24 de maio de 2012

Aliens - Infestation


Boa cover art! :D
Desenvolvido por: WayFoward, Gearbox Software
Publicado por: Sega
Director: Adam Tierney
Produtor: Randall S. Pitchford II
Designer: Adam Tierney
Artista: Chris Bachalo
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 30-09-2011 (EU), 11-10-2011 (EUA)
Género: Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo com 256Mbit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo (2 Slots)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes sem perder nenhum Marine.

(Hoje que devia estar bom para a praia, está vento.)

Game Over man!
Agora que a data de estreia do Prometheus se aproxima, começa a crescer a pica - conhecida hoje em dia pela expressão hype - relativamente a tudo o que é relacionado com a saga Alien, que é para mim um dos maiores clássicos de sempre no campo da ficção científica. E é certo que existem diversas maneiras de atenuar esta pica até o filme estrear, sendo que a mais comum é mesmo ver os filmes antigos. A outra remete-se para o patamar dos videojogos onde existem N títulos alusivos à saga, uns bons, outros menos bons e ainda spin-offs e afins. O jogo que trago aqui hoje é uma espécie de continuação do segundo filme sem contudo ter nada a ver com o futuro Aliens - Colonial Marines, a verdadeira sequela. Este exemplar ficou-me por cerca de 8 euros e mais qualquer coisa, numa loja online, em Abril deste ano.

21 de maio de 2012

Dead Island

Nice artwork!
Desenvolvido por: Techland
Publicado por: Deep Silver
Compositor(es): Pawel Blaszczak, Giles Lamb
Motor gráfico: Chrome Engine 5
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 06-10-2011 (EUA), 09-20-2011 (EU), 20-11-2011 (JP)
Género: Survival Horror, Open-world First  Person Shooter, Role Playing Game, Sandbox
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online co-op até 4 jogadores
Media: BluRay
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola (5MB mínimo), Suporte HD 720p, Compatível com DualShock 3, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, muitas horas de jogo.

(Por diversos motivos, nomeadamente spam e comentários sem nexo, decidi que só utilizadores registados ou com Open ID podem comentar.)

Hoje em dia existem imensos factores decisivos que nos ajudam na hora de comprar um novo jogo para a nossa colecção. Um deles é sem dúvida o marketing em torno do mesmo, que quando é utilizado de forma inteligente, resulta. Por outro lado existe o factor eyecandy que também pode surtir algum efeito na população em geral mantendo o grande bolo em segredo até ao dia D. No caso do jogo que trago até aqui hoje, o factor eyecandy começou neste excelente vídeo que deixou meio mundo boquiaberto, sobretudo pela qualidade visual e pela premissa em si, que neste caso também foi abordada de uma forma brutal. O marketing seguiu-se logo após. Poderá não ter convencido todos mas a mim convenceu-me e nem foi pelo vídeo. Este exemplar foi adquirido numa loja online, como é hábito, por 20 e poucos euros.

18 de maio de 2012

Final Fantasy II


Cor-de-rosinha!
Desenvolvido por: Square, Tose
Publicado por: Square Enix
Director: Hironobu Sakaguchi
Produtor: Masafumi Miyamoto
Designer(s): Hiromichi Tanaka, Akitoshi Kawazu, Koichi Ishii
Artista(s): Yoshitaka Amano
Argumentista(s): Kenji Terada, Hironobu Sakaguchi
Compositor(es): Nobuo Uematsu
Plataforma(s): PlayStation Portable e muitas outras
Lançamento: 07-06-2007 (JP), 24-07-2007 (EUA), 08-02-2008 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas não fui perder tempo nas dungeons extra.

(Praia e mais praia.)

Mais cor-de-rosinha!
Na sequência da última análise, eis que trago até aqui mais um jogo desta longa saga que dá pelo nome de Final Fantasy e parece não ter final à vista, ainda que os jogos não mantenham continuidade entre si, excepto dois casos pontuais devido ao sucesso ou algo parecido dos títulos anteriores. No que concerne a este exemplar, foi adquirido na mesma altura do primeiro, pela mesma quantia de 8 euros e, obviamente, na mesma loja online.

