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27 de fevereiro de 2019

Resident Evil 2

Ambas as capas.
Desenvolvido por: Capcom R&D Division 1
Publicado por: Capcom
Director(es): Kazunori Kadoi, Yasuhiro Anpo
Produtor(es): Yoshiaki Hirabayashi, Tsuyoshi Kanda
Designer: Hidehiro Goda
Artista(s): Gez Fry, Satoshi Takamatsu
Compositor(es): Shusaku Uchiyama, Zhenlan Kang
Motor gráfico: RE Engine
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, PC
Lançamento: 25-01-2019 (Lançamento Mundial)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (24GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional, PS4 Pro Enhanced
Outros nomes: BioHazard RE:2 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o cinco vezes até agora, com cerca de 30 horas de jogo acumuladas mas ainda estou de volta dele.

(Fun fact: o brinquedo mais velho do mundo é um simples pau.)

No fugly stickers.
Hoje em dia é comum ouvir-se a palavra remake um pouco por todo o lado. Seja em filmes, séries e até jogos, os remakes são por vezes uma maneira de se contar novamente uma história com a perspectiva que inicialmente se idealizou e por diversos motivos, acima de tudo técnicos e tecnológicos, não foi possível.  E há jogos que realmente precisam de remakes para brilharem em toda a sua plenitude mas isso nem sempre torna os originais obsoletos pois o seu charme antigo nunca se irá perder e a longo prazo vai ser aquilo que o define e distingue do facelift. A saga Resident Evil foi alvo disso há uns anos, com um dos melhores remakes de sempre na minha opinião, que não só melhorou tudo aquilo que o original tinha bem como expandiu alguns elementos de história. Eis que chega agora a vez do segundo jogo. Este exemplar que se trata da Lenticular Edition, é somente a versão normal com uma sleeve lenticular tendo custado cerca de 45 euros, oriundo de uma loja online pouco depois do lançamento em Janeiro de 2019.

4 de fevereiro de 2019

Final Fantasy XV [Royal Edition]

A série já viu melhores capas.
Desenvolvido por: Square Enix Business Division 2
Publicado por: Square Enix
Director: Hajime Tabata
Produtor: Shinji Hashimoto
Artista(s): Tomohiro Hasegawa, Yusuke Naora, Isamu Kamikokuryo
Argumentista(s): Saori Itamuro, Akiko Ishibashi, Takumi Nishida, Kazushige Nojima
Compositor: Yoko Shimomura
Motor gráfico: Luminous Studio
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, PC
Lançamento: 29-11-2016 (Lançamento Mundial)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (+100GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional, PS4 Pro Enhanced
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o a história uma vez com cerca de 70 e tal horas. Joguei mais um bocado para fazer as restantes coisas até atingir as cerca de 120 horas.

(Fun fact: as preguiças têm mais ossos no pescoço do que uma girafa.)

Autocolantes feios...
Final Fantasy. Uma saga com muitos anos, ainda muitos mais jogos e uma mão cheia de outros projectos que se dividem em diversas áreas. E com tanta coisa a acontecer, é natural que nem todos os jogos sejam bons, ou simplesmente recordados com o mesmo carinho e nostalgia daqueles que todos nós jogámos e ainda hoje os consideramos obras primas. Alguns dos jogos começaram por ser uma coisa e acabaram por se tornar noutra, fruto de anos e anos e conflitos criativos, budgets e sabe-se lá mais o quê. Um desses jogos é Final Fantasy XV, um título que começou ainda na era da PS3 fazendo parte do mesmo universo do famigerado Final Fantasy XIII, provavelmente o pior jogo de sempre nesta série. Com o nome Final Fantasy XIII Versus, seria assim que iria ser lançado mas os anos foram passando, os atrasos prevaleciam e o jogo estava condenado ao limbo existencial. Contudo, alguém se lembrou de o ir repescar e lançar na PS4, com um novo nome e finalmente completo. Completo... é como quem diz. Este exemplar foi adquirido algures entre Maio e Junho de 2018, por 20 euros.

