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24 de fevereiro de 2019

1942 - Joint Strike

Custom made!
Desenvolvido por: Backbone Entertainment
Publicado por: Capcom
Director: Melissa Bachman-Wood
Produtor: Maximillian Fitzmaurice
Designer: Marcus Montgomery
Compositor: Norihiko Hibino
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 24-07-2008 (PSN), 23-07-2008 (XBLA)
Género: Vertical scrolling shooter, Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo arcade para um ou dois jogadores online ou offline
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Instalação no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, 1080i e 1080p
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez na dificuldade mais fácil e desisti de tentar nas outras.

(Fun fact: continua a ser fim de semana portanto não há fun facts!)

Os bosses gostam de dar nas vistas.
Hoje para ser diferente de todos os outros dias trago de volta o Jogalhões Flash, que para quem não sabe, são análises relâmpago a jogos que já analisei noutras plataformas mas que são basicamente os mesmos ou simplesmente jogos pequenos sem grande conteúdo para comentar. O que aqui vos apresento hoje encaixa-se nessa categoria na perfeição e foi adquirido algures entre Novembro e Dezembro de 2015, por 2.99€ numa promo da PSN.

11 de janeiro de 2019

SteamWorld Dig 2

Quando não há capa... faz-se!
Desenvolvido por: Image & Form
Publicado por: Image & Form
Plataforma(s): PlayStation 4, PlayStation Vita, PC, Mac XboxOne, Nintendo Switch, Nintendo 3DS
Lançamento: 26-09-2017 (EUA), 27-09-2017 (EU) (PS4)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(A alfandega é uma coisa do demónio... -_-)

A malta da cena underground.
Nos dias que correm são muitos os jogos que saem. Demasiados até, a meu ver. São tantos que uma pessoa não consegue dar a devida e merecida atenção a cada um dos que vale um pouco do nosso escasso tempo. E quando se trata de jogos indie mais ainda pois são em catadupa e aqui a qualidade costuma ser bem superior à dos AAA que inundam o mercado e estão apinhados dos habituais problemas que já todos conhecemos. Mas com os indie, as surpresas costumam ser boas e no caso do jogo que apresento aqui hoje foi bastante agradável até. Este exemplar em formato digital foi um prémio ganho num passatempo de um site que suspeito que tenha sido o Rubber Chicken pois não me corre mais nenhum onde costume. Isto foi algures entre Novembro e Dezembro de 2017.

10 de dezembro de 2016

Strider

Capa inspirada na original japonesa.
Desenvolvido por: Double Helix Games, Capcom Osaka Studio
Publicado por: Capcom
Director(es): Tony Barnes, Koji Oda
Produtor(es): Jorge Oseguera, Andrew Szymanski, James Vance
Designer(s): Daniel Jacbos, Brian Smith, Paul Silva, Tony Barnes
Artista: Sho Sakai
Argumentista: Tony Barnes
Compositor: Michael John Mollo
Plataforma(s): PlayStation 3 (PSN, Físico no Japão), PlayStation 4 (PSN), Xbox360 (XBLive), XboxOne (XBLive), PC (Steam)
Lançamento: 18-02-2014 (Lançamento Mundial)
Género(s): Hack 'n Slash, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Versão Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compátivel com Dualshock 3, HD 720p
Outros nomes: Strider Hiryu (JP)

Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal mas não a 100%.

(Fim de semana, pelo menos não chove.)