4 de maio de 2012

Final Fantasy


Sempre é melhor que os "Essentials".
Desenvolvido por: Square, Tose
Publicado por: Square Enix
Designer(s): Hironobu Sakaguchi, Hiromichi Tanaka, Akitoshi Kawazu, Koichi Ishii
Artista(s): Yoshitaka Amano
Argumentista(s): Kenji Terada, Hironobu Sakaguchi
Compositor(es): Nobuo Uematsu
Plataforma(s): PlayStation Portable e muitas outras
Lançamento: 19-04-2007 (JP), 26-06-2007 (EUA), 08-02-2008 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, tendo feito quase tudo.

(Quero uma PS3 nova!)

Nada de grandes detalhes.
Existem jogos que envelhecem mal, devido a diversos factores. Um dos mais recorrentes é sem dúvida a jogabilidade e a própria mecânica de jogo, que se tornou obsoleta devido às constantes actualizações da mesma. O jogo que aqui trago hoje é para muito um exemplo disso pois trata-se do primeiro de uma extensa saga com mais de vinte anos. Mas na minha opinião, creio que até envelheceu bem e consegue ser melhor do que muita coisa que se faz hoje em dia. Este exemplar foi adquirido algures em 2011, numa loja online tendo custado cerca de 8 euros. Trata-se contudo da versão americana mas não há diferenças a assinalar, excepto o packaging ser diferente.

25 de abril de 2012

YLOD - O terror das PS3

Tanto jogo que passou por aqui...
Pois é meus amigos, estava eu descansadinho da vida a jogar mais uma partida de Zombies online no Call of Duty - Black Ops quando de repente o jogo começa a comportar-se de modo estranho (como se tivesse a ligação prestes a cair) e subitamente a PS3 desliga-se. Pensei eu, "bom, crashou e fez hard reset, já tinha acontecido anteriormente numa rara ocasião". Mas rapidamente essa suspeita caiu por terra pois a luz vermelha ficou a piscar intermitentemente, algo que nunca tinha visto. Lá carreguei no botão do power e aquilo parou de piscar. Desliguei-a da corrente, voltei a ligar e power on. Piscou verde, azul e... amarelo, voltando ao vermelho intermitente. Sabia que isto era muito mau sinal e logo me apressei a tirar o disco da consola, recorrendo a um método comum para utilizar os dissipadores de calor ao máximo, expulsando não só disco da consola como também poeira. Consultei uns quantos fóruns da especialidade, incluindo o oficial da Sony e o veredicto era apenas um: Yellow Light of Dead (YLOD), o equivalente ao Red Ring of Death (RROD) da Xbox360.

A solução? Bom, uma vez que é a terceira consola desde 2007, a garantia já era há muito e o arranjo pelo que li, fica por 180€, algo que considero absurdo pois a consola nunca irá ficar a 100% segundo alguns testemunhos. E pelo preço mais vale investir numa slim nova, algo que farei a longo prazo pois agora vou mesmo ficar alguns tempos sem tocar em nada de PS3. Esta, quando tiver outra, vai ser submetida a uma "cirurgia" para resolver o problema e ficar a conhecer as entranhas do bicho em maior profundidade.

E é isto. :\

20 de abril de 2012

Grand Theft Auto - Vice City Stories


Capas Platinum... ergh!
Desenvolvido por: Rockstar Leeds, Rockstar North
Publicado por: Rockstar Games
Plataforma(s): PlayStation Portable, PlayStation 2
Lançamento: 31-10-2006 (EUA), 03-11-2006 (EU), 06-12-2007 (JP)
Género: Acção, Aventura, Sandbox
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer via Ad-Hoc para seis jogadores
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick, Compatível com Wireless para entre 2 a 6 jogadores, Banda sonora personalizável
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e nunca mais vou jogá-lo.

(Esta Primavera mais parece Inverno...)

