19 de maio de 2017

Virtua Cop - Elite Edition

Os agentes de serviço.
Desenvolvido por: Sega AM2 (originais), RIZ Co. (PS2)
Publicado por: Sega (JP), Acclaim (EU)
Director: Wataru Kawashima
Produtor: Yu Suzuki
Designer: Yu Suzuki
Compositor(es): Kentaro Koyama, Hideaki Miyamoto
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 15-08-2002 (JP), 29-11-2002 (EU)
Género: Rail Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (700MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (48KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com GunCon2
Outros nomes: Virtua Cop Re-Birth (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o várias vezes como seria de esperar.

(Duas análises seguidas? O mundo deve estar prestes a acabar...)

Autocolantes malvados!
Nos anos 90 era bastante comum o "passa palavra" como meio de divulgação do que quer que fosse. Em especial no caso de tudo quanto diz respeito a videojogos, esta era a maneira mais fácil de transmitir e receber informação. Mas existiam outros meios de ficar a conhecer as novidades, tais como as saudosas revistas da especialidade e claro, os salões de jogos onde estavam aqueles que considerávamos os melhores jogos da época (sem que o fossem, necessariamente). Os mais falados eram sem dúvida os da Sega, que era a empresa com mais cartas dadas nos anos 90 e cada jogo que lançava era sucesso garantido. Um desses jogos foi Virtua Cop e a sua sequela, nitidamente superior, Virtua Cop 2. Mas já sabemos que a história para a Sega foi outra e hoje em dia, apesar de ainda existir, já não é aquele poderio de outrora. Ainda assim, o seu legado vai ficar sempre na história. Bom, toda esta introdução serve para apresentar o jogo que trago até aqui hoje, que na verdade é uma colectânea dos dois jogos acima referidos. O exemplar em questão chegou à colecção algures entre Julho e Agosto de 2015 por cerca de 5 euros.

18 de maio de 2017

Way of the Samurai 2

Artwork simples mas eficaz.
Desenvolvido por: Acquire, Spike
Publicado por: Spike Co., Ltd. (JP), Capcom (EU/EUA)
Director: Tomohiro Tsuchida
Designer: Kōjirō Endō
Compositor: Noriyuki Asakura
Plataforma(s): PlayStation 2, PlayStation Portable
Lançamento: 09-10-2003 (JP), 21-05-2004 (EUA), 07-07-2004 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador, modo batalha para dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (134KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com função de vibração
Outros nomes: Samurai Dou 2 - Kettouban (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, com algumas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o uma vez e não consigo voltar a jogá-lo.

(Verão, chega depressa!)

Os autocolantes voaram!
Japão. Aquele país que já tantos jogos nos proporcionou ao longos destes anos todos, tendo marcado várias gerações. Mas nem sempre é sinónimo de bons jogos, de qualidade ou boas memórias neste campo. Por cada cinco jogos excelentes, há pelo menos um medíocre a acompanhar (este estudo não foi levado a cabo por ninguém). Infelizmente, ou para variar um bocadinho e não serem sempre bons jogos, o título que trago até aqui hoje é um desses casos. Podia ser um bom jogo (e acredito que haja quem goste deste jogo) mas na minha mais modesta e sincera opinião não o é por vários motivos. Este exemplar aterrou no JDF algures em 2013, por cinco euros. Hoje nem isso era capaz de pagar.

16 de maio de 2017

NieR

Boa cover art!
Desenvolvido por: Cavia
Publicado por: Square Enix
Director: Yoko Taro
Produtor(es): Takuya Iwasaki, Yosuke Saito
Designer: Daisuke Iizuka
Artista(s): Yoshio Kamikubo, Shogo Tojo, Kimihiko Fujisaka
Argumentista(s): Sawako Natori, Hana Kikuchi
Compositor(es): Keiichi Okabe, Kakeru Ishihama, Keigo Hoashi, Takafumi Nishimura
Plataforma: PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 22-04-2010 (JP), 23-04-2010 (EU), 27-04-2010 (EUA)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (8813KB Mínimo), Suporte HD 720p, Funcionalidades de rede, DLC adicional
Outros nomes: NieR Gestalt (Xbox360 JP), NieR Replicant (PS3 JP)
Estado: Completo 
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes tendo visto três finais diferentes.

(Calor... tão bom!)

Este não tem autocolantes!
Jogos que nos passam ao lado não é certamente coisa de agora mas é algo que se vai repetindo em cada geração de consolas. Seja por que motivo for, nem sempre temos a possibilidade de jogar algo na altura de lançamento e portanto, esquecemo-nos ou simplesmente, deixamos passar. Mas existe sempre a possibilidade de colmatar a falha quando a oportunidade assim se apresenta. É o caso do jogo que trago até aqui hoje, jogo esse que inicialmente não me disse muito e nem as análises da época me ajudaram a mudar de opinião. Contudo, prezo bastante a opinião de quem é entendido nesta matéria e especialmente dos amigos pelo que este exemplar que tenho agora em mãos me foi oferecido pelo meu grande amigo Rogério Lopes, algures entre Julho e Agosto de 2014, depois de ter insistido que eu devia mesmo jogar isto pois tinha tudo aquilo que aprecio num videojogo. E assim fiquei fã desta pequena mas extremamente interessante saga.

28 de abril de 2017

Way of the Samurai

Badass Samurai!
Desenvolvido por: Acquire, Spike
Publicado por: Spike Co., Ltd. (JP), BAM! Entertainment (EUA), Eidos Interactive (EU)
Director: Kenji Nakanishi
Designer: Haruyuki Ohashi
Argumentista(s): Hiroaki Mirua, Shogo Sakamoto
Compositor: Noriyuki Asakura
Plataforma(s): PlayStation 2, PlayStation Portable
Lançamento: 07-02-2002 (JP), 31-05-2002 (EUA), 13-09-2002 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador, modo batalha para dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (124KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com função de vibração
Outros nomes: Samurai (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, com algumas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes obtendo finais diferentes.

(Tempo da treta...)