Say hello to my little friend!
Durante os anos 90, sempre tive curiosidade em explorar tantos jogos quanto me fosse possível visto que não é como hoje onde tropeçamos literalmente neles devido à quantidade abismal que existe. Com isto, um dos jogos que sempre me chamou à atenção foi o Strider. Sim, aquele do ninja que nem se vê a espada de tão rápido que é. Mas foi jogo que nunca joguei com a atenção devida por diversos motivos. Primeiro, achar uma máquina de arcada com o jogo era mentira; segundo, não tinha MegaDrive na altura para jogar o port que foi lançado, na NES nem sabia que existia e as versões de PC e restantes computadores eram horríveis. Daí que vivi este período sem cheiro de Strider e só mais tarde, na era da PlayStation, é que tive oportunidade de jogar a verdadeira sequela (sim, saiu uma antes mas não era oficial) e fiquei fascinado com o jogo. Pena tenho eu de não o ter comprado na altura (joguei uma cópia que me foi emprestada e como o acabei não quis comprar... burro). Bom, mas o jogo que trago até aqui hoje não é nenhum destes mas sim o mais recente da série que infelizmente também tem mais história comigo (parece que estou enguiçado no que concerne a Strider). Uma vez que só saiu a versão digital no Ocidente, decidi mandar vir a versão física japonesa que como bónus trazia a versão de arcada do original e o Strider 2 de PlayStation, ambos descarregáveis da PSN japonesa. Conclusão, o jogo nunca me chegou a casa passados meses e fiquei tão lixado que fui obrigado a optar pela única versão disponível quando baixou de preço. Foi entre Março e Abril de 2015 que o fiz, gastando assim cerca de 7 euros por uma versão digital.

27 de janeiro de 2016

Alien Breed Trilogy

Quando não há capa, fazemos!
Desenvolvido por: Team17
Publicado por: Team17
Motor gráfico: Unreal Engine 3
Plataforma(s): PlayStation 3 (PSN), Xbox360 (XBLA e Físico), PC
Lançamento: Impact - 01-09-2010, Assault - 22-09-2010, Descent - 17-11-2010
Género(s): Isometric 3D Shooter, Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer Online
Media: Versão Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compátivel com Dualshock 3, HD 720p
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei uma vez cada um dos episódios.

(Continua frio e não gosto...)

Alguém chamou um exterminador?
Nos anos 90 era comum ouvirmos falar de imensos jogos que provavelmente nos passaram ao lado. Fosse em conversa com os amigos ou nas saudosas revistas da especialidade, muitos foram os jogos dos quais ouvimos falar mas nem sequer jogámos devido a diversos factores. Um deles, talvez o mais importante, era o facto de não termos determinado sistema no qual o podíamos jogar. E se andávamos a sofrer da febre Nintendo/Sega, com certeza descurámos um pouco tudo o que havia noutros mercados, nomeadamente o de PC e Amiga. Mas sendo eu um puto informado nestas coisas, esforçava-me por estar a par das novidades e mistérios deste outro mundo. Foi quando conheci uma saga chamada Alien Breed, que se caracterizava por ser um top down shooter cheio de acção. Para o jogar, só com a ajuda do único amigo com um Amiga visto o resto ter tudo PC (286 e 386 na sua maioria). Ainda assim só o experimentei por uns momentos sem nunca ter aprofundado muito a experiência. Anos mais tarde, eis que surgem novos títulos nesta saga e aproveitando uma promoção na PSN algures entre Setembro e Outubro de 2014, lá gastei 7.99€ no bundle e fiquei com três novos jogos, que na verdade são apenas um.

18 de abril de 2015

Mortal Kombat Arcade Kollection

Mais uma custom cover.
Desenvolvido por: Other Ocean Interactive
Publicado por: Warner Bros. Games
Designer(s): Ed Boon, John Tobias
Compositor: Dan Forden
Plataforma(s): PlayStation 3 (PSN) Xbox360 (XBLA), PC (Steam)
Lançamento: 31-11-2011 (PSN, XBLA), 01-02-2012 (Steam)
Género: Fighting
Modos de jogo: Modo torneio para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores local e online
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Instalação de 222MB no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido, HD 720p, Scoreboards online
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei o modo arcade uma vez em cada jogo.

(Parece um dia de Inverno...)

Sub-Zero, sempre discreto...
Porrada, porrada, porrada, um homem não pode viver sem porrada (salvo seja)! E que melhor do que um jogo de porrada para descarregar algum stress? Bom, muitas outras coisas mas essas não interessam para o caso. Jogos de porrada existem para todos os gostos e idades desde os mais soft aos mais violentos, agradando assim a todos os públicos e em alguns casos, aos progenitores. O jogo de hoje não é um mas sim três jogos, controversos no seu tempo mas que hoje se assumem como clássicos inconfundíveis. Adquiri-o recentemente numa promoção da PSN por €2.50.

