2 de fevereiro de 2019

Time Crisis 3

É sempre tempo de crise!
Desenvolvido por: Nextech
Publicado por: Namco
Director: Takashi Satsukawa
Produtor: Hajime Nakatani
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 21-10-2003 (EUA), 31-10-2003 (EU), 10-11-2003 (JP)
Género(s): On Rail Shooter
Modos de jogo: Modo arcade para um ou dois jogadores, Outros modos para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (215KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração, Compatível com G-Con45, Compatível com G-con 2, Compatível com iLink
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o diversas vezes.

(Fun fact: um polvo é do tamanho de uma pulga quando nasce.)

No fugly stickers!
A Namco sempre foi conhecida por dois motivos: jogos arcade e estar associada desde o início à PlayStation. Estas duas coisas juntas foram um dos factores de sucesso para ambas as marcas, aliando a experiência na matéria ao hardware para a qual depois seria adaptada. Desta união resultaram imensos jogos, alguns bastante bons e que provavelmente toda a gente ainda se recorda, mesmo aqueles que pouco ligam a videojogos mas que de uma forma ou outra, algures no decorrer da sua vida, teve contacto com os mesmos. Das diversas séries produzidas pela Namco, uma das que mais se destacou pela sua inovação foi Time Crisis, um on rail shooter que pegou na fórmula anteriormente popularizada por Virtua Cop e deu-lhe um twist para tornar as coisas mais interessantes. E foram vários os jogos que saíram nesta série mas hoje apresento-vos um na PS2, exemplar este que chegou à colecção algures entre Julho e Agosto de 2018, por 5 euros, tendo sido adquirido numa loja de usados aqui na zona.

1 de fevereiro de 2019

Castlevania - The Adventure

Quando não há capa... eu faço!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Artista(s): Koichi Kimura, Nobuya Nakazato
Compositor(es): Shigeru Fukutake, Norio Hanzawa, Hidehiro Funauchi
Plataforma(s): Nintendo Game Boy, Nintendo Game Boy Color, Virtual Console
Lançamento: 14-03-2012 (JP), 05-07-2012 (EU), 25-10-2012 (EUA) (Virtual Console)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Nenhuma
Outros nomes: Dracula Densetsu (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para contar pelos dedos das mãos.

(Fun fact: os gorilas arrotam quando estão felizes.)

E esta fiz a caixa toda.
Castlevania, essa longa e antiga saga que nos presenteou com excelentes jogos, desde os clássicos das 8-bit e 16-bit, passando pelo estilo mais moderno iniciado nas 32-bit, já viu melhores dias. Aliás, actualmente o seu futuro é bastante turvo e nada faz prever que melhor. Como tal, nada como voltar a jogar novamente todos aqueles que realmente interessam e que tantas horas nos fizeram passar em frente ao ecrã da televisão ou na nossa consola portátil favorita. Mas... nem só de bons jogos esta saga é feita e é um facto mais que garantido que também jogámos os menos bons (ou maus se tivermos que ser mesmo sinceros). Sim, e muitas horas passámos com esses também, habituando-nos às suas imperfeições, adaptando-nos ao chamado crap factor de forma a perseverar e tirar o melhor partido do jogo que tínhamos em mãos. O jogo que apresento aqui hoje faz parte desse grupo e apesar de ter imensa pena de não ter um exemplar físico, nem que fosse só o cartucho, adquiri este exemplar digital algures entre Julho e Agosto de 2018 numa promo da eShop.

31 de janeiro de 2019

Capcom Classics Collection Vol.1

Cover art colorida.
Desenvolvido por: Digital Eclipse
Publicado por: Capcom
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox
Lançamento: 27-09-2005 (EUA), 18-11-2005 (EU), 02-03-06 (JP)
Género(s): Vários
Modos de jogo: Vários modos para um ou três jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (104KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Multitap
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o a maioria dos jogos várias vezes.

(Fun fact: os crocodilos não conseguem deitar a língua de fora.)