Sem autocolantes feios!
Samurais e ninjas já são coisas bem conhecidas de quem é frequentador aqui deste meu espaço. E é normal de vez em quando lá aparecer mais um jogo que se enquadra numa destas duas temáticas que tanto aprecio desde miúdo. Embora nem todos os jogos sejam bons ou até mesmo recomendáveis, o certo é que têm características específicas, suficientemente boas (e que me chamaram à atenção de certa forma) para serem relatadas. É precisamente esse o caso do jogo que trago até aqui hoje, considerado por alguns como hidden gem ou underrated mas que a meu ver apenas está repleto de boas ideias mas mal concretizadas ou sub-aproveitadas em certos aspectos. Ainda assim não deixa de ser interessante. Este exemplar aterrou na colecção algures em 2013 tendo custado 5 euros, completo e em bom estado.

27 de abril de 2017

Lightning Returns - Final Fantasy XIII [Limited Edition Steelbook]

O bonito steelbook.
Desenvolvido por: Square Enix 1st Production Department
Publicado por: Square Enix
Director:Motomu Toriyama
Produtor: Yoshinori Kitase
Designer: Yuji Abe
Artista: Yami Kamikokuryo
Argumentista: Dasuke Watanabe
Compositor(es): Naoshi Mizuta, Mitsuto Suzuki, Masashi Hamauzu
Motor gráfico: Crystal Tools
Plataforma: PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 21-11-2013 (JP), 11-02-2014 (EUA), 14-02-2014 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (8336KB Mínimo), Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC adicional, Funcionalidades de rede
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e penso que chega.

(Long time no see!)

Malditos autocolantes.
Uma das sagas mais queridas do vasto mundo dos videojogos é sem dúvida alguma Final Fantasy. Remontando aos anos 80, onde tudo começou, Final Fantasy deu origens a inúmeros jogos, numerados e não numerados, uns melhores que outros mas que acima de tudo mantêm um lugar no nosso imaginário. Com o decorrer dos anos, a qualidade dos mesmos jogos sofreu um pouco com a falta de novas ideias ou talvez ideias mal exploradas ou concebidas. O décimo terceiro capitulo marcou um ponto de viragem na série visto ter sido um dos piores de sempre em toda a história por diversos motivos (podem ler a análise já publicada anteriormente) mas tentou-se redimir com a sequela (também já aqui analisada). Contudo, esta sequela tem um final completamente aberto ou melhor, não tem final. E eis que surge o terceiro jogo dentro desta inesperada trilogia para assim completar as coisas, jogo esse que aqui apresento hoje. Este meu exemplar trata-se de ser a Limited Edition Steelbook, uma edição algo incomum, mesmo na altura em que saiu uma vez que não a vi à venda a não ser no local onde esta foi comprada (kudos para a minha maninha que me ofereceu o dito jogo). Embora fosse nova e selada, não incluía o manual original visto os tipos da Ecoplay terem-se olvidado de o voltar a colocar na caixa depois de terem aberto a mesma para incluírem a treta de um papel em português com instruções mínimas. Mesmo tendo contactado os senhores para os alertar do sucedido, não obtive resposta pelo que me resta esperar que apareça por aqui uma edição normal a um preço amigável (9.90€ já seria bom). Mais tarde, o meu amigo Fernando Sardinha da Play N' Play, fez questão de me arranjar a versão normal completa pelo que já tenho o manual no devido sítio.

19 de abril de 2017

Jogalhões de Força - O 8º aniversário!

São 8 anos, não são infinitos!
Ainda parece que foi ontem que o JDF abria as suas portas ao mundo das internetes para assim mostrar a minha colecção, que desde então, cresceu um pouquinho mais mas sempre mantendo os meus padrões de qualidade (leia-se gostos pessoais pois aqui não entra qualquer jogo). Ao longo destes oito anos, muito foi escrito, mais ainda foi jogado e falta o resto que parece teimar em não aparecer pois a minha preguiça por vezes vence-me e as análises ficam em espera durante largos períodos de tempo (com tem sido o caso). Mas não se assustem, hão-de regressar assim que entender. O JDF também se expandiu; alargou-se ao Facebook para assim chegar a outros públicos mais ou menos interessados nestas matérias mas também acabou, invariavelmente, por chegar ao YouTube onde a coisa se resumiu praticamente a vídeos de aquisições (ainda que tenha outras ideias em mente). Contudo, após duas temporadas de vídeos, decidi dar por concluída essa etapa pois a meu ver os vídeos de aquisições deixaram de fazer sentido para mim (eu mesmo deixei de ter interesse em ver os de outrem e achei que não devia fazer mais). Para além do tempo que se demora em todo o processo, tempo esse que prefiro direccionar para outras coisas mais interessantes. No entanto, as ideias que tenho para futuros vídeos poderão vir a ser concretizadas se assim me der na mona mas não é algo com que devam contar. Devem contar é mesmo com a continuação aqui do blog pois escrever é bem mais fácil, rápido e ainda que nem todas as pessoas gostem de ler análises (pois preferem ver vídeos das mesmas), não vou dar por terminada esta demanda a menos que fique sem jogos para o fazer. E há que escrever para manter este tipo de análises, livres de pressões e outras jogadas, vivas e de boa saúde pois é para isso que o JDF foi criado!

Para o ano há mais, um bem haja a todos os leitores, seguidores e afins!

28 de fevereiro de 2017

Wario Land 4

Wario é um tipo bem parecido...
Desenvolvido por: Nintendo R&D1
Publicado por: Nintendo
Director: Hirofumi Matsuoka
Produtor: Takehiro Izushi
Artista(s): Yasuo Inoue, Sachiko Nakamichi
Compositor: Ryoji Yoshitomi
Plataforma(s): Game Boy Advance, 3DS Virtual Console (3DS Ambassador Program), WiiU Virtual Console
Lançamento: 21-08-2001 (JP), 17-11-2001 (EU), 19-11-2001 (EUA)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 64 megabit
Funcionalidades: Slots para gravação de progresso, 
Outros nomes: Wario Land Advance (ワリオランドアドバンス) (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, marcas de uso no manual, ligeira descoloração no topo da caixa
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal, tendo descoberto os segredos todos.

(Solinho, volta pois estás perdoado.)