29 de novembro de 2011

Crysis


Custom cover, feita por mim para o efeito.
Desenvolvido por: Crytek Frankfurt
Publicado por: Electronic Arts
Director: Cevat Yerli
Produtor: Bernd Diemer
Designer: Jack Mamais
Compositores: Inon Zur
Motor Gráfico: CryEngine 3
Plataforma(s): PlayStation Network, Xbox Live
Lançamento: 04-10-2011 (Lançamento Mundial)
Género: Open World First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (3GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p, Compatível com Steroscopic 3D
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, em Normal e em Delta (ou seja Very Hard).

(A wishlist tanto encurta como aumenta...)

Maximum Armor - Algo que dá jeito.
Já é do conhecimento geral de quem joga com frequência que muitos jogos tiveram a sua estreia no PC, fazendo mais tarde, a sua incursão nas consolas. Também se sabe que muitos destes jogos pedem brutas máquinas para que possam ser jogados em todo o seu esplendor visual e técnico, coisa que nem sempre é possível devido aos requisitos por vezes serem demasiado altos. Ainda assim não é motivo para desanimar pois é possível jogar, ainda que a meio gás, como costumo dizer. O curioso no meio disto tudo é por vezes se dizer que alguns jogos são, ou eram, impossíveis de recriar numa consola e depois eles aparecerem mais tarde mostrando a meio mundo que afinal estavam redondamente equivocados. Isto serve apenas para dizer que o jogo que aqui trago hoje é o exemplo que mais se destaca neste âmbito e possivelmente um dos que mais aguardava. Fez-se luz e cá está ele. Este meu exemplar digital foi adquirido no dia de lançamento, pelo preço que pediam, ou seja, €19.90. Na minha opinião, mais do que justo.

22 de setembro de 2011

Dead Space - Extraction

Custom cover baseada na original de Wii.
Desenvolvido por: Visceral Games, Eurocom
Publicado por: Electronic Arts
Compositor(es): Jason Graves
Plataforma(s): PlayStation 3(PSN), Nintendo Wii
Lançamento: 25-01-2011 (EUA), 28-01-2011 (EU)
Género(s): Survival Horror, On-rail Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores, Modo Challenge para um jogador.
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Instalação no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido da consola, HD 720p, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Sensor de Movimento, Compatível com PlayStation Move e PlayStation Eye
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o duas vezes e planeio mais umas rondas.

(E mais um jogo entra para a colecção.)

Ele já não é humano...
Já aqui referi algumas vezes o facto de algumas séries de videojogos se espalharem por várias consolas, desde sequelas a prequelas e até mesmo spin-offs ou side stories. O bom disto é todos poderem desfrutar dos jogos mas o mau é alguém que quer seguir fielmente a série ser forçado a comprar outro sistema para poder jogar um novo jogo. Mas parece que este cenário tem tendência a ser encurtado pois com alguns meses de espera, é possível jogar o mesmo jogo numa plataforma que tenhamos em casa e em alguns casos com melhor aspecto. O jogo que aqui trago hoje é um claro exemplo disso, pois tinha intenção de o comprar para a Wii mas esperei e lá me calhou a versão de PS3 que vinha com a Limited Edition de Dead Space 2.

15 de setembro de 2011

Bionic Commando Rearmed 2

Custom cover com bigode incluído.
Desenvolvido por: Fatshark
Publicado por: Capcom
Compositor: Simon Viklund
Motor gráfico: Diesel Engine, PhysX (Física)
Plataforma: PlayStation 3 (PSN), PC, Xbox360 (XBLA)
Lançamento: 01-02-2011 (Lançamento Mundial)
Género: Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores (Co-Op)
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Instalação no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido da PS3, Compatível com Função de Vibração, HD 720p
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, em Normal e Hard.

(Mais um jogo novo na colecção. Não tenho emenda...)

