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19 de fevereiro de 2019

Super Mario Bros. Deluxe

Capa original.
Desenvolvido por: Nintendo R&D 2
Publicado por: Nintendo
Plataforma(s): Game Boy Color, Virtual Console (3DS)
Lançamento: 01-05-1999 (EUA), 01-06-1999 (EU), 01-03-2000 (JP) (GBC) / 27-01-2014 (JP), 13-02-2014 (EU) (3DS Promo) / 27-02-2014 (EU), 25-12-2014 (EUA) (3DS eShop)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer (jogos original)
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Gravação de progresso, Compatível com Game Boy Printer (jogo original)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o umas umas vezes mas hei-de regressar.

(Fun fact:a soma de todos os número numa roleta é 666. Dependendo da roleta...)

E a devida traseira da versão Europeia.
Quando era miúdo lembro-me que um dos jogos que mais queria ver no Game Boy era o Super Mario Bros. da NES. Sempre me fez confusão porque raio tinham lançado o Super Mario Land, um jogo semelhante em algumas coisas mas muito diferente noutras, até mais avançado tecnicamente e nunca se dignaram a meter a grande aventura de Mario na pequena portátil. Os anos passaram e mais jogos da saga Mario Land foram saindo mas do original de NES nem sombra. Quando o Game Boy Color foi lançado, já tinha partido para outras aventuras e eis que finalmente Super Mario Bros. chega a uma portátil da Nintendo, apenas não era aquela que eu mais apreciava. Como é evidente, passou-me ao lado mas alguns anos mais tarde, uma promo da Nintendo onde ao registarmos a nossa 3DS entre 10 de Dezembro de 2013 e 31 de Janeiro de 2014, tínhamos o jogo gratuitamente, fez com que esse aterrasse na colecção. Obviamente tive de esperar por um e-mail entre 13 e 28 de Fevereiro do mesmo ano com o código para o descarregar da eShop, tal como todos os que o fizeram.

10 de fevereiro de 2019

Final Fight 2

Cover art da versão PAL espanhola.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Produtor: Tokuro Fujiwara
Designer(s): Tatsuya Minami, Hyper Bengie, Ichiro Mihara
Artista(s): Hajime‑Chan, Mayumi Tanabe (Nabe‑Chan), Takashi Hama (Mighty Hama)
Compositor(es): Yasuaki Fujita (Bun Bun), Mari Yamaguchi, Yuki Satomura, Setsuo Yamamoto, Yuko Kadota, Tatsuya Nishimura
Plataforma(s): Super Nintendo, Virtual Console (Wii/WiiU, New Nintendo 3DS)
Lançamento: 22-05-1993 (JP), 15-08-1993 (EUA), Dezembro de 1993 (EU) / 09-10-2009 (EU), 12-10-2009 (EUA) (WII VC)
Género: Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para 1 ou 2 jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para me lembrar de quantas foram.

(Fun fact: no Japão existe gelado com sabor a enguia.)

Traseira da versão PAL europeia (Alemanha).
O género beat 'em up é uma arte que se perdeu no tempo. Ganhando a sua popularidade nos salões de jogos por todo o mundo, rapidamente fizeram a transição para as nossas casas, mantendo todo aquele carisma típico e acima de tudo a diversão, ainda que as devidas concessões fossem tomadas de modo a conseguir meter toda a informação pertinente em hardware inferior. Assim surgiram vários jogos, alguns deles tornando-se clássicos e referências para muitos outros que se seguiram. Hoje em dia é um género que está adormecido, ainda que se tenha tentado trazer de volta sem grande sucesso pois o panorama mudou e apenas os nostálgicos são o público alvo do mesmo. Mas o certo é que há quem esteja a apostar nisso, ainda que a meu ver, algumas decisões tomadas não sejam as melhores mas vamos aguardar pelo desfecho. Até lá, podemos jogar novamente todos os bons velhos clássicos e hoje apresento aqui um dos meus favoritos. Infelizmente não é a versão física original mas sim uma versão digital na Virtual Console da Wii, que adquiri algures em 2010 pelo preço que custavam (creio que 800 pontos se a memória não me falha).

1 de fevereiro de 2019

Castlevania - The Adventure

Quando não há capa... eu faço!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Artista(s): Koichi Kimura, Nobuya Nakazato
Compositor(es): Shigeru Fukutake, Norio Hanzawa, Hidehiro Funauchi
Plataforma(s): Nintendo Game Boy, Nintendo Game Boy Color, Virtual Console
Lançamento: 14-03-2012 (JP), 05-07-2012 (EU), 25-10-2012 (EUA) (Virtual Console)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Nenhuma
Outros nomes: Dracula Densetsu (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para contar pelos dedos das mãos.

