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7 de fevereiro de 2019

Zombies

Cover art intemporal.
Desenvolvido por: LucasArts
Publicado por: Konami
Designer: Mike Ebert
Artista: Collette Michaud
Compositor: Joe McDermott
Plataforma(s): Super Nintendo, Megadrive, Virtual Console
Lançamento: Julho de 1993 (EUA), 27-01-1994 (EU)
Género: Run n' Gun
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Sistema de passwords para manter o progresso
Outros nomes: Zombies Ate My Neighbors (EUA)
Estado: Completo
Condição: Boa, algumas marcas de utilização na caixa
Viciómetro: Acabei-o duas ou três vezes. É um jogo bem difícil.

(Fun fact: os sapos têm orelhas, apenas não as conseguimos ver.)

Tantas questões...
Terror. Um género apreciado por alguns, detestado por tantos outros mas que quando bem feito tem resultados bastante satisfatórios seja a provocar o desejado resultado de assustar e incutir medo ou simplesmente surpreender pela sua originalidade e imprevisibilidade, coisa que digo já ser bastante difícil. Confesso neste género é raro assustar-me e muito menos ficar com medo, coisa que quando era miúdo acontecia pois ainda não estava "anestesiado". Foram precisos muitos filmes para que tal acontecesse. E quanto aos jogos? Bom, um ou outro conseguiram ter o elemento surpresa e ainda dei um pulo mas também é coisa que é rara. Contudo, existem aqueles que simplesmente se baseiam nas convenções do terror contemporâneo e levam a coisa para a paródia. O jogo que apresento aqui hoje é um bom exemplo disso, tendo jogado o mesmo durante imenso tempo durante a adolescência mas sempre emprestado por um amigo. Foi preciso chegar a 2016, algures entre Setembro e Outubro para finalmente ter um exemplar completo que adquiri a um particular por 20 euros.

28 de junho de 2017

Mortal Kombat II

Outra repro para a história.
Desenvolvido por: Midway, Sculptured Software (SNES)
Publicado por: Acclaim Entertainment
Produtor(es): Ken Fedesna, Neil Nicastro
Designer(s): Ed Boon, John Tobias
Artista(s): John Tobias, Tony Goskie, John Vogel
Compositor: Dan Forden
Plataforma(s): Super Nintendo, Arcade, Megadrive, Game Boy, Master System, Game Gear, 32X, Sega Saturn, PlayStation, Windows, Xbox360, PlayStation 3, DOS, Amiga
Lançamento: 09-09-1994 (EUA/EU), 11-11-1994 (JP)
Género: Fighting
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Mortal Kombat II: Kyuukyoku Shinken (JP)
Estado: Incompleto
Condição: Boa, algum desgaste nos manuais 
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes mas quase sempre com recurso a cheats.

(Mas que tempo é este?)

Traseira a condizer.
Ser fã Nintendo nos anos 90 não era pêra doce (ainda hoje sofremos). Por diversos motivos. Primeiro, os jogo eram mais caros que os da Sega, na maioria das vezes. Segundo, alguns jogos não viram a luz do dia na Europa. E terceiro, em Portugal, a representação da Nintendo não era a melhor de todas com muito pouca publicidade após a euforia inicial. Obviamente os problemas não ficam por aqui e são muito mais específicos do que se possa pensar mas isso dá sempre uma boa história. O jogo que trago até aqui hoje é uma espécie de triunfo, de uma vitória há muito tempo ansiada e que culminou no fim de alguns anos de gozo e escárnio por parte dos fãs da Sega. Sim, havia uma rivalidade sem limites. Estes exemplar, aterrou na minha colecção algures entre Julho e Agosto de 2015 por 10 euros, fruto de um negócio no OLX. Foi apenas o cartucho mas eu já tinha os manuais cá guardados, ficando apenas a faltar a caixa (que prontamente resolvi reproduzir em Photoshop, caso não encontre a original).

28 de outubro de 2014

Super Castlevania IV

Esta boxart é fabulosa!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Masahiro Ueno
Produtor: Kazumi Kitaue
Compositor(es): Masanori Adachi, Taro Kudo
Plataforma(s): Super Nintendo, Virtual Console
Lançamento: 31-10-1991 (JP), 04-12-1991 (EUA), 23-11-1992 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Sistema de passwords
Outros nomes: Akumajō Dorakyura - Devil's Castle Dracula ( 悪魔城ドラキュラ) (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, a caixa tem algum desgaste.
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes desde a primeira, algures em 93.

