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27 de maio de 2023

Mighty Goose

Quando não há capa, eu faço uma!
Desenvolvido por: Blastmode, MP2 Games (versão consola)
Publicado por: Playism
Director: Richard Lems
Produtor: Richard Lems
Artista: Richard Lems
Compositor: Dominic Ninmark
Motor de jogo: Construct 3
Plataforma(s): Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X/S, PC, Linux, MacOS
Lançamento: 05-06-2021 (Lançamento Mundial)
Género: Run 'n Gun
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores localmente
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Gravação de progresso na consola, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes e mais uma quando saiu o DLC.

E a traseira a condizer.

Já há bastante tempo que não publicava nada aqui por estas bandas muito por culpa de outros hobbies que ocupam grande parte do tempo como por exemplo restaurar artwork de jogos, algo ao qual comecei a dedicar mais tempo a partir do início de 2022 e tem vindo a ser um exercício quase diário desde então. Logo as análises e artigos passaram para segundo plano mas como a lista de jogos terminados já vai longa, é melhor retomar a actividade nem que seja numa base semanal. E com isto, hoje trago até aqui um jogo curioso e bastante divertido que certamente vai agradar os fãs de Metal Slug dadas as semelhanças. Este exemplar digital foi ganho num passatempo no Twitter algures entre Maio e Junho de 2021. Infelizmente não existe versão física até à data.

4 de março de 2022

Alwa's Awakening

Capa custom.
Desenvolvido por: Elden Pixels
Publicado por: Elden Pixels (Digital), Clear River Games (Físico)
Designer(s): Mikael Forslind, Kevin Andersson
Artista(s): Manuel Samolo, Tobias Mattsson, Alexander Berggren
Compositor(es): Robert Kreese, Prof. Sakamoto
Plataforma(s): Nintendo Switch, PlayStation 4, XboxOne, PC (Steam), Linux, macOS
Lançamento: 27-09-2018 (Nintendo Switch)
Género(s): Aventura, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola, HD 720p (Handheld), 1080p (Docked)
Media: Formato Digital
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes a 100%.

E a traseira a condizer.
Hoje em dia é comum ver uma imensidão de jogos indie em tudo quanto é loja digital, cuja qualidade varia desde o medíocre ao excelente. E como é evidente, um dos géneros mais utilizados é o agora sobejamente conhecido Metroidvania, tornado popular em grande parte pelo eterno Symphony of the Night e não pelo Super Metroid como alguns podem crer. No meio de tanto jogo, descobri há uns anos atrás algo chamado Alwa's Awakening, numa análise que li no Rubber Chicken e que desde logo me deixou interessado pois parecia ter tudo aquilo que gosto no género sem complicar ou almejar chegar ao patamar dos mais famosos. Naquilo que posso apenas chamar "um golpe de sorte", ganhei uma chave para a versão Steam num passatempo que o próprio Rubber Chicken levou a cabo na mesma altura, o que me levou a experimentar o jogo e só o larguei depois de ter feito literalmente tudo. Como gostei tanto do mesmo, alguns anos mais tarde aproveitei uma promo na eShop da Switch e lá fisguei esta versão que trago a analisar hoje. Mas a história não acaba aqui pois ainda resolvi embarcar numa onda de triple dipping e adquiri a versão física do jogo que vem acompanhada da sua soberba sequela. Será que algum dia irei adquirir a versão de NES que está para ser lançada? Só o tempo o dirá.
 

19 de julho de 2021

Gato Roboto

Mais uma capa custom!
Desenvolvido por: doinKsoft
Publicado por: Devolver Digital
Director(s): Britt Brady, Cullen Dwyer, Joseph Bourgeois
Produtor(es): Britt Brady, Cullen Dwyer, Joseph Bourgeois
Designer(s): Britt Brady, Cullen Dwyer, Joseph Bourgeois
Artista(s): Miroko, Guillaume Singelin
Plataforma(s): Nintendo Switch, XboxOne, PC (Steam), Linux, macOS
Lançamento: 30-05-2019 (Nintendo Switch, PC, Linux, macOS), 21-04-2020 (XboxOne)
Género(s): Aventura, Plataformas, Meowtroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola, HD 720p (Handheld), 1080p (Docked)
Media: Formato Digital
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez a 100%.

