29 de julho de 2019

Metal Gear

Custom cover à maneira!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Designer: Hideo Kojima
Artista(s): Masami Tabata, Azusa Fujimoto
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Iku Mizutani, Shigehiro Takenouchi, Motoaki Furukawa
Plataforma(s): PlayStation 3, PlayStation 2, MSX
Lançamento: 13-07-1987 (JP/MSX), 08-11-2011 (EUA), 23-11-2011 (JP), 03-02-2012 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

A preciosa caixa de cartão.
Metal Gear é sem dúvida uma das séries mais aclamadas e conhecidas de sempre no mundo dos videojogos cuja fama se deve essencialmente ao sucesso que Metal Gear Solid fez na primeira PlayStation. Esse foi o primeiro jogo que quase todos jogaram nesta série que até essa altura era praticamente desconhecida no ocidente. Contudo, há que explorar as origens e voltar um pouco atrás no tempo, até uma época onde os jogos eram mais simples, mais difíceis mas não menos divertidos e interessantes por isso. O jogo que trago até aqui hoje é um bom exemplo de tudo isto e faz parte da Metal Gear Solid HD Collection, sendo um dos extra de Metal Gear Solid 3. Ainda não tinha apresentado esta colectânea aqui visto só ter jogado três dos jogos mas futuramente o farei sem ser em jeito de análise pois essas serão individualmente.

22 de julho de 2019

Dead Rising - Chop Till You Drop

Boa cover art!
Desenvolvido por: Tose
Publicado por: Capcom
Director(es): Takafumi Gotoh, Gentaro Sakai
Designer(s): Eri Inoue, Shigehiro Ochi, Yuki Harada
Compositor(es): Ichiro Kohmoto, Shingo Kataoka, Tomokazu Hirota, Mitsutoshi Kodama
Plataforma: NintendoWii
Lançamento: 19-02-2009 (JP), 24-02-2009 (EUA), 27-02-2009 (EU)
Género(s): Survival Horror, Third Person Shooter, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Wii Optical Disc (8.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da consola
Estado: Completo
Condição: Boa, algumas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o duas vezes

Frank é um ladies man.
Provavelmente ainda não tinha dito isto mas caso já o tenha feito volto a frisar: a Nintendo Wii é a minha consola favorita da sétima geração. Não só o conceito é genial mas a biblioteca de jogos é vasta com bastantes hidden gems lá pelo meio que passaram ao lado de muitos, eu incluído, fazendo com que ainda hoje em 2019 ainda procure alguns desses jogos. Mas essa demanda parece querer alongar-se um pouco mais pelo que aos poucos eles vão aparecendo. O jogo que vos apresento hoje fazia parte dessa lista de procurados mas decidiu aparecer algures em Junho de 2019 por 10 euros, tendo sido adquirido na CEX do Almada Fórum. Apesar de estar em relativo bom estado, o dono anterior ou outro idiota qualquer decidiu escrever no disco de jogo com um marcador, daqueles que dificilmente saem. O que vale é que o disco é preto e não se nota assim tanto.

15 de julho de 2019

Mario Kart Super Circuit

Quando não tem caixa, o tio faz.
Desenvolvido por: Intelligent Systems
Publicado por: Nintendo
Director(es): Takeshi Ando, Yukio Morimoto
Produtor(es): Shigeru Miyamoto, Kenji Miki
Compositor(es): Kenichi Nishimaki, Masanobu Matsunaga, Minako Hamano
Plataforma(s): Game Boy Advance, 3DS Virtual Console (3DS Ambassador Program), WiiU Virtual Console
Lançamento: 21-07-2001 (JP), 27-08-2001 (EUA), 14-09-2001 (EU)
Género: Racing
Modos de jogo: Diversos modos para 1 até 4 jogadores
Media: Cartucho de 64 megabit
Funcionalidades: Slots para gravação de progresso, Compatível com GBA Link Cable (1 cartucho/4 jogadores)
Outros nomes: Mario Kart Advance (マリオカートアドバンス) (JP)
Estado: Incompleto, falta manual e caixa
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei alguns dos modos várias vezes.

