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19 de novembro de 2015

Ghost in the Shell - Stand Alone Complex

Motoko em destaque!
Desenvolvido por: Epics (G-Artists)
Publicado por: SCEI (JP), Bandai (EUA), Atari (EU)
Plataforma: PlayStation Portable 
Lançamento: 15-09-2005 (JP), 21-10-2005 (EU), 26-10-2005 (EUA)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para até 6 jogadores
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (416KB Mínimo)
Outros nomes: (攻殻機動隊 STAND ALONE COMPLEX -狩人の領域- Kōkaku Kidōtai Sutando Arōn Konpurekkusu -Kariudo no Ryōiki- Ghost in the Shell SAC - Domain of the Hunters) (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, apresenta algumas marcas de uso no geral.
Viciómetro: Acabei-o uma vez tendo descoberto praticamente tudo em termos de collectibles.

(Frio, não gosto...)

Sem autocolantes feios!
Uma coisa que sempre me fez confusão, e penso que não serei o único, nesta coisa dos videojogos é o facto de trocarem os nomes de determinados títulos quando os publicam fora do Japão, ou simplesmente, omitirem o nome completo do jogo original. Existem diversos casos e exemplos gritantes disto, algo que daria um bom tema de discussão para um vídeo, pois é interessante analisar este pequeno aspecto de um grande todo. Mas no que concerne ao jogo que trago até aqui hoje, o nome completo foi simplesmente omitido, criando alguma confusão, levando mesmo a crer que este jogo de PSP se tratava de um port de um jogo lançado também na PS2. Nada mais errado mas já lá vamos. Este exemplar chegou à colecção algures entre Setembro e Outubro de 2014, tendo sido fruto de uma troca por um jogo de PS2 com o estimado Ivo Leitão do Green Hills Zone. Uma vez mais um grande obrigado e, a quem lê, ide visitar o blog do rapaz (depois de lerem a análise!!!).

31 de agosto de 2015

Final Fantasy IV - The Complete Collection

Artwork lindíssimo.
Desenvolvido por: Square Enix, Bullets
Publicado por: Square Enix
Director: Yoichi Yoshimoto
Produtor: Hiroyuki Miura
Designer: Takashi Tokita
Artista: Yoshitaka Amano
Argumentista: Takashi Tokita
Compositor(es): Nobuo Uematsu, Junya Nakano, Masashi Hamauzu
Plataforma: PlayStation Portable 
Lançamento: 24-03-2011 (JP), 19-04-2011 (EUA), 21-04-2011 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas não fiz a masmorra extra, não adiciona nada de interessante à trama.

(E amanhã... MGSV!!!!)

As respectivas traseiras.
Se num passado não muito distante a saga Final Fantasy era algo exclusivo e apenas um nicho muito pequeno de jogadores lhe seguia as pisadas, hoje em dia tornou-se tão, mas tão mainstream que é possível jogar quase todos os jogos em qualquer plataforma. Há Final Fantasy's para quase tudo quanto é plataforma, em especial os mais antigos que foram alvo de remakes, remasterizações e sabe-se lá mais o quê. Mas isso até é bom, por um lado, pois mais jogadores têm oportunidade de conhecer as raízes desta longa saga. Por outro lado é mau pois os jogos mais recentes não são coisa e denotam uma tremenda falta de ideias e acima de tudo, originalidade. Mas adiante. Este meu exemplar deste Final Fantasy IV - The Complete Collection foi adquirido pouco depois do seu lançamento, numa loja online por cerca de 20 euros. Para além do jogo, faz-se acompanhar de um conjunto de cartas com bonitas ilustrações, um pano para limpeza do ecrã (também este ilustrado) e conteúdo digital para utilizar no Dissidia 012 Duodecim (coisa que fiz prontamente).

29 de setembro de 2014

PRINNY - Can I Really Be the Hero?

O iluminado de serviço!
Desenvolvido por: Nippon Ichi Software
Publicado por: Nippon Ichi
Compositor(es): Tenpei Sato
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 20-11-2008 (JP), 17-02-2009 (EUA), 26-06-2009 (EU)
Género(s): Plataformas, hack 'n slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (128KB minímo), Níveis DLC via PSN
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal e chega. Este jogo é de doidos!

(Hoje não tenho nada de jeito para escrever aqui!)

Selo mais feioso...
Toda a gente gosta de pinguins. Pelo menos eu não conheço ninguém que não simpatize com eles pois, a meu ver, é impossível. São bichos simpáticos, sempre bem aprumadinhos parecendo envergar o seu smoking todos os dias sem perder a postura. E depois têm aquele andar à circo que não deixa de me fazer rir. Agora perguntam vocês: mas que raio de conversa é esta? Ao qual eu respondo: uma pequena introdução ao jogo de hoje que tem... exacto, pinguins! Montes e resmas de pinguins. É um daqueles jogos semi-obscuros produzidos no Japão, lançados no Ocidente, sabe-se lá porquê e que são spin-offs de séries maiores e conhecidas por fãs de RPG's. Este exemplar chegou até aqui, em Outubro de 2013 por 5 euros certinhos, tendo sido adquirido na Fnac do Almada Fórum.

18 de maio de 2014

Shinobido - Tales of the Ninja

Capa simples mas eficaz.
Desenvolvido por: Acquire
Publicado por: SCEE (EU), Spike Co, Ltd. (JP)
Director: Koshi Nakanishi
Produtor: Yoshinori Terasawa
Compositor(es): Hideki Sakamoto, Keisuke Itoh
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 26-10-2006 (JP), 09-02-2007 (EU)
Género(s): Stealth action, hack 'n slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo ad-hoc multiplayer para até 4 jogadores
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (96KB minímo), Download via USB de missões da PS2
Outros nomes: Shinobido: Homura (忍道 焔) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal e fiz algumas missões em Hard.

(Ainda não é desta que o Verão chega.)

Línguas estranhas.
Ninjas. A melhor coisa a seguir aos zombies. Ou será ao contrário? Seja como for, são duas coisas que funcionam sozinhas ou em conjunto mas no caso do jogo de hoje, temos apenas ninjas na primeira portátil da Sony. Assim em jeito de Jogalhões Flash, apresento-vos Shinobido - Tales of the Ninja, cujo exemplar foi adquirido em Agosto de 2013, no Jumbo do Almada Fórum por cerca de 10 euros.

Como o nome sugere, Shinobido - Tales of the Ninja é uma espécie de sequela mal amanhada do razoável Shinobido - Way of the Ninja de PS2 e já vão perceber o porquê desta frase. Para começar, esta versão é um port de Shinobido - Imashime da PS2 para a PSP, baseado no mesmo motor de jogo e compreende cerca de 80 missões feitas pelos programadores através do Mission Editor do original. Assim, Tales of the Ninja apresenta as limitações desta ferramenta bem como outros problemas. A história, a qual nem sequer me cativou gira à volta do protagonista Goh e demais personagens secundárias, tentando seguir os eventos do primeiro jogo. Por alguma razão, a qual desconheço, este jogo não foi lançado nos Estados Unidos.

26 de janeiro de 2013

Silent Hill - Shattered Memories


Creepy cover!
Desenvolvido por: Climax Studios
Publicado por: Konami Digital Entertainment
Director: Mark Simmons
Produtor: Tomm Hulett
Designer(s): Sam Barlow, Robert McLachlan, Mark Diggles, Sam Gage
Argumentista: Sam Barlow
Compositor: Akira Yamaoka
Plataforma(s): PlayStation Portable, PlayStation 2, Nintendo Wii
Lançamento: PS2/PSP - 19-01-2010 (EUA), 26-02-2010 (EU), 25-03-2010 (JP)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (288KB minímo)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, futuramente sou capaz de o jogar novamente para obter um final diferente.

(Fevereiro está quase aí e muito jogo bom virá!)

O aviso é bem explícito.
O género Survival Horror é um dos meus favoritos de sempre. Penso que não há muitas dúvidas relativamente a isso, para quem é leitor/seguidor assíduo do blog. Mas como é do conhecimento de todos, este género tem andado um pouco pelas ruas da amargura, embora ainda saiam alguns títulos bastante bons para o manter vivo. Mas dentro deste género existe um subgénero particularmente interessante onde o objectivo não é apenas sobreviver mas sim fazê-lo sem hipótese de recorrer a armas e outros objectos para defesa pessoal. É este que me fascina particularmente e o jogo de hoje encaixa perfeitamente nesta descrição. Este exemplar foi adquirido na Amazon por cerca de 8 euros, mais cêntimo, menos cêntimo, algures em 2012.

27 de dezembro de 2012

Assassin's Creed - Bloodlines


Capa simples e eficaz.
Desenvolvido por: Ubisoft Montreal, Griptonite Games
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 17-11-2009 (EUA), 20-11-2009 (EU), 23-12-2009 (JP)
Género: Acção, Aventura, Open World, Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (576KB mínimo), Conectividade com Assassin's Creed II na PS3
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez a 100%.


(Esta é a última análise de 2012!)

Atrás, same thing.
Já todos conhecemos a saga Assassin's Creed que há bem pouco tempo começou (2007 portanto) e já se espalhou por toda a parte, desde a PS3/Xbox360, PC, passando pelas portáteis e até mesmo telemóveis e tablets, não dispensando um ou outro livro baseado nisto tudo e também algumas short stories sob a forma de curtas metragens ou animação. Isto é o mesmo que dizer que só não conhece Assassin's Creed quem não quer ou não se interessa por videojogos. Este meu exemplar foi adquirido algures em Outubro, na Fnac do Almada Fórum e custou 7 euros. Na GAME era o mesmo preço mas usado... go figure.

18 de maio de 2012

Final Fantasy II


Cor-de-rosinha!
Desenvolvido por: Square, Tose
Publicado por: Square Enix
Director: Hironobu Sakaguchi
Produtor: Masafumi Miyamoto
Designer(s): Hiromichi Tanaka, Akitoshi Kawazu, Koichi Ishii
Artista(s): Yoshitaka Amano
Argumentista(s): Kenji Terada, Hironobu Sakaguchi
Compositor(es): Nobuo Uematsu
Plataforma(s): PlayStation Portable e muitas outras
Lançamento: 07-06-2007 (JP), 24-07-2007 (EUA), 08-02-2008 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas não fui perder tempo nas dungeons extra.

(Praia e mais praia.)

Mais cor-de-rosinha!
Na sequência da última análise, eis que trago até aqui mais um jogo desta longa saga que dá pelo nome de Final Fantasy e parece não ter final à vista, ainda que os jogos não mantenham continuidade entre si, excepto dois casos pontuais devido ao sucesso ou algo parecido dos títulos anteriores. No que concerne a este exemplar, foi adquirido na mesma altura do primeiro, pela mesma quantia de 8 euros e, obviamente, na mesma loja online.

4 de maio de 2012

Final Fantasy


Sempre é melhor que os "Essentials".
Desenvolvido por: Square, Tose
Publicado por: Square Enix
Designer(s): Hironobu Sakaguchi, Hiromichi Tanaka, Akitoshi Kawazu, Koichi Ishii
Artista(s): Yoshitaka Amano
Argumentista(s): Kenji Terada, Hironobu Sakaguchi
Compositor(es): Nobuo Uematsu
Plataforma(s): PlayStation Portable e muitas outras
Lançamento: 19-04-2007 (JP), 26-06-2007 (EUA), 08-02-2008 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, tendo feito quase tudo.

(Quero uma PS3 nova!)

Nada de grandes detalhes.
Existem jogos que envelhecem mal, devido a diversos factores. Um dos mais recorrentes é sem dúvida a jogabilidade e a própria mecânica de jogo, que se tornou obsoleta devido às constantes actualizações da mesma. O jogo que aqui trago hoje é para muito um exemplo disso pois trata-se do primeiro de uma extensa saga com mais de vinte anos. Mas na minha opinião, creio que até envelheceu bem e consegue ser melhor do que muita coisa que se faz hoje em dia. Este exemplar foi adquirido algures em 2011, numa loja online tendo custado cerca de 8 euros. Trata-se contudo da versão americana mas não há diferenças a assinalar, excepto o packaging ser diferente.

20 de abril de 2012

Grand Theft Auto - Vice City Stories


Capas Platinum... ergh!
Desenvolvido por: Rockstar Leeds, Rockstar North
Publicado por: Rockstar Games
Plataforma(s): PlayStation Portable, PlayStation 2
Lançamento: 31-10-2006 (EUA), 03-11-2006 (EU), 06-12-2007 (JP)
Género: Acção, Aventura, Sandbox
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer via Ad-Hoc para seis jogadores
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick, Compatível com Wireless para entre 2 a 6 jogadores, Banda sonora personalizável
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e nunca mais vou jogá-lo.

(Esta Primavera mais parece Inverno...)

Atrás tem melhor aspecto.
Quando a PlayStation Portable veio ao mundo, as promessas de jogatana portátil eram mais do que muitas, com imensas editoras e estúdios a tentarem mostrar o que a pequena máquina da Sony era capaz de fazer. Era normal ficar empolgado com o anúncio de certos jogos, nomeadamente sagas que seguia desde a primeira PlayStation, pois a PSP tinha tudo para que resultassem. No entanto, embora esteja bem recheada de bons títulos, nem todos atingiram o patamar desejado por diversas razões sendo uma delas a ambição. Mas já elaboro esta ideia mais adiante. Este exemplar, em versão Platinum, chegou-me à colecção na mesma altura que o Dracula X Chronicles (também para PSP), visto ter sido fruto de uma promoção na altura de dois jogos por 25 euros. Este veio por acréscimo e pelo facto de não haver nada na lista de jogos que me interessasse.

21 de setembro de 2011

Killzone - Liberation

A capa do jogo em suporte físico.
Desenvolvido por: Guerrilla Games
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 31-10-2006 (EUA), 03-11-2006 (2006)
Género: Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer via Ad-Hoc para seis jogadores, Multiplayer para oito jogadores em infra-estrutura
Media: Suporte Digital
Funcionalidades: Instalação no Memory Stick, Gravação de progresso no Memory Stick, Compatível com Wireless para entre 2 a 6 jogadores, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e penso que foi suficiente.

(Mais posts antigos actualizados.)

Dentro de um tanque somos os maiores.
Quando era mais novo não pensava muito nos jogos que iria comprar futuramente pois a única fonte de informação que tinha eram revistas e o tradicional "boca a boca", onde trocava informações e impressões com amigos. Logo falávamos de um ou dois jogos que ansiávamos ter. Hoje em dia é bem diferente, pois a oferta é muita, a concorrência entre empresas é feroz e que se lixa, no bom sentido, é o consumidor. Digo isto porque actualmente tenho uma wishlist onde aponto os jogos que pretendo comprar futuramente e digamos que esta está sempre com mais de dez títulos por adquirir. Sim, é terrível mas é a realidade. Contudo, há jogos que nem sequer estão na wishlist mas eventualmente acabam por aparecer na colecção, como é o caso do jogo de hoje. Este veio por acréscimo e fruto do programa Welcome Back, da Sony. Obviamente trata-se de um exemplar em suporte digital mas como foi de borla, não me queixo.

10 de setembro de 2011

Lord of Arcana [Slayer Edition]

Estas são iguais.
Desenvolvido por: Access Games
Publicado por: Square Enix
Compositor(es): Nobuo Uematsu, Kenichiro Fukui, Satoshi Henmi, Hitoshi Sakimoto
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 14-10-2010 (JP), 25-01-2011 (EUA), 04-02-2011 (EU)
Género(s): Action Role Playing Game, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para entre um a quatro jogadores via Ad-Hoc
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Instalação no Memory Stick para reduzir tempos de loading, Gravação de progresso no Memory Stick (352KB mínimo), Compatível com Wireless para entre 2 a 4 jogadores, Compatível com Ad-Hoc Party na PS3.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Ainda o estou a jogar e vai demorar até o concluir.

(Parece que hoje está de chuva...)

Atrás diferem ligeiramente.
Há uns anos começou a moda dos MMORPG, movendo multidões, causando polémicas e um rol sem fim de outros acontecimentos. Pessoalmente nunca fui muito à bola deste género, até porque quanto mais gente, mais confusão e eu cá gosto é de sossego. Também não sou muito fã do multiplayer online salvo raras excepções, prefiro tudo entre amigos e saber com o que posso contar. Obviamente este género, que é muito popular nos PC's, rapidamente se estendeu às consolas, ainda que o sucesso não tenha sido semelhante, nem de perto, nem de longe. Ainda assim existem vários jogos que apostam neste conceito mas numa fórmula muitíssimo reduzida. O jogo de hoje ilustra um pouco esse cenário. Este exemplar que possuo foi comprado numa loja online, como já é hábito, por cerca de 12 euros. Visto ser a Legacy Edition, para além do jogo vir numa caixa de cartão, faz-se acompanhar de um belíssimo artbook de capa dura e ainda um mini CD com a banda sonora. Também traz um voucher de 50% de desconto na compra da cópia digital de Crystal Defenders. Não lhe dei uso pois não me interessava.

9 de setembro de 2011

The 3rd Birthday [Twisted Edition]

Duas capas, ambas boas.
Desenvolvido por: Square Enix, Hexadrive
Publicado por: Square Enix
Director: Hajime Tabata
Produtor: Yoshinori Kitase
Artista(s): Tetsuya Nomura, Isamu Kamikokuryo
Argumentista: Motomu Toriyama
Compositor(es): Yoko Shimomura, Tsuyoshi Sekito, Mitsuto Suzuki
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 22-12-2010 (JP), 29-03-2011 (EUA), 01-04-2011 (EU)
Género(s): Tactical Third Person Shooter, Tactical Action RPG
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Instalação opcional no Memory Stick para reduzir tempos de loading, Gravação de progresso no Memory Stick (384KB mínimo).
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o quatro vezes em várias dificuldades.

(Quero Duke Nukem Forever 2!)

Atrás também são diferentes.
Há uns bons anos atrás, surgiu na PlayStation um dos melhores jogos de sempre que dava pelo nome de Parasite Eve e era vagamente baseado numa novel com o mesmo nome ainda que pouco partilhasse com a mesma. Este jogo foi nos dado a conhecer como "The Cinematic RPG", tendo sido concebido pela equipa que nos trouxe Final Fantasy VII. O jogo, infelizmente, só viu o seu lançamento no Japão e nos Estados Unidos, nunca tendo chegado à Europa. Anos mais tarde, eis a sequela, cuidadosamente chamada Parasite Eve II, mudando um pouco aquilo que vimos no primeiro jogo e passando para um estilo mais Survival Horror para competir com Resident Evil. Tendo este saído na Europa, deixou muito boa gente curiosa ou simplesmente a apanhar do ar, relativamente à primeira parte. Após este segundo jogo, a série estagnou durante dez longos e agonizantes anos, sem nada na PS2 onde a promessa de um terceiro capítulo se dissipou. Findos estes dez anos, eis que surge na PSP a continuação de tudo o que se passou. Este meu exemplar foi adquirido, para não variar, numa loja online, por cerca de 20 e poucos euros. Uma vez que é uma edição especial que dá pelo nome de Twisted Edition, para além do jogo, traz ainda um artbook, dois postais ilustrados, um voucher de 50% de desconto na cópia digital de Final Fantasy II na PSN (algo que não usei) e uma skin da Aya Brea para usar na Lightning, em Dissidia 012 Duodecim.

8 de setembro de 2011

Dissidia 012 Duodecim - Final Fantasy [Legacy Edition]

A capa, em dois sabores.
Desenvolvido por: Square Enix 1st Production Department
Publicado por: Square Enix
Director: Mitsunori Takahashi
Produtor(es): Ichiro Hazama, Takeshi Arakawa, Tetsuya Nomura
Artista: Tetsuya Nomura
Argumentista(s): Akiko Ishibashi, Saori Itamuro, Daisuke Watanabe
Compositor: Takeharu Ishimoto
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 03-03-2011 (JP), 22-03-2011 (EUA), 25-03-2011 (EU)
Género(s): Fighting, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador (Story Mode, Arcade Mode, Quick Battle entre outros), Modo Vs. para dois jogadores via Ad-Hoc, Compatível com Ad-Hoc Party na PS3.
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Instalação no Memory Stick para reduzir tempos de loading, Gravação de progresso no Memory Stick (352KB mínimo), Compatível com Wireless para entre 2 a 10 jogadores.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, com muitas horas de jogo mas não fiz tudo.

(Calorzinho...)

Atrás são iguais.
Fanservice. Muitos perguntam que palavrão é este mas o mesmo é bastante conhecido nas comunidades que apreciam a cultura japonesa, sobretudo anime e manga. Passando a explicar assim muito sucintamente, Fanservice, como a palavra sugere, implica algo onde estão incluídas imensas personagens que criaram uma legião de fãs considerável, sem que exista uma história consistente ou credível dentro do contexto. Se falarmos em anime, então perdemo-nos. Mas como é óbvio, isto chegou aos jogos também e existem imensos exemplos também. O de hoje é gritante pois reúne uma boa parte de personagens oriundas de diversos Final Fantasy para andarem todas à batatada umas com as outras. Este meu exemplar adquiri-o numa loja online, sem grande surpresa para vocês que lêem isto, por cerca de 20 euros. Tratando-se de ser a Legacy Edition, vem numa caixa de cartão toda catita, 6 litographs com artwork das novas personagens, DLC para usar no jogo e ainda um voucher para ter 50% de desconto na cópia digital de Final Fantasy, para a PSP. Como quero a cópia física, não o usei e expirou o prazo.

16 de agosto de 2011

Metal Gear Solid - Portable Ops

Já vi capas melhores...
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Japan / Kojima Productions
Publicado por: Konami
Director: Masahiro Yamamoto
Produtor: Noriaki Okamura
Argumentista: Gakuto Mikumo
Compositor(es): Akihiro Honda, Norihiko Hibino, Kazuma Jinnouchi, Nobuko Toda, Yoshitaka Suzuki, Takahiro Izutani
Artista: Ashley Wood
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 05-12-2006 (EUA), 21-12-2006 (EUA), 04-05-2007 (EU)
Género: Acção, Aventura, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online para até seis jogadores.
Media: Universal Media Disc (1.8GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (192KB), Compatível com Wireless, Game Sharing
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

(Este Verão está a ser uma treta com M.)

Muitas consolas é quase sempre sinónimo de muitos jogos mas a verdade é que por vezes as compramos só para jogar dois ou três títulos exclusivos. E destes, pelo menos um deles faz parte de uma saga de longa data que sempre seguimos com todo o gosto. Não é que me aborreça muito comprar uma consola nova para jogar um jogo, até porque eventualmente outros irão aparecer na mesma e só por isso já justifica tê-la mas o facto é que isto aos olhos de muitos é aborrecido e um bocado injusto. Seja como for, eu não me importo e no caso do jogo que aqui trago hoje, nem sequer tinha intenção de o adquirir mas visto que me custou apenas 8 euros nem pensei duas vezes. Foi adquirido numa loja online, só assim para não variar.

10 de maio de 2011

Street Fighter Alpha 3 Max

Ryu e o seu dark side.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Compositor(es): Takayuki Iwai, Yuki Iwai, Isao Abe, Hideki Okugawa, Tetsuya Shibata
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 19-01-2006 (JP), 07-02-2006 (EUA), 10-03-2006 (EU)
Género: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo história para um jogador, diversos modos para um ou dois jogadores
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (256KB mínimo), Compatível com Wireless (2~8 jogadores)
Outros nomes: Street Fighter Zero 3 Double Upper (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Algumas horas de jogo para desbloquear os modos e personagens secretas.

(Calorzinho bom...)

Para a rua e qualquer lado!
Hoje vou optar por uma abordagem mais soft visto este jogo ser uma actualização de outro que já tinha para a velhinha PlayStation. Trata-se então de mais um jogo de pancada a adicionar à larga escolha presente na colecção. Este tem a particularidade de ser portátil, o que o torna perfeito para levar para todo o lado para umas lutas on-the-go e além do mais contém todos os extras e mais alguns de outras versões para consolas caseiras. Este exemplar ficou-me por 14.99€, tendo sido adquirido a 13-03-2009 na Fnac do Almada Fórum. Talões, têm estas informações todas... :)

17 de abril de 2011

Silent Hill Origins

Uma capa interessante.
Desenvolvido por: Climax Studios
Publicado por: Konami Digital Entertainment
Director: Mark Simmons
Produtor: William Oertel
Designer: Sam Barlow
Argumentista: Sam Barlow
Compositor: Akira Yamaoka
Plataforma(s): PlayStation Portable, PlayStation 2
Lançamento: 06-11-2007 (EUA), 16-11-2007 (EU), 06-12-2007 (JP)
Género: Acção, Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (544KB mínimo)
Outros nomes: Silent Hill Zero (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes para ver os três finais.

(É Domingo, nada a declarar!)

Traseira pouco elaborada.
Com o decorrer dos anos, é natural que algumas sagas se expandam pelos vários sistemas de entretenimento existentes no mercado fazendo com que os verdadeiros fãs e seguidores, se vejam na obrigação de comprar uma máquina nova para poder desfrutar da mais recente aventura. Isto aos olhos de muitas gente é capaz de parecer mal pois é um meio de fazer dinheiro fácil dos pobres inocentes mas no fundo é uma consequência da evolução e uma tentativa de abranger um mercado muito maior. A minha opinião sobre este assunto é e sempre será a mesma pois acho muito bem que assim seja, visto no final de contas, mais tarde ou mais cedo, acabo por comprar uma consola nova para jogar algo que realmente quero. Bom, esta conversa toda serve apenas mas introduzir o jogo de hoje, que faz parte de uma saga não muito grande mas suficientemente famosa e amada pela comunidade. O meu exemplar entrou na colecção a Fevereiro de 2010 por cerca de 9 euros, tendo sido adquirido numa loja online.

23 de março de 2011

Dissidia - Final Fantasy [Limited Collector's Edition]

Caixas!
Desenvolvido por: Square Enix
Publicado por: Square Enix
Director: Takeshi Arakawa
Produtor(es): Yoshinori Kitase, Tetsuya Nomura
Artista(s): Tetsuya Nomura, Yoshitaka Amano
Argumentista(s): Corey Daisuke Watanabe, Harunori Sakemi, Motomu Toriyama
Compositor: Takeharu Ishimoto
Plataforma(s): PlayStation Portable
Lançamento: 18-12-2008 (JP), 25-08-2009 (EUA), 04-09-2009 (EU), 03-09-2009 (AUS)
Género(s): Fighting, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador (Story Mode, Arcade Mode, Quick Battle), Modo Vs. para dois jogadores via Ad-Hoc, Compatível com Ad-Hoc Party na PS3.
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Instalação de 261MB a 864MB (mínimo e máximo) no Memory Stick para reduzir tempos de loading, Gravação de progresso no Memory Stick (384KB mínimo).
Estado: Completo
Condição: Impecável mas a caixa de cartão deve ter levado uma mocada no correio...
Viciómetro: Estou de momento a jogá-lo, com perto de 40 horas de jogo.

(Tirar fotos a esta tralha toda pode revelar-se um desafio e por vez até secante.)

Mais caixas!
Existem certos acontecimentos neste mundo dos videojogos que por vezes nos deixam de boca aberta, sem saber muito bem o que dizer ou sequer pensar. Se há uns anos atrás me dissessem que iriam existir jogos da Sega em consolas Nintendo, iria rir-me na cara da pessoa e passar-lhe um atestado de estupidez. Hoje em dia, isso acontece e é uma coisa normalíssima. O mesmo se poderá aplicar a tantas outras marcas daqui a uns aninhos. Quem sabe se não vamos jogar Mario numa PlayStation 6 ou Uncharted numa consola da Nintendo? Ou talvez jogos da Microsoft numa consola da Apple chamada iPlay? O futuro é sempre muito incerto. E no que diz respeito ao jogo de hoje, também é curioso. Nunca ninguém no seu perfeito juízo iria ver um jogo da saga Final Fantasy noutro género sem ser RPG. No entanto há uns anos, começaram os primeiros presságios de mudança, que levaram esta saga a outros géneros como jogos de luta, ou acção na terceira pessoa. Hoje em dia é um facto mais do que consumado que não se restringem somente a RPGs. O jogo em questão foi comprado na Zavvi.com, pela bela quantia de 20 euros e trata-se, portanto, da edição especial que traz umas quantas coisas. Dessas "falarei" mais à frente. :)

6 de março de 2011

Metal Gear Solid - Peace Walker

Excelente capa, como sempre.
Desenvolvido por: Kojima Productions
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Kazuma Jinnouchi, Nobuko Toda, Norihiko Hibino, Yoshitaka Suzuki, Takahiro Izutani, Todd Haberman, Jeremy Soule
Artista: Yoji Shinkawa
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 28-04-2010 (JP), 08-06-2010 (EUA), 17-06-2010 (EU)
Género: Acção, Aventura, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um, dois ou quatro jogadores (Solo ou Co-Op), Modo Vs. entre dois a seis jogadores.
Media: Universal Media Disc (1.8GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick, Instalação do jogo no Memory Stick (894MB), Conteúdo adicional (DLC), Compatível com Wireless, Modo Ad-Hoc ou Infra-estrutura, Compatível com Ad-Hoc Party na PS3.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, mas repeti imensas missões totalizado cerca de 100 horas de jogo. Ainda jogo ocasionalmente a dois para ajudar o pessoal nas missões mais complicadas.

(Este país está de facto entregue aos bichos...)

Sem autocolantes!
Quando a PlayStation Portable saiu, confesso que não estava minimamente interessado na plataforma pela escassez de jogos interessantes. Digamos que o line-up não era dos melhores e apesar de ter um ou outro nome sonante, o conteúdo não era o que se estava à espera. Mas tal como todas as consolas, é preciso deixá-las amadurecer para conseguir o melhor que estas têm para dar. Após alguns tempos começam a sair jogos melhores, que tiram mais proveito das capacidades da máquina e consequentemente, sequelas ou prequelas de jogos existentes noutras plataformas. A PSP é sem dúvida uma máquina onde foram lançados alguns jogos que se encaixam nesse perfil. Quando isto começou a acontecer, não pensei duas vezes e investi. Foi sem dúvida uma boa aposta pois no seu extenso catálogo constam alguns dos melhores títulos de sempre, de diversas e conhecidas sagas. O jogo de hoje é exemplo disso e considero-o um dos melhores em todos os aspectos. Adquiri o meu exemplar umas semanas após o seu lançamento por cerca de 16 euros. Na Zavvi.com, claro está... :)

6 de fevereiro de 2011

God of War - Ghost of Sparta

O maior espartano de sempre.
Desenvolvido por: Ready at Dawn Studios, SCE Santa Monica Studio
Publicado por: Sony Computer Entertainment, Capcom (JP)
Director: Dana Jan
Artista: Nathan Phail-Liff (Director Artístico)
Programador: Derek Mulder (Programador), Adam Byrne (Animador)
Argumentista(s): Cory Barlog, Dana Jan, Ru Weerasuriya
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 04-03-2008 (EUA), 28-03-2008 (EU), 27-04-2008 (AUS)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.8GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (128KB mínimo)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas ainda não desbloqueei os extras todos.

(Este ano promete em termos de jogos. E a lista de compras já se começa a estender para mal da minha carteira...)

O que ali está escrito tem lógica.
Há relativamente pouco tempo falei aqui de mitologia grega e afins, visto ter mostrado ao mundo o jogo que antecedeu este que aqui venho apresentar hoje. Por essa mesma razão não vou estar a repetir tudo de novo, até porque não é interessante e provavelmente nem sequer lêem, passando logo o texto à frente até chegar à parte que realmente interessa. Podia preencher este pequeno espaço introdutório com screenshots do jogo em questão mas para isso usem o Google e pesquisem pois eu já tenho trabalho de sobra em escrever, textos, tirar fotos, criar imagens para o título do blog e jogar esta tralha toda! Ok, jogar não conta como trabalho, check. Bom, de qualquer forma, o jogo que segue chegou à minha colecção algures em Novembro de 2010, visto ter sido adquirido na Zavvi, no dia 8 do mesmo mês, por cerca de 16 euros, com £5 de desconto, que ganhei num passatempo no Facebook. Oh, lucky ol' me... :D

20 de janeiro de 2011

God of War - Chains of Olympus

Artwork bonito.
Desenvolvido por: Ready at Dawn Studios
Publicado por: Sony Computer Entertainment, Capcom (JP)
Director: Ru Weerasuriya
Designer: Dana Jan (Desenho de níveis)
Programador: Garrett Foster (Director de programação)
Argumentista(s): Marianne Krawczyk, Ru Weeerasuriya, Cory Barlog
Motor Gráfico: Proprietário 2.0 da "Ready At Dawn"
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 04-03-2008 (EUA), 28-03-2008 (EU), 27-04-2008 (AUS)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.8GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (656KB mínimo)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e limpei os modos extra para desbloquear o que faltava.

(A lista de publicações está feita. Nem me atrevi a contar quantos jogos faltam comentar, são imensos mas pelo menos agora consigo controlar a situação.)

Badass back!
A mitologia grega sem foi motivo de interesse por diversos motivos. Quer seja pelos deuses ou pelas lendárias bestas, existe uma certa mística que nos atrai e que para além de filmes nos deu diversos videojogos baseados na história mas que poderão ser considerados ofensivos para os historiadores ou quem quer que seja que se interesse a sério por esses assuntos. Mas meus amigos, é baseado, não é uma reprodução fiel dos acontecimentos. E temo que seja bem mais interessante que o "original", portanto don't bitch about it. :P Este jogo tem pouco tempo na colecção, tendo aterrado aqui em 2010 no mês de Agosto por cerca de 20 euros, vindo da Axelmusic. Podia ter pago menos, mas não queria nem a versão Platinum europeia, nem a versão normal pelo simples facto da capa ser horrorosa. Agora esta sim, é bonita! :)