Uma habilidade nova.
Nos dias que correm, a indústria dos videojogos é um local ferozmente competitivo e existe muito pouca margem para erros ou falhanços, sobretudo para pequenos estúdios. Se os grandes erram e perdem por isso, os pequenos estão então numa posição bem pior e sujeitos a golpes mais fortes. Foi isso que aconteceu a um estúdio de nome GRIN, que muitos poucos jogos produziu mas que nos trouxe não só Bionic Commando, a versão de 2009, como também o remake do original de NES, Bionic Commando Rearmed. O primeiro foi uma das causas do encerramento deste estúdio, apesar de na minha opinião gostar do jogo, mas o segundo foi um sucesso, de tal modo que pedia uma sequela. Ora, esta sequela veio mas pela mão de outro estúdio, coisa que irei já abordar de seguida. O que interessa agora é saber que este meu exemplar foi adquirido na PSN por €7.99, tendo eu aproveitado a descida de preço. Creio que foi em Julho.

14 de setembro de 2011

Dead Nation

Capa custom pois não há retail.
Desenvolvido por: Housemarque
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Plataforma: PlayStation Network (PS3)
Lançamento: 30-11-2010 (EUA), 01-12-2010 (EU)
Género: Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo campanha local e online co-op para um ou dois jogadores
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Instalação no disco rígido, Gravação de progresso no disco rígido da consola, HD 720p, 1080i, 1080p, Compatível com Função de Vibração, Suporte de auricular Bluetooth
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes até conseguir platina.

(Reparei agora que já ultrapassámos a barreira das 10 mil visitas. Desde já agradeço a todos os que por aqui passam, lêem e comentam, dentro ou fora do blog. Ah, e continuem a visitar-nos!)

Vandalizar veículos faz parte da acção.
Há uns meses atrás, um grupo de idiotas com bastantes conhecimentos e muito tempo em mãos, decidiu entrar de forma ilícita nos servidores da PlayStation Network dando origem a um dos acontecimentos do ano, dentro deste mundo dos videojogos. E será certamente um acontecimento que ficará para a história, dada a proporção que o mesmo atingiu, tendo estado todos os utilizadores do serviço em questão, cerca de um mês e tal sem acesso ao mesmo. Isto para juntar à ameaça de dados roubados, nomeadamente números de cartões de crédito, dados pessoais e afins. Para "compensar os estragos", a Sony prontamente lançou o programa Welcome Back, que ofereceu acesso gratuito ao serviço PlayStation Plus, bem como quatros jogos à escolha, dois de PS3 e dois de PSP, de uma lista de cerca de dez jogos. Ora bem, esta história toda é apenas para dizer que na vida há coisas que vêm por acaso, ou depois de algum infortúnio. E como o ditado diz que depois da tempestade vem a bonança, creio que o jogo de hoje ilustra esse cenário na perfeição. Marcado com o preço de €12.99, este exemplar digital custou zero e foi um dos jogos que escolhi neste programa. Obrigado Sony!

14 de agosto de 2011

WipEout HD Fury

A capa do jogo em suporte físico.
Desenvolvido por: SCE Studio Liverpool
Publicado por: SCEE
Plataforma: PlayStation Network (PS3)
Lançamento: 25-11-2008 (EUA), 19-02-2009 (EU)
Género: Futurist Racing
Modos de jogo: Modo campanha para um jogador, Multiplayer local em splitscreen para dois jogadores, Multiplayer online
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (2GB), Gravação de progresso no disco rígido da consola, HD 720p, 1080i, 1080p, Compatível com Sensor de Movimento, Suporte de auricular Bluetooth
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Ainda não o terminei mas já tenho bastantes horas de corrida.

(Já vejo o fim à lista!)

Os menus são simples mas funcionais.
Há uns anos atrás, ainda no tempo da velhinha PlayStation, apareceu um jogo que combinava duas coisas que aprecio bastante: ficção científica e velocidade. E não era difícil sair algo de bom desta mistura pois velocidade com naves todas cheias de artimanhas a correr em pistas futuristas é o suficiente para atrair qualquer, especialmente ao sabor de boa música. Surgiu assim a série do jogo que hoje trago até aqui. Este exemplar digital foi um dos jogos de oferta pelo "apagão" na PSN, tendo portanto chegado a custo zero. Melhor ainda é trazer a expansão.

