31 de março de 2011

Call of Duty - Black Ops [Hardened Edition]

Aquela pistola chama-se Sally.
Desenvolvido por: Treyarch
Publicado por: Activision, Square Enix (JP)
Designer(s): Brandon Marino, YoungMo Byun, Geoff McCulloch
Argumentista(s): Craig Houston, Dave Anthony, David S. Goyer
Compositor: Sean Murray
Motor Gráfico: IW Engine (update do mesmo usado desde CoD4)
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, Nintendo Wii
Lançamento: 09-09-2010 (Mundial), 18-11-2010 (JP com legendas), 16-12-2010 (JP, dobrado)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Zombies Co-Op para um ou dois jogadores online ou local, Multiplayer online para até 18 jogadores (com 2 em splitscreen), Multiplayer local em splitscreen para até 4 jogadores com bots controlados pelo jogo.
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola (8MB mínimo), Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, Compatível com Função de Vibração, DLC de mapas adicionais.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes em Normal e Veteran. Muitas horas de jogo em splitscreen local, especialmente contra bots (é giro) e algumas online (não muitas).

(E estamos quase em Abril!)

Não, não traz um boneco.
Hoje em dia mais do que nunca, existem diversos jogos que geram controvérsia. Ora seja pelos conteúdos violentos e explícitos ou pelas temáticas tidas como tabu ou de mau gosto, muitas são as razões que diversos organismos encontram para tentar banir certos títulos em determinados países. Felizmente, e haja alguma coisa de jeito neste nosso Portugalinho, nós não somos um desses países que censura o conteúdo das obras, sejam elas filmes, jogos, livros e tudo mais. Já tivemos censura que bastasse. Como temos livre acesso a tudo e mais alguma coisa, chegam-nos às mãos jogos como o de hoje e muitos outros, que um pobre alemão certamente não vai ver a menos que o consiga comprar "às escondidas". Quem diz um alemão, diz um australiano que conseguem ainda sofrer mais devido às rígidas leis aplicadas quando algum jogo "proibido" é apreendido dentro do território. Sinceramente tenho pena dessas pessoas mas adiante. O jogo de hoje aborda temas mais ou menos controversos para certas nações que não a nossa, daí o alarido. Também é um bocado violento graficamente mas nada que os meus olhos já não tenham visto na televisão, cinema e por essa internet fora. Este exemplar foi adquirido na Fnac Online visto não o ter conseguido encontrar numa loja online decente e a uma preço decente. Queria a Prestige Edition mas era um balúrdio para o conteúdo logo contentei-me com a Hardened Edition que também não foi barata e inclui um steelbook, uma medalha dos SOG e o código promocional para mapas Co-Op e uma skin do Woods para usar na PlayStation Home.

30 de março de 2011

The Legend of Zelda

Mais uma capa perdida.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Shigeru Miyamoto
Designer(s): Shigeru Miyamoto, Takashi Tezuka
Argumentista: Shigeru Miyamoto
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Family Computer Disk System, Nintendo GameCube, Game Boy Advance, Virtual Console, Nintendo 3DS
Lançamento: 21-02-1986 (JP/FDS), 22-08-1987 (EUA), 15-11-1987 (EU), 19-02-1994 (JP/NES)
Género(s): Aventura, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho.
Outros nomes: The Hyrule Fantasy: ゼルダの伝説 (Za Hairaru Fantaji: Zeruda no Densetsu) (JP)
Estado: Incompleto, falta o manual, o mapa e a caixa para grande desgosto meu!
Condição: Impecável.
Viciómetro: Acabei-o 3, 4, 5 vezes, sei lá!

(As reviews de certos e determinados sites são cada vez mais tendenciosas...)

Se fosse de ouro é que era!
A imaginação humana é sem dúvida umas das melhores coisas que possuímos e que nos é única. Cada um tem a sua e é capaz de gerar as mais geniais histórias, filmes, ideias e conceitos sendo que algumas são melhores do que outras, como é evidente. Mas nem todos têm uma imaginação assim tão grande que permita originar grandes feitos ou grandes proezas mentais. Mas o senhor que está por detrás do jogo de hoje, tem uma imaginação grande e fértil, da qual resultaram excelentes jogos e ainda hoje continua a dar cartas no mundo da jogatana. No entanto a sua imaginação só não chega, à qual aliou as suas aventuras quando era criança, resultando numa combinação brutal que moveu o mundo. O senhor em questão é Shigeru Miyamoto, o jogo, bem já lá vamos. O que interessa é que está na colecção, incompleto mas em bom estado. Como cá chegou, não sei, apenas chegou e nunca mais saiu...

