10 de dezembro de 2018

NieR:Automata [Limited Edition]

Bonita cover art.
Desenvolvido por: Platinum Games
Publicado por: Square Enix
Director: Yoko Taro
Produtor(es): Eijiro Nishimura, Yosuke Saito
Designer(s): Takahisa Taura, Isao Negishi
Artista(s): Akihiko Yoshida, Yuya Nagai, Toshiyuki Itahana
Argumentista(s): Yoko Taro, Hana Kikuchi, Yoshiho Akabane
Compositor: Keiichi Okabe
Plataforma(s): PlayStation 4, XboxOne, PC
Lançamento: 23-02-2017 (JP), 07-03-2017 (EUA), 10-03-2017 (EU) (PS4)
Género(s): Action Role Playing Game, Hack 'N Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (45.28GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional, PS4 Pro Enhanced
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o 26 vezes. O jogo tem 26 finais. Mas jogado, foi uma vez com muitas horas e platina alcançada.

(Agora que quero uma WiiU nova e baratinha, não encontro... -_-; )

Glory to Mankind!
Há quem goste de ler, há quem goste de ver filmes e há quem goste de jogar. Pessoalmente aprecio as três formas de desfrutar de uma história mas sem dúvida alguma se tiver de optar apenas por uma, é óbvio que prefiro jogar. A razão é simples: um jogo combina a narrativa de um livro e a parte visual de um filme, adicionando uma nova variável à equação que se traduz na interactividade. Somos nós que estamos ali a viver a experiência, a modificá-la de certa forma, a sermos a personagem. Isto é algo que não se consegue nem num livro nem num filme. E havendo jogos que são apenas isso, jogos, sem grande propósito para além de nos entreter, hoje em dia existem outros que são experiência únicas e completamente diferentes daquilo a que possamos estar habituados. O exemplar que trago até aqui hoje ilustra isto na perfeição. Foi-me oferecido pela minha irmã mais nova no meu aniversário em 2017 e tratando-se de ser uma Limited Edition vem num belíssimo steelbook que inclui ainda DLC extra.

26 de novembro de 2018

Xeodrifter


Quando não há capa, a gente faz!
Desenvolvido por: Renegade Kid
Publicado por: Renegade Kid
Designer(s): Jools Watsham, Matthew Gambrell
Artista: Jools Watsham
Compositor(es): Roth Sothy, Matthew Gambrell, Brian Altano
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop), Nintendo Switch, Nintendo WiiU, PlayStation 4, PlayStation Vita, Steam
Lançamento: 11-12-2014 (EUA), 18-06-2015 (EU) (Nintendo 3DS)
Género: Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD, Compatível com modo 3D
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Nunca mais é Verão outra vez...)

Gravar progresso? É aqui mesmo!
Se vos falar da Renegade Kid, muito provavelmente vão perguntar: "quem?" pelo simples facto de não conhecerem este pequeno e ambicioso estúdio. Infelizmente já não existe mas deixou-nos o seu pequeno legado que inclui a série Dementium (que começou por ser um pitch à Konami para ser um Silent Hill na DS), Moon, Mutant Mudds e mais uns quantos jogos de corridas menos apelativos. Ah, e claro, o jogo que trago até aqui hoje, que neste caso foi adquirido algures entre Maio e Junho de 2017 numa promo da eShop. Só não me recordo do preço mas deve ter sido coisa para ter custado abaixo dos 3 euros.

6 de novembro de 2018

Rise of the Tomb Raider [20 Year Celebration]

Miss Blue.
Desenvolvido por: Crystal Dynamics
Publicado por: Square Enix
Director(es): Noah Hughes, Brian Horton, Daniel Neuburger
Produtor: Rose Hunt
Designer(s): Jason Botta, Michael Brinker
Artista: Brenoch Adams
Argumentista: Rhianna Pratchett
Compositor: Bobby Tahouri
Plataforma(s): PlayStation 4, XboxOne, Xbox360, PC, Mac, Linux
Lançamento: 11-10-2016 (PS4 - Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Aventura, Stealth, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online co-op para 2 jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (25GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal, tendo feito tudo o que havia para fazer na história.
 
(Tempinho de treta...)
 
A info do costume.
Já é sabido que nunca fui grande fã de Tomb Raider e foi preciso o reboot de 2013 para me fazer explorar um pouco mais a série. Contudo, o máximo que recuei no tempo foi até à era da PS2, tendo apenas jogado um par de jogos, muito bons por sinal, deixando as nódoas de lado pois não tenho tempo nem paciência para essas. Obviamente, o jogo de 2013 deixou-me ansioso por mais do mesmo e é isso que trago até aqui hoje com este Rise of the Tomb Raider [20 Year Celebration], uma edição especial de um jogo que foi exclusivo nas consolas da Microsoft durante algum tempo mas que depois aterrou na PS4 com esta edição que inclui um artbook no qual o jogo se insere em vez de trazer uma caixa normal. Tudo isto é firmemente protegido por uma sleeve de cartão. Em termos de conteúdo digital, foi incluído todo o DLC lançado que se traduz em modos exclusivos de jogo, itens extra como fatos e armas, um capítulo novo de história entre outras coisas. Este meu exemplar foi fruto de uma troca por um jogo de Pokémon que tinha para a GameCube e que não me fazia falta nenhuma na minha humilde colecção, algures entre Março e Abril de 2017. Sim, não gosto de Pokémon.

22 de outubro de 2018

The Legend of Zelda - Tri Force Heroes

Triple trouble.
Desenvolvido por: Nintendo EPD, 1-UP Studio, Grezzo
Publicado por: Nintendo
Director: Hiromasa Shikata
Produtor: Eiji Aonuma
Designer: Yoichi Yamada
Artista: Keisuke Umeda
Compositor: Ryo Nagamatsu
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 22-10-2015 (JP), 23-10-2015 (EU/EUA)
Género: Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história de um a três jogadores (local e online), Modo Download (3 jogadores), Modo de Jogo Local e Internet (3 jogadores), Compatível com Spotpass, DLC adicional gratuito
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e não me apetece voltar a pegar-lhe.

(Nunca mais é Janeiro de 2019...)

Aquilo da diversão é treta...
Nintendo. Aquele nome que todos nós conhecemos e adoramos, sinónimo de excelentes jogos, aventuras intemporais e por vezes, ideias de caca. Sim, alguém na Nintendo, muito de vez em quando, deve sentar-se na casa de banho para ter aquelas ideias que só se costumam ter nesse preciso local e que como é sugestível, não são nada boas. Antes pelo contrário, são ideias de caca para não usar palavras menos próprias. E ao longo de todos estes anos, por cada duas a três ideias boas, surge uma destas, de caca para equilibrar a balança e manter o rácio na linha que se pretende. Afinal de contas, não podem ser 100% geniais em tudo quanto fazem. Esta introdução serve apenas para apresentar o jogo de hoje, que eu na minha eterna parvoíce e curiosidade mórbida, decidi adquirir logo no seu lançamento, algures em Setembro de 2015, tendo custado algo como €39.90. Mas eu sabia ao que ia, ou pensava eu que sabia.