(Parece que o Verão se foi de vez...)

Belo do autocolante à antiga.
Agora que o Halloween está aí à porta, nada como entrar no espírito da coisa e trazer até ao blog um jogo que captura essa atmosfera na perfeição. Tem esqueletos, lobisomens, morcegos, zombies, corvos, aranhas, múmias, fantasmas e todas essas abominações características. Ah, e claro... tem vampiros, ou melhor ainda, o maior deles todos que é conhecido por vários nomes mas só um o identifica na perfeição: Drácula! Não é muito difícil de adivinhar que é um jogo de uma saga bem conhecida e uma das minhas favoritas, que dá pelo nome de Super Castlevania IV. Provavelmente o melhor Castlevania clássico de sempre. O exemplar em questão chegou-me à colecção algures em 2013, tendo sido adquirido ao meu amigo Ricardo Mateus, conhecido por Dark Vash nas internetes. Custou cerca de 15 euros, com caixa mas não tinha manual, coisa que facilmente resolvi pois eu guardei o manual deste jogo desde que me emprestaram o dito, em 1993.

23 de setembro de 2011

Killer Instinct

Robot na capa vende sempre.
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Chris Tilston, Kevin Bayliss, Mark Betteridge
Compositor(es): Robin Beanland, Graeme Norgate
Plataforma(s): Super Nintendo, Game Boy, Arcade
Lançamento: 30-08-1995 (Provavelmente em todo o mundo)
Genéro: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo torneio para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores, Outros modos para um ou dois jogadores.
Media: Cartucho de 32-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, pelo menos uma com cada personagem.

(Este blogger está cada vez pior com as alterações que fazem sem dar cavaco a ninguém...)

Autocolante medonho!
Em 1994 já andávamos nós fartos de jogar coisas como Mortal Kombat e Street Fighter II, com as suas inúmeras versões e actualizações quando de repente se fez luz e apareceu um jogo que conseguiu cruzar estes dois anteriores. Embora parecesse estranho e duvidoso, o facto é que após ver o resultado na versão de arcada, fiquei boquiaberto com a qualidade geral do produto. Queria jogá-lo, era mais forte do que eu. Pouco tempo depois, a notícia bombástica: uma versão de Super Nintendo estava na forja. Não tardou muito até ser lançada, mais concretamente em 1995, para grande deleite meu e de muito. E embora não fosse igual à original, a diversão era a mesma. Este meu exemplar chegou-me às mãos mais tarde, creio que em 1996, não sei bem como. Traz um CD de música intitulado Killer Cuts. Infelizmente, tive a ideia de estragar a caixa de cartão deste CD para o colocar numa caixa de plástico. E fiz isto duas vezes pois tinha duas caixas de cartão. Resultado: acabou numa sleeve de papel...

13 de julho de 2011

Tetris Attack

Repro baseada nas caixas PAL e NTSC.
Desenvolvido por: Intelligent Systems, Nintendo R&D1
Publicado por: Nintendo
Plataforma(s): Super Nintendo, Game Boy
Lançamento: Agosto de 1996 (EUA), 03-11-1996 (JP), 28-11-1996 (EU)
Género: Puzzle
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Vários modos para dois jogadores
Media: Cartucho de 8-megabit
Funcionalidades: Sistema de passwords para gravação de progresso
Outros nomes: Yoshi no Panepon (ヨッシーのパネポン) (JP)
Estado: Incompleto, falta a caixa
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o muitas e muitas vezes.

(Meco, aqui vou eu!)

Parte traseira com o mesmo tratamento.
Para fazer uma pequena pausa nos jogos violentos que fazem parte desta minha colecção, nada melhor do que um jogo de puzzles, onde a simplicidade impera em todos os campos. E é assim que os jogos de puzzles se querem pois são certamente os melhores de todos para descontrair um bocado enquanto se dá um certo uso ao cérebro, uso este bastante benéfico. Este meu exemplar chegou-me aqui de pára-quedas, por volta de 1997, muito provavelmente emprestado por alguém fazendo-se acompanhar do manual. Só é pena não ter vindo também a caixa e era um exemplar completo.

