12 de outubro de 2017

New Super Mario Bros.

Uma capa animada.
Desenvolvido por: Nintendo EAD 
Publicado por: Nintendo
Director: Shigeyuki Asuke
Produtor: Hiroyuki Kimura
Designer: Masanao Arimoto
Compositor(es): Asuka Ota, Hajime Wakai
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 15-05-2006 (EUA), 25-05-2006 (JP), 06-06-2006 (EU)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer local até 4 jogadores
Media: Cartão de jogo com 1024Mbit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo, Wireless DS Single Card Download Play, Wireless DS Multi-Card Play.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Terminei-o várias vezes.
 
(Para quando a próxima Classics Mini? E qual será? Aceitam-se apostas!)
 
Este não trazia autocolantes.
No que concerne ao mundo dos videojogos, Super Mario (ou simplesmente Mario) deve ser a personagem mais famosa de todas. Basta perguntar a qualquer pessoa, mesmo que seja o maior leigo na matéria, a resposta será provavelmente esta. E se perguntarmos o que Mario faz, para além do óbvio que é salvar a princesa, muitos irão responder que é canalizador. O que está certo... ou será que não? Pois, o meu espanto foi mesmo esse quando anunciaram que Mario deixou oficialmente de ser canalizador há uns tempos atrás agora que um novo jogo se aproxima para a Switch. Mas também, tendo em conta que anteriormente era carpinteiro (nos tempos idos de Donkey Kong nas arcadas) e assumiu ainda um rol de outras profissões, ainda que temporariamente (são demasiadas para estar a enumerar), pouco importa o que vai ser futuramente desde que continue a proporcionar-nos boas aventuras. E é isso mesmo que o traz até aqui hoje, uma aventura portátil que tem tudo de bom. Este exemplar chegou ao JDF algures entre Setembro e Outubro de 2015 pela módica quantia de 5 euros, estando em excelente estado embora tivesse sido usado anteriormente por alguém que o estimou.

10 de outubro de 2017

The Elder Scrolls V - Skyrim [Premium Edition]

Uma bonita caixa.
Desenvolvido por: Bethesda Game Studios
Publicado por: Bethesda Softworks
Director: Todd Howard
Produtor(es): Craig Lafferty, Ashley Cheng
Designer(s): Bruce Nesmith, Kurt Kuhlmann, Emil Pagliarulo
Artista: Matthew Carofano
Argumentista: Emil Pagliarulo
Compositor: Jeremy Soule
Motor Gráfico: Creation Engine
Plataforma(s): PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox360, XboxOne, PC, Nintendo Switch
Lançamento: 11-11-2011 (Lançamento Mundial)
Género: Acção, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação de 4376MB no disco rígido, Compatível com função de vibração, HD 720p, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez com umas 100 e tal horas de jogo.

(Parece que o Verão ainda não acabou.)

E respectiva traseira.
RPG. Um acrónimo que nos remete para vários significados mas que para quem anda nestas coisas da jogatana, rapidamente significa uma coisa: Role Playing Game. Ou talvez nos remeta para aquela arma que por norma só dispara uma vez mas faz grandes estragos. Seja como for, este género que possivelmente começou nas mesas das casas de muita gente através de animados jogos de tabuleiro, rapidamente fez a travessia para o meio digital tendo vindo a evoluir ao longo dos anos. E que evolução essa. Seja nos seus primórdios através de aventuras com muito texto, passando pelas variantes oriundas do Japão, o certo é que o género está mais vivo do que nunca e agora proporciona-nos aventuras realmente épicas e com muitas horas de exploração pelo caminho. O jogo que trago até aqui hoje é um brilhante exemplo disso, onde perdemos a noção do tempo assim que começamos a explorar mais uma parte do vasto mundo de Tamriel. Este exemplar, curiosamente, não me lembro de quando o comprei mas creio que foi algures antes de 2014, muito possivelmente até antes de 2013, tendo vindo da Game UK por cerca de 20 e poucos euros. Esta Premium Edition, lançada algum tempo depois do jogo original, inclui seis postais ilustrados, uma t-shirt (de tamanho XL...), um CD interactivo (com material promocional e música) e um livro de nome The Infernal City (que é um de dois livros e cuja história decorre entre Oblivion e Skyrim).

21 de setembro de 2017

Top 5 - Série Contra


Hoje em dia é comum os jogos serem fáceis. É um facto mais do que comprovado nos variados géneros que existem dentro deste universo. Mas o certo é que existem alguns que são propositadamente difíceis numa espécie de revivalismo para nos relembrar de tantos outros que jogámos no passado e que nos fizeram suar as estopinhas ou em última instância, proferir chorrilhos de palavrões para a televisão. São estes que se tornaram famosos, que nos fazem lembrar o longo trilho que percorrermos e o desafio que proporcionaram até que os conseguimos terminar, deixando-nos uma sensação de dever cumprido como nenhuma outra. E é aqui que entra uma das minhas sagas favoritas de todos os tempos: Contra. Uma saga que separa os meninos dos homens de barba rija e que testa os nossos reflexos e memorização como nenhum outro jogo do género bem como a nossa paciência. E se hoje existem jogos difíceis mas desafiantes, bem podem agradecer ao legado que Contra deixou neste campo. Mas o que interessa no meio desta introdução toda, é apresentar o meu Top 5 da série Contra com base na experiência que tive com cada um deles. Creio que o único que falhei foi mesmo o Neo Contra, tendo jogado todos os outros em diferentes plataformas e não contando com coisas como o Contra Evolution ou jogos mobile manhosos. Bom, vamos a isto!

20 de setembro de 2017

Alleyway

Capa da versão americana.
Desenvolvido por: Nintendo R&D1, Intelligent Systems
Publicado por: Nintendo
Designer: Gunpei Yokoi
Produtor: Shigeru Miyamoto
Compositor: Kenji Yamamoto
Plataforma(s): Nintendo Game Boy, Virtual Console
Lançamento: 21-04-1989 (JP), 11-08-1989 (EUA), 28-09-1990 (EU), 06-06-2011 (VC)
Género: Breakout clone
Modos de jogo: Modo arcade para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Nenhuma
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Joguei-o várias vezes mas nunca me dediquei a chegar ao final.

(Pelo menos o tempo continua bom!)

Yep, that's a-me... Mario!
Hoje para variar um bocado vamos entrar em modo Jogalhões Flash, que para quem não sabe, são análises rápidas e curtas mas sempre concisas de jogos que já tivesse analisado noutras plataformas, jogos com muito pouco conteúdo ou somente aqueles que pouco joguei mas deu para ficar com uma boa impressão dos mesmos. Assim sendo, este exemplar digital chegou à colecção algures entre Julho e Agosto de 2015, tendo sido fruto da troca de pontos do antigo Club Nintendo antes deste ter dado lugar ao My Nintendo tal como o conhecemos.