estas dúvidas... :)

10 de abril de 2011

No More Heroes 2 - Desperate Struggle

Excelente capa.
Desenvolvido por: Grasshopper Manufacture
Publicado por: Marvelous Entertainment (JP), Ubisoft (EUA), Rising Star Games (EU)
Designer: Goichi Suda
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 26-01-2010 (EUA), 28-05-2010 (EU), 21-10-2010 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com os modos 50Hz/60Hz, Compatível com EDTV/HDTV, Compatível com o Classic Controller
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas tenciono acabá-lo novamente.

(A primeira folha da longa lista está quase, mas ainda faltam mais uma e meia...)

Informação pertinente.
Por norma anime e jogos são duas coisas que têm tendência a misturarem-se mas o resultado na grande maioria das vezes era similar aos dos filmes com jogos, ou seja, uma treta. Com o passar dos anos e evolução constante do hardware, já se vêem diversos jogos baseados em anime com excelente qualidade a todos os níveis. Algum dia isso tinha de mudar para melhor. Mas para ser diferente, existem sempre aqueles jogos com aspecto anime mas que não têm nada a ver com tal, pois não são baseados numa série ou filme, nem tão pouco existe série ou filme sobre o jogo. Somente têm o aspecto, nada mais. O jogo de hoje enquadra-se nesse perfil e é certamente uma óptima experiência. Este meu exemplar, comprei-o numa loja online em 2010, não me lembro ao certo qual e custou-me cerca de 16 euros. Um bom investimento, portanto. :)

9 de abril de 2011

Star Wars Rogue Squadron III - Rebel Strike

Use the force Lu... Wedge!
Desenvolvido por: Factor5
Publicado por: LucasArts
Director: Julian Eggebrecht
Produtor: Brian D. Krueger
Artista(s): Paul Topolos, Alisha Piccirillo
Compositor: Chris Huelsbeck, Will Beckman
Plataforma: Nintendo GameCube
Lançamento: 15-10-2003 (EUA), 01-11-003 (EU)
Género: Acção, Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Co-Op para dois jogadores, Modo Versus para dois jogadores.
Media: Nintendo Optical Disc (1.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na Memory Card (5 Blocos), Compatível com Game Boy Advance, Inclui todos os níveis de Rogue Squadron II para Co-Op.
Estado: Completo.
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas duas ou três vezes.

(Fim de semana, logo não há nada a dizer.)

Em italiano.
Por mais difícil que seja separá-los, filmes e jogos quase fizeram a mesma caminhada juntos desde sempre. Por vezes lado a lado, outras vezes mais à frente ou mais atrás em relação ao outro, o certo é que se um filme tem sucesso o mais provável é aparecer um jogo que lhe corresponda. Ora isto na grande maioria das vezes sai borrada pois as adaptações de cinema para jogo saem quase sempre mal. E vice versa, como é óbvio. Esta é a minha mais sincera opinião desde sempre mas podem discordar à vontade pois são livres para isso. Mas existem excepções, onde são feitos jogos baseados parcialmente em filmes de sucesso sem que tentem ser cópias exactas e o jogo de hoje é um excelente exemplo disso. É daqueles jogos que possivelmente nunca o teria comprado se não o tivesse achado no eBay, a 20 euros já com portes. Não me lembro em que ano o comprei, penso que em 2006 e veio de Itália, sendo portanto a versão PAL italiana, com tudo em italiano mas felizmente os textos in-game e o áudio podem ser mudados para inglês. De outra forma não o teria comprado... x)

8 de abril de 2011

Mortal Kombat

Quem não conhece este logo?
Desenvolvido por: Probe Ent.
Publicado por: Acclaim
Designer(s): Ed Boon, John Tobias
Compositor: Dan Forden
Plataforma(s): Nintendo Game Boy, Super Nintendo, Arcade e todas as que se lembrarem.
Lançamento: 13-11-1993 (EUA), 24-12-1993 (JP), Algures em 1994 (EU)
Género: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo torneio para um jogador, Multiplayer para dois jogadores via Game Link.
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Compatível com o cabo Game Link.
Estado: Completo.
Condição: Impecável.
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes, mesmo sendo um mau jogo no geral.

(Sol e bom tempo deixa qualquer um bem disposto!)