Atrás tem melhor aspecto.
Quando a PlayStation Portable veio ao mundo, as promessas de jogatana portátil eram mais do que muitas, com imensas editoras e estúdios a tentarem mostrar o que a pequena máquina da Sony era capaz de fazer. Era normal ficar empolgado com o anúncio de certos jogos, nomeadamente sagas que seguia desde a primeira PlayStation, pois a PSP tinha tudo para que resultassem. No entanto, embora esteja bem recheada de bons títulos, nem todos atingiram o patamar desejado por diversas razões sendo uma delas a ambição. Mas já elaboro esta ideia mais adiante. Este exemplar, em versão Platinum, chegou-me à colecção na mesma altura que o Dracula X Chronicles (também para PSP), visto ter sido fruto de uma promoção na altura de dois jogos por 25 euros. Este veio por acréscimo e pelo facto de não haver nada na lista de jogos que me interessasse.

19 de abril de 2012

Jogalhões de Força - O 3º aniversário!

Este ano apertámos os cordões à bolsa!
Quando há 3 anos atrás arranquei com este projecto nunca pensei que chegasse tão longe até porque quando as coisas são one man army, dificilmente chegam ao final, se é que se pode dizer que há um final. O certo é que volvidos 3 anos disto, a coisa continua sobre rodas tendo o ano de 2011 sido um dos mais produtivos de sempre pois consegui a proeza de escrever 270 análises, isto já para não contabilizar o número de fotos tiradas e ainda a incessante procura por bons screenshots e demais arranjos. Mas o resultado está à vista e o projecto continua pois os jogos continuam a chegar e não têm fim aparente. 

Creio que o objectivo principal, mostrar a colecção ao mundo, tem sido levado a sério e isso reflecte-se pelo número de visitas e por alguns habituais seguidores que vão dando feedback. Desde já, os meus agradecimentos pelo apoio. Não quero contudo esquecer os contribuintes e doadores, que têm ajudado a colecção a crescer pois nem sempre sou eu que compro as coisas e algumas são me oferecidas ou doadas por quem tem conhecimento do meu passatempo. Um agradecimento especial a todos.

E é isto, o JOGALHÕES DE FORÇA está de parabéns e continua em grande, com mais uma análise, já amanhã! :)


13 de abril de 2012

The Legend of Zelda - Skyward Sword [Limited Edition Pack]


As respectivas caixas, bem douradinhas.
Desenvolvido por: Nintendo EAD, Monolith Soft
Publicado por: Nintendo
Director: Hidemaro Fujibayashi
Produtor(es): Eiji Aonuma, Shigeru Miyamoto, Satoru Iwata
Designer: Yoshiyuki Oyama
Compositores: Hajime Wakai, Shiho Fujii, Mahito Yokota, Takeshi Hama, Koji Kondo
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 18-11-2011 (EU), 20-11-2011 (EUA), 23-11-2011 (JP)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível apenas com o Wii Motion Plus ou Wii Remote com Wii Motion Plus integrado
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez fazendo tudo o que havia para fazer mas não apanhei as Pieces of Heart todas (falhei 3 e não tive pachorra).

(Este tempo não dá com nada...)

Atrás, menos douradas e com mais texto.
Quando há cerca de 25 anos atrás Shigeru Miyamoto via lançada na Nintendo Entertainment System uma das suas muitas obras, fruto da sua imaginação sem limites, estava longe de imaginar que esta iria dar origem a uma das mais icónicas sagas de sempre no mundo dos videojogos. E não me refiro a Super Mario Bros. mas sim a The Legend of Zelda, um dos jogos que fez muito boa gente perder, no bom sentido, horas da sua infância, da sua adolescência, enfim horas de vida, em busca do Triforce e da princesa que dá o seu nome ao jogo. Muitos anos após este começo, inúmeros jogos foram produzidos, sempre com ideias frescas, surpresas e outros tantos devaneios oriundos do génio de um japonês sonhador que vai buscar as suas ideias às brincadeiras que tinha enquanto criança. O facto é que jogo após jogo, continua a deixar-nos presos ao ecrã da televisão e o mais recente, este que trago até aqui hoje, não é excepção. O exemplar em questão foi um dos presentes que recebi no Natal de 2011, pela mão da minha irmã que tem ajudado neste meu passatempo e que tão bem conhece os meus gostos. Como se isso não bastasse, presenteou-me com o Limited Edition Pack, que traz para além do jogo, um Wii Remote dourado, já com o Wii Motion Plus integrado, um CD de música comemorativo dos 25 anos intitulado The Legend of Zelda - 25th Anniversary Special Orchestra CD e um pequeno booklet alusivo à data com comentários dos criadores, compositores e afins.

