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14 de fevereiro de 2019

Fighters Destiny

Não é das melhores covers de sempre...
Desenvolvido por: Genki
Publicado por: Ocean Software (EUA), Infogrames (EU), Imagineer (JP)
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 31-01-1998 (EUA), 01-03-1998 (EU), 11-12-1998 (JP)
Género: 3D Fighting
Modos de jogo: Diversos modos para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 96-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Pak, Compatível com Rumble Pak.
Outros nomes: Fighting Cup (JP)
Estado: Completo.
Condição: Aceitável, a caixa e o manual sofreram com os anos
Viciómetro: Acabei-o diversas vezes, tendo desbloqueado tudo.

(Fun fact: "Socorram-me em Marrocos" escrito ao contrário é exactamente a mesma coisa.)

Tudo em espanhol.
Cada jogo que entra na colecção podia ter uma história mas nem sempre isso acontece. Simplesmente compramos o dito quando sai ou numa promo mais tarde e é isso. Vai para a estante ou para o armário até ser jogado. Mas outros têm histórias para serem contadas. O jogo que apresento aqui hoje faz parte desse clube. Comecei por adquiri-lo algures em 1998 pouco depois de ter saído, tendo em conta o que via e lia nas revistas das especialidade. O hype era elevado e rapidamente quis meter as mãos nele pelo que falei com o meu contacto na Concentra que prontamente me arranjou o jogo, coisa que na altura me custou o equivalente a 50€. Um bom negócio considerando os preços da época. Joguei até à exaustão e meti na cabeça que deixei de gostar do jogo, sabe-se lá porquê, numa daquelas diarreias mentais que por vezes ocorrem. Um amigo meu queria o jogo e vendi-o ao mesmo preço não tendo tido prejuízo. Anos mais tarde vi que tinha feito borrada pois sempre adorei aquele jogo mas agora não havia volta a dar. Porém, algures no final do ano de 2017, o jogo voltou a surgir-me no caminho, e ainda que este exemplar não esteja na condição impecável que o meu original estava, não podia fazer vista grossa. Levei-o para casa e dei-lhe um bom lar ao pé dos outros todos. Foi adquirido no local do costume, a Play N' Play, por 19.95€.

6 de julho de 2011

Wave Race 64

Jet Skis, what else?
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Designer: Shigeru Miyamoto
Compositor: Kazumi Totaka
Plataforma(s): Nintendo 64, iQue, Virtual Console
Lançamento: 27-09-1996 (JP), 05-11-1996 (EUA), 29-04-1997 (JP)
Género: Corridas
Modos de jogo: Modo Championship, Warm Up, Time Trial e Stunt para um jogador , Modo Vs. em splitscreen para dois jogadores
Media: Cartucho de 64-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Pak, Compatível com Rumble Pak, Compatível com Expansion Pak
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.

(Este Verão anda muito murcho.)

Esta está limpinha!
A Nintendo 64 foi sem dúvida uma das consolas que me fez criar mais expectativas até hoje, não só por ser Nintendo mas também pelos jogos que iria ter, futuramente. Quando finalmente foi lançada, fiquei surpreendido com os títulos desde o soberbo Super Mario 64, a Turok, um dos primeiros FPS que apareceram na consola, passando por outros títulos como o excelente Blast Corps que não se enquadra em nada e o jogo de hoje, que é um simples jogo de corridas com uma particularidade: tem muita água. E se calhar foi mesmo isso que me chamou à atenção. Este meu exemplar veio em boa altura, pois foi-me cedido pelo meu contacto na Concentra. Muito dinheiro poupei nesta altura, só em jogos. :)

19 de junho de 2011

Turok 2 - Seeds of Evil

Capa com textura, nice!
Desenvolvido por: Iguana Entertainment
Publicado por: Acclaim Entertainment
Plataforma(s): Nintendo 64, PC
Lançamento: 11-12-1998 (EU), 21-12-1998 (EUA), 18-06-1999 (JP)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer em splitscreen para até quatro jogadores
Media: Cartucho de 256-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Pak, Compatível com Rumble Pak, Compatível com Expansion Pak
Outros nomes: Violence Killer: Turok New Generation (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Domingo, dia de nada dizer.)