26 de janeiro de 2019

Nioh

O herói de serviço.
Desenvolvido por: Team Ninja
Publicado por: Sony Interactive Entertainment, Koei Tecmo (JP)
Director(es): Fumihiko Yasuda, Yosuke Hayashi
Artista: Hirohisa Kaneko
Argumentista(s): Kazunori Taguchi, Masahiko Kochi
Compositor: Yugo Kanno
Plataforma: PlayStation 4, PC
Lançamento: 07-02-2017 (EUA), 29-08-02-2017 (EU). 09-02-2017 (JP)
Género(s): Action Role Playing Game, Souls like
Modos de jogo: Modo história para um jogado, Multiplayer online para dois jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (46GB Mínimo), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, PS4 Pro Enhanced, Multiplayer online com PS Plus
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, em diferentes dificuldades com mais de 135 horas de jogo. Platina alcançada.

(Hoje não esteve frio!)

Em Português, bom Português.
Até há bem pouco tempo, a minha relação com jogos do género souls like não era das melhores pois simplesmente não entendia como se poderia tirar proveito ou divertimento de algo com uma dificuldade tão acentuada. Mas após ter pegado em Bloodborne, com calma, paciência e acima de tudo empenho e perseverança, descobri um género onde a verdadeira dificuldade reside em nós próprios e na nossa capacidade de tomar decisões nas mais variadas situações em que o jogo nos coloca. Os jogos em si não são difíceis, o difícil é fazer as coisas bem ou com uma margem de erro muito pequena e isso sim, tem a sua piada e é altamente recompensador e gratificante quando corre bem. Não querendo ficar apenas por um jogo, lá decidi começar a explorar o género e eis que surge o jogo que apresento aqui hoje. Este exemplar foi-me oferecido pela minha irmã no meu aniversário em Março de 2018.

19 de janeiro de 2019

Axiom Verge [Multiverse Edition]

A caixa é pouco convencional.
Desenvolvido por: Thomas Happ Games
Publicado por: BadLand Publishing
Director: Thomas Happ
Produtor: Dan Adelman
Designer: Thomas Happ
Compositor: Thomas Happ
Plataforma: PlayStation 4, Xbox One, PC, Nintendo Switch, PlayStation Vita, Nintendo WiiU, MacOS, Linux
Lançamento: 21-11-2017 (EUA), 29-01-2018 (EU) (PS4)
Género: Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (400MB Mínimo), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas hei-de revisitá-lo novamente.

(Ora chove, ora faz sol...)

Goodies on the back.
Quem é seguidor atento aqui do blog já sabe que a minha paixão pela série Metroid é grande, diria até mesmo quase infinita. Portanto, o gosto pelo género que Metroid invariavelmente originou leva-me a tentar explorar todos os jogos que aparecem nos diferentes sistemas. E eis que surgem as surpresas, ora boas, ora menos boas, com diferentes jogos a terem diferentes efeitos na minha pessoa. No meio de tanta coisa, um jogo chamou-me à atenção desde cedo: Axiom Verge. De uma simplicidade extrema do ponto de vista técnico, este jogo sempre me atraiu por isso mesmo, por ser simples e despretensioso em todos os aspectos. O único senão era não existir uma edição física na plataforma que pretendia. Mas isso foi colmatado quando a BadLand Publishing decidiu dar uma ajudinha a Thomas Happ e publicar o jogo em formato físico na Europa, tanto na PS4 como na Switch. E aí tive motivo mais que suficiente para o adquirir. Este meu exemplar entrou na colecção algures em Fevereiro de 2018, por cerca de 20 e tal euros, oriundo de uma loja online. Sendo a Multiverse Edition, inclui: o jogo em caixa standard, um BluRay com mais de 5 horas de developer commentary e extras, um excelente artbook e um poster double sided com arte de um lado e o mapa do jogo no outro. A versão Switch é mais exclusiva ainda por trazer a banda sonora em CD. A título de curiosidade, 75% do valor das vendas físicas reverte para ajudar o filho de Thomas Happ e na pesquisa da doença da qual padece. Mais um motivo para se comprar físico.