Eu tentei arrancar este autocolante... confesso.
Nos anos 90, quem tinha uma consola era bem capaz de ser o herói da turma devido aos elevados preços que estas custavam. Muitos de nós provavelmente só tínhamos uma pois os nossos pais assim o entendiam, não só pelo custo do hardware e posteriormente do software mas também porque éramos miúdos e devíamos brincar uns com os outros em vez de estarmos agarrados a jogatanas ou a computadores. Claro que sempre que tinha hipóteses para tal, lá estava eu de volta das máquinas mas até acho bem que hoje em dia não se dê este tipo de coisas aos miúdos desde cedo. Têm de aprender a esfolar joelhos primeiro e a cair da bicicleta antes de passarem aos aparelhos electrónicos. Esta conversa toda é apenas para servir de introdução ao jogo de hoje que faz parte dessa época. Não sei ao certo quando chegou, deverá ter sido em 1994 e possivelmente foi prenda de aniversário. Não consigo descortinar mais nenhuma informação...

7 de abril de 2011

Final Fantasy VII

Que capa tão mítica!
Desenvolvido por: Square Product Development Dept. #1
Publicado por: Square (JP), Sony (EUA), SCEE (EU)
Director: Yoshinori Kitase
Produtor: Hironobu Sakaguchi
Artista(s): Tetsuya Nomura, Yusuke Naora
Argumentista(s): Kazushige Nojima, Yoshinori Kitase, Hironobu Sakaguchi, Tetsuya Nomura
Compositor: Nobuo Uematsu
Plataforma: PlayStation, PlayStation Network, PC
Lançamento: 31-01-1997 (JP), 07-09-1997 (EUA), 17-11-1997 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: 3x CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o 3 vezes e ainda o hei-de completar novamente.

(Este é o melhor jogo de sempre. Mas há dúvidas? Fiquem com elas! :P)

Midgar ali ao centro.
Sempre ouvi dizer que existem jogos que vendem consolas e a verdade está à vista. Há imensos títulos que se tornaram tão populares ao ponto das pessoas comprarem uma consola só para os poderem jogar, visto muitos serem exclusivos e aqui é que está o ganho. E uma coisa é certa, já comprei muitos jogos antes de ter a consola para os jogar logo isto comprava esta teoria. Mas por um lado habituei-me a fazer isso em vez de comprar uma consola que inicialmente não tem nenhum jogo que me interesse, pois assim investe-se noutras coisas ou simplesmente não se gasta. O jogo que aqui trago hoje é um belo exemplo disso e considerado por muitos como o jogo que vendeu a PlayStation mais do que qualquer outro. A verdade é que a comprei para o jogar ainda que já tivesse andado a fazê-lo na PlayStation de um amigo. Mas não é a mesma coisa do que ter a nossa e jogar quando bem nos apetecer. Este meu exemplar adquiri-o na Fnac, na altura do seu lançamento por cerca de 12.990$, preço típico da época. Curiosamente estava na mesma prateleira do Symphony of the Night, que custava o mesmo e trazia a banda sonora! Só de pensar nisto até fico triste mas só tinha dinheiro para um e este era prioritário. :)

6 de abril de 2011

Mega Man X²

Ali está a marca do crime.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Produtor: Tokuro Fujiwara
Designer: Keiji Inafune
Artista(s): Sho Tsuge, Yoshihisa Tsuda
Compositor: Yuki Iwai
Plataforma: Super Nintendo Entertainment System,
Lançamento: 16-12-1994 (JP), Janeiro de 1995 (EUA), Outubro e 1995 (EU)
Género: Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit com chip Cx4
Funcionalidades: Gravação de progresso através de sistema de passwords.
Outros nomes: Rockman X2 (ロックマンX2)
Estado: Completo.
Condição: Muito boa mas a caixa tem uma marca do preço que tentei disfarçar.
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes.

(E está quase, quase aí!)

Mais um autocolante manhoso.
Algumas séries de videojogos tendem a ser tão grande que se têm estendido por vários sistemas e até várias gerações de consolas, dando origem não só a sequelas mas também a spin-offs, remakes e afins. Isto do ponto de vista da marca é óptimo pois é sinal que é muito forte e se prevalece hoje em dia é porque realmente as pessoas gostam e quando isso acontece é porque vende. E hoje em dia vivemos num paradigma tipicamente consumista, que se estendeu aos videojogos ao ponto de serem lançados jogos com quase 20 anos ou mais para consolas actuais. Sim, já chegou a esse ponto há muito tempo pois as empresas viram que compensa viver dos antigos sucessos quando a falta de ideias é uma realidade. É mau e não é, no fundo é um dilema mas há que saber tirar partido disso. Esta conversa toda prende-se com o jogo de hoje que faz parte de uma saga bem conhecida e que passou por várias consolas, sendo que ainda hoje podemos jogar alguns títulos nas mais recentes. Este meu exemplar foi adquirido no defunto Pão de Açúcar, há muitos anos atrás, não sabendo ao certo em que ano. Sei que me custou cerca de 3 contos pois estavam uma catrefada de jogos de SNES em promoção.