A lista do conteúdo.
As arcadas sempre foram um local mágico nos anos 90, onde imensas máquinas com arte colorida e sobretudo atractiva a quem olhava, faziam as delícias dos utentes do espaço. E os jogos, esses, eram as estrelas com imenso por onde escolher, onde os géneros eram para todos os gostos mas todos tinham o mesmo objectivo: fazer-nos gastar moedas. Com o tempo, essa magia começou a desaparecer, dando lugar às consolas e afins, o que fez com que as arcadas morressem lentamente. Contudo, o seu espírito prevalece, não só através das emulação dos originais, como do restauro das próprias máquinas (para quem tem dinheiro e quer um hobby... diferente) ou simplesmente através de colectâneas que albergam alguns dos melhores títulos dessa época dourada. O jogo que apresento aqui hoje é um belo exemplo disso como uma escolha seleccionada de alguns dos melhores jogos arcade da Capcom (e outros nem por isso). Este exemplar foi adquirido a um particular por 3 euros, algures entre Julho e Agosto de 2018, o que por si só é um excelente negócio para o jogo em questão.

30 de janeiro de 2019

.hack INFECTION Part 1

A arte é das poucas coisas boas.
Desenvolvido por: CyberConnect2
Publicado por: Bandai
Designer: Hiroshi Matsuyama
Artista: Yoshiyuki Sadamoto
Argumentista: Kazunori Itō
Compositor: Chikayo Fukuda
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 20-05-2002 (JP), 11-02-2003 (EUA), 26-03-2004 (EU)
Género(s): Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (709KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com cerca de 30-40 horas de jogo. E chega.

(Fun fact: as cobras podem ajudar a prever terramotos.)

Sem autocolantes!
Anime e videojogos andam desde sempre de mãos dadas. E embora só mais recentemente exista uma enchente de jogos do género, a verdade é que eles andam entre nós desde os anos 80, ainda que nessa época e até meados de 2000, poucos eram os jogos localizados e aqueles que tinham essa sorte (ou infortúnio, dependendo do ponto de vista) eram muitas vezes alvo de talhantes não só da língua mas também da cultura, perdendo-se muito no processo. Existem imensos exemplos que podia citar aqui mas este tema por si só pode ser um artigo extenso. Já na era da PS2, muitos jogos baseados em anime foram lançados no ocidente, alguns muito bons, outros somente decentes e claro, uma mão cheia de porcaria. O jogo que apresento aqui hoje, faz parte infelizmente deste último grupo onde a mediocridade é a palavra de ordem. Este meu exemplar foi adquirido ao meu amigo Rogério Lopes, não sei bem quando, numa altura em que decidiu livrar-se de alguns jogos de PS2 que eu recebi com entusiasmo. No caso deste, comprei o pack dos quatro jogos por 20 euros e foi sem dúvida um negócio de amigo pois os jogos valem bastante mais. Todos os jogos trazem um DVD com um episódio de uma das séries.

29 de janeiro de 2019

Deus Ex

Ganhou um BAFTA...
Desenvolvido por: Ion Storm
Publicado por: Eidos Interactive
Director: Warren Spector
Produtor(es): Warren Spector, Bill Money
Designer(s): Andy Dombroski, Kent Hudson
Artista(s): Mike Dean, Jay Lee, Hugh Sugh, Mike Washburn
Argumentista(s): Sheldon Pacotti, Sarah Paetsch
Compositor(es): Alex Brandon, Todd Simmons, William Wallace
Plataforma(s): PlayStation 2
Lançamento: 26-03-2002 (EUA), 0-06-2002 (EU)
Género(s): Action Role Playing Game, First Person Shooter, Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (600KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Outros nomes: Deus Ex - The Conspiracy (EUA)
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez, com muita hora de jogo.

(Fun fact: a carapaça de um tatu é à prova de bala!)

Autocolantes foleiros...
Algo que me ocorre de vez em quando no que concerne a videojogos é começar uma saga fora de ordem, pelos mais diversos motivos. Um deles, e provavelmente o mais recorrente, talvez tenha a ver com a tecnologia em questão. Muitos destes jogos começaram há uns bons anos atrás, onde as coisas não eram como hoje em dia e por esse motivo talvez me tenha abstraído de lhes pegar. Aconteceu-me com a saga Deus Ex, que começou em PC mas naquela época não tinha computador que corresse o jogo. Daí que só quando saiu Deus Ex - Human Revolution (já analisado anteriormente) é que me debrucei sobre o assunto e descobrir um mundo bem melhor do que esperava. Tinha que voltar atrás e jogar o original, fosse que versão fosse, e lá apanhei este de PS2 por 5 euros, numa loja de usados aqui na zona, algures entre Maio e Junho de 2018.

