17 de junho de 2011

Resident Evil - Deadly Silence

Tyrant na capa, kickass!
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Shinji Mikami
Produtor: Masayuki Akahori
Artista: Isao Ohishi
Argumentista(s): Kenichi Iwao, Yasuyuki Saga, Takahiro Arimitsu
Compositor(es): Makoto Tomozawa, Akari Kaida, Masami Ueda
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 19-01-2006 (JP), 07-02-2006 (EUA), 30-03-2006 (EU)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para até 4 jogadores
Media: Cartão de jogo com 1024Mbit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo, Wireless DS Multi-Card Play.
Outros nomes: Biohazard: Deadly Silence (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o 4 vezes.

(Quero jogar Mortal Kombat e Duke Nukem... :\)

Mas atrás deixa a desejar.
Muitos são os jogos que hoje em dia se vêem relançados muito por culpa de terem sido um sucesso no passado. E o facto de serem relançados não significa que sejam exactamente a mesma versão que saiu inicialmente mas sim remakes ou versões actualizadas, com novidades que cativem potenciais novos jogadores, bem como os das velha guarda que por saudosismo são bem capaz de investir novamente no mesmo jogo só para ver o que mudou. Eu falo por mim pois faço isso com frequência. O jogo de hoje é um desses casos, pois apesar de não ter o primeiro de todos, tenho uma das versões actualizadas, o remake e agora esta versão ainda mais actualizada. Este exemplar foi-me oferecido não sei porque motivo mas foi uma boa prenda.

16 de junho de 2011

The House of the Dead - Overkill

Mesmo à filme série Z!
Desenvolvido por: Headstrong Games
Publicado por: Sega
Plataforma(s): Nintendo Wii, PlayStation 3
Lançamento: 10-02-2009 (EUA), 13-02-2009 (EU), 03-10-2009 (JP)
Género: On-rail Shooter
Modos de jogo: Modo História e Director's Cut para um ou dois jogadores, Mini-jogos para um até quatro jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com o modo 50/60Hz, Compatível com o modo EDTV/HDTV, Compatível com Wii Zapper
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, é excelente.

(Alguém viu o eclipse? Eu vi. :P)

Tudo informação pertinente!
Muito boa gente "acusa" a Nintendo Wii de ser uma consola sem jogos interessantes e que essencialmente é só para miúdos ou jogadores casuais mas tais afirmações denotam uma tremenda falta de conhecimento e acima de tudo estupidez crónica. Sim, porque quem diz barbaridades destas, seja contra a Nintendo, contra a Sony ou mesmo contra a Microsoft, pondo em causa estes factores é claramente estúpido. E é isso que distingue as pessoas que gostam de videojogos do resto. Mas isto tudo vem apenas com um propósito que é provar que a Wii é a única consola onde estão os jogos mais violentos, combinados com a genialidade retorcida de certos indivíduos. Ou pelo menos, até há bem pouco tempo era, visto alguns destes terem saído para PS3 e outros estarem prestes a sair. O jogo que trago até aqui hoje é provavelmente o melhor exemplo, pois combina violência desenfreada, insanidade mental e humor negro, isto já para não falar na discriminação impregnada em cada bit. Sim, é mesmo bom! Este exemplar adquiri-o online por cerca de 11 euros, novo e selado, claro está.

15 de junho de 2011

Metal Gear Solid

Epicness!
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Japan (West)
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Designer: Hideo Kojima
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Takanari Ishiyama, Gigi Meroni, Kazuki Muraoka, Lee Jeon Myung, Hiroyuki Togo, Maki Kirioka, Rika Muranaka, Tappi Iwase
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network, PC (Versão Integral)
Lançamento: 03-09-1998 (JP), 21-10-1998 (EUA), 16-11-1998 (EU)
Género: Stealth Action
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo V.R. Missions
Media: 2x CD-ROM (650MB) (Jogo), 1x CD-ROM (650MB) (Silent Hill Demo)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o algumas cinco vezes.

(Solinho bom, já ia uma praia.)

Nunca a caixa de um jogo foi tão importante.
Há uns bons anos atrás, a única maneira de saber se um jogo era bom ou não era através de da opinião de amigos, revistas da especialidade ou experimentá-lo em primeira mão. Obviamente os amigos podiam mentir ou ter gostos esquisitos, as revistas idem aspas e experimentar era mesmo a melhor opção pois de outra forma podíamos acabar por levar uma banhada descomunal. Quando a PlayStation surgiu, embora já existisse internet, esta ainda não era muito fiável e as demos jogáveis que alguns jogos traziam, bem como a revista oficial, eram o melhor meio de poder chegar a uma decisão. O jogo de hoje começou por me despertar o interesse em revistas e vídeos que via na televisão mas foi a demo que realmente me fez optar por este e não por outro qualquer. O meu exemplar foi adquirido numa loja aqui em Almada que já não existe mas não é a habitual que costumo referir. Foi um presente da minha mãe, se bem me lembro, por um motivo qualquer que nada tem a ver com o meu aniversário nem o Natal. Este exemplar traz ainda uma demo jogável de Silent Hill, versão não censurada.