5 de abril de 2011

Lylat Wars

Caixa enoooorme!
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Takao Shimizu
Produtor: Shigeru Miyamoto
Artista: Takaya Imamura
Argumentista: Mitsuhiro Takano
Compositor(es): Koji Kondo, Hajime Wakai
Plataforma(s): Nintendo 64, iQue Player, Virtual Console, Nintendo 3DS
Lançamento: 27-04-1997 (JP), 30-06-1997 (EUA), 20-10-1997 (EU)
Género(s): 3D Shoot 'em up, On Rail Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multiplayer local para até 4 jogadores.
Media: Cartucho de 96-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho. Compatível com Rumble Pak.
Outros nomes: Star Fox 64 (EUA, JP)
Estado: Completo.
Condição: Impecável.
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes mesmo.

(Temperatura agradável lá fora convida a uma saída.)

Mais um belo autocolante da Concentra...
A ideia de ter animais a fazerem o papel de pessoas nos jogos sempre foi algo muito recorrente neste mundo. Desde muito cedo vimos ouriços azuis supersónicos, tartarugas diabólicas e até macacos e gorilas, a fazerem de tudo e mais alguma coisa. A coisa parece ter sempre resultado bem, pois nem sempre achamos piada aos jogos serem com pessoas, coisa que hoje em dia é muito comum. Mas há dez ou quinze anos atrás, tudo tinha aspecto de boneco e era normalíssimo. Seguindo esta tradição, Shigeru Miyamoto e Takaya Imamura, decidiram usar animais para integrar o elenco de uma saga bem conhecida nas consolas Nintendo. O resultado não poderia ter sido melhor mas já lá vamos. Antes de mais nada, o meu exemplar foi adquirido pouco antes de ter sido lançado cá, uma semana ou assim, cortesia do meu contacto na Concentra. Foi coisa para me ter custado cerca de 40 euros, uma boa diferença face ao preço de venda ao público que devia ser coisa para rondar os 70/80 euros nessa época. Vem acompanhado do Rumble Pak, um acessório que permite activar a vibração do comando para os jogos que estejam programados para tal.

4 de abril de 2011

Resident Evil Zero

Esta capa tem vírus!
Desenvolvido por: Capcom Production Studio 3
Publicado por: Capcom
Director: Koji Oda
Produtor: Tatsuya Minami
Argumentista(s): Noboru Sugimura, Hiromichi Nakamoto, Junichi Miyashita
Compositor: Seiko Kobuchi
Plataforma(s): Nintendo GameCube, Nintendo Wii
Lançamento: 12-11-2002 (EUA), 21-11-2002 (JP), 07-03-2003 (EU)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: 2x Nintendo Optical Disc (1.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na Memory Card (9 Blocos)
Outros nomes: Biohazard 0 (バイオハザード0) (JP)
Estado: Completo.
Condição: Razoável, apresenta muitas marcas de uso, especialmente nos discos.
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Hoje é caso para dizer que o mau perder tem uma cor, o vermelho. xD)

Aquele autocolante denuncia tudo.
Se um dia porventura houvesse uma epidemia que transformasse toda a população em zombies sedentos de carne, eu iria sobreviver. E isso deve-se única e exclusivamente a dois pequenos factores: já vi demasiados filmes do género e joguei demasiados jogos, também do género. Não é de admirar que a saga Resident Evil seja a minha preferida de todos os tempos, suplantando o meu gosto por Final Fantasy, a título de exemplo. Até porque dá mais jeito saber onde atingir um zombie e que arma melhor o faz, do que tentar atingi-los com magia ou espadas do meu tamanho. Mas não quero começar a deambular mentalmente neste campo portanto passo já ao que interessa saber. O meu exemplar foi adquirido do Miau.pt, numa das raras ocasiões em que recorri a comprar um jogo usado por não o achar novo. Escusado será dizer que nunca mais comprei usados depois deste, pois os riscos em ambos os discos são razão mais do que suficiente. Contudo, funciona bem pois joguei-o duas vezes mas detesto ver discos riscados, pois a meu ver, reflecte bem a personalidade dos antigos donos. Custou cerca de 30 euros. Se soubesse o que sei hoje...