13 de janeiro de 2019

Resident Evil VII - biohazard [Gold Edition]

Há sempre uma criança diabólica...
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Koshi Nakanishi
Produtor(es): Masachika Kawata, Tsuyoshi Kanda
Designer(s): Hajime Horiuchi, Keisuke Yamakawa
Artista(s): Tomonori Takano, Toshihiko Tsuda, Hiroyuki Chi
Argumentista(s): Morimasa Sato, Richard Pearsey
Compositor: Akiyuki Morimoto
Motor gráfico: RE Engine
Plataforma: PlayStation 4, Xbox One, PC, Nintendo Switch (JP)
Lançamento: 24-01-2017 (Lançamento Mundial), 26-01-2017 (JP)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (33GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional, Compatível com PlayStation VR, PS4 Pro Enhanced
Outros nomes: Biohazard VII - Resident Evil (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o a história uma vez, e ambos os DLC de história uma vez.


(E já falta pouco para o RE2...)

Autocolantes malvados.
Resident Evil é sem dúvida alguma uma das minhas sagas favoritas. Provavelmente é mesmo a número um mas isso é daqueles conflitos internos que ainda não consegui resolver. Desde o primeiro jogo na velhinha PlayStation ao mais recente de todos, passei horas de volta de cada um deles (até daqueles que são mauzinhos como o Gaiden, que só joguei via emulação), explorando e apreciando cada bocadinho do que tinham para me oferecer. Obviamente uns foram melhores que outros mas isso é algo que já estamos à espera quando uma série já tem tantos anos e tantas ideias diferentes a serem exploradas. É certo que houve uma certa estagnação após Resident Evil 4, onde tudo se virou mais para a acção e menos para o horror e aí é que as coisas começaram a tomar um rumo menos ideal. Foi preciso alguém tomar uma decisão de regressar às origens para a saga volta à sua forma e glória de outrora. O jogo que aqui apresento hoje é sem dúvida uma das melhores surpresas nesta série mas também uma das melhores dos últimos anos. Este exemplar foi adquirido algures em Dezembro de 2017, por cerca de 40€ no Almada Fórum, logo após ter sido lançado. Sendo a Gold Edition inclui todo o DLC lançado anteriormente no disco, excepto o Not a Hero que sendo gratuito para todos, tem de ser descarregado da PlayStation Store.

10 de janeiro de 2019

Yakuza 0

Badasses!
Desenvolvido por: Sega CS1
Publicado por: Sega
Director: Kazuki Hosokawa
Produtor: Mitsuhiro Shimano
Designer: Koji Yoshida
Artista: Saizo Nagai
Argumentista: Masayoshi Yokoyama
Plataforma(s): PlayStation 4, PlayStation 3, PC
Lançamento: 12-03-2015 (JP), 24-01-2017 (Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (23.84GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita
Outros nomes:  Ryu ga Gotoku 0 - Chikai no Basho (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez, com mais de 100 horas de jogo.

(E continua frio, porra!)

Aqueles autocolantes feios...
O meu percurso com a saga Yakuza começou de uma forma um pouco estranha. Sempre me incentivaram a jogar esta saga desde cedo, ainda nos tempos da PS2, pelo que na época tinha as minhas reservas devido ao simples facto de ser um jogo que se passa no Japão e tinha o áudio em inglês sem opção de ouvir o original. Isto na minha cabeça é o anti-cristo, é blasfémia e como tal, sempre me recusei a pegar na série por isso. Eu sei, para muitos de vós é um motivo estúpido, inválido até, mas para mim faz todo o sentido. Entretanto sai o segundo jogo, agora com o áudio original em Japonês mas começar no 2 não iria ser boa aposta. Deixei passar. Uns anos mais tarde, sai o 3 e passou-me ao lado. Sai o 4, e ao lado me passou. Foi preciso sair um spin-off deste último, com zombies para eu ficar curioso e finalmente pegar nesta série. Sim, este motivo é igualmente estúpido e inválido mas foi assim que me iniciei nesta excelente saga. E a seguir peguei no 3 porque foi o único que comprei entretanto. Podem ler essas análises após terminarem esta. O jogo que apresento aqui hoje, é o início de tudo e, a meu ver, será um óptimo começo para quem desconhece a série e quer começar por algum lado. Este exemplar foi-me oferecido por um familiar próximo algures em Julho de 2017.