5 de abril de 2012

Dead Space 2 [Collector's Edition]


Ao vivo a capa é bem melhor.
Desenvolvido por: Visceral Games
Publicado por: Electronic Arts
Compositor: Jason Graves
Motor gráfico: Visceral Engine
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 25-01-2011 (EUA), 28-01-2011 (EU)
Género: Survival Horror, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online até 8 jogadores
Media: BluRay
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola (3.8MB mínimo), Suporte HD 720p, 1080i, Compatível com DualShock 3, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o quatro vezes.

(Nada de novo a norte. Ou a sul.)

Na foto não brilha.
Ao contrário do que seria de esperar, o post de hoje não é nenhuma análise, breve ou longa, pois o jogo em questão já foi analisado e exposto, não existindo diferença alguma no mesmo (o código de disco é exactamente o mesmo que na Limited Edition). Em vez disso, trago até aqui uma edição especial que veio parar à colecção apenas por mero acaso e por tê-la encontrado a €14.90. E o porquê de a ter comprado se já tinha o jogo? É uma edição de coleccionador e estava barata, dois motivos fortíssimos para não se ignorar tal oportunidade. Bom, passemos então às diferenças/extras que esta edição oferece.


30 de março de 2012

Tennis

Mais uma repro da caixa original.
Desenvolvido por: Nintendo R&D1
Publicado por: Intelligent Systems
Plataforma(s): Game Boy , Nintendo Entertainment System, Virtual Console
Lançamento: 29-05-1989 (JP), 01-08-1989 (EUA), Algures em 1990 (EU)
Género: Ténis
Modos de jogo: Modo torneio para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 0.25-megabit
Funcionalidades: Compatível com Game Link
Estado: Incompleto (sem caixa nem manual)
Condição: Mediana, o autocolante apresenta descoloração.
Viciómetro: Joguei-o muitas vezes no passado sem nunca o ter terminado.

(Esta chuvinha não dá com nada...)

Parte traseira reproduzida na íntegra.
O Jogalhões Flash está de regresso para mais uma micro análise assim muito rápida uma vez que o jogo de hoje assim o justifica. Este exemplar apresenta-se em bom estado e foi-me cedido por um amigo que o tinha perdido algures lá para casa e como não tinha destino melhor a dar-lhe...

25 de março de 2012

Batman - Arkham City [Collector's Edition]


O morcegão na caixa.
Desenvolvido por: Rocksteady Studios 
Publicado por: Warner Bros. Interactive Entertainment/DC Entertainment, Square Enix (Japão)
Director: Sefton Hill
Argumentista: Paul Dini
Motor Gráfico: Unreal Engine 3
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 18-10-2011 (EUA), 21-10-2011 (EU), 23-11-2011 (JP)
Género(s): Acção, Beat 'em up, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Challenge Rooms
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (1634MB no mínimo), Compatível com sensor de movimento do Sixaxis, Compatível com função de vibração do DualShock3, HD 720p, Compatível com 3D, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, em Normal e depois no New Game+ que é o mesmo que dizer em Hard. As Challenges, completei apenas as de combate ficando o resto por se ir fazendo.

(Primavera... venha mas é o Verão rapidinho!)