29 de março de 2011

Mega Man II

O líder do Blue Man Group.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom (JP), Nintendo (EUA)
Produtor: Tokuro Fujiwara
Artista: Keiji Inafune
Compositor: Kenji Yamazaki
Plataforma: Nintendo Game Boy
Lançamento: 20-12-1991 (JP), Fevereiro de 1992 (EUA), (?) 1992 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso através de passwords.
Outros nomes: ロックマンワールド2 - Rockman World 2 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes mesmo.

(A Primavera anda um bocadinho tímida. Já era altura de arrebitar...)

Esta caixa devia ser bem mais azul!
Capcom. Um daqueles nomes inconfundíveis na indústria dos videojogos e que já conta com uns bons anos no mercado, sempre a trazer-nos bons jogos, alguns melhores que outros e muito raramente umas tretas que nem deviam ter saído do papel. Mas a vida é mesmo assim, aquelas que podem ser boas ideias por vezes não o são e o contrário também se aplica. Mas não há dúvida que a Capcom tem algumas das séries mais memoráveis, desde Street Fighter a Resident Evil, sem esquecer os clássicos, claro está. O jogo de hoje faz parte dessa linha de clássicos e de uma longa saga que perdurou até aos dias de hoje, curiosamente mantendo-se fiel em todos os aspectos, aos seus antecessores na NES. Este meu exemplar em questão foi-me oferecido pelo meu pai, algures em 1993, durante as férias do Verão. Era uma espécie de "toma lá o jogo para ver se paras quieto um bocado e não fazes avarias com os teus amigos lá fora". Um incentivo a estar um bocado sossegado, portanto. :)

28 de março de 2011

Golden Sun - The Lost Age

Bonito artwork!
Desenvolvido por: Camelot Software Planning
Publicado por: Nintendo
Designer: Hiroshi Yamauchi
Compositor: Motoi Sakuraba
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 28-06-2002 (JP), 14-03-2003 (EUA), 19-09-2003 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 128-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho, Multiplayer através de Game Link para dois jogadores, Permite importar os dados do primeiro jogo para este via password.
Outros nomes: 黄金の太陽 失われし時代 Ōgon no Taiyō Ushinawareshi Toki (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, a caixa apresenta marcas de uso
Viciómetro: Ainda não o acabei, não sei porquê. Provavelmente pus-me a jogar outra coisa na altura.

(Mais um jogo aterrou hoje na colecção. Não sei onde é que isto vai parar, não sei mesmo... xD)

Maldito autocolante!
Por vezes existem jogos que nem sequer consideramos em ter na colecção ou muito menos pensámos em comprá-los. Algumas dessas razões prendem-se em coisas como os nossos interesses em determinados géneros em detrimento de outros, o que nos leva por vezes a ignorar excelentes títulos sem sequer darmos conta disso. Mas como tudo na vida, o que tiver de ser, será e já me vieram parar à colecção, jogos como o de hoje, o qual não tinha intenção de comprar ou sequer jogar, não por não gostar do género, pois é um dos meus favoritos, mas pelo jogo em si não me ter apelado inicialmente, por ser mais um do género. Mas aqui está o mesmo, ao pé de tantos outros. Não sei ao certo quando é que cá chegou mas sei que foi devido a uma compra que fiz a um amigo meu que se quis livrar do seu Game Boy Advance. Assim sendo, eu fiquei com o mesmo e este jogo veio por acréscimo visto não fazer sentido ele ficar com ele. Escusado será dizer que lhe dei um bom lar... :)

27 de março de 2011

Illusion of Time

Tudo em castelhano, menos o título.
Desenvolvido por: Quintet
Publicado por: Enix (JP), Nintendo (EUA, EU)
Director: Masaya Hashimoto
Produtor: Yasuyuki Sone
Designer: Tomoyoshi Miyazaki
Artista: Moto Hagio
Argumentista: Mariko Ohara
Compositor: Yasuhiro Kawasaki
Plataforma: Super Nintendo
Lançamento: 27-11-1993 (JP), 01-09-1994 (EUA), 27-04-1995 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho.
Outros nomes: ガイア幻想紀 Gaia Gensōki ou "Records of the Illusion of Gaia" (JP), Illusion of Gaia (EUA)
Estado: Completo
Condição: Boa, a caixa apresenta algum desgaste.
Viciómetro: Acabei-o pelo menos 4 vezes.

(Domingo, comentários extra fora de serviço.)

