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8 de dezembro de 2019

Metal Gear Solid 2 - Substance [Ultimate Collector's Edition]

Excelente artwork como é habitual.
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Japan
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Designer: Hideo Kojima
Artista: Yoji Shinkawa
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Harry Gregson-Williams, Norihiko Hibino, Rika Muranaka
Plataforma(s): PlayStation 2, PC, Xbox
Lançamento: 19-12-2002 (JP), 03-03-2003 (EUA), 28-03-2003 (EU) (PS2)
Género(s): Acção, Aventura, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB), DVD-ROM (The Document of Metal Gear Solid 2)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (90KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o 3 vezes na íntegra: Very Easy, Easy e Normal. Fiz umas rondas em Hard apenas no Tanker para apanhar o Stealth. Joguei um pouco de cada modo extra disponível.

Tinha autocolantes mas voaram.
Para quebrar um pouco a rotina das análises, até porque abrandei o ritmo nestes últimos tempos, hoje apresento-vos um jogo sobejamente conhecido e que até já o tinha analisado anteriormente pelo que se tiverem interesse em ler a minha opinião acerca do mesmo é só pesquisar na lista completa da colecção. E como não faz sentido analisar o mesmo jogo visto ser para a mesma plataforma e virtualmente idêntico à versão original, passo a salientar aquilo que considero interessante nesta versão actualizada e recheada de extras inéditos. Este exemplar foi adquirido na Play N' Play algures durante o mês de Novembro de 2019, por 7.95€ estando em perfeito estado de conservação.

23 de setembro de 2019

Valkyrie Profile 2 - Silmeria

As protagonistas em destaque.
Desenvolvido por: Tri-Ace
Publicado por: Square Enix
Director: Takayuki Suguro
Designer(s): Takayuki Suguro, Masaki Norimoto
Artista: Eiko Sawamura
Compositor: Motoi Sakuraba
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 22-06-2006 (JP), 26-09-2006 (EUA), 07-09-2007 (EU)
Género: Japanese Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (67KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com cerca de 60 e muitas horas de jogo.

Tinha autocolantes, tinha...
Coleccionar jogos de PS2 é uma história interminável. Cada vez que riscamos um jogo da lista, entram logo mais dois ou três que descobrimos por mero acaso, fazendo lembrar um pouco a história da hidra e das suas cabeças. Na minha eterna demanda de arranjar os jogos que ainda procuro, eis que olho para o armário e vejo que existe um ou outro que ainda não tinha jogado e já os tinha há N tempo. O jogo que apresento aqui hoje, estava na colecção há uns bons anitos mas nunca me tinha dado para o jogar pois é um JRPG e já sabemos a quantidade de horas que estes nos consomem, especialmente quando são bons. E foi o caso deste, que quando o experimentem na época não me pegou mas desta vez foi fulminante e só parei quando o terminei. Este exemplar foi-me oferecido pelo meu velho amigo Rogério Lopes mas não sei precisar quando. Sei que veio com mais uns quantos jogos que eram da sua colecção e que curiosamente ainda não os joguei todos.

16 de setembro de 2019

Spartan - Total Warrior

Badass spartan!
Desenvolvido por: Creative Assembly
Publicado por: Sega
Produtor(es): Luci Black, Jonathan Court, Moran Paldi
Designer: Clive Gratton
Artista: Jude Bond
Argumentista(s): Michael de Plater, Sophie Blakemore
Compositor: Jeff van Dyck
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, GameCube
Lançamento: 07-10-2005 (EU), 25-10-2005 (EUA) 
Género(s): Acção, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Arena para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (175KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Muito boa, poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal.

Sem autocolantes.
Creative Assembly, um nome associado à saga Total War que em termos de jogos de estratégia é uma das mais conhecidas e aclamadas. Provavelmente já ouviram falar deles. Quanto muito não seja, por terem sido também os responsáveis ao tirarem o bom nome da saga Alien da lama, com o soberbo Alien Isolation. Mas algures em 2005, eis que decidiram fazer algo diferente dentro da saga Total War numa tentativa de trazer esta saga as consolas. Obviamente era impossível ter um jogo da magnitude de um Total War e desde logo se optou pelo género mais comum nas consolas: acção. Surgiu assim um spin-off que mantém o espírito da saga mas numa perspectiva bem menor e mais contida, aproveitando aquilo que as consolas da época eram capazes de fazer, sem nunca comprometer a performance. Este meu exemplar chegou à colecção algures entre Julho e Agosto de 2019, por cerca de 4 ou 5 euros, oriundo da Play n' Play.

12 de agosto de 2019

Half-Life

Alguém gosta muito de laranja...
Desenvolvido por: Gearbox Software
Publicado por: Sierra Entertainment
Director: Antoine Villette
Produtor: Florian Desforges
Designer: Nicholas Castaing
Artista(s): Arnaud Barros, Frédéric Michel
Argumentista: Marc Laidlaw
Compositor(es): Kelly Bailey, Ben Houge
Plataforma(s): PlayStation 2, PC, OSX
Lançamento: 11-11-2001 (EUA), 30-11-2001 (EU) 
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Co-Op para dois jogadores em splitscreen, Multiplayer local para dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (500KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração, Compatível com rato e teclado USB
Estado: Completo
Condição: Muito boa, poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o o modo história e o modo co-op uma vez cada.


Yep, este vem em CD.
A "guerra" entre PC e consola sempre foi motivo de conversa por imensos motivos ao longo dos anos. Se inicialmente os PCs eram fracos e tinham jogos de qualidade dúbia quando comparados a uma Super Nintendo ou MegaDrive, o panorama alterou-se com o passar dos anos onde o PC ganhou uma posição privilegiada. Muitos jogos tornaram-se obrigatórios de serem jogados em PC, com as versões de consola a serem motivo de escárnio por estarem numa consola e não serem de perto fieis aos originais. Contudo, muitas dessas versões são ports verdadeiramente bem conseguidos, alguns com certas concessões devido ao hardware mas outros tecnicamente superiores aos originais em praticamente todos os aspectos. O jogo que trago até aqui hoje é um óptimo exemplo disto. Um port que começou a ser desenvolvido para a Dreamcast e depois passou para a PS2 devido ao facto da Dreamcast estar a morrer nessa fase. Este meu exemplar chegou à colecção algures no final de Julho de 2019, por €7.95, oriundo do local habitual, a Play N' Play.

8 de julho de 2019

Taito Legends 2

Aquele tipo verde é-me familiar...
Desenvolvido por: Mine Loader Software
Publicado por: Xplosiv (Empire Interactive)
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, PC
Lançamento: 31-03-2006 (EU), 16-05-2007 (EUA) 
Género(s): Compilação
Modos de jogo: Modo arcade em todos os jogos para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (100KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks
Estado: Completo
Condição: Muito boa, poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei alguns dos jogos, várias vezes até.

Informação pertintente!
Hoje para variar um bocado é dia de Jogalhões Flash, uma rubrica onde não exploramos a fundo um jogo na sua parte técnica mas focamo-nos noutros pontos de interesse. Isto é feito normalmente a jogos que já foram aqui apresentados noutras versões ou plataformas, colectâneas e afins. No caso do jogo de hoje, sendo este uma colectânea com bastantes jogos, não faz sentido falar de cada um individualmente numa única análise pelo que se tiver de o fazer, futuramente cá estarão. Este meu exemplar foi adquirido a 4 de Abril de 2019, por €7.95, na Play N' Play, estando em óptimo estado de conservação.

17 de junho de 2019

Cold Fear

A artwork é interessante.
Desenvolvido por: Darkworks
Publicado por: Ubisoft
Director: Antoine Villette
Produtor: Florian Desforges
Designer: Nicholas Castaing
Artistas): Arnaud Barros, Frédéric Michel
Argumentista(s): Guillaume Gouraud, Antoine Villette
Compositor: Tom Salta
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, PC
Lançamento: 15-03-2005 (EUA), 30-03-2005 (EU) 
Género(s): Survival Horror, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (337KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Muito boa, poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Tinha autocolantes mas tirei-os.
Survival Horror, um género apreciado por muitos que ao longo dos tempos veio a evoluir, proporcionando-nos experiências únicas, algumas boas mas outras nem por isso. Na PS2 existem bastantes exemplos, alguns bastantes bons, outros mauzitos, com a sua dose de jogos comuns, outros tantos incomuns e claro, as raridades que nem sempre valem aquilo que pedem por elas. Mas cada jogo vale aquilo que achamos ser o certo a pagar pelo mesmo e não é isso que está em causa. Continuando a explorar o enorme catálogo de PS2, eis que me deparo com um título que procurava praticamente desde a altura em que foi lançado sem grande sucesso. Só o tinha experimentado em PC e pensei que a versão de PS2 era aquela que devia procurar, só porque sim (a de PC é tecnicamente superior). Foi preciso chegar ao mês de Maio de 2019 para finalmente achar um exemplar do jogo, ainda que usado mas em muito bom estado, que me custou 10 euros, numa loja de artigos em segunda mão aqui na zona.

10 de junho de 2019

Crisis Zone

A artwork é meh.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco
Produtor: Takashi Sano
Plataforma(s): PlayStation 2, Arcade
Lançamento: 17-09-2004 (EU), 19-10-2004 (EUA) (PlayStation 2)
Género: On Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (80KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com G-Con45, Compatível com G-con2
Outros nomes: Time Crisis - Crisis Zone (EUA)
Estado: Completo
Condição: Muito boa, muito poucas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o bastantes vezes por esta altura.

Limpinho e sem autocolantes!
Nestes últimos anos o meu gosto por Rail Shooters teve um súbito crescimento, o que me levou a procurar praticamente todos aqueles mais famosos (e bons) que saíram em consolas. Nesta minha demanda, onde apenas me resta encontrar dois jogos (um na PS2 e outro na Wii) deparei-me com boas surpresas. Um dos jogos é o mesmo que trago até aqui hoje, que embora conhecesse de nome e por ter visto alguns vídeos, nunca o tinha experimentado nem nas arcadas nem na PS2. Este exemplar foi adquirido durante o mês de Maio de 2019 por €3.50, na CeX do Almada Fórum estando em muito bom estado considerando que se trata de um jogo usado.

3 de junho de 2019

Time Crisis II

A boxart podia ser melhor.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco
Produtor: Takashi Sano
Plataforma(s): PlayStation 2, Arcade
Lançamento: 01-10-2001 (EUA), 04-10-2001 (JP), 19-10-2001 (EU) (PlayStation 2)
Género: On Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (80KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com iLink (1-2 jogadores), Compatível com G-Con45, Compatível com G-con2
Estado: Completo
Condição: Boa, algumas marcas de uso no geral
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes.

Sem autocolantes foleiros.
Para quem cresceu durante os anos 80/90, os salões de jogos eram parte integrante da cultura pop dessa época e imensos jogos popularizaram-se devido a isso. E com essa crescente popularidade muitos acharam o seu caminho até às nossas casas proporcionando a mesma acção e divertimento que podíamos viver nesses mesmo salões mas no conforto do nosso lar. Um dos géneros mais apreciados, os On Rail Shooters, ganharam imensa força nos anos 90 com o aparecimento de Virtua Cop e mais tarde Time Crisis, duas séries excelentes e de uma simplicidade incrível, com bastantes diferenças entre si ainda que o objectivo seja o mesmo: disparar contra tudo o que seja vilão. O jogo que trago até aqui hoje faz parte da saga Time Crisis e era bastante aguardado depois da primeira entrega, tendo feito gastar milhares de moedas a todos quanto visitavam os salões por esse mundo fora. Este meu exemplar foi adquirido em Abril de 2019, tendo custado €3.50 numa feirinha de rua aqui na zona.

23 de fevereiro de 2019

Grand Theft Auto III

Excelente artwork!
Desenvolvido por: DMA Design
Publicado por: Rockstar Games
Produtor: Leslie Benzies
Artista: Aaron Garbut
Argumentista(s): James Worrall, Paul Kurowski, Dan Houser
Compositor(es): Craig Conner, Stuart Ross
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, PC, Mac OS, Android, iOS
Lançamento: 22-10-2001 (EUA), 29-10-2001 (EU) (PlayStation 2)
Género(s): Acção, Aventura, Sandbox
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (500KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Hoje não há fun facts, é fim de semana e não me apetece.)