28 de janeiro de 2019

SteamWorld Dig

Outra capa feita.
Desenvolvido por: Image & Form
Publicado por: Image & Form
Produtor: Shigeki Takeuchi
Designer: Agnieszka Mikucka
Compositor: Mattias Hammarin
Plataforma(s): Nintendo 3DS, Nintendo Switch, Nintendo WiiU, PlayStation 4, PlayStation Vita, PC, Linux, MacOS XboxOne
Lançamento: 07-08-2013 (EU), 08-08-2013 (EUA), 20-11-2013 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Fun fact: as primeiras laranjas, não eram cor de laranja.)

Um dia normal nas minas.
Há uns valentes anos atrás, o Club Nintendo era um bom clube. Comprar jogos significava pontos para adicionarmos à nossa conta que depois podiam ser trocados por recompensas, chamemos-lhes assim, pela nossa lealdade (ou pela lealdade da nossa carteira). E estas recompensas eram variadas, exclusivas e acima de tudo físicas. Se tivessem pontos suficientes, podiam até trocar por um CD com a banda sonora de um jogo, um comando único para a vossa Wii e até uma estátua do Link! A escolha era variada ainda que bastante limitada em termos numéricos e por vezes quando um item desaparecia era de vez. Mas dava sempre gozo ir juntando os pontinhos para tentar sacar algo porreiro. Ainda consegui uma ou duas coisitas sendo que no final de vida do clube, começaram a aparecer as recompensas digitais, ou seja, jogos. Também não era nada mau, uma vez que os pontos pedidos eram não eram valores absurdos. Mas o clube fechou e deu origem ao My Nintendo, uma sombra do que o Club Nintendo fora no passado, com um sistema de pontos mau que recompensa mais quem compra online do que físico (na 3DS é assim, na Switch o físico ainda consegue sacar os pontos da compra). E as recompensas são na maioria más, com jogos a pedirem mais pontos do que aquilo que valem e como os pontos expiram, há que gastá-los em algo. O jogo que apresento hoje até foi uma boa surpresa pois tinha pontos de ouro suficientes para o mesmo e não havia mais nada de jeito para trocá-los. Isto foi algures entre Maio e Junho de 2018.

27 de janeiro de 2019

Bloodstained - Curse of the Moon

Mais uma capa feita por estas bandas...
Desenvolvido por: Inti Creates Co., Ltd.
Publicado por: Inti Creates Co., Ltd.
Produtor(es): Koji Igarashi , Takuya Aizu
Artista: Yuji Natsume
Compositor(es): Michiru Yamane
Plataforma(s): Nintendo 3DS, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation Vita, PC, XboxOne
Lançamento: 24-05-2018 (EUA/JP), 31-05-2018 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes, mesmo depois de ter visto os finais todos.

(Fun fact: No Reino Unido, alguns computadores dos 80's não tinham Delete, tinham Rubout!)

Mas feita com muito gosto!
Castlevania. Uma longa e velha saga, amada pelos fãs, que teve uma vida recheada de jogos bons e outros tantos mauzitos. Mas ultimamente, após aquele reboot por parte da MercurySteam, a saga parece ter morrido de vez embora esteja para sair um jogo mobile que ninguém pediu e muito menos quer. A Konami parece estar decidida a matar as suas séries permanentemente. Mas há quem não se conforme com isso e portanto decidiu criar a sua própria saga, claramente inspirada em Castlevania. Refiro-me a Koji Igarashi, responsável pelas rédeas durante alguns anos e que produziu os melhores jogos da série. Agora, a solo mas com uma boa equipa de gente talentosa, prepara-se para nos trazer o sucessor desta saga. Mas enquanto aguardamos por isso, com muita paciência e alguma cautela pois já se sabe o que esperar de projectos financiados via Kickstarter, a mesma equipa presenteou-nos com um miminho que nos remete para os tempos saudosos dos 8-bit da NES. Este exemplar digital foi adquirido no dia de lançamento, tendo custado 9.90€ na eShop.

26 de janeiro de 2019

Nioh

O herói de serviço.
Desenvolvido por: Team Ninja
Publicado por: Sony Interactive Entertainment, Koei Tecmo (JP)
Director(es): Fumihiko Yasuda, Yosuke Hayashi
Artista: Hirohisa Kaneko
Argumentista(s): Kazunori Taguchi, Masahiko Kochi
Compositor: Yugo Kanno
Plataforma: PlayStation 4, PC
Lançamento: 07-02-2017 (EUA), 29-08-02-2017 (EU). 09-02-2017 (JP)
Género(s): Action Role Playing Game, Souls like
Modos de jogo: Modo história para um jogado, Multiplayer online para dois jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (46GB Mínimo), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, PS4 Pro Enhanced, Multiplayer online com PS Plus
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, em diferentes dificuldades com mais de 135 horas de jogo. Platina alcançada.

