6 de abril de 2015

Heroes of Ruin

Cover art interessante.
Desenvolvido por: n-Space
Publicado por: Square Enix
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 15-06-2012 (EU), 17-07-2012 (EUA) 
Género(s): Role Playing Game, Dungeon Crawler
Modos de jogo: Modo história para um jogador ou co-op até quatro jogadores online
Media: Cartão de jogo com 2GB
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo, StreetPass com outros jogadores
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e cheira-me que não lhe pego outra vez.

(Bom, parece que é Inverno novamente...)

Só um screenshot? Miseráveis!
Nunca fui grande fã de RPG's com um misto de dungeon crawler. Andar por masmorras a matar inimigos e recolher loot nunca me pareceu uma actividade interessante quando se pode ter uma boa história a seguir. Mas, tal como tudo na vida, os gostos vão mudando e aos poucos fui-me habituando à monotonia viciante deste género de jogo pois no fundo, embora a história nestes jogos não seja de todo apelativa (pelo menos as dos jogos que joguei), a recompensa que nos pode esperar de andarmos a espalhar o caos enquanto exploramos os níveis é no mínimo aliciante. E sem mais demoras, o jogo de hoje é o Heroes of Ruin para a 3DS, um título que vai buscar muito à saga Diablo e se introduz no mundo portátil de forma mais ou menos convincente. Este exemplar custou-me 5 euros, novo tendo sido adquirido algures em 2014 por um amigo e coleccionador.

4 de abril de 2015

Medal of Honor - Warfighter

Capa genérica até mais não.
Desenvolvido por: Danger Close Games
Publicado por: Electronic Arts
Produtor: Greg Goodrich
Compositor: Ramin Djawadi, Mike Shinoda
Motor gráfico:  Frostbite 2
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 23-10-2012 (EUA), 26-10-2010 (EU), 15-11-2012 (JP)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online até 20 jogadores
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (1.7GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal e não lhe toquei mais.

(Hoje não tenho nada a declarar.)

Tanta nação...
Medal of Honor é certamente um nome bem conhecido para quem é fã de First Person Shooters e sem dúvida um dos jogos responsáveis por ter colocado o tema da Segunda Guerra Mundial na ribalta no que concerne a videojogos. E tudo começou na velhinha PlayStation, com os seus 32-bit de glória 3D pixelizada até mais não, coisa que na altura teve um sucesso tremendo e foi sem dúvida um dos melhores jogos do género que se podia ter na consola. Mas os tempos avançam e com eles os jogos, que vão sofrendo alterações e nem sempre para melhor. Tendo o tema estagnado, séries como Call of Duty decidiram enveredar por outros caminhos como a actualidade, coisa que Medal of Honor decidiu fazer em 2010. Até teve algum impacto positivo mas quando a sequela saiu, o caso mudou de figura e não foi das melhores. Este exemplar foi adquirido numa loja online por cerca de 10 euros mais coisa menos coisa, algures em 2013.

28 de março de 2015

New Super Mario Bros. Wii

Capa bonita!
Desenvolvido por: Nintendo EAD Group Nº4
Publicado por: Nintendo
Director: Shigeyuki Asuke
Produtor(es): Takashi Tezuka, Hiroyuki Kimura
Compositor(es): Kenta Nagata, Shiho Fujii, Ryo Nagamatsu
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 15-11-2009 (EUA), 15-11-2009 (EU), 03-12-2009 (JP)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história que suporta até quatro jogadores em simultâneo
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com Wii Remote e Nunchuk 
Estado: Completo 
Condição: Razoável, o disco apresenta algumas marcas de uso
Viciómetro: Acabei-o uma vez quase a 100%.

(Mais um dia, mais uma análise!)

Montes de info pertinente.
Nintendo. Sem dúvida a empresa que faz algumas das minhas sagas favoritas de sempre, que incluem nomes como Zelda, Metroid e StarFox. E então o Mario? Bom, apesar de gostar imenso de alguns jogos clássicos no canalizador, não é de todo saga que siga com ansiedade, algo que se veio a acentuar desde o eterno Super Mario 64, um dos jogos que consta no meu Top 3 desta icónica personagem. E embora não tenha acompanhado a maioria dos jogos desde então, joguei alguns e obviamente comprei um ou outro. É o caso deste New Super Mario Bros. Wii, cuja compra foi influenciada pelo seu antecessor na DS. Este exemplar em questão foi adquirido num negócio via OLX e custou-me 10 euros, coisa não muito comum quando se tratam de jogos do Mario. Infelizmente apresenta algumas marcas de uso no disco pois pertencia a um miúdo, daqueles que têm pouco cuidado com as coisas mas o certo é que não o jogo não apresentou nenhum problema de funcionamento.

27 de março de 2015

P.N.03

Hey girl!
Desenvolvido por: Capcom Production Studio 4
Publicado por: Capcom
Director: Shinji Mikami
Produtor: Hiroyuki Kobayashi
Compositor(es): Shusaku Uchiyama, Makoto Tomozawa
Plataforma: Nintendo GameCube
Lançamento: 27-03-2003 (JP), 29-08-2003 (EU), 09-09-2003 (EUA)
Género(s): Acção, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador 
Media: Nintendo Optical Disc (1.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (5 Blocos)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes nas respectivas dificuldades tendo desbloqueado quase tudo.

(Ouvi dizer que vinha aí calor...)