Muito texto têm as caixas desta época.
Provavelmente já vos aconteceu comprarem jogos dos quais não são grandes fãs ou nem sequer constavam na vossa wishlist. A mim acontece-me com alguma frequência ultimamente numa tentativa de achar alguma hidden gem ou simplesmente ser algum jogo com valor que até possa servir de moeda de troca por algo que me interesse futuramente e assim não cair nas garras dos resellers que populam o nosso pequeno país e adoram inflacionar os preços de forma absurda por vezes. Alguns desses jogos revelam ser de facto hidden gems, outros servem apenas para jogar e rapidamente vender ou trocar e há aqueles que embora não me livre deles ficam por aqui apenas por fazerem parte de uma saga específica. O jogo que trago até aqui hoje é um exemplo disso pois não é dos meus favoritos na saga e nem tão pouco o considero um dos melhores. Ainda assim por 3 euros, apenas o cartucho claro, não ia dizer que não. Foi adquirido algures em Abril de 2019 numa loja de artigos usados aqui na zona.

8 de julho de 2019

Taito Legends 2

Aquele tipo verde é-me familiar...
Desenvolvido por: Mine Loader Software
Publicado por: Xplosiv (Empire Interactive)
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, PC
Lançamento: 31-03-2006 (EU), 16-05-2007 (EUA) 
Género(s): Compilação
Modos de jogo: Modo arcade em todos os jogos para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (100KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks
Estado: Completo
Condição: Muito boa, poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei alguns dos jogos, várias vezes até.

Informação pertintente!
Hoje para variar um bocado é dia de Jogalhões Flash, uma rubrica onde não exploramos a fundo um jogo na sua parte técnica mas focamo-nos noutros pontos de interesse. Isto é feito normalmente a jogos que já foram aqui apresentados noutras versões ou plataformas, colectâneas e afins. No caso do jogo de hoje, sendo este uma colectânea com bastantes jogos, não faz sentido falar de cada um individualmente numa única análise pelo que se tiver de o fazer, futuramente cá estarão. Este meu exemplar foi adquirido a 4 de Abril de 2019, por €7.95, na Play N' Play, estando em óptimo estado de conservação.

1 de julho de 2019

Battletoads in Ragnarok's World

A capa, refeita em toda a sua glória.
Desenvolvido por: Rare, Ltd.
Publicado por: Tradewest, Inc.
Designer(s): Tim and Chris Stamper, Gregg Mayles
Artista: Kev Bayliss
Compositor(es): David Wise
Plataforma(s): Game Boy, Nintendo Entertainment System, MegaDrive, Amiga, Game Gear, Xbox One
Lançamento: Junho de 1993 (EUA), Algures em 1993 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas, Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Estado: Incompleto, apenas cartucho mas já lhe fiz a caixa 
Condição: Excelente
Viciómetro: Nunca o consegui acabar e duvido que o faça por métodos convencionais.

A parte traseira.
Quem já faz parte destas andanças videojoguísticas desde longa data, certamente lembra-se que nos anos 90 existiam uma quantidade significativa de bootlegs no mercado, sobretudo no nosso país. Desde a famosa Family Game e outros Famiclones, com os seus cartuchos coloridos a fazer lembrar os originais da Famicom, aos multicarts de Game Boy com os seus 4 em 1, 32 em 1 e até números bem maiores em 1. Mas havia bootlegs de jogos individuais cuja qualidade embora não fosse a par dos originais, era bastante próxima e provavelmente enganaram muita gente. Pelo menos naquela época foi coisa que desde logo me surpreendeu pois o preço era mais baixo e a qualidade em alguns deles apresentava falhas. Ainda assim, e após todos estes anos, posso dizer que são as melhores bootlegs vendidas no mercado quando comparadas ao lixo que surgiu já na altura do Game Boy Color e Game Boy Advance. Hoje trago aqui um jogo oriundo dessa safra que achei algures em Abril de 2019 numa loja de usados por 2 euros. Não resisti em trazê-lo.

24 de junho de 2019

Batman - The Video Game

Capa simples mas directa ao assunto.
Desenvolvido por: Sun Corporation of America
Publicado por: Sun Electronics Corp.
Director: Cho Musou
Designer(s): Kazutomo Mori (Kaz), Rieko Sakai (Rie), Tadashi Kojima (Tadashi), Aki, Masashige Furihata (M.F), Kenichi Abe (Abe Kun)
Compositor(es): Nobuyuki Hara (Nobuyuki.H), Shinichi Seya (About.SS), Naoki Kodaka (Kodaka San)
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 13-04-1990 (JP), Junho de 1990 (EUA), Algures em 1990 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Batman (JP)
Estado: Incompleto, apenas cartucho e caixa protectora
Condição: Excelente
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para me lembrar.