14 de junho de 2011

Metal Gear Solid 3 - Snake Eater

Mais uma excelente capa.
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Japan / Kojima Productions
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Designer: Hideo Kojima
Artista: Yoji Shinkawa
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Harry Gregson-Williams, Norihiko Hibino, Shuichi Kobori, Nobuko Toda, Rika Muranaka, Star Sailor
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 17-11-2004 (EUA), 16-12-2004 (JP), 04-03-2005 (EU)
Género: Acção, Aventura, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (90KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Ethernet Adapter.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o quatro vezes.

(Mais um jogo na colecção e outro a caminho...)

Hoje é dia de mais uma ronda de Metal Gear, visto não faltarem jogos da saga nesta colecção. Ainda que me falte jogar ambos os originais de MSX, até os arranjar ou estes serem alvo de um remake, vou-me entretendo com os outros. O problema é que já os acabei quase todos, faltando apenas o Portable Ops de PSP, que considero inferior a qualquer um dos outros por diversos motivos. Mas esse não é o jogo que aqui trago hoje, embora seja a sequela e esteja relacionado de certa forma. O de hoje entrou na colecção, pouco tempo depois de ter sido lançado em terras lusas, tendo sido adquirido na Fnac do Almada Fórum, porque nessa época eu ainda não tinha descoberto o maravilhoso mundo do online shopping.

13 de junho de 2011

GTI Club+ Rally Cote d'Azur

Mais uma custom cover.
Desenvolvido por: Sumo Digital
Publicado por: Konami
Plataforma: PlayStation 3 (PSN)
Lançamento: 04-12-2008 (EU), 15-01-2009 (EUA), 25-02-2010 (JP)
Género: Corridas
Modos de jogo: Modo Arcade para um jogador, Multuplayer online com vários modos de jogo para até 8 jogadores
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Sensor de Movimento, Compatível com PlayStation Eye, Compatível com Headset, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes e dá para jogar sem compromisso.

(Parece que hoje não será dia de praia.)

Este Mini parece que encolheu.
Muitos eram os jogos nas arcadas, que na década de 90 faziam a nossas delícias por serem nitidamente superiores a qualquer um dos que tivéssemos em casa. Quando refiro superior não quer dizer que fossem melhores, nada disso. Eram apenas tecnicamente mais avançados e isso era um chamariz. Obviamente muitos deles eram de facto bons mas o grande problema era que só existiam nas máquinas e nunca foram lançados para consolas até esta actual geração ter chegado. Muitos viram-se então lançados para Wii, PS3 e X360, para gáudio dos fãs da velha guarda. O jogo de hoje é um desses casos, tendo sido apenas lançado na PSN ao preço de 12.99€, não contando com o DLC. E foi esse o preço que me custou.

12 de junho de 2011

Far Cry 2

Boa capa, o resto é que...
Desenvolvido por: Ubisoft Montreal
Publicado por: Ubisoft
Designer: Pierre Rivest
Compositor: Marc Canham
Motor gráfico: Dunia (Proprietário), Havok Physics
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360. PC
Lançamento: 21-10-2008 (EUA), 24-10-2008 (EU)
Género: First Person Shooter, Sandbox
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online até 16 jogadores
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação de 3.5GB no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Sensor de Movimento, HD 720p, DLC adicional (mapas para multiplayer), Map Maker.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma única vez e chega.

(Domingo, dia de sol!)

Autocolantes... damn!
Hoje em dia é comum fazerem-se sequelas de jogos que tiveram sucesso mas errar redondamente no processo. Quero com isto dizer, fazerem jogos piores do que os antecessores quando a ideia era melhor aquilo que já era bom. É possível mas requer talento e muita imaginação. De outra forma sai borrada. Mas também existe um factor importante que deve ser utilizado com ponderação sendo este a ambição. Fazer mais e melhor mas nas doses adequadas. O jogo de hoje é um excelente exemplo de como uma sequela pode ser pior do que o original em todos os aspectos, visto ser demasiado ambiciosa nos seus objectivos e prometer mais do que aquilo que oferece. Este meu exemplar, comprei-o quando saiu, na Fnac do Almada Fórum ao preço normal praticado no nosso país. Diria que é um dos poucos jogos que me arrependo de ter comprado.

11 de junho de 2011

The Simpsons - Bart Vs. The Juggernauts

Esta capa foi um verdadeiro chamariz!
Desenvolvido por: Imagineering
Publicado por: Acclaim
Director: Takashi Tezuka
Plataforma: Nintendo Game Boy
Lançamento: Setembro de 1992
Género: Acção, Mini-jogos
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Nada, zero, nicles
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Nunca o acabei, comparo a dificuldade à do Battletoads de SNES.

(É fim de semana e como tal não há nada a declarar.)