O autocolante não podia faltar...
Um dos primeiros jogos que joguei na N64 foi o saudoso Turok - Dinosaur Hunter, corria o ano de 97. Imediatamente fiquei fascinado com tudo naquele jogo, desde os gráficos que não se pareciam com nada que tivesse visto até essa data numa consola, até à jogabilidade que era quase como jogar com teclado e rato visto ser tão precisa e fluída. Como é de calcular, soube-me a pouco, embora tivesse demorado algum tempo até o terminar, repetindo a dose vezes sem conta pois o jogo era e continua a ser bom. Quando a sequela foi anunciada, fiquei em êxtase pois era daquelas coisas que estava mais do que à espera e lembro-me que ao ver as primeiras imagens, o fascínio teve tendência a agravar-se ainda mais. Mas a verdade é que quanto mais jogamos, tal como qualquer outra experiência na vida, mais aprendemos e sabemos que as coisas nem sempre são tão boas quanto aquilo que estamos à espera. No caso do jogo que aqui trago hoje, é mesmo isso que aconteceu pois revelou ser inferior ao primeiro em vários aspectos, não fazendo dele, contudo, um mau jogo. Mas também não é fabuloso. Este meu exemplar, adquiri-o usado mas em excelentes condições por cerca de 45 euros, isto ainda na altura do escudo. Foi na tal loja aqui em Almada, que já não existe.

5 de junho de 2011

Top Gear Rally

Um carro muito estranho.
Desenvolvido por: Boss Game Studios
Publicado por: Kemco (JP/EU), Midway Games (EUA)
Compositor: Barry Leitch
Plataforma(s): Nintendo 64, PC, Game Boy Advance
Lançamento: Outubro de 1997
Género: Corridas
Modos de jogo: Modo Arcade e Career para um jogador, Multiplayer para dois jogadores
Media: Cartucho de 64-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Pak, Compatível com Rumble Pak
Outros nomes: Boss Rally (Versão PC)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Joguei-o até não ter nada mais para oferecer.

(Domingo, dia de nada fazer.)

Autocolante feio, este caixa tem um!
Na época em que a Nintendo 64 foi lançada criou-se uma enorme expectativa relativamente aos jogos que iriam ser lançados, pois apregoava-se muito o poder dos 64-bit da consola e das suas capacidades gráficas. Contudo, muitos dos jogos conseguiam ser inferiores aos da PlayStation, mesmo tendo estes a sua pixelização e outros artefactos menos simpáticos, isto tudo porque a N64 tinha uma espécie de maldição a começar pelo formato escolhido: os cartuchos. Porém isto não a fez ter jogos inferiores, antes pelo contrário. O jogo de hoje prova ser um bom exemplo, que não prima pelos visuais nem pelo som, muito menos pelos carros licenciados mas sim pela física e pela excelente jogabilidade. Este meu exemplar foi comprado há uns bons aninhos ao meu contacto na Concentra por um preço simbólico, pouco tempo depois de ter sido lançado por cá.

22 de maio de 2011

The Legend of Zelda - Ocarina of Time

Needs more gold!
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director(es): Shigeru Miyamoto, Yoichi Yamada, Eiji Aonuma, Yoshiaki Koizumi
Produtor(es): Shigeru Miyamoto
Artista: Yusuke Nakano
Argumentista(s): Toru Osawa, Shigeru Miyamoto,Yoshiaki Koizumi
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Nintendo 64, Nintendo GameCube, iQue Player,, Virtual Console, Nintendo 3DS
Lançamento: Versão N64 - 21-11-1998 (JP), 23-11-1998 (EUA), 11-12-1998 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 256-megabit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso no cartucho
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o quatro vezes na N64.

