22 de fevereiro de 2018

The King of Fighters 2000-2001 - The Saga Continues

La saga... wait, what?
Desenvolvido por: SNK Playmore
Publicado por: Ignition Entertainment (EU), SNK Playmore (EUA)
Director: Lee Sen Ho
Produtor: Chil Suk Chvoi
Compositor: Papaya (Masahiko Hataya)
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 09-12-2003 (EUA), 26-11-2004 (EU)
Género: Fighting
Modos de jogo: Modo arcade para um jogador, Modo Versus para dois jogadores, Modo Party para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (200KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Outros nomes: The King of Fighters 2000/2001 (EUA)
Estado: Completo
Condição: Bastante boa, com muito poucas marcas de uso
Viciómetro: Acabei ambos várias vezes na tentativa de desbloquear o conteúdo secreto.

(A Primavera já chegava...)

Yap, está em espanhol.
The King of Fighters é um daqueles nomes inconfundíveis para quem é fã de videojogos. Estando as suas origens fortemente enraizadas nas arcadas, esta série começou por ser uma espécie de resposta à crescente popularidade de Street Fighter II, já que os seus criadores são alguns dos mesmos que deram vida ao famoso jogo da Capcom. Ainda assim, The King of Fighters obrigava-nos a arrastar a nossa bela carcaça até ao salão de jogos mais próximo (e de preferência livre de xungaria, o que era difícil nos anos 90) para gastar umas moedinhas na máquina uma vez que não havia port de espécie alguma para as consolas da época (SNES e MD respectivamente, embora a NeoGeo existisse mas em Portugal era coisa saída de um sonho). Pouco mais tarde, já na era da PlayStation e da Saturn, começaram a aparecer os primeiros ports de alguns dos jogos da saga, embora não fossem famosos (sobretudo os da PS1) e nem todos tivessem saído nas regiões PAL. Foi preciso chegar à PS2 para se começarem a fazer compilações de praticamente todos os jogos da série, agora quase arcade perfect para satisfazer a nossa sede (ou fome, como preferirem) por pancadaria. Este meu exemplar foi adquirido algures entre Maio e Junho de 2016, na Play N' Play por 7.95€. E está em muito boas condições para artigo usado.

9 de fevereiro de 2018

Anarchy Reigns [Limited Edition]

Cover art interessante.
Desenvolvido por: Platinum Games
Publicado por: Sega
Director: Masaki Yamanaka
Produtor: Atsushi Inaba
Compositor(es): Naoto Tanaka, Hiroshi Yamaguchi, Akira Takizawa
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360
Lançamento:05-07-2012 (JP), 08-01-2013 (EUA), 11-01-2013 (EU)
Género: Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online para até 16 jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (3223MB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock3, HD 720p, Funcionalidades de rede
Outros nomes: マックス アナーキー que se traduz em Max Anarchy (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o duas vezes em Normal. Um dia quem sabe volte à carga com este.

(Frio e chuva... grrr!)

Em bom inglês como se gosta.
Há uns anos atrás, um jogo particularmente violento e cheio de estilo fazia a sua estreia na Wii, trazendo até à consola aquilo que os fãs queriam: algo diferente e que se destaca-se dos demais. Assim surgiu MadWorld, um jogo cujo objectivo era simples: aniquilar todos os inimigos, alcançando o máximo de pontos possível e assim chegar ao boss de cada nível. Uma espécie de Battle Royale se assim preferirem. Mas se são leitores assíduos aqui do espaço, provavelmente já devem (ou deviam) ter lido o que penso acerca desse título. Pois bem, alguns anos mais tarde eis que surge a sequela, ou como preferem os entendidos dizer, a sequela espiritual de MadWorld, ainda que para mim me pareça uma sequela directa e à qual deviam ter chamado MadWorld 2. Mas cada um com a sua opinião. Talvez tenha sido por isto que este jogo me passou ao lado inicialmente, tendo apenas adquirido o mesmo alguns anos mais tarde, algures entre Março e Abril de 2016 por cerca de 12 euros, novo e selado oriundo de uma loja online. Esta Limited Edition traz uma personagem bónus bastante especial e 2 modos de jogo online extra.

5 de fevereiro de 2018

Dragon Ball Z Budokai 3

Só homens fortes!
Desenvolvido por: Dimps
Publicado por: Atari (US/EU), Bandai (JP)
Director: Eric Vale
Produtor(es): Jim Boone, Tom Nanjo
Compositor: Kenji Yamamoto, Hiroshi Kamo
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 16-11-2004 (EUA), 03-12-2004 (EU), 10-02-2005 (JP)
Género: Fighting
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo torneio, Modo Versus para dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (110KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Outros nomes: Dragon Ball Z 3 (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, com algumas marcas de uso
Viciómetro: Acabei-o diversas vezes, tantas que nem me lembro.

(Estou farto de frio. Mas isso já se sabe.)

Sem papelitos colantes.
Dragon Ball é daqueles fenómenos que não tem explicação. Surgindo algures durante os anos 80 no Japão, vindo directamente da cabeça de Akira Toriyama com algumas influências da não menos conhecida história Journey to the West, Dragon Ball conta-nos a história de Son Goku, um rapazito que chegou à Terra sem memórias da sua origem e que sendo adoptado por um velhote começa desde cedo o seu treino nas artes marciais. Até aqui, nada de especial mas o certo é que com o progredir da trama, a série tornou-se em algo maior do que si própria (note-se que esta é baseada no manga original) movendo multidões para assistir ao próximo episódio. E quando digo multidões é mesmo a sério, desde miúdos a graúdos (sendo estes próprios pais dos miúdos) que paravam de fazer o que estavam a fazer, fosse ir às aulas ou fazer uma pausa no trabalho. E a nossa dobragem é qualquer coisa de especial de tão má que é, que se tornou famosa por isso em todo o mundo. É o chamado "é tão mau que é bom". Mas como se é sabido, Dragon Ball originou também imensos videojogos, mais do que me possa lembrar, alguns bons, outros terríveis mas é dos bons que se pretende saber mais. O jogo que trago até aqui hoje, para mim, ainda continua a ser o melhor jogo de Dragon Ball de sempre. Ainda não experimentei o novo Dragon Ball FighterZ mas mesmo que esse seja excelente, nunca irá preencher o lugar do outro. Este exemplar aterrou na colecção entre Março e Abril de 2016, vindo da Play N' Play por cerca de 5 euros.