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25 de fevereiro de 2019

My Nintendo Picross - The Legend of Zelda: Twilight Princess

Quando não há capa, faz-se!
Desenvolvido por: Jupiter Corporation
Publicado por: Nintendo
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 17-03-2016 (JP), 31-03-2016 (EU/EUA)
Género: Puzzle
Modos de jogo: Vários modos para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o os puzzles todos uma vez mas repeti diversos.

(Fun fact: até 2011, a cerveja na Rússia não era considerada uma bebida alcoólica mas sim um refrigerante.)

Há aquelas alturas em que não nos apetece jogar nada de muito complexo ou que costumamos jogar com frequência mas ao mesmo tempo querem jogar algo que mate o bichinho ou simplesmente para passar tempo. A minha escolha aqui recai quase que única e exclusivamente nos jogos de puzzles pois são perfeitos para esses momentos. E dentro do género há para todos os gostos e com todo o tipo de mecânicas possíveis e imagináveis desde os mais simples aos mais complicados mas todos eles divertidos. O jogo que aqui apresento hoje é um bom exemplo disso e era uma vertente que nunca tinha explorado embora existam inúmeros jogos dentro desta série já desde o tempo do Game Boy. Este exemplar digital é uma das recompensas do My Nintendo, e possivelmente a melhor de todas visto ser um jogo completo e poder ser descarregado se utilizarmos 1000 moedas de platina, as mais comuns de todas. E foi o que fiz, algures entre Novembro e Dezembro de 2017.

28 de janeiro de 2019

SteamWorld Dig

Outra capa feita.
Desenvolvido por: Image & Form
Publicado por: Image & Form
Produtor: Shigeki Takeuchi
Designer: Agnieszka Mikucka
Compositor: Mattias Hammarin
Plataforma(s): Nintendo 3DS, Nintendo Switch, Nintendo WiiU, PlayStation 4, PlayStation Vita, PC, Linux, MacOS XboxOne
Lançamento: 07-08-2013 (EU), 08-08-2013 (EUA), 20-11-2013 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Fun fact: as primeiras laranjas, não eram cor de laranja.)

Um dia normal nas minas.
Há uns valentes anos atrás, o Club Nintendo era um bom clube. Comprar jogos significava pontos para adicionarmos à nossa conta que depois podiam ser trocados por recompensas, chamemos-lhes assim, pela nossa lealdade (ou pela lealdade da nossa carteira). E estas recompensas eram variadas, exclusivas e acima de tudo físicas. Se tivessem pontos suficientes, podiam até trocar por um CD com a banda sonora de um jogo, um comando único para a vossa Wii e até uma estátua do Link! A escolha era variada ainda que bastante limitada em termos numéricos e por vezes quando um item desaparecia era de vez. Mas dava sempre gozo ir juntando os pontinhos para tentar sacar algo porreiro. Ainda consegui uma ou duas coisitas sendo que no final de vida do clube, começaram a aparecer as recompensas digitais, ou seja, jogos. Também não era nada mau, uma vez que os pontos pedidos eram não eram valores absurdos. Mas o clube fechou e deu origem ao My Nintendo, uma sombra do que o Club Nintendo fora no passado, com um sistema de pontos mau que recompensa mais quem compra online do que físico (na 3DS é assim, na Switch o físico ainda consegue sacar os pontos da compra). E as recompensas são na maioria más, com jogos a pedirem mais pontos do que aquilo que valem e como os pontos expiram, há que gastá-los em algo. O jogo que apresento hoje até foi uma boa surpresa pois tinha pontos de ouro suficientes para o mesmo e não havia mais nada de jeito para trocá-los. Isto foi algures entre Maio e Junho de 2018.

27 de janeiro de 2019

Bloodstained - Curse of the Moon

Mais uma capa feita por estas bandas...
Desenvolvido por: Inti Creates Co., Ltd.
Publicado por: Inti Creates Co., Ltd.
Produtor(es): Koji Igarashi , Takuya Aizu
Artista: Yuji Natsume
Compositor(es): Michiru Yamane
Plataforma(s): Nintendo 3DS, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation Vita, PC, XboxOne
Lançamento: 24-05-2018 (EUA/JP), 31-05-2018 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes, mesmo depois de ter visto os finais todos.

(Fun fact: No Reino Unido, alguns computadores dos 80's não tinham Delete, tinham Rubout!)

