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26 de agosto de 2019

Street Fighter EX Plus α

Podiam ter usado a arte do CD.
Desenvolvido por: Arika
Publicado por: Capcom, Virgin Interactive (EU)
Designer(s): Junichi Ono, Akira Nishitani, Noritaka Funamizu, Kazuko Kawanaka, Masashi Tanaka
Artista(s): Jun Matsumura, Alien Pole, Masaaki Tanaka, Kazuko Kawanaka
Compositor(es): Takayuki Aihara, Shinji Hosoe, Ayako Saso
Plataforma(s): PlayStation, Arcade
Lançamento: 17-07-1997 (JP), 30-09-1997 (EUA), 28-11-1997 (EU)
Género: 3D Fighting
Modos de jogo: Modo Arcade para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores, Outros modos de jogo
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco)
Estado: Completo
Condição: Razoável, o CD apresenta marcas de uso e a caixa tem rachas um pouco por todo o lado.
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes, tendo desbloqueado tudo o que havia para desbloquear.

Informação pertinente.
Muitos dos jogos que tenho na colecção, foram compras normalíssimas, sem nenhuma história por trás, algo que é bastante comum a quem colecciona. Contudo, outra parte destes jogos têm sempre histórias associadas, algumas mais caricatas do que outras, e até tramas que adensam em complexidade. O jogo que apresento aqui hoje encaixa perfeitamente nesta descrição pois tem uma história curiosa associada. Inicialmente tive este jogo algures em 1998, uma altura em que andava fervorosamente a experimentar qualquer jogo que aparecesse na consola, pedindo emprestado a amigos quando tinha dúvidas acerca da qualidade do mesmo ou simplesmente comprando assim que pudesse fazê-lo. E claro, as demos da revista oficial PlayStation eram uma dádiva divina. Mas este jogo em particular chegou-me à mãos através de um amigo que mo vendeu juntamente com o Gran Turismo, visto precisar de dinheiro e não ter mais interesse em ambos os jogos. O estado deles não era pristino mas estavam em condições minimamente aceitáveis. E por cerca de 5 contos, mais coisa menos coisa, fiquei com os dois. Algum tempo mais tarde, já depois de ter jogado ambos os jogos até à exaustão, continuei a jogar este de vez em quando pelo que um dia, depois de uma tarde de jogatana com pessoal amigo dei conta que o jogo tinha desaparecido. Ficou apenas a caixa com as respectivas capas e manuais. Sempre desconfiei quem tivesse sido mas sem provas era difícil apontar o dedo e como não era pessoa que visse com frequência mais complicado era confrontá-la. Mas como o que é nosso, à nossas mãos virá ter, em Agosto de 2019 lá apareceu um exemplar do jogo que foi doado pelo Gonçalo Gonçalves do St1ka's Retro Corner, no YouTube.

23 de janeiro de 2019

Quake II

Um Strogg mauzão na capa.
Desenvolvido por: HammerHaead
Publicado por: Activision
Produtor(es): Marty Stratton
Designer: Graeme Devine
Artista(s): Adrian Carmack, Kevin Cloud, Paul Steed, Kenneth Scott
Compositor: Sonic Mayhem
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 30-09-1999 (EUA), Algures em 1999 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multiplayer splitscreen até quatro jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração, Compatível com PlayStation Mouse, Compatível com Multitap
Estado: Completo
Condição: Boa 
Viciómetro: Acabei-o umas três ou quatro vezes.

(Hoje é dia de não comentar nada aqui.)