E a gata na parte de trás.
Bob Kane, um nome que para muitos pode não significar nada mas que para mim é sinónimo de um dos maiores super heróis de sempre. Adivinharam? Sim, é o Batman, um dos poucos que não tem super poderes e serve-se apenas da sua inteligência, físico e claro, dinheiro, para conseguir combater o crime na famosa (e fictícia) Gotham City. Obviamente, quando Bob Kane criou esta personagem que se intitula como o maior detective do mundo, nunca pensou que ainda hoje a mesma fosse uma das mais actuais e possivelmente uma das favoritas do público. Algo em que ele também não pensou foi que o sucesso da mesma personagem se reflectisse nos videojogos, depois de uma longa temporada de várias tentativas, algumas delas bem mázinhas. Bom, mas isso tudo é história e o que interessa é mesmo o jogo que aqui trago hoje. Este exemplar foi-me oferecido no Natal de 2011 e trata-se da Collector's Edition, que para além do jogo incluí uma estatueta em PVC da Kotobukiya, um artbook de capa dura, vários vouchers de DLC adicional que neste caso incluem fatos extra e um Challenge Room do Penguin e para finalizar, a banda sonora em formato digital. Apesar de ser uma edição interessante tem falhas. O jogo não tem caixa, vem dentro do artbook num suporte concebido para o efeito (no mínimo deveria vir num steelbook), a banda sonora é apenas alusiva ao jogo (e não a do jogo) sendo que também deveria vir em cópia física e ao contrário da edição americana, esta não traz o filme Batman - Gotham Knight. Enquanto não pude resolver estes "males" todos, arranjei uma caixa de plástico comum e arranjei uma capa a condizer com esta edição (frente, verso e inlay). Adiante...

9 de março de 2012

The House of the Dead - Overkill Extended Cut


Varla na capa? ME GUSTA!
Desenvolvido por: Headstrong Games
Publicado por: Sega
Plataforma: PlayStation 3
Lançamento: 25-10-2011 (EUA), 28-10-2011 (EU), 23-02-2012 (JP)
Género: On-rail Shooter
Modos de jogo: Modo História e Director's Cut para um ou dois jogadores, Mini-jogos para um até quatro jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (4.3MB mínimo), Suporte HD 720p, Compatível com 3D, Compatível com PlayStation Move e PlayStation Eye
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, é um jogo brutal.

(Mais jogos a caminho da colecção e possivelmente uma nova portátil!)

Este podia ser mais um post em estilo Jogalhões Flash mas decidi que assim não fosse pois apesar de ser um jogo que já aqui trouxe, inclui bastantes novidades e afins, passíveis de serem comentadas. Este titulo em questão, é uma actualização de um jogo que saiu para a Nintendo Wii em 2009, sendo também um dos mais divertidos e sangrentos que se pode ter na colecção. Esta versão HD para PlayStation 3 inclui diversas novidades, as quais irei aprofundar mais à frente. O certo é que mal se abre a caixa, deparamo-nos logo com dois pares de óculos 3D, daqueles com lentes azuis e vermelhas, mesmo à antiga! A edição em questão, para não fugir muito à regra que adoptei, foi adquirida online por cerca de 16 euros, mais cêntimo, menos cêntimo.

20 de fevereiro de 2012

Super Mario Advance

Mais uma repro da caixa original.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: Março de 2001 (JP), 11-06-2001 (EUA), 22-06-2001 (EU)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para até 4 jogadores
Media: Cartucho de 32-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho
Estado: Incompleto (sem caixa nem manual)
Condição: Boa mas apresenta marcas de uso no autocolante
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas não tenciono voltar a pegar-lhe.

(Estou farto do Inverno...)

Traseira com bastante info.
Os jogos de plataformas sempre fizeram as delícias de todos os fãs de videojogos, quer pela sua simplicidade como também pela genialidade que muitas vezes demonstram ter. E se analisarmos bem as coisas, é um género que fica bem em qualquer consola, seja nas "potentes" caseiras bem como nas portáteis menos poderosas mas igualmente decentes. Porém nem todos os jogos deste género são excelentes, sobretudo quando se começa a repetir a fórmula, algo que desgasta a mesma bem como a paciência de que vai jogar. O jogo que hoje trago até aqui é um claro exemplo disso e também de uma nítida falta de ideias aquando do lançamento de uma nova consola. Este exemplar foi-me cedido no início deste ano por um amigo, juntamente com outros jogos e ainda uma consola extra para a colecção.