6 de janeiro de 2019

Earth's Dawn

Excelente artwork.
Desenvolvido por: One or Eight
Publicado por: Rising Star games (EU), Maximum Games (EUA)
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch, PC
Lançamento: 18-09-2015 (JP), 01-11-2016 (EU/EUA)
Género(s): Acção, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (1.09GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita
Outros nomes: Earth Wars (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, Normal e Hard. Platina alcançada.

(Está frio... mas pelo menos não chove!)

Autocolantes foleiros...
Actualmente, tanto a PS4 como a Switch têm um catálogo interminável de jogos que só explorando com um bocado de tempo é que se consegue encontrar algo interessante. E o grande problema, ou não, é que se vai achar mais do que um se nos empenharmos com afinco nesta demanda. Sempre que decido vasculhar a lista acabo por encontrar algo que posteriormente adiciono à wishlist, seja ela a física ou a digital (sim, em alguns casos não há lançamento físico). Foi numa dessas incursões que descobri o jogo que vos apresento aqui hoje, sobretudo porque a arte do mesmo me cativou desde logo e creio que seja importante este ponto. Este meu exemplar foi adquirido algures entre Março e Abril de 2017, por €29.90, na Fnac do Almada Fórum.

4 de janeiro de 2019

Fallout 4

Números na capa... blergh!
Desenvolvido por: Bethesda Game Studios
Publicado por: Bethesda Sofworks
Director: Todd Howard
Produtor: Jeff Gardiner
Designer: Emil Pagliarulo
Artista: Istvan Pely
Compositor: Inon Zur
Motor gráfico: Creation Engine
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, PC
Lançamento: 10-11-2015 (Lançamento Mundial)
Género(s): Action Role Playing Game, First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (41GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez, vi os três finais. Platina alcançada.

(Argh! Estou farto deste frio...)

Autocolantes feios!!
2018 foi um ano mau para a Bethesda. E tudo se resume a uma coisa: Fallout 76, esse pedaço abismal ao qual se pode vagamente chamar software que praticamente destruiu o bom nome da saga. E vai ser preciso aplicarem-se com afinco para reconquistar a confiança dos fãs, não só de Fallout mas também das outras sagas que detêm. Ainda assim, poucos anos antes, Fallout viu vários jogos a tirarem proveito da tecnologia da altura e a terem imenso sucesso com isso. Um deles foi sem dúvida Fallout 3, que apesar de não ser um dos favoritos é um dos que mais apreciei por todas as novidades que incluiu e por toda a diversão que me proporcionou, tornando-se numa das melhores experiências que tive num videojogo. Mas não é desse Fallout que vamos falar hoje, isso pode ser lido por vocês noutra publicação anterior. Hoje trata-se da sequela numerada cujo meu exemplar foi adquirido algures entre Maio e Junho de 2017, por 20 euros numa grande superfície.

2 de janeiro de 2019

Bloodborne

Apesar de ser promo, tem caixa.
Desenvolvido por: From Software
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Director: Hidetaka Miyazaki
Produtor(es): Masaaki Yamagiwa, Teruyuki Toriyama
Designer: Kazuhiro Hamatani
Artista(s): Akihiko Yoshida, Yuya Nagai, Toshiyuki Itahana
Compositor(es): Ryan Amon, Tsukasa Saitoh, Yuka Kitamura, Nobuyoshi Suzuki, Cris Velasco, Michael Wandmacher
Plataforma: PlayStation 4
Lançamento: 24-03-2015 (EUA), 25-03-2015 (EU), 26-03-2015 (JP)
Género(s): Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para dois jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (40GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o 7 vezes e hei-de acabá-lo novamente um dia destes. Platina alcançada.

(Nunca mais é Verão...)