Sem autocolantes feiosos!
Certos jogos tiveram momentos de ouro durante a sua vida. O sucesso que alcançaram após o lançamento foi de tal forma que a dada altura do seu percurso a palavra de ordem era fazer ports para tudo aquilo que conseguisse correr o mesmo. Isso aconteceu com DooM, provavelmente um dos maiores sucessos de sempre que até em frigoríficos corre. Mas outro jogo oriundo da mesma equipa também teve direito a diversos ports. Refiro-me mais concretamente a Quake II, que apesar do primeiro jogo também ter tido o mesmo tratamento, infelizmente não tenho nenhum dos ports do mesmo para poder escrever acerca. Mas no caso de Quake II, sempre tive curiosidade no port que saiu na velhinha PlayStation, máquina que se acreditava não ter o poder suficiente para albergar tal jogo. Rapidamente se desfez esse mito com um port surpreendente do ponto de vista técnico. Este meu exemplar foi adquirido ao amigo Mike Silva do Game Chest, por 10 euros, algures no final de Abril de 2018.

26 de outubro de 2013

Alien Resurrection


O nosso amiguinho, sempre bonito.
Desenvolvido por: Argonaut Games
Publicado por: Fox Interactive
Produtor(es): Peter Cesario, Erik Larson, Gary Sheinwald
Designer: Paul Crocker
Artista(s): Duncan Brown, Guillaume Camus, Adam Hill
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 10-10-2000 (EUA), 01-12-2000 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (2 Blocos), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração, Compatível com PlayStation Mouse
Estado: Completo
Condição: Boa, com algumas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, ambas a recorrer a cheats devido à elevada dificuldade, coisa que detesto fazer.

(Pelo menos hoje não chove...)

Sem autocolantes!
Para encerrar este mini ciclo dedicado ao Halloween, nada melhor do que levar a coisa para os confins do espaço onde ninguém nos pode ouvir gritar. Já adivinharam? É fácil. Baseado no seu homónimo do grande ecrã, Alien Resurrection é um exclusivo lançado para a PlayStation em 2000, onde podemos reviver os alguns eventos do filme na consola da Sony. Digo alguns porque é a verdade. Como é normal, jogos baseados em filmes e vice versa costuma dar mau resultado mas neste caso a coisa até foi minimamente bem conseguida. Passando a factos concretos, este exemplar só chegou à colecção este ano, tendo vindo directamente do eBay por qualquer coisa à volta dos 10 euros (um agradecimento ao João Salema). Sendo usado apresenta algumas marcas de utilização mas nada de grave ou muito  notório, funcionando a 100%.

21 de agosto de 2011

Vagrant Story

Artwork lindíssimo.
Desenvolvido por: Square
Publicado por: Square
Director: Yasumi Matsuno
Produtor: Yasumi Matsuno
Designer: Yasumi Matsuno
Artista(s): Hiroshi Minagawa, Akihiko Yoshida
Argumentista: Yasumi Matsuno
Compositor: Hitoshi Sakimoto
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network
Lançamento: 10-02-2000 (JP), 15-05-2000 (EUA), 21-06-2000 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (3 Blocos), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Mais um dia de Verão em que não é Verão.)

Autocolantes do demónio!
Embora isto possa parecer impossível, contraditório até, o facto é que existem jogos que consideramos perfeitos. Para provar isso, com muita experiência e rigor neste campo, existe uma revista de nome Famitsu, no Japão, que conta com quatro pessoas a analisar o mesmo jogo sendo que cada uma atribui uma pontuação de 0 a 10, com base em todos os parâmetros e aspectos. Até hoje apenas 15 jogos levar o máximo de 40 pontos, alcançando assim um estatuto de perfeição pela conceituada revista. O jogo de hoje encontra-se entre esses 15 e é sem dúvida merecedor de todos os pontos que lhe derem por diversas razões que já irei abordar. Este meu exemplar, curiosamente, é daqueles jogos que não me lembro ao certo quando o comprei mas sei que foi na Fnac do Colombo, algures em 2000 tendo custado algo como cerca de 60 euros, mais cêntimo, menos cêntimo.

