27 de dezembro de 2016
.::: JDF :::. Aquisições - Série #2 - Episódio #6
Novo vídeo no canal! E com este post encerro 2016 no que diz respeito a aquisições. Se porventura vier mais algum jogo para a colecção até dia 31, transita para 2017 pois a loja está oficialmente fechada. Bom Ano Novo a todos!
19 de dezembro de 2016
Borderlands - The Pre-Sequel!
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| A capa diz tudo... |
Publicado por: 2K Games
Compositor(es): Jesper Kyd, Des Shore, Justin Mullins
Motor Gráfico: Unreal Engine 3 (Modificado)
Plataforma: PlayStation 3, Xbox360, PC, Mac
Lançamento: 14-10-2014 (EUA), 17-09-2014 (EU)
Motor Gráfico: Unreal Engine 3 (Modificado)
Plataforma: PlayStation 3, Xbox360, PC, Mac
Lançamento: 14-10-2014 (EUA), 17-09-2014 (EU)
Género: Role Playing Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer offline co-op para dois jogadores, Multiplayer online co-op para até 4 jogadores
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer offline co-op para dois jogadores, Multiplayer online co-op para até 4 jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p, DLC adicional.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com muitas horas de jogo, como é normal nesta saga.
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p, DLC adicional.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com muitas horas de jogo, como é normal nesta saga.
(Um Feliz Natal e um óptimo Ano Novo a todos os leitores, seguidores e afins!)
Pegando na pouco utilizada rubrica Jogalhões Flash, hoje trago até aqui um jogo que faz parte de uma conhecida saga que dispensa apresentações pomposas. Qual é saga, perguntam vocês e a resposta é: Borderlands, possivelmente uma das melhores sagas da geração passada no que concerne os FPS com uma pitada de RPG e muitas horas de tiros e riso pela frente. Este exemplar foi adquirido numa loja online, algures entre Março e Abril de 2015 por menos de 20 euros, sem bem me recordo.
10 de dezembro de 2016
Strider
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| Capa inspirada na original japonesa. |
Publicado por: Capcom
Director(es): Tony Barnes, Koji Oda
Produtor(es): Jorge Oseguera, Andrew Szymanski, James Vance
Designer(s): Daniel Jacbos, Brian Smith, Paul Silva, Tony Barnes
Artista: Sho Sakai
Argumentista: Tony Barnes
Compositor: Michael John Mollo
Plataforma(s): PlayStation 3 (PSN, Físico no Japão), PlayStation 4 (PSN), Xbox360 (XBLive), XboxOne (XBLive), PC (Steam)
Lançamento: 18-02-2014 (Lançamento Mundial)
Género(s): Hack 'n Slash, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Versão Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compátivel com Dualshock 3, HD 720p
Outros nomes: Strider Hiryu (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal mas não a 100%.
(Fim de semana, pelo menos não chove.)
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| Say hello to my little friend! |
Durante os anos 90, sempre tive curiosidade em explorar tantos jogos quanto me fosse possível visto que não é como hoje onde tropeçamos literalmente neles devido à quantidade abismal que existe. Com isto, um dos jogos que sempre me chamou à atenção foi o Strider. Sim, aquele do ninja que nem se vê a espada de tão rápido que é. Mas foi jogo que nunca joguei com a atenção devida por diversos motivos. Primeiro, achar uma máquina de arcada com o jogo era mentira; segundo, não tinha MegaDrive na altura para jogar o port que foi lançado, na NES nem sabia que existia e as versões de PC e restantes computadores eram horríveis. Daí que vivi este período sem cheiro de Strider e só mais tarde, na era da PlayStation, é que tive oportunidade de jogar a verdadeira sequela (sim, saiu uma antes mas não era oficial) e fiquei fascinado com o jogo. Pena tenho eu de não o ter comprado na altura (joguei uma cópia que me foi emprestada e como o acabei não quis comprar... burro). Bom, mas o jogo que trago até aqui hoje não é nenhum destes mas sim o mais recente da série que infelizmente também tem mais história comigo (parece que estou enguiçado no que concerne a Strider). Uma vez que só saiu a versão digital no Ocidente, decidi mandar vir a versão física japonesa que como bónus trazia a versão de arcada do original e o Strider 2 de PlayStation, ambos descarregáveis da PSN japonesa. Conclusão, o jogo nunca me chegou a casa passados meses e fiquei tão lixado que fui obrigado a optar pela única versão disponível quando baixou de preço. Foi entre Março e Abril de 2015 que o fiz, gastando assim cerca de 7 euros por uma versão digital.
7 de dezembro de 2016
The Legend of Zelda - Majora's Mask 3D [Special Edition]
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| As ditas caixas. |
Publicado por: Nintendo
Director: Mikiharu Ooiwa
Produtor(es): Eiji Aonuma, Koichi Ishii
Compositor(es): Koji Kondo, Toru Minegishi
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 13-02-2015 (EU/EUA), 14-02-2015 (JP)
Género: Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo (3 Slots), Compatível com modo 3D
Outros nomes: ゼルダの伝説 ムジュラの仮面 3D que se traduz em Zeruda no Densetsu: Mujura no Kamen 3D (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez.
Está frio, não gosto. E não há screenshots nesta análise.
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| As ditas traseiras das caixas. |
Para quem é fã Nintendo desde os anos 80/90, The Legend of Zelda surge como uma das primeiras referências no vasto catálogo das várias consolas que foram saindo durante estes anos todos. E não é para menos que isto acontece pois esta série é sem dúvida uma das melhores de sempre no que diz respeito ao mundo dos videojogos. Mas para quem se tenta iniciar na mesma pode ser algo confusa devido à sua timeline um tanto incoerente e sempre aberta a subjectividade. Mesmo sendo fã de longa data com algum conhecimento de causa adquirido, torna-se macarrónico, diga-se assim, tentar descortinar uma linha temporal fidedigna. E nem o Hyrule Historia, um compêndio oficial que junta os jogos todos (até à data em que foi publicado) consegue este feito pois os jogos que se seguiram trazem novamente à baila novas teorias que podem muito bem invalidar outras. Mas enfim, passemos ao que interessa que é o jogo que trago até aqui, um jogo que curiosamente é uma sequela directa de outro dentro da série (sim, existem uns quantos assim). Este exemplar foi-me oferecido pela minha irmã, no meu aniversário em 2015. Uma vez que é a Special Edition, para além da cópia física do jogo, incluí ainda um bonito steelbook, um pin com a forma da Majora Mask dentro de uma caixinha e um poster A3 double sided. Tudo coisas boas!
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