(É domingo, capitão óbvio.)

Lá está o maldito autocolante...
Certos jogos marcam épocas, seja pelas proezas técnicas que desempenharam ou simplesmente porque foram lançados em conjunto com uma consola nova. No entanto outros não se enquadram em nenhum destes cenários mas sim no da expectativa que criaram ainda antes do lançamento e posteriormente no culto que geraram devido a serem tão especiais. O jogo de hoje é um dos melhores exemplos de que há memória pois para além de ser um ícone de excelência de uma consola, marcou uma geração de jogadores bem como virou uma página na história. Este meu exemplar chegou-me às mãos pouco depois do seu lançamento europeu, baratinho ainda que não me lembre ao certo quanto paguei pelo mesmo. Mas considerando que foi uma aquisição por fora ao meu contacto na Concentra, terá sido uma verdadeira pechincha! :) Belos tempos, belos tempos...

2 de maio de 2011

Mace - The Dark Age

Repro que combina as caixas PAL e NTSC.
Desenvolvido por: Midway Games
Publicado por: Midway Games
Plataforma(s): Nintendo 64, Arcade
Lançamento: Outubro de 1997 (EUA), Novembro de 1997 (EU)
Género(s): 3D Fighting
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 96-megabit
Funcionalidades: Gravação de dados no Memory Pak
Estado: Incompleto, não tem manual nem caixa
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes, tanto na N64 com nas arcadas.

(O tempo nunca mais se decide a ficar realmente bom.)

É mesmo tudo o que ali diz.
Sempre foi do conhecimento geral que muito jogos das arcadas tiveram direito a conversões para consolas caseiras. Isto tudo por uma questão de lucrar ainda mais pois deste modo o mesmo jogo chega virtualmente a todos, em diversos suportes maximizando o proveito de quem vende e de quem compra. Claro que nem todos os jogos tiveram direito a conversões, tendo muitos deles ficado pelos salões de jogos esquecidos no tempo. O jogo de hoje poderia ter sofrido esse destino se não tivesse sido adaptado para a velhinha Nintendo 64 em 1997, pois a versão de PlayStation foi cancelada. E uma boa adaptação, diga-se de passagem. Este exemplar que figura na minha colecção encontra-se incompleto pois pertencia a um amigo meu, que provavelmente também já nem se lembra e muito menos o quererá de volta. Manual e caixa ficaram com ele e também já não devem existir.

5 de abril de 2011

Lylat Wars

Caixa enoooorme!
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Takao Shimizu
Produtor: Shigeru Miyamoto
Artista: Takaya Imamura
Argumentista: Mitsuhiro Takano
Compositor(es): Koji Kondo, Hajime Wakai
Plataforma(s): Nintendo 64, iQue Player, Virtual Console, Nintendo 3DS
Lançamento: 27-04-1997 (JP), 30-06-1997 (EUA), 20-10-1997 (EU)
Género(s): 3D Shoot 'em up, On Rail Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multiplayer local para até 4 jogadores.
Media: Cartucho de 96-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho. Compatível com Rumble Pak.
Outros nomes: Star Fox 64 (EUA, JP)
Estado: Completo.
Condição: Impecável.
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes mesmo.

(Temperatura agradável lá fora convida a uma saída.)