Autocolantes feios e maus!
Wario é provavelmente o herói mais improvável de sempre. Desde o seu início de carreira em Super Mario Land 2, onde se apresentava como o vilão de serviço, esta personagem gananciosa sempre teve a sua piada e era vista como uma antítese do próprio Mario e de tudo o que o caracteriza. Contudo, após uma dolorosa derrota às mãos do canalizador favorito da malta, Wario teve a oportunidade de brilhar como herói no seu próprio jogo em busca de todos os tesouros possíveis e imagináveis para saciar a sua ganância. Assim surge a saga Wario Land que conta com diversos capítulos em diferentes plataformas. O jogo que trago até aqui hoje representa a quarta iteração de Wario na busca pelas riquezas, desta vez no Game Boy Advance, mostrando assim também o potencial desta pequena máquina. Este exemplar foi adquirido a um particular, fruto de um negócio no OLX por 13 euros, estando em bom estado e acima de tudo completo.

22 de fevereiro de 2017

Metal Gear Solid - Snake Eater 3D

Boa artwork, como sempre.
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Japan, Kojima Productions, HexaDrive
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Argumentista(s): Hideo Kojima, Tomokazu Fukushima, Shuyo Murata
Compositor(es): Harry Gregson-Williams, Norihiko Hibino
Plataforma(s): Nintendo 3DS, Nintendo eShop
Lançamento: 21-02-2012 (EUA), 08-03-2012 (EU/EUA) 
Género(s): Stealth, Acção
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo, Compatível com modo 3D, Compatível com Circle Pad Pro
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas hei-de revisitá-lo eventualmente.

(Quero calor, sol e praia...)

We got fun and games!
Solid Snake é provavelmente um dos nomes mais icónicos de sempre no que concerne a mundo dos videojogos. Automaticamente remete-nos para saudosas aventuras, espalhadas ao longo de várias décadas de jogos memoráveis e que ainda hoje se conseguem manter bastante actuais. E tendo em consideração que existem nas mais diversas plataformas, difícil é deixá-los passar ao lado a menos que não se goste mesmo do género (algo que pessoalmente acho impossível mas há pessoas com gostos muito estranhos). Bom, não vou falar de Solid Snake nem de nenhum jogo onde tenha entrado mas sim do seu progenitor, Naked Snake, protagonista num dos melhores jogos que esta saga tem para oferecer. Este exemplar chegou-me à colecção algures entre Maio e Junho de 2015 e foi fruto de um negócio com o meu amigo Francisco Lopes tendo a coisa ficado acertada por 10 euros.

21 de fevereiro de 2017

Donkey Kong Country Returns

Estas capas até não são feias.
Desenvolvido por: Retro Studios
Publicado por: Nintendo
Director: Bryan Walker
Produtor: Kensuke Tanabe
Designer(s): Kynan Pearson, Mike Wikan, Tom Ivey
Artista: Vince Joly
Compositor(es): Minako Hamano, Masaru Tajima, Shinji Ushiroda, Daisuke Matsuoka, Kenji Yamamoto
Plataforma(s): NintendoWii, New Nintendo 3DS, Nintendo WiiU (eShop)
Lançamento: 21-11-2010 (EUA), 03-12-2010 (EU), 09-12-2010 (JP)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Wii Optical Disc (8.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da consola
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e não penso voltar a pegar nele.

(Nunca mais é Verão...)

Informação pertinente.
Donkey Kong é provavelmente um dos nomes mais conhecidos no mundo dos videojogos a par de Super Mario, Pacman e outros tantos. E embora não tenha alcançado o nível de estrelato que o nosso canalizador preferido conseguiu, o certo é que teve o seu lugar de destaque em vários jogos desde o clássico dos anos 80 até às suas aventuras mais recentes. Não sendo sendo grande fã do jogo original até porque foi jogo que não joguei muito e só bem há pouco tempo com o lançamento da NES Classic Mini é que lhe pude dar mais atenção, joguei grande parte dos outros que foram saindo o que fez com que ganhasse um gostinho especial pelo macacão. Sem dúvida que a minha saga preferida é mesmo a que fez furor na SNES, saga essa que ainda hoje é bonita de se ver e jogar. Com base nesse robusto alicerce, a Nintendo decidiu revitalizar a série na Wii com uma nova aventura que vai buscar inspiração aos anteriores jogos mas que a meu ver não cumpriu como eu estava à espera. O exemplar que possuo foi adquirido algures em Maio de 2015, por cerca de 15 euros numa loja nacional já com um desconto em cima. Tive foi de optar pela versão Nintendo Selects mas não me aborreci muito com isso.

29 de janeiro de 2017

Xenoblade Chronicles

Excelente artwork!
Desenvolvido por: Monolith Soft, Nintendo SPD
Publicado por: Nintendo
Director(es): Koh Kojima, Genki Yokota
Produtor(es): Shingo Kawabata, Takao Nakano
Designer: Koh Kojima
Artista: Norihino Takami
Argumentista(s): Tetsuya Takahashi,Yuichiro Takeda, Yurie Hattori
Compositor(es): Manami Kiyota, Tomori Kudo, Hiroyo "CHiCO" Yamanaka, Kenji Hiramatsu, Yoko Shimomura, Yasunori Mitsuda
Plataforma(s): NintendoWii, New Nintendo 3DS, Nintendo WiiU (eShop)
Lançamento: 10-06-2010 (JP), 19-08-2011 (EU), 06-04-2012 (EUA)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Wii Optical Disc (8.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da consola, Compatível com Classic Controller
Outros nomes: ゼノブレイド que traduzido dá Xenoblade (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com mais de 150 horas de jogo.

(É Domingo...)

Sem autocolantes feios.
Em todas as gerações de consolas até agora têm aparecido jogos que se tornam clássicos, obras primas ou até mesmo hidden gems. Na Nintendo Wii, uma consola conhecida pelo seu conceito de consola familiar e user friendly, existem rios de shovelware e jogos menos adultos que obscurecem realmente os excelentes jogos que a máquina tem para oferecer. Mas para quem é entendedor nesta matéria, sabe o que procurar e onde procurar. Na realidade a Wii é provavelmente uma das consolas que mais me dá gosto coleccionar, a par da PS2, devido ao seu catálogo recheado de pérolas. E ainda que não seja tão vasto quanto o da PS2, o certo é que os jogos que tem valem por vários. O jogo que trago até aqui hoje, apesar de já contar com uma versão para a New Nintendo 3DS é provavelmente aquele que elejo como o melhor jogo na Wii, seja na sua categoria ou noutra qualquer. E tive a sorte, não... o milagre, de o conseguir num negócio no OLX (o último local onde iria encontrar) por 5 euros. Sim, leram bem, 5 euros. Usado mas literalmente novo pois deve ter saído tão rápido quanto entrou na consola. Isto foi algures em Julho de 2013.