3 de abril de 2011

Castlevania - Rondo Of Blood

A capa do jogo original.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director(es): Toru Hagihara
Produtor: Yoshiaki Yamada
Compositor(es): Akiropito, Jigokuguruma Nakamura, Sanoppi, Mikio Saito
Plataforma(s): Virtual Console, PC Engine
Lançamento: 22-04-2008 (JP), 15-10-2010 (EUA), 19-10-2010 (EU)
Género: Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Download na Wii Shop Channel
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii
Outros nomes: Akumajō Dracula X: Chi no Rondo (悪魔城ドラキュラX 血の輪廻) que traduzido dá "Devil's Castle Dracula X: Rondo of Blood" (JP)
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, é o Castlevania perfeito.

(Mais um dia cinzento nesta Primavera que teima em não nos dar sol. Mas dará, sabemos que sim.)

Já não é a primeira vez que falo deste jogo aqui no blog. De facto, fazendo ele parte integrante como extra secreto de Dracula X Chronicles na PSP, é natural que o tenha referido na altura que analisei esse jogo mas como a ideia era a análise do remake, não toquei no original. Eis que chega então a altura de meter as mãos na massa, e que bela massa! Este meu exemplar digital chegou-me à consola no próprio dia em que foi disponibilizado na Wii Shop Channel. Creio que gastei 1000 pontos que se traduz em 10 euros. Muito bem gastos por sinal. :)

2 de abril de 2011

Final Fantasy X

Aquele selo borra a pintura toda.
Desenvolvido por: Square
Publicado por: Square (JP), Square Electronic Arts (EUA) SCEE (EU)
Director(es): Motomu Toriyama, Takayoshi Nakazato, Toshiro Tsuchida
Produtor: Yoshinori Kitase
Designer: Tomoyoshi Miyazaki
Artista(s): Tetsuya Nomura, Yusuke Naora, Shintaro Takai
Argumentista: Kazushige Nojima
Compositor(es): Nobuo Uematsu, Junya Nakano, Masashi Hamauzu
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 19-07-2001 (JP), 20-12-2001 (EUA), 24-05-2002 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB), DVD Vídeo
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (64KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, penso que chega.

(Tempinho feio, hein? A Primavera anda a pregar-nos partidas...)

Dança Yuna, dança...
E cá estamos nós para mais um RPG, coisa que não falta nesta colecção, estando espalhados um pouco por todas as consolas, particularmente nas da Sony. Estas tiveram um excelente começo com a primeira PlayStation, para a qual foram lançados alguns dos melhores e mais memoráveis RPGs de sempre. Já na PS2, bons títulos surgiram mas não tão apelativos na minha opinião. Com a PS3, o caso mudou de figura e é raro o RPG japonês que me consiga encher as medidas. Aliás, até agora nenhum o fez. Mas para o caso, por agora isso não importa pois o jogo de hoje destina-se à PS2. Não sei ao certo como cá chegou mas penso que deve ter sido prenda por algum motivo especial. Sinceramente por mais que me esforce para me lembrar nada me ocorre. Mas está cá e isso é que conta. Sendo uma das primeiras edições, veio incluído o DVD Beyond Final Fantasy que contém vários vídeos desde entrevistas, trailers, uma art gallery entre outras coisas.

1 de abril de 2011

Call of Duty Classic

Quando não há capa, inventa-se!
Desenvolvido por: Infinity Ward
Publicado por: Activision
Director: Ken Turner
Produtor: Vince Zampella
Designer: Zied Rieke
Artista: Jason West
Argumentista: Zied Rieke
Compositor(es): Michael Giacchino, Justin Skomarovsky
Motor gráfico: Quake III: Team Arena
Plataforma: PlayStation 3 (PSN)
Lançamento: 03-12-2009 (Mundialmente)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multiplayer online para até 8 jogadores
Media: DLC (Instalação com cerca de 980MB no disco rígido)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido.
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o uma vez na PS3. No PC, muitas.

(E cá está o novo look de Abril! Curiosamente este mês sai o mais novíssimo Mortal Kombat.)

Ontem trouxe até aqui um jogo violento, com um background mais ou menos baseado em factos reais mas com uma história inteiramente ficcional. Hoje trago outro, menos violento graficamente mas que continua a ser baseado em factos reais, ainda que as três histórias que vivemos sejam inteiramente fictícias. Algo me diz que são menos fictícias que a do de ontem mas isso sou só eu a especular. E nada melhor do que histórias baseadas em coisas que realmente aconteceram, por mais más que tenham sido, pois a imaginação vive disso mesmo, de histórias, sejam elas boas ou más. Mas o que realmente interessa por agora é a história deste jogo na minha colecção e isso é uma história curta, muito curta. Basicamente vinha como extra na Prestige Edition do Modern Warfare 2, através de um voucher com um código promocional para fazer download a partir da PlayStation Store. Assim o fiz.

