19 de setembro de 2009

Metal Gear Solid 4 - Guns of the Patriots [Limited Edition]

Snake in a box!
Desenvolvido por: Kojima Productions 
Publicado por: Konami
Designer(s): Hideo Kojima (Produtor, Director-Adjunto), Shuyo Murata (Director-Adjunto), Kenichiro Imaizumi (Produtor), Yoji Shinkawaa (Desenho de Personagens)
Argumentista(s): Hideo Kojima, Shuyo Murata
Compositor(es): Harry Gregson-Williams e Nobuko Toda
Motor Gráfico: Proprietário
Plataforma: PlayStation 3
Lançamento: 12-02-2008 (Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer Online (Metal Gear Online), DLC
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação de 4.6GB no disco rígido, Compatível com sensor de movimento do Sixaxis, HD 720p, Permite importar imagens in-game para a XMB, Permite desbloquear novas entradas na Metal Gear Solid 4 Database
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o duas ou três vezes em normal e comecei a jogar em hard, não tendo ainda terminado esta ronda. Desbloqueei a maioria das goodies.

(Visto estar de férias e aparentemente com uma enorme preguiça para a escrita, o blog não tem sofrido actualizações constantes e em curtos espaço de tempo. Não peço desculpa porque não é necessário, eu é que mando aqui.)

Jogo e BluRay com OST.
Será um pássaro? Não. Será um avião? Nem por isso. É um filme? É! Então é o Super Homem!! FAIL! Não é o Super Homem nem pouco mais ou menos, é apenas Metal Gear Solid 4 – Guns of the Patriots, aclamado por muitos como um filme de PS3 graças às suas infindáveis cutscenes que se prolongam por horas. Mas quem se refere ao jogo como filme é uma, passo a citar, grandessíssima BESTA! Oi?! Espera, eu chamei-lhe “filme” apenas há umas linhas atrás, serei uma besta também? Óbvio que não, apenas dei um exemplo, para mim é um jogo, bom por sinal. Balelas aparte, sendo fã da saga deste o primeiro título de PlayStation (nunca joguei os de MSX até ao final) tinha de comprar este para completar o circulo. E apesar de não ser o melhor de todos, não deixa de cá estar em casa. A edição especial que podem ver nas fotos, custou-me um balúrdio, mais concretamente 99.95 euros, na GAME do Almada Fórum. Foi o primeiro jogo que fiz pré-reserva. Sim, devia estar parvo mas que se lixe, este é o meu passatempo Nº1 portanto...



Disco e manual.
Passando à acção, MGS4 é daqueles jogos que rapidamente chama a atenção de qualquer pessoa que tenha uma PS3 e que goste de jogos de acção. Mais a mais se tiver jogado alguns dos anteriores, aí tem mais uma razão para querer jogar este título visto que dá continuidade aos eventos que tiveram lugar em MGS2. Convém dizer que os trailers iniciais deste jogo deram muito que falar devido a diversos aspectos como vermos um Snake velho, a acção decorrer no médio oriente, vermos um Raiden todo cyberpimped (personagem odiada por muitos não sei bem porquê, fanboys dum raio) e etc. No fundo o que queriam? Continuar tudo igual aos anteriores?

DVD Metal Gear Saga Vol. 2.
A história, essa, para muitos é mázinha mas eu confesso que gostei de grande parte da trama. Tudo se liga e faz sentido, caso tenham jogado os títulos anteriores, alguns dos capítulos são no mínimo surpreendentes e para os fãs antigos, digamos que vão ficar a espumar quando presenciarem certos eventos no jogo e descobrirem o porquê de A+B. Mais sobre isto não digo. A nível técnico existem algumas coisas a serem ditas, claro está. Confesso que não me surpreendeu muito a nível visual (depois de jogar o Uncharted só quero mais e melhor), apesar de ser um jogo bem cuidado, bonito e bastante diversificado a nível de localizações e de desenho de níveis. É sempre bom revisitar um sítio e ver que tudo se mantém na mesma, apesar do homem ter passado por lá e feito das suas. E claro, não posso descurar as cutscenes que todos amam do fundo do coração e que a meu ver estão excelentes e dão gozo ver. Especialmente o final que é digno de um jogo desta geração, não só pelas revelações mas pelo tamanho. Aquilo é que é um final! Não faz sentido andarmos a perder 8 ou 12 horas da nossa vida e ver uma cutscene de minuto e meio (hint, hint, Dead Space!). Quero mais jogos estilo filme se isso significar finais gratificantes.