E a respectiva traseira.
O termo Metroidvania é hoje usado de forma comum para nos referirmos a um subgénero específico de videojogos mas em tempos isso não acontecia sendo que eram conhecidos apenas por jogos de aventura, exploração, acção e plataformas. Não sei ao certo quando foi a altura em que o termo entrou em voga mas a arriscar diria que foi após o lançamento de Castlevania: Symphony of the Night, um jogo cuja estrutura se assemelha em muito a Super Metroid, lançado anos antes, e daí o termo que resulta da fusão destes dois nomes. Muito anos e muitos jogos mais tarde, eis que surge um dentro deste subgénero que consegue ir um pouco mais além e gerar um novo termo, um pouco por piada pois insere-se no mesmo género que todos os outros. Este exemplar digital chegou à colecção a 16 de Abril de 2021, tendo custado €3.99 numa promoção da Nintendo eShop.
 

28 de fevereiro de 2021

Odallus: The Dark Call

Mais uma capa custom!
Desenvolvido por: JoyMasher
Publicado por: Digerati Distribution (Nintendo Switch), JoyMasher (PC)
Director: Danilo Dias
Produtor: Danilo Dias
Designer(s): Danilo Dias, Thais Weiller
Artista: Danilo Dias
Argumentista(s): Thais Weiller, Maira Testa
Compositor: Tiago Santos, Thiago Adamo
Plataforma(s): Nintendo Switch, XboxOne, PlayStation 4, PC (Steam, GOG)
Lançamento:08-02-2019 (Nintendo Switch)
Género(s): Aventura, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola, HD 720p (Handheld), 1080p (Docked)
Media: Formato Digital
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes: uma em PC e a segunda ronda na Switch.

A respectiva traseira.
Numa era onde os jogos AAA e afins estão cada vez mais genéricos e muitas vezes aborrecidos, eis que os indies nos salvam do tédio oferecendo-nos uma panóplia de jogos muitos deles inspirados nos clássicos com que crescemos durante os anos 80/90. Não descarto de todo alguns dos jogos que vão saindo mas é certo que os actuais nomes sonantes se tornaram enfadonhos, repetitivos e muitas vezes a copiar ideias uns dos outros sem inovar praticamente nada. Na cena indie há no entanto um revivalismo daquilo a que nos habituamos quando éramos putos mas sempre com algo novo lá pelo meio e claro sem as limitações típicas do hardware da época. O jogo que trago até aqui hoje é uma prova disso, mantendo as características de clássicos da NES mas com algumas mecânicas que melhoram a qualidade de vida por assim dizer. Este exemplar digital foi adquirido na eShop por €1.88 estando em promo e ainda tendo descontado alguns pontos de ouro que estavam a ganhar teias na conta.
 

3 de janeiro de 2021

Shantae: Risky's Revenge - Director's Cut

Mais uma capa personalizada.
Desenvolvido por: WayForward Technologies
Publicado por: WayForward Technologies
Director: Matt Bozon
Produtor: Matt Bozon
Designer: James Montagna
Artista: Henk Nieborg
Argumentista: Matt Bozon
Compositor: Jake Kaufman
Plataforma(s): Nintendo Switch, XboxOne, PlayStation 4, PC, Nintendo WiiU
Lançamento: 15-10-2020 (Nintendo Switch, XboxOne)
Género(s): Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola, HD 720p (Handheld), 1080p (Docked)
Media: Formato Digital
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez em PC e outra na Switch.

E a respectiva traseira personalizada.
Quando Shantae foi lançado em 2002 para o Game Boy Advance, nada faria prever que se tornasse numa saga de culto pois as sua origens humildes que ainda hoje sem mantêm, eram sinónimo de um pequeno projecto indie sem grandes ambições futuras. Porém a história teve o seu rumo e a saga Shantae hoje em dia é bem conhecida ao longo de cinco jogos que evoluíram consideravelmente com cada iteração, ainda que na minha opinião essa evolução nem tenha sido abonatória. Mas como ainda não joguei o quinto jogo na saga não posso ter uma palavra mais concreta no geral embora o quarto me tenha desiludido em alguns pontos (como podem ler na análise já aqui publicada anteriormente). Mas hoje é dia de apresentar por estas bandas o segundo jogo da saga que foi uma enorme evolução face ao primeiro. Este exemplar chegou à colecção algures em Dezembro de 2020 numa promo da eShop por 4.19€.
 