31 de março de 2011

Call of Duty - Black Ops [Hardened Edition]

Aquela pistola chama-se Sally.
Desenvolvido por: Treyarch
Publicado por: Activision, Square Enix (JP)
Designer(s): Brandon Marino, YoungMo Byun, Geoff McCulloch
Argumentista(s): Craig Houston, Dave Anthony, David S. Goyer
Compositor: Sean Murray
Motor Gráfico: IW Engine (update do mesmo usado desde CoD4)
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, Nintendo Wii
Lançamento: 09-09-2010 (Mundial), 18-11-2010 (JP com legendas), 16-12-2010 (JP, dobrado)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Zombies Co-Op para um ou dois jogadores online ou local, Multiplayer online para até 18 jogadores (com 2 em splitscreen), Multiplayer local em splitscreen para até 4 jogadores com bots controlados pelo jogo.
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola (8MB mínimo), Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, Compatível com Função de Vibração, DLC de mapas adicionais.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes em Normal e Veteran. Muitas horas de jogo em splitscreen local, especialmente contra bots (é giro) e algumas online (não muitas).

(E estamos quase em Abril!)

Não, não traz um boneco.
Hoje em dia mais do que nunca, existem diversos jogos que geram controvérsia. Ora seja pelos conteúdos violentos e explícitos ou pelas temáticas tidas como tabu ou de mau gosto, muitas são as razões que diversos organismos encontram para tentar banir certos títulos em determinados países. Felizmente, e haja alguma coisa de jeito neste nosso Portugalinho, nós não somos um desses países que censura o conteúdo das obras, sejam elas filmes, jogos, livros e tudo mais. Já tivemos censura que bastasse. Como temos livre acesso a tudo e mais alguma coisa, chegam-nos às mãos jogos como o de hoje e muitos outros, que um pobre alemão certamente não vai ver a menos que o consiga comprar "às escondidas". Quem diz um alemão, diz um australiano que conseguem ainda sofrer mais devido às rígidas leis aplicadas quando algum jogo "proibido" é apreendido dentro do território. Sinceramente tenho pena dessas pessoas mas adiante. O jogo de hoje aborda temas mais ou menos controversos para certas nações que não a nossa, daí o alarido. Também é um bocado violento graficamente mas nada que os meus olhos já não tenham visto na televisão, cinema e por essa internet fora. Este exemplar foi adquirido na Fnac Online visto não o ter conseguido encontrar numa loja online decente e a uma preço decente. Queria a Prestige Edition mas era um balúrdio para o conteúdo logo contentei-me com a Hardened Edition que também não foi barata e inclui um steelbook, uma medalha dos SOG e o código promocional para mapas Co-Op e uma skin do Woods para usar na PlayStation Home.

30 de março de 2011

The Legend of Zelda

Repro da capa original.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Shigeru Miyamoto
Designer(s): Shigeru Miyamoto, Takashi Tezuka
Argumentista: Shigeru Miyamoto
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Family Computer Disk System, Nintendo GameCube, Game Boy Advance, Virtual Console, Nintendo 3DS
Lançamento: 21-02-1986 (JP/FDS), 22-08-1987 (EUA), 15-11-1987 (EU), 19-02-1994 (JP/NES)
Género(s): Aventura, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho.
Outros nomes: The Hyrule Fantasy: ゼルダの伝説 (Za Hairaru Fantaji: Zeruda no Densetsu) (JP)
Estado: Incompleto, falta o manual, o mapa e a caixa para grande desgosto meu!
Condição: Impecável.
Viciómetro: Acabei-o 3, 4, 5 vezes, sei lá!

(As reviews de certos e determinados sites são cada vez mais tendenciosas...)

E repro da parte traseira.
A imaginação humana é sem dúvida umas das melhores coisas que possuímos e que nos é única. Cada um tem a sua e é capaz de gerar as mais geniais histórias, filmes, ideias e conceitos sendo que algumas são melhores do que outras, como é evidente. Mas nem todos têm uma imaginação assim tão grande que permita originar grandes feitos ou grandes proezas mentais. Mas o senhor que está por detrás do jogo de hoje, tem uma imaginação grande e fértil, da qual resultaram excelentes jogos e ainda hoje continua a dar cartas no mundo da jogatana. No entanto a sua imaginação só não chega, à qual aliou as suas aventuras quando era criança, resultando numa combinação brutal que moveu o mundo. O senhor em questão é Shigeru Miyamoto, o jogo, bem já lá vamos. O que interessa é que está na colecção, incompleto mas em bom estado. Como cá chegou, não sei, apenas chegou e nunca mais saiu...