17 de agosto de 2011

007 - The World Is Not Enough

Capa à filme... meh!
Desenvolvido por: Black Ops (Versão PlayStation)
Publicado por: Electronic Arts
Plataforma(s): PlayStation, Nintendo 64, Game Boy Color
Lançamento: Versão PS - 08-11-2000 (EUA), 17-11-2000 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com controlo analógico, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e acho que chegou.

(Estamos quase a chegar ao final do túnel. Enquanto isso não acontece, ando também a rever as primeiras publicações de 2009, tendo adicionado algum conteúdo, nomeadamente imagens dos jogos e revisão de textos.)

O selo do IGAC não podia faltar.
Não sou grande fã de adaptações de filmes para jogos mas a verdade é que tenho alguns na colecção, como já aqui puderam constatar. Por norma estes jogos andam entre o mediano e o mau mas alguns destacam-se como foi o caso do 007 GoldenEye da N64, um dos meus FPS favoritos e um dos melhores jogos com multiplayer local de sempre. Já o remake para a Wii revelou ser inferior em vários aspectos mas ainda assim divertido. O jogo de hoje é também ele baseado num dos filmes do agente secreto mais famoso de sempre. Este meu exemplar não faço a mínima ideia do sítio onde o adquiri, muito menos quanto me custou.

11 de agosto de 2011

The Legend of Dragoon

O nosso herói Dart em destaque.
Desenvolvido por: Sony Computer Entertainment, Inc.
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Designer: Yasuyuki Hasebe
Compositor(es): Takeo Miratsu, Dennis Martin
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network
Lançamento: 02-12-1999 (JP), 11-06-2000 (EUA), 19-01-2001 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: 4x CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1~8 Blocos)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas era capaz de o jogar novamente.

(Devia estar na praia e não estou. :\)

Sem autocolantes, me gusta mucho!
Os RPG's japoneses, verdade seja dita, já não são o que eram. Antigamente davam gosto jogar, perdia-se horas de volta de aventuras que nos levavam a outros mundos onde a fantasia e a magia imperavam lado a lado, sempre com muitas surpresas pelo meio. Hoje em dia tentam repetir vezes sem conta a mesma fórmula mas sem sucesso pelo facto da mesma estar saturada, cansada e em suma, às portas da morte. O que nos vale são mesmo as memórias dos bons jogos de género que jogámos ao longo dos anos e que valem sempre a pena serem referenciados. O jogo de hoje é um exemplo de um bom RPG, igual a tantos outros do seu tempo mas com algumas diferenças que o faziam destacar-se. Esta minha cópia tem uma história engraçada. Comprei-a aqui em Almada na tal loja de jogos que já não existe mas o curioso foi que esta aquisição apenas se deveu ao facto de ter achado uma nota de 10 mil escudos perto do local, fazendo uso imediato da mesma. Só contava ter o jogo no meu aniversário mas tive este momento de sorte...

8 de agosto de 2011

Tenchu 2 - Birth of the Stealth Assassins

Os pequenos na capa.
Desenvolvido por: Acquire
Publicado por: Activision
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 07-08-2000 (EUA), 08-09-2000 (EU), 30-11-2000 (JP)
Género: Stealth Action
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1~2 Blocos), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes em todas as dificuldades e ainda fiz uns níveis extra no editor de níveis.

(Isto mais um mesinho e o blog abranda.)

Só o selo do IGAC.
Ninjas, um dos grandes ícones dos anos 90 quando a febre assolou a humanidade, espalhando estas figuras misteriosas por toda a parte. Mas na realidade, é algo muito japonês fazendo parte integrante da sua cultura, algo que nos 90's não foi de todo tido em conta, transformando os ninjas numa espécie de super seres com habilidades especiais e uma certa aura de maldade em torno dos mesmos, para certos casos. Noutros, eram heróis. Mas como isto nada interessa passemos ao prato principal, o jogo de hoje que tem ninjas e todos os seus derivados. Este exemplar em concreto é uma prequela do primeiro jogo e não tenho memória alguma de quando o adquiri. Lembro-me vagamente que foi pouco depois de ter sido lançado, nada mais do que isso.