28 de janeiro de 2017

The Legend of Zelda - Ocarina of Time 3D

As respectivas caixinhas.
Desenvolvido por: Grezzo, Nintendo EAD Tokyo
Publicado por: Nintendo
Director(es): Shun Moriya, Mikiharu Ooiwa, Hiroyuki Kuwata
Produtor(es): Eiji Aonuma, Takao Shimizu, Koichi Ishii
Compositor: Koji Kondo
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 16-06-2011 (JP), 17-06-2011 (EU), 19-06-2011 (EUA)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo (3 Slots), Compatível com modo 3D
Outros nomes: ゼルダの伝説 時のオカリナ 3D que se traduz em Zeruda no Densetsu: Toki no Okarina 3D (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Hoje até está uma temperatura agradável...)

E as traseiras das mesmas.
Numa época onde remakes, remasters e seus derivados fervilham em actividade constante, não seria de esperar eu trazer mais um até aqui ao meu espacinho. Curiosamente, eu evitei este até não poder mais pelo simples facto de já ter duas versões físicas do mesmo: uma na Nintendo64, ou seja, a original e outra na GameCube, uma re-release com extras. Até disse na altura do seu lançamento que era um erro estar a lançar o mesmo jogo com um makeover pois a consola à qual se destina, a Nintendo 3DS precisava de um jogo novo e não de um remake. Moral da história: engoli cada palavrinha que proferi sem pensar e foi uma lição. Nunca ignorem um remake, remaster ou uma simples re-release sem antes a terem analisado. Este exemplar foi-me oferecido pelo meu aniversário em 2015, graças à minha maninha que sabe bem que adoro estas coisas. A caixa da pre-order foi-me oferecida pelo grande Ricardo Mateus aka dark-vash, e inclui um poster double sided.

8 de janeiro de 2017

Resident Evil Revelations 2

Precisa de gotas para o olho.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Yasuhiro Anpo
Produtor: Michiteru Okabe
Designer: Kazunori Kadoi, Shinji Mikami
Argumentista: Dai Satou
Compositor(es): Kohta Suzuki, Ichiro Komoto, Nima Fakhrara
Motor gráfico: MT Framework
Plataforma: PlayStation 3, PlayStation Vita, PlayStation 4, Xbox360, Xbox One, PC
Lançamento: 18-03-2015 (EUA), 20-03-2015 (EU/JP) (Versão Física)
Género(s): Survival Horror, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores (local), Raid Mode Co-Op para dois jogadores (local e online)
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (4952KB Mínimo), Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o em todas as dificuldades, todos os modos de jogo, tendo alcançado a platina.

(E estou de volta para mais um ano.)

Com autocolantes feios.
Para quem me conhece ou simplesmente costuma vir aqui ao blog ler umas coisitas, sabe bem que sou fã de Resident Evil e tento consumir tudo o que esta saga me proporciona. Ok, quase tudo, certas coisas prefiro nem saber da sua existência. E não será surpresa a análise de hoje ser a um dos jogos mais recentes desta já longa e aparentemente interminável saga. Depois do fracasso que foi Resident Evil 6 (eu até gostei do jogo, atenção), estava na altura de mudar de rumo ou simplesmente voltar Às origens, onde tudo começou. Ainda que tenhamos de esperar por isso mais uns dias (Resident Evil 7 está mesmo aí a chegar), o certo é que em 2015 foi lançado um jogo que veio acalentar os nossos desejos um pouco. Pelo menos os meus. Ainda que o jogo tenha sido lançado por episódios digitalmente, a Capcom teve a decência de no final lançar uma edição física com tudo incluído, mesmo os extras (tendo deixado algum DLC cosmético de fora). E foi essa edição que aterrou na colecção, uns dias depois do seu lançamento em Março de 2015 pelo preço a que estava (não me recordo se era €29.90 ou €39.90 mas era algo por aí).

27 de dezembro de 2016

.::: JDF :::. Aquisições - Série #2 - Episódio #6

Novo vídeo no canal! E com este post encerro 2016 no que diz respeito a aquisições. Se porventura vier mais algum jogo para a colecção até dia 31, transita para 2017 pois a loja está oficialmente fechada. Bom Ano Novo a todos!


19 de dezembro de 2016

Borderlands - The Pre-Sequel!

A capa diz tudo...
Desenvolvido por: 2K Australia, Gearbox Software
Publicado por: 2K Games
Compositor(es): Jesper Kyd, Des Shore, Justin Mullins
Motor Gráfico: Unreal Engine 3 (Modificado)
Plataforma: PlayStation 3, Xbox360, PC, Mac
Lançamento: 14-10-2014 (EUA), 17-09-2014 (EU)
Género: Role Playing Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer offline co-op para dois jogadores, Multiplayer online co-op para até 4 jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p, DLC adicional.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com muitas horas de jogo, como é normal nesta saga.
 
(Um Feliz Natal e um óptimo Ano Novo a todos os leitores, seguidores e afins!)
 
Pegando na pouco utilizada rubrica Jogalhões Flash, hoje trago até aqui um jogo que faz parte de uma conhecida saga que dispensa apresentações pomposas. Qual é saga, perguntam vocês e a resposta é: Borderlands, possivelmente uma das melhores sagas da geração passada no que concerne os FPS com uma pitada de RPG e muitas horas de tiros e riso pela frente. Este exemplar foi adquirido numa loja online, algures entre Março e Abril de 2015 por menos de 20 euros, sem bem me recordo.

10 de dezembro de 2016

Strider

Capa inspirada na original japonesa.
Desenvolvido por: Double Helix Games, Capcom Osaka Studio
Publicado por: Capcom
Director(es): Tony Barnes, Koji Oda
Produtor(es): Jorge Oseguera, Andrew Szymanski, James Vance
Designer(s): Daniel Jacbos, Brian Smith, Paul Silva, Tony Barnes
Artista: Sho Sakai
Argumentista: Tony Barnes
Compositor: Michael John Mollo
Plataforma(s): PlayStation 3 (PSN, Físico no Japão), PlayStation 4 (PSN), Xbox360 (XBLive), XboxOne (XBLive), PC (Steam)
Lançamento: 18-02-2014 (Lançamento Mundial)
Género(s): Hack 'n Slash, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Versão Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compátivel com Dualshock 3, HD 720p
Outros nomes: Strider Hiryu (JP)

Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal mas não a 100%.