(Hoje não esteve frio!)

Em Português, bom Português.
Até há bem pouco tempo, a minha relação com jogos do género souls like não era das melhores pois simplesmente não entendia como se poderia tirar proveito ou divertimento de algo com uma dificuldade tão acentuada. Mas após ter pegado em Bloodborne, com calma, paciência e acima de tudo empenho e perseverança, descobri um género onde a verdadeira dificuldade reside em nós próprios e na nossa capacidade de tomar decisões nas mais variadas situações em que o jogo nos coloca. Os jogos em si não são difíceis, o difícil é fazer as coisas bem ou com uma margem de erro muito pequena e isso sim, tem a sua piada e é altamente recompensador e gratificante quando corre bem. Não querendo ficar apenas por um jogo, lá decidi começar a explorar o género e eis que surge o jogo que apresento aqui hoje. Este exemplar foi-me oferecido pela minha irmã no meu aniversário em Março de 2018.

25 de janeiro de 2019

Beyond Good & Evil

Pronta para flashar!
Desenvolvido por: Ubisoft Pictures, Ubisoft Milan
Publicado por: Ubisoft
Director: Michael Ancel
Produtor: Yves Guillemot
Designer(s): Michel Ancel, Sébastien Morin
Artista(s): Florent Sacré, Paul Tumelaire
Argumentista(s): Michel Ancel, Jacques Exertier
Compositor: Christophe Héral
Motor gráfico: Jade
Plataforma(s): PlayStation 2, PC, Xbox, GameCube, PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 11-11-2003 (EUA), 14-11-2003 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (470KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Quero o Verão... já!)

Sem autocolantes manhosos.
Continuando a épica demanda de percorrer o catálogo da PS2, eis que me vou deparando com alguns títulos que me passaram completamente ao lado na altura em que saíram, ainda que tivessem tido visibilidade suficiente para que os tivesse visto. Provavelmente até soube da sua existência nessa época mas ignorei por completo por não fazerem parte da minha lista de preferências. Mas essa mesma lista alargou-se consideravelmente nos últimos anos, fazendo com que agora ande à pesca de tudo quanto é jogo que me possa interessar. No caso do jogo de hoje, foi preciso terem anunciado a versão HD na altura da PS3/360 para que voltasse a estar no meu radar. Após experimentar a demo do mesmo fiquei desde logo preso e tive de arranjar o jogo completo. Optei pela versão de PS2 por uma questão de comodidade e coleccionismo, tendo esta entrado na colecção algures entre Março e Abril de 2018, por 5 euros.

24 de janeiro de 2019

3D Streets of Rage

Mais uma capa feita!
Desenvolvido por: M2
Publicado por: Sega
Director: Noriyoshi Ohba
Designer(s): Noriyoshi Ohba, Hiroaki Chinoa
Compositor(es): Yuzo Koshiro
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop)
Lançamento: 21-08-2013 (JP), 19-12-2013 (EU/EUA)
Género: Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD, Multiplayer local
Outros nomes: 3D ベアナックル 怒りの鉄拳  - 3D Bea Nakkuru: Ikari no Tekken, "Bare Knuckle: Furious Iron Fist" (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.


(Hoje não me cheira que vejamos o sol.)

Fruta neles!
Durante grande parte dos anos 90, a guerra entre a Nintendo e a Sega era bastante acesa, onde ambos os lados tinham uma legião de fãs que os defendia com unhas e dentes. O campo de batalha era um pouco por todo o lado, mas sobretudo nas escolas, onde amigos, irmãos e companheiros, discutiam sobre qual das consolas de ambas as marcas era a melhor, a mais potente, aquela com os melhores jogos. Hoje em dia sabemos que ambas são excelentes, com um catálogo vasto de bons títulos mas naquela época somente interessava o lado escolhido. Sendo eu um Nintendo fanboy naqueles tempos, a Sega era como um bicho papão que lentamente comecei a explorar à revelia de outros que eram irredutíveis na sua decisão. E assim deixei de ver a saga Final Fight como o expoente máximo dos beat 'em ups para dar uma oportunidade ao seu brilhante rival, Streets of Rage. E rapidamente me apercebi do quão boa esta série é e também do quão se consegue distanciar da concorrência. Uns valentes anos mais tarde, algures entre Março e Abril de 2018, apanhei o mais recente port 3D na eShop numa promoção. E claro, tenho o original num daqueles multicarts da MegaDrive à espera de ser esmiuçado um dia destes.