(Fun fact: os gorilas arrotam quando estão felizes.)

E esta fiz a caixa toda.
Castlevania, essa longa e antiga saga que nos presenteou com excelentes jogos, desde os clássicos das 8-bit e 16-bit, passando pelo estilo mais moderno iniciado nas 32-bit, já viu melhores dias. Aliás, actualmente o seu futuro é bastante turvo e nada faz prever que melhor. Como tal, nada como voltar a jogar novamente todos aqueles que realmente interessam e que tantas horas nos fizeram passar em frente ao ecrã da televisão ou na nossa consola portátil favorita. Mas... nem só de bons jogos esta saga é feita e é um facto mais que garantido que também jogámos os menos bons (ou maus se tivermos que ser mesmo sinceros). Sim, e muitas horas passámos com esses também, habituando-nos às suas imperfeições, adaptando-nos ao chamado crap factor de forma a perseverar e tirar o melhor partido do jogo que tínhamos em mãos. O jogo que apresento aqui hoje faz parte desse grupo e apesar de ter imensa pena de não ter um exemplar físico, nem que fosse só o cartucho, adquiri este exemplar digital algures entre Julho e Agosto de 2018 numa promo da eShop.

14 de janeiro de 2019

Shantae

Cover art bastante simples.
Desenvolvido por: WayForward Technologies
Publicado por: Capcom
Director: Matt Bozon
Produtor: John Beck
Artista: Matt Bozon
Argumentista: Matt Bozon
Compositor: Jake Kaufman
Plataforma(s): Nintendo Game Boy Color, Virtual Console
Lançamento: 02-06-2002 (EUA) (GBC), 18-07-2013 (EU/EUA) (VC)
Género: Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso no cartão de memória, Compatível com GBA desbloqueando conteúdo extra
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Se virem algum erro nos textos é normal pois tenho o péssimo hábito de quase nunca reler o que escrevo.)

Estava um dia tão bom para não sair de casa...
A WayForward é provavelmente um dos estúdios que mais aprecio nesta altura. Remontando aos anos 90 quando deram início à sua actividade neste ramo, produziram inúmeros títulos tanto originais como licenciados, alguns bastante bons como é o caso de Contra 4 e Alien Infestation (já aqui analisados) e outros tantos menos bons ou até mesmo mauzinhos, citando um dos maiores flops: Silent Hill - Book of Memories. Contudo, durante o seu percurso, criaram uma nova série que fez a sua estreia no Game Boy Color, numa altura tardia para esta máquina uma vez que o seu sucessor, o Game Boy Advance, já tinha sido lançado. Ainda assim nada os impediu de lançarem o jogo, que se tornou numa espécie de holy grail  para os coleccionadores de GBC e Nintendo em geral, visto que só foi lançado nos Estados Unidos e não em muitas quantidades. Este meu exemplar digital entrou na colecção no início de 2018, tendo sido uma promo qualquer da eShop que eu apanhei, logo nem me recordo quando terá custado mas deve ter sido bem barato.

20 de setembro de 2017

Alleyway

Capa da versão americana.
Desenvolvido por: Nintendo R&D1, Intelligent Systems
Publicado por: Nintendo
Designer: Gunpei Yokoi
Produtor: Shigeru Miyamoto
Compositor: Kenji Yamamoto
Plataforma(s): Nintendo Game Boy, Virtual Console
Lançamento: 21-04-1989 (JP), 11-08-1989 (EUA), 28-09-1990 (EU), 06-06-2011 (VC)
Género: Breakout clone
Modos de jogo: Modo arcade para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Nenhuma
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Joguei-o várias vezes mas nunca me dediquei a chegar ao final.

(Pelo menos o tempo continua bom!)

Yep, that's a-me... Mario!
Hoje para variar um bocado vamos entrar em modo Jogalhões Flash, que para quem não sabe, são análises rápidas e curtas mas sempre concisas de jogos que já tivesse analisado noutras plataformas, jogos com muito pouco conteúdo ou somente aqueles que pouco joguei mas deu para ficar com uma boa impressão dos mesmos. Assim sendo, este exemplar digital chegou à colecção algures entre Julho e Agosto de 2015, tendo sido fruto da troca de pontos do antigo Club Nintendo antes deste ter dado lugar ao My Nintendo tal como o conhecemos.