O morcego está à espreita!
Durante os anos 90 era bastante comum qualquer coisa que fizesse sucesso tanto no cinema como na televisão ter direito a uma vasta linha de merchandise, brinquedos, roupa e claro, videojogos. Os filmes eram sobretudo um dos alvos mais apetecíveis para quem fazia jogos pois significava dinheiro rápido e fácil quando um blockbuster estava para ser lançado, pelo que ter uma licença para tal era imperativo. E nessa época foram muitos os jogos licenciados a serem produzidos com resultados bastante variados mas mais a tender para o mau o que lhes valeu a reputação que ainda hoje em dia têm. Contudo, nem todos cabiam neste saco e alguns tiveram a sorte e a honra de se distinguirem como excelentes jogos, em particular os que foram produzidos no Japão. O jogo que apresento aqui hoje é um excelente exemplo disso, sendo também de uma simplicidade excepcional face ao material em que se baseia. Este meu exemplar foi adquirido no final de Abril de 2019, por 9.90 na Play N' Play. Apesar de incompleto, o cartucho está como novo e quase que acredito que só devia ter sido utilizado uma vez. Quanto à caixa, já a refiz e está pronta para impressão.

17 de junho de 2019

Cold Fear

A artwork é interessante.
Desenvolvido por: Darkworks
Publicado por: Ubisoft
Director: Antoine Villette
Produtor: Florian Desforges
Designer: Nicholas Castaing
Artistas): Arnaud Barros, Frédéric Michel
Argumentista(s): Guillaume Gouraud, Antoine Villette
Compositor: Tom Salta
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, PC
Lançamento: 15-03-2005 (EUA), 30-03-2005 (EU) 
Género(s): Survival Horror, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (337KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Muito boa, poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Tinha autocolantes mas tirei-os.
Survival Horror, um género apreciado por muitos que ao longo dos tempos veio a evoluir, proporcionando-nos experiências únicas, algumas boas mas outras nem por isso. Na PS2 existem bastantes exemplos, alguns bastantes bons, outros mauzitos, com a sua dose de jogos comuns, outros tantos incomuns e claro, as raridades que nem sempre valem aquilo que pedem por elas. Mas cada jogo vale aquilo que achamos ser o certo a pagar pelo mesmo e não é isso que está em causa. Continuando a explorar o enorme catálogo de PS2, eis que me deparo com um título que procurava praticamente desde a altura em que foi lançado sem grande sucesso. Só o tinha experimentado em PC e pensei que a versão de PS2 era aquela que devia procurar, só porque sim (a de PC é tecnicamente superior). Foi preciso chegar ao mês de Maio de 2019 para finalmente achar um exemplar do jogo, ainda que usado mas em muito bom estado, que me custou 10 euros, numa loja de artigos em segunda mão aqui na zona.

10 de junho de 2019

Crisis Zone

A artwork é meh.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco
Produtor: Takashi Sano
Plataforma(s): PlayStation 2, Arcade
Lançamento: 17-09-2004 (EU), 19-10-2004 (EUA) (PlayStation 2)
Género: On Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (80KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com G-Con45, Compatível com G-con2
Outros nomes: Time Crisis - Crisis Zone (EUA)
Estado: Completo
Condição: Muito boa, muito poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o bastantes vezes por esta altura.

Limpinho e sem autocolantes!
Nestes últimos anos o meu gosto por Rail Shooters teve um súbito crescimento, o que me levou a procurar praticamente todos aqueles mais famosos (e bons) que saíram em consolas. Nesta minha demanda, onde apenas me resta encontrar dois jogos (um na PS2 e outro na Wii) deparei-me com boas surpresas. Um dos jogos é o mesmo que trago até aqui hoje, que embora conhecesse de nome e por ter visto alguns vídeos, nunca o tinha experimentado nem nas arcadas nem na PS2. Este exemplar foi adquirido durante o mês de Maio de 2019 por €3.50, na CeX do Almada Fórum estando em muito bom estado considerando que se trata de um jogo usado.

3 de junho de 2019

Time Crisis II

A boxart podia ser melhor.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco
Produtor: Takashi Sano
Plataforma(s): PlayStation 2, Arcade
Lançamento: 01-10-2001 (EUA), 04-10-2001 (JP), 19-10-2001 (EU) (PlayStation 2)
Género: On Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (80KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com iLink (1-2 jogadores), Compatível com G-Con45, Compatível com G-con2
Estado: Completo
Condição: Boa, algumas marcas de uso no geral
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes.