1 de fevereiro de 2012

Call of Duty - Modern Warfare 3


Edição normal, teve de ser.
Desenvolvido por: Infinity Ward, Sledgehammer Games
Publicado por: Activision, Square Enix (JP)
Designer(s): Glen Schofield, Michael Condrey
Argumentista(s): Paul Haggis, Will Staples
Compositor: Brian Tyler
Motor Gráfico: MW3 Engine (IW Engine 5.0 não oficial)
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 08-11-2011 (EUA/EU)
Género(s): First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer local (2-4 jogadores) e online (2-18 jogadores)
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (50MB mínimo), Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC adicional com mapas extra para multiplayer
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o em todas as dificuldades, muitas horas de Special Ops, pouco tempo no online. Platina alcançada.

(Preciso de uma 3DS para jogar Resident Evil... ;_; )

É verdade, vendeu muito.
Nos tempos que correm, assiste-se a uma acesa guerra entre diversos títulos neste mundo dos videojogos, sejam eles RPG's, Third Person Shooters, desporto e claro FPS, entre muitos outros géneros. Obviamente uns destacam-se mais do que outros e têm portanto, mais notoriedade. Focando os FPS em particular, a competição é muito renhida, com standards cada vez mais elevados mas um desgaste também bastante acentuado devido à saturação de títulos deste género no mercado. Assim sendo, poderá tornar-se difícil eleger algo bom, ou até mesmo aconselhar a alguém o que jogar. O meu conselho? Experimentem todos os que puderem, falem bem ou mal depois. Isto tudo destina-se ao jogo que aqui trago hoje, fruto de uma linhagem já longa e sem final anunciado. Este exemplar foi adquirido online, algo que já é normal por estas bandas, pela módica quantia de 42€ mais alguns cêntimos. Comprá-lo em Portugal? Jamais...

26 de janeiro de 2012

Uncharted 3 - Drake's Deception

Teve de ser a edição normal...
Desenvolvido por: Naughty Dog
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Director(es): Amy Hennig, (Director Criativo), Justin Richmond (Director)
Designer: Richard Lemarchand
Compositor(es): Greg Edmonson, Azam Ali, Clint Bajakian
Motor Gráfico: Naughty Dog Engine 3.0, Havok (física)
Plataforma: PlayStation 3
Lançamento: 28-10-2011 e 02-11-2011 (EU), 01-11-2011 (EUA), 02-11-2011 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multiplayer online co-op para entre 2 a 3 jogadores, Modo splitscreen co-op para 2 jogadores, Modo multiplayer online para até 10 jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Sixaxis, Compatível com 3D, Suporte HD 720, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável.
Viciómetro: Acabei-o três vezes em Easy, Normal e Crushing. Algumas horinhas no co-op e online para conseguir platina.

(Muitos bons jogos virão neste 2012!)

A foto do costume.
2011 foi sem dúvida um ano recheado de surpresas no que diz respeito a videojogos, com imensos títulos espalhados pelas diversas consolas que se encontram à nossa disposição. Aliás, a tendência agora é para que seja cada vez mais assim, visto a indústria estar mais competitiva do que nunca e 2012 ficará marcado, também, por excelentes títulos que já se encontram na forja. Mas voltando a 2011, este ficou marcado por um título, o qual aqui trago hoje, que teve origem na PS3 em 2007 resultando assim numa brilhante trilogia para esta consola. Digo isto mas a vindoura PSVita já vai ter direito a um título desta saga, deixando assim a mesma de ser uma trilogia. Bom, isso pouco importa e indo directo aos factos, o jogo de hoje foi uma vez mais adquirido numa loja online, em Dezembro, por cerca de 30 euros pouco depois de ter sido lançado. O único senão é que sendo a versão inglesa não tem áudio em Português, algo que não me incomoda minimamente.