23 de janeiro de 2019

Quake II

Um Strogg mauzão na capa.
Desenvolvido por: HammerHaead
Publicado por: Activision
Produtor(es): Marty Stratton
Designer: Graeme Devine
Artista(s): Adrian Carmack, Kevin Cloud, Paul Steed, Kenneth Scott
Compositor: Sonic Mayhem
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 30-09-1999 (EUA), Algures em 1999 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multiplayer splitscreen até quatro jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração, Compatível com PlayStation Mouse, Compatível com Multitap
Estado: Completo
Condição: Boa 
Viciómetro: Acabei-o umas três ou quatro vezes.

(Hoje é dia de não comentar nada aqui.)

Sem autocolantes feiosos!
Certos jogos tiveram momentos de ouro durante a sua vida. O sucesso que alcançaram após o lançamento foi de tal forma que a dada altura do seu percurso a palavra de ordem era fazer ports para tudo aquilo que conseguisse correr o mesmo. Isso aconteceu com DooM, provavelmente um dos maiores sucessos de sempre que até em frigoríficos corre. Mas outro jogo oriundo da mesma equipa também teve direito a diversos ports. Refiro-me mais concretamente a Quake II, que apesar do primeiro jogo também ter tido o mesmo tratamento, infelizmente não tenho nenhum dos ports do mesmo para poder escrever acerca. Mas no caso de Quake II, sempre tive curiosidade no port que saiu na velhinha PlayStation, máquina que se acreditava não ter o poder suficiente para albergar tal jogo. Rapidamente se desfez esse mito com um port surpreendente do ponto de vista técnico. Este meu exemplar foi adquirido ao amigo Mike Silva do Game Chest, por 10 euros, algures no final de Abril de 2018.

22 de janeiro de 2019

3D Shinobi III - Return of the Ninja Master

Mais uma capa self made.
Desenvolvido por: M2
Publicado por: Sega
Director(es): Tomoyuki Ito, Takeshi Matsuhashi
Produtor(es): Tomio Takami, Tokinori Kaneyasu
Designer: Naohisa Nakazawa
Artista(s): Kazuyuki Iwasawa, Katsuhiko Ogikubo, Hiroyuki Hirama
Compositor(es): Hirofumi Murasaki, Morihiko Akiyama, Masayuki Nagao
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop)
Lançamento: 07-08-2013 (JP), 19-12-2013 (EU/EUA)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Outros nomes: 3D The Super Shinobi II (3D ザ・スーパー忍II)  (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.

(Quando as encomendas se perdem é caso para ficarmos lixados...)

Várias opções para explorar.
Uma das características mais interessantes que a 3DS tem é sem dúvida o seu modo 3D, algo que nos permite ver imagens tridimensionais sem auxílio de periféricos externos. É algo que a torna única até aos dias de hoje e que embora não tenha sido mais do que uma moda, enquanto durou, a portátil da Nintendo teve imensos jogos a tirarem partido disto, alguns com resultados melhores do que outros. Onde vi particularmente resultados excelentes foi em títulos 2D, com vários layers de profundidade, sprites e afins. Quando a M2 começou a lançar títulos da Mega Drive na eShop, o tratamento dado aos mesmos foi deveras luxuoso, não se ficando por uma mera conversão em cima do joelho. Este exemplar digital foi adquirido algures entre Março e Abril de 2018, numa promo da eShop tendo custado algo como 2.49€. Só é pena não terem lançado todos os jogos em formato físico como aconteceu no Japão.

21 de janeiro de 2019

Ninja Assault

Porquê duas vezes o nome?!
Desenvolvido por: Namco, NOW Production
Publicado por: Namco
Compositor: Hiroto Sasaki
Plataforma(s): PlayStation 2
Lançamento: 09-09-2002 (JP), 04-10-2002 (EU), 18-11-2002 (EUA)
Género: Rail Shooter
Modos de jogo: Modo história e outros modos de jogo para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (48KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração, Compatível com G-Con45, Compatível com G-Con2
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o umas quatro vezes, é um jogo bem curto.


(Está sol... até não estar.)