13 de dezembro de 2020

Oniken - Unstoppable Edition

Mais uma capa personalizada.
Desenvolvido por: JoyMasher
Publicado por: Digerati Distribution (Nintendo Switch), JoyMasher (PC)
Director: Danilo Dias
Produtor: Danilo Dias
Designer(s): Danilo Dias, Pedro Paiva, Thais Weiller
Compositor: Thommaz Kauffmann, João Felipe Santos, Wendell Jean Kuci, Bruno Araujo
Plataforma(s): Nintendo Switch, XboxOne, PlayStation 4, PC (Steam, GOG), Linux, MacOS
Lançamento: 01-02-2019 (Nintendo Switch)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola, HD 720p (Handheld), 1080p (Docked)
Media: Formato Digital
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas mais se seguirão.

Não deixei nada ao acaso!
Se tiver de descrever a minha experiência com a eShop da Switch é um pouco como andar à procura de isco para a pesca: há que escavar e chafurdar bem na lama para se encontrarem as melhores minhocas. É preciso remexer bem todo aquele lodo lamacento para se encontrar algo de bom e surpreendente. No caso do jogo que trago até aqui hoje, não foi preciso tanto pois já o conhecia anteriormente visto ter conhecimento da versão PC e ter gostado do que vi. Logo foi chegar à eShop, pesquisar pelo nome e adicionar à wishlist à espera de uma boa promoção que não levou muito tempo a acontecer visto este jogo em particular estar quase sempre com desconto. Não me recordo ao certo quanto paguei por esta versão digital mas foi por volta dos 2 euros algures entre Março e Abril de 2020.
 

15 de novembro de 2020

Turok Remastered

Mais uma custom cover!
Desenvolvido por: Iguana Entertainment (Original), Night Dive Studios (Remastered)
Publicado por: Acclaim Entertainment (Original), Night Dive Studios (Remastered)
Director: David Dienstbier
Produtor: David Dienstbier
Artista: Alan D. Johnson
Compositor: Darren Mitchell
Plataforma(s): Nintendo Switch, XboxOne, PC
Lançamento: 17-12-2015 (PC), 02-03-2018 (XboxOne), 18-03-2019 (Nintendo Switch)
Género(s): First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola, HD 720p (Handheld), 1080p (Docked)
Media: Formato Digital
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas muitas mais se seguirão.

A respectiva traseira.
Turok - Dinosaur Hunter é sem dúvida um dos meus jogos favoritos de sempre na N64 pois para além de ter sido o primeiro jogo que joguei na consola (sim, o Super Mario 64 só entrou a seguir), foi também o primeiro FPS em consola com o qual não tive problemas nenhuns em me adaptar ao esquema de controlo que ainda hoje creio que funcione bem ainda que pareça arcaico quando comparado com outros mais modernos. Portanto quando em 2015 saiu o remaster deste jogo em PC é óbvio que fiquei em êxtase e rapidamente o quis experimentar. Digamos que a experiência foi bastante positiva pois conseguiram manter aquilo que sempre adorei no original mas melhoraram tudo aquilo que precisava de ser melhorado, sobretudo a FOV, frame rate e afins, resultando assim num jogo que suplanta o original em tudo. E embora tenha jogado a versão PC, sempre achei que este jogo em particular pertence é nas consolas, sobretudo numa que seja da Nintendo. Esperei algum tempo até que fosse anunciada uma versão PS4 pois não tinha Switch à data mas como isso nunca se materializou, eis que após uma longa espera lá saiu a versão Switch e após outra espera ainda maior lá o apanhei numa promo da eShop em Novembro por cerca de 8 euros pois este jogo raramente baixa de preço. Infelizmente a única versão física que existe é da LRG mas recuso-me a alimentar alguém que potencia o mercado parasita dos resellers pelo que optei pela digital.
 