É que é mesmo tudo!
Se existe consola onde se podem encontrar excelentes JRPGs é a Super Nintendo. É por excelência a máquina para a qual foram feitas algumas das maiores pérolas de sempre como Chrono Trigger, Final Fantasy IV, V e VI, Secret of Mana, entre muitos outros. Obviamente, poderíamos considerar que a PlayStation continuou esta demanda de nos presentear com excelente histórias e jogos tão memoráveis quanto estes mas o que nos interessa aqui são mesmo estas obras primas em 16-bit. E isto remete-nos para o jogo de hoje, que faz parte desse grupo de grandes jogos. Assim sendo, a sua chegada à minha colecção, uma vez mais é incerta pois não sei precisar nem o ano e muito menos a forma como chegou. Tenho uma remota lembrança de ter sido no meu 10º ano do secundário e creio que foi troca por troca. Ah, é a versão espanhola como podem verificar nas fotografias... :x

26 de março de 2011

Killer Instinct Gold

Mais uma caixa que não tenho...
Desenvolvido por: Rare
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Chris Tilston, Kevin Bayliss, Mark Betteridge
Compositor: Robin Beanland
Plataforma: Nintendo64
Lançamento: 25-11-1996
Género(s): 2.5D Fighting
Modos de jogo: Modo arcade para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 96-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no Controller Pak e no cartucho.
Estado: Incompleto, falta o manual e a caixa.
Condição: Boa, apresenta ligeiras marcas de uso.
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, é um jogo de porrada...

(Fim de semana, tempo de abrandar... Ah, isso é que era bom! Aqui não se pára! Full Throtle!)

O cartucho, somente o cartucho.
No anos 90 ainda os jogos caseiros se encontravam em expansão, as arcadas faziam as delicias de muitos de nós, com jogos visualmente mais atractivos e obviamente mais potentes em termos técnicos. Um dos géneros que mais atraia os curiosos era sem dúvida os de luta. Desde Street Fighter II a Mortal Kombat, imensas eram as moedas gastas nas máquinas só para matar o bichinho pois muitas vezes nem ao final se chegava devido à dificuldade escolhida por quem alugava ou explorava a máquina. Claro que com algum treino, 50 escudos chegavam para acabar o jogo. Mas o que realmente interessa no meio disto tudo é que muitos destes jogos arcade chegaram às nossas casas nas suas versões 16-bit, algumas bastantes fiéis aos originais. Sucederam-se os 32-bit e posteriormente os 64-bit da Nintendo, aparecendo mais algumas adaptações. Isto leva-nos ao jogo de hoje, uma adaptação de um jogo de luta das arcadas e que me chegou à colecção algures em 1997, por meios incertos. Sei que veio do meu contacto na Concentra mas o motivo de vir sem caixa nem manual, deve-se ao facto de ser um dos jogos que eles lá usavam para testar e passar o tempo. Pouco me importa e agradeço na mesma mas claro, apelo a quem souber, que me informe onde poderei arranjar a caixa e o manual. :)

25 de março de 2011

Resident Evil 4

Muito boa capa!
Desenvolvido por: Capcom Production Studio 4
Publicado por: Capcom
Director: Shinji Mikami
Produtor: Hiroyuki Kobayashi
Argumentista(s): Shinji Mikami, Haruo Murata
Compositor(es): Misao Senbongi, Shusaku Uchiyama
Plataforma(s): Nintendo GameCube, PlayStation 2, Nintendo Wii, PC, iPod/Phone/Pad
Lançamento: 11-01-2005 (EUA), 27-01-2005 (JP), 18-03-2005 (EU)
Género(s): Acção, Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modos extra desbloqueáveis.
Media: 2x Nintendo Optical Disc (1.4GB), 1x Nintendo Optical Disc (1.4GB) (Bonus Disc)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (9 Blocos)
Outros nomes: バイオハザード4 - Biohazard 4
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas cinco vezes, desbloqueei tudo.

(A funcionar a 200%!)

No stickers!
Corria o ano de 1989, quando foi lançado no Japão um filme de nome Sweet Home, onde um grupo de cinco pessoas tinham como tarefa restaurar um conjunto de frescos pertencentes a Ichiro Mamiya, na sua mansão, algures no meio de uma floresta. Mal sabiam eles que esta estava assombrada pela sua falecida esposa. Ora, aqui temos os ingredientes para um dos primeiros jogos de Survival Horror de sempre, que como devem calcular não foi Resident Evil mas sim, um jogo com o mesmo nome do filme. Este foi lançado na NES, por volta da mesma altura e é sem dúvida a fonte de inspiração suprema para uma das maiores sagas de sempre nos videojogos e sem dúvida a minha favorita. Não há dúvida que Resident Evil marcou uma época e se porventura questionarem isso, considerem-se desde já alvos a abater, por mim. De qualquer modo, esta introdução prende-se com o jogo de hoje, historicamente o 4º na saga mas cronologicamente é o 13º, sem contarmos com os jogos para telemóvel. Este jogo em especial fez-se acompanhar pela edição especial da GameCube, apelidada de Resident Evil 4 Pak e que incluía para além do jogo, uma consola e um comando, ambos em prateado, com o logo do jogo gravado no topo. O conjunto foi adquirido quando saiu por cá, na Fnac do Almada Fórum por 150€. Inclui ainda um disco de bónus com vídeos de outros jogos da saga e ainda uma demo jogável de Metroid Prime 2 - Echoes.