Em espanholês!
Neste mês corrente já falei de ninjas por estas bandas. Mas como gosto tanto de ninjas vou voltar a tocar no tema pois nunca é demais falar de ninjas. Já todos sabemos que são furtivos, que usam as sombras a seu favor, que têm armas e gadgets artesanais que resultam em situações caricatas ou completamente loucas mas o que não sabemos, ou pelo menos não imaginamos é que também usam pistolas. Exacto, pistolas. Não, não estou no gozo, os ninjas também usam pistolas. Pelo menos no jogo que trago até aqui hoje. Este exemplar veio da Play N' Play, algures entre Janeiro e Fevereiro de 2018 mas não me recordo do preço pois não sei o que é feito do recibo.

20 de janeiro de 2019

1945 I&II - The Arcade Games

Aviões!
Desenvolvido por: Psikyo
Publicado por: Play It Ltd. (EU), Taito Corporation (JP)
Plataforma(s): PlayStation 2, PlayStation 3 (PSN)
Lançamento: 16-07-2004 (EU), 05-08-2004 (JP)
Género: Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo Arcade para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Curiosamente, este jogo não tem nenhuma funcionalidade!
Outros nomes: Psikyo Shooting Collection Vol. 1: Strikers 1945 I+II (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o várias vezes em diferentes modos de dificuldade.

(Está um solinho bom... estava, estava um solinho bom.)

Limpinha!
A PlayStation 2 é daquelas consolas que cada vez mais se tem tornado ao longo dos anos numa das minhas favoritas de sempre. O seu catálogo é tão vasto, mas tão vasto, que acho que nem em 2030 vou atingir o fundo deste poço. Mas no meio de tanto jogo, há também muito lixo, sobretudo se começarmos a explorar os títulos budget, grande parte destes lançado já na recta final do ciclo de vida da consola. Obviamente, se chafurdarmos bem, encontramos coisas curiosas e até bem decentes a pulular neste charco, como é o caso do jogo que apresento aqui hoje. Este exemplar aterrou no JDF algures entre Janeiro e Fevereiro de 2018, tendo custado 4.95€ na Play N' Play.

19 de janeiro de 2019

Axiom Verge [Multiverse Edition]

A caixa é pouco convencional.
Desenvolvido por: Thomas Happ Games
Publicado por: BadLand Publishing
Director: Thomas Happ
Produtor: Dan Adelman
Designer: Thomas Happ
Compositor: Thomas Happ
Plataforma: PlayStation 4, Xbox One, PC, Nintendo Switch, PlayStation Vita, Nintendo WiiU, MacOS, Linux
Lançamento: 21-11-2017 (EUA), 29-01-2018 (EU) (PS4)
Género: Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (400MB Mínimo), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas hei-de revisitá-lo novamente.

(Ora chove, ora faz sol...)

Goodies on the back.
Quem é seguidor atento aqui do blog já sabe que a minha paixão pela série Metroid é grande, diria até mesmo quase infinita. Portanto, o gosto pelo género que Metroid invariavelmente originou leva-me a tentar explorar todos os jogos que aparecem nos diferentes sistemas. E eis que surgem as surpresas, ora boas, ora menos boas, com diferentes jogos a terem diferentes efeitos na minha pessoa. No meio de tanta coisa, um jogo chamou-me à atenção desde cedo: Axiom Verge. De uma simplicidade extrema do ponto de vista técnico, este jogo sempre me atraiu por isso mesmo, por ser simples e despretensioso em todos os aspectos. O único senão era não existir uma edição física na plataforma que pretendia. Mas isso foi colmatado quando a BadLand Publishing decidiu dar uma ajudinha a Thomas Happ e publicar o jogo em formato físico na Europa, tanto na PS4 como na Switch. E aí tive motivo mais que suficiente para o adquirir. Este meu exemplar entrou na colecção algures em Fevereiro de 2018, por cerca de 20 e tal euros, oriundo de uma loja online. Sendo a Multiverse Edition, inclui: o jogo em caixa standard, um BluRay com mais de 5 horas de developer commentary e extras, um excelente artbook e um poster double sided com arte de um lado e o mapa do jogo no outro. A versão Switch é mais exclusiva ainda por trazer a banda sonora em CD. A título de curiosidade, 75% do valor das vendas físicas reverte para ajudar o filho de Thomas Happ e na pesquisa da doença da qual padece. Mais um motivo para se comprar físico.