(Fim de semana, pelo menos não chove.)

Say hello to my little friend!
Durante os anos 90, sempre tive curiosidade em explorar tantos jogos quanto me fosse possível visto que não é como hoje onde tropeçamos literalmente neles devido à quantidade abismal que existe. Com isto, um dos jogos que sempre me chamou à atenção foi o Strider. Sim, aquele do ninja que nem se vê a espada de tão rápido que é. Mas foi jogo que nunca joguei com a atenção devida por diversos motivos. Primeiro, achar uma máquina de arcada com o jogo era mentira; segundo, não tinha MegaDrive na altura para jogar o port que foi lançado, na NES nem sabia que existia e as versões de PC e restantes computadores eram horríveis. Daí que vivi este período sem cheiro de Strider e só mais tarde, na era da PlayStation, é que tive oportunidade de jogar a verdadeira sequela (sim, saiu uma antes mas não era oficial) e fiquei fascinado com o jogo. Pena tenho eu de não o ter comprado na altura (joguei uma cópia que me foi emprestada e como o acabei não quis comprar... burro). Bom, mas o jogo que trago até aqui hoje não é nenhum destes mas sim o mais recente da série que infelizmente também tem mais história comigo (parece que estou enguiçado no que concerne a Strider). Uma vez que só saiu a versão digital no Ocidente, decidi mandar vir a versão física japonesa que como bónus trazia a versão de arcada do original e o Strider 2 de PlayStation, ambos descarregáveis da PSN japonesa. Conclusão, o jogo nunca me chegou a casa passados meses e fiquei tão lixado que fui obrigado a optar pela única versão disponível quando baixou de preço. Foi entre Março e Abril de 2015 que o fiz, gastando assim cerca de 7 euros por uma versão digital.

7 de dezembro de 2016

The Legend of Zelda - Majora's Mask 3D [Special Edition]

As ditas caixas.
Desenvolvido por: Grezzo, Nintendo EAD Tokyo
Publicado por: Nintendo
Director: Mikiharu Ooiwa
Produtor(es): Eiji Aonuma, Koichi Ishii
Compositor(es): Koji Kondo, Toru Minegishi
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 13-02-2015 (EU/EUA), 14-02-2015 (JP)
Género: Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo (3 Slots), Compatível com modo 3D
Outros nomes: ゼルダの伝説 ムジュラの仮面 3D que se traduz em Zeruda no Densetsu: Mujura no Kamen 3D (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Está frio, não gosto. E não há screenshots nesta análise.

As ditas traseiras das caixas.
Para quem é fã Nintendo desde os anos 80/90, The Legend of Zelda surge como uma das primeiras referências no vasto catálogo das várias consolas que foram saindo durante estes anos todos. E não é para menos que isto acontece pois esta série é sem dúvida uma das melhores de sempre no que diz respeito ao mundo dos videojogos. Mas para quem se tenta iniciar na mesma pode ser algo confusa devido à sua timeline um tanto incoerente e sempre aberta a subjectividade. Mesmo sendo fã de longa data com algum conhecimento de causa adquirido, torna-se macarrónico, diga-se assim, tentar descortinar uma linha temporal fidedigna. E nem o Hyrule Historia, um compêndio oficial que junta os jogos todos (até à data em que foi publicado) consegue este feito pois os jogos que se seguiram trazem novamente à baila novas teorias que podem muito bem invalidar outras. Mas enfim, passemos ao que interessa que é o jogo que trago até aqui, um jogo que curiosamente é uma sequela directa de outro dentro da série (sim, existem uns quantos assim). Este exemplar foi-me oferecido pela minha irmã, no meu aniversário em 2015. Uma vez que é a Special Edition, para além da cópia física do jogo, incluí ainda um bonito steelbook, um pin com a forma da Majora Mask dentro de uma caixinha e um poster A3 double sided. Tudo coisas boas!

2 de novembro de 2016

.::: JDF :::. Aquisições - Série #2 - Episódio #5

Hello peoples!

Não há nova análise mas há novo episódio de aquisições referente a Setembro e Outubro de 2016. Mais do que habitual mas sempre cherry picked como se diz na gíria. E sem mais demoras, eis o dito vídeo:


Próximo post será uma análise como já havia referido. Laters! :D

4 de outubro de 2016

Castlevania - Lords of Shadow 2 [Special Edition]

As caixinhas!
Desenvolvido por: MercurySteam
Publicado por: Konami
Director: Enric Álvarez
Produtor: Dave Cox
Compositor: Òscar Araujo
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 25-02-2014 (EUA), 28-02-2014 (EU), 04-09-2014 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação no disco rígido, Compatível com função de vibração, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de Rede, DLC adicional
Outros nomes: Akumajou Dracula - Lords of Shadow 2 (悪魔城ドラキュラ ロード オブ シャドウ2)(JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal.

(Já começa a estar frio...)

As traseiras das caixinhas.
Castlevania. Um nome que não deixa ninguém indiferente, especialmente se cresceram durante os anos 90 onde esta saga foi presenteada com brilhantes jogos, sobretudo nas consolas Nintendo. Mas com o passar dos anos, esta saga e tantas outras começaram a cair no esquecimento e nos dias que correm apenas os jogos antigos preenchem o vazio que ficou. Como seria de esperar, e antes deste downfall, foram feitas tentativas para revitalizar a saga algo que culminou no lançamento de três jogos que a meu ver estão bons mas no fundo não são aquilo que os fãs esperavam (ou queriam). Neste caso foram reboots e não sequelas/prequelas/side stories/spin-offs o que talvez tenha mesmo levado ao enterro da saga. O certo é que os jogos não são assim tão maus como algumas publicações os pintaram e se lêem o blog já sabem disso. Só falta mesmo saber se o último jogo nesta nova trilogia é tão bom ou melhor que os anteriores. Já lá iremos. Este exemplar foi adquirido algures entre Janeiro/Fevereiro de 2015, oriundo de uma loja online por cerca de 30 euros. Tratando de ser a Special Edition, para além do jogo normal, inclui uma caixa toda bonita com ilustrações e um excelente artbook.