7 de agosto de 2011

Tekken 5 - Dark Resurrection

O meu não tem online mas é a mesma coisa.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco
Director: Katsuhiro Harada
Plataforma(s): PlayStation 3 (PSN), PlayStation Portable, Arcade
Lançamento: Versão PS3 - 12-12-2006 (JP), 01-03-2007 (EUA), 23-03-2007 (EU)
Género: 3D Fighting
Modos de jogo: Modo Arcade, DLC adicional com suporte para multiplayer online e alguns vídeos (só as primeiras versões do jogo)
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (603MB), gravação de progresso no disco rígido da consola, HD 720p, 1080i, 1080p
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes.

(Hoje foi assim dia inteiro na praia...)

Brian não facilita a vida a ninguém.
E eis que surge mais um Jogalhões Flash onde a lupa fica de lado e vamos ao que interessa sem rodeios e depressinha. Jogos de porrada, todos os temos, já jogámos imensos e há sempre um ou dois favoritos. Ainda assim, a experiência é importante e há que diversificar as frentes. Quero com isto dizer, jogar de tudo um pouco para chegar a conclusões. O jogo de hoje faz parte da pancadaria em 3D e este exemplar digital fui buscá-lo à conta da PSN de um amigo meu. Infelizmente ele não adquiriu o DLC para jogatana online. Mas acho que até fez bem pois também não lhe ia dar uso. O jogo actualmente já vem com esta funcionalidade.

1 de agosto de 2011

Super Street Fighter II Turbo HD Remix

Custom cover porque tem de ser.
Desenvolvido por: Backbone Entertainment
Publicado por: Capcom
Designer(s): David Sirlin, Rey Jimenez
Artista: UDON Entertainment
Compositor(es): Remixed Soundtrack - OverClocked ReMix, djpretzel, Shael Riley / Original Soundtrack - Yoko Shimomura, Isao Abe, Syun Nishigaki
Motor gráfico: Backbone Entertainment's Reaper Engine com a versão de Dreamcast de Super Street Fighter II Turbo Matching Service
Plataforma(s): PlayStation Network (PS3), Xbox Live Arcade (Xbox360)
Lançamento: 25-11-2008 (EUA), 19-02-2009 (EU)
Género(s): 2D Fighting
Modos de jogo: Modo arcade para um jogador. Modo Vs. para dois jogadores, Multiplayer online para até 8 jogadores
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola, HD 1080p, Suporte de auricular Bluetooth
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o duas vezes com o Ken, se tanto.

(Mais um dia de Inverno para começar Agosto em grande...)

Hoje é dia de Jogalhões Flash Muitos falam em jogos de luta a 3D mas esquecem-se realmente que o 2D foi onde tudo começou e muitos puristas continuam a preferir este estilo, ignorando por completo todo aquele visual flashy que o 3D oferece. Super Street Fighter II Turbo HD Remix, apesar de ter um nome enorme continua a ser o que sempre foi na sua essência: um jogo de pancadaria com uma jogabilidade inigualável ainda que não seja o meu favorito na série. E esta versão veio a trazer algumas novidades, bastante agradáveis, tanto a jogadores da velha guarda como a novatos. Este meu exemplar digital foi adquirido via PlayStation Store americana por cerca de 15 dólares, pois na altura não estava disponível na portuguesa.

23 de julho de 2011

Super Stardust HD

Aquilo é a nossa nave.
Desenvolvido por: Housemarque
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Director: Harri Tikkanen
Produtor: Ivan Davies
Designer: Harri Tikkanen
Plataforma(s): PlayStation 3 (PSN), PlayStation Portable (PSN)
Lançamento: 28-06-2007 (EUA), 29-06-2007 (EU)
Género: Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo Arcade e Planet Mode para um jogador. DLC's adicionais com mais modos de jogos e suporte para dois jogadores em co-op local e online.
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola, HD 720p, 1080i, 1080p
Outros nomes: Star Strike HD (JP), Super Stardust Portable (PSP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Parece que o tempo arrebitou.)