1 de novembro de 2020

Bloodstained: Curse of the Moon 2

Mais uma capa custom feita pelo je.
Desenvolvido por: Inti Creates
Publicado por: Inti Creates
Director: Hiroki Miyazawa
Produtor: Koji Igarashi
Designer: Hiroki Yunoki
Artista(s): Yuji Natsume, Yuta Watanabe, Shin Nakamura
Argumentista: Koji Igarashi
Compositor(es): Michiru Yamane, Ippo Yamada, Aoi Takeda, Takumi Sato, Hiroaki Sano, Ryo Kawakami, Ryo Yoshinaga
Plataforma(s): Nintendo Switch, PlayStation4, XboxOne, PC
Lançamento: 10-07-2020 (Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores co-op (local), Boss Rush Mode
Funcionalidades: Gravação de progresso na consola/MicroSD, HD 720p, 1080p, TV Mode, Tabletop Mode e Portable Mode
Media: Formato Digital (110MB)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei  cada episódio uma vez tendo visto os respectivos finais e desbloqueado os modos extra.

E a respectiva traseira.
Quando Bloodstained: Ritual of the Night foi anunciado a internet entrou em rebuliço pois era daquelas coisas que muitos esperavam mas ninguém acreditava que iria ver a luz do dia. Anos mais tarde o jogo é lançado e teve uma recepção calorosa ainda que apinhada de problemas técnicos e as maleitas do costume. Mas a essência de Castlevania estava toda lá e isso é aquilo que se deve considerar como importante, até porque nos dias que correm é "normal" os jogos terem bugs, crasharem e sabe-se lá mais o quê, fruto desta geração apostada cada vez mais no digital e nos patches. Contudo, antes deste jogo sair, foi lançado Curse of the Moon, uma espécie de companion game prometido por se ter atingido um dos alvos do Kickstarter. E este sim, foi uma enorme surpresa e uma bonita carta de amor aos Castlevania clássicos sem ficar comprometido pela dificuldade e problemas técnicos desses jogos. E como foi um jogo com um sucesso que nem os criadores provavelmente esperavam, toca de assim alguns poucos anos mais tarde lançar uma sequela para surpresa de todos. Mas já se sabe que nem todas as sequelas vivem para chegar aos calcanhares do original e esta bem tentou mas fica alguns pontos abaixo por inúmeros motivos. Este exemplar digital chegou à colecção algures em Outubro de 2020, numa promo da eShop tendo fica por cerca de 9 euros.
 

10 de agosto de 2020

Venture Kid

Desta vez fiz só a frente.
Desenvolvido por: Snikkabo AS
Publicado por: FDG Entertainment
Director(es): Per Aasland, Even Rusten
Produtor: Thomas Kern
Designer(s): Per Aasland, Even Rusten, Manon Dreijer, Nathan D. Christie
Compositor(es): Matt Creamer ("Norrin_Radd")
Plataforma(s): Nintendo Switch, iOS, PC
Lançamento: 02-05-2019 (Lançamento Mundial, Nintendo Switch)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital (~16MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas mais se seguirão.

Tem de haver sempre aranhas...
Como já é sabido dos utilizadores da Nintendo Switch, a eShop é um poço sem fim de jogos algo que a Nintendo fez questão que assim fosse com uma aposta fortíssima nos indies. Deste modo existem literalmente milhares de jogos e todas as semanas mais vão sendo adicionados à lista pelo que a busca pelos que realmente valem a pena se torna cada vez mais difícil e requer uma boa dose de paciência. Mas por norma estas virtudes são recompensadas de vez em quando com algumas boas surpresas, sobretudo pelo facto de muitas vezes serem apanhadas em promoção como é o caso do jogo que trago até aqui hoje que deve ter custado algo como 1 euro algures durante o mês de Junho.
 

27 de julho de 2020

IMPLOSION: Never Lose Hope

Mais uma capa custom!
Desenvolvido por: Rayark Inc.
Publicado por: Rayark Inc. (JP), Flyhigh Works (EU/EUA)
Director(es): Yung-Ting Tony Lee, Alvin Chung
Produtor: Ming-Yang Yu
Designer(s): Ryan Lee, QQ Lin, Ada Tsukiyo
Artista: Agugu Lin
Argumentista: Anton Mark-Hitchman
Compositor(es): Kevin Penkin, Taku Sakakibara
Plataforma(s): Nintendo Switch, iOS, Android
Lançamento: 06-07-2017 (Lançamento Mundial, Nintendo Switch)
Género(s): Acção, Hack 'n Slash, Twin Stick Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital (~5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes em diferentes dificuldades.