4 de agosto de 2011

Tenchu - Stealth Assassins

A capa diz tudo!
Desenvolvido por: Acquire
Publicado por: Sony Music, Activision
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 26-02-1998 (JP), 31-08-1998 (EUA), Algures em 1998 (EU)
Género: Stealth Action
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes em todas as dificuldades.

(Se virem algum erro nos textos, é normal, eu não os revejo. Mas relatem. :P)

Este tem logo três...
Confesso que não sou muito dado a comprar material em segunda mão, especialmente jogos, visto a grande maioria das pessoas não ter cuidado nenhum com as coisas, sobretudo com discos. No entanto, alguns destes jogos hoje em dia são raríssimos de serem encontrados novos e selados, e quando o são, pedem balúrdios por eles. Assim resta achar uma cópia que esteja usada mas se apresente como se não tivesse tido uso algum. Já encontrei alguns jogos assim e considero-me sortudo por isso. O exemplar que aqui trago hoje, foi adquirido na tal loja em Almada que já não existe, tendo sido guardado pelo dono da mesma de propósito para mim. Ele deu-se ao trabalho de escolher o melhor de todos, que não tinha riscos, bem como a caixa e manual em óptimas condições. Não me recordo ao certo do preço mas creio que foi cerca de 30 euros.

30 de julho de 2011

Tekken 2

Esta capa é só gente bonita...
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco
Plataforma(s): PlayStation, Arcade, PlayStation 2, PlayStation Network, Zeebo, Mobile
Lançamento: Versão PS - 29-03-1996 (JP), 27-08-1996 (EUA), Outubro de 1996 (EU)
Género: 3D Fighting
Modos de jogo: Modo história e outros modos adicionais para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (256KB mínimo), Inclui a demo de Point Blank
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei com todas as personagens e desbloqueei tudo o que havia.

(Fim de semana, nada a dizer.)

Aqueles símbolos estranhos são letras.
É impossível no meio de tanta consola não existir um jogo de pancada, a menos que não se goste do género. Mas como não é o meu caso, todas, ou quase todas, as consolas têm pelo menos um jogo destes para desanuviar dos restantes. E como é de calcular, tento seguir várias sagas abrangendo diversos sub géneros e afins para vaiar ainda mais. O jogo de hoje faz parte daqueles jogos de luta 3D com jogabilidade 2D e é um excelente exemplo daquilo que a velhinha PlayStation era capaz de fazer no seu tempo. Este exemplar foi-me oferecido por um amigo meu, num aniversário, creio que em 1998. Descobri mais tarde dentro da caixa, a demo de Point Blank, convenientemente escondida.

26 de julho de 2011

Street Fighter EX2 Plus

Dois conhecidos na capa.
Desenvolvido por: Arika
Publicado por: Capcom
Artista: Minato Koio
Compositor: Motoi Sakuraba
Plataforma(s): PlayStation, Arcade
Lançamento: 22-12-1999 (JP), 30-12-1999 (EUA), Algures em 1999 (EU)
Género: 3D Fighting
Modos de jogo: Modo Arcade para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores, Outros modos de jogo
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1~8 Blocos)
Estado: Completo
Condição: Mediana, apresenta marcas de uso
Viciómetro: Joguei-o muito pouco, acabei apenas com duas ou três personagens.

(Ainda esta semana, novos jogos deverão chegar, espero eu!)