19 de outubro de 2015

The Legend of Zelda - Link's Awakening DX

Gosto mais da capa dourada...
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Takashi Tezuka
Produtor: Shigeru Miyamoto
Artista: Yoichi Kotabe
Argumentista(s): Yoshiaki Koizumi, Kensuke Tanabe
Compositor(es): Kazumi Totaka, Minako Hamano, Kozue Ishikawa, Koji Kondo
Plataforma(s): Nintendo Game Boy Color, Virtual Console
Lançamento: 12-12-1998 (JP), 18-12-1998 (EUA), 01-01-1999 (EU), 07-05-2011 (VC)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso no cartão de memória
Outros nomes: Zeruda no Densetsu: Yume o Miru Shima DX (ゼルダの伝説 夢をみる島 DX que se traduz em "The Legend of Zelda: The Dreamed-Up Island DX") (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes e mais virão.

(Está de chuva...)

Esta miúda passa a vida nas cantorias.
Hoje para variar (ou não) um bocado é dia de Jogalhões Flash! Isto porque o jogo que trago até aqui hoje, já o dei a conhecer na sua versão original a preto e branco (ou preto e verde, se preferirem) e esta versão é apenas uma actualização do mesmo que saiu posteriormente já no Game Boy Color em 1998/1999. Esta versão digital foi adquirida na eShop da 3DS algures entre Setembro e Outubro de 2014, numa promoção por cerca de 3.99€. Preferia ter a versão original física mas como queria jogar isto novamente e o meu original ficou sem pilha para gravar (sendo eu preguiçoso não a mudei pois isso implica desmontar o cartucho), lá me decidi por esta opção mais simples (e barata).

28 de maio de 2014

Secret of Mana

A culpa é daquela árvore!
Desenvolvido por: Square
Publicado por: Square
Director: Koichi Ishii
Produtor: Hiromichi Tanaka
Designer(s): Koichi Ishii, Hiromichi Tanaka
Argumentista: Hiromichi Tanaka
Compositor: Hiroki Kikuta
Plataforma(s): Super Nintendo, Virtual Console, iOS
Lançamento: 06-08-1993 (JP), 03-10-1993 (EUA), 24-11-1994 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para ente 1 a 3 jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho
Outros nomes: Seiken Densetsu 2 (聖剣伝説2 - Legend of the Sacred Sword 2) (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes.

(Parece que o bom tempo tirou mesmo férias...)

Todos os Gigas são chatinhos...
Um dos géneros que mais aprecio neste mundo dos videojogos é sem dúvida o RPG. Seja ele ocidental ou oriental, nada consegue bater o número de horas ou a complexidade de uma história num jogo destes. E se agora os ocidentais estão ao nível dos orientais, ou mesmo acima na minha opinião, houve uma época onde o cenário não era bem assim e tudo quanto era JRPG dominava as consolas. Na era dos 16-bit, a Super Nintendo era sem dúvida a máquina que mais beneficiou disso com uma biblioteca vasta de jogos deste género, alguns deles grandes clássicos contemporâneos e outros tantos considerados como hidden gems. O jogo de hoje está no meio disto. Para mim tem tanto de clássico como de hidden gem pois muito boa gente desconhece a saga em questão. Secret of Mana é o nome que teve no ocidente mas não no Japão e já vamos abordar isso. Este exemplar, para grande pena minha, é digital e foi adquirido na Wii Shop por 800 pontos, algures em 2013, visto o preço do jogo original completo ser exorbitante. Devia tê-lo pedido na altura em que saiu aos meus pais e hoje não chorava.

10 de junho de 2011

The Legend of Zelda - A Link to the past

Estes ecrãs antigos são nostálgicos.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Takashi Tezuka
Produtor: Shigeru Miyamoto
Argumentista(s): Kensuke Tanabe, Yoshiaki Koizumi
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Virtual Console, Super Nintendo, Game Boy Advance
Lançamento: 21-11-1991 (JP), 13-04-1992 (EUA), 24-09-1992 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii
Outros nomes: Zelda no Densetsu: Kamigami no Triforce (ゼルダの伝説 神々のトライフォース) (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.

(Solinho! Finalmente.)

Link esqueceu-se do guarda-chuva...
No tempo da Super Nintendo, os preços do software e mesmo do próprio hardware não eram nada convidativos. Pior ainda era o facto de não existir internet como hoje, onde existe um mar de oportunidades e pechinchas à espera dos exploradores como eu, pelo que a única opção era comprar os jogos nas lojas. Mas como cada jogo custava os olhos da cara, dois jogos por ano era por norma o que recebia, um no Natal e outro nos anos. Com alguma sorte, um nas férias do Verão por ter passado de ano com boas notas. É por este mesmo facto que não tenho uma colecção de SNES bem maior e arranjar estes mesmos jogos em suporte físico nos dias que correm é um desafio pois dois factores tenho sempre de considerar: o estado do material e o preço que pedem pelo mesmo E aqui é que é preciso ter mesmo muita sorte em achar um bom negócio. Ainda assim a solução mais fácil é adquirir exemplares em formato digital na Wii Shop Channel como foi o caso do jogo de hoje. Até que um dia o arranje a "sério"...