29 de junho de 2011

Super Mario World 2 - Yoshi's Island

Capa à la Nintendo!
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director(es): Takashi Tezuka, Toshihiko Nakago, Shigefumi Hino, Hideki Konno
Produtor: Shigeru Miyamoto
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Super Nintendo, Game Boy Advance
Lançamento: 05-08-1995 (JP), 04-10-1995 (EUA), 06-10-1995 (EU)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 32-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes

(Ventania desgraçada a de hoje.)

O autocolante era escusado.
A Super Nintendo foi sem dúvida uma das consolas mais surpreendentes de sempre, não só pelo seu catálogo de jogos mas em particular pelo seu hardware, capaz das maiores proezas de sempre, numa época onde a rivalidade entre marcas era fortíssima. A Sega optava por artilhar a sua Megadrive com periféricos que a tornavam mais potente, desde a MegaCD à 32X, ambas flops brutais no que respeita a jogos e vendas. A Nintendo parecia ir desvendando a besta que estava encarcerada debaixo do plástico cinzento, com jogos tecnicamente impressionantes e dignos das suas sucessoras de 32-bit que começaram a surgir já no final dos anos 90. Um dos responsáveis por isto foi sem dúvida Donkey Kong Country mas antes desse, o chip Super FX e posteriormente o Super FX2, foram sem dúvidas marcos importantes. O jogo de hoje conta com a ajuda deste segundo chip e é sem dúvida um dos jogos mais avançados que vi na SNES. Este meu exemplar foi-me cedido pelo meu contacto na Concentra, back in the days. :)

6 de junho de 2011

Super Mario World

Mais uma repro da caixa original.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Takashi Tezuka
Produtor: Shigeru Miyamoto
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Super Nintendo, Game Boy Advance, Virtual Console
Lançamento: 21-11-1990 (JP), 23-08-1991 (EUA), 01-07-1992 (EU)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho (3 Slots para cada jogo)
Estado: Completo, faz parte do pack com a SNES, logo não tem caixa
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o tantas mas tantas vezes, com os 96 percursos completos.

(Parece que é Outono novamente...)

Todo o detalhe foi tido em conta.
No anos 90 lembro-me de quando apareceu a NES com aquele catálogo extenso de jogos desde os mais simples aos mais complexos e apelativos. Qualquer miúdo queria ter uma mas a consola custava a módica quantia de 40 mil escudos, mais escudo menos escudo. Eu tive a sorte de ganhar uma num concurso de televisão, daqueles que davam ao sábado de manhã mas no final, a conta do telefone ascendeu aos 12 contos. Mesmo assim, foi um bom "preço" para quem pagou. Mais tarde o mesmo se sucedeu com a SNES, ganha num concurso semelhante mas da Disney. A conta do telefone foi normal dessa vez. O jogo de hoje vinha a acompanhar a consola e é sem dúvida um dos melhores de sempre.

25 de maio de 2011

Super Mario All-Stars

Repro de uma das caixas originais.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Compositor: Soyo Oka
Plataforma(s): Super Nintendo, Nintendo Wii
Lançamento: 14-07-1993 (JP), 01-08-1993 (EUA), 16-12-1993 (EU)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 24-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho (3 Slots para cada jogo)
Estado: Incompleto, falta a caixa e o manual
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o tantas vezes...

(A espera torna-se cansativa...)

Traseira a fazer pandã.
Há dois posts atrás, falei de um remake que me deu imenso gozo em jogar pois o original foi um dos jogos que mais gostei na época. Hoje voltamos aos remakes mas em vez de um são logo quatro! Sim, quatro remakes de quatro grandes jogos, um deles novidade no ocidente e que tantas horas de diversão proporcionaram, ainda que já os tivesse jogado anteriormente na NES mas um novo look é sempre uma boa razão para se jogar novamente. Este exemplar chegou-me às mãos por meios incertos, daí apresentar-se incompleto. Se porventura tiverem a caixa com o manual e já não ligarem a jogos, aceito doações! Se tiverem outro exemplar do jogo, também aceito. Se souberem onde arranjar estes itens, agradeço também a informação. :P