Mais um belo autocolante da Concentra...
A ideia de ter animais a fazerem o papel de pessoas nos jogos sempre foi algo muito recorrente neste mundo. Desde muito cedo vimos ouriços azuis supersónicos, tartarugas diabólicas e até macacos e gorilas, a fazerem de tudo e mais alguma coisa. A coisa parece ter sempre resultado bem, pois nem sempre achamos piada aos jogos serem com pessoas, coisa que hoje em dia é muito comum. Mas há dez ou quinze anos atrás, tudo tinha aspecto de boneco e era normalíssimo. Seguindo esta tradição, Shigeru Miyamoto e Takaya Imamura, decidiram usar animais para integrar o elenco de uma saga bem conhecida nas consolas Nintendo. O resultado não poderia ter sido melhor mas já lá vamos. Antes de mais nada, o meu exemplar foi adquirido pouco antes de ter sido lançado cá, uma semana ou assim, cortesia do meu contacto na Concentra. Foi coisa para me ter custado cerca de 40 euros, uma boa diferença face ao preço de venda ao público que devia ser coisa para rondar os 70/80 euros nessa época. Vem acompanhado do Rumble Pak, um acessório que permite activar a vibração do comando para os jogos que estejam programados para tal.

26 de março de 2011

Killer Instinct Gold

Outra repro que teve de ser feita.
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Chris Tilston, Kevin Bayliss, Mark Betteridge
Compositor: Robin Beanland
Plataforma: Nintendo64
Lançamento: 25-11-1996
Género(s): 2.5D Fighting
Modos de jogo: Modo arcade para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 96-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no Controller Pak e no cartucho.
Estado: Incompleto, falta o manual e a caixa.
Condição: Boa, apresenta ligeiras marcas de uso.
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, é um jogo de porrada...

(Fim de semana, tempo de abrandar... Ah, isso é que era bom! Aqui não se pára! Full Throtle!)

Traseira repro porque sim.
No anos 90 ainda os jogos caseiros se encontravam em expansão, as arcadas faziam as delicias de muitos de nós, com jogos visualmente mais atractivos e obviamente mais potentes em termos técnicos. Um dos géneros que mais atraia os curiosos era sem dúvida os de luta. Desde Street Fighter II a Mortal Kombat, imensas eram as moedas gastas nas máquinas só para matar o bichinho pois muitas vezes nem ao final se chegava devido à dificuldade escolhida por quem alugava ou explorava a máquina. Claro que com algum treino, 50 escudos chegavam para acabar o jogo. Mas o que realmente interessa no meio disto tudo é que muitos destes jogos arcade chegaram às nossas casas nas suas versões 16-bit, algumas bastantes fiéis aos originais. Sucederam-se os 32-bit e posteriormente os 64-bit da Nintendo, aparecendo mais algumas adaptações. Isto leva-nos ao jogo de hoje, uma adaptação de um jogo de luta das arcadas e que me chegou à colecção algures em 1997, por meios incertos. Sei que veio do meu contacto na Concentra mas o motivo de vir sem caixa nem manual, deve-se ao facto de ser um dos jogos que eles lá usavam para testar e passar o tempo. Pouco me importa e agradeço na mesma mas claro, apelo a quem souber, que me informe onde poderei arranjar a caixa e o manual. :)

10 de março de 2011

International Supestar Soccer 64

Capa tão feia...
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Osaka
Publicado por: Konami
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 01-06-1997 (EU), 31-07-1997 (EUA), 18-09-1997 (JP)
Género: Futebol
Modos de jogo: Exhibition, World League, International Cup, Penalty Shootout e Training, para um jogador e até quatro.
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: Compatível com N64 Memory Pak para gravação de progresso
Outros nomes: Jikkyou World Soccer 3 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Muitas horas de jogos nos vários modos.

(Hoje não tenho nada a declarar. Nada mesmo. :P)

Demasiado texto...
O futebol é daqueles desportos que está espalhado pelo mundo inteiro e que faz multidões pararem. É simples e quando jogado a sério e bem, é um espectáculo emocionante como qualquer outro, especialmente se for um campeonato do mundo e estivermos a torcer pelo nosso país. Claro que nem todos gostam o desporto-rei, sendo eu uma dessas pessoas. O não gostar é relativo, a minha posição é mais não "ligo nenhuma a menos que seja campeonato do mundo", ou talvez um jogo da liga inglesa ou italiana. Em Portugal, dispenso o nosso futebol por muitas e diversas razões. Mas como já é costume por estas bandas, isto não interessa nada! É apenas uma introdução ao jogo de hoje, que é de... futebol. Entrou na minha colecção em 1997, não sei bem em que circunstâncias, sou sincero. Penso que tenha sido a Concentra connection, é que nesse período de tempo, só pode mesmo ter sido isso... xD

27 de fevereiro de 2011

Duke Nukem 64

Repro baseada nas caixas PAL e NTSC.
Desenvolvido por: 3D Realms, Eurocom
Publicado por: GT Interactive
Motor gráfico: Build Engine
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 16-11-1997 (?)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para quatros jogadores
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: Compatível com N64 Memory Pak para gravação de progresso, Compatível com Rumble Pak.
Estado: Incompleto, falta a caixa e os manuais
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes e muitas horas gastas no multiplayer.

(Tarda mas não falha! Como é fim de semana tenho desculpa.)

Parte traseira com tratamento repro.
Censura. Sempre existiu e sempre existirá, um pouco por todo o lado. A sociedade institui um conjunto de normas e regras que fazem com que a censura existe mas no entanto em quantidades menores face ao antigamente. A televisão sempre foi um meio onde essa mesma é posta em prática com frequência, visto chegar a tanta gente. Os videojogos não são excepção pois durante algum tempo, foram alvo de pesadas políticas empresariais que visavam manter muitos elementos censurados devido a poderem gerar polémica e controvérsia em determinadas comunidades, nomeadamente as versões ocidentais e mais concretamente ainda, versões europeias. Hoje em dia, felizmente isso já não acontece e por norma, os únicos sítios onde censuram jogos é na Alemanha, Austrália e curiosamente no Japão, onde antigamente valia tudo. Bom, isto como é de calcular, tem tudo a ver com o jogo que trago aqui hoje, conhecido por ser polémico, atrevido mas acima de tudo extremamente divertido. Chegou-me à colecção em 1998, mais coisa, menos coisa, oriundo de parte incerta e a custo zero. Daí não ter nem caixa nem manual pelo que agradecia que alguma alminha me arranjasse esses itens em falta. Negoceio sempre pelo preço justo se for caso disso. :)

19 de fevereiro de 2011

DooM 64

Mais uma repro feita.
Desenvolvido por: Midway Games
Publicado por: Midway Games
Compositor: Aubrey Hodges
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 31-03-1997 (EUA) 02-12-1997 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: Compatível com N64 Memory Pak para gravação de progresso.
Estado: Incompleto, falta a caixa e os manuais
Condição: Boa, pequenas marcas de uso no autocolante.
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, é DOOM 64! :D

(Questões, dúvidas, criticas? É só deixarem nos comentários! Abertos 24 horas por dia e sem moderação. Agora vejam lá o que escrevem...)

Com bastante texto para ler.
No tempo da N64, havia um enorme cepticismo em torno da máquina e das suas capacidades, tudo isto devido às escolhas da Nintendo em termos de hardware. Numa época onde o CD-ROM prosperava e tudo era agora mais digital, com tempos de loading a esgotar a nossa paciência, optaram por continuar no passado e utilizar cartuchos. Sim, cartuchos, grandes, cinzentos, feios e com capacidade limitada. Armazenar dados era um castigo para grande parte dos programadores e estes tinham de inventar novas técnicas para conseguirem enfiar toda a informação dentro de um circuito electrónico ou corriam o risco de ter de eliminar grande parte das suas ideias para o fundamental caber. Tristes tempos, sem dúvida mas se têm de culpar alguém por más escolhas, nem preciso de dizer quem será. O jogo de hoje sofreu um bocado por isso mas não deixa de ser bom. A sua história na minha colecção é um tanto incerta pois não foi comprado e muito menos oferecido. Também não o ganhei em nenhum concurso. Digamos que apareceu cá por volta de 1999, oriundo de parte incerta e de dono desconhecido. Daí só ter o cartucho, para grande infelicidade minha. Se porventura tiverem a caixa e manual ou se souberem onde encontrar, tenham a bondade de me informar. Aceito doações e até negoceio pelo preço justo. :)

12 de fevereiro de 2011

Blast Corps

Com esta capa, promete!
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Produtor(es): Mike Fukuda, Kenji Miki
Designer(s): Martin Wakeley, Chris Stamper
Argumentista: Leigh Loveday
Compositor: Graeme Norgate
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 28-02-1997 (EUA), 01-09-1997 (EU)
Género: Acção, Condução, Corridas, Puzzle, Demolição (?)
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: 3 Slots para gravação de progresso, Compatível com Controller Pak
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes, com tudo em platina.

(Próximo jogo a adquirir, Killzone 3. Está decidido! Isto não tem mesmo fim...)

Não comento este autocolante...
Em 1997, a PlayStation e a Sega Saturn estavam em alta, com os seus jogos 3D e som com qualidade de CD pois o suporte era CD-ROM enquanto a Nintendo 64 tentava arranjar o seu espacinho no meio destes dois gigantes. Ainda que tivessem tido a triste ideia de continuar a recorrer ao armazenamento de dados em cartuchos, cujo custo de produção era estupidamente abusado quando comparado ao custo de um CD, a Nintendo conseguiu prosperar dada a sua experiência dentro deste mercado. Muitos torciam o nariz ao formato mas a verdade é que os jogos conseguiam oferecer tanta ou mais qualidade quanto um jogo da concorrência em CD. E a verdade é que os 64-bit da Nintendo trouxeram-nos grandes surpresas em termos de jogos, alguns sendo sequelas de outros mais antigos mas também uma mão cheia de títulos novos e sobretudo originais, nunca antes vistos em consola alguma. O jogo que apresento aqui hoje é prova disso. Este chegou à minha colecção em 1997, não faço ideia em que mês foi mas sei que custou cerca de 6 mil escudos (na loja custava 12 mil) e foi resultado de uns negócios com o meu contacto na Concentra. Ou seja, arranjei vários compradores para N64's e automaticamente os jogos custavam-me metade. Belos tempos, bem que precisava de algo assim agora para a PS3.

22 de janeiro de 2011

GoldenEye 007

Bond... James Bond!
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Martin Hollis, Karl Hilton
Argumentista: David Doak
Compositor(es): Grant Kirkhope, Graeme Norgate, Robin Beanland
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 25-08-1997 (EUA, EU e AUS)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer local até 4 jogadores em simultâneo
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: 3 Slots para gravação de progresso, Compatível com N64 Rumble Pak
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas quatro vezes, em todas as dificuldades. Em Multiplayer, nem consigo contabilizar as tardes e horas perdidas... xD

(E cá está, a pedido de muitas famílias, o jogo que fazia juntar o pessoal nas tardes livres para darem tiros uns nos outros, aziarem e rirem que nem uns perdidos.)

Algumas destas imagens não correspondem ao jogo.
Bond, James Bond. Quem não conhece esta mítica frase provavelmente ou acabou de nascer e nem sequer consegue ler o que aqui escrevo ou é de outro planeta e acabou de chegar à Terra. Seja como for, James Bond é o agente secreto mais famoso de sempre quer seja pelo seu lado engatatão, quer seja pelos gadgets que usa ou até mesmo as aventuras em que se mete. E é inquestionável o facto que os seus filmes apesar de por vezes serem bastante manhosos, acabamos sempre por os querer ver pois mais uma aventura não faz mal a ninguém. Quando estas aventuras chegaram à forma de entretenimento digital que conhecemos como videojogos, o caso mudou de figura e agravou-se. Esta aventura em particular aterrou-me nas mãos pouco depois do seu lançamento mas sinceramente não sei bem como. Creio que este foi mais um daqueles jogos do período "Contacto na Concentra", ou seja, foi dado, oferecido, qualquer coisa por aí mas não me custou nada.