E traseira custom também.
Uma das coisas que sempre apreciei neste mundo do videojogos foi o advento das demos quando começou a era da PS1/Saturn, onde todos os meses podíamos experimentar alguns dos jogos a serem lançados futuramente, bem como outros já lançados e assim ter uma ideia melhor do que esperar dos mesmos sem confiarmos apenas em reviews de revistas e screenshots. A experiência de colocar o CD na consola era sempre diferente e por vezes ficava por lá muito tempo caso trouxesse alguma demo daqueles jogos pelos quais esperava ansiosamente. Mas com o passar das gerações, esta cultura foi-se perdendo de certo modo, com menos demos a serem lançadas até ao ponto de começarem apenas a serem digitais e sem grande variedade, pelo menos com títulos mais apelativos. Recordo-me que na era da PS3/Xbox360, apesar de existirem demos com fartura, nada era realmente interessante exceptuando um ou outro título. Actualmente parece que se assiste a um chamado revival desta cultura e há imensas demos de jogos, sobretudo na Nintendo Switch, o que me faz explorar a eShop à procura da próxima surpresa. E sem dúvida que já fui surpreendido em alguns casos mas no que concerne ao caso de hoje, apesar de ter gostado bastante da demo, já o jogo completo é apenas meh. Este exemplar digital foi adquirido algures em Junho de 2020, por 4.80€ numa promo da eShop.

15 de junho de 2020

Biolab Wars

Capa custom mas só a frente.
Desenvolvido por: Kolibri Game Studio
Publicado por: Forever Entertainment
Plataforma(s): Nintendo Switch, PC, MacOS, Linux
Lançamento: 14-11-2019 (EU), 15-11-2019 (EUA)
Género(s): Acção, Plataformas, Run N' Gun
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital (~200MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o duas vezes mas mais se seguirão.


Há sempre um comboio cheio de mauzões.
Com a DS e a Wii, a Nintendo ganhou um estatuto especial de marca com mais shovelware no mercado visto que ambos os catálogos destas consolas estavam apinhados de jogos que não interessavam nem ao menino Jesus. Com o advento da Switch pode dizer-se exactamente o mesmo mas com uma diferença: estes estão todos na eShop em vez de existirem em formato físico o que por um lado é óptimo. Contudo e tal como por exemplo no Steam, no meio de tanto lixo encontram-se pérolas perdidas, a troco de algum tempo perdido a pesquisar cada página cheia de títulos e que parece não ter fim. Mas no final a recompensa costuma ser boa pois encontra-se sempre algo interessante e a preços convidativos ainda para mais porque há quase sempre promoções nestes casos. O jogo que trago até aqui hoje é um claro exemplo disso, perdido no meio de tanta porcaria e pela módica quantia de 99 cêntimos em promo, tendo aterrado na colecção algures em Maio de 2020.

25 de maio de 2020

Aggelos

Capa da versão física.
Desenvolvido por: Storybird Games, Wonderboy Bobi
Publicado por: PQube Ltd.
Plataforma(s): Nintendo Switch, PC, PlayStation 4, XboxOne
Lançamento: 24-04-2019 (EUA), 25-04-2019 (EU), 20-09-2019 (EU - Físico)
Género(s): Aventura, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital (115MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez com cerca de 8 horas e tendo descoberto tudo.