Too purple!
Na década de 90 era comum ver jogos baseados em filmes que foram sucesso de bilheteira, como uma extensão desses mesmos pois era dinheiro em caixa garantido. Isto segundo as cabeças brilhantes por detrás do negócio processava-se da seguinte maneira: se o filme teve sucesso, o jogo irá ter também porque os miúdos vão querer jogá-lo e os papás vão gastar dinheiro no mesmo. Melhor ainda, o jogo poderá ser a maior porcaria de sempre mas ninguém saberá disso até o jogar porque não existe internet para esclarecer os consumidores. A verdade é que isto foi a realidade durante muito tempo, onde comprávamos os jogos só porque a capa era gira. Claro que o passa-palavra e as revistas da especialidade ajudavam muito na decisão de compra mas nem todos eram assim tão inteligentes. Ou tinham amigos com jogos para emprestar. O jogo que trago aqui hoje não é baseado num filme mas sim numa série que ainda hoje passa na televisão. Digamos que os jogos baseados nesta série, que saíram na década de 90 são todos maus e este não é excepção. Este foi-me oferecido pelo meu pai numa férias de Verão, porque o chateei tanto que lá acabou por me comprar o jogo que eu queria.

10 de junho de 2011

The Legend of Zelda - A Link to the past

Estes ecrãs antigos são nostálgicos.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Takashi Tezuka
Produtor: Shigeru Miyamoto
Argumentista(s): Kensuke Tanabe, Yoshiaki Koizumi
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Virtual Console, Super Nintendo, Game Boy Advance
Lançamento: 21-11-1991 (JP), 13-04-1992 (EUA), 24-09-1992 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii
Outros nomes: Zelda no Densetsu: Kamigami no Triforce (ゼルダの伝説 神々のトライフォース) (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.

(Solinho! Finalmente.)

Link esqueceu-se do guarda-chuva...
No tempo da Super Nintendo, os preços do software e mesmo do próprio hardware não eram nada convidativos. Pior ainda era o facto de não existir internet como hoje, onde existe um mar de oportunidades e pechinchas à espera dos exploradores como eu, pelo que a única opção era comprar os jogos nas lojas. Mas como cada jogo custava os olhos da cara, dois jogos por ano era por norma o que recebia, um no Natal e outro nos anos. Com alguma sorte, um nas férias do Verão por ter passado de ano com boas notas. É por este mesmo facto que não tenho uma colecção de SNES bem maior e arranjar estes mesmos jogos em suporte físico nos dias que correm é um desafio pois dois factores tenho sempre de considerar: o estado do material e o preço que pedem pelo mesmo E aqui é que é preciso ter mesmo muita sorte em achar um bom negócio. Ainda assim a solução mais fácil é adquirir exemplares em formato digital na Wii Shop Channel como foi o caso do jogo de hoje. Até que um dia o arranje a "sério"...

9 de junho de 2011

Medal of Honor

Isto é logo com explosivos!
Desenvolvido por: DreamWorks Interactive
Publicado por: Electronic Arts
Director: Steven Spielberg
Produtor: Peter Hirschmann
Argumentista: Peter Hirschmann
Compositor: Michael Giacchino
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network
Lançamento: 11-11-1999
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer local em splitscreen para dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com o Comando Analógico, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, a 100%.

(Mais um dia cinzento e feio...)

Só o selo do IGAC, nada mal.
Numa época onde os FPS estavam em grande no PC eis que surge na PlayStation um dos jogos que mudou o panorama por completo. Habituados aos teclados e ratos, que tanta precisão oferecem na hora de apontarmos a arma ao inimigo, os jogadores viram-se agora perante a hercúlea tarefa de fazer o mesmo com um simples comando. Ainda que o número de descrentes fosse elevado, rapidamente se renderam à evidência de que o comando conseguia desempenhar a tarefa de forma exímia. Assim os FPS começaram aos poucos e poucos a proliferar nas consolas domésticas e até na portáteis, trazendo acção a todos os cantos e para todos os gostos. O jogo de hoje, foi um dos melhores dentro do género na velhinha PlayStation e este exemplar foi-me cedido por um amigo pois já não lhe tinha uso para dar. Eu acolhi-o de bom grado, como é costume.

8 de junho de 2011

Metal Gear Solid 2 - Sons of Liberty

Mais uma capa simples mas bonita.
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Japan
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Designer: Hideo Kojima
Artista: Yoji Shinkawa
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Harry Gregson-Williams, Norihiko Hibino, Rika Muranaka
Plataforma: PlayStation 2, PC, Xbox
Lançamento: 13-11-2001 (EUA), 29-11-2001 (JP), 08-03-2002 (EU)
Género: Acção, Aventura, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB), DVD-ROM (Making Of)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (80KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes.

(A E3 deste ano teve algumas surpresas mas no geral não foi grande coisa.)

Vá lá, só tem o selo do IGAC.
Já aqui referi há uns tempos que existem jogos que vendem consolas e melhor ainda, fazem-nos comprá-las. Eu falo por mim obviamente, ainda que conheça alguns casos que sofrem do mesmo mal. Mas isso significa várias coisas em simultâneo: o jogo em questão é aguardado com expectativa, é bom ao ponto de nos fazer gastar dinheiro em novo hardware ou em ultima análise, faz parte de uma saga que seguimos religiosamente. Qualquer uma destas opções se enquadra no meu caso em particular pois já vários jogos tiveram este efeito nefasto em mim. E como devem calcular muitos mais virão. No caso do jogo de hoje, foi o motivo pelo qual comprei a PlayStation 2 em 2002. O jogo também adquirido nessa data, veio da tal loja aqui em Almada que já não existe, uns dias antes do seu lançamento. Esta edição traz ainda um DVD com o Making Of.