Sem autocolantes foleiros!
Se são seguidores atentos da actividade videojoguistíca deste planeta certamente já ouviram falar dos Capcom Five. Não? Eu passo a explicar. Os Capcom Five não são nada mais nada menos do que cinco jogos exclusivos que a Capcom acordou produzir para a Nintendo GameCube numa tentativa de reforçar as vendas da consola e mostrar o seu potencial a todas as empresas third party por forma a que a mesma tivesse mais apoio e mais jogos. Estes cinco incluíam o jogo que trago até aqui hoje, P.N.03, Dead Phoenix, Viewtiful Joe, Resident Evil 4 e Killer7. Bom, como devem calcular todos deixaram de ser exclusivos da GameCube excepto este P.N.03 que se mantém até hoje. E o Dead Phoenix? Morto antes de nascer. O meu exemplar chegou à colecção algures em Janeiro de 2014, usado e oriundo do eBay por menos de 20 euros. Está em excelentes condições, diga-se.

26 de março de 2015

Batman - Arkham Origins [Collector's Edition]

Mas que grande caixote!
Desenvolvido por: Warner Bros. Games Montréal
Publicado por: Warner Bros. Interactive Entertainment
Director(es): Eric Holmes, Benoit Richer
Produtor: Ben Mattes
Artista: Jeremy Price
Argumentista: Dooma Wendschuh, Ryan Galletta, Corey May
Motor Gráfico: Unreal Engine 3
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, WiiU
Lançamento: 25-10-2013 (Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Beat 'em up, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Challenge Rooms, Multiplayer Online
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (4.7GB no mínimo), Compatível com sensor de movimento do Sixaxis, Compatível com função de vibração do DualShock3, HD 720p, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal, tendo completado as restantes challenges em Hard numa segunda ronda.

(Já viram o canal do Jogalhões no YouTube? Estão à espera do quê?!)

Muita informação pertinente.
Nanananananananananananananana BATMAN! Eis uma maneira diferente de começar uma análise a mais um jogo do meu herói favorito. Sim, nem o Spiderman consegue o lugar no topo existindo o Batman (embora já lá estivesse estado quando era mais puto). Bom, mas o que interessa mesmo é o jogo que trago até aqui e que dá pelo nome de Batman - Arkham Origins, nada mais nada menos do que uma prequela dos dois outros anteriores que nos leva até ao inicio de actividade do morcego como vigilante e claro, à primeira aparição daquele que considero o seu maior rival de sempre. Vocês sabem que é, não é preciso estar a revelar. Esta edição pela qual optei (e tive a sorte de conseguir) trata-se da Collector's Edition e traz o jogo num bonito steelbook com relevo, um artbook de tamanho acima da média e ainda vários posters dos vilões que aparecem no jogo. Mas a cereja no topo do bolo é a estatueta do Batman juntamente com o Joker, que é sem dúvida uma das melhores que vi nos últimos anos no que diz respeito a edições desde género. Ah, e traz ainda uma catrefada de DLC's para usar no jogo que na minha opinião não faziam falta nenhuma e já deviam fazer parte do mesmo mas adiante.  A mesma foi adquirida algures em 2013, lá por meados de Dezembro oriunda de uma loja online  por cerca de 60 euros já com portes. Não me arrependo nem um pouco.

19 de fevereiro de 2015

Okami Zekkeihan HD

Bonita artwork!
Desenvolvido por: HexaDrive (Versão PS3)
Publicado por: Capcom
Director: Hideki Kamiya
Produtor: Atsushi Inaba
Argumentista: Hideki Kamiya
Compositor(es): Masami Ueda, Hiroshi Yamaguchi, Hiroyuki Hamada, Rei Kondo, Akari Groves
Plataforma(s): PlayStation 3, PlayStation 2, Wii
Lançamento: 30-10-2012 (EUA) (JP), 31-10-2012 (EU), 01-11-2012 (JP/Físico), 20-12-2012 (JP/PSN)

Género: Action Role Playing Game, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: BluRay
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (7 GB mínimo), Gravação de progresso no disco rígido da consola, Compatível com Dualshock 3, Compatível com PlayStation Move, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, a 100%, com platina garantida.

(Estou farto do Inverno!)

Mais artwork bonita.
Existe um ditado que diz que quem espera, desespera. Mas outro muito parecido diz o oposto: quem espera sempre alcança. Bom, neste contexto posso afirmar com toda a certeza que concordo muito mais com o segundo do que propriamente com o primeiro, apesar de ser daquelas pessoas que não tem paciência, nem perfil para esperar muito por nada ou ninguém. Mas com a idade (boa desculpa que parece funcionar bem nestes casos), vamos ficando mais permissivos e tolerantes (digo eu). Ora, isto serve para me desculpar com o facto de não ter ainda falado sobre um jogo de PS2, que posteriormente surgiu na Wii e que dá pelo nome de Okami, provavelmente uma das maiores obras de arte digital que surgiu nestas consolas. Sim, deixei passar estas duas versões ao lado mas redimi-me quando soube que iria ser lançada uma versão HD definitiva deste agora clássico dos videojogos. Contudo, e como não podia deixar de ser, não o comprei logo que saiu pois o ocidente, à boa maneira que temos vindo a presenciar nestes últimos anos, só teve direito à versão digital, coisa a que tenho aversão. Felizmente, e porque os asiáticos até me compreendem, lá saíram versões físicas pelas bandas deles, pelo que tive a sorte de ter conseguido a versão asiática (não a japonesa) com direito a um DLC (um tema dinâmico que não descarreguei) por 20 euros, oriunda do eBay e que me foi conseguida por um amigo atencioso algures em 2013. Logo, o ditado aplica-se.