13 de maio de 2011

Street Fighter II Turbo

Quando não há capa, eu resolvo!
Desenvolvido por: Capcom 
Publicado por: Capcom
Produtor: Yoshiki Okamoto
Designer(s): Akira Nishitani (Nin Nin), Akira Yasuda (Akiman)
Compositor(es): Yoko Shimomura, Isao Abe, Yoshihiro Sakaguchi
Plataforma(s): Virtual Console, Super Nintendo
Lançamento: Agosto de 1993 (Original), 25-06-2007 (EUA), 20-07-2007 (EU), 10-07-2007 (JP)
Género(s): 2D Fighting
Modos de jogo: Modo torneio para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit, Suporte Digital
Funcionalidades: Suporte para dois jogadores
Estado: Incompleto (falta a caixa original apesar de ter feito réplica)
Condição: Boa, manual com marcas de utilização
Viciómetro: Nem sei quantas vezes o acabei, não consigo contabilizar.

(Esta análise aplica-se a ambas as versões do jogo que tenho na colecção.)

Parte de trás reproduzida o melhor possível.
Que os jogos de porrada não são novidade por estas bandas já se sabe, pois além dos que já foram publicados, muitos mais estão para vir. Porém há alguns que se destacam dos demais por serem especiais em todos os aspectos e terem chegado a um patamar de excelência que muitos poucos conseguem. Podem pensar que este tipo de jogos é sempre a mesma coisa mas são as pequenas diferenças que os distinguem e separam o trigo do joio mas para tal é preciso ter calo. O jogo de hoje é um daqueles que merece um pedestal para si só pois está num nível que poucos alcançarão. Este exemplar, para grande tristeza minha, apresenta-se em formato digital apesar de o ter tido em suporte físico mas não sei porque me livrei dele. Uma parvoíce minha qualquer. Este foi adquirido na Wii Shop Channel, algures em 2008, mais coisa, menos coisa. Posteriormente, algures entre Janeiro e Fevereiro de 2017 arranjei o cartucho original por 14.95€ na Play N' Play.

1 de maio de 2011

NBA Jam Tournament Edition

A bola é gira.
Desenvolvido por: Midway
Publicado por: Acclaim
Plataforma(s): Super Nintendo, Mega Drive, 32X, Game Boy, Game Gear, Sega Saturn, PlayStation, Atari Jaguar, Arcade
Lançamento: Algures em 1994 (EUA, EU)
Género(s): Desporto, Basketball
Modos de jogo: Modo Torneio e Vs. para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 24-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, muitos confrontos a dois.

(Tempinho de treta para não adjectivá-lo de maneira ainda pior.)

Boom-shaka-laka! Provavelmente já ouviram esta onomatopeia alguma vez na vida mas não fazem ideia do que realmente significa. Ainda que saiba que era uma expressão muito comum no basketball durante os anos 90, também não sabia ao certo o que queria dizer mas após uma pequena pesquisa, o "boom" traduz-se no afundanço em si e o "shaka laka" no som que a bola faz no aro do cesto e posteriormente na rede. Sem dúvida, todos os dias aprendemos coisas novas, ainda que muitas das vezes nem sequer damos conta disso. Mas esta conversa toda serve apenas para apresentar o jogo de hoje, que como já devem suspeitar é de basketball e famoso por isso. Este exemplar, é daqueles que chegou até à minha colecção por motivos que me são alheios. Por sorte, está completo e em óptimo estado.

24 de abril de 2011

Mortal Kombat 3

Esta capa suga bananas.
Desenvolvido por: Sculptured Software
Publicado por: Acclaim, Williams Entertainment
Designer(s): Ed Boon, John Tobias
Plataforma(s): Super Nintendo, Mega Drive, Game Boy e todas as que se lembrarem.
Lançamento: 13-10-1995 (EUA), Novembro de 1995 (EU)
Género: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 32-megabit
Funcionalidades: Não tem.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas duas vezes, é difícil e frustrante. Mas joguei-o diversas vezes em Vs., como é de calcular.

(A chuva foi-se! :D)

Muito texto em muitas línguas.
Ports, ou conversões, escrevendo em Português corrente, é um termo que estará sempre associado aos videojogos, existindo desde sempre. Muitos dos jogos que jogámos nas nossas consolas eram ports de versões superiores, nomeadamente, das máquinas de arcada onde uma vez por outro gastávamos as nossas moedas. Hoje em dia é mais tradicional ouvir-se falar de ports entre plataformas com características similares, ainda que algumas sejam bastante diferentes em termos de arquitectura. Mas voltando atrás, as comparações com o original eram inevitáveis e as comparações entre outras plataformas mais ainda, sempre com o objectivo de ver qual era a versão caseira superior. Ora o jogo de hoje é um excelente exemplo de um bom port, ainda que a concorrência tivesse recebido um igualmente bom jogo. Não faço puto de ideia como é que este jogo chegou à minha colecção pois não foi comprado, nem emprestado, nem trocado por nada. Apenas apareceu e por cá ficou.