20 de setembro de 2016

Wolfenstein - The New Order [Occupied Edition]


As duas capas.
Desenvolvido por: Machine Games
Publicado por: Bethesda Softworks
Director(es): Jerk Gustafsson, Jens Matthies, Fredrik Ljungdahl
Produtor(es): Jerk Gustafsson, Lars Johansson
Designer: Jerk Gustafsson
Artista(s): Kjell Emanuelsson, Axel Torvenius, Tor Frick
Argumentista(s): Jens Matthies, Tommy Tordsson Björk
Compositor(es): Mick Gordon, Fredrik Thordendal
Motor gráfico: id Tech 5
Plataforma(s): PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox360, Xbox One, PC
Lançamento: 20-05-2014 (Worldwide)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (8GB Mínimo), Compatível com função de vibração, HD 720p
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o três vezes em diferentes dificuldades tendo atingido a platina.

(E o Verão está no fim...)

E respectivas traseiras.
Um dos cenários favoritos que um videojogo pode ter é certamente o chamado "what if?" onde por norma se pega em algo do mundo ou do universo de um determinado jogo tal como o conhecemos e pintam-se contornos diferentes possibilitando assim uma abordagem não convencional. Um dos mais utilizados, ou que pelo menos já vi mais do que uma vez num jogo, é o de "e se os Alemães tivessem ganho a WWII". O jogo que trago até aqui hoje é resultado desta abordagem e digo desde já que resultou muitíssimo bem! Este exemplar aterrou na colecção algures entre Novembro e Dezembro de 2014, por cerca de 20 e tal euros, oriundo de uma loja online. Uma vez que é a Occupied Edition, para além do jogo contém: um guia "turístico" de vinte páginas do Reino Unido ocupado, três postais, código para a beta do DooM (que já não serve para nada) e ainda uma carteira para o passe social. Não estou no gozo...

3 de setembro de 2016

AM2R - Return of Samus

Não, isto não existe na 3DS.
Desenvolvido por: Project AM2R
Publicado por: Project AM2R
Director: Milton 'DoctorM64' Guasti
Produtor: Milton 'DoctorM64' Guasti
Designer(s): Ramiro Negri, Steve 'Sabre230' Rothlisberger, Jack Witty, Kirill '1Eni1' Fevralev, Jasper, MichaelGabrielR
Artista: Azima 'Zim' Khan
Argumentista(s): James 'Ridley' Hobbs, Paulo 'Latinlingo' Villalobos
Compositor(es): Milton 'DoctorM64' Guasti, Darren Kerwin, Torbjørn 'Falcool' Brandrud
Motor gráfico: Game Maker Studio
Plataforma: PC (Windows)
Lançamento: 06-08-2016 (Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso (3 slots), Compatível com comando de Xbox360 e outros
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes com 100% de itens/exploração e estou na terceira ronda.

(Aviso: Esta análise pode conter spoilers!)

Agora que o blog sofreu uma mudança de visual (para melhor, penso eu de que), nada como inovar, ser audaz o suficiente para não me cingir apenas a jogos de consola mas também abordar um pouco aquilo que vou jogando em PC. Sim, também jogo em PC embora prefira coisas mais antigas como Doom e Quake, carregados de mods interessantes que os tornam em jogos melhores do que os que temos actualmente. E é mesmo por aí que pretendo seguir. Escrever sobre jogatana no PC mas abordando jogos mais obscuros, conversões, remakes e mods no geral. Para começar, tive a felicidade de eleger um dos melhores jogos que joguei até hoje, feito por fãs de uma das minhas sagas favoritas. Já adivinharam qual é? Pois bem, se não sabem tudo se resume a um nome apenas: Metroid. E o jogo em questão é o excelente, o fabuloso, o impressionante remake de Metroid II (sim, aquele que saiu para Game Boy e foi o primeiro jogo que analisei aqui no blog), que dá pelo nome de AM2R - Return of Samus. E este exemplar digital chegou à minha máquina no dia em que a saga fez 30 anos de existência, uma data especial que a equipa de desenvolvimento fez questão de celebrar ao lançar esta pérola (ao contrário da Nintendo mas já lá vamos).

11 de agosto de 2016

Covers & Boxes - Complementando um hobby!

Nem só de análises e opiniões vive o JDF. O aspecto do blog e tudo o resto são elementos importantes para a harmonia do todo. Mas não, não vamos mudar de aspecto (por agora) pois isso está reservado algures para 2017. O post de hoje é dedicado única e exclusivamente a outro hobby que surgiu por meio da jogatana e que se resume a edição de imagem aplicada neste caso a tudo o que é relacionado com videojogos. Neste caso concreto a capas e caixas de jogos que existem em formato físico mas também a outras que são completamente originais e foram em parte fruto da minha imaginação alimentada por tudo o que anda pelas internets fora. E não se resume apenas aos jogos em si mas também a outros projectos imaginários, como por exemplo, uma revista do blog em formato físico. Mais abaixo, podem contemplar alguns dos exemplos que agora partilho de bom grado com o devido "Director's Comment". Futuramente pondero disponibilizar todas as capas e caixas que já elaborei de modo a que possam usufruir das mesmas caso tenham jogos soltos e afins.

6 de julho de 2016

Dragon's Crown

Excelente cover art!
Desenvolvido por: Vanillaware
Publicado por: NIS America (EU), Atlus (JP/EUA)
Director: George Kamitani
Produtor: Katsura Hashino
Compositor: Hitoshi Sakimoto
Plataforma(s): PlayStation 3, PlayStation Vita
Lançamento: 25-07-2013 (JP), 06-08-2013 (EUA), 11-10-2013 (EU)
Género(s): Acção, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história de um a quatro jogadores local ou online
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso do disco rígido (7894KB), Compatível com função de vibração, HD 720p,, 1080i e 1080p, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez com uma das classes em Normal mas hei-de voltar a fazê-lo para as restantes.

(Este Verão está esquisito...)