2 de junho de 2011

Super Metroid

Um ecrã memorável.
Desenvolvido por: Nintendo R&D1, Intelligent Systems
Publicado por: Nintendo
Director: Yoshio Sakamoto
Produtor: Makoto Kano
Compositor(es): Kenji Yamamoto, Minako Hamano
Plataforma(s): Super Nintendo, Virtual Console
Lançamento: 19-03-1994 (JP), 18-04-1994 (EUA), 28-07-1994 (EU)
Género: Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 24-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho (3 Slots)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o 6 vezes e mais virão.

(Sol e vento, not a pleasant combination.)

Samus tenta escapar da estação.
À semelhança do que já aconteceu anteriormente aqui por estas bandas, a análise de hoje é adaptada a partir de outra fiz acerca deste jogo para um site há uns bons tempos atrás. Visto que não chegou a ser utilizada, este será o seu debut nas internetes e nada melhor que aqui o blog para o fazer. O jogo em questão foi adquirido na Wii Shop Channel visto não me apetecer pagar um balúrdio por uma cópia física, completa e em bom estado. Talvez um dia o faça...

13 de maio de 2011

Street Fighter II Turbo

Quando não há capa, eu resolvo!
Desenvolvido por: Capcom 
Publicado por: Capcom
Produtor: Yoshiki Okamoto
Designer(s): Akira Nishitani (Nin Nin), Akira Yasuda (Akiman)
Compositor(es): Yoko Shimomura, Isao Abe, Yoshihiro Sakaguchi
Plataforma(s): Virtual Console, Super Nintendo
Lançamento: Agosto de 1993 (Original), 25-06-2007 (EUA), 20-07-2007 (EU), 10-07-2007 (JP)
Género(s): 2D Fighting
Modos de jogo: Modo torneio para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit, Suporte Digital
Funcionalidades: Suporte para dois jogadores
Estado: Incompleto (falta a caixa original apesar de ter feito réplica)
Condição: Boa, manual com marcas de utilização
Viciómetro: Nem sei quantas vezes o acabei, não consigo contabilizar.

(Esta análise aplica-se a ambas as versões do jogo que tenho na colecção.)

Parte de trás reproduzida o melhor possível.
Que os jogos de porrada não são novidade por estas bandas já se sabe, pois além dos que já foram publicados, muitos mais estão para vir. Porém há alguns que se destacam dos demais por serem especiais em todos os aspectos e terem chegado a um patamar de excelência que muitos poucos conseguem. Podem pensar que este tipo de jogos é sempre a mesma coisa mas são as pequenas diferenças que os distinguem e separam o trigo do joio mas para tal é preciso ter calo. O jogo de hoje é um daqueles que merece um pedestal para si só pois está num nível que poucos alcançarão. Este exemplar, para grande tristeza minha, apresenta-se em formato digital apesar de o ter tido em suporte físico mas não sei porque me livrei dele. Uma parvoíce minha qualquer. Este foi adquirido na Wii Shop Channel, algures em 2008, mais coisa, menos coisa. Posteriormente, algures entre Janeiro e Fevereiro de 2017 arranjei o cartucho original por 14.95€ na Play N' Play.

3 de abril de 2011

Castlevania - Rondo Of Blood

A capa do jogo original.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director(es): Toru Hagihara
Produtor: Yoshiaki Yamada
Compositor(es): Akiropito, Jigokuguruma Nakamura, Sanoppi, Mikio Saito
Plataforma(s): Virtual Console, PC Engine
Lançamento: 22-04-2008 (JP), 15-10-2010 (EUA), 19-10-2010 (EU)
Género: Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Download na Wii Shop Channel
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii
Outros nomes: Akumajō Dracula X: Chi no Rondo (悪魔城ドラキュラX 血の輪廻) que traduzido dá "Devil's Castle Dracula X: Rondo of Blood" (JP)
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, é o Castlevania perfeito.

(Mais um dia cinzento nesta Primavera que teima em não nos dar sol. Mas dará, sabemos que sim.)

Já não é a primeira vez que falo deste jogo aqui no blog. De facto, fazendo ele parte integrante como extra secreto de Dracula X Chronicles na PSP, é natural que o tenha referido na altura que analisei esse jogo mas como a ideia era a análise do remake, não toquei no original. Eis que chega então a altura de meter as mãos na massa, e que bela massa! Este meu exemplar digital chegou-me à consola no próprio dia em que foi disponibilizado na Wii Shop Channel. Creio que gastei 1000 pontos que se traduz em 10 euros. Muito bem gastos por sinal. :)