13 de abril de 2011

Mortal Kombat

O dragão épico.
Desenvolvido por: Sculptured Software
Publicado por: Acclaim
Designer(s): Ed Boon, John Tobias
Compositor: Dan Forden
Plataforma(s): Super Nintendo, Nintendo Game Boy, Arcade e todas as que se lembrarem.
Lançamento: Algures em 1993
Género: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo torneio para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores.
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Não tem.
Estado: Completo.
Condição: Impecável.
Viciómetro: Acabei-o muitas e muitas vezes, também muita jogatana no modo Vs. com os amigos.

(Sol e calor, I like it!)

Autocolante feio!
1993. Aquele ano em que andava no secundário, a Nintendo estava na moda bem como a Sega e o que o pessoal gostava era dos jogos de porrada para além de andar a fazer patifarias na escola com o pessoal amigo e apalpar as miúdas. Tudo coisas normais dos treze anos, portanto. E como os jogos de porrada estavam também na moda, nada melhor do que jogar contra a malta para ver quem era o mestre na jogatana fosse em que jogo fosse. A única regra é que tinha de ser jogado por todos e claro, de porrada. Street Fighter II apesar de ser um dos jogos de eleição começava a fartar e havia que variar um bocado. Eis que surge nas consolas caseiras um jogo que já tinha revolucionado nas arcadas deixando putos malucos e pais preocupados com a violência gratuita. Este exemplar chegou-me à colecção não sei como, muito sinceramente. Não foi oferecido nem tão pouco comprado mas também não foi por meios alheios. Apenas apareceu.

27 de março de 2011

Illusion of Time

Tudo em castelhano, menos o título.
Desenvolvido por: Quintet
Publicado por: Enix (JP), Nintendo (EUA, EU)
Director: Masaya Hashimoto
Produtor: Yasuyuki Sone
Designer: Tomoyoshi Miyazaki
Artista: Moto Hagio
Argumentista: Mariko Ohara
Compositor: Yasuhiro Kawasaki
Plataforma: Super Nintendo
Lançamento: 27-11-1993 (JP), 01-09-1994 (EUA), 27-04-1995 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho.
Outros nomes: ガイア幻想紀 Gaia Gensōki ou "Records of the Illusion of Gaia" (JP), Illusion of Gaia (EUA)
Estado: Completo
Condição: Boa, a caixa apresenta algum desgaste.
Viciómetro: Acabei-o pelo menos 4 vezes.

(Domingo, comentários extra fora de serviço.)

É que é mesmo tudo!
Se existe consola onde se podem encontrar excelentes JRPGs é a Super Nintendo. É por excelência a máquina para a qual foram feitas algumas das maiores pérolas de sempre como Chrono Trigger, Final Fantasy IV, V e VI, Secret of Mana, entre muitos outros. Obviamente, poderíamos considerar que a PlayStation continuou esta demanda de nos presentear com excelente histórias e jogos tão memoráveis quanto estes mas o que nos interessa aqui são mesmo estas obras primas em 16-bit. E isto remete-nos para o jogo de hoje, que faz parte desse grupo de grandes jogos. Assim sendo, a sua chegada à minha colecção, uma vez mais é incerta pois não sei precisar nem o ano e muito menos a forma como chegou. Tenho uma remota lembrança de ter sido no meu 10º ano do secundário e creio que foi troca por troca. Ah, é a versão espanhola como podem verificar nas fotografias... :x

16 de março de 2011

F-Zero

Mais uma repro para o currículo.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Plataforma(s): Super Nintendo,Nintendo Wii 
Lançamento: 21-11-1990 (JP), 23-08-1991 (EUA), 04-06-1992 (EU)
Género: Corridas futuristas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: Grava os recordes no cartucho.
Estado: (In)Completo, falta a caixa.
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o muitas e muitas vezes.