7 de junho de 2011

Fallout - New Vegas [Collector's Edition]

Uma caixa bonita.
Desenvolvido por: Obsidian Entertainment
Publicado por: Bethesda Softworks (EUA/EU), Namco Bandai Games (AUS, NZ)
Designer(s): Josh Sawyer, John Gonzalez
Argumentista(s): Chris Avellone, Eric Fenstermaker, Travis Stout
Compositor(es): Inon Zur, Mark Morgan
Motor Gráfico: GameBryo
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 19-10-2010 (EUA), 22-10-2010 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação de 4.5GB no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720, DLC Adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o até não oferecer nada de novo, agora espero por uma GOTY com os DLC's todos.

(Hoje só há um screenshot devido a  ter tanta foto deste jogo.)

Em Português.
Depois do sucesso que Fallout 3 teve, era de se esperar fazerem mais jogos baseados na mesma mecânica visto que actualmente é a que melhor funciona, ainda que pessoalmente prefira os jogos antigos. Após alguns DLC's para este mesmo, surgiram os primeiros rumores de um novo jogo, agora passado noutra parte do que resta dos Estados Unidos. Imediatamente estava instaurado o hype. Um novo Fallout, uma nova aventura, centenas de horas de divertimento pela frente. E não tardou muito até sair pelo que prontamente me decidi a adquirir a Collector's Edition que traz uma Graphic Novel de capa dura, fichas de poker alusivas ao tema do jogo sendo uma delas a Platinum Chip, um baralho de cartas de jogar com as personagens e um DVD com o Making Of, tudo isto numa bonita caixa a imitar pele. O preço rondou os 80 euros pois foi adquirida na Fnac do Almada Fórum.

6 de junho de 2011

Super Mario World

Mais uma repro da caixa original.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Takashi Tezuka
Produtor: Shigeru Miyamoto
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Super Nintendo, Game Boy Advance, Virtual Console
Lançamento: 21-11-1990 (JP), 23-08-1991 (EUA), 01-07-1992 (EU)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho (3 Slots para cada jogo)
Estado: Completo, faz parte do pack com a SNES, logo não tem caixa
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o tantas mas tantas vezes, com os 96 percursos completos.

(Parece que é Outono novamente...)

Todo o detalhe foi tido em conta.
No anos 90 lembro-me de quando apareceu a NES com aquele catálogo extenso de jogos desde os mais simples aos mais complexos e apelativos. Qualquer miúdo queria ter uma mas a consola custava a módica quantia de 40 mil escudos, mais escudo menos escudo. Eu tive a sorte de ganhar uma num concurso de televisão, daqueles que davam ao sábado de manhã mas no final, a conta do telefone ascendeu aos 12 contos. Mesmo assim, foi um bom "preço" para quem pagou. Mais tarde o mesmo se sucedeu com a SNES, ganha num concurso semelhante mas da Disney. A conta do telefone foi normal dessa vez. O jogo de hoje vinha a acompanhar a consola e é sem dúvida um dos melhores de sempre.

5 de junho de 2011

Top Gear Rally

Um carro muito estranho.
Desenvolvido por: Boss Game Studios
Publicado por: Kemco (JP/EU), Midway Games (EUA)
Compositor: Barry Leitch
Plataforma(s): Nintendo 64, PC, Game Boy Advance
Lançamento: Outubro de 1997
Género: Corridas
Modos de jogo: Modo Arcade e Career para um jogador, Multiplayer para dois jogadores
Media: Cartucho de 64-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Pak, Compatível com Rumble Pak
Outros nomes: Boss Rally (Versão PC)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Joguei-o até não ter nada mais para oferecer.

(Domingo, dia de nada fazer.)

Autocolante feio, este caixa tem um!
Na época em que a Nintendo 64 foi lançada criou-se uma enorme expectativa relativamente aos jogos que iriam ser lançados, pois apregoava-se muito o poder dos 64-bit da consola e das suas capacidades gráficas. Contudo, muitos dos jogos conseguiam ser inferiores aos da PlayStation, mesmo tendo estes a sua pixelização e outros artefactos menos simpáticos, isto tudo porque a N64 tinha uma espécie de maldição a começar pelo formato escolhido: os cartuchos. Porém isto não a fez ter jogos inferiores, antes pelo contrário. O jogo de hoje prova ser um bom exemplo, que não prima pelos visuais nem pelo som, muito menos pelos carros licenciados mas sim pela física e pela excelente jogabilidade. Este meu exemplar foi comprado há uns bons aninhos ao meu contacto na Concentra por um preço simbólico, pouco tempo depois de ter sido lançado por cá.