29 de março de 2011

Mega Man II

O líder do Blue Man Group.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom (JP), Nintendo (EUA)
Produtor: Tokuro Fujiwara
Artista: Keiji Inafune
Compositor: Kenji Yamazaki
Plataforma: Nintendo Game Boy
Lançamento: 20-12-1991 (JP), Fevereiro de 1992 (EUA), (?) 1992 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso através de passwords.
Outros nomes: ロックマンワールド2 - Rockman World 2 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes mesmo.

(A Primavera anda um bocadinho tímida. Já era altura de arrebitar...)

Esta caixa devia ser bem mais azul!
Capcom. Um daqueles nomes inconfundíveis na indústria dos videojogos e que já conta com uns bons anos no mercado, sempre a trazer-nos bons jogos, alguns melhores que outros e muito raramente umas tretas que nem deviam ter saído do papel. Mas a vida é mesmo assim, aquelas que podem ser boas ideias por vezes não o são e o contrário também se aplica. Mas não há dúvida que a Capcom tem algumas das séries mais memoráveis, desde Street Fighter a Resident Evil, sem esquecer os clássicos, claro está. O jogo de hoje faz parte dessa linha de clássicos e de uma longa saga que perdurou até aos dias de hoje, curiosamente mantendo-se fiel em todos os aspectos, aos seus antecessores na NES. Este meu exemplar em questão foi-me oferecido pelo meu pai, algures em 1993, durante as férias do Verão. Era uma espécie de "toma lá o jogo para ver se paras quieto um bocado e não fazes avarias com os teus amigos lá fora". Um incentivo a estar um bocado sossegado, portanto. :)

28 de março de 2011

Golden Sun - The Lost Age

Bonito artwork!
Desenvolvido por: Camelot Software Planning
Publicado por: Nintendo
Designer: Hiroshi Yamauchi
Compositor: Motoi Sakuraba
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 28-06-2002 (JP), 14-03-2003 (EUA), 19-09-2003 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 128-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho, Multiplayer através de Game Link para dois jogadores, Permite importar os dados do primeiro jogo para este via password.
Outros nomes: 黄金の太陽 失われし時代 Ōgon no Taiyō Ushinawareshi Toki (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, a caixa apresenta marcas de uso
Viciómetro: Ainda não o acabei, não sei porquê. Provavelmente pus-me a jogar outra coisa na altura.

(Mais um jogo aterrou hoje na colecção. Não sei onde é que isto vai parar, não sei mesmo... xD)

Maldito autocolante!
Por vezes existem jogos que nem sequer consideramos em ter na colecção ou muito menos pensámos em comprá-los. Algumas dessas razões prendem-se em coisas como os nossos interesses em determinados géneros em detrimento de outros, o que nos leva por vezes a ignorar excelentes títulos sem sequer darmos conta disso. Mas como tudo na vida, o que tiver de ser, será e já me vieram parar à colecção, jogos como o de hoje, o qual não tinha intenção de comprar ou sequer jogar, não por não gostar do género, pois é um dos meus favoritos, mas pelo jogo em si não me ter apelado inicialmente, por ser mais um do género. Mas aqui está o mesmo, ao pé de tantos outros. Não sei ao certo quando é que cá chegou mas sei que foi devido a uma compra que fiz a um amigo meu que se quis livrar do seu Game Boy Advance. Assim sendo, eu fiquei com o mesmo e este jogo veio por acréscimo visto não fazer sentido ele ficar com ele. Escusado será dizer que lhe dei um bom lar... :)

27 de março de 2011

Illusion of Time

Tudo em castelhano, menos o título.
Desenvolvido por: Quintet
Publicado por: Enix (JP), Nintendo (EUA, EU)
Director: Masaya Hashimoto
Produtor: Yasuyuki Sone
Designer: Tomoyoshi Miyazaki
Artista: Moto Hagio
Argumentista: Mariko Ohara
Compositor: Yasuhiro Kawasaki
Plataforma: Super Nintendo
Lançamento: 27-11-1993 (JP), 01-09-1994 (EUA), 27-04-1995 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho.
Outros nomes: ガイア幻想紀 Gaia Gensōki ou "Records of the Illusion of Gaia" (JP), Illusion of Gaia (EUA)
Estado: Completo
Condição: Boa, a caixa apresenta algum desgaste.
Viciómetro: Acabei-o pelo menos 4 vezes.

(Domingo, comentários extra fora de serviço.)