E atrás continua bonita.
A PlayStation 3 é sem dúvida uma consola com um catálogo bem extenso de jogos, com uma enorme variedade de géneros onde se vão encontrando algumas pérolas. Ainda para mais neste momento em que a consola está no final do seu ciclo de vida e os preços tendem a ser bastante mais amigáveis. O jogo que trago até aqui hoje não é dos mais caros mas começa a escassear pelo que se tiverem interesse devem desde já procurá-lo online e com sorte conseguem-no a um preço decente. O meu exemplar aterrou na colecção algures entre Setembro e Outubro de 2014 por cerca de 20 euros, oriundo de uma loja online.

31 de maio de 2016

Dementium - The Ward

Bloody red cover!
Desenvolvido por: Renegade Kid
Publicado por: SouthPeak Interactive (EU), Gamecock Media Group (EUA), Interchannel-Holon (JP)
Director: Jools Watsham
Designer: Jools Watsham
Compositor: Jools Watsham
Plataforma(s): Nintendo DS, Nintendo 3DS (eShop)
Lançamento: 31-10-2007 (EUA), 26-06-2008 (JP), 17-04-2009 (EU)
Género: First Person Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo com 1024Mbit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Terminei-o três vezes.

(O bom tempo está de regresso!)

Em espanhol, para meter mais medo.
Há jogos com histórias engraçadas. Não, não me refiro à trama do jogo propriamente dita mas sim à sua história desde a ideia no papel até ao produto final. Como tal, existem imensos jogos cuja história de vida é suficientemente interessante para ser relatada, embora nem todos tenham tido um final feliz, seja por não terem visto a luz do dia, terem sido completamente refeitos ou simplesmente terem saído sem estarem completos ou simplesmente cheios de problemas técnicos, coisa que hoje em dia parece ser moda. O jogo que vos apresento hoje é exemplo de uma história curiosa que começou por ser uma coisa e acabou por ser outra sem, no entanto, perder a sua identidade original mas também ganhando uma nova no processo. Este exemplar entrou na colecção entre Janeiro e Fevereiro de 2015, por cerca de 11 euros, oriundo de uma loja online.

26 de maio de 2016

Shinobido - Way of the Ninja

Boa artwork!
Desenvolvido por: Acquire
Publicado por: Spike Co., Ltd. (JP), SCEE (EU)
Director: Koshi Nakanishi
Produtor: Takuma Endou
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 10-11-2005 (JP), 30-06-2006 (EU)
Género: Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (585KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com função de vibração, Compatível com Shinobido - Tales of the Ninja na PSP
Outros nomes: (忍道 戒 Shinobidō - Imashime) (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, com algumas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o uma vez tendo conseguido um dos diversos finais.

(Parece que o novo jogo de TMNT não é lá grande coisa...)

Sem autocolantes foleiros.
Para quem vai seguindo o meu trabalho aqui no blog, já é do conhecimento geral que adoro ninjas, samurais e tudo quanto é japonesada. É algo que é inerente à maioria dos fãs de videojogos, sobretudo aqueles que nutrem um carinho especial pelos que são produzidos na terra do sol nascente. Ainda que hoje em dia, a qualidade desses tenha caído um bocado (e a pique em certos casos), o certo é que alguns deixaram-nos saudades e ainda hoje os conseguimos jogar com o mesmo entusiasmo de outrora. Outros, infelizmente, nem por isso. O jogo que trago até aqui hoje é exemplo disso, na época em que saiu podia ter tido um efeito surpresa bom mas nos dias que correm é apenas mais um no extenso catálogo de PS2. Este exemplar foi fruto de um negócio com o Ivo Leitão (uma vez mais) algures entre Novembro/Dezembro de 2014, por cerca de 2 euros e qualquer coisa.

22 de maio de 2016

Echo Night Beyond

Spooky cover art!
Desenvolvido por: From Software 
Publicado por: From Software (JP), Agetec (EUA), Indie Games (EU)
Produtor: Toshifumi Nabeshima
Compositor(es): Tsukasa Saito, Kouichi Suenaga
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 22-01-2004 (JP), 27-07-2004 (EUA), 26-08-2005 (EU)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (80KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com função de vibração
Outros nomes: Nebula: Echo Night (エコーナイト Nebyura Ekō Naito) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas de forma a ver os diferentes finais.

(Parece que o bom tempo veio para ficar, assim o espero!)

Not so spooky back...
Desde sempre que um dos princípios fundamentais do JDF é não só divulgar a minha colecção mas também fornecer informação pertinente acerca dos jogos que a compõem. Ora, essa informação vai-se adquirindo seja na internet ou mesmo através de conversa com amigos e pessoal que está dentro do meio. Assim lá se vão descobrindo alguns jogos obscuros que por qualquer outro motivo não constavam ainda na lista e parece que essa tendência veio para ficar. Esta pequena introdução serve para apresentar o jogo que trago até aqui hoje e que desconhecia por completo. Numa conversa com o Ivo Leitão do Green Hills Zone, lá fiquei a saber da existência não só do jogo como também da série em questão e como se isso não bastasse, ele próprio conseguiu-me este exemplar usado mas em excelentes condições algures entre Novembro/Dezembro de 2014 por cerca de 2 euros e qualquer coisa. Como se diz na gíria: props para o bro!

15 de maio de 2016

The Evil Within [Limited Edition]

Brrrraaaains!
Desenvolvido por: Tango Gameworks
Publicado por: Bethesda Softworks
Director: Shinji Mikami
Produtor: Masato Kimura
Designer: Shigenori Nishikawa
Artista(s): Yoshifumi Hattori, Ikumi Nakamura
Argumentista: Itaru Yokoyama
Compositor: Masafumi Takada
Plataforma(s): PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox360, Xbox One, PC
Lançamento: 14-10-2014 (EU/EUA), 23-10-2014 (JP)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modos extra para um jogador via DLC
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (6950MB), Compatível com função de vibração, HD 720p, DLC adicional
Outros nomes: Psycho Break (サイコブレイク) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, uma em Normal e outra em Hard, se a memória não me falha.

(E parece que este ano não temos Primavera...)