4 de junho de 2011

StarFox Assault

A capa não é das melhores.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Nintendo
Director(es): Toshiyuki Nakanishi, Hideki Okazaki, Yutaka Yoshida
Produtor(es): Tsuyoshi Kobayashi, Shigeru Miyamoto
Compositor(es): Yoshie Arakawa, Yoshinori Kawamoto
Plataforma: Nintendo GameCube
Lançamento: 15-02-2005 (EUA), 24-02-2005 (JP), 29-04-2005 (EU)
Género(s): Acção, Third Person Shooter, On-rail Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer local para até 4 jogadores
Media: Nintendo Optical Disc (1.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (5 Blocos), Compatível como os modos 50Hz/60Hz
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chegou.

(Fim de semana, nada a declarar.)

A matilha reunida.
Por vezes a mudança dentro de uma série de jogos famosos nem sempre é a melhor coisa que pode acontecer. Habituados a um género, os fãs têm sempre tendência a estranhar e a recusar novas abordagens ao universo que tão bem conhecem e adoram. Porém existem algumas mudanças que trazem novidades, variedade e acima de tudo divertimento. O problema é depois saber se continuam a apostar nesta nova abordagem ou se voltam às origens. Por um lado podem continuar com a mesma legião de fãs, por outro podem ir buscar os descrentes, que por norma são fãs da velha guarda. O caso de hoje é um daqueles que podia ter sido um verdadeiro sucesso e um excelente regresso às origens mas revelou ser precisamente o oposto. Este meu exemplar, adquiri-o novo na Replayzone do Colombo por cerca de 26 euros, a 13-01-2007. Tinha ali o talão com estas informações... :P

3 de junho de 2011

Phoenix Wright - Ace Attourney

O dedo inquisidor!
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom, Nintendo Australia
Designer(s): Minae Matsukawa, Tatsuya Minami
Artista(s): Kumiko Suekane, Tatsuro Iwamoto
Argumentista: Masakazu Sugimori
Plataforma(s): Nintendo DS, Game Boy Advance, PC, WiiWare, iOS, Mobile
Lançamento: 20-03-2008 (JP), 25-03-2008 (EUA), 27-06-2008 (EU)
Género: Visual Novel
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo com 512Mbit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo (3 Slots)
Outros nomes: Gyakuten Saiban Yomigaeru Gyakuten (逆転裁判 蘇る逆転 que traduzido dá "Turnabout Trial: Revived Turnabout") (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega, o 5º caso é demasiado aborrecido.

(Mais um belo dia de sol.)

Capas com bonecada, gosto!
Com o aparecimento da Nintendo DS, foram inúmeros os jogos novos e originais que surgiram, apelando a todos os gostos e públicos. Alguns deles foram novidade, outros tantos surpresa mas um pequeno número foi aproveitado do agora ultrapassado Game Boy Advance. E isto foi algo positivo pois muitos destes títulos nunca tinham visto a luz do dia no ocidente até a NDS surgir. O jogo de hoje é um desses casos, tendo saído para GBA no Japão mas sendo completamente desconhecido para a maioria dos mortais no resto do mundo. Rapidamente o cenário mudou de figura. Este meu exemplar foi adquirido numa loja online por cerca de 29 euros, há uns anos atrás. É a versão americana pois não consegui encontrar a europeia mas as diferenças são apenas a nível de packaging, nada mais.

2 de junho de 2011

Super Metroid

Um ecrã memorável.
Desenvolvido por: Nintendo R&D1, Intelligent Systems
Publicado por: Nintendo
Director: Yoshio Sakamoto
Produtor: Makoto Kano
Compositor(es): Kenji Yamamoto, Minako Hamano
Plataforma(s): Super Nintendo, Virtual Console
Lançamento: 19-03-1994 (JP), 18-04-1994 (EUA), 28-07-1994 (EU)
Género: Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 24-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho (3 Slots)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o 6 vezes e mais virão.

(Sol e vento, not a pleasant combination.)

Samus tenta escapar da estação.
À semelhança do que já aconteceu anteriormente aqui por estas bandas, a análise de hoje é adaptada a partir de outra fiz acerca deste jogo para um site há uns bons tempos atrás. Visto que não chegou a ser utilizada, este será o seu debut nas internetes e nada melhor que aqui o blog para o fazer. O jogo em questão foi adquirido na Wii Shop Channel visto não me apetecer pagar um balúrdio por uma cópia física, completa e em bom estado. Talvez um dia o faça...

1 de junho de 2011

Tatsunoko Vs. Capcom - Ultimate All-Stars

Artwork brutal!
Desenvolvido por: Eighting
Publicado por: Capcom
Director: Hidetoshi Ishizawa
Produtor: Ryota Niitsuma
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 26-01-2010 (EUA), 28-01-2010 (JP), 29-01-2010 (JP)
Género: 2.5D Fighting
Modos de jogo: Modo Arcade para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores local ou online, Outros modos de jogo para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com o modo 50/60Hz, Compatível com o modo EDTV/HDTV
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Falta-me só acabar com uma personagem, de resto está tudo acabadinho e desbloqueado.