É que é mesmo tudo!
Se existe consola onde se podem encontrar excelentes JRPGs é a Super Nintendo. É por excelência a máquina para a qual foram feitas algumas das maiores pérolas de sempre como Chrono Trigger, Final Fantasy IV, V e VI, Secret of Mana, entre muitos outros. Obviamente, poderíamos considerar que a PlayStation continuou esta demanda de nos presentear com excelente histórias e jogos tão memoráveis quanto estes mas o que nos interessa aqui são mesmo estas obras primas em 16-bit. E isto remete-nos para o jogo de hoje, que faz parte desse grupo de grandes jogos. Assim sendo, a sua chegada à minha colecção, uma vez mais é incerta pois não sei precisar nem o ano e muito menos a forma como chegou. Tenho uma remota lembrança de ter sido no meu 10º ano do secundário e creio que foi troca por troca. Ah, é a versão espanhola como podem verificar nas fotografias... :x

26 de março de 2011

Killer Instinct Gold

Outra repro que teve de ser feita.
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Chris Tilston, Kevin Bayliss, Mark Betteridge
Compositor: Robin Beanland
Plataforma: Nintendo64
Lançamento: 25-11-1996
Género(s): 2.5D Fighting
Modos de jogo: Modo arcade para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 96-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no Controller Pak e no cartucho.
Estado: Incompleto, falta o manual e a caixa.
Condição: Boa, apresenta ligeiras marcas de uso.
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, é um jogo de porrada...

(Fim de semana, tempo de abrandar... Ah, isso é que era bom! Aqui não se pára! Full Throtle!)

Traseira repro porque sim.
No anos 90 ainda os jogos caseiros se encontravam em expansão, as arcadas faziam as delicias de muitos de nós, com jogos visualmente mais atractivos e obviamente mais potentes em termos técnicos. Um dos géneros que mais atraia os curiosos era sem dúvida os de luta. Desde Street Fighter II a Mortal Kombat, imensas eram as moedas gastas nas máquinas só para matar o bichinho pois muitas vezes nem ao final se chegava devido à dificuldade escolhida por quem alugava ou explorava a máquina. Claro que com algum treino, 50 escudos chegavam para acabar o jogo. Mas o que realmente interessa no meio disto tudo é que muitos destes jogos arcade chegaram às nossas casas nas suas versões 16-bit, algumas bastantes fiéis aos originais. Sucederam-se os 32-bit e posteriormente os 64-bit da Nintendo, aparecendo mais algumas adaptações. Isto leva-nos ao jogo de hoje, uma adaptação de um jogo de luta das arcadas e que me chegou à colecção algures em 1997, por meios incertos. Sei que veio do meu contacto na Concentra mas o motivo de vir sem caixa nem manual, deve-se ao facto de ser um dos jogos que eles lá usavam para testar e passar o tempo. Pouco me importa e agradeço na mesma mas claro, apelo a quem souber, que me informe onde poderei arranjar a caixa e o manual. :)

25 de março de 2011

Resident Evil 4

Muito boa capa!
Desenvolvido por: Capcom Production Studio 4
Publicado por: Capcom
Director: Shinji Mikami
Produtor: Hiroyuki Kobayashi
Argumentista(s): Shinji Mikami, Haruo Murata
Compositor(es): Misao Senbongi, Shusaku Uchiyama
Plataforma(s): Nintendo GameCube, PlayStation 2, Nintendo Wii, PC, iPod/Phone/Pad
Lançamento: 11-01-2005 (EUA), 27-01-2005 (JP), 18-03-2005 (EU)
Género(s): Acção, Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modos extra desbloqueáveis.
Media: 2x Nintendo Optical Disc (1.4GB), 1x Nintendo Optical Disc (1.4GB) (Bonus Disc)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (9 Blocos)
Outros nomes: バイオハザード4 - Biohazard 4
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas cinco vezes, desbloqueei tudo.

(A funcionar a 200%!)

No stickers!
Corria o ano de 1989, quando foi lançado no Japão um filme de nome Sweet Home, onde um grupo de cinco pessoas tinham como tarefa restaurar um conjunto de frescos pertencentes a Ichiro Mamiya, na sua mansão, algures no meio de uma floresta. Mal sabiam eles que esta estava assombrada pela sua falecida esposa. Ora, aqui temos os ingredientes para um dos primeiros jogos de Survival Horror de sempre, que como devem calcular não foi Resident Evil mas sim, um jogo com o mesmo nome do filme. Este foi lançado na NES, por volta da mesma altura e é sem dúvida a fonte de inspiração suprema para uma das maiores sagas de sempre nos videojogos e sem dúvida a minha favorita. Não há dúvida que Resident Evil marcou uma época e se porventura questionarem isso, considerem-se desde já alvos a abater, por mim. De qualquer modo, esta introdução prende-se com o jogo de hoje, historicamente o 4º na saga mas cronologicamente é o 13º, sem contarmos com os jogos para telemóvel. Este jogo em especial fez-se acompanhar pela edição especial da GameCube, apelidada de Resident Evil 4 Pak e que incluía para além do jogo, uma consola e um comando, ambos em prateado, com o logo do jogo gravado no topo. O conjunto foi adquirido quando saiu por cá, na Fnac do Almada Fórum por 150€. Inclui ainda um disco de bónus com vídeos de outros jogos da saga e ainda uma demo jogável de Metroid Prime 2 - Echoes.