23 de dezembro de 2010

Super Mario 64

Mario voa, voa.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Produtor(es): Shigeru Miyamoto
Compositor(es): Koji Kondo
Plataforma(s): Nintendo64, iQue Player, Virtual Console
Lançamento: 23-06-1996 (JP), 28-09-1996 (EUA), 01-03-1997 (EU)
Genéro: Plataformas 3D
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 64 Mbit (8MB)
Funcionalidades: Bateria interna permite gravar até 4 jogos
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Joguei-o vezes sem conta até apanhar as 120 estrelas

(Antes de mais nada, desejo-vos um Feliz Natal e um óptimo 2011. Bem, pelo menos que seja melhor que este 2010, que em termos de jogalhões não foi mau mas noutras coisas portou-se abaixo das expectativas. Como diria o Prof. Marcelo "BOM, vamos ao que interessa".)

Milagre... não tem autocolantes!
O ano de 1997 foi um daqueles anos especialmente produtivos no que respeita a esta coisa dos videojogos. A PlayStation dava os seus primeiros passos, o PC estava apinhado de excelentes títulos e a Nintendo, bem, a Nintendo preparava-se para lançar a sua mais recente aposta neste mundo do entretenimento caseiro. Sim, é óbvio que me refiro à Nintendo64 ou N64 se preferirem. Muito se especulou acerca desta máquina antes do seu lançamento e embora tivesse desiludido meio mundo devido à sua arquitectura um pouco rudimentar (continuaram a apostar nos cartuchos quando o CD já estava no auge), a N64 proporcionou bons momentos de jogatana e alguns dos jogos mais memoráveis de que o mundo se lembra. Super Mario 64 é um desses jogos e sem dúvida um dos mais surpreendentes de sempre. O meu vinha a acompanhar a consola, mal esta saiu. Note-se que comprei a dita por 30 contos (isto na altura do escudo), já com um Memory Pak e o jogo. Nesta época só a consola custava 40 contos, só com um comando e sem jogos. Portanto, foi de borla.

30 de abril de 2009

Turok - Dinosaur Hunter

Uuuuh, dinossauros!
Desenvolvido por: Iguana Entertainment 
Publicado por: Acclaim Entertainment
Designer: David Dienstbier
Plataforma(s): Nintendo 64, PC
Lançamento: 28-02-1997 (EUA), 01-03-1997 (EU), 30-05-1997 (JP)
Género: First-person shooter
Modos de Jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 64 Mbit, CD-ROM (PC)
Funcionalidades: Compatível com Memory Pak para gravação de progresso de jogo
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o algumas 10 vezes, passava horas de volta deste jogo xD

(Se notarem algo de novo em relação a este post, é normal pois dou-me ao trabalho de editar todos os posts que pareçam necessitar de revisão. E como o Jogalhões está em revolução constantemente...)

Screenshots, ahoy!
Corria o remoto ano de 1996 quando ouvi falar em Turok pela primeira vez. Ao ver imagens do jogo, a reacção foi algo assim: :O "Isto é lindo, mil vezes melhor que a PlayStation!" - pensei eu na minha "parvoíce" típica dos 16 anos. Em 1997 quando a N64 foi lançada em terras lusas, lá me chegou Turok - Dinosaur Hunter às mãos, juntamente com uma Nintendo 64, um Super Mario 64 e um Memory Pak tudo pela módica quantia de 30 contos (isto na altura em que a consola custava 40 contos sem nenhum jogo). Enfim, negócios, tudo cortesia de um amigo que se encontrava "infiltrado" na Concentra nessa época e que muito mais material Nintendo me arranjou a baixo custo, mas isso são outras histórias...