19 de abril de 2021

Jogalhões de Força - O 12º aniversário!

O bolo este ano é assim para o meh.
Mais um ano e eis mais um aniversário do blog, que em mais um ano atípico anda lentinho ainda que haja muito ainda para jogar e escrever. Embora estejamos em confinamento/desconfinamento, o certo é que não se parou de comprar jogos tanto físicos como digitais e o backlog (sobretudo o de PS4) também tem vindo a crescer tanto por preguiça como por outros motivos que são prioritários. E em 12 anos nunca pensei que viesse a conseguir ter as análises todas em dia mas esse objectivo foi alcançado pelo que estas paragens maiores se devem ao facto de andar a jogar uns quantos títulos de seguida para depois ter algo para escrever sem tanto tempo de intervalo. Pelo meio vão surgindo outros pequenos projectos como é o caso das peachflavored reproductions onde faço reproduções das capas originais dos jogos bem como outras totalmente novas e mockups engraçados de jogos que nunca foram lançados oficialmente, sendo que este é actualmente o projecto que mais gozo me dá dar continuidade e que podem acompanhar na página oficial do JDF no Facebook. Ah, e só porque me apeteceu, este ano adicionei um plugin ao blog para que quem quiser entrar em contacto comigo via Messenger, onde podem colocar questões alusivas ao que aqui se faz ou até ao que comi ontem se for caso disso. Mas não, não vendo nada e isto não é uma loja!

Um bem haja a todos os que seguem e lêem o que para aqui debito, para o ano cá estaremos!

28 de fevereiro de 2021

Odallus: The Dark Call

Mais uma capa custom!
Desenvolvido por: JoyMasher
Publicado por: Digerati Distribution (Nintendo Switch), JoyMasher (PC)
Director: Danilo Dias
Produtor: Danilo Dias
Designer(s): Danilo Dias, Thais Weiller
Artista: Danilo Dias
Argumentista(s): Thais Weiller, Maira Testa
Compositor: Tiago Santos, Thiago Adamo
Plataforma(s): Nintendo Switch, XboxOne, PlayStation 4, PC (Steam, GOG)
Lançamento:08-02-2019 (Nintendo Switch)
Género(s): Aventura, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola, HD 720p (Handheld), 1080p (Docked)
Media: Formato Digital
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes: uma em PC e a segunda ronda na Switch.

A respectiva traseira.
Numa era onde os jogos AAA e afins estão cada vez mais genéricos e muitas vezes aborrecidos, eis que os indies nos salvam do tédio oferecendo-nos uma panóplia de jogos muitos deles inspirados nos clássicos com que crescemos durante os anos 80/90. Não descarto de todo alguns dos jogos que vão saindo mas é certo que os actuais nomes sonantes se tornaram enfadonhos, repetitivos e muitas vezes a copiar ideias uns dos outros sem inovar praticamente nada. Na cena indie há no entanto um revivalismo daquilo a que nos habituamos quando éramos putos mas sempre com algo novo lá pelo meio e claro sem as limitações típicas do hardware da época. O jogo que trago até aqui hoje é uma prova disso, mantendo as características de clássicos da NES mas com algumas mecânicas que melhoram a qualidade de vida por assim dizer. Este exemplar digital foi adquirido na eShop por €1.88 estando em promo e ainda tendo descontado alguns pontos de ouro que estavam a ganhar teias na conta.
 

10 de janeiro de 2021

DooM³: Resurrection of Evil

Bichinho lindo na capa.
Desenvolvido por: Nerve Software
Publicado por: Activision
Produtor(es): Matt Hooper, Jason Kim (id Software)
Designer(s): Adam Bellefeuil, Patrick Hook, Brandon James, David Kelvin
Artista(s): Ted Anderson, Jake Hernandez, Pat Jones
Motor gráfico: id Tech 4
Plataforma(s): Xbox360, PC
Lançamento: 05-10-2005 (EUA), 21-10-2005 (EU) (Xbox)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer Online, System Link 2-4 jogadores
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Leaderboards Online, DLC adicional, Compatível com Headset
Media: DVD-ROM
Estado: Completo
Condição: Muito boa, muito poucas marcas de uso
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Marine (Normal).

Sem autocolantes feiosos.
Seguindo as pisadas de DooM³, eis que nos surge a primeira e única expansão (até terem lançado a BFG Edition com uma inédita até essa data), Resurrection of Evil, numa época onde era comum os jogos de grande sucesso terem expansões com níveis adicionais e mais história com o mesmo tratamento do jogo original. Recordo-me de esta ser uma das primeiras expansões a saírem numa consola sem ser necessário o jogo original para que pudéssemos desfrutar da mesma. Até à data, ports de jogos de PC por norma não tinham direito às expansões em consola pelo que me lembro do exemplo de Half-Life na PS2 que a dada altura iria ter as expansões disponíveis mas por algum motivo que desconheço cancelaram as mesmas. Uma delas era Blue Shift, que até teve direito a uma espécie de demo na revista oficial da PlayStation, ainda que só conheça a versão americana da mesma. Este meu exemplar foi adquirido durante o mês de Dezembro de 2020 por €5.95 na Play N' Play.
 

3 de janeiro de 2021

Shantae: Risky's Revenge - Director's Cut

Mais uma capa personalizada.
Desenvolvido por: WayForward Technologies
Publicado por: WayForward Technologies
Director: Matt Bozon
Produtor: Matt Bozon
Designer: James Montagna
Artista: Henk Nieborg
Argumentista: Matt Bozon
Compositor: Jake Kaufman
Plataforma(s): Nintendo Switch, XboxOne, PlayStation 4, PC, Nintendo WiiU
Lançamento: 15-10-2020 (Nintendo Switch, XboxOne)
Género(s): Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola, HD 720p (Handheld), 1080p (Docked)
Media: Formato Digital
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez em PC e outra na Switch.

E a respectiva traseira personalizada.
Quando Shantae foi lançado em 2002 para o Game Boy Advance, nada faria prever que se tornasse numa saga de culto pois as sua origens humildes que ainda hoje sem mantêm, eram sinónimo de um pequeno projecto indie sem grandes ambições futuras. Porém a história teve o seu rumo e a saga Shantae hoje em dia é bem conhecida ao longo de cinco jogos que evoluíram consideravelmente com cada iteração, ainda que na minha opinião essa evolução nem tenha sido abonatória. Mas como ainda não joguei o quinto jogo na saga não posso ter uma palavra mais concreta no geral embora o quarto me tenha desiludido em alguns pontos (como podem ler na análise já aqui publicada anteriormente). Mas hoje é dia de apresentar por estas bandas o segundo jogo da saga que foi uma enorme evolução face ao primeiro. Este exemplar chegou à colecção algures em Dezembro de 2020 numa promo da eShop por 4.19€.