18 de janeiro de 2019

Ridge Racer V

Menina bonita na capa.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco, SCEE (Europa)
Compositor(es): Kohta Takahashi, Yuu Miyake, Nobuyoshi Sano, Mijk van Dijk
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 04-03-2000 (JP), 25-10-2000 (EUA), 24-11-2000 (EU)
Género: Racing
Modos de jogo: Modos Grand Prix e Duel para um jogador, Modos Time Attack 99 Trial e Free Run para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (420KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração, Compatível com NeGcon, Compatível com Jogcon
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o várias vezes para desbloquear tudo.

(Inserir pensamento do dia aqui... hoje não há!)

Em Franciu...
Ridge Racer é uma série que estará sempre associada à PlayStation. Tendo iniciado a sua vida nas arcadas, desde cedo deu o pulo até às casas dos utilizadores da máquina cinzenta da Sony, para proporcionar uma experiência arcade o melhor que era possível naquela época. E não se ficou apenas por um jogo pois vários foram sendo lançados ao longo do anos, tendo depois feito o salto para a sua sucessora, a PlayStation 2. É aqui que surge logo no seu início de vida, Ridge Racer V, uma mostra em termos tecnológicos daquilo que este hardware era capaz de fazer nesta nova geração de consolas. E digamos que o resultado foi bastante positivo pois como jogo de lançamento, permitia termos uma pequena noção daquilo que nos viria a esperar nos anos vindouros. E embora a série hoje esteja um bocado morta depois do flop que o último jogo revelou ser, o facto é que até à PSP, Ridge Racer gozou de bons títulos. Este meu exemplar entrou na colecção algures em Janeiro de 2018, oriundo da Play N' Play, embora não me lembre do preço pois não tenho o papel deste. Mas foi baratinho.

17 de janeiro de 2019

Street Fighter EX3

Ryu em destaque.
Desenvolvido por: Arika
Publicado por: Capcom
Director: Akira Nishitani
Produtor: Tatsuya Minami
Designer(s): Hiroshi Okuda, Kiminori Tsubouchi
Compositor(es): Shinji Hosoe, Ayako Saso, Takayuki Aihara, Yasuhisa Watanabe
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 04-03-2000 (JP), 26-10-2000 (EUA), 02-03-2001 (EU)
Género: Fighting
Modos de jogo: Modo arcade para um jogador, Diversos modos para um a quatro jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (16KB mínimo), Compatível com Função de Vibração, Compatível com Multitap
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o várias vezes com as diferentes personagens.

(Está sol...!)

Um layout diferente.
O lançamento da PlayStation 2 foi  um daqueles eventos que era aguardado com grandes expectativas por todo o mundo e não desapontou. Sendo provavelmente uma das consolas com mais sucesso de sempre, o seu catálogo de jogos desde cedo se revelou atractivo com nomes sonantes de séries já consideradas clássicas por muitos. Recordo-me que o primeiro contacto que tive com esta consola, foi antes do seu lançamento na Europa, uma vez que tive acesso à versão Japonesa da mesma. Apenas dois jogos vieram com a mesma: Ridge Racer V e Street Fighter EX3. Digamos que durante algum tempo era tudo o que se jogava e embora pelos standards de hoje sejam jogos bastante simples e rudimentares, naquela época eram um verdadeiro showcase do poderio da PS2. Na minha opinião, ambos ainda conseguem representar bem aquilo a que se propuseram inicialmente e mesmo em 2019 são jogos vistosos com boas performances técnicas. Mas estamos aqui apenas para falar de um deles, neste caso de Street Fighter EX3. Este meu exemplar foi adquirido a 18 de Fevereiro de 2018, por 9.95€ na Play N' Play, para não variar.

16 de janeiro de 2019

Quake III Revolution

Homens de barba rija.
Desenvolvido por: Bullfrog Productions
Publicado por: Electronic Arts
Produtor(es): Stephen Murray, David Ratcliffe, Jon Taylor, Alex Peters, David Amor
Compositor(es): Mark Knight, Nick Laviers, Elaine Williams, Adele Kellett, Bill Lusty
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 26-03-2001 (EUA), 06-04-2001 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo campanha para um jogado, diversos modos de jogo para um a quatro jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (77KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Multitap
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei a campanha uma vez, tendo jogado os outros modos de jogo pelo menos uma vez.

(Está frio... e de chuva!)