(Feliz dia da criança! :D)

Sem autocolantes!
Confesso que nunca fui fã de crossovers, isto já desde o tempo da PlayStation onde começaram a aparecer os primeiros ports, directamente das arcadas, com uma qualidade bastante aceitável. Achava este sub-género confuso, atabalhoado até devido à quantidade de personagens e a estarem demasiadas em simultâneo no ecrã. Contudo após jogar alguns fui-me ambientando sem nunca me tornar fã nem sequer dominar os jogos em si. Há uns tempos começaram a falar num jogo que misturava personagens da Capcom, de vários jogos, com personagens da Tatsunoko, conhecida por várias séries de anime antigas. Fiquei curioso com esta combinação e devido à críticas positivas lá me decidi a comprar o jogo, que me ficou por cerca de 16 euros tendo vindo de uma loja online, não me lembro qual. Escusado será dizer que fiquei fã...

31 de maio de 2011

Killzone [Limited Edition]

Mais uma edição limitada.
Desenvolvido por: Guerrilla Games
Publicado por: SCEE
Compositor: Joris de Man
Motor gráfico: Proprietário (Versão modificada de Shellshock: Nam '67)
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 02-11-2004 (EUA), 26-11-2004 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer local para dois jogadores e online para até 16 jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (64KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Headset USB
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, poucas horinhas no online.

(Mais dois jogos novos na colecção... :X)

Em bom Português.
Sempre gostei de FPS, desde o tempo do Wolfenstein, onde o jogo não passava do mesmo e arrastava-se por N níveis. Depois passei ao DooM onde as coisas eram bem mais variadas mas em última análise, mais do mesmo ao fim de alguns níveis. Mas como as coisas evoluem, felizmente, este género tornou-se mais diversificado e sobretudo mais apelativo não se cingindo apenas a atirar a matar mas também a alguma exploração e cumprimento de objectivos. Ainda que o PC seja a máquina suprema para este tipo de jogos, as consolas começaram a ganhar terreno ainda no tempo da PlayStation, provando que era possível jogar bons FPS com um simples comando. A verdade é que resultou e muito bem, dando origem a diversos novos jogos deste género, alguns deles exclusivos de certas consolas como é o caso do jogo de hoje. Este meu exemplar foi adquirido na Fnac do Almada Fórum, há uns anos atrás por 20 euros. É a edição de coleccionador que para além de vir numa caixa de cartão, faz-se acompanhar de um DVD com o Making Of.

30 de maio de 2011

Kensei - Sacred Fist

Tão mauzões que eles são...
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Tokyo
Publicado por: Konami
Compositor(es): Akira Yamaoka, Kyoran Suzuki, Norikazu Miura
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 19-11-1998 (JP), 30-11-1998 (EUA), 19-03-2001 (EU)
Género: 3D Fighting
Modos de jogo: Modo Arcade para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores, Outros modos para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com controlo analógico.
Outros nomes: Bugi - 武戯 (JP)
Estado: Incompleto, falta o manual em inglês
Condição: Impecável
Viciómetro: Nunca o acabei e pouco joguei.

(Bem, parece que é Inverno novamente...)

Que dizer destes belos autocolantes?
A dada altura do tempo de vida da Saturn e da PlayStation, começaram a aparecer imensos clones de alguns jogos bem conhecidos como Virtua Fighter e Tekken. Alguns deles tinham bastante qualidade e até conseguiam ultrapassar estes clássicos mas outros situavam-se abaixo da média resultando em experiências medíocres e que mais valia nem sequer ter experimentado. Outros tantos são medianos, conseguindo manter aquilo que interessa neste tipo de jogos, dentro do limiar do aceitável. O jogo de hoje é um claro exemplo disso, clonando à bruta um jogo que dá pelo nome de Tekken 3 mas não lhe chegando aos calcanhares. Não o joguei muito pois foi uma doação e nem sequer está completo, sabendo-se lá por onde andou...

29 de maio de 2011

flOw

Azulinho!
Desenvolvido por: Thatgamecompany, SuperVillain Studios
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Designer(s): Jenova Chen, Nicholas Clark
Artista(s): Shinichi Kameoka, Koji Tsuda
Compositor: Austin Wintory
Plataforma(s): PlayStation 3, PlayStation Portable, PC (Adobe Flash)
Lançamento: 22-02-2007 (EUA), 23-03-2007 (EU), 11-05-2007 (JP)
Género: Life Simulation
Modos de jogo: Modo "comer os outros organismos" para um jogador e até quatro jogadores
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Este jogo não tem propriamente um final mas já dei a volta várias vezes.

(Mais um dia com mau tempo.)

Um inimigo agressivo.
Os jogos indie são hoje em dia algo muito comum, quer seja nas consolas, quer seja no PC. Têm tanto de bom quanto de mau, sendo que a originalidade, a simplicidade e o preço são factores positivos mas a falta de longevidade, a mesma simplicidade e por vezes as ideias demasiado à frente são factores negativos. Ainda assim existem muitos e para todos os gostos, alguns muito bons e outros nem por isso. O jogo de hoje é visto mais como um não-jogo ou uma obra de arte digital, do que outra coisa pois tem piada durante cinco minutos, se tanto. Mas é relaxante se o considerarmos depois de um dia de pleno stress. Este exemplar digital fui buscá-lo à conta de um amigo visto não ter intenção de gastar dinheiro num jogo deste tipo.