E está em inglês.
Dark Souls é uma série pela qual durante um largo período de tempo não nutri qualquer tipo de sentimento. Simplesmente não me apelava pela dificuldade que na altura considerava excessiva tendo em conta outros jogos com a mesma temática medieval (por exemplo Dragon's Dogma). E sempre me recusei a jogá-los, mesmo quando a insistência de terceiros quase me fez ceder mas ainda assim não arredei pé e mantive a minha convicção. Até que um dia apareceu Bloodborne. E os mesmos terceiros insistiram novamente pelo que a minha recusa se manteve. Mas pela boca morre o peixe e certo dia, após ter participado num passatempo, o qual agora não me recordo se foi no site A ou B, eis que sou premiado nada mais, nada menos do que com um exemplar promocional de... Bloodborne. Isto foi algures em Abril de 2015, depois do lançamento do jogo. E durante algum tempo ali esteve na prateleira, junto dos outros jogos à espera de se jogado. Mas um dia, enchi-me de determinação e lá dei uma chance a este jogo. Foi amor à primeira vista e outro do mesmo género se seguiu. Não, não foi nenhum Dark Souls pois ainda estou à espera de encontrar os três a um preço simpático mas logo tratarei disso.

10 de dezembro de 2018

NieR:Automata [Limited Edition]

Bonita cover art.
Desenvolvido por: Platinum Games
Publicado por: Square Enix
Director: Yoko Taro
Produtor(es): Eijiro Nishimura, Yosuke Saito
Designer(s): Takahisa Taura, Isao Negishi
Artista(s): Akihiko Yoshida, Yuya Nagai, Toshiyuki Itahana
Argumentista(s): Yoko Taro, Hana Kikuchi, Yoshiho Akabane
Compositor: Keiichi Okabe
Plataforma(s): PlayStation 4, XboxOne, PC
Lançamento: 23-02-2017 (JP), 07-03-2017 (EUA), 10-03-2017 (EU) (PS4)
Género(s): Action Role Playing Game, Hack 'N Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (45.28GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional, PS4 Pro Enhanced
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o 26 vezes. O jogo tem 26 finais. Mas jogado, foi uma vez com muitas horas e platina alcançada.

(Agora que quero uma WiiU nova e baratinha, não encontro... -_-; )

Glory to Mankind!
Há quem goste de ler, há quem goste de ver filmes e há quem goste de jogar. Pessoalmente aprecio as três formas de desfrutar de uma história mas sem dúvida alguma se tiver de optar apenas por uma, é óbvio que prefiro jogar. A razão é simples: um jogo combina a narrativa de um livro e a parte visual de um filme, adicionando uma nova variável à equação que se traduz na interactividade. Somos nós que estamos ali a viver a experiência, a modificá-la de certa forma, a sermos a personagem. Isto é algo que não se consegue nem num livro nem num filme. E havendo jogos que são apenas isso, jogos, sem grande propósito para além de nos entreter, hoje em dia existem outros que são experiência únicas e completamente diferentes daquilo a que possamos estar habituados. O exemplar que trago até aqui hoje ilustra isto na perfeição. Foi-me oferecido pela minha irmã mais nova no meu aniversário em 2017 e tratando-se de ser uma Limited Edition vem num belíssimo steelbook que inclui ainda DLC extra.

6 de novembro de 2018

Rise of the Tomb Raider [20 Year Celebration]

Miss Blue.
Desenvolvido por: Crystal Dynamics
Publicado por: Square Enix
Director(es): Noah Hughes, Brian Horton, Daniel Neuburger
Produtor: Rose Hunt
Designer(s): Jason Botta, Michael Brinker
Artista: Brenoch Adams
Argumentista: Rhianna Pratchett
Compositor: Bobby Tahouri
Plataforma(s): PlayStation 4, XboxOne, Xbox360, PC, Mac, Linux
Lançamento: 11-10-2016 (PS4 - Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Aventura, Stealth, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online co-op para 2 jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (25GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal, tendo feito tudo o que havia para fazer na história.
 
(Tempinho de treta...)
 