Mas feita com muito gosto!
Castlevania. Uma longa e velha saga, amada pelos fãs, que teve uma vida recheada de jogos bons e outros tantos mauzitos. Mas ultimamente, após aquele reboot por parte da MercurySteam, a saga parece ter morrido de vez embora esteja para sair um jogo mobile que ninguém pediu e muito menos quer. A Konami parece estar decidida a matar as suas séries permanentemente. Mas há quem não se conforme com isso e portanto decidiu criar a sua própria saga, claramente inspirada em Castlevania. Refiro-me a Koji Igarashi, responsável pelas rédeas durante alguns anos e que produziu os melhores jogos da série. Agora, a solo mas com uma boa equipa de gente talentosa, prepara-se para nos trazer o sucessor desta saga. Mas enquanto aguardamos por isso, com muita paciência e alguma cautela pois já se sabe o que esperar de projectos financiados via Kickstarter, a mesma equipa presenteou-nos com um miminho que nos remete para os tempos saudosos dos 8-bit da NES. Este exemplar digital foi adquirido no dia de lançamento, tendo custado 9.90€ na eShop.

24 de janeiro de 2019

3D Streets of Rage

Mais uma capa feita!
Desenvolvido por: M2
Publicado por: Sega
Director: Noriyoshi Ohba
Designer(s): Noriyoshi Ohba, Hiroaki Chinoa
Compositor(es): Yuzo Koshiro
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop)
Lançamento: 21-08-2013 (JP), 19-12-2013 (EU/EUA)
Género: Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD, Multiplayer local
Outros nomes: 3D ベアナックル 怒りの鉄拳  - 3D Bea Nakkuru: Ikari no Tekken, "Bare Knuckle: Furious Iron Fist" (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.


(Hoje não me cheira que vejamos o sol.)

Fruta neles!
Durante grande parte dos anos 90, a guerra entre a Nintendo e a Sega era bastante acesa, onde ambos os lados tinham uma legião de fãs que os defendia com unhas e dentes. O campo de batalha era um pouco por todo o lado, mas sobretudo nas escolas, onde amigos, irmãos e companheiros, discutiam sobre qual das consolas de ambas as marcas era a melhor, a mais potente, aquela com os melhores jogos. Hoje em dia sabemos que ambas são excelentes, com um catálogo vasto de bons títulos mas naquela época somente interessava o lado escolhido. Sendo eu um Nintendo fanboy naqueles tempos, a Sega era como um bicho papão que lentamente comecei a explorar à revelia de outros que eram irredutíveis na sua decisão. E assim deixei de ver a saga Final Fight como o expoente máximo dos beat 'em ups para dar uma oportunidade ao seu brilhante rival, Streets of Rage. E rapidamente me apercebi do quão boa esta série é e também do quão se consegue distanciar da concorrência. Uns valentes anos mais tarde, algures entre Março e Abril de 2018, apanhei o mais recente port 3D na eShop numa promoção. E claro, tenho o original num daqueles multicarts da MegaDrive à espera de ser esmiuçado um dia destes.

22 de janeiro de 2019

3D Shinobi III - Return of the Ninja Master

Mais uma capa self made.
Desenvolvido por: M2
Publicado por: Sega
Director(es): Tomoyuki Ito, Takeshi Matsuhashi
Produtor(es): Tomio Takami, Tokinori Kaneyasu
Designer: Naohisa Nakazawa
Artista(s): Kazuyuki Iwasawa, Katsuhiko Ogikubo, Hiroyuki Hirama
Compositor(es): Hirofumi Murasaki, Morihiko Akiyama, Masayuki Nagao
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop)
Lançamento: 07-08-2013 (JP), 19-12-2013 (EU/EUA)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Outros nomes: 3D The Super Shinobi II (3D ザ・スーパー忍II)  (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.

(Quando as encomendas se perdem é caso para ficarmos lixados...)

Várias opções para explorar.
Uma das características mais interessantes que a 3DS tem é sem dúvida o seu modo 3D, algo que nos permite ver imagens tridimensionais sem auxílio de periféricos externos. É algo que a torna única até aos dias de hoje e que embora não tenha sido mais do que uma moda, enquanto durou, a portátil da Nintendo teve imensos jogos a tirarem partido disto, alguns com resultados melhores do que outros. Onde vi particularmente resultados excelentes foi em títulos 2D, com vários layers de profundidade, sprites e afins. Quando a M2 começou a lançar títulos da Mega Drive na eShop, o tratamento dado aos mesmos foi deveras luxuoso, não se ficando por uma mera conversão em cima do joelho. Este exemplar digital foi adquirido algures entre Março e Abril de 2018, numa promo da eShop tendo custado algo como 2.49€. Só é pena não terem lançado todos os jogos em formato físico como aconteceu no Japão.