Sem autocolantes foleiros.
Para quem cresceu durante os anos 80/90, os salões de jogos eram parte integrante da cultura pop dessa época e imensos jogos popularizaram-se devido a isso. E com essa crescente popularidade muitos acharam o seu caminho até às nossas casas proporcionando a mesma acção e divertimento que podíamos viver nesses mesmo salões mas no conforto do nosso lar. Um dos géneros mais apreciados, os On Rail Shooters, ganharam imensa força nos anos 90 com o aparecimento de Virtua Cop e mais tarde Time Crisis, duas séries excelentes e de uma simplicidade incrível, com bastantes diferenças entre si ainda que o objectivo seja o mesmo: disparar contra tudo o que seja vilão. O jogo que trago até aqui hoje faz parte da saga Time Crisis e era bastante aguardado depois da primeira entrega, tendo feito gastar milhares de moedas a todos quanto visitavam os salões por esse mundo fora. Este meu exemplar foi adquirido em Abril de 2019, tendo custado €3.50 numa feirinha de rua aqui na zona.

27 de maio de 2019

Ghost Squad

É disparar para onde ele aponta!
Desenvolvido por: Sega AM2, Polygon Magic (Wii)
Publicado por: Sega
Director(es): Naoya Taniguchi, Shinsuke Imai
Produtor: Jaga
Designer(s): Tomoharu Oiyama, Minoru Sugiyama, Eri Watanabe
Compositor(es): Masayuki Maruyama
Plataforma(s): NintendoWii, Arcade
Lançamento: 23-10-2007 (JP), 20-11-2007 (EUA), 18-01-2008 (EU)
Género: On-Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores, Multiplayer até quatro jogadores
Media: Wii Optical Disc (8.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da consola, Compatível com Wii Zapper
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes.

Os quatro mandamentos.
Durante os anos 90 era recorrente visitar salões de jogos, sobretudo durante os intervalos das aulas pois existia um convenientemente localizado ao lado da escola, ou até mesmo na hora de almoço que era mais dilatada e assim dava para jogar mais do que um jogo apenas. Neste salão em particular, existiam as máquinas mais recentes e que estavam na berra, tanto da Sega como da Namco com os seus designs extravagantes em alguns casos e que rapidamente atraíam quem entrava no espaço fosse pelas suas dimensões, artwork colorido a decorar a máquina ou o som potente que saía da mesma. E muita moeda for gastas nestas mesmas, fossem jogos de corridas, luta e claro, os rail shooters, esse género hoje em dia praticamente perdido mas que devemos preservar por ser tão divertido e icónico dessa época. O jogo que trago até aqui hoje, infelizmente nunca joguei numa arcade mas assim que tive oportunidade, adquiri a versão Wii que é a melhor coisa logo a seguir. O exemplar em questão foi adquirido entre Março e Abril de 2019 tendo custado cerca de 16 euros, na Amazon.

20 de maio de 2019

Ghosts 'N Goblins

Capa da versão americana.
Desenvolvido por: Capcom USA (Arcade), Micronics (NES/Famicom)
Publicado por: Capcom
Director: Tokuro Fujiwara (Fuji)
Designer(s): Masahiko Kurokawa (Black), Kazuo Hasegawa (Hasse)
Compositor(es): Harumi Fujita (Hal), Ayako Mori (Wood)
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Wii (VC), WiiU (VC) e muitas outras
Lançamento: 13-06-1986 (JP), 01-11-1986 (EUA), 23-03-1989 (EU) (NES/Famicom)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: 魔界村 Makaimura que traduzindo dá algo como "Demon World Village" (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes porque tem de ser assim para se ver o final.