24 de março de 2011

Drakengard

Caim e o seu amiguinho.
Desenvolvido por: Cavia
Publicado por: Square Enix (EUA, JP), Take-Two Interactive (EU)
Compositor: Nobuyoshi Sano, Takayuki Aihara
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 11-09-2003 (JP), 02-03-2004 (EUA), 05-05-2004 (EU)
Género(s): Hack 'n Slash, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (41KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Outros nomes: ドラッグオンドラグーン - Drag On Dragoon (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes pois o jogo tem vários finais.

(O Sócrates foi abaixo, Duke Nukem Forever novamente adiado mais um mês. Anda tudo louco...)

Pelas imagens, muita salganhada!
Muito de vez em quando, aparecem jogos que tentam misturar diferentes géneros, originando assim uma experiência nova com o intuito de não só agradar a fãs dos vários géneros mas também potenciais novos jogadores. Esta mistura tanto pode resultar bem como sair uma valente banhada, arruinando a experiência para todos, quer para os jogadores pois não gostaram, quer para os produtores, pois não lucraram. Mas há sempre aqueles exemplos que ficam ali no meio, não sendo nem bons nem maus. O jogo de hoje é um exemplo disso, pairando no limbo entre bom e mau mas não tendendo nenhum dos lados. O meu exemplar foi adquirido no Jumbo do Almada Fórum por 6 euros. Só não sei ao certo em que ano foi mas calculo que seja algures em 2006.

23 de março de 2011

Dissidia - Final Fantasy [Limited Collector's Edition]

Caixas!
Desenvolvido por: Square Enix
Publicado por: Square Enix
Director: Takeshi Arakawa
Produtor(es): Yoshinori Kitase, Tetsuya Nomura
Artista(s): Tetsuya Nomura, Yoshitaka Amano
Argumentista(s): Corey Daisuke Watanabe, Harunori Sakemi, Motomu Toriyama
Compositor: Takeharu Ishimoto
Plataforma(s): PlayStation Portable
Lançamento: 18-12-2008 (JP), 25-08-2009 (EUA), 04-09-2009 (EU), 03-09-2009 (AUS)
Género(s): Fighting, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador (Story Mode, Arcade Mode, Quick Battle), Modo Vs. para dois jogadores via Ad-Hoc, Compatível com Ad-Hoc Party na PS3.
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Instalação de 261MB a 864MB (mínimo e máximo) no Memory Stick para reduzir tempos de loading, Gravação de progresso no Memory Stick (384KB mínimo).
Estado: Completo
Condição: Impecável mas a caixa de cartão deve ter levado uma mocada no correio...
Viciómetro: Estou de momento a jogá-lo, com perto de 40 horas de jogo.

(Tirar fotos a esta tralha toda pode revelar-se um desafio e por vez até secante.)

Mais caixas!
Existem certos acontecimentos neste mundo dos videojogos que por vezes nos deixam de boca aberta, sem saber muito bem o que dizer ou sequer pensar. Se há uns anos atrás me dissessem que iriam existir jogos da Sega em consolas Nintendo, iria rir-me na cara da pessoa e passar-lhe um atestado de estupidez. Hoje em dia, isso acontece e é uma coisa normalíssima. O mesmo se poderá aplicar a tantas outras marcas daqui a uns aninhos. Quem sabe se não vamos jogar Mario numa PlayStation 6 ou Uncharted numa consola da Nintendo? Ou talvez jogos da Microsoft numa consola da Apple chamada iPlay? O futuro é sempre muito incerto. E no que diz respeito ao jogo de hoje, também é curioso. Nunca ninguém no seu perfeito juízo iria ver um jogo da saga Final Fantasy noutro género sem ser RPG. No entanto há uns anos, começaram os primeiros presságios de mudança, que levaram esta saga a outros géneros como jogos de luta, ou acção na terceira pessoa. Hoje em dia é um facto mais do que consumado que não se restringem somente a RPGs. O jogo em questão foi comprado na Zavvi.com, pela bela quantia de 20 euros e trata-se, portanto, da edição especial que traz umas quantas coisas. Dessas "falarei" mais à frente. :)