(Mais um jogo sem caixa. Se alguém a tiver ou souber onde se possa arranjar a um preço simpático, faça o favor de informar. Também aceito doações... :D)

Parte traseira fiel ao original.
Corridas e naves é algo que sempre resultou bem, se for bem feito, claro está. Em vez de andarmos a controlar carros, sejam eles de rally, fórmula 1 ou até, um simples veículo do dia a dia, porque não conduzir uma nave a uma velocidade supersónica ao ponto de ficarmos tontos? As naves não servem só para andarmos aos tiros. Por isso é que alguém se lembrou de inventar este género onde o que importa é ganhar, custe o que custar nem que para isso tenhamos de fazer "batota" contra os que correm contra nós. E sim, é extremamente gratificante rebentar um adversário em plena corrida, na última volta. Mas já lá chegamos. Como já perceberam, hoje temos corridas com naves e tal, sendo que o meu exemplar deste jogo chegou às mãos oriundo de parte incerta, sem caixa mas com os manuais, curiosamente. Sinceramente, gostava de saber como veio cá parar...

12 de março de 2011

DooM

Falta-lhe uma caçadeira naquela mão.
Desenvolvido por: ID Software
Publicado por: Williams Entertainment, Ocean Software (Versão PAL)
Director: Tom Hall
Designer(s): Sandy Petersen, John Romero, Shawn Green
Programador(es): John Carmack, Mike Abrash, John Romero, Dave Taylor
Artista(s): Adrian Carmack, Kevin Cloud
Motor gráfico: Custom Engine por Randy Linden
Plataforma(s): Super Nintendo, PlayStation, PC e todas as que se conseguirem lembrar
Lançamento: 26-09-1995 (EU), 29-02-1996 (EU), 01-03-1996 (JP)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit com chip Super FX2
Funcionalidades: Não tem.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o pelo menos quatro vezes, ainda que não tenha passwords nem gravação de progresso.

(O Japão está de rastos com o trágico acontecimento de ontem. A Mãe Natureza é assim mesmo, imprevisível.)

FX Powa! Pixeis por todo o lado!
No meus tempos de secundário, ainda as consolas se limitavam aos 16-bit e os grandes jogos estavam no PC, surgiu um de nome DooM, onde assumíamos o papel de um space marine durão que se passeava pelas luas de Marte enquanto rebentava monstrengos pelo caminho. Claro que para correr este jogo decentemente era preciso um 486, coisa que eu claramente não dispunha pois desde que avariei o 286, não tive direito a mais nenhum. No mínimo um 386 já fazia o trabalho. A única maneira de o jogar era em casa de amigos ou, em último recurso, na escola. Estávamos em 1993 e até ter a versão de SNES, que saiu em 1995, muito joguei no PC sempre que tinha tempo livre para tal. Mas eventualmente lá me chegou às mãos, em 1995, para grande felicidade minha tendo sido oferecido por um motivo qualquer. Só não me lembro se foi do pai ou da mãe, mas certamente foi de um deles.

28 de fevereiro de 2011

Donkey Kong Country 3 - Dixie Kong's Double Trouble!

É uma capa cutchy!
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Director: Tim Stamper
Produtor: Andrew Collard
Designer(s): Andrew Collard, Paul Weaver
Artista(s): Mark Stevenson, Neil Crook
Compositor(es): Eveline Fischer, David Wise
Plataforma(s): Super Nintendo, Game Boy Advance, Virtual Console
Lançamento: 22-11-1996 (EUA), 23-11-1996 (EU), 19-12-1996
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 32-megabit
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma três vezes e descobri tudo o que havia para descobrir.

(Agora com a máquina fotográfica nova, uma Canon 1000D, até dá gosto tirar fotos a caixas... xD)

El machaque del mono sigue vivo!
Tal como tudo na vida, existem coisas que nos estão destinadas e outras não. Com os jogos acontece precisamente o mesmo, alguns estão destinados a entrarem na colecção e outros não. A história do jogo de hoje é no mínimo curiosa por esse mesmo motivo. Tudo começou quando saiu o Ultimate Mortal Kombat 3. Como era um jogo que aguardava com alguma ansiedade, logo o tive para grande alegria minha mas após algumas rondas descobri que o jogo tinha um defeito. Para além de não ter a Sheeva, esta estava lá mas o sprite aparecia no ecrã como se tivesse sido atropelado por um tractor. Consequentemente o jogo crashava quando ela aparecia. Visto em 1996 não ter muito conhecimento acerca disto, decidi ir à loja para trocarem o jogo. Assim aconteceu depois de ter explicado a situação. Novamente o mesmo problema, nova troca. À terceira, desisti e optei por trocar por um jogo do mesmo valor. Foi assim que Donkey Kong Country 3 entrou para a minha colecção, por mero acaso pois nem fazia questão de o ter. Burro teria sido se não o tivesse escolhido! Ah, foi oferta a minha mãe, já não me lembro porquê.