No stickers!
Nos anos 90, um género que se popularizou nos PC's por todo o mundo foi sem dúvida os first person shooters. E já todos sabemos que DooM foi um dos responsáveis por isso, se não mesmo o principal responsável. Mas com esse mesmo advento, surgiram outros jogos, mais avançados, mais frenéticos, até mesmo mais divertidos se jogados em multiplayer. Um deles foi Quake, uma clara evolução de ideias já vistas em DooM mas agora tornadas melhores ou mesmo possíveis do ponto de vista técnico. Outro aspecto a considerar nesta época, é que as consolas estavam também a acompanhar a passos largos esta evolução e a dada altura começaram a surgir os primeiros FPS que apesar de não rivalizarem com os de PC (ainda), já mostravam ser possível o género prosperar nestas plataformas. Após 2000, começaram a surgir os ports ambiciosos de diversos jogos que se popularizaram nos computadores de todo o mundo, alguns deles bastante decentes. O jogo que apresento aqui hoje é um bom exemplo disso, ainda que tenha os seus altos e baixos. Este meu exemplar entrou na colecção a 16 de Dezembro de 2017, por 5.95€, oriundo do sítio habitual, a Play N' Play.

15 de janeiro de 2019

Shinobi

Excelente artwork!
Desenvolvido por: Overworks
Publicado por: Sega
Director(es): Masahiro Kumono, Toru Shimizu
Produtor: Takashi Uriu
Compositor(es): Yasuhiro Kawakami, Teruhiko Nakagawa, Tatsuyuki Maeda, Fumie Kumatani, Yutaka Minobe, Masaru Setsumaru
Plataforma(s): PlayStation 2, PlayStation Network
Lançamento: 10-11-2002 (EUA), 05-12-2002 (JP), 15-05-2003 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (370KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Como se não bastasse o frio, agora temos nevoeiro...)

Em bom português... e espanhol.
Shinobi é daqueles nomes que fazem parte do nosso imaginário, remetendo-nos para uma época mais simples onde a guerra se fazia a dois, entre Sega e Nintendo. E este nome fazia parte do exército das consolas negras e era um adversário de peso pois creio que não tinha rival do outro lado. E os que tentavam rivalizar nem sequer chegavam perto. Mas a sua origem começou nas arcadas, num estilo ligeiramente diferente daqueles que pudemos desfrutar no conforto dos nossos lares embora a versão Master System tentasse ser fiel ao original. Terminada a época das 16-bit, a série teve ainda uma entrada menos apreciada na Sega Saturn mas depois esfumou-se (como um verdadeiro ninja, pun intended) durante alguns anos para em meados de 2002 aparecer revitalizada na PS2 (curiosamente era para ter saído na Dreamcast). Este meu exemplar foi adquirido a 30 de Novembro de 2015 por cerca de 6 euros, na Play N' Play.

14 de janeiro de 2019

Shantae

Cover art bastante simples.
Desenvolvido por: WayForward Technologies
Publicado por: Capcom
Director: Matt Bozon
Produtor: John Beck
Artista: Matt Bozon
Argumentista: Matt Bozon
Compositor: Jake Kaufman
Plataforma(s): Nintendo Game Boy Color, Virtual Console
Lançamento: 02-06-2002 (EUA) (GBC), 18-07-2013 (EU/EUA) (VC)
Género: Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso no cartão de memória, Compatível com GBA desbloqueando conteúdo extra
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Se virem algum erro nos textos é normal pois tenho o péssimo hábito de quase nunca reler o que escrevo.)

Estava um dia tão bom para não sair de casa...
A WayForward é provavelmente um dos estúdios que mais aprecio nesta altura. Remontando aos anos 90 quando deram início à sua actividade neste ramo, produziram inúmeros títulos tanto originais como licenciados, alguns bastante bons como é o caso de Contra 4 e Alien Infestation (já aqui analisados) e outros tantos menos bons ou até mesmo mauzinhos, citando um dos maiores flops: Silent Hill - Book of Memories. Contudo, durante o seu percurso, criaram uma nova série que fez a sua estreia no Game Boy Color, numa altura tardia para esta máquina uma vez que o seu sucessor, o Game Boy Advance, já tinha sido lançado. Ainda assim nada os impediu de lançarem o jogo, que se tornou numa espécie de holy grail  para os coleccionadores de GBC e Nintendo em geral, visto que só foi lançado nos Estados Unidos e não em muitas quantidades. Este meu exemplar digital entrou na colecção no início de 2018, tendo sido uma promo qualquer da eShop que eu apanhei, logo nem me recordo quando terá custado mas deve ter sido bem barato.