Challenge Series, o nome assenta.
Para terminar este ciclo de jogos clássicos em formato digital, deixei para o fim um dos jogos mais famosos e infames de sempre na NES. Refiro-me pois então a Ghosts 'N Goblins, um jogo que tanta gente fez chorar, gritar, partir comandos e até consolas muito provavelmente, isto já para não relembrar os chorrilhos de palavrões e aliterações que ainda hoje fazemos sempre que jogamos este título. A sua dificuldade é lendária e nunca lembrada por ser desafiante mas sim frustrante ao ponto de morrermos por dentro sempre que o jogo nos decide pregar uma nova partida só porque sim, porque pode, porque foi programado deste modo desumano e irracional. A minha história com a saga deve provavelmente ter começado com a versão SNES de Super Ghouls 'N Ghosts que faz parte desta saga e sofre dos mesmos males, que se traduzem invariavelmente na dificuldade absurda. Confesso que nunca gostei de nenhum dos jogos, tendo jogado várias versões, inclusive as de arcade presentes na Capcom Classics Collection Vol.1 (já aqui analisada). Mas a versão de Mega Drive sim, essa vale a pena jogar e se possível ter na colecção pois é um port excelente e a dificuldade é justa sem se tornar frustrante. Mas vamos ao que interessa.

13 de maio de 2019

StarTropics

A capa não é de facto muito bonita.
Desenvolvido por: Nintendo R&D3, Locomotive Corporation
Publicado por: Nintendo
Director: Genyo Takeda
Designer: Makoto Wada
Compositor: Yoshio Hirai
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Wii (VC), WiiU (VC)
Lançamento: 01-12-1990 (EUA), 20-08-1992 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Parte traseira da capa americana.
Durante os anos 90, o meu contacto com a NES não foi tão abrangente quanto queria pois pouco tempo depois de receber a minha, tive a sorte de receber a SNES e rapidamente voltei a meter a NES na caixa. Ainda assim tive oportunidade de explorar os jogos mais famosos aos quais tive acesso na altura. Com o passar dos anos e o surpreendente poder da emulação, experimentei praticamente todos aqueles que desde miúdo me enfeitiçaram com as suas capas e artwork apelativas mas que em muitos casos eram apenas um enorme engodo para jogos medíocres. Um dos jogos que me passou completamente ao lado foi StarTropics, um jogo cuja capa é tudo menos apelativa para além de ser bastante raro vê-lo à solta na natureza. Na altura confesso que nunca o vi sem ser em revistas da especialidade e hoje em dia também não deverá ser fácil encontrá-lo sem ter de recorrer ao eBay. Com a NES Mini, tive a oportunidade de o jogar como deve ser e assim o fiz prontamente.

6 de maio de 2019

Zelda II - The Adventure of Link

Capa da versão americana.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director(es): Tadashi Sugiyama, Yoichi Yamada
Produtor: Shigeru Miyamoto
Designer: Kazunobu Shimizu
Argumentista: Takashi Tezuka
Compositor: Akito Nakatsuka
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom Disk System, GameCube, Game Boy Advance
Lançamento: 14-01-1987 (JP), 26-09-1988 (EU), 01-12-1988 (EUA) (Versão NES/Famicom)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e bastou.

Parte traseira da versão americana.
Uma das sagas mais apreciadas pelos fãs Nintendo é sem dúvida The Legend of Zelda. Cada jogo é uma nova aventura e raramente existe ligação directa alguma a jogos anteriores. Contudo existem algumas excepções dentro da saga e o jogo que aqui trago hoje é uma dessas mesmas. A minha experiência com este mesmo é bastante recente pois mesmo no passado nunca tive acesso directo ao cartucho tendo apenas experimentando o mesmo via emulação e não tendo nada gostado do que vi e joguei. O meu percurso com esta saga teve início na SNES ainda que o primeiro jogo que tenha acabado foi o Link's Awakening no Game Boy pois foi o primeiro que tive (e ainda tenho) na colecção, sendo sem dúvida um dos meus favoritos de sempre. Quanto a Zelda II - The Adventure of Link, só com a chegada da NES Mini é que tive coragem e paciência para pegar nisto e dar-lhe a devida atenção, tentando-me abstrair dos muitos problemas que este jogo apresenta, na minha modesta opinião.

29 de abril de 2019

Metroid

Capa da primeira versão americana do jogo.
Desenvolvido por: Nintendo R&D1, Intelligent Systems
Publicado por: Nintendo
Director: Satoru Okada
Produtor: Gunpei Yokoi
Artista(s): Hiroji Kiyotake, Hirofumi Matsuoka, Yoshio Sakamoto
Argumentista: Makoto Kano
Compositor: Hirokazu Tanaka
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom Disk System, Wii, WiiU, Nintendo 3DS, GameCube, Game Boy Advance, Nintendo Switch
Lançamento: 06-08-1986 (JP), 15-08-1987 (EUA), 15-01-1988 (EU) (Versão NES/Famicom)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Sistema de passwords
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

Parte traseira da versão americana.
Metroid é sem dúvida uma das minhas sagas favoritas de todos os tempos. Mas invariavelmente não foi pelo primeiro jogo da saga que iniciei a minha aventura. A minha história com Metroid começou no Game Boy, onde joguei Metroid II pela primeira vez algures mais para o final de 1992, tendo sido emprestado por um colega de turma. Inicialmente achei o jogo estranho, confuso até devido à sua natureza labiríntica, mas havia ali qualquer coisa que me apelava a continuar a jogar. E assim continuei a demanda até ter chegado ao final que na época foi um acontecimento pois muitos achavam este jogo difícil e entediante. Obviamente não me fiquei por aqui e procurei jogar o anterior, numa tentativa de compreender melhor a história. Outro colega de escola emprestou-me o cartucho e digamos que a experiência não foi a melhor. Deparei-me com um jogo nitidamente inferior em todos os aspectos ainda que aquele ambiente cativante lá estivesse. Contudo, não fui capaz de perseverar e acabar o jogo pois pouco tempo depois estava a jogar Super Metroid e não queria outra coisa. Alguns anos mais tarde tentei novamente via emulação e nada. Seguiu-se na GameCube e outra tentativa falhada. Eis que chega a NES Mini e desta vez fui mesmo ao castigo, full throtle.

22 de abril de 2019

Castlevania II - Simon's Quest

A artwork é excelente.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Hitoshi Akamatsu
Artista: Noriyasu Togakushi
Compositor(es): Kenichi Matsubara, Satoe Terashima, Kouji Murata
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom Disk System, PC, Wii, WiiU, Nintendo 3DS
Lançamento: 28-08-1987 (JP), 01-12-1988 (EUA), 27-04-1990 (EU) (Versão NES/Famicom)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Sistema de passwords
Outros nomes: (ドラキュラII 呪いの封印 Dorakyura Tsū: Noroi no Fūin que se traduz por Dracula II: The Seal of the Curse) (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e penso que chega por agora.

Parte traseira da capa americana.
Continuando a minha viagem pelo tempo, a saga Castlevania tem sem dúvida alguma a sua marca bem presente desde sempre. E a minha paixão pela mesma deve-se em grande parte aos títulos que saíram no Game Boy e não aos clássicos de NES pois a minha experiência com esses foi praticamente nula na época tendo apenas jogado o primeiro algumas vezes mas nunca tive acesso nem ao segundo e muito menos ao terceiro jogo em suporte físico. O meu conhecimento acerca destes devia-se sobretudo às revistas da especialidade que consumia com gosto e avidamente onde ficava a saber mais sobre tudo quanto era jogo. A existência de uma sequela do Castlevania original na NES era para mim algo grandioso e tinha a noção que era bem diferente da excelente versão de Game Boy. Apenas não sabia que era... pior. Alguns anos mais tarde lá experimentei o jogo via emulação e posteriormente através da Konami Collector's Series em PC. Digamos que não passei muito tempo de volta do mesmo e só quando chegou a NES Mini é que decidi que era o momento de voltar a explorar aquele mundo e tentar chegar ao final. E assim foi.

19 de abril de 2019

Jogalhões de Força - O 10º aniversário!

Lamento mas não sobrou bolo!
Há precisamente 10 anos atrás, o Jogalhões de Força abria as suas portas ao mundo. Se me dissessem que 10 anos depois ainda iria estar activo muito provavelmente não iria acreditar pois já larguei projectos de maior envergadura por muito menos. Mas o certo é que esta ideia surgiu da necessidade de manter alguma organização na colecção que está sempre a crescer e são poucos os sítios onde se possam manter a dita organizada de maneira personalizável e de fácil acesso, com controlo total de tudo, sejam os jogos, fotos e afins. As análises vieram por acréscimo pois inicialmente isto seria apenas para ter a lista de jogos e fotos dos mesmos mas como já tinha escrito algumas para sites e fóruns, peguei nas mesmas e inseri nos posts de forma a complementar mais as coisas e haver algo mais para ver, ler e explorar. E eis que volvidos 10 anos isto ainda continua a seguir essa fórmula, tendo sofrido algumas ligeiras modificações e melhoramentos, com mais ou menos coisas publicadas onde existiram alguns períodos de "seca" por falta de tempo, paciência ou simples bloqueio editorial mas nunca por falta de jogos. Noutros períodos como foi o caso recentemente (e mesmo há uns anos atrás), todos os dias havia uma análise nova. Mas neste momento, posso afirmar que tenho a lista em dia, com novas análises a serem lançadas mas numa base semanal pois são coisas que já joguei mas não são numerosas o suficiente para justificar serem lançadas diariamente. Além do mais tenho ainda alguns jogos (tanto recentes como antigos) para jogar na estante o que fará com que não faltem análises futuras. E a wishlist vai sempre crescendo no que concerne a jogos antigos portanto o retro há-de estar sempre activo por estes lados.