A info do costume.
Já é sabido que nunca fui grande fã de Tomb Raider e foi preciso o reboot de 2013 para me fazer explorar um pouco mais a série. Contudo, o máximo que recuei no tempo foi até à era da PS2, tendo apenas jogado um par de jogos, muito bons por sinal, deixando as nódoas de lado pois não tenho tempo nem paciência para essas. Obviamente, o jogo de 2013 deixou-me ansioso por mais do mesmo e é isso que trago até aqui hoje com este Rise of the Tomb Raider [20 Year Celebration], uma edição especial de um jogo que foi exclusivo nas consolas da Microsoft durante algum tempo mas que depois aterrou na PS4 com esta edição que inclui um artbook no qual o jogo se insere em vez de trazer uma caixa normal. Tudo isto é firmemente protegido por uma sleeve de cartão. Em termos de conteúdo digital, foi incluído todo o DLC lançado que se traduz em modos exclusivos de jogo, itens extra como fatos e armas, um capítulo novo de história entre outras coisas. Este meu exemplar foi fruto de uma troca por um jogo de Pokémon que tinha para a GameCube e que não me fazia falta nenhuma na minha humilde colecção, algures entre Março e Abril de 2017. Sim, não gosto de Pokémon.

24 de setembro de 2018

DooM [UAC Pack]

Capa genérica como tudo...
Desenvolvido por: idSoftware
Publicado por: Bethesda Softworks
Director(es): Marty Stratton, Hugo Martin
Produtor: Timothy Bell
Designer: Jason O'Connell
Artista: Hugo Martin
Argumentista: Adam Gascoine
Compositor: Mick Gordon
Motor gráfico: id Tech 6
Plataforma(s): PlayStation 4, XboxOne, PC, Nintendo Switch
Lançamento: 13-05-2016 (Lançamento Mundial)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online para até 12 jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (~100GB com updates), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal. Pode ser que volte novamente daqui a uns tempos.

(O Outono está aí mas o calor persiste...)

Façam o que ali diz.
Hoje em dia, com a quantidade de jogos que existe no mercado, é difícil por vezes fazer uma escolha informada acerca de qual devemos comprar. Mesmo com toda a informação disponível nos mais variados meios, a oferta é tanta que muitos de nós se perde na hora de escolher um jogo, por mais simples que isso possa parecer. Mas no passado era bem pior, sendo que apenas o word-of-mouth e as revistas eram os métodos mais comuns e menos fiáveis de o fazer. Mas há jogos que ultrapassam tudo isso e somente o seu nome é sinónimo de qualidade, de clássico intemporal ou de outra coisa qualquer, se for caso disso. O jogo que trago até aqui hoje encaixa-se neste contexto pela sua fama, pela sua controvérsia mas acima de tudo pelo divertimento que proporcionou a tanta gente por esse mundo fora. Este exemplar aterrou no JDF algures entre Julho e Agosto de 2016, por cerca de 30 euros, oriundo de uma loja online. Sendo uma edição denominada UAC Pack, inclui para além do jogo um handbook com arte e dicas, um poster de propaganda, dois emblemas bordados e conteúdo adicional para o multiplayer.

19 de setembro de 2018

Final Fantasy Type-0 HD [Limited Edition]

Este tipo dá cartas...
Desenvolvido por: Square Enix Business Division 2, HexaDrive
Publicado por: Square Enix
Director: Hajime Tabata
Produtor: Hajime Tabata
Artista: Yusuke Naora
Argumentista: Hiroki Chiba
Compositor: Takeharu Ishimoto
Plataforma(s): PlayStation 4, XboxOne, PC
Lançamento: 17-03-2015 (EUA), 19-03-2015 (JP), 20-03-2015 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (26GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez com muitas horas de jogo. Platina atingida.

(Hoje não me apetece comentar o estado da meteorologia...) 

Elite... é como quem diz.
Durante uma certa altura da sua vida, a PlayStation 4 foi literalmente invadida por uma onda de remasters oriundos de sistemas anteriores, ao ponto de eu mesmo a considerar a consola da geração remaster pois não havia nada de novo ou de significativamente importante que justificasse a compra da mesma. Mas no meio destes remasters todos, lá foram surgindo alguns que me despertaram o interesse e a atenção que merecem. O jogo que trago até aqui hoje é possivelmente o melhor exemplo disso uma vez que era exclusivo da PSP e para piorar ainda mais as coisas, exclusivo do mercado japonês. E tratando-se de um RPG, em japonês, a probabilidade de o jogar seria perto de zero. Contudo, houve alguma alma caridosa que dedicou parte da sua vida a traduzir o jogo e lançou um patch para se poder desfrutar desta aventura em inglês. Mas quase em simultâneo, esta versão oficial do jogo em HD foi anunciada e posteriormente lançada. Este meu exemplar que se trata de ser a Limited Edition, vem num belíssimo steelbook, traz ainda uma demo do Final Fantasy XV e custou algo como 30 euros, oriundo de uma loja online, algures entre Julho e Agosto de 2015.

