10 de agosto de 2017

Top 5 - FPS que envelheceram bem Vs. FPS que envelheceram mal


Hoje para ser uma coisa diferente, decidi fazer duas listas: uma para aqueles que considero serem os melhores FPS antigos que ainda hoje se conseguem jogar sem entraves (e que conseguem ser melhores do que alguns dos que se produzem actualmente) e outra para os que realmente já foram brilhantes no seu tempo mas actualmente são uma penúria para se jogar. Note-se que isto é apenas a minha opinião com base na minha experiência inicial (ou seja na altura em que os jogos foram lançados) e na minha experiência actual (isto é, jogá-los agora em 2017). E sem mais demoras vamos a isto!

1 de agosto de 2017

Sub Rebellion

Uma capa simples.
Desenvolvido por: Racjin
Publicado por: Metro3D (EU, EUA), Irem (JP)
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 02-05-2002 (JP), 13-10-2002 (EUA), 25-10-2002 (EU)
Género(s): Acção, Simulação
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (700MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (76KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões
Outros nomes: U: Underwater Unit (JP, KO)
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Cheguei ao último boss (em Normal) mas não consegui passá-lo, acho que é impossível.

(Está um Verão esquisito...)

Sem autocolantes!
A biblioteca da PlayStation 2 é tão imensa que ainda hoje estou a descobrir jogos que não fazia a menor ideia que tinham sido lançados. Desde coisas mais conhecidas às mais obscuras, há de tudo para todos os gostos o que torna esta consola ainda mais apetecível e sem dúvida uma das minhas favoritas no que concerne a coleccionismo. Como tal, o jogo que vos apresento hoje é sem dúvida um bom exemplo de algo obscuro, desconhecido e até mesmo fascinante dado o seu género e achei-o perdido algures entre Julho e Agosto de 2015, na Play N' Play por cerca de 3 ou 4 euros.

28 de junho de 2017

Mortal Kombat II

O dragão mítico!
Desenvolvido por: Midway, Sculptured Software (SNES)
Publicado por: Acclaim Entertainment
Produtor(es): Ken Fedesna, Neil Nicastro
Designer(s): Ed Boon, John Tobias
Artista(s): John Tobias, Tony Goskie, John Vogel
Compositor: Dan Forden
Plataforma(s): Super Nintendo, Arcade, Megadrive, Game Boy, Master System, Game Gear, 32X, Sega Saturn, PlayStation, Windows, Xbox360, PlayStation 3, DOS, Amiga
Lançamento: 09-09-1994 (EUA/EU), 11-11-1994 (JP)
Género: Fighting
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Mortal Kombat II: Kyuukyoku Shinken (JP)
Estado: Incompleto
Condição: Boa, algum desgaste nos manuais 
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes mas quase sempre com recurso a cheats.

(Mas que tempo é este?)

Cartucho e manuais.
Ser fã Nintendo nos anos 90 não era pêra doce (ainda hoje sofremos). Por diversos motivos. Primeiro, os jogo eram mais caros que os da Sega, na maioria das vezes. Segundo, alguns jogos não viram a luz do dia na Europa. E terceiro, em Portugal, a representação da Nintendo não era a melhor de todas com muito pouca publicidade após a euforia inicial. Obviamente os problemas não ficam por aqui e são muito mais específicos do que se possa pensar mas isso dá sempre uma boa história. O jogo que trago até aqui hoje é uma espécie de triunfo, de uma vitória há muito tempo ansiada e que culminou no fim de alguns anos de gozo e escárnio por parte dos fãs da Sega. Sim, havia uma rivalidade sem limites. Estes exemplar, aterrou na minha colecção algures entre Julho e Agosto de 2015 por 10 euros, fruto de um negócio no OLX. Foi apenas o cartucho mas eu já tinha os manuais cá guardados, ficando apenas a faltar a caixa (que prontamente resolvi reproduzir em Photoshop, caso não encontre a original).

23 de junho de 2017

Call of Duty - Advanced Warfare [Day Zero Edition]

Ena, não é um gajo a olhar para nós.
Desenvolvido por: Sledgehammer Games (original), High Moon Studios (PS3/Xbox360), Raven Software (Multiplayer)
Publicado por: Activision
Director(es): Glen Schofield, Michael Condrey
Argumentista(s): John MacInnes, Eric Hirshberg, Mark Boal
Compositor(es): Harry Gregson-Williams, audiomachine
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, Xbox One, PlayStation 4
Lançamento: 04-11-2014 (Mundial)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online (para até 12 jogadores) e offline (com bots).
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola (25MB mínimo), Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, Compatível com Função de Vibração, DLC de mapas adicionais.
Estado: Completo
Condição: Boa, ligeiras marcas de uso
Viciómetro: Acabei-o duas vezes em Normal e Veteran. Imensas horas no multiplayer offline nos vários modos disponíveis.

(Está um bafo destes!)

Sem autocolantes foleiros.
Uma das séries mais aclamadas de sempre no vasto mundo dos videojogos é sem dúvida Call of Duty. Originalmente concebida para PC, rapidamente achou o seu caminho nas consolas da época dando assim azo a um sem fim de aventuras sempre de arma na mão. Mas o que começou bem, sempre teve os seus pontos altos e baixos, com alguns jogos tidos em altíssima consideração como por exemplo o eterno e intemporal Call of Duty 4 -Modern Warfare, que marcou uma transição necessária na série e o infame Call of Duty - Ghosts, que foi alvo de críticas imensas a todos os níveis (pessoalmente, é um dos meus favoritos devido ao multiplayer e DLC). Mas verdade seja dita (ou escrita neste caso concreto), esta saga está gasta. Cada jogo que sai parece estar completamente desprovido de novas ideias e apenas reciclar tudo aquilo que já foi feito, que já vimos, que já jogámos. O jogo que trago até aqui hoje ilustra bem tudo isto, apesar de, ainda ter uma ou outra ideia nova que até traz alguma dinâmica à acção. Este exemplar foi adquirido algures entre Julho e Agosto de 2015, por 20 euros, tratando-se de ser usado mas em muito bom estado. Sendo a Day Zero Edition, fazia-se acompanhar de um DLC para o multiplayer que já tinha sido usado mas nada que sentisse falta.