23 de dezembro de 2011

Doações para a colecção de força

Quem não jogou isto no Game Boy? :)
Hoje o Jogalhões recebeu mais umas doações de material bem antigo que ficam sempre bem em qualquer colecção, especialmente por ser material Nintendo. Assim sendo alguns entraram directamente para a lista por serem clássicos bem como algo raros no tempo que correm. Pecam por não terem as devidas caixas e manuais mas não se pode ter tudo e quando é oferecido não se recusa. As novas entradas incluem o clássico Tennis para Game Boy, Super Mario Advance para Game Boy Advance e uma curiosa peça de hardware que dá pelo nome de Game Boy Printer e que como devem estar a pensar, sim é uma impressora para usar com a Game Boy Camera.

Em lista de espera ficam vários jogos do Pokémon, para Game Boy bem como um Game Boy Advance, branco a precisar de uma séria limpeza. Funciona, é o que interessa. Agradeço ao meu amigo Tiago Souto pela contribuição. :)

Mais Jogalhões em breve mal o Natal passe. 

15 de dezembro de 2011

RAGE [Anarchy Edition]

Muita informação na frente.
Desenvolvido por: id Software
Publicado por: Bethesda Softworks
Designer: John Carmack
Compositores: Will Loconto, Assaf Rinde, Rod Abernathy
Motor Gráfico: id Tech 5
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 04-10-2011 (EUA), 07-10-2011 (EU)
Género: Semi Open World First Person Shooter, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online para até 4 jogadores, Multiplayer local para dois jogadores em splitscreen co-op
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (8GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável.
Viciómetro: Acabei-o três vezes em Easy, Normal e Nightmare, respectivamente.

(Quatro bons jogos acabaram de aterrar na colecção! Mas só em 2012 é que vão ter direito a análise.)

E atrás também.
Esta será certamente a última análise que escrevo em 2011, ainda que até ao final do ano acabe mais um ou dois jogos mas prefiro deixá-los marinar mais um pouco para depois logo escrever algo de jeito. Mas indo ao que interessa, quem anda nestas andanças da jogatina há uns anos, tem obrigação de conhecer um estúdio que dá pelo nome de id Software e que são nada mais nada menos que os criadores de Wolfenstein 3D, DooM, Quake e mais alguns jogos que tanta tinta fizeram correr e tantos fãs cativaram. Ora estes senhores também são conhecidos por lançarem os seus jogos a pretexto de "venderem" os motores de jogo que criam, sendo ferozmente criticados por imensas pessoas pois aos olhos destas quem compra o jogo está a comprar uma "demo" de um produto maior e assim a ser uma espécie de cobaia para não usar o termo beta tester. Apesar de considerar estas alegações idiotas, têm algum fundamento mas se analisarmos bem a coisa, nesta indústria, alguém tem de ser pioneiro em alguma coisa. Esta introdução serve apenas para apresentar o jogo que trago até aqui hoje e que foi adquirido em Novembro deste ano, numa loja online por cerca de 26 euros. Um bom negócio como é habitual. Uma vez que esta edição dá pelo nome de Anarchy Edition, fui presenteado com alguns itens extra bem úteis no começo do jogo, bem como conteúdo DLC intitulado Wasteland Sewer Missions.

29 de novembro de 2011

Crysis


Custom cover, feita por mim para o efeito.
Desenvolvido por: Crytek Frankfurt
Publicado por: Electronic Arts
Director: Cevat Yerli
Produtor: Bernd Diemer
Designer: Jack Mamais
Compositores: Inon Zur
Motor Gráfico: CryEngine 3
Plataforma(s): PlayStation Network, Xbox Live
Lançamento: 04-10-2011 (Lançamento Mundial)
Género: Open World First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (3GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p, Compatível com Steroscopic 3D
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, em Normal e em Delta (ou seja Very Hard).

(A wishlist tanto encurta como aumenta...)