Nem um autocolante.
Hoje é dia de Jogalhões Flash, que é o mesmo que dizer, uma coisa assim muito rápida até porque não joguei muito o título que trago até aqui hoje. Este faz parte da longa série Street Fighter que deu origem a várias sub-séries, desde os Alpha até aos EX. O jogo de hoje é um dos que faz parte da curta série EX e este exemplar aterrou-me literalmente na colecção, tendo sido doado por um amigo que o tinha e nem sabia de quem era. Agora é meu! :P

20 de julho de 2011

Street Fighter Alpha 3

O Ryu está ali a mais.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Compositor(es): Takayuki Iwai, Yuki Iwai, Isao Abe, Hideki Okugawa, Tetsuya Shibata
Plataforma(s): PlayStation, Arcade, Sega Dreamcast, Game Boy Advance, PocketStation, PlayStation 2, PlayStation Portable, Sega Saturn
Lançamento: 23-12-2008 (JP), 30-04-1999 (EUA), Algures em 2000 (EU)
Género: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo história para um jogador, diversos modos para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (256KB mínimo)
Outros nomes: Street Fighter Zero 3 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Muitas e muitas horas de vício até acabar tudo.

(Hoje o sol lembrou-se de aparecer.)

Os autocolantes perseguem-me!
Confesso que tenho uma mania em particular que se traduz muito simplesmente em comprar jogos que já tenho mas para diversos sistemas. Faço isto meramente por curiosidade pois quando gosto realmente de um jogo, gosto de ver que diferenças existem entre as várias versões do jogo. Ainda que não seja algo que faça com frequência, felizmente, já o fiz com vários jogos e o exemplo que trago aqui hoje foi provavelmente por onde comecei. Este exemplar foi adquirido numa loja aqui em Almada, que já não existe mas não é aquela à qual me refiro N vezes. Na altura, custou-me cerca de 12 contos, preço normal para um jogo de PlayStation.

18 de julho de 2011

Star Ocean - The Second Story

Uma capa bastante azul.
Desenvolvido por: tri-Ace
Publicado por: Sony Computer Entertainment (EUA/EU), Enix (JP)
Artista: Minato Koio
Compositor: Motoi Sakuraba
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Portable
Lançamento: 30-07-1998 (JP), 31-05-1999 (EUA), 12-04-2000 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: 2x CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Muitas horas de jogo mas não o terminei.

(Este Verão está a deixar muito a desejar...)

Só o selo do IGAC, até escapa.
Já é do conhecimento de todos os que seguem este passatempo que há uns anos atrás, muitos jogos não viam a luz do dia no ocidente. Aos poucos esse panorama alterou-se e alguns começaram a ser publicados, um ou dois anos mais tarde após o seu lançamento no Japão. Mas como diz o ditado, mais vale tarde do que nunca e assim os RPG's japoneses começaram a massificar-se no ocidente, culminando no que se vê hoje e que se resume a muito RPG mas pouca qualidade. Poderei parecer um pouco tendencioso mas tenho saudades dos tempos da opressão oriental face aos RPG's. Pelo menos os que apareciam eram porreiros, grande parte. Este que aqui trago hoje encaixa-se na categoria do mediano, mas ainda assim agradável para quem gosta do género. Este meu exemplar foi adquirido pouco tempo depois de ter saído, em 2000, na Fnac da Baixa Chiado por cerca de 25 euros.

12 de julho de 2011

Soul Blade

Marilyn Manson? Não, apenas Voldo.
Desenvolvido por: Project Soul
Publicado por: Namco
Designer: Hiroaki Yotoriyama
Plataforma(s): PlayStation, Arcade
Lançamento: 20-12-1996 (JP), Janeiro de 1997 (EU), Maio de 1997(EU)
Género: Fighting
Modos de jogo: Modo história para um jogador entre outros, Modo Vs. para dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com controlo NegCon (SLEH-0003), Compatível com Namco Arcade Stick (SLEH-0004)
Outros nomes: Soul Edge (Arcade e Japão)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o tantas vezes que nem posso precisar.

(Estou quase, quase a terminar o Oblivion, após mais de 80 horas de jogo...)

Sem autocolantes... milagre!
No final da década de 90, muitos eram os jogos de arcada que mais cedo ou mais tarde, viriam a receber uma conversão para uma das várias consolas caseiras, existentes. Isto era visto com entusiasmo pois ter jogos de arcada em casa era algo do outro mundo naqueles tempos e só a ideia de os poder jogar até nos cansarmos mas sem gastarmos moedas na máquina, era suficiente para nos deixar felizes da vida. Claro que se pensarmos no custo do jogo em si, na volta iríamos gastar menos moedas. O jogo de hoje começou por aparecer nas máquinas e uns mesitos mais tarde fez o seu debut na PlayStation, com montes de extras e novidades. Este meu exemplar foi-me "oferecido" por um colega de escola. Na realidade ofereceu-me o Micro Machines V3 mas como não gostei, troquei com outro amigo por este, novo e selado. Melhor troca de sempre!

7 de julho de 2011

Silent Hill

Capa tenebrosa!
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Tokyo
Publicado por: Konami
Director: Keiichiro Toyama
Produtor: Gozo Kitao
Argumentista: Keiichiro Toyama
Compositor: Akira Yamaoka
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network
Lançamento: 31-01-1999 (EUA), 04-03-1999 (JP), 01-08-1999 (EU)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o cinco vezes.

(A lista de jogatana começa a diminuir, felizmente!)

Três autocolantes estúpidos.
Já é hábito encontrarem por aqui diversos jogos do género Survival Horror, até porque é um dos meus favoritos. Porém, nem todos se resumem à saga Resident Evil pois existem muito mais do que isso, felizmente. O próprio género em questão também não significa que tenhamos de levar sempre com zombies e aberrações, fruto de experiências que correram muitíssimo mal. Depois de Resident Evil, apareceram outros jogos do género que fazem abordagens diferentes, apostando no terror psicológico e em situações paranormais, o que a meu ver é sempre uma lufada de ar fresco. O jogo de hoje começou uma saga que ainda perdura nos dias de hoje, tendo-se espalhado por várias plataformas, com sequelas, prequelas e até spin-offs e remakes. Este meu exemplar foi comprado há uns bons anos, numa loja aqui em Almada que já não existe mas não é aquela que estou sempre a referir. Lembro-me vagamente que o comprei em Agosto de 1999, pouco tempo depois de ser lançado, tendo custado cerca de 12 mil escudos. Um balúrdio mas não me arrependo.

4 de julho de 2011

Resident Evil - Survivor

Há capas piores, há capas melhores.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom (EUA/JP), Eidos Interactive (EUA)
Director: Hiroyuki Kai
Produtor: Tatsuya Minami
Argumentista(s): Noboru Sugimura, Naoyuki Sakai
Compositor: Shiro Kohmoto
Plataforma(s): PlayStation, PC
Lançamento: 27-01-2000 (JP), 31-03-2000 (EU), 30-08-2000 (EU)
Género: Off-Rails Survival Horror, Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com G-Con 45 (SLEH-00007), Compatível com Controlo Analógico
Outros nomes: Biohazard Gun Survivor (バイオハザード ガンサバイバ) (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, apresenta marcas de uso
Viciómetro: Acabei-o duas vezes.

(Qual será o próximo jogo a adquirir? Decisions, decisions...)

Pelo menos não tem autocolantes.
Parece que os zombies já se tornaram uma presença habitual aqui no blog devido à quantidade de jogos onde fazem aparições em massa. Não é de estranhar, no entanto, pois sendo eu fã deles e de tudo o que se passa em torno dos mesmos é natural que mais jogos com zombies apareçam futuramente. Apesar de estarem intrinsecamente ligados ao género Survival Horror na 3ª pessoa, fazem aparições em outros estilos e o jogo de hoje é um claro exemplo disso pois trata-se de um jogo concebido para ser usado com Light Gun, na primeira pessoa. Também não é On-Rails Shooter embora tenha aspecto disso. Este meu exemplar foi adquirido ao meu velho conhecido Ricardo Mateus, conhecido por Dark-Vash nas internetes, por um preço simpático, do qual não me recordo. Comprei-o mesmo só por ser Resident Evil e estar em boas condições.

30 de junho de 2011

Resident Evil 3 - Nemesis

A besta na capa!
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom (JP/EUA), Eidos Interactive (EU)
Director: Kazuhiro Aoyama
Produtor: Shinji Mikami
Argumentista: Yasuhisa Kawamura
Compositor(es): Masami Ueda, Saori Maeda
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network, PC, Dreamcast, Nintendo GameCube
Lançamento: 22-09-1999 (JP), 11-11-1999 (EUA), 08-12-1999 (EU)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração
Outros nomes: Biohazard 3 - Last Escape (バイオハザード3 ラストエスケープ) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o quatro vezes.

(Os tipos do GameTrailers deviam ponderar seriamente deixar de pontuar os jogos que analisam para não se contradizerem.)

E a heroína atrás, não é justo!
Sendo a saga Resident Evil uma das minhas preferidas dentro das jogatanas é natural que muitos mais jogos surjam por aqui. Não é que os tenha a todos, até porque alguns não me interessam por vários motivos, mas grande parte está na colecção e aos poucos estarão aqui todos reunidos e devidamente analisados, mesmo quando se tratem de versões do mesmo jogo para diferentes sistemas. E nada melhor que ir analisando uma saga que tem vindo a evoluir, acompanhando os tempos, com as devidas mudanças e melhorias. O jogo de hoje introduziu diversas novidades e é sem dúvida responsável pelas melhorias que se sucederam. O meu exemplar foi comprado na tal loja em Almada que já não existe, um dia antes do seu lançamento, tendo custado cerca de 9 mil escudos.

26 de junho de 2011

Resident Evil - Director's Cut

Nunca percebi a cara deste tipo.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Shinji Mikami
Produtor: Masayuki Akahori
Artista: Isao Ohishi
Argumentista(s): Kenichi Iwao, Yasuyuki Saga, Takahiro Arimitsu
Compositor(es): Makoto Tomozawa, Akari Kaida, Masami Ueda
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network
Lançamento: 25-09-1997 (JP), 30-09-1997 (EUA), 10-12-1997 (EU)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco)
Outros nomes: Biohazard: Director's Cut (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o tantas vezes que nem sei.

(Boa manhã de praia, hoje.)

Zombie!
Já é conhecida a minha paixão por zombies aqui por estas bandas portanto não é necessário estar com grandes introduções. Jogos de zombies é coisa que não falta nesta colecção e o de hoje é apenas mais um. Mas não é um qualquer, é o jogo de zombies por excelência, que deu origem a uma data de sequelas e spin-offs e revolucionou de certa forma o género Survival Horror, ainda que o seu criador tenha sido Alone in the Dark. O jogo que aqui trago hoje era para ter sido um remake de Sweet Home, um antigo título lançado para a NES apenas no Japão, baseado num filme com o mesmo nome mas em vez disso, criou-se algo completamente novo. Este exemplar, comprei-o numa loja em Almada que se chamava Michu, por cerca de 6 contos, na altura do escudo. Fi-lo em parte porque traz uma demo jogável de Resident Evil 2, ainda na sua fase beta.

22 de junho de 2011

Parasite Eve II

Aya dorme uma soneca.
Desenvolvido por: Square Product Development Division-5
Publicado por: Square (EU/JP), Square Electronic Arts (EUA)
Director: Kenichi Iwao
Produtor: Yusuke Hirata
Artista(s): Tetsuya Nomura, Fumi Nakashima
Compositor: Naoshi Mizuta
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network
Lançamento: 16-12-1999 (JP), 25-08-2000 (EUA), 12-09-2000 (EU)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: 2x CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes.

(O Duke Nukem Forever tem tido tão más reviews que é assustador!)

Na análise de ontem, referi vagamente que alguns jogos que foram lançados na PlayStation, nunca viram a luz do dia na Europa. A razão para o sucedido é-me completamente desconhecida mas o facto é que vários títulos da Square sofreram deste mal, sendo um deles Parasite Eve, um dos meus jogos de eleição de todos os tempos. Mas esse, já aqui analisado, lá tive de o arranjar na versão NTSC. Felizmente a sequela saiu na Europa, ainda que tivesse deixado muito boa gente a "apanhar do ar" pois viram um II na capa mas nunca tinha sequer ouvido falar do primeiro. Este meu exemplar nem me lembro ao certo onde o comprei, creio que tenha sido na Fnac da Baixa Chiado ao preço normal, pouco tempo depois de ter sido lançado.

15 de junho de 2011

Metal Gear Solid

Epicness!
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Japan (West)
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Designer: Hideo Kojima
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Takanari Ishiyama, Gigi Meroni, Kazuki Muraoka, Lee Jeon Myung, Hiroyuki Togo, Maki Kirioka, Rika Muranaka, Tappi Iwase
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network, PC (Versão Integral)
Lançamento: 03-09-1998 (JP), 21-10-1998 (EUA), 16-11-1998 (EU)
Género: Stealth Action
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo V.R. Missions
Media: 2x CD-ROM (650MB) (Jogo), 1x CD-ROM (650MB) (Silent Hill Demo)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o algumas cinco vezes.

(Solinho bom, já ia uma praia.)

Nunca a caixa de um jogo foi tão importante.
Há uns bons anos atrás, a única maneira de saber se um jogo era bom ou não era através de da opinião de amigos, revistas da especialidade ou experimentá-lo em primeira mão. Obviamente os amigos podiam mentir ou ter gostos esquisitos, as revistas idem aspas e experimentar era mesmo a melhor opção pois de outra forma podíamos acabar por levar uma banhada descomunal. Quando a PlayStation surgiu, embora já existisse internet, esta ainda não era muito fiável e as demos jogáveis que alguns jogos traziam, bem como a revista oficial, eram o melhor meio de poder chegar a uma decisão. O jogo de hoje começou por me despertar o interesse em revistas e vídeos que via na televisão mas foi a demo que realmente me fez optar por este e não por outro qualquer. O meu exemplar foi adquirido numa loja aqui em Almada que já não existe mas não é a habitual que costumo referir. Foi um presente da minha mãe, se bem me lembro, por um motivo qualquer que nada tem a ver com o meu aniversário nem o Natal. Este exemplar traz ainda uma demo jogável de Silent Hill, versão não censurada.

9 de junho de 2011

Medal of Honor

Isto é logo com explosivos!
Desenvolvido por: DreamWorks Interactive
Publicado por: Electronic Arts
Director: Steven Spielberg
Produtor: Peter Hirschmann
Argumentista: Peter Hirschmann
Compositor: Michael Giacchino
Plataforma(s): PlayStation, PlayStation Network
Lançamento: 11-11-1999
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer local em splitscreen para dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com o Comando Analógico, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, a 100%.

(Mais um dia cinzento e feio...)

Só o selo do IGAC, nada mal.
Numa época onde os FPS estavam em grande no PC eis que surge na PlayStation um dos jogos que mudou o panorama por completo. Habituados aos teclados e ratos, que tanta precisão oferecem na hora de apontarmos a arma ao inimigo, os jogadores viram-se agora perante a hercúlea tarefa de fazer o mesmo com um simples comando. Ainda que o número de descrentes fosse elevado, rapidamente se renderam à evidência de que o comando conseguia desempenhar a tarefa de forma exímia. Assim os FPS começaram aos poucos e poucos a proliferar nas consolas domésticas e até na portáteis, trazendo acção a todos os cantos e para todos os gostos. O jogo de hoje, foi um dos melhores dentro do género na velhinha PlayStation e este exemplar foi-me cedido por um amigo pois já não lhe tinha uso para dar. Eu acolhi-o de bom grado, como é costume.