28 de maio de 2011

Fallout 3 [Game of the year Edition]

Esta capa supera a original.
Desenvolvido por: Bethesda Game Studios
Publicado por: Bethesda Softworks, ZeniMax Media
Designer(s): Emil Pagliarulo, Todd Howard, Istvan Pely
Compositor: Inon Zur
Motor Gráfico: GameBryo
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360. PC
Lançamento: 13-10-2009 (EUA), 16-10-2009 (EU), 22-10-2009 (JP)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação de 6.7GB no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, Inclui todos os DLC's
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei cada um dos DLC's uma vez.

(Mais um dia com tempo incerto...)

Nada de novo aqui.
Com o advento desta actual geração de consolas, o conteúdo extra popularizou-se, algo que já existia no PC há vários anos. Contudo, os PC eram e são máquinas óptimas para isso pois esses extra tanto se vendiam em suporte físico como digital por quantias irrisórias. No caso das consolas, os extras são um bocadinho caros em certos casos e nem sempre existem em suporte físico. Quando existem, por norma nem precisam do jogo original. Mas para chegar a um consenso, vários jogos são lançados com o conteúdo extra todo incluído num só disco ou por vezes com um voucher promocional, onde através de um código podemos descarregar esse conteúdo da respectiva loja online (PSN ou Marketplace). Denominadas Game of The Year Edition (GOTY) ou por vezes outros nomes como Gold Edition, Ultimate Edition e por aí adiante, estas versões costumam ser as ideais a ter na colecção. Este meu exemplar adquiri-o na Vobis Online por cerca de 15€. Foi um excelente negócio visto trazer os cinco DLC's de Fallout 3, custando cada um na PSN a módica quantia de 9.99€.

27 de maio de 2011

Killer7

Uma capa bem vermelha.
Desenvolvido por: Grasshopper Manufacture
Publicado por: Capcom
Director: Goichi Suda
Produtor: Hiroyuki Kobayashi
Designer: Goichi Suda
Artista: Akihiko Ishizaka
Argumentista(s): Goichi Suda, Shinji Mikami
Compositores: Masafumi Takada, Jun Fukuda
Plataforma(s): PlayStation 2, Nintendo GameCube
Lançamento: 09-06-2005 (JP), 07-07-2005 (EUA), 15-07-2005 (EU)
Género: On-Rail Shooter, Acção
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (63KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Este tempo nunca mais se decide.)

A praga dos autocolantes.
Ontem "falei" de jogos estranhos, que de certa forma fogem aos padrões convencionais aos quais estamos habituados. Hoje volto a trazer o tema ao de cima, visto este ser bastante abrangente e cada vez mais popular neste meio. O jogo de hoje alia o estranho ao louco, proporcionando uma mistura bastante curiosa de estilos, com uma história completamente alucinada saída da cabeça de dois dos mais geniais criadores japoneses nestas andanças. Obviamente refiro-me a Goichi Suda, conhecido por Suda51 e criador de títulos como No More Heroes, bem como Shinji Mikami, o pai de Resident Evil. É caso para dizer que quando duas mentes destas colidem, o resultado é algo como o jogo de hoje. Este exemplar adquiri-o no Jumbo do Almada Fórum por 9.90€, numa altura em que tinham bons jogos a este preço.

26 de maio de 2011

Kagero - Deception 2

Aquela menina não se chama Kagero.
Desenvolvido por: Tecmo
Publicado por: Tecmo (JP, EUA), Virgin Interactive (EU)
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network
Lançamento: 23-07-1998 (JP), 30-09-1998 (EUA), 10-09-1999 (EU)
Género: Strategy RPG
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com Função de Vibração.
Outros nomes: Kagero - Kokumeikan Shinsho (影牢~刻命館真章~) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas duas vezes.

(Chuva outra vez ou assim parece.)

Mais um par de autocolantes medonhos.
Em tantos anos de jogatanas e afins, um facto posso constatar: existem jogos muito estranhos, ao ponto de pensarmos que há pessoas com mentes realmente retorcidas, ainda que brutalmente geniais. Mas o giro no meio disto tudo é que estes jogos por norma são bons, pelo conceito, pela abordagem e por terem um jogabilidade viciante. Como é óbvio, muitos deles passam ao lado da grande maioria do público por não serem mainstream e tornarem-se assim em raridades e peças de colecção de pequenas comunidades. O jogo de hoje é um bom exemplo disto tudo. É estranho, é viciante e até um pouco raro. Este meu exemplar foi adquirido na altura em que foi lançado na Europa, algures em 1999 e não faço ideia quanto custou. Lembro-me vagamente que o comprei na Fnac da Baixa Chiado e pouco mais.