O Metal Gear Mk.2 faz das suas.
É de louvar o trabalho do senhor Gregson-Williams que tanto contribuiu nos últimos anos para a saga Metal Gear Solid, não descurando o seu trabalho neste jogo ao manter a banda sonora ao nível das anteriores. Se há coisa que não esquecemos enquanto jogadores são boas bandas sonoras e esta é certamente uma delas. No que concerne ao restante áudio, nada a apontar pois tudo está num patamar standard para a Konami e isso traduz-se em qualidade. As armas são reproduzidas fielmente às suas congéneres reais, o som ambiente remete-nos imediatamente para os locais nos quais a acção decorre, ainda que quase sempre o tema seja o som da guerra (já dizia o maluco dos Kalashnikov).

Isto vai correr mal para Snake...
A nível de jogabilidade, apesar de algumas diferenças notórias, continua tudo muito na mesma. É possível agora ser ainda mais sneaky-sneaky dado que o novo fato do Old Snake adquire as características do solo ou da parede com a qual entra em contacto. Quem diz isto diz outro objecto qualquer, como por exemplo uma melancia. Há uma coisa que não gosto mesmo nada e que se deve ao facto de comprarmos as armas e também podermos vender as que encontramos no campo de batalha. Isto tudo porque nesta era futurista, as armas têm um ID específico para cada soldado, daí que só as poderemos utilizar se as “branquearmos”, através do meio apropriado (um black, por sinal, sem qualquer tipo de descriminação, adoro aquela personagem). Sinceramente gosto mais do estilo tradicional que assenta no O.S.P (On Site Procurement) e que é mais adequado ao tipo de jogo em questão. Fora isso, penso que o CQC (Close Quarters Combat) evoluiu ligeiramente e é sempre um gozo tremendo prender e/ou surpreender um guarda menos atento. Em Hard e nas dificuldades acima, contudo, poderá ser uma dor de cabeça.

Sim, vamos poder brincar com isto!
O modo história não é enorme mas satisfatório, com algumas excelentes surpresas ao invés do modo online que muito sinceramente não me apelou desde a versão beta que saiu na PSN. Simplesmente não resulta, pois a meu ver, não está muito bem construído apesar dos cenários serem bastante grandes, a própria jogabilidade não ajuda. E com isto não me resta dizer muito mais acerca deste excelente jogo, exclusivo para PS3 (vá caixistas, irão ter um novo MGS em breve) a não ser aquilo que já se tornou óbvio neste espaço: está na minha colecção, logo é um JOGALHÃO DE FORÇA!

Em breve, um outro jogo que ainda não decidi qual será… :)

MURRALHÕES DE FORÇA:
 

4 comentários:

  1. Ahah um dos meus jogos favoritos :)

    Só para deixar um abraço e boa sorte para o blogue!

    Daniel C.
    http://nowloading.biz/

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  2. Para quando a critica de BATMAN meu caro amigo? :P
    Venho cuscar sempre que posso o blog para ler os teus concelhos e criticas ah e ja agora temos de falar porque tenho uma proposta para te fazer! E sim tem como topico: jogos!
    Uma beijoca grande e keep going cuse im hereeeeeeeeee muahahahaha

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  3. Eh, o Batman: Arkham Asylum ainda não faz parte da minha muy nobre colecção de jogos. Está caro em todo o lado mesmo na minha loja online habitual (40 e muitos euros) e visto que tenho cerca de 20 jogos na Wishlist, terá de esperar. :) Uma proposta? Venha ela!

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  4. Olá amigo Pedro. Obrigado pelo comentário! Gostaria de ter esta versão também, apenas pela action figure do tio Snake. Abs!

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