Este jogo parece o 24 de Julho.
Desde os primórdios dos videojogos que os shoot 'em up, também conhecidos actualmente por shmups, são um dos géneros mais famosos e apreciados por todo o tipo de jogadores, com alguns bastante acessíveis em termos de dificuldade e outros ridiculamente difíceis, indicados para seres humanos com habilidades especiais tais como destreza manual super humana. Ainda assim, é um género divertido, intemporal e que dá para jogar muitas vezes, mesmo depois de já o termos batido vezes sem conta, ou não. Este jogo que aqui trago hoje é um bom exemplo disso e não paguei nada por ele, bastando-me um download da conta de um amigo meu, na PSN. Pena não ter os extras todos, mas a cavalo dado não se olha o dente.

16 de julho de 2011

Super Rub 'a' Dub

Patos Vs. Tubarões.
Desenvolvido por: Sumo Digital
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Plataforma: PlayStation 3 (PSN) 
Lançamento: 05-04-2007 (EU), 19-04-2007 (EUA), 25-04-2007 (JP)
Género: Puzzle. Arcade
Modos de jogo: Modo Banheira para um ou dois jogadores
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Sensor de Movimento
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Nunca o terminei e pouco o joguei.

(Sábado, dia de nada fazer.)

Uma banheira diferente.
Visto existirem certos jogos que provavelmente não joguei, joguei pouquíssimo ou são demasiado simples e pequenos, vou introduzir um novo conceito ao qual vou chamar Jogalhões Flash. Não, não são jogos em flash mas si análises bastante resumidas, sem pormenores técnicos nem grandes abordagens, isto pelo facto de tais jogos não darem para muito. Não quer dizer que seja maus, apenas não têm muito sumo para serem espremidos. O jogo de hoje marca esta inauguração e o tamanho do texto será o factor de diferenciação. Este exemplar digital fui sacá-lo à conta de um amigo, só mesmo por curiosidade pois não tinha intenção de gastar dinheiro no mesmo.

10 de julho de 2011

Prince of Persia Classic

Custom cover pois não há mais nada!
Desenvolvido por: Gameloft
Publicado por: Ubisoft
Designer: Jordan Mechner (Versão original)
Plataforma(s): PlayStation 3 (PSN), Xbox Live Arcade
Lançamento: 13/06/2007 (XBLA), 23/10/2008 (PSN)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Vários modos para um jogador (Normal, Time Attack, Survival)
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Scoreboards online
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes.

(Já começo a ver a meta após tantos jogos.)

Todo o fã de videojogos que se assuma como tal, só o pode ser se tiver jogado o clássico dos clássicos entre os jogos de plataformas. É óbvio que me refiro à obra prima de Jordan Mechner datada de 1989 e que dá pelo nome de Prince of Persia, presente em mais de 20 sistemas diferentes, sendo a versão de PC a mais popular de todas. Este meu exemplar digital foi adquirido na PlayStation Store americana pois não existia na portuguesa, tendo custado cerca de 7 euros, com a conversão.

13 de junho de 2011

GTI Club+ Rally Cote d'Azur

Mais uma custom cover.
Desenvolvido por: Sumo Digital
Publicado por: Konami
Plataforma: PlayStation 3 (PSN)
Lançamento: 04-12-2008 (EU), 15-01-2009 (EUA), 25-02-2010 (JP)
Género: Corridas
Modos de jogo: Modo Arcade para um jogador, Multuplayer online com vários modos de jogo para até 8 jogadores
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola, Compatível com Função de Vibração, Compatível com Sensor de Movimento, Compatível com PlayStation Eye, Compatível com Headset, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes e dá para jogar sem compromisso.

(Parece que hoje não será dia de praia.)