20 de fevereiro de 2011

Donkey Kong Country

Esta capa foi um chamariz.
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Director: Tim Stamper
Produtor: Tim Stamper
Designer: Gregg Mayles
Artista(s): Steve Mayles, Kevin Bayliss
Argumentista(s): Gregg Mayles, Dan Owsen
Compositor(es): David Wise, Eveline Fischer, Robin Beanland
Plataforma(s): Super Nintendo, Game Boy Color, Game Boy Advance, Virtual Console
Lançamento: 21-11-1994 (EUA, EU), 26-11-1994 (JP)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 32-megabit
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes até ter descoberto tudo o que havia para descobrir.

(Faltam aproximadamente 197 jogos por analisar e expor aqui. Digo aproximadamente pois o número irá sempre oscilar...)

Aquilo nem um autocolante é...
Na década de 80, Shigeru Miyamoto inventou uma personagem peculiar, fruto das suas experiências e imaginação sem limites. Essa personagem era um misto de burro com gorila mas não saiu nenhum mutante. De facto saiu um gorila, semelhante a King Kong no aspecto físico mas com uma característica de burro, a teimosia. Assim foi baptizado como Donkey Kong e começou desde logo a fazer das suas, raptando uma rapariga e subindo ao alto de um prédio aparentemente em construção. Isto fez com que Mario, que na altura ainda não era canalizador mas sim carpinteiro ou algo parecido, fosse atrás do macacão para evitar o pior. Bom, mas os tempos evoluíram e Donkey Kong voltou à selva para junto de uma grande família para viver uma vida pacata longe da azáfama da cidade. E isto é apenas uma pequena introdução ao jogo de hoje que entrou na minha colecção em meados de Março de 1995. Foi um presente de aniversário comprado numa loja em Almada que já não existe, a Michu. Lembro-me especialmente deste jogo pois no dia em que o recebi tinha andando à tareia na escola com um colega e ficámos os dois com a cara num bonito estado. Putos.... :)

11 de fevereiro de 2011

Dirt Racer

Nunca se deixem levar pela capa de um jogo.
Desenvolvido por: MotiveTime, Ltd.
Publicado por: Elite Systems Ltd.
Produtor: Steve Wilcox
Designer(s): Adam Batham, Chris Nash
Compositor: Tony Williams
Plataforma: Super Nintendo
Lançamento: Algures em 1994 (EU)
Género(s): Condução, Corridas
Modos de jogo: Modo Liga e Campeonato para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit com chip Super FX-2
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Nunca o acabei, por diversos motivos, sendo que um deles é a jogabilidade imprevisível, frustrante e mais N adjectivos pejorativos.

(Existem jogos que nos vêm parar à colecção por acaso e nem sequer tínhamos intenção de os ter. Este é um deles. Existem também jogos frustrantes e mal concebidos. Depois existe Dirt Racer.)

O que ali está escrito é mentira!
Numa grande colecção de videojogos é de se esperar ver grande títulos, coisas como Super Mario, The Legend of Zelda, Castlevania, Sonic, Resident Evil, Final Fantasy e uma panóplia de outros nomes sonantes. Claro que nem todos podem ser bons e de vez em quando, no meio de tantas estrelas, encontramos um meteorito muito pouco flamejante. A explicação de termos tal na nossa colecção deve-se a um de vários factores: éramos putos, não havia internet e os únicos meios de informação credíveis eram os amigos (que podiam mentir ou ter gostos diametralmente opostos aos nossos) e as revistas da especialidade (que na sua grande maioria até eram bastante credíveis); alguém na nossa família queria fazer um brilharete perante a nossa pessoa e decidia oferecer-nos um jogo para a nossa consola favorita sem no entanto nos consultar primeiro; e finalmente, o jogo veio cá parar não se sabe bem porquê, talvez emprestado ou algo parecido. Neste caso, foi o segundo factor: familiar, neste caso um tio, trouxe-me o jogo do Reino Unido (até porque este só saiu lá). O mais engraçado é que me perguntou que jogo eu queria, ao que eu fiz uma lista de 5 jogos, entre os quais se encontravam Mortal Kombat II e Secret of Mana, ambos para SNES. Nenhum destes chegou a conhecer-me, sem ser por empréstimo de amigos...

