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| Bonita cover art! |
Publicado por: Square Enix (JP), Nintendo (EU/EUA)
Director: Kensuke Nakahara
Produtor: Tomoya Asano
Designer: Kensuke Nakahara
Artista: Akihiko Yoshida
Argumentista(s): Naotaka Hayashi, Keiichi Ajiro
Compositor: Revo
Plataforma(s): Nintendo 3DS
Lançamento: 05-12-2013 (JP), 07-12-2013 (EU), 07-02-2014 (EUA)
Género: Japanese Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo, Compatível com modo 3D, Modo de jogo Local (2 Jogadores), StreetPass
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Estou bem perto do final mas ainda não me apeteceu acabá-lo.
(Esta análise foi originalmente escrita e publicada no site ruadebaixo.com)
Desde há algum tempo que o género JRPG começou a perder o seu carisma pelos
mais diversos motivos. Mais concretamente a saga Final Fantasy, que já dura
desde o final dos anos 80 e tem vindo a sofrer constantes mutações. E uma das
questões que se levantam é: porquê mudar aquilo que está bem, sempre funcionou
e assim é que os fãs gostam?
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| Longe vão os tempos dos autocolantes. |
Bravely Default parece ser a resposta, ou melhor, o jogo
pelo qual aguardávamos com alguma expectativa. Um regresso às origens dos JRPG
e tudo aquilo que os caracteriza da melhor forma possível, sem recurso a grande
tecnologia ou brilharetes técnicos para o destacar dos demais. Sendo um
sucessor espiritual de Final Fantasy: The 4 Heroes of Light e partilhando
outros elementos com Final Fantasy V, este título leva-nos até ao mundo
Luxendarc onde Tiz Arrior, o nosso herói, é vitima do destino quando a sua
aldeia, Norende, é envolta num manto de escuridão sendo ele o único
sobrevivente. No decorrer da sua demanda, Tiz irá conhecer Agnés Oblige e
outros parceiros, estando o destino deste mundo nas suas mãos. E sim, há
cristais.
















