Este Mini parece que encolheu.
Muitos eram os jogos nas arcadas, que na década de 90 faziam a nossas delícias por serem nitidamente superiores a qualquer um dos que tivéssemos em casa. Quando refiro superior não quer dizer que fossem melhores, nada disso. Eram apenas tecnicamente mais avançados e isso era um chamariz. Obviamente muitos deles eram de facto bons mas o grande problema era que só existiam nas máquinas e nunca foram lançados para consolas até esta actual geração ter chegado. Muitos viram-se então lançados para Wii, PS3 e X360, para gáudio dos fãs da velha guarda. O jogo de hoje é um desses casos, tendo sido apenas lançado na PSN ao preço de 12.99€, não contando com o DLC. E foi esse o preço que me custou.

15 de maio de 2011

Hard Corps - Uprising

Custom cover pois não existe retail.
Desenvolvido por: Arc System Works
Publicado por: Konami
Artista: Daisuke Ishiwatari
Compositor: Daisuke Ishiwatari
Plataforma(s): PlayStation 3 (PSN), Xbox360 (XBLA)
Lançamento: 15-03-2011 (EUA, JP), 23-03-2011 (EU)
Género: Run 'N Gun
Modos de jogo: Modo Arcade e Rising para um ou dois jogadores em Co-Op local e online.
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes em tão pouco tempo.

(É Domingo e pouco mais.)

A destruição começa!
Hoje em dia existe muito o hábito de viver à sombra da bananeira devido aos sucessos do passado e as software houses são um dos casos mais flagrantes desse fenómeno. Embora continuem a apostar na produção de novos jogos, com conceitos modernos, muitas ainda se viram para os jogos antigos e tentam dar-lhes um look actual. Não considero isso um gesto errado ou mesmo mau, até gosto de remakes e actualizações, dentro dos limites. E é nestes limites que o jogo de hoje assenta, dando a conhecer aos jogadores mais novos, uma das melhores séries de sempre dentro do estilo Run ´N Gun. E se esses mesmos jogadores não conseguem jogar os antigos títulos, certamente vão conseguir jogar este quanto muito não seja pelo visual renovado, visto a jogabilidade ser a mesma dos antigos. Este meu exemplar digital foi adquirido na PSN (quando ainda funcionava, deve voltar em breve) por cerca de 13 euros e não estou nada arrependido pois é daqueles jogos que mesmo daqui a 10 ou 15 anos vou continuar a jogar com o mesmo prazer de hoje.

8 de maio de 2011

Crash Commando

Se tivesse capa era isto.
Desenvolvido por: EPOS Game Studios
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Plataforma: PlayStation 3 (PSN)
Lançamento: 18-12-2008 (Mundialmente)
Género(s): Acção, Plataformas, Shooter
Modos de jogo: Vários modos multijogador, alguns podem ser jogados offline contra bots.
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola, DLC de conteúdo adicional.
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Não é um jogo que se acabe pois não tem fim.

(É Domingo.)

Explosões, algo normal neste jogo.
Actualmente vivemos numa época onde muitos jogos nem sequer têm suporte físico sendo que temos de os adquirir online, alguns por uma quantia simbólica, outros nem tanto, instalando-os no disco das nossas consolas logo de seguida. Não é que eu seja muito fã deste conceito pois gosto de ler o manual de instruções, apreciar a artwork da caixa e afins mas o certo é que para este estilo de jogos mais indie e descontraído, um suporte físico não iria ter benefícios de espécie alguma. O jogo de hoje é um desses casos e está na minha colecção porque o fui buscar à conta da PSN de um amigo meu, visto podermos partilhar estas coisas até cinco consolas diferentes com um único pagamento. Vamos lá ver se com esta história do ataque à rede, eles não mudam estas regras... :\