3 de fevereiro de 2011

Cybernator

Robots gigantes, impossível não se gostar.
Desenvolvido por: NCS Corp
Publicado por: Konami (EUA/EU), Masaya (JP)
Compositor: Masanao Akahori
Plataforma(s): Super Nintendo, PlayStation 2, Virtual Console
Lançamento: 18-12-1992 (JP), ? 1993 (EU), 04-04-1993 (EUA)
Género(s): Acção, Plataformas, Shoot 'em up, Run 'n Gun
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16 megabit
Outros nomes: Assault Suits Valken (重装機兵ヴァルケン "Jūsō Kihei Varuken") (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes, vi os dois finais.

(Depois deste jogo, seguir-se-á uma jornada de PlayStation. Isto tudo porque os jogos estão todos organizados numa lista de entrada do blog.)

Mais um com direito a autocolante.
Mecha. Muitos não sabem o que esta palavra significa, mas outros tantos conhecem bem o seu significado. E elucidando os que não sabem, Mecha é uma abreviatura que designa robots gigantes, normalmente pilotados por um ser humano com capacidades para tal. Estes robots, como não poderia deixar de ser, são sempre fortemente armados e equipados para combate sendo que são o futuro de qualquer exército deste planeta. Quem inventou tudo isto? Bem, historicamente podemos voltar a 1880, onde Júlio Verne nos apresentou um elefante mecânico movido a vapor em La Maison à vapeur. Mais tarde, H. G. Wells introduziu os Tripods em The War of the Worlds. E ainda, em 1959, Robert A. Heinlein idealizou o conceito de soldados equipados com exoesqueletos mecânicos armados, em Starship Troopers. Mas posso afirmar com certeza, que foram os Japoneses que popularizaram o termo. Esta introdução toda é só pelo facto de que o jogo que se segue tem mechas para dar e vender. Entrou na minha colecção por volta de 1994, se não me falha a memória e foi o meu pai que me ofereceu. Não porque eu fazia anos ou algo do género mas só porque lhe apeteceu. x)

26 de janeiro de 2011

Battletoads in Battlemaniacs

Sapalhões de força!!
Desenvolvido por: Rare Ltd.
Publicado por: Nintendo (EU), Tradewest, (EUA), Nihon Falcom (JP)
Plataforma(s): Super Nintendo, Master System
Lançamento: Junho 1993 (EUA), ? 1993 (EU), 07-01-1994 (JP)
Género(s): Plataformas, Beat 'em up 2D, Corridas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 16 megabit
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Nunca consegui ir além do nível 5 pelo facto da dificuldade ser quase impossível.

(Facto: existem jogos difíceis. Uns onde a dificuldade vai progredindo e desafiam o jogador, outros onde é constante e começam a frustrar o jogador. Depois existe o Battletoads in Battlemaniacs...)

Mais uma em Alemão, com autocolante.
Na década de 90, as famosas Tartarugas Ninja estavam na moda. Era a época dos ninjas e todos os adoravam. E como era possível não gostar? Algumas pessoas de facto diziam que não gostavam mas lá no fundo, em casa, deviam assistir às aventuras escondidos no quarto para ninguém saber. Energúmenos... xD Para combater a febre das tartarugas, a Rare lembrou-se de criar algo parecido mas com sapos. Sim, sapos! Batráquios, se preferirem. Nasceram então os Battletoads, 3 sapos fortalhões chamados Pimple, Rash e Zits, cada qual com a sua aparência física (ao contrário das tartarugas) que se dedicavam a manter o mundo livre dos vilões e nomeadamente a espancar porcos com ar de mauzões. Isto não só deu origem a vários jogos como também a uma série de TV muito pouco rentável. Enfim, este jogo chegou-me às mãos em 1994, tendo sido oferecido pelo meu pai. Contudo, fui eu que o escolhi portanto não o posso acusar de "mau gosto" pois eu é que fui pela capa com design atractivo e nome sugestivo. Idiota... xD