15 de setembro de 2018

Shadow Warrior

Capa simples e eficaz!
Desenvolvido por: Flying Wild Hog
Publicado por: Devolver Digital
Director: Michał Szustak
Designer: Michał Mazur
Artista(s): Paweł Libiszewski, Łukasz Zdunowski
Argumentista: Jan Bartkowicz
Compositor(es): Michał Cielecki, Krzysztof Wierzynkiewicz
Motor gráfico: Road Hog Engine
Plataforma(s): PlayStation 4, XboxOne, PC, Linux, MacOS
Lançamento: 21-10-2014 (EUA), 24-10-2014 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (~7GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal.

(Após uma ausência sazonal, eis-me de volta à ribalta.)

No stickers!
Durante os anos 90 houve uma explosão de FPS como nunca antes se tinha visto. Digo explosão pois os jogos apareciam a torto e a direito, havendo para todos os gostos e com as mais variadas temáticas embora no fundo, todos se propunham ao mesmo: dar tiro neles e ter algum gozo com isso. E se títulos como DooM e Duke Nukem 3D são sobejamente conhecidos, outros tantos tiveram que aguentar na sombra destes por muitos anos, sendo que alguns até conseguiam ser melhores mas nunca alcançaram o estatuto de lenda. E se todos conhecemos Dukem Nukem 3D, também devíamos conhecer alguns dos jogos que surgiram tendo por base o Build Engine e que vieram no encalce deste aproveitando o humor de casa de banho fácil e que tanto aprecio, misturando algumas coisas diferentes. Um desses jogos é Shadow Warrior, uma espécie de Duke Nukem oriental, com violência a rodos e um humor peculiarmente delicioso se bem que um tanto racista se formos pelos padrões actuais onde não se pode dizer nada para não parecer mal. Bom, mas tal como o nosso querido Duke, Shadow Warrior também teve direito a uma espécie de transição para os tempos correntes, ainda que bem mais feliz. Se se recordam de Duke Nukem Forever (quer até me deu um certo gozo jogar), este é de longe infinitamente melhor. Este meu exemplar veio algures de uma loja online, entre Março e Abril de 2015 por cerca de 18 euros. Já o tinha jogado em PC mas isso não interessa nada.

18 de julho de 2018

Wolfenstein - The Old Blood

It's zee germans!
Desenvolvido por: MachineGames
Publicado por: Bethesda Softworks
Director: Jonathan Heckley
Produtor: John Jennings
Designer: Arcade Berg
Artista(s): Axel Torvenius, Tor Frick
Argumentista: Tommy Tordsson Björk
Compositor: Mick Gordon
Motor gráfico: id Tech 5
Plataforma(s): PlayStation 4, XboxOne, PC
Lançamento: 05-05-2015 (EU/EUA - Digital), 15-05-2015 (EU), 04-06-2015 (JP), 21-07-2015 (EUA)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (40GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, em Normal e na dificuldade mais elevada. Platina atingida.

(Verão, volta pois estás sempre perdoado! Also, primeira análise de PS4!)

No fugly stickers!
Wolfenstein é provavelmente um dos nomes mais conhecidos de sempre no que concerne a FPS, sendo considerado o avôzinho dos mesmos ainda que, como todos sabemos, não foi o primeiro no género. Mas foi sem dúvida o primeiro a popularizar o género e que deu origem a uma miríade de outros seguidores, sendo DooM o mais popular de todos. Mas estamos aqui para falar sobre Wolfenstein como já devem ter percebido e o jogo que trago até aqui hoje é mais um nesta já antiga saga, ainda que este seja prequela do excelente The New Order, já aqui analisado. Este exemplar chegou ao JDF algures entre Maio e Junho de 2015, por cerca de 18 euros, oriundo de uma loja online, a qual não me recordo. E foi o primeiro jogo de PS4 que joguei.