19 de abril de 2011

Castlevania - Symphony of the Night

A belíssima capa europeia.
Desenvolvido por: KCE Tokyo
Publicado por: Konami
Director: Toru Hagihara
Produtor: Toru Hagihara
Artista: Ayami Kojima
Argumentista(s): Koji Igarashi, Toshiharu Furukawa
Compositor: Michiru Yamane
Plataforma(s): PlayStation 3 (PSN), PlayStation, Sega Saturn, Xbox Live Arcade
Lançamento: 20-03-1997 (JP), 02-10-1997 (EUA), 01-11-1997 (EU), 19-07-2007 (EUA/PSN), 25-07-2007 (JP/PSN)
Género(s): Aventura, Plataformas, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Download na PlayStation Network (cerca de 350MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card Virtual (1 Bloco)
Outros nomes: Akumajō Dracula X: Gekka no Yasōkyoku (悪魔城ドラキュラX 月下の夜想曲) que traduzido dá Devil's Castle Dracula X: Nocturne in the Moonlight (JP)
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes, demasiadas para enumerar.

(O Jogalhões celebra hoje o seu *2º aniversário*, como podem confirmar pelo post anterior! :D)

Assim começa uma epopeia...
Antigamente os jogos eram-nos apresentados em suporte físico, nomeadamente em cartuchos de consideráveis dimensões, em plástico e cujo o preço de produção era bastante elevado. Hoje em dia, fruto do avanço tecnológico, os jogos vêm em DVD e BluRay, tendo não muito antes passado por CD. Há ainda as portáteis que apostam em formatos específicos mas que não deixam de ser muito mais baratos em relação ao passado. Ainda assim, tudo isto custa dinheiro e gasta-se matéria-prima daí que a distribuição digital passou a ser algo bastante recorrente nos dias de hoje. Por um lado é mau, pois perde-se aquele ritual de comprar o jogo, folhear o manual (ainda que maioria das pessoas não o faça), meter o jogo na consola e ter a caixinha no armário ao lado das outras. É bom porque se poupa em papel, em plástico e sobretudo porque tudo isto fica mais barato e está disponível online a qualquer hora, 365/6 dias por ano. As instruções também. Pessoalmente prefiro o suporte físico mas em algumas coisas confesso que o suporte digital também é bom, nomeadamente para jogos alternativos/indie e os clássicos que não consegui adquirir antigamente em suporte físico, muito menos agora pois custam 10 vezes mais se procurar por eles. O jogo de hoje é um belo exemplo disso, pois um exemplar antigo custa imenso dinheiro, podendo ir dos 70 euros aos N e muitos. Este meu exemplar digital, que é uma reprodução integral do suporte físico, custou 10 dólares na PSN dos Estados Unidos visto não estar disponível na portuguesa. Estúpidos...

1 de abril de 2011

Call of Duty Classic

Quando não há capa, inventa-se!
Desenvolvido por: Infinity Ward
Publicado por: Activision
Director: Ken Turner
Produtor: Vince Zampella
Designer: Zied Rieke
Artista: Jason West
Argumentista: Zied Rieke
Compositor(es): Michael Giacchino, Justin Skomarovsky
Motor gráfico: Quake III: Team Arena
Plataforma: PlayStation 3 (PSN)
Lançamento: 03-12-2009 (Mundialmente)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multiplayer online para até 8 jogadores
Media: DLC (Instalação com cerca de 980MB no disco rígido)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido.
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o uma vez na PS3. No PC, muitas.

(E cá está o novo look de Abril! Curiosamente este mês sai o mais novíssimo Mortal Kombat.)

Ontem trouxe até aqui um jogo violento, com um background mais ou menos baseado em factos reais mas com uma história inteiramente ficcional. Hoje trago outro, menos violento graficamente mas que continua a ser baseado em factos reais, ainda que as três histórias que vivemos sejam inteiramente fictícias. Algo me diz que são menos fictícias que a do de ontem mas isso sou só eu a especular. E nada melhor do que histórias baseadas em coisas que realmente aconteceram, por mais más que tenham sido, pois a imaginação vive disso mesmo, de histórias, sejam elas boas ou más. Mas o que realmente interessa por agora é a história deste jogo na minha colecção e isso é uma história curta, muito curta. Basicamente vinha como extra na Prestige Edition do Modern Warfare 2, através de um voucher com um código promocional para fazer download a partir da PlayStation Store. Assim o fiz.