Este foi o primeiro banner do blog!
Resta-me agradecer a todos os seguidores, leitores e visitantes que vão aparecendo para ver o que se passa por estas bandas, nesta era onde é mais fácil ter sucesso com um canal de YouTube do que a escrever. Mas eu gosto assim e há que manter vivas certas tradições para que não caiam no esquecimento. Um bem haja a todos!

15 de abril de 2019

Mega Man 2

Fantástica arte de Marc Ericksen.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Akira Kitamura
Produtor: Tokuro Fujiwara
Artista(s): Yasuaki Kishimoto, Naoya Tomita, Keiji Inafune, Akira Kitamura
Compositor: Takashi Tateishi
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom e uma data de outras plataformas
Lançamento: 24-12-1988 (JP), 11-06-1989 (EU), 14-12-1990 (JP) (Versão NES/Famicom)
Género: Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades(s): Sistema de passwords
Outros nomes: RockMan 2: Dr. Wily no Nazo (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

Quem será aquele tipo?!
Apesar de não ser uma das minhas sagas favoritas, Mega Man sempre teve o seu lugar algures na minha colecção por ser daquelas séries de jogos onde vamos sempre encontrar algum do qual gostamos. Invariavelmente, a minha história com Mega Man não começou no original de NES mas sim na versão de Game Boy, que comporta o subtítulo Dr. Wily's Revenge e é uma espécie de adaptação do jogo original com algumas concessões e diferenças no geral. Não foi jogo que tivesse adorado na época até porque consegue ser mais difícil que o da NES pelas razões erradas mas havia ali qualquer coisa que me fazia voltar sempre à carga. Eis que surge a sequela e foi jogo que desde logo quis experimentar. E gostei tanto que ainda a tenho na colecção (cuja análise podem ler aqui no blog). Mais tarde seguiu-se Mega Man X2 na SNES (que também podem ficar a conhecer por estas bandas) e desde então nunca mais toquei em nenhum jogo até chegar a NES Mini com o famoso Mega Man 2, tido em conta por imensos fãs como um dos melhores jogos da saga.

8 de abril de 2019

Castlevania

Esta ilustração é épica.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Hitoshi Akamatsu
Produtor: Akihiko Nagata
Artista: Noriyasu Togakushi
Compositor(es): Kinuyo Yamashita, Satoe Terashima
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, Famicom, Famicom Disk System, Game Boy Advance, PC
Lançamento: 01-05-1987 (EUA), 19-12-1988 (EU), 15-02-1993 (JP) (Versão NES/Famicom)
Género: Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Akumajo Dracula (悪魔城ドラキュラ) (JP)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.

Parte traseira da capa americana.
Castlevania, essa saga que tem tanto de clássica como de intemporal compreende uma vasta série de jogos em múltiplas plataformas, que tantas horas de diversão proporcionaram a todos os fãs da mesma. Mas há jogos mais conhecidos e amados do que outros sendo que a versão NES é possivelmente a mais conhecida e que mais pessoas jogaram. A minha história com a saga, curiosamente não começou por este jogo mas sim pelo primeiro título no Game Boy (já aqui analisado), que embora seja um jogo medíocre e longe do que a versão NES tem para oferecer, continua a ter o seu merecido lugar de destaque e nostalgia até porque é também um jogo completamente diferente. Quando joguei a versão NES no hardware original, algures nos anos 90, a minha experiência não foi a melhor pois já tinha entretanto jogado Belmont's Revenge no Game Boy (também aqui analisado) e sempre considerei esse jogo superior em todos os aspectos. Alguns anos mais tarde voltei a jogar a versão PC que é virtualmente idêntica à de NES e aí sim, tirei todo o gozo que podia do jogo até me fartar. Mais recentemente foi na NES Mini que voltei a reviver a experiência e sinceramente continuo a achar que só por uma questão de nostalgia é que muita gente gosta deste jogo.