12 de janeiro de 2019

Mighty Gunvolt

Quando não há capa, a gente faz uma!
Desenvolvido por: Inti Creates
Publicado por: Inti Creates
Produtor: Takuya Aizu
Compositor(es): Ippo Yamada, Ryo Kawakami
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop), PlayStation 4, PlayStation Vita, PC
Lançamento: 20-08-2014 (JP), 29-08-2014 (EUA), 02-04-2015 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.

(E continua um frio terrível...)

Cada boss com a sua manha.
Nos últimos anos, a Inti Creates tem feito alguns dos melhores jogos de plataformas de que me lembro (e também um dos piores mas esse nem vale a pena relembrar). Composta por ex-membros da Capcom, devagar começaram a traçar o seu percurso, tendo ficado mais conhecidos pelas sagas Mega Man ZX e Mega Man Zero, sem no entanto descurar que também foram responsáveis pelo desenvolvimento de Mega Man 9 e 10. Mais recentemente começaram por fazer as coisas a solo e assim criarem as suas séries completamente livres do controlo de terceiros e é aqui que têm brilhado. Uma das suas criações é a saga Gunvolt, inspirada em Mega Man mas com todo o mérito a que tem direito e que já deu origem a quatro jogos. Um deles, é uma espécie de spin-off 8-bit, criado com o intuito de ser um freebie a quem comprasse o outro jogo no lançamento. Posteriormente passou a ser pago para todos os que quisessem desfrutar do mesmo. Este exemplar digital que possuo foi adquirido algures entre Novembro e Dezembro numa promo da eShop. Só não me recordo de quanto custou mas deve ter sido algo entre 2 e 3 euros.

3 de janeiro de 2019

Blaster Master Zero

Quando não há capa, eu improviso!
Desenvolvido por: Inti Creates
Publicado por: Inti Creates
Director: Satoru Nishizawa
Produtor: Takuya Aizu
Designer(s): Tomokazu Ohnishi, Mio Yamaguchi
Artista(s): Yuji Natsume, Shin Nakamura
Argumentista: Masato Okudaira
Compositor(es): Ippo Yamada, Hiroaki Sano, Aoi Tanaka, Kotaro Yamada
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop), Nintendo Switch (eShop)
Lançamento: 03-03-2017 (JP), 09-03-2017 (EU/EUA)
Género(s): Acção, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o três vezes.

(Está frio porra!)

Até ficou porreira, digam lá...
Nos tempos idos das consolas 8-bit, o catálogo da NES era imenso e escolher um jogo, sem muita informação disponível a não ser as revistas da especialidade (altamente tendenciosas e pagas por vezes pelas corporações), as opiniões dos amigos (também fortemente desaconselháveis) e a boxart do próprio jogo, era uma tarefa hercúlea! E se acertei grande parte das vezes, outras tantas falhei redondamente. Era um pouco o jogo do gato e do rato, sendo que no fundo isso também tornava a coisa divertida, de certo modo. Como tal, alguns jogos passaram-me ao lado, pelo que anos mais tarde descobri os mesmos, através dessa maravilhosa coisa chamada emulação. Um deles foi Blaster Master, um jogo caricato que saiu na NES e que sempre tive curiosidade em experimentar. E até nem é um mau jogo mas tem alguns problemas bem proeminentes, os quais não tive coragem, ou até mesmo paciência em ultrapassar. Mas isso foi tudo resolvido quando resolveram fazer um remake deste jogo, que prontamente decidi adquirir algures entre Julho e Agosto de 2017, por 9.90€, se não estou em erro, na eShop da 3DS. Pois, infelizmente este jogo não teve lançamento físico nas duas plataformas para o qual foi lançado.

26 de novembro de 2018

Xeodrifter


Quando não há capa, a gente faz!
Desenvolvido por: Renegade Kid
Publicado por: Renegade Kid
Designer(s): Jools Watsham, Matthew Gambrell
Artista: Jools Watsham
Compositor(es): Roth Sothy, Matthew Gambrell, Brian Altano
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop), Nintendo Switch, Nintendo WiiU, PlayStation 4, PlayStation Vita, Steam
Lançamento: 11-12-2014 (EUA), 18-06-2015 (EU) (Nintendo 3DS)
Género: Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD, Compatível com modo 3D
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Nunca mais é Verão outra vez...)

Gravar progresso? É aqui mesmo!
Se vos falar da Renegade Kid, muito provavelmente vão perguntar: "quem?" pelo simples facto de não conhecerem este pequeno e ambicioso estúdio. Infelizmente já não existe mas deixou-nos o seu pequeno legado que inclui a série Dementium (que começou por ser um pitch à Konami para ser um Silent Hill na DS), Moon, Mutant Mudds e mais uns quantos jogos de corridas menos apelativos. Ah, e claro, o jogo que trago até aqui hoje, que neste caso foi adquirido algures entre Maio e Junho de 2017 numa promo da eShop. Só não me recordo do preço mas deve ter sido coisa para ter custado abaixo dos 3 euros.

17 de abril de 2018

3D Classics Kirby's Adventure

Quando o jogo não tem capa, eu resolvo!
Desenvolvido por: HAL Laboratory (Versão NES), Arika (Versão 3DS)
Publicado por: Nintendo
Director: Masahiro Sakurai
Produtor(es): Satoru Hiwata, Shigeru Miyamoto, Takao Shimizu
Designer: Masahiro Sakurai
Compositor(es): Hirokazu Ando, Jun Ishikawa
Plataforma: Nintendo 3DS (eShop)
Lançamento: 17-11-2011 (EU/EUA), 25-04-2012 (JP)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD, Compatível com modo 3D
Outros nomes: 3D Classics Hoshi no Kirby: Yume no Izumi no Monogatari (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Será que é desta que a chuva se foi?)

Mary Kirbins!
Quando a 3DS fez a sua entrada no mercado, uma das promessas era possibilitar imagens 3D sem a utilização de periféricos extra, algo que cumpriu com distinção, apesar do efeito no primeiro modelo da consola não ser de todo perfeito. Com revisões de hardware, a coisa foi ao sítio e hoje em dia proporciona um efeito 3D de muito boa qualidade, sem sofrer com repentinas mudanças de ângulo devido a nos mexermos por algum motivo. E são imensos os jogos que tiram partido do 3D, uns melhores que outros verdade seja dita mas isso é algo que depende inteiramente dos programadores. Com isto surgiram também alguns clássicos das 8-bit e 16-bit, com uma pintura nova por assim dizer a mostrar que o 3D e sprites combinam na perfeição. O jogo que trago até aqui hoje é um desses mesmos, um clássico da NES com uma apresentação idêntica mas a 3D e sem os pequenos problemas da versão original. Este exemplar digital foi adquirido na eShop da 3DS, algures entre Maio e Junho de 2016, numa promoção qualquer visto não me recordar sequer do preço. Mas tenho quase a certeza que foi abaixo dos 5 euros.

1 de março de 2018

Retro City Rampage DX

Se tivesse capa, seria algo assim.
Desenvolvido por: Vblank Entertainment
Publicado por: Vblank Entertainment
Director: Brian Provinciano
Designer: Brian Provinciano
Compositor(es): Leonard J. Paul, Jake Kaufman, Matthew Creamer
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop), PlayStation 3, PlayStation 4, PlayStation Vita, PlayStation Portable, Xbox360, Nintendo Switch, PC e mais outras tantas
Lançamento: 06-02-2014 (EUA/eShop), 20-02-2014 (EU eShop)
Género(s): Acção, Aventura, Sandbox
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD, Compatível com modo 3D
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez com muitas horas de jogo em cima.

(Raio de tempo este...)

Só queria ir beber uma jola seus porcos!
Indie. Uma palavra que actualmente está muito em voga sobretudo no que concerne a jogatana se bem que a primeira vez que ouvi tal coisa foi há muitos anos atrás e relacionado com o mundo musical. Bom, mas o que importa é que esta palavra serve, a meu ver, para separar o trigo do joio. Ainda há bem pouco tempo li algures numa rede social, na página de uma conceituada empresa do ramo, um comentário de alguém que estava farto, e passo a citar, "de indies da treta" isto relativamente a uma oferta de jogos mensal. Ora bem, claramente esta pessoa faz parte daquele grupo crescente de casuais cujo o mercado se destina nos dias que correm, enchendo o papo com os chamados triple A que cada vez mais estão piores, bloated e cuja tendência (assim o espero) é rebentar mais cedo ou mais tarde. Chamar "indies da treta" a um jogo que é feito por fãs que cresceram a jogar e nutrem uma paixão verdadeira pela coisa é no mínimo injusto já para não dizer nojento. Mas ide lá jogar os jogos com "altes gráfiques realistas" e sejam felizes na vossa ignorância. Isto tudo foi apenas para apresentar o jogo que trago até aqui hoje (mais pareceu um rant mas ok) que foi adquirido algures entre Maio e Junho de 2016 num pacote do Humble Bundle por 1 dólar.