No brains in the back.
O género Survival Horror sempre foi um dos meus favoritos desde sempre e se são seguidores deste espaço, certamente já deram conta disso. Desde os seus primórdios, com jogos como Sweet Home na NES ou até mesmo Alone in the Dark no PC, que este género sempre tentou inovar em diversos campos. Mas nos dias que correm, parece que a coisa estagnou de tal modo que são poucos os jogos deste género que conseguem ser verdadeiramente aterradores ou minimamente interessantes do ponto de vista da narrativa. Hoje em dia tudo se resume a tiros, explosões e plot twists previsíveis. Mas houve um tempo, uma era dourada onde títulos como Resident Evil com os seus diálogos comicamente atrozes ou Silent Hill, com representações visuais violentamente grotescas, faziam as delícias dos fãs mais acérrimos. Mas essa era passou e tudo o que resta são memórias e alguns jogos que tentam, por vezes com o maior dos esforços, levar-nos de volta a esse brilhantismo. O jogo que trago até aqui hoje é quase como uma declaração de amor que ilustra este sentimento mas que na sua totalidade comete o erro de cair na redundância de ser apenas mais um que tentou. Esta Limited Edition faz-se acompanhar, para além do jogo, de um diário com algumas ilustrações do jogo, um postal lenticular com um efeito pseudo 3D engraçado e um DLC que se traduz em armas e munição especial. O exemplar em questão entrou na colecção entre Novembro e Dezembro de 2014, oriundo de uma loja online por cerca de 30 euros.

19 de abril de 2016

Jogalhões de Força - O 7º aniversário!

E vão sete! Venham mais sete!
Corria o ano de 2009 quando um pequeno blog sobre videojogos abria as suas portas ao mundo. Dado que o fórum que frequentava na época era um bocado limitado em termos de caracteres e não permitia albergar a quantidade de fotos que pretendia, decidi criar algo a solo, estilo one man army e onde pudesse escrever o que bem entendesse. Assim surgiu o Jogalhões de Força, ou se preferirem, mais um blog sobre uma colecção de videojogos ainda que na época não existissem muitos. O primeiro jogalhão a inaugurar o espaço foi o excelente Metroid II - Return of Samus, um jogo sobre o qual pretendia escrever aos anos mas nunca tinha tido oportunidade para tal, embora já tivesse escrito análises sobre outros títulos da série e outros jogos no geral. A partir daí foi sempre a rolar, umas vezes mais intensamente do que outras (houve um ano que eram análises praticamente todos os dias) mas sempre com o mesmo espírito de partilha, tanto de fotos como de informação pois há que manter o interesse do leitor. Alguns anos mais tarde, o JDF expandiu-se até ao Facebook pois este é uma boa montra para quem só pretende ver fotos mas também angaria algumas visualizações do blog. A próxima expansão só podia ter sido até ao YouTube, que embora não tenha muito conteúdo, serve para ir mostrando algumas das aquisições mais recentes bem como outros vídeos de cariz mais aleatório. Existem ainda alguns side projects, como por exemplo o restauro de capas da Master System (que podem ver no Facebook), algo que faço por brincadeira bem como a criação de réplicas de caixas de vários jogos para diversos sistemas. Contudo, este último não o partilho por variados motivos mas poderei eventualmente mostrar uma ou outra coisinha futuramente. Até lá, o JDF está de parabéns uma vez mais e por cá estaremos para mais jogatana!

Um enorme bem haja a todos os seguidores/leitores!

12 de abril de 2016

Urban Chaos - Riot Response

Badass artwork!
Desenvolvido por: Rocksteady Studios
Publicado por: Eidos Interactive
Designer: Paul Crocker
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox
Lançamento: 19-05-2006 (EU), 13-06-2006 (EUA), 28-06-2007 (JP)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online de 2 a 8 jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (90KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(O JDF está quase de parabéns, uma vez mais!)

A cidade precisa mais do que isso.
Nos dias que correm, uma das consolas para as quais me dá um gozo enorme coleccionar é sem dúvida alguma a PlayStation 2. Com uma biblioteca gigantesca, quase todos os meses é possível que encontre um jogo que deixei passar ao lado na altura em que foi lançado ou até mesmo algum jogo que desconhecia por completo bem como algumas hidden gems. E o melhor disto tudo é que os jogos, com algumas excepções, são extremamente baratos não fazendo grande mossa no orçamento. O jogo que trago até aqui hoje é um pouco exemplo disto, embora não seja dos mais comuns faz certamente parte dos mais baratos e é uma hidden gem para todos os efeitos. Este exemplar aterrou na minha colecção, algures em 2013, novo e selado por 5 euros. Tenho a agradecer ao NMGomes do Collector's Corner pelo negócio!

29 de março de 2016

Klonoa 2 - Lunatea's Veil

Capa um pouco branca...
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco, Sony Computer Entertainment (EU)
Director: Tsuyoshi Kobayashi
Designer(s): Tsuyoshi Kobayashi, Masao Kunimori, Toshiyuki Nakanishi, Hideyuki Ishida
Artista: Yoshihiko Arai
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 22-03-2001 (JP), 25-07-2001 (EUA), 09-11-2001 (EU)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (370KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks
Outros nomes: Kaze no Klonoa 2: Sekai ga Nozonda Wasuremono (風のクロノア2 世界が望んだ忘れもの) (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, com pequenas marcas de uso.
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Ora chove, ora faz sol, isto assim não é Primavera...)

Tanto screenshot!
Todos nós sabemos que existem imensos jogos que são considerados hidden gems, espalhados por tudo quanto é sistema. Desde os mais obscuros aos mais conhecidos, todos eles partilham uma coisa em comum: o reconhecimento do fãs. Mas apesar disto, nem todos eles são grandes jogos ou mesmo excelentes jogos, dividindo opiniões sejam estas as mais variadas. Outra coisa que também costumam ter em comum, embora não seja de todo algo aplicável a todos (felizmente) é o preço que costumam atingir, inflacionado pelas internetes e resellers sedentos (nojentos) de passar a perna ao próximo. O jogo que apresento hoje tem um pouco disto tudo. É acarinhado por um nicho de fãs, tem mais fama do que é suposto e o preço eleva-se um pouco além do que devia. Mas tive sorte pois este exemplar chegou à colecção algures entre Setembro/Outubro de 2014, por €2.50. Uma vez mais tenho de agradecer ao amigo Ivo Leitão pelo achado!