25 de maio de 2011

Super Mario All-Stars

Repro de uma das caixas originais.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Compositor: Soyo Oka
Plataforma(s): Super Nintendo, Nintendo Wii
Lançamento: 14-07-1993 (JP), 01-08-1993 (EUA), 16-12-1993 (EU)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 24-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho (3 Slots para cada jogo)
Estado: Incompleto, falta a caixa e o manual
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o tantas vezes...

(A espera torna-se cansativa...)

Traseira a fazer pandã.
Há dois posts atrás, falei de um remake que me deu imenso gozo em jogar pois o original foi um dos jogos que mais gostei na época. Hoje voltamos aos remakes mas em vez de um são logo quatro! Sim, quatro remakes de quatro grandes jogos, um deles novidade no ocidente e que tantas horas de diversão proporcionaram, ainda que já os tivesse jogado anteriormente na NES mas um novo look é sempre uma boa razão para se jogar novamente. Este exemplar chegou-me às mãos por meios incertos, daí apresentar-se incompleto. Se porventura tiverem a caixa com o manual e já não ligarem a jogos, aceito doações! Se tiverem outro exemplar do jogo, também aceito. Se souberem onde arranjar estes itens, agradeço também a informação. :P

24 de maio de 2011

The Legend of Zelda - Link's Awakening

Isto é uma capa digna de Zelda!
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Takashi Tezuka
Produtor: Shigeru Miyamoto
Artista: Yoichi Kotabe
Argumentista(s): Yoshiaki Koizumi, Kensuke Tanabe
Compositor(es): Kazumi Totaka, Minako Hamano, Kozue Ishikawa
Plataforma: Nintendo Game Boy
Lançamento: 06-06-1993 (JP), Agosto de 1993 (EUA), Dezembro de 1993 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso no cartucho
Outros nomes: Zeruda no Densetsu: Yume o Miru Shima (ゼルダの伝説 夢をみる島 que se traduz em "The Legend of Zelda: The Dreamed-Up Island") (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o cinco ou seis vezes.

(Mais um jogo a caminho...)

O autocolante tinha de estragar...
Game Boy, a pequena máquina da Nintendo que tantas horas de jogatana proporcionou fosse onde fosse. Aquela máquina que tantas vezes foi escondida para que estivesse com atenção nas aulas e fizesse os deveres quando chegasse a casa. E tantas vezes caiu ao chão, andou de mão em mão para que todos jogassem um pouco mas ao fim de tantas aventuras continua a funcionar como se fosse o primeiro dia em que saiu da caixa. É verdade, ainda funciona bastando para tal ter quatro pilhas AA. Digamos que os jogos que por lá passaram ascenderam às centenas, numa época em que todos tinham um Game Boy e emprestar jogos era algo comum pois não havia o problema de riscar superfícies de leitura e afins, como acontece hoje. Um dos jogos que passou e ficou foi o de hoje, que neste caso foi uma prenda de aniversário, creio que em 1994.

23 de maio de 2011

Sword of Mana

Capa simples mas eficaz.
Desenvolvido por: Brownie Brown
Publicado por: Square Enix (JP/EU), Nintendo (EUA)
Director: Takeo Oin
Produtor: Koichi Ishii
Designer(s): Koichi Ishii, Takeo Oin
Artista(s): Shinichi Kameoka, Koji Tsuda
Argumentista: Miwa Shoda
Compositores: Kenji Ito
Plataforma: Nintendo Game Boy Advance
Lançamento: 29-08-2003 (JP), 01-12-2003 (EUA), 18-03-2004 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 128-megabit
Funcionalidades: 2 slots para gravação de progresso no cartucho, Ligação com outro GBA com o jogo para troca de informação
Outros nomes: 新約 聖剣伝説 - Shin'yaku Seiken Densetsu - New Testament Holy Sword Legend (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(O que mais me aborrece nas compras online é quando levam mais de cinco dias a chegar a casa.)

Mais um conjunto de autocolantes foleiros.
Remakes, demakes, upgrades, são tudo palavras que não são estranhas para que tem um contacto habitual com jogos. Para todos os outros são os palavrões mais estranhos que alguma vez possam ter ouvido ou lido. Actualmente aposta-se muito neste tipo de estratégias pois se um jogo antigo teve sucesso e criou uma legião de fãs, esses mesmos fãs hoje estão sedentos e querem mais do mesmo. Então entra o remake. Por outro lado, num nível mais amador os demakes estão na moda pois pegar num jogo actual e "fazê-lo" à antiga é sempre engraçado e existem muitos exemplos por aí fora. Os upgrades é o que mais se vê, especialmente nos jogos de pancada onde depois de uma versão inicial começam a aparecer as Super, Hyper, Mega, Plus, EX, Reload e afins. Mas o jogo de hoje enquadra-se apenas nos remakes, sendo este um remake do saudoso Mystic Quest (já aqui analisado) que saiu há uns bons anos para o Game Boy. Este meu exemplar foi adquirido por uma quantia irrisória ao já por aqui citado Ricardo Mateus, ou Dark-Vash, pois é mais conhecido assim. Excelente pessoa, coleccionador e neste caso vendedor. :)