Maximum Armor - Algo que dá jeito.
Já é do conhecimento geral de quem joga com frequência que muitos jogos tiveram a sua estreia no PC, fazendo mais tarde, a sua incursão nas consolas. Também se sabe que muitos destes jogos pedem brutas máquinas para que possam ser jogados em todo o seu esplendor visual e técnico, coisa que nem sempre é possível devido aos requisitos por vezes serem demasiado altos. Ainda assim não é motivo para desanimar pois é possível jogar, ainda que a meio gás, como costumo dizer. O curioso no meio disto tudo é por vezes se dizer que alguns jogos são, ou eram, impossíveis de recriar numa consola e depois eles aparecerem mais tarde mostrando a meio mundo que afinal estavam redondamente equivocados. Isto serve apenas para dizer que o jogo que aqui trago hoje é o exemplo que mais se destaca neste âmbito e possivelmente um dos que mais aguardava. Fez-se luz e cá está ele. Este meu exemplar digital foi adquirido no dia de lançamento, pelo preço que pediam, ou seja, €19.90. Na minha opinião, mais do que justo.

15 de novembro de 2011

Borderlands [Game of the Year Edition]


A capa, mais bonita que o original.
Desenvolvido por: Gearbox Software
Publicado por: 2K Games
Compositores: Sascha Dikiciyan, Cris Velasco, Jesper Kyd, Raison Varner
Motor Gráfico: Unreal Engine 3 (Modificado)
Plataforma: PlayStation 3, Xbox360, PC, Mac
Lançamento: 12-10-2010 (EUA), 15-10-2010 (EU), 22-12-2010 (JP)
Género: Role Playing Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer offline co-op para dois jogadores, Multiplayer online co-op para até 4 jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (2.4GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p, Inclui os 4 DLC's no disco.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, ou seja, muitas horas de jogo.

(Tantos jogos novos para comprar... ;_; )

Zee back side.
Amiguinhos e palhacitos destes circo que é o Jogalhões de Força, eis-me de volta com mais uma análise de mais um jogo que consta na colecção há já uns meses mas que só agora é que tive paciência para escrever algo sobre o mesmo. Apesar de serem poucos os que ainda não analisei, é preciso jogá-los a fundo e por vezes a vontade de o fazer não abunda ou é precedida pela vontade de terminar os que estão na wishlist e acabaram de aterrar na colecção. Mas adiante, rumo ao que interessa. O jogo de hoje é um daqueles casos que fui adiando por desconfiança em relação ao género e sobretudo por ter demasiadas semelhanças com outros que joguei. Mas lá ultrapassei essa barreira e deparei-me com um dos melhores jogos de sempre, dentro do género. Esta edição com o subtítulo Game of the Year Edition traz basicamente tudo, o que inclui os 4 DLC's e até um mapa em papel do mundo que podemos explorar no jogo. Ah, e um convite para o Duke Nukem Forever First Access Club que apesar de já vir fora do prazo ainda deu para registar. Custou-me cerca de 18 euros, se tanto, numa loja online, como já é habitual.

15 de outubro de 2011

Turok

Badass na capa.
Desenvolvido por: Propaganda Games
Publicado por: Touchstone Games
Director: Josh Holmes
Argumentista: Doug Barber
Motor Gráfico: Unreal Engine 3
Plataforma: PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 05-02-2008 (EUA), 08-02-2008 (EU), 29-05-2008 (JP)
Género(s): First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online para até 16 jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal.

(Verão em Outubro, quem diria!)

Após uma breve ausência, eis-me de volta para trazer mais um jogo que, neste caso, me tinha esquecido de adicionar à extensa lista que esta minha colecção ocupa. Trarei mais dois em breve, visto ter acabado os mesmos recentemente mas depois entramos em mais uma fase de ausência pois tenho ainda tenho de acabar outros jogos que aqui tenho e ir comprando os que irão sair futuramente. Mas centremo-nos no jogo de hoje, que faz parte de uma série que começou na N64, prolongou-se por outras consolas mas ficou esquecida no tempo, fruto da negligência das companhias que pegaram no seu nome e tentaram corrigir os erros do passado. Este meu exemplar foi adquirido na Fnac do Almada Fórum, a 08/08/2009 por cerca de 15 euros. O talão assim o confirma.