1 de janeiro de 2015

Muramasa - The Demon Blade

Excelente artwork!
Desenvolvido por: Vanillaware
Publicado por: Marvelous Entertainment (JP), Ignition Entertainment (EUA), Rising Star Games (EU)
Director: George Kamitani
Produtor: Yoshifumi Hashimoto
Compositor(es): Hitoshi Sakimoto, Masaharu Iwata, Mitsuhiro Kaneda, Kimihiro Abe, Noriyuki Kamikura, Azusa Chiba, Yoshimi Kudo
Plataforma: Nintendo Wii, PlayStation Vita
Lançamento: 09-04-2009 (JP), 08-09-2009 (EUA), 27-11-2009 (EU)
Género(s): Acção, Hack 'n Slash, Action RPG
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Vários slots para gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com Wii Remote e Nunchuk, Gamecube Controller e Classic Controller
Estado: Completo 
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o quatro vezes, duas com cada personagem para ver os diversos finais.

(Um excelente 2015 para todos os leitores, seguidores e simpatizantes do JDF!)

Aquilo é um GRANDE polvo!
Para começar o ano de 2015 em grande, nada como um grande jogo! Ou melhor, nada como uma enorme hidden gem na Wii, que dá pelo nome Muramasa - The Demon Blade e que pode muito bem ser vista com um sucessor espiritual do não menos excelente Odin's Sphere na PS2 (jogo que considero arranjar este ano nem que a vaca tussa). E bem sabemos que a Wii está repleta de hidden gems mas concentremo-nos nesta em particular. Este exemplar chegou-me à colecção em Novembro de 2013, oriundo de uma loja online por cerca de 15 euros.

23 de dezembro de 2014

Final Fantasy Crystal Chronicles - The Crystal Bearers

Yep, that's Layle.
Desenvolvido por: Square Enix
Publicado por: Square Enix
Director: Toshiyuki Itahana
Produtor: Akitoshi Kawazu
Artista: Toshiyuki Itahana
Argumentista(s): Akitoshi Kawazu, Kazuhiro Yamauchi
Compositor(es): Hidenori Iwasaki, Ryo Yamazaki, Kumi Tanioka
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 12-11-2009 (JP), 26-12-2009 (EUA), 05-02-2010 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores

Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Vários slots para gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com Wii Remote e Nunchuk
Estado: Completo.
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

(Um Feliz Natal e um óptimo Ano de 2015!)

That's a Moogle alright.
Compras de impulso, quem não as faz? Começo por dizer que já fiz muitas, não necessariamente jogos mas como o blog centra-se somente nisso, é por aí que vamos. Por vezes faço-as só porque sim, porque me dá na gana ou simplesmente porque me parece um bom negócio para o jogo que é. Mas nem sempre se acerta na escolha e por vezes ficamos com um sabor agridoce na consciência. O jogo que trago até aqui hoje é uma boa maneira de ilustrar este sentimento. Não é mau mas também não chega a brilhar o suficiente para o recomendar, mesmo que seja baratinho que foi o caso pois custou apenas 5 euros, numa daquelas promoções durante o Verão de 2014 que a Fnac se fartou de fazer.

11 de dezembro de 2014

The Legend of Zelda - Phantom Hourglass

Sailor Link!
Desenvolvido por: Nintendo EAD Group Nº3
Publicado por: Nintendo
Director: Daiki Iwamoto
Produtor: Eiji Aonuma
Designer: Michiho Hayashi
Argumentista(s): Hidemaro Fujibayashi
Compositor(es): Kenta Nagata, Toru Minegishi
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 23-06-2007 (JP), 01-10-2007 (EUA), 19-10-2007 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para dois jogadores
Media: Cartão de jogo com 1024Mbit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo, Wireless DS Single Card Download Play, Wireless DS Multi-Card Play.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Terminei-o uma vez fazendo tudo o que havia para fazer.

(Está frio, demasiado para o meu gosto.)

Pelo menos não tem autocolantes...
Zelda. Zelda. Zelda. Eis um nome que todos conhecem sejam fãs de jogos ou não. É daqueles nomes que fica no ouvido talvez por começar pela última letra do alfabeto ou simplesmente porque nos lembra aquele jogo que costumava ocupar muitas das nossas tardes no principio dos anos 90. Seja como for, é inegável que a saga The Legend of Zelda é intemporal. Hoje trago até aqui mais um jogo desta longa linhagem, desta vez na Nintendo DS. Trata-se de uma sequela, mais concretamente de Wind Waker na Gamecube e dá pelo subtítulo Phantom Hourglass. Apesar de um pouco reticente relativamente a este jogo, visto não ser fã do jogo de Gamecube, lá lhe dei uma hipótese e surpreendi-me a mim mesmo. Este exemplar chegou à colecção algures em 2013 oriundo do eBay, usado mais em excelentes condições. O preço não me recordo.