Sem autocolantes feios.
Em todas as gerações de videojogos há sempre um título ou um grupo restrito de títulos que definem as mesmas por diversos motivos mas sempre com grande enfâse na parte técnica. E são estes que são lembrados eternamente, que vendem a rodos e fazem com que a venda das consolas seja igualmente produtiva e muitas das vezes convertidos para outras plataformas devido à sua popularidade e procura. O jogo que trago até aqui hoje é um claro exemplo de tudo isto aliado também à sua dose de controvérsia devido aos temas que aborda e no geral ao que podemos fazer sem nos questionarmos moralmente. Este exemplar foi adquirido numa loja de usados aqui na zona por 5€, algures entre Setembro e Outubro de 2018.

22 de fevereiro de 2019

R-Type Final

Tanta nave!
Desenvolvido por: Irem
Publicado por: Irem (JP), Eidos Interactive (EUA), Metro3D (EU)
Produtor: Kazuma Kujo
Designer: Kazuma Kujo
Compositor: Yuki Iwai
Plataforma: PlayStation 2 
Lançamento: 17-07-2003 (JP), 02-02-2004 (EUA), 26-03-2004 (EU)
Género: Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (145KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o diversas vezes mas tive de recorrer a cheats em algumas das runs.

(Fun fact: uma bola de golfe oficial tem 336 concavidades.)

Em bom Português.
Os shoot 'em up são aquele género de jogo perfeito para quando se quer jogar algo sem grandes compromissos de tempo ou paciência. Simples de aprender mas difíceis de dominar, estes jogos sempre fizeram parte do nosso imaginário sobretudo pelo facto da sua temática ser quase sempre ficção cientifica e envolver naves. Mas existem alguns que apenas utilizam a base e o tema é completamente diferente, normalmente optando por fantasia. O jogo que aqui apresento hoje... não tem nada de fantasia, é um jogo de naves no espaço normalíssimo mas com alguns twists pelo meio que o tornam num dos melhores do género. Este exemplar foi adquirido algures entre Janeiro e Fevereiro de 2015, por 5 euros, a um particular.

18 de fevereiro de 2019

Headhunter Redemption

Above and Below!
Desenvolvido por: Amuze
Publicado por: Sega
Director: John Kroknes
Produtor: John Kroknes
Designer: Peter Johansson
Artista: Johan Lindh
Argumentista: Philip Lawrence
Compositor: Richard Jacques
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox
Lançamento: 27-08-2004 (EU), 21-09-2004 (EUA)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (215KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Fun fact: todos os anos 98% dos átomos no nosso corpo são substituídos.)

Nem tudo o que escrevem é verdade.
Continuando a interminável demanda de explorar o imenso catálogo de PS2, deparo-me com mais um jogo que na época me passou ao lado embora tivesse tido perfeita noção da sua existência desde sempre. Refiro pois então a Headhunter Redemption, a sequela de um jogo que pessoalmente não apreciei devido a inúmeros motivos que já enunciei anteriormente (literalmente na análise anterior) mas que no seu todo até tem os seus momentos. Esta sequela tenta colmatar essas falhas, algo que consegue de certo modo mas introduz novos problemas. Este exemplar chegou à colecção a 19 de Maio de 2018, por 5.95€ tendo vindo, como não podia deixar de ser, da Play N' Play.

17 de fevereiro de 2019

Headhunter

I'm so edgy...
Desenvolvido por: Amuze
Publicado por: Sega (EU), Acclaim Entertainment (EUA)
Director: John Kroknes
Produtor: John Kroknes, Stefan Holmqvist
Designer: Peter Johansson
Artista: Johan Lindh
Argumentista: Philip Lawrence
Compositor: Richard Jacques
Plataforma(s): PlayStation 2, Dreamcast
Lançamento: 16-11-2001 (Dreamcast EU), 22-30-2002 (EU), 09-05-2002 (EUA) (PlayStation 2)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (320KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

(Fun fact: os limões contém mais açúcar que os morangos.)

Este não tinha autocolantes.
Dreamcast. A última consola da Sega que apesar de ter tido uma legião de seguidores e excelentes jogos, teve um ciclo de vida curto e mal aproveitado pois o potencial era imenso. Mas erros por parte da Sega e a concorrência feroz que se avizinhava, fez com que este gigante caísse para nunca mais se levantar. Pelo caminho ficaram muitos jogos, alguns deles bem memoráveis e óptimas conversões de arcade que ainda hoje são recordadas. Claro que para não perder tudo, a Sega decidiu lançar alguns dos seus títulos mais produtivos na PlayStation 2, ainda que a meu ver, as versões originais continuem a ser melhores. O jogo que apresento aqui hoje é um bom exemplo disso, pois podia ser um port melhorado mas em vez disso temos algo um pouco feito em cima do joelho, havendo falta de melhor expressão. Este exemplar chegou à colecção a 23 de Novembro de 2018, por 4.95€, oriundo do sítio habitual, a Play N' Play. Compensa guardar a papelada para me lembrar das datas.

15 de fevereiro de 2019

Shadow of Rome

Mim forte!
Desenvolvido por: Capcom Production Studio 2
Publicado por: Capcom
Director: Motohide Eshiro
Produtor: Yoshinori Ono
Designer: Hiroto Nishitani
Argumentista(s): Hiroshi Yamashita, Motohide Eshiro
Compositor: Yoshino Aoki
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 04-02-2005 (EUA), 08-02-2005 (EUA), 10-03-2005 (JP)
Género(s): Acção, Hack 'n Slash, Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (166KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Fun fact: no Japão existe Kit Kat de sushi.)

Os autocolantes voaram!
Continuando a eterna demanda de chafurdar no vasto catálogo de PS2, eis que me deparo com um título ao qual nem sequer prestei atenção na altura em que saiu. Muito por culpa minha, confesso, pois não era grande apreciador de coisas relacionadas com gladiadores e esse foi provavelmente o grande motivo pelo qual deixei passar este jogo. Mas com o passar dos anos, e após ver a série Spartacus, ganhei o gosto pela coisa e lá tive de ir à procura de jogos relacionados com o tema em si. E há alguns bastante interessantes, tal como este que trago até aqui hoje, que foi adquirido durante o mês de Setembro de 2018 por 3.95€ no local do costume, a Play N' Play.

13 de fevereiro de 2019

Return to Castle Wolfenstein - Operation Resurrection

Não se parece com o BJ de agora.
Desenvolvido por: Gray Matter Interactive, Raster Productions (PlayStation 2)
Publicado por: Activision
Director: Drew Markham
Produtor: Greg Goodrich
Designer(s): Mal Blackwell, Richard Farrelly
Artista: Michael Kaufman
Argumentista: Steve Goldberg
Compositor: Bill Brown
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox
Lançamento: 27-05-2003 (EUA),06-06-2003 (EU) (PS2)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (300KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Fun fact: o primeiro disco rígido criado em 1979 só tinha capacidade de 5MB.)

Tinha autocolantes mas tirei-os.
Wolfenstein. Um nome que para todos nós é sinónimo de muitas tardes em frente ao computador a percorrer os corredores labirínticos de um castelo, enquanto atirávamos em tudo quanto era inimigo. No entanto, a história é bem mais antiga do que este clássico FPS apelidado de "avô de todos os FPS". Na verdade as coisas começaram em 1981 com Castle Wolfenstein a ser lançado no Apple II e era somente um jogo de stealth onde o objectivo era escapar do castelo usando todos os meios necessários. Mas após Wolfenstein 3D, a série fincou as suas raízes neste género e aí permaneceu até aos dias de hoje, tentando reintroduzir alguns dos conceitos do verdadeiro jogo original. O exemplar que vos apresento hoje foi adquirido algures entre Julho e Agosto de 2017, por 4.95€ na Play N' Play.

12 de fevereiro de 2019

Medal of Honor - Frontline

Little man with big gun!
Desenvolvido por: EA Los Angeles
Publicado por: EA Games
Director: Brett Close
Produtor: Scott J. Langteau
Designer(s): Brady Bell, John Castro, Jon Harris, Lynn Henson, Greg Hillegas, Dave Nash, Tony A. Rowe, Stephen Skelton
Artista: Dmitri Ellingson
Compositor: Michael Giacchino
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox, GameCube
Lançamento: 29-05-2002 (EUA), 07-06-2002 (EU) (PS2)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (149KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Fun fact: existe um santo padroeiro para os dentistas.)

É isso mesmo.
O tema da Segunda Guerra Mundial sempre foi alvo de muitas obras de ficção baseadas nos eventos reais, fosse em livros, filmes e como não podia deixar de ser, jogos. E foi precisamente isso que se fez com a saga Medal of Honor, onde se adaptaram alguns dos eventos mais marcantes a um FPS que surgiu ainda no tempo da velhinha PlayStation mas que na altura foi um sucesso estrondoso demonstrando o poder do hardware e o que era possível fazer com o mesmo. Uma geração a seguir voltou-se a repetir a fórmula trazendo agora uma experiência maior e mais realista. Mas será que foi melhor do que a anterior? Já lá vamos. Este exemplar foi adquirido algures entre Julho e Agosto de 2017, por 4.95€ na Play N' Play só para não variar.

11 de fevereiro de 2019

Capcom VS. SNK 2 - Mark of the Millennium 2001

A arte de Shinkiro na capa.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Hideaki Itsuno
Designer: Hideaki Itsuno
Artista(s): Shinkiro (SNK), Kinu Nishimura (Capcom)
Compositor: Satoshi Ise
Plataforma(s): PlayStation 2, PlayStation Network, Arcade, Dreamcast, Xbox, GameCube
Lançamento: 13-09-2001 (JP), 06-11-2001 (EUA), 30-11-2001 (EU) (PS2)
Género: Fighting
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (110KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Outros nomes: Capcom VS. SNK 2 - EO (GameCube/Xbox)
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o várias vezes com diversas personagens.

(Fun fact: todos os relógios em Pulp Fiction estão parados às 4:20.)

É isso mesmo.
A Capcom é provavelmente das companhias mais antigas ainda no activo e a dar cartas, se bem que por vezes a cometer alguns deslizes no seu percurso. A sua popularidade subiu em grande escala graças ao sucesso alcançado com Street Fighter II, que a colocou no mapa e tornou o género de luta num dos mais apreciados de todos os tempos. Claro que rapidamente a oposição começou a surgir e o nome SNK começou a marcar pontos não só em termos de hardware mas com software a condizer de onde surgiram imensos jogos de luta. A rivalidade era grande mas a Capcom tinha mais terreno assegurado, sobretudo nas consolas caseiras. Inevitavelmente com o aparecimento de crossovers entre universos, eis que surge aquilo com que sempre se sonhou: a Capcom contra a SNK, em jogo. E assim nasceu esta série que junta dois dos gigantes do género para um valente tira-teimas. Este meu exemplar foi adquirido algures entre Janeiro e Fevereiro de 2017, por 14.95€ na Play N' Play.

9 de fevereiro de 2019

XII Stag

Capa estranha.
Desenvolvido por: Triangle Service (Arcade), Dreams (PS2)
Publicado por: Taito (JP), 505 Game Street (EU)
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 20-03-2003 (JP), 02-04-2004 (EU)
Género: Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo arcade para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (50KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três ou quatro vezes.

(Fun fact: existe um recorde do mundo para o detentor com mais recordes do mundo.)

12x excitamento!
Os shoot 'em up ou shmups como se diz agora, sempre fizeram parte do nosso imaginário como aquele género de jogo estupidamente difícil que pouco ou raramente (já para não dizer nunca) dava para chegarmos ao final. Mas isto tem uma explicação plausível ainda que por vezes não seja a mais correcta. Tendo as suas raízes fortemente fincadas na cultura arcade, este género era também conhecido por "coin munchers" (come-moedas em bom Português) com um único propósito: manter o jogador viciado. Como tal, era difíceis que nem cornos e somente uma moedinha mais nos fazia continuar a jogar. Isto ao ser adaptado para as consolas caseiras não se perdeu e a dificuldade permaneceu intacta, pelo que muitos jogos do género se mantém fiéis aos muitos originais de arcade. A única diferença é que não temos de meter moedas e grande parte deles até têm continues ilimitados, o que nos permite ir "treinando" até estarmos fartos. O jogo que trago até aqui hoje faz parte desse extenso rol ainda que seja um título algo obscuro e mais recente do que aqueles que me lembro de ter jogado. Foi adquirido algures entre Novembro e Dezembro de 2016, por 5 euros a um particular, encontrando-se em excelente estado.

5 de fevereiro de 2019

NanoBreaker

Nope, não é um Belmont.
Desenvolvido por: Konami TYO
Publicado por: Konami
Director: Kenichiro Kato
Produtor: Koji Igarashi
Artista: Kazuhide Nakazawa
Compositor: Kennosuke Suemura
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 27-01-2005 (JP), 15-02-2005 (EUA), 18-02-2005 (EU)
Género(s): Acção, Hack n' Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (69KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez em cada dificuldade e com cada personagem.

(Fun fact: Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é o medo de palavras longas.)

Sem autocolantes!
Konami. Um nome que nunca deixou ninguém indiferente fosse por bem ou por mal, que em tempos era sinónimo de qualidade, de excelentes jogos, de mestria nesta arte e que hoje em dia apenas cospe cá para fora lixo mobile, reedições de alguns jogos antigos (do mal o menos) e máquinas de pachinko que somente um Japonês reformado com vício ao jogo entra nesse hype train. Já na época da PS2, a Konami brilhou com alguns dos seus títulos mais famosos mas também lançou uns quantos de qualidade dúbia e ainda uma mão cheia de perfeitos desconhecidos, alguns deles até bastante decentes. O jogo que apresento aqui hoje é um exemplo disso visto que me passou completamente ao lado na altura e nem sequer sabia da sua existência até há bem pouco tempo. Este exemplar foi adquirido entre Setembro e Outubro de 2018, numa loja de usados aqui na zona por 2.5€, encontrando-se em muito bom estado.

2 de fevereiro de 2019

Time Crisis 3

É sempre tempo de crise!
Desenvolvido por: Nextech
Publicado por: Namco
Director: Takashi Satsukawa
Produtor: Hajime Nakatani
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 21-10-2003 (EUA), 31-10-2003 (EU), 10-11-2003 (JP)
Género(s): On Rail Shooter
Modos de jogo: Modo arcade para um ou dois jogadores, Outros modos para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (215KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração, Compatível com G-Con45, Compatível com G-con 2, Compatível com iLink
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o diversas vezes.

(Fun fact: um polvo é do tamanho de uma pulga quando nasce.)

No fugly stickers!
A Namco sempre foi conhecida por dois motivos: jogos arcade e estar associada desde o início à PlayStation. Estas duas coisas juntas foram um dos factores de sucesso para ambas as marcas, aliando a experiência na matéria ao hardware para a qual depois seria adaptada. Desta união resultaram imensos jogos, alguns bastante bons e que provavelmente toda a gente ainda se recorda, mesmo aqueles que pouco ligam a videojogos mas que de uma forma ou outra, algures no decorrer da sua vida, teve contacto com os mesmos. Das diversas séries produzidas pela Namco, uma das que mais se destacou pela sua inovação foi Time Crisis, um on rail shooter que pegou na fórmula anteriormente popularizada por Virtua Cop e deu-lhe um twist para tornar as coisas mais interessantes. E foram vários os jogos que saíram nesta série mas hoje apresento-vos um na PS2, exemplar este que chegou à colecção algures entre Julho e Agosto de 2018, por 5 euros, tendo sido adquirido numa loja de usados aqui na zona.

31 de janeiro de 2019

Capcom Classics Collection Vol.1

Cover art colorida.
Desenvolvido por: Digital Eclipse
Publicado por: Capcom
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox
Lançamento: 27-09-2005 (EUA), 18-11-2005 (EU), 02-03-06 (JP)
Género(s): Vários
Modos de jogo: Vários modos para um ou três jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (104KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Multitap
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o a maioria dos jogos várias vezes.

(Fun fact: os crocodilos não conseguem deitar a língua de fora.)

A lista do conteúdo.
As arcadas sempre foram um local mágico nos anos 90, onde imensas máquinas com arte colorida e sobretudo atractiva a quem olhava, faziam as delícias dos utentes do espaço. E os jogos, esses, eram as estrelas com imenso por onde escolher, onde os géneros eram para todos os gostos mas todos tinham o mesmo objectivo: fazer-nos gastar moedas. Com o tempo, essa magia começou a desaparecer, dando lugar às consolas e afins, o que fez com que as arcadas morressem lentamente. Contudo, o seu espírito prevalece, não só através das emulação dos originais, como do restauro das próprias máquinas (para quem tem dinheiro e quer um hobby... diferente) ou simplesmente através de colectâneas que albergam alguns dos melhores títulos dessa época dourada. O jogo que apresento aqui hoje é um belo exemplo disso como uma escolha seleccionada de alguns dos melhores jogos arcade da Capcom (e outros nem por isso). Este exemplar foi adquirido a um particular por 3 euros, algures entre Julho e Agosto de 2018, o que por si só é um excelente negócio para o jogo em questão.