24 de março de 2011

Drakengard

Caim e o seu amiguinho.
Desenvolvido por: Cavia
Publicado por: Square Enix (EUA, JP), Take-Two Interactive (EU)
Compositor: Nobuyoshi Sano, Takayuki Aihara
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 11-09-2003 (JP), 02-03-2004 (EUA), 05-05-2004 (EU)
Género(s): Hack 'n Slash, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (41KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Outros nomes: ドラッグオンドラグーン - Drag On Dragoon (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes pois o jogo tem vários finais.

(O Sócrates foi abaixo, Duke Nukem Forever novamente adiado mais um mês. Anda tudo louco...)

Pelas imagens, muita salganhada!
Muito de vez em quando, aparecem jogos que tentam misturar diferentes géneros, originando assim uma experiência nova com o intuito de não só agradar a fãs dos vários géneros mas também potenciais novos jogadores. Esta mistura tanto pode resultar bem como sair uma valente banhada, arruinando a experiência para todos, quer para os jogadores pois não gostaram, quer para os produtores, pois não lucraram. Mas há sempre aqueles exemplos que ficam ali no meio, não sendo nem bons nem maus. O jogo de hoje é um exemplo disso, pairando no limbo entre bom e mau mas não tendendo nenhum dos lados. O meu exemplar foi adquirido no Jumbo do Almada Fórum por 6 euros. Só não sei ao certo em que ano foi mas calculo que seja algures em 2006.

23 de março de 2011

Dissidia - Final Fantasy [Limited Collector's Edition]

Caixas!
Desenvolvido por: Square Enix
Publicado por: Square Enix
Director: Takeshi Arakawa
Produtor(es): Yoshinori Kitase, Tetsuya Nomura
Artista(s): Tetsuya Nomura, Yoshitaka Amano
Argumentista(s): Corey Daisuke Watanabe, Harunori Sakemi, Motomu Toriyama
Compositor: Takeharu Ishimoto
Plataforma(s): PlayStation Portable
Lançamento: 18-12-2008 (JP), 25-08-2009 (EUA), 04-09-2009 (EU), 03-09-2009 (AUS)
Género(s): Fighting, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador (Story Mode, Arcade Mode, Quick Battle), Modo Vs. para dois jogadores via Ad-Hoc, Compatível com Ad-Hoc Party na PS3.
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Instalação de 261MB a 864MB (mínimo e máximo) no Memory Stick para reduzir tempos de loading, Gravação de progresso no Memory Stick (384KB mínimo).
Estado: Completo
Condição: Impecável mas a caixa de cartão deve ter levado uma mocada no correio...
Viciómetro: Estou de momento a jogá-lo, com perto de 40 horas de jogo.

(Tirar fotos a esta tralha toda pode revelar-se um desafio e por vez até secante.)

Mais caixas!
Existem certos acontecimentos neste mundo dos videojogos que por vezes nos deixam de boca aberta, sem saber muito bem o que dizer ou sequer pensar. Se há uns anos atrás me dissessem que iriam existir jogos da Sega em consolas Nintendo, iria rir-me na cara da pessoa e passar-lhe um atestado de estupidez. Hoje em dia, isso acontece e é uma coisa normalíssima. O mesmo se poderá aplicar a tantas outras marcas daqui a uns aninhos. Quem sabe se não vamos jogar Mario numa PlayStation 6 ou Uncharted numa consola da Nintendo? Ou talvez jogos da Microsoft numa consola da Apple chamada iPlay? O futuro é sempre muito incerto. E no que diz respeito ao jogo de hoje, também é curioso. Nunca ninguém no seu perfeito juízo iria ver um jogo da saga Final Fantasy noutro género sem ser RPG. No entanto há uns anos, começaram os primeiros presságios de mudança, que levaram esta saga a outros géneros como jogos de luta, ou acção na terceira pessoa. Hoje em dia é um facto mais do que consumado que não se restringem somente a RPGs. O jogo em questão foi comprado na Zavvi.com, pela bela quantia de 20 euros e trata-se, portanto, da edição especial que traz umas quantas coisas. Dessas "falarei" mais à frente. :)

22 de março de 2011

Elite Beat Agents

Os 3 magníficos.
Desenvolvido por: iNiS
Publicado por: Nintendo
Designer: Keiichi Yano
Motor Gráfico: Osu! Tatakae! Ouendan engine
Plataforma(s): Nintendo DS
Lançamento: 06-11-2006 (EUA), 03-05-2007 (AUS), 13-06-2007 (EU)
Género(s): Música, Ritmo
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo com 1024Mbit
Funcionalidