29 de setembro de 2014

PRINNY - Can I Really Be the Hero?

O iluminado de serviço!
Desenvolvido por: Nippon Ichi Software
Publicado por: Nippon Ichi
Compositor(es): Tenpei Sato
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 20-11-2008 (JP), 17-02-2009 (EUA), 26-06-2009 (EU)
Género(s): Plataformas, hack 'n slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (128KB minímo), Níveis DLC via PSN
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal e chega. Este jogo é de doidos!

(Hoje não tenho nada de jeito para escrever aqui!)

Selo mais feioso...
Toda a gente gosta de pinguins. Pelo menos eu não conheço ninguém que não simpatize com eles pois, a meu ver, é impossível. São bichos simpáticos, sempre bem aprumadinhos parecendo envergar o seu smoking todos os dias sem perder a postura. E depois têm aquele andar à circo que não deixa de me fazer rir. Agora perguntam vocês: mas que raio de conversa é esta? Ao qual eu respondo: uma pequena introdução ao jogo de hoje que tem... exacto, pinguins! Montes e resmas de pinguins. É um daqueles jogos semi-obscuros produzidos no Japão, lançados no Ocidente, sabe-se lá porquê e que são spin-offs de séries maiores e conhecidas por fãs de RPG's. Este exemplar chegou até aqui, em Outubro de 2013 por 5 euros certinhos, tendo sido adquirido na Fnac do Almada Fórum.

24 de setembro de 2014

Super Mario Land 2 - Six Golden Coins

Artwork brutal!
Desenvolvido por: Nintendo R&D1
Publicado por: Nintendo
Director(es): Hiroji Kiyotake, Takehiko Hosokawa
Produtor: Gunpei Yokoi
Compositor: Kazumi Totaka
Plataforma(s): Nintendo Game Boy, 3DS Virtual Console
Lançamento: 21-10-1992 (JP), 02-11-1992 (EUA), 28-01-1993 (EU)
Género: Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso no cartucho
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes.

(escrever algo aqui)

Sem autocolantes fatelas.
Nos anos 90 era comum ver Game Boy's por todo o lado. Onde quer que fossemos, havia sempre alguém, na sua grande maioria miúdos, com um. E percebe-se este fenómeno de popularidade, pois a consola em questão tinha tudo para ser um sucesso, incluído claro está, excelentes jogos. A Sega também estava nesta frente com a sua Game Gear, tecnicamente superior segundo eles, mas a verdade é que hoje o meu Game Boy ainda funciona a 100% e a Game Gear precisa de condensadores novos. Mas adiante. Esta lengalenga toda serve apenas para apresentar o jogo de hoje, Super Mario Land 2 - Six Golden Coins, um dos melhores títulos do canalizador que tive o prazer de jogar e agora manter na colecção. Apesar de o ter jogado até à exaustão quando era miúdo, só algures em 2013 é que consegui arranjar um exemplar completo e em óptimo estado, através do eBay por cerca de 20 euros.

22 de setembro de 2014

Painkiller - Hell & Damnation [Collector's Edition]

Boa boxart.
Desenvolvido por: The Farm51
Publicado por: Nordic Games
Motor gráfico: Unreal Engine 3
Plataforma(s): PlayStation 3, PC, Xbox360, Linux
Lançamento: 28-06-2013 (EU), 26-11-2013 EUA) - PS3
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores em splitscreen, Modo multijogador até oito jogadores
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (5MB minímo), Compatível com Função de Vibração, HD 720p
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Por motivos de logística, não há screenshots nesta análise.)

Informações sempre pertinentes.
Como já é conhecimento dos frequentadores deste blog, o meu gosto por FPS não passa despercebido. Desde os clássicos aos mais actuais, tento jogar aqueles que se enquadram nos meus gostos. Mas por vezes tento dar oportunidade a outros que me passaram ao lado por diversos motivos, coisa que não me arrependo mesmo se a experiência não for a melhor. O jogo que trago até aqui hoje é um exemplo disso, deixei o original passar e quando anunciaram o remake lá decidi dar-lhe uma chance. E fui logo para a Collector's Edition deste Painkiller - Hell & Damnation pois o preço baixo, cerca de 17 euros na Amazon, justificou o gasto. Esta inclui o jogo na sua versão normal (bem que podia ser steelbook), dois postais, um poster A3 reversível, autocolantes, um pequeno artbook, um CD com a banda sonora, um DVD com o Making of do jogo e algum conteúdo digital, tudo isto numa caixa de cartão não muito robusta mas funcional. Para o que é, serve.

11 de setembro de 2014

Probotector

Excelente artwork!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami (JP), Ultra Games (EUA), Palcom Software (EU)
Designer: K. Kimura
Compositor: H. Funauchi
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 08-01-1991 (JP), Fevereiro 1991 (EUA), 21-05-1991 (EU)
Género: Run 'n gun
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Nenhuma
Outros nomes: Operation C (EUA), Contra (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o tantas mas tantas vezes que é impossível precisar. E ainda o jogo de vez em quando.

(Erros no texto, é favor reportar ao je.)

Sem autocolantes manhosos.
Não existem jogos perfeitos mas o certo é que com todos estes anos de jogatana lá vamos descobrindo alguns que aos nossos olhos se tornam perfeitos. Mesmo com os seus pequenos defeitos, gostamos de tal forma de os jogar que nem sequer damos conta disso. E sempre que alguém diz mal, saímos em sua defesa argumentando por A mais B em como o que dizem está errado e o defeito é deles por não serem bons no jogo. Ok, são argumentos um tanto ou nada falaciosos mas sabem como é, certamente. O jogo que trago até aqui hoje ilustra perfeitamente isto que acabei de referir. Surgiu nos primeiros tempos do Game Boy e foi dos jogos que mais joguei até hoje, achando-o simplesmente perfeito e bom em todos os aspectos. Mas obviamente, e seguindo o bom senso, vou apontar os seus altos e baixos ao longo desta breve análise. Este exemplar, ao contrário do que possam pensar, só aterrou na colecção em 2013 pois nunca o tive quando era mais novo. Com alguma sorte lá o consegui arranjar completo e em óptimo estado num leilão do eBay, por cerca de 25 euros já com portes.

10 de setembro de 2014

The Orange Box

Alguém gosta de laranja...
Desenvolvido por: Valve Corporation (Windows), Electronic Arts (PlayStation 3)
Publicado por: Valve Corporation
Motor gráfico: Source
Plataforma(s): PlayStation 3, PC, Xbox360, MacOS, Linux
Lançamento: 11-12-2007 (EU, EUA) - PS3
Género: First Person Shooter, Puzzle
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multijogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (452MB minímo), HD 720p
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei o Half-Life 2 e respectivas expansões uma vez.

(Cargas de água no final do Verão...)

Informação pertinente.
Após uma ausência bastante longa, na minha modesta opinião, eis-me de volta aqui às lides do blog com novas análises e ranting a todos os novos jogos que foram entrando ao longo deste tempo. O motivo deste timeout resume-se a uma única coisa: preguiça. Ah, e a falta de um processador de texto decente pois desde que tenho este novo computador ainda não instalei o Word e escrever no Wordpad é um castigo para a minha pessoa. Mas adiante. Neste regresso trago um jogo já conhecido do público em geral, especialmente se forem gamers uma vez que não há desculpa para não o conhecer. Ok, na verdade não é apenas um jogo mas sim cinco jogos. Trata-se portanto da colectânea The Orange Box, que contém o famosérrimo Half-Life 2 com as respectivas expansões Episode One e Episode Two, o surpreendente Portal e para os aficionados do multiplayer, Team Fortress 2. Agora a grande questão: porque raio escolhi eu a versão de PS3, que segundo consta é inferior à de PC e tem problemas de performance? Custou apenas 7 euros na MediaMarkt de Benfica, eis o porquê. Até a podia ter arranjado no Steam, se calhar mais barata, mas é algo que possa ponderar fazer futuramente. Até lá, esta serve.

16 de junho de 2014

Siren - Blood Curse

Capa vermelhinha...
Desenvolvido por: Project Siren (SCE Japan Studio)
Publicado por: Sony Computer Entertainment Inc.
Director: Keiichiro Toyama
Produtor: Takafumi Fujisawa
Artista: Isao Takahashi
Argumentista: Naoko Sato
Compositor(es): Hitomi Shimizu, ikd-sj
Motor gráfico: Havok Physics
Plataforma: PlayStation 3
Lançamento: 24-07-2008 (PSN - EUA e EU, PS3 - JP), 31-10-2008 (PS3 - EU), 11-12-2008 (PSN - JP)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Sixaxis, HD 720p
Outros nomes: (サイレン:ニュー トランスレーション - Siren: New Translation) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

(A praia tem estado óptima e recomenda-se.)

Informações habituais.
Já é conhecida a minha predilecção pelo género Survival Horror caso sejam frequentadores assíduos aqui do blog. Como tal, hoje trago um jogo do género, jogo este que passou ao lado de muito boa gente. O mesmo é uma espécie de remake do original que foi lançado na PS2 e dava pelo nome de Forbidden Siren. Este mudou o nome para Siren - Blood Curse, tendo sido inicialmente lançado apenas na PSN sob a forma de episódios que podiam ser adquiridos em pacotes ao longo de várias semanas. Por fim, após o lançamento de todos, lá lançaram o jogo em formato físico para gáudio dos adeptos do suporte físico. O jogo é um tanto ou algo incomum nos tempos que correm e este exemplar foi adquirido em segunda mão por cerca de 12 euros, algures no Verão de 2013. Está impecável, quase como se nem tivesse tido uso.

5 de junho de 2014

Resident Evil Archives - Resident Evil

Já vimos capas melhores...
Desenvolvido por: Capcom Production Studio 4
Publicado por: Capcom
Director: Shinji Mikami
Produtor: Hiroyuki Kobayashi
Compositor(es): Shusaku Uchiyama, Makoto Tomozawa, Misao Senbongi
Plataforma(s): Nintendo Wii, Nintendo GameCube
Lançamento: 25-12-2008 (JP), 23-06-2009 (EUA), 26-06-2009 (EU)
Genéro: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Vários slots para gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com Wii Remote e Nunchuk, Classic Controller e Nintendo GameCube Controller
Outros nomes: Biohazard (バイオハザード) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o apenas uma vez, ainda.

(*sniff* Quero o Verão...)

Gosto das Polaroids.
Hoje é dia de Jogalhões Flash. Para quem não conhece, visto eu não fazer uma destas análises rápidas há imenso tempo, esta pequena rúbrica aplica-se a jogos que já tenha analisado noutras plataformas e que sejam versões praticamente idênticas com uma ou outra diferença sob a qual me debruço. No caso do jogo que trago até aqui hoje, este é sobejamente conhecido pela comunidade. Refiro-me ao excelente remake de Resident Evil, que nesta versão de Wii recebeu um menos apelativo Resident Evil Archives antes do nome por se tratar de uma reedição. Este exemplar foi adquirido numa loja online, novo por cerca de 12 euros durante o ano de 2013.

2 de junho de 2014

Far Cry 3

Excelente capa!
Desenvolvido por: Ubisoft Montreal, Ubisoft Massive, Ubisoft Shanghai, Ubisoft Red Storm, Ubisoft Reflections
Publicado por: Ubisoft
Director(es): Patrick Plourde, Patrik Méthé, Jean-Sébastien Décant
Produtor(es): Dan Hay, Petter Sydow, Yuan Pei Sheng
Designer(s): Kevin Guillemette, Jamie Keen, Andrea Zanini
Argumentista(s): Jeffrey Yohalem, Lucien Soulban, Li Kuo
Compositor: Brian Tyler
Motor gráfico: Dunia Engine 2
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 30-11-2012 (EU), 04-12-2012 (EUA), 07-03-2013 (JP)
Género(s): Action-Adventure, First-person shooter, Open world
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Co-op para dois jogadores em splitscreen e Multiplayer online até 14 jogadores, Editor de mapas
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação de 5GB no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, 1080i e 1080p
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas ainda tenho de pegar no co-op.

(Nada a declarar...)

A informação habitual.
Há jogos que não deixam saudades. Seja por que motivo for, algo no jogo deixou-nos sem a mínima vontade de voltar a pegar no mesmo novamente e isso é muito mau pois pode ser determinante na hora de escolher caso um novo jogo da saga seja lançado. Aconteceu-me isso com Far Cry 2, um jogo que prometia imenso mas foi uma desilusão astronómica, deixando-me logo de pé atrás quando anunciaram um novo jogo. Contudo, após algumas críticas bastante positivas, uns quantos vídeos de gameplay, lá me decidi a pegar neste Far Cry 3. E digamos que foi uma boa aposta mas já vamos aprofundar isso. O exemplar do jogo em questão foi adquirido na Fnac do Almada Fórum, algures em 2013 por cerca de 15 euros com alguns descontos em cima.

30 de maio de 2014

The Last Story [Limited Edition]

A arte deste jogo é soberba.
Desenvolvido por: Mistwalker, AQ Interactive
Publicado por: Nintendo, Xseed Games (EUA)
Director: Hironobu Sakaguchi
Produtor(es): Yutaka Takehisa, Hitoshi Yamagami, Takao Nakano
Artista: Kimihiko Fujisaka
Argumentista(s): Masaru Hatano, Hironobu Sakaguchi, Takatoshi Aoki
Compositor: Nobuo Uematsu
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 27-01-2011(JP), 24-02-2012 (EU), 14-08-2012 (EUA)
Género(s): Action role-playing, Tactical role-playing, Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para até 6 jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Vários slots para gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com Wii Remote e Nunchuk, Classic Controller
Estado: Completo.
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com muitas horas de jogo.

(Quero sol e calor, JÁ!)

Muito texto em várias línguas.
A Nintendo Wii é sem dúvida uma consola cheia de surpresas. Apesar de ter saído numa altura onde o HD já começava a fazer-se sentir, os seus jogos conseguiam competir com os "gigantes" das outras consolas. Bom, alguns dos seus jogos. Mas todos sabemos que não são os visuais, os "altes gráfiques" que fazem o jogo embora estes tenham a sua quota parte nesta equação. O jogo que trago até aqui hoje consegue destacar-se em tudo e é um belo exemplo do poderio da Wii, sendo talvez uma das melhores representações do máximo que a consola consegue dar. O meu exemplar começou por vir da Amazon, por cerca de 30 euros, tendo sido um dos meus primeiros jogos de 2013. Posteriormente, consegui a Limited Edition por cerca de 40, fruto de um negócio com um membro do Collector's Corner. Esta incluí o jogo, steelbook, artbook e a Premium Soundtrack. Poderão pensar que fui um tanto parvo por comprar o mesmo jogo só para ter uns extras, mas gostei tanto do jogo que tinha mesmo de ter esta edição. Vá la entender-se estes coleccionadores...

28 de maio de 2014

Secret of Mana

A culpa é daquela árvore!
Desenvolvido por: Square
Publicado por: Square
Director: Koichi Ishii
Produtor: Hiromichi Tanaka
Designer(s): Koichi Ishii, Hiromichi Tanaka
Argumentista: Hiromichi Tanaka
Compositor: Hiroki Kikuta
Plataforma(s): Super Nintendo, Virtual Console, iOS
Lançamento: 06-08-1993 (JP), 03-10-1993 (EUA), 24-11-1994 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para ente 1 a 3 jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho
Outros nomes: Seiken Densetsu 2 (聖剣伝説2 - Legend of the Sacred Sword 2) (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes.

(Parece que o bom tempo tirou mesmo férias...)

Todos os Gigas são chatinhos...
Um dos géneros que mais aprecio neste mundo dos videojogos é sem dúvida o RPG. Seja ele ocidental ou oriental, nada consegue bater o número de horas ou a complexidade de uma história num jogo destes. E se agora os ocidentais estão ao nível dos orientais, ou mesmo acima na minha opinião, houve uma época onde o cenário não era bem assim e tudo quanto era JRPG dominava as consolas. Na era dos 16-bit, a Super Nintendo era sem dúvida a máquina que mais beneficiou disso com uma biblioteca vasta de jogos deste género, alguns deles grandes clássicos contemporâneos e outros tantos considerados como hidden gems. O jogo de hoje está no meio disto. Para mim tem tanto de clássico como de hidden gem pois muito boa gente desconhece a saga em questão. Secret of Mana é o nome que teve no ocidente mas não no Japão e já vamos abordar isso. Este exemplar, para grande pena minha, é digital e foi adquirido na Wii Shop por 800 pontos, algures em 2013, visto o preço do jogo original completo ser exorbitante. Devia tê-lo pedido na altura em que saiu aos meus pais e hoje não chorava.

26 de maio de 2014

God of War - Ascension [Collector's Edition]

Mais um caixote...
Desenvolvido por: SCE Santa Monica Studio
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Director: Todd Papy
Produtor: Whitney Wade
Designer: Mark Simon
Artista: Christopher Sutton
Argumentista(s): Marianne Krawczyk, Ariel Lawrence
Motor gráfico: God of War III Engine (modificado)
Plataforma: PlayStation 3
Lançamento: 11-03-2013 (EUA), 13-03-2013 (EU)
Género: Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para até 8 jogadores
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, platina alcançada.

(Em terra de cego, quem tem olho é ciclope!)

...que até nem é dos maiores.
Um dos grandes dilemas para quem gosta de videojogos hoje em dia é sem dúvida que versão do jogo comprar. Antigamente havia uma única versão, existindo muito raramente uma superior mas hoje em dia é bem capaz de sair um jogo com algumas cinco ou seis versões diferentes, com preços e conteúdos a condizer. Para o jogador comum, é simples: opta pela mais barata, muitas vezes sendo esta a digital. Para o jogador que para além de jogar colecciona, a escolha é bem mais difícil mas recai quase sempre na edição e coleccionador. O jogo de hoje é um perfeito exemplo disto. Existem três versões mas como não me contentava com nenhuma das menos apetrechadas, lá me decidi pela Collector's Edition deste God of War - Ascension. Um dos factores decisivos foi mesmo a baixa de preço, cerca de 40 euros na Amazon em Julho de 2013 (cá custava o mesmo só o steelbook). O outro factor decisivo foi a estatueta do Kratos, que embora não seja das melhores em termos de construção (muito leve), é suficientemente atractiva visualmente. O steelbook é bastante básico, demasiado até e a banda sonora é em formato digital (isto devia ser proibido por lei). O Season Pass deu acesso a tudo quanto foi DLC para o multiplayer sem pagar nem mais um chavo com mais umas quantas ninharias digitais como avatares. Ah, e ainda dava acesso à demo do The Last of Us mas já tinha o jogo...

22 de maio de 2014

Zone of the Enders

Melhor que a capa americana.
Desenvolvido por: KCEJ
Publicado por: Konami Computer Entertainment
Director: Noriaki Okamura
Produtor: Hideo Kojima
Artista(s): Nobuyoshi Nishimura, Yoji Shinkawa
Argumentista(s): Noriaki Okamura, Shuyo Murata
Compositor(es): Maki Kirioka, Akihiro Honda, Norihiko Hibino, Toshiyuki Kakuta, Shuichi Kobori
Plataforma(s): PlayStation 2, PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 01-03-2001 (JP), 23-03-2001 (EU), 26-03-2001 (EUA)
Género: Acção, Shoot 'em Up, Hack 'n slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multiplayer local para dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (280KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões
Estado: Completo
Condição: Muito boa com poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Inverno, parte II)

Informação pertinente.
Muitos dos denominados "gamers" de hoje começaram a sua jornada na PlayStation 2 o que os torna, não querendo desfazer, nuns privilegiados. Digo isto porque tudo a partir daqui mudou em todos os aspectos, sobretudo em termos de valores de produção, coisa que actualmente é algo comum na maioria dos jogos com nomes sonantes. Mas de volta a 2001, muitos jogaram o título que trago até aqui hoje. Este Zone of the Enders não deixou ninguém indiferente e penso que foram poucos os que o deixaram passar ao lado. No meu caso, deixei-o passar mas sem antes ter jogado até à exaustão. Só em 2013 é que este exemplar aterrou na colecção, oriundo do eBay por cerca de 12 euros e em muito bom estado. Ah, e acima de tudo completo com a devida demo de Metal Gear Solid 2 - Sons of Liberty.

20 de maio de 2014

Double Dragon

Capa épica!
Desenvolvido por: Technos
Publicado por: Nintendo
Director: Shinichi Saito
Designer(s): Shinichi Saito, Masao Shiroto, Kumiko Mukai
Compositor: Kazunaka Yamane
Plataforma: Game Boy e muitas outras
Lançamento: 20-07-1990 (JP), Agosto 1990 (EUA), Algures em 1990 (EU)
Genéro: Beat 'em up, plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Compatível com o cabo Game Link
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para saber ao certo quantas foram.

(Parece que é novamente Inverno...)

Aquele texto é bem verdade.
Durante a década de 90, existiu sempre a tendência de trazer até casa a experiência vivida nos salões de jogos. Como muitos de nós sabemos, estes jogos eram nitidamente superiores a qualquer coisa que pudéssemos ter em casa, até mesmo o nosso computador, coisa que por vezes nem sequer tínhamos (ainda). Como tal, as conversões arcade-home eram o prato do dia e, obviamente, na maioria dos casos estavam a anos-luz dos originais. Contudo, conseguiam também ser jogos completamente diferentes e por si só novos, proporcionando alguns dos melhores momentos de diversão em frente à televisão. No caso do jogo de hoje, esta introdução aplica-se à versão portátil de um beat 'em up clássico que teve direito a inúmeras conversões caseiras, umas boas, outras muito más. A deste é boa. O meu exemplar chegou à colecção algures em 2013, por cerca de 20 euros, oriundo do eBay. E o melhor é que está impecável, quase como se não tivesse tido uso.

18 de maio de 2014

Shinobido - Tales of the Ninja

Capa simples mas eficaz.
Desenvolvido por: Acquire
Publicado por: SCEE (EU), Spike Co, Ltd. (JP)
Director: Koshi Nakanishi
Produtor: Yoshinori Terasawa
Compositor(es): Hideki Sakamoto, Keisuke Itoh
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 26-10-2006 (JP), 09-02-2007 (EU)
Género(s): Stealth action, hack 'n slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo ad-hoc multiplayer para até 4 jogadores
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (96KB minímo), Download via USB de missões da PS2
Outros nomes: Shinobido: Homura (忍道 焔) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal e fiz algumas missões em Hard.

(Ainda não é desta que o Verão chega.)

Línguas estranhas.
Ninjas. A melhor coisa a seguir aos zombies. Ou será ao contrário? Seja como for, são duas coisas que funcionam sozinhas ou em conjunto mas no caso do jogo de hoje, temos apenas ninjas na primeira portátil da Sony. Assim em jeito de Jogalhões Flash, apresento-vos Shinobido - Tales of the Ninja, cujo exemplar foi adquirido em Agosto de 2013, no Jumbo do Almada Fórum por cerca de 10 euros.

Como o nome sugere, Shinobido - Tales of the Ninja é uma espécie de sequela mal amanhada do razoável Shinobido - Way of the Ninja de PS2 e já vão perceber o porquê desta frase. Para começar, esta versão é um port de Shinobido - Imashime da PS2 para a PSP, baseado no mesmo motor de jogo e compreende cerca de 80 missões feitas pelos programadores através do Mission Editor do original. Assim, Tales of the Ninja apresenta as limitações desta ferramenta bem como outros problemas. A história, a qual nem sequer me cativou gira à volta do protagonista Goh e demais personagens secundárias, tentando seguir os eventos do primeiro jogo. Por alguma razão, a qual desconheço, este jogo não foi lançado nos Estados Unidos.

16 de maio de 2014

The Last of Us [Promo]

Versão promocional.
Desenvolvido por: Naughty Dog
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Director(es): Bruce Straley, Neil Druckmann
Designer: Jacob Minkoff
Programador(es): Travis Mcintosh, Jason Gregory
Artista(s): Erick Pangilinan, Nate Wells
Argumentista: Neil Druckmann
Compositor: Gustavo Santaolalla
Motor gráfico: Proprietário, Havok (física)
Plataforma: PlayStation 3, PlayStation 4
Lançamento: 14-06-2013 (Lançamento Mundial), 20-06-2013 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online para até 8 jogadores
Media: BluRay
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola, Suporte HD 720p, Compatível com DualShock 3, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal mas tenciono jogar nas dificuldades acima a longo prazo.

(De volta!)

Interior e disco.
Após alguns meses sem novidades, devido ao meu antigo computador ter-se finado, eis-me de volta para mais umas análises, algumas breves mas outras nem por isso. E como a colecção está sempre a aumentar, convém voltar à carga na escrita para que isto não comece a acumular. Para este regresso nada melhor que trazer até aqui um exclusivo da Sony (não digo da PS3 pois já não o é), exclusivo este que causou furor por todo esse mundo online e offline. Obviamente refiro-me a The Last of Us, uma das obras-primas da Naughty Dog e que se tornou num dos jogos de eleição da PS3, ficando certamente bem em qualquer colecção. Mas embora seja muito bom, a meu ver tem as suas falhas, coisa que irei abordar mais à frente. Este exemplar custou-me uma participação num passatempo da PlayStation Portugal, no Facebook a qual pedia uma frase alusiva ao jogo e ao que faríamos para sobreviver nesse mundo. Escrevi a coisa mais estapafúrdia de que me lembrei e lá me seleccionaram para receber esta versão promo, que suspeito ser mais rara que a retail. Mas ainda não perdi a esperança de ter uma das CE's.

19 de abril de 2014

Jogalhões de Força - O 5º aniversário!


Cinco velinhas e muito chocolate.
Cinco anos é caso para dizer que é muito ano e de facto, para este blog, cinco anos é uma pequena vida. Os primeiros tempos foram pacatos, com poucas publicações até chegarmos ao terceiro ano onde a coisa entrou em warp speed e as publicações eram diárias, um pouco por forma a ficar com a colecção actualizada. Depois entrou-se noutra fase mais relaxada que vem durando até agora. Não pensem que este abrandamento foi propositado pois não é o caso. No fundo consegui nestes cinco anos mostrar e comentar 98% da colecção aqui neste espaço mas agora decidi publicar com menos frequência por três motivos: o primeiro é que já não tenho muito mais jogos para escrever acerca, ou seja, está quase tudo jogado e comentado; em segundo, sinto que a qualidade dos textos diminui, a meu ver, se o fizermos quase que numa base diária e é preferível deixar a coisa fermentar; em terceiro e por último, o meu antigo computador morreu e deixei de ter uma plataforma disponível 24/7 para escrever e publicar quando bem entendesse, coisa que vou ver resolvida em breve (espero eu).

Ah, e após esta lengalenga toda resta desejar ao JDF um feliz 5º aniversário, e acima de tudo, agradecer aos visitantes, seguidores e afins que continuam a dar um pulinho aqui ao cantinho (o FB parece ajudar também)! E para o ano há mais.

4 de fevereiro de 2014

DmC - Devil may Cry


Dante em destaque.
Desenvolvido por: Ninja Theory
Publicado por: Capcom
Director: Tameem Antoniades
Produtor(es): Motohide Eshiro, Alex Jones
Designer: Alessandro Taini
Argumentista: Tameem Antoniades
Compositor(es): Noisia, Combichrist
Motor gráfico: Unreal Engine 3
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 15-01-2013 (EU/EUA), 17-01-2013 (JP)
Género: Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: BluRay
Funcionalidades: Instalação no disco rígido da consola (2467MB), Gravação de progresso no disco rígido da consola, Suporte HD 720p, Compatível com DualShock 3, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, faltando apenas mais uma ronda em Hard para garantir a platina.

(Está frio e continuo a não gostar.)

É mesmo isso!
A palavra reboot é certamente algo que já leram e ouviram um pouco por todo o lado, especialmente se passarem o dia de volta de um computador. Mas quando aplicada noutro contexto como por exemplo no cinema ou nos videojogos, tanto pode ser sinónimo de coisa boa como coisa do demónio. No caso do jogo que trago até aqui hoje, fez correr muita tinta por essas internetes fora, com os fãs mais acérrimos da saga a ficarem piursos da vida devido às óbvias e necessárias mudanças. DmC - Devil may Cry marca assim o merecido reboot que muitos continuam a dizer que não era necessário e conseguiu surpreender-me pela positiva pois eu também não estava muito satisfeito com algumas das mudanças. Mas lá me conformei. Este exemplar chegou à colecção oriundo de uma loja online algures em 2013, por cerca de 20 euros, uns meses após o seu lançamento.

16 de janeiro de 2014

Tomb Raider [Survival Edition]


Bonito artwork.
Desenvolvido por: Crystal Dynamics, Eidos Montreal
Publicado por: Square Enix
Director(es): Noah Hughes, Daniel Chayer, Daniel Neuburger
Produtor: Kyle Peschel
Designer: Darrell Gallagher
Compositor: Jason Graves
Motor gráfico: Crystal Engine (Modificado)
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 05-03-2013 (EU, EUA), 25-04-2013 (JP)
Género: Acção, Aventura, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online para 2 a 8 jogadores
Media: BluRay
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola (MB mínimo), Suporte HD 720p, Compatível com DualShock 3, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez tendo feito tudo o que havia para fazer.

(Está frio e não gosto.)

As respectivas traseiras.
Há várias sagas pelas quais nunca me interessei devido a diversos motivos. A saga Tomb Raider é uma delas. Sempre achei os jogos mais como um labirinto irritante do que uma aventura com quebra-cabeças pelo meio, onde o jogador mais facilmente se perdia (e arrancava cabelos) do que divertia. A protagonista também não ajudava a que eu gostasse do jogo embora tivesse ajudado a vender milhões de exemplares por motivos mais do que óbvios. Contudo, nesta altura do campeonato em que nos encontramos agora parece que pegou a moda dos reboots e embora nalguns casos não tenha sido a melhor aposta, no que concerne a Tomb Raider foi a melhor coisa que puderam fazer pois acabaram de conquistar um novo fã: eu! Este exemplar, que se faz acompanhar de um não muito original Survival Edition após o título inclui o jogo no seu formato normal, um poster de Lara com direito a um mapa da ilha na parte oposta, um pequeno artbook com cerca de 40 páginas, 10 faixas da banda sonora em formato digital, um pack de armas do Hitman para usarmos no jogo e uma pequena bolsa de sobrevivência. O mesmo foi adquirido numa loja online por cerca de 30 euros, se tanto, algures em 2013.

4 de janeiro de 2014

Dead or Alive - Dimensions


Going for the panty shot!
Desenvolvido por: Team Ninja
Publicado por: Nintendo (EU), Tecmo Koei (EUA, JP)
Motor gráfico: Dead or Alive 4 Engine (Modificado)
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 19-05-2011 (JP), 20-05-2011 (EU), 24-05-2011 (EUA)
Género: Fighting
Modos de jogo: Vários modos para um ou dois jogadores, offline, wireless e online.
Media: Cartão de jogo com 2GB
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo, Modo de jogo local e online, Compatível com StreePass e SpotPass
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes tendo desbloqueado todas as personagens. Já os fatos e restantes extras, essa tarefa ainda está em progresso.

(Um bom 2014 a todos os leitores e seguidores do JDF!)

Texto, texto e mais texto.
Existe uma velha máxima, com a qual eu não concordo, que diz "Ano Novo, Vida Nova" mas que se for aplicada aos jogos dá "Ano Novo, Jogos Novos" e aí sim, já é algo que me apraz. Mas como o ano ainda agora começou, os jogos novos hão-de começar a chegar aos poucos e até lá é altura de ir escrevendo acerca dos que já cá estão. Nesta primeira análise de 2014, calhou um título para a 3DS que já tem uma linhagem desde o tempo da PlayStation e das salas de arcada. Trata-se então de Dead or Alive - Dimensions, um bonito showcase do que é a série e também do que a 3DS é bem capaz de proporcionar em termos técnicos, futuramente. Este meu exemplar custou €9.90, tendo sido adquirido, algures em Setembro de 2013, na Worten do Rio Sul.

20 de dezembro de 2013

Dead Space 3


Capa pouco inspiradora.
Desenvolvido por: Visceral Games
Publicado por: Electronic Arts
Produtor: Steve Papoutsis
Compositor(es): Jason Graves, James Hannigan
Motor gráfico: Visceral Engine
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 05-02-2013 (EUA), 08-02-2013 (EU)
Género: Survival Horror, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online co-op para 2 jogadores
Media: BluRay
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola (5MB mínimo), Suporte HD 720p, 1080i, 1080p, Compatível com DualShock 3, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez na dificuldade normal.

(Não quero o Natal, quero o Verão!)

Mas sem autocolantes feios.
Há jogos que nos surpreendem pelos mais diversos motivos, sejam eles a nível técnico, artístico ou o mais importante, a nível jogável. Muitos desses começam do nada, inspirados em tantos outros famosos que desenvolveram géneros ou criaram conceitos de jogabilidade nova proporcionando novas experiências. Desses, alguns ficam-se pelo primeiro, outros almejam evoluir o que já foi feito e vão mais além até ao segundo e mesmo ao terceiro, culminando naquilo a que já conhecemos como trilogia. Mas há um dilema constante. O que por norma começa bem, não acaba necessariamente bem. A saga Dead Space é um exemplo claro disso. O primeiro foi fabuloso, o segundo elevou um pouco mais a fasquia mas o terceiro caiu na redundância e nos erros crassos que se cometem nesta indústria. E vão já a ficar a saber porquê. Este meu exemplar foi adquirido na Amazon, em Maio de 2013 por cerca de 20 euros.