E a respectiva traseira.
Os jogos indie são algo que hoje em dia faz parte integrante do espectro dos videojogos, com imensos títulos por onde escolher e alguns deles bem surpreendentes. A meu ver, isto surgiu da necessidade de se querer não só voltar ao passado tirando partido do hardware actual mas também explorar ideias que de outra forma seriam impossíveis de levar a cabo devido à filosofia das grandes empresas que produzem os chamados AAA e que só se preocupam com números, sejam eles lucros ou vendas. Daí que em vez de levar com mais um Assassin's Creed 17 ou outro Call of Duty 34, prefiro de longe ver um título indie desenvolvido por uma equipa cheia de talento e paixão, sem estar dependente de corporações gananciosas. E actualmente, são estes os jogos que realmente me dão gozo jogar e que certamente sei que voltarei a pegar neles anos mais tarde. Este exemplar digital chegou à colecção algures entre Março e Abril de 2020, tendo sido gratuito. Isto porque tive a sorte de conseguir um código para a versão Switch na página da PQube no Facebook. Melhor ainda foi ter apanhado mais que um código e ter assim dado o mesmo ao amigo Fernando Sardinha que também tinha interesse neste jogo. Podia ter até ficado com os restantes códigos para a versão Steam mas não gosto de ser guloso e prefiro que outras pessoas possam desfrutar do jogo.

28 de abril de 2020

DooM64

Como não existe capa, fiz uma!
Desenvolvido por: Midway Games (Original), Nightdive Studios
Publicado por: Midway Games (Original), Bethesda Softworks
Designer(s): Randy Estrella, Timothy Heydelaar, Danny Lewis
Artista: Sukru Gilman
Compositor(es): Aubrey Hodges
Motor gráfico: KEX Engine 3
Plataforma(s): Nintendo Switch, PC, PlayStation 4, XboxOne
Lançamento: 20-03-2020 (Lançamento Mundial)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital (150MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas muitas mais se seguirão.

Baseada na original da N64.
DooM é sem dúvida o first person shooter mais famoso de sempre que desde o seu aparecimento em 1993 faz as delicias dos fãs do género. Com diversos jogos na saga e imensos ports por tudo quanto é plataforma, DooM goza de um estatuto que poucos jogos conseguem alcançar. E corre em tudo quanto é tecnologia, até em frigoríficos! Mas existe um jogo na saga que passou ao lado de muita gente, simplesmente por ter sido lançado na N64, uma consola pouco apreciada pelo público em geral, e também por ter um 64 no nome, algo comum na época e que por norma denominava um port para esse sistema. Assim, DooM64 manteve-se ao longo de 23 anos um exclusivo dessa consola, não sendo apreciado na integra por todos e muitos até pensavam que era um port do jogo original com grafismo diferente. Mas isso chegou ao fim, agora que a Nightdive Studios proporcionou a todos a experiência quase que igual ao original na plataformas actuais, com diversas novidades e melhorias que tornam esta versão do jogo na definitiva. Adquiri esta versão digital no dia de lançamento e creio que os €4.99 que custa são mais do que justos para um jogo com tanto tempo. Pena outros da época não custarem o mesmo.

20 de janeiro de 2020

Blaster Master Zero II

Quando não há capa...
Desenvolvido por: Inti Creates
Publicado por: Inti Creates
Director: Satoru Nishizawa
Produtor: Takuya Aizu
Designer(s): Tomokazu Ohnishi, Mio Yamaguchi
Artista(s): Yuji Natsume, Shin Nakamura
Argumentista: Masato Okudaira
Compositor(es): Ippo Yamada, Hiroaki Sano, Aoi Tanaka, Kotaro Yamada
Plataforma(s): Nintendo Switch (eShop), PC (Steam)
Lançamento: 20-03-2019 (Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital (197MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez a 100%

...eu faço-a!
Actualmente existe uma predilecção por tudo quanto seja retro o que provocou uma onda de revivalismo sem precedentes. Desde consolas mini a relançamentos de jogos antigos, existe de tudo um pouco e para todos os gostos. Mas não só disto vive o homem e como seria de esperar, há quem opte por criar jogos retro de raiz, tal como eram nos tempos idos mas aproveitando a tecnologia actual e sem os limites típicos da época. Em suma, consegue-se o melhor dos dois mundos sem comprometer nada. O jogo que trago até aqui hoje é um bom exemplo disso, ainda que seja uma sequela, coisa que não estava nada à espera depois de ter jogado o primeiro título. É também o meu primeiro jogo de Switch, embora seja digital pois não existe físico, marcando assim a estreia desta excelente consola aqui no blog. Foi adquirido no final de Dezembro de 2019, numa promo da eShop por 6.99€.