1 de dezembro de 2014

GoldenEye 007 - Reloaded

Bond. James Bond.
Desenvolvido por: Eurocom
Publicado por: Activision
Argumentista: Bruce Feirstein
Compositor(es): David Arnold, Kevin Kiner
Motor Gráfico: Enhanced IW Engine
Plataforma: PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 01-11-2011 (EUA), 04-11-2011 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer local (2-4 jogadores) e online (2-16 jogadores)
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (3475MB), Gravação de progresso no disco rígido, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, Compatível com Função de Vibração, Compatível com PlayStation Move, Funções de Rede, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, em Normal e posteriormente na dificuldade máxima, tendo também completado todas as Mi-6 Ops Missions.


(E o ano de 2014 está quase no final.)

Autocolantes foleiros...
Hoje para variar um bocado, é dia de Jogalhões Flash. E para tal, o jogo eleito é uma versão HD do remake de um jogo sobejamente conhecido e que foi jogado por quase tudo quanto era fã Nintendo nos anos 90. GoldenEye 007 - Reloaded apresenta-se assim com uma versão melhorada do remake lançado em 2010 na Nintendo Wii e que a meu ver não teve o impacto esperado. Esta nova versão HD veio a melhorar algumas coisas mas também não é de todo perfeita. Este exemplar custou-me cerca de 10 euros, no Jumbo do Almada Fórum, algures em 2013.

10 de novembro de 2014

The Legend of Zelda - A Link Between Worlds

Capa douradinha.
Desenvolvido por: Nintendo EAD Group No. 3, (Suporte adicional) - SRD Co., Ltd., Monolith Soft
Publicado por: Nintendo
Director: Hiromasa Shikata
Produtor: Eiji Aonuma
Artista: Koji Takahashi
Argumentista(s): Tatsuya Hishida, Mari Shirakawa
Compositor: Ryo Nagamatsu
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 22-11-2013 (EU, EUA), 26-12-2013 (JP)
Género(s): Aventura, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo com 4GB
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo, StreetPass
Outros nomes: The Legend of Zelda - The Triforce of the Gods 2 (ゼルダの伝説 神々のトライフォース2)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas haverá segunda ronda daqui a uns tempos.

(O Inverno chegou, deal with it.)

Até brilha!
A Nintendo sempre foi conhecida pelas suas séries clássicas que seguimos desde miúdos, isto já para não referir as inovações que tem vindo a fazer na maneira como se joga. Nomes como Mario, Metroid e StarFox, fazem parte do nosso imaginário e ainda hoje do nosso dia a dia no que diz respeito a jogatana. Mas há um nome que se destaca no meio disto tudo, Zelda. Esta série que vem desde o tempo da NES tem por hábito presentear-nos sempre com aventuras semelhantes mas que são bastante distintas entre si um pouco por causa da timeline algo confusa, fazendo com que tenham algumas coisas em comum. Curiosamente, existem sequelas dentro desta saga, algumas delas directas e o jogo que trago até aqui hoje é a sequela de um dos melhores de sempre, A Link to the Past. Este meu exemplar foi adquirido mal saiu, por cerca de 40 euros na Fnac do Almada Fórum.

28 de outubro de 2014

Super Castlevania IV

Esta boxart é fabulosa!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Masahiro Ueno
Produtor: Kazumi Kitaue
Compositor(es): Masanori Adachi, Taro Kudo
Plataforma(s): Super Nintendo, Virtual Console
Lançamento: 31-10-1991 (JP), 04-12-1991 (EUA), 23-11-1992 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Sistema de passwords
Outros nomes: Akumajō Dorakyura - Devil's Castle Dracula ( 悪魔城ドラキュラ) (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, a caixa tem algum desgaste.
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes desde a primeira, algures em 93.

(Parece que o Verão se foi de vez...)

Belo do autocolante à antiga.
Agora que o Halloween está aí à porta, nada como entrar no espírito da coisa e trazer até ao blog um jogo que captura essa atmosfera na perfeição. Tem esqueletos, lobisomens, morcegos, zombies, corvos, aranhas, múmias, fantasmas e todas essas abominações características. Ah, e claro... tem vampiros, ou melhor ainda, o maior deles todos que é conhecido por vários nomes mas só um o identifica na perfeição: Drácula! Não é muito difícil de adivinhar que é um jogo de uma saga bem conhecida e uma das minhas favoritas, que dá pelo nome de Super Castlevania IV. Provavelmente o melhor Castlevania clássico de sempre. O exemplar em questão chegou-me à colecção algures em 2013, tendo sido adquirido ao meu amigo Ricardo Mateus, conhecido por Dark Vash nas internetes. Custou cerca de 15 euros, com caixa mas não tinha manual, coisa que facilmente resolvi pois eu guardei o manual deste jogo desde que me emprestaram o dito, em 1993.

25 de outubro de 2014

Batman - Arkham Origins Blackgate

Bonita cover art.
Desenvolvido por: Armature Studio
Publicado por: Warner Bros. Interactive Entertainment
Director: Mark Pacini
Artista: Todd Keller
Argumentista: Adam Beechen
Motor de jogo: Bluepoint Engine
Plataforma(s): Nintendo 3DS, PlayStation Vita, PlayStation 3, WiiU, PC, Xbox360
Lançamento: 25-10-2013 (Lançamento Mundial - 3DS/Vita), 01-04-2014 (EUA), 02-04-2014 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas, Steath 'em up, Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo com 2GB
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas hei-de lá voltar.

(Tempinho bom!)