1 de abril de 2019

Double Dragon II - The Revenge

A artwork desta época é excelente.
Desenvolvido por: Technos Japan
Publicado por: Technos Japan
Director: Hiroyuki Sekimoto
Designer: Hiroyuki Sekimoto
Compositor: Kazunaka Yamane
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, PC Engine, Virtual Console
Lançamento: 22-12-1989 (JP), Janeiro 1990 (EUA), Algures em 1990 (EU) (Versão NES)
Género: Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Funcionalidades: Nenhumas
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, uma em Normal e outra na dificuldade mais elevada para ver o verdadeiro final.

Parte traseira da versão americana.
Double Dragon é daqueles nomes que hoje em dia caíram no esquecimento e muitos dos chamados "gamers" actuais nem sequer sabem o que é. Mas nos anos 90, Double Dragon gozava de um sucesso sem precedentes muito devido às suas origens nos salões de jogos mas acima de tudo porque existiam N versões para tudo quanto era computador e consola. Ainda que os jogos em si não fossem grande coisa, existindo melhores alternativas, o certo é que todos queriam jogar, fosse que versão fosse. O meu contacto com a saga curiosamente foi com Double Dragon II e não com o original, mais concretamente a versão de PC que tenta ser fiel à versão arcade mas falha miseravelmente no departamento técnico e acima de tudo na jogabilidade pois muito raramente passava do primeiro nível e quando isso acontecia não ia longe no segundo. Mas foi sem dúvida no Game Boy onde passei mais tempo a jogar o original (cuja análise podem ler aqui no blog) e a sua sequela que é um jogo completamente diferente de todos os outros e acima de tudo bem melhor que o original (infelizmente não tenho este para o poder analisar). Mas hoje o que interessa é a versão de NES, presente na NES Classic Mini e embora já a tivesse experimentado via emulação, foi nesta pequena consola que realmente passei mais tempo com o jogo.

25 de março de 2019

Ninja Gaiden

A excelente cover art americana.
Desenvolvido por: Tecmo
Publicado por: Tecmo
Director: Hideo Yoshizawa
Artista: Masato Kato
Argumentista: Hideo Yoshizawa
Compositor(es): Keiji Yamagishi, Ryuichi Nitta
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, NES Classic Mini, PC Engine, Super Nintendo
Lançamento: 09-12-1988 (JP), Março 1989 (EUA), 15-08-1991 (EU) (Versão NES)
Género: Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Ninja Ryūkenden (忍者龍剣伝) (JP), Shadow Warriors (EU)
Media: Não se aplica
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e penso que chega.

Parte da traseira da versão americana.
Durante os anos 90 tive a sorte de ter tido um contacto enorme com imensos jogos de Game Boy, visto que era uma das consolas mais populares entre a criançada da altura. Quase todos os miúdos tinham um e aqueles que não tinham (ou porque não podiam ou já tinham uma Game Gear) não deixavam de sentir uma pontinha de inveja de ver todos os outros agarrados à pequena máquina da Nintendo e a trocar jogos uns com os outros. Num desses momentos, tive oportunidade de jogar Ninja Gaiden Shadow, um simples jogo com um ninja onde o objectivo era impedir um vilão de se apoderar do destino da humanidade tendo para isso que passar os vários níveis e bosses. Para mim, foi o jogo que me introduziu esta saga e ainda hoje é um dos meus favoritos no Game Boy ainda que infelizmente nem sequer tenha o cartucho (e é também um dos jogos mais caros, curiosamente). Fiquei apenas com o manual de instruções que me tinham emprestado também com o jogo nessa época. Mas embora este tenha sido o meu primeiro jogo da saga Ninja Gaiden, é certo que já a conhecia de ver nas revistas da especialidade e sabia que existia três jogos na NES, jogos esses que nunca tinha visto à venda por cá e muito menos os tinha jogado no hardware original. Anos mais tarde, experimentei via emulação e tive a surpresa de serem muito mais difíceis que o jogo de Game Boy (até porque esta versão é completamente diferente) ainda que divertidos. Com a chegada da NES Classic Mini pude finalmente jogar o original com calma e muita, mas muita paciência e save states pelo caminho.