Screenshots é o que se quer.
Batman é sem dúvida o meu herói favorito. O facto de não ter super poderes como todos os outros torna-o especial e único. E é também um dos poucos heróis, senão o único, que tem sido abonado no que diz respeito a adaptação para filmes, séries e claro, videojogos. Lembro-me de ter jogado alguns no tempo das 8-bit e por aí fora, e eram bons jogos dadas as limitações técnicas. Passados alguns anos, a saga Arkham veio provar como se fazem excelentes jogos de heróis e o certo é que está para durar. O jogo de hoje é um dos episódios dessa saga, se bem que menor que todos os outros. O exemplar em questão foi adquirido pouco tempo depois do seu lançamento, na Fnac, ao preço normal de um jogo de 3DS por terras lusas. Não é muito normal fazer isto mas a resposta a dar é... It's BATMAN!

21 de outubro de 2014

Bioshock Infinite [Premium Edition]


As respectivas caixas.
Desenvolvido por: Irrational Games
Publicado por: 2K Games
Director: Ken Levine
Produtor: Adrian Murphy
Argumentista: Ken Levine
Compositor(es): Garry Schyman, Jim Bonney
Motor Gráfico: Unreal Engine 3
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, Mac
Lançamento: 16-03-2013 (Lançamento Mundial)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Suporte HD 720p, Compatível com Função de Vibração, Compatível com PlayStation Move, Funções de Rede, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes, nas várias dificuldades, alcançando a Platina.

(Parece que o Verão está de regresso!)

Fartou-se de ganhar prémios.
Longe vão os tempos em que os videojogos eram coisa de crianças. Actualmente, são mais do que tudo um modelo de negócio que sustenta muito boa gente para além de serem o passatempo de tantos muitos. E alguns, atingem valores de produção tão ou mais elevados do que os blockbusters de Hollywood. O jogo que trago até aqui hoje, é um bom exemplo disso. Uma saga que sempre primou pela sua qualidade e que teve sempre muito dinheiro envolvido na sua produção. Refiro-me portanto a Bioshock, neste caso concreto a Bioshock Infinite, o mais recente jogo da série. Esta versão que figura na colecção dá pelo nome de Premium Edition e contém um art book bastante bonito por sinal, a banda sonora em formato digital, conteúdo digital para uso no jogo, um porta-chaves alusivo aos Vigors do jogo, uma miniatura (mesmo mini) de um Handyman, temas para a PS3 e ainda um postal ilustrado de arte do jogo. Não é de todo a melhor edição de sempre em termos de conteúdo mas foi o que se arranjou, algures em 2013, por cerca de 30 euros oriunda de uma loja online.

16 de outubro de 2014

Contra 4 [20th Anniversary]

Que capa tão kickass!
Desenvolvido por: WayFoward Technologies
Publicado por: Konami 
Director: Matt Bozon
Produtor(es): William Oertel, Christopher Watson
Compositor: Jake Kaufman 
Plataforma: Nintendo DS 
Lançamento: 12-12-2007 (EUA), 13-03-2008 (JP) 
Género: Run 'n Gun 
Modos de jogo: Modo história para um jogador ou dois jogadores, Modo Challenge para um jogador
Media: Cartão de jogo com 256Mbit 
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo
Outros nomes: Contra - Dual Spirits (JP) 
Estado: Completo 
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o várias vezes em Easy e Normal mas apenas uma em Hard.

(So many games, so little time...)

"Carnage" é a palavra certa.
Quando nos anos 90 descobri um pequeno jogo de Game Boy, que pouco depois descobri existir na NES e na SNES, chamado Probotector estava longe de saber que iria tornar-se no meu Run 'n Gun favorito. Mesmo tendo jogado outros tantos do género, há qualquer coisa nesta saga que me faz sempre voltar a jogar quase todos os jogos que a compõem novamente. Mas a Konami deixou-a cair um bocado no esquecimento depois dos flops de PlayStation, ainda que já na era da PlayStation 2 tenha tentado voltar às origens com Shattered Soldier. Mas não era de todo a mesma coisa. Foi preciso a Nintendo DS sair para termos uma verdadeira sequela de Contra III e, para todos os efeitos, prequela de Contra Hardcorps. Contra 4 chegou com toda a força dos clássicos e é sem dúvida o melhor de todos. Dúvidas? Já vão ficar esclarecidas. Este exemplar foi adquirido na Amazon, a um vendedor particular, novo e selado por cerca de 18 euros em Outubro de 2013. Curiosamente o jogo nunca saiu na Europa, sabe-se lá porquê...

13 de outubro de 2014

Final Fantasy XIII-2 [Limited Collector's Edition]

Branco mais branco não há!
Desenvolvido por: Square Enix, tri-Ace
Publicado por: Square Enix
Director: Motomu Toriyama
Produtor: Yoshinori Kitase
Artista(s): Isamu Kamikokuryo
Argumentista(s): Daisuke Watanabe, Kazuhiko Yajima, Nanako Saitoh
Compositor(es): Masashi Hamauzu, Naoshi Mizuta, Mitsuto Suzuki
Motor gráfico: Crystal Tools
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, Microsoft Windows
Lançamento:  15-12-2 11 (JP), 31-01-2012 (EUA), 03-02-2012 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: BluRay
Funcionalidades: Instalação no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido da consola (30.7MB minímo), Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC adicional.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes para ver todos os finais. Platina alcançada.

(Desta vez não há screenshots, só fotos!)

As respectivas traseiras.
Final Fantasy. Um nome que não nos é estranho de forma alguma. Mas o curioso é a sua origem, que remonta aos anos 80 quando Hironobu Sakaguchi planeava abandonar a indústria dos videojogos e decidiu dar este nome àquele que seria o seu último jogo, a sua última aventura. Longe estava ele de adivinhar que esse nome se tornaria numa saga lendária que haveria de ter milhões de fãs por esse mundo fora, mas com os seus altos e baixos. E embora o senhor não tenha quase nada a ver com o título que trago até aqui hoje, o certo é que se não fosse ele, nenhum dos jogos existiria. Nem mesmo os que são maus. Este Final Fantasy XIII-2 é uma espécie de "pedido de desculpas" por parte de Square Enix, devido ao tremendo fracasso que o título anterior mostrou ser. E de facto, com este, conseguiram melhorar tudo o que o anterior tinha de mau mas já lá vamos. Esta Limited Collector's Edition inclui um CD com algumas faixas escolhidas pelos compositores, um artbook com artwork diverso, 6 postais ilustrados e ainda um postal lenticular da Lightining. Adicionei-lhe mais tarde o steelbook da pre-order que vinha com um pequeno prelúdio da história em papel, três postais e ainda um DLC para termos o Omega de FFVI na nossa equipa. Esta edição custou cerca de 27 euros, algures em 2012, oriunda de uma loja online e o steelbook veio a custo zero, da Game do Almada Fórum.

1 de outubro de 2014

Skate or Die - Bad 'N Rad

Estas capas da Konami são bestiais.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami (EUA), Palcom Software (EU)
Compositor: Hidehiro Funauchi
Plataforma: Game Boy
Lançamento: Setembro de 1990 (EUA), Algures em 1990 (EU)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Nenhuma
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o bastantes vezes após conseguir dominar o controlo.

(Este tempo africano dá cabo de qualquer pessoa...)

Informação sempre útil.
Nos anos 90 qualquer coisa que envolve skate era fixe. Se soubéssemos andar de skate éramos os maiores da escola, da rua e até quem sabe, do mundo. Eu bem tentei andar de skate mas aquilo não era para mim por isso, dediquei-me à patinagem. Pelo menos com quatro rodas extra apanhei-lhe os jeito e safava-me lindamente. Porém, não era suficientemente fixe o que me levou a jogar jogos de skate, os poucos que existiam na época. E depois de experimentar um pouco, lá encontrei um em que me tornei bom e passei a ser fixe. Esta história toda, ainda que um pouco exagerada da minha parte para divertimento de quem lê, serve para introduzir o jogo de hoje: Skate or Die - Bad 'N Rad. Um jogo diferente do que estava à espera mas que ficou eternamente na memória por vários motivos. Embora o tivesse jogado imenso em puto, este exemplar só chegou à minha colecção em 2013, oriundo do eBay por menos de 20 euros, completo e em muito bom estado.

29 de setembro de 2014

PRINNY - Can I Really Be the Hero?

O iluminado de serviço!
Desenvolvido por: Nippon Ichi Software
Publicado por: Nippon Ichi
Compositor(es): Tenpei Sato
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 20-11-2008 (JP), 17-02-2009 (EUA), 26-06-2009 (EU)
Género(s): Plataformas, hack 'n slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (128KB minímo), Níveis DLC via PSN
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal e chega. Este jogo é de doidos!

(Hoje não tenho nada de jeito para escrever aqui!)

Selo mais feioso...
Toda a gente gosta de pinguins. Pelo menos eu não conheço ninguém que não simpatize com eles pois, a meu ver, é impossível. São bichos simpáticos, sempre bem aprumadinhos parecendo envergar o seu smoking todos os dias sem perder a postura. E depois têm aquele andar à circo que não deixa de me fazer rir. Agora perguntam vocês: mas que raio de conversa é esta? Ao qual eu respondo: uma pequena introdução ao jogo de hoje que tem... exacto, pinguins! Montes e resmas de pinguins. É um daqueles jogos semi-obscuros produzidos no Japão, lançados no Ocidente, sabe-se lá porquê e que são spin-offs de séries maiores e conhecidas por fãs de RPG's. Este exemplar chegou até aqui, em Outubro de 2013 por 5 euros certinhos, tendo sido adquirido na Fnac do Almada Fórum.

24 de setembro de 2014

Super Mario Land 2 - Six Golden Coins

Artwork brutal!
Desenvolvido por: Nintendo R&D1
Publicado por: Nintendo
Director(es): Hiroji Kiyotake, Takehiko Hosokawa
Produtor: Gunpei Yokoi
Compositor: Kazumi Totaka
Plataforma(s): Nintendo Game Boy, 3DS Virtual Console
Lançamento: 21-10-1992 (JP), 02-11-1992 (EUA), 28-01-1993 (EU)
Género: Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso no cartucho
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes.

(escrever algo aqui)

Sem autocolantes fatelas.
Nos anos 90 era comum ver Game Boy's por todo o lado. Onde quer que fossemos, havia sempre alguém, na sua grande maioria miúdos, com um. E percebe-se este fenómeno de popularidade, pois a consola em questão tinha tudo para ser um sucesso, incluído claro está, excelentes jogos. A Sega também estava nesta frente com a sua Game Gear, tecnicamente superior segundo eles, mas a verdade é que hoje o meu Game Boy ainda funciona a 100% e a Game Gear precisa de condensadores novos. Mas adiante. Esta lengalenga toda serve apenas para apresentar o jogo de hoje, Super Mario Land 2 - Six Golden Coins, um dos melhores títulos do canalizador que tive o prazer de jogar e agora manter na colecção. Apesar de o ter jogado até à exaustão quando era miúdo, só algures em 2013 é que consegui arranjar um exemplar completo e em óptimo estado, através do eBay por cerca de 20 euros.

22 de setembro de 2014

Painkiller - Hell & Damnation [Collector's Edition]

Boa boxart.
Desenvolvido por: The Farm51
Publicado por: Nordic Games
Motor gráfico: Unreal Engine 3
Plataforma(s): PlayStation 3, PC, Xbox360, Linux
Lançamento: 28-06-2013 (EU), 26-11-2013 EUA) - PS3
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores em splitscreen, Modo multijogador até oito jogadores
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (5MB minímo), Compatível com Função de Vibração, HD 720p
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Por motivos de logística, não há screenshots nesta análise.)

Informações sempre pertinentes.
Como já é conhecimento dos frequentadores deste blog, o meu gosto por FPS não passa despercebido. Desde os clássicos aos mais actuais, tento jogar aqueles que se enquadram nos meus gostos. Mas por vezes tento dar oportunidade a outros que me passaram ao lado por diversos motivos, coisa que não me arrependo mesmo se a experiência não for a melhor. O jogo que trago até aqui hoje é um exemplo disso, deixei o original passar e quando anunciaram o remake lá decidi dar-lhe uma chance. E fui logo para a Collector's Edition deste Painkiller - Hell & Damnation pois o preço baixo, cerca de 17 euros na Amazon, justificou o gasto. Esta inclui o jogo na sua versão normal (bem que podia ser steelbook), dois postais, um poster A3 reversível, autocolantes, um pequeno artbook, um CD com a banda sonora, um DVD com o Making of do jogo e algum conteúdo digital, tudo isto numa caixa de cartão não muito robusta mas funcional. Para o que é, serve.

11 de setembro de 2014

Probotector

Excelente artwork!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami (JP), Ultra Games (EUA), Palcom Software (EU)
Designer: K. Kimura
Compositor: H. Funauchi
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 08-01-1991 (JP), Fevereiro 1991 (EUA), 21-05-1991 (EU)
Género: Run 'n gun
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Nenhuma
Outros nomes: Operation C (EUA), Contra (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o tantas mas tantas vezes que é impossível precisar. E ainda o jogo de vez em quando.

(Erros no texto, é favor reportar ao je.)

Sem autocolantes manhosos.
Não existem jogos perfeitos mas o certo é que com todos estes anos de jogatana lá vamos descobrindo alguns que aos nossos olhos se tornam perfeitos. Mesmo com os seus pequenos defeitos, gostamos de tal forma de os jogar que nem sequer damos conta disso. E sempre que alguém diz mal, saímos em sua defesa argumentando por A mais B em como o que dizem está errado e o defeito é deles por não serem bons no jogo. Ok, são argumentos um tanto ou nada falaciosos mas sabem como é, certamente. O jogo que trago até aqui hoje ilustra perfeitamente isto que acabei de referir. Surgiu nos primeiros tempos do Game Boy e foi dos jogos que mais joguei até hoje, achando-o simplesmente perfeito e bom em todos os aspectos. Mas obviamente, e seguindo o bom senso, vou apontar os seus altos e baixos ao longo desta breve análise. Este exemplar, ao contrário do que possam pensar, só aterrou na colecção em 2013 pois nunca o tive quando era mais novo. Com alguma sorte lá o consegui arranjar completo e em óptimo estado num leilão do eBay, por cerca de 25 euros já com portes.

10 de setembro de 2014

The Orange Box

Alguém gosta de laranja...
Desenvolvido por: Valve Corporation (Windows), Electronic Arts (PlayStation 3)
Publicado por: Valve Corporation
Motor gráfico: Source
Plataforma(s): PlayStation 3, PC, Xbox360, MacOS, Linux
Lançamento: 11-12-2007 (EU, EUA) - PS3
Género: First Person Shooter, Puzzle
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multijogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (452MB minímo), HD 720p
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei o Half-Life 2 e respectivas expansões uma vez.

(Cargas de água no final do Verão...)

Informação pertinente.
Após uma ausência bastante longa, na minha modesta opinião, eis-me de volta aqui às lides do blog com novas análises e ranting a todos os novos jogos que foram entrando ao longo deste tempo. O motivo deste timeout resume-se a uma única coisa: preguiça. Ah, e a falta de um processador de texto decente pois desde que tenho este novo computador ainda não instalei o Word e escrever no Wordpad é um castigo para a minha pessoa. Mas adiante. Neste regresso trago um jogo já conhecido do público em geral, especialmente se forem gamers uma vez que não há desculpa para não o conhecer. Ok, na verdade não é apenas um jogo mas sim cinco jogos. Trata-se portanto da colectânea The Orange Box, que contém o famosérrimo Half-Life 2 com as respectivas expansões Episode One e Episode Two, o surpreendente Portal e para os aficionados do multiplayer, Team Fortress 2. Agora a grande questão: porque raio escolhi eu a versão de PS3, que segundo consta é inferior à de PC e tem problemas de performance? Custou apenas 7 euros na MediaMarkt de Benfica, eis o porquê. Até a podia ter arranjado no Steam, se calhar mais barata, mas é algo que possa ponderar fazer futuramente. Até lá, esta serve.

16 de junho de 2014

Siren - Blood Curse

Capa vermelhinha...
Desenvolvido por: Project Siren (SCE Japan Studio)
Publicado por: Sony Computer Entertainment Inc.
Director: Keiichiro Toyama
Produtor: Takafumi Fujisawa
Artista: Isao Takahashi
Argumentista: Naoko Sato
Compositor(es): Hitomi Shimizu, ikd-sj
Motor gráfico: Havok Physics
Plataforma: PlayStation 3
Lançamento: 24-07-2008 (PSN - EUA e EU, PS3 - JP), 31-10-2008 (PS3 - EU), 11-12-2008 (PSN - JP)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Sixaxis, HD 720p
Outros nomes: (サイレン:ニュー トランスレーション - Siren: New Translation) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

(A praia tem estado óptima e recomenda-se.)

Informações habituais.
Já é conhecida a minha predilecção pelo género Survival Horror caso sejam frequentadores assíduos aqui do blog. Como tal, hoje trago um jogo do género, jogo este que passou ao lado de muito boa gente. O mesmo é uma espécie de remake do original que foi lançado na PS2 e dava pelo nome de Forbidden Siren. Este mudou o nome para Siren - Blood Curse, tendo sido inicialmente lançado apenas na PSN sob a forma de episódios que podiam ser adquiridos em pacotes ao longo de várias semanas. Por fim, após o lançamento de todos, lá lançaram o jogo em formato físico para gáudio dos adeptos do suporte físico. O jogo é um tanto ou algo incomum nos tempos que correm e este exemplar foi adquirido em segunda mão por cerca de 12 euros, algures no Verão de 2013. Está impecável, quase como se nem tivesse tido uso.

5 de junho de 2014

Resident Evil Archives - Resident Evil

Já vimos capas melhores...
Desenvolvido por: Capcom Production Studio 4
Publicado por: Capcom
Director: Shinji Mikami
Produtor: Hiroyuki Kobayashi
Compositor(es): Shusaku Uchiyama, Makoto Tomozawa, Misao Senbongi
Plataforma(s): Nintendo Wii, Nintendo GameCube
Lançamento: 25-12-2008 (JP), 23-06-2009 (EUA), 26-06-2009 (EU)
Genéro: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Vários slots para gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com Wii Remote e Nunchuk, Classic Controller e Nintendo GameCube Controller
Outros nomes: Biohazard (バイオハザード) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o apenas uma vez, ainda.

(*sniff* Quero o Verão...)

Gosto das Polaroids.
Hoje é dia de Jogalhões Flash. Para quem não conhece, visto eu não fazer uma destas análises rápidas há imenso tempo, esta pequena rúbrica aplica-se a jogos que já tenha analisado noutras plataformas e que sejam versões praticamente idênticas com uma ou outra diferença sob a qual me debruço. No caso do jogo que trago até aqui hoje, este é sobejamente conhecido pela comunidade. Refiro-me ao excelente remake de Resident Evil, que nesta versão de Wii recebeu um menos apelativo Resident Evil Archives antes do nome por se tratar de uma reedição. Este exemplar foi adquirido numa loja online, novo por cerca de 12 euros durante o ano de 2013.

2 de junho de 2014

Far Cry 3

Excelente capa!
Desenvolvido por: Ubisoft Montreal, Ubisoft Massive, Ubisoft Shanghai, Ubisoft Red Storm, Ubisoft Reflections
Publicado por: Ubisoft
Director(es): Patrick Plourde, Patrik Méthé, Jean-Sébastien Décant
Produtor(es): Dan Hay, Petter Sydow, Yuan Pei Sheng
Designer(s): Kevin Guillemette, Jamie Keen, Andrea Zanini
Argumentista(s): Jeffrey Yohalem, Lucien Soulban, Li Kuo
Compositor: Brian Tyler
Motor gráfico: Dunia Engine 2
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 30-11-2012 (EU), 04-12-2012 (EUA), 07-03-2013 (JP)
Género(s): Action-Adventure, First-person shooter, Open world
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Co-op para dois jogadores em splitscreen e Multiplayer online até 14 jogadores, Editor de mapas
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação de 5GB no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, 1080i e 1080p
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas ainda tenho de pegar no co-op.

(Nada a declarar...)

A informação habitual.
Há jogos que não deixam saudades. Seja por que motivo for, algo no jogo deixou-nos sem a mínima vontade de voltar a pegar no mesmo novamente e isso é muito mau pois pode ser determinante na hora de escolher caso um novo jogo da saga seja lançado. Aconteceu-me isso com Far Cry 2, um jogo que prometia imenso mas foi uma desilusão astronómica, deixando-me logo de pé atrás quando anunciaram um novo jogo. Contudo, após algumas críticas bastante positivas, uns quantos vídeos de gameplay, lá me decidi a pegar neste Far Cry 3. E digamos que foi uma boa aposta mas já vamos aprofundar isso. O exemplar do jogo em questão foi adquirido na Fnac do Almada Fórum, algures em 2013 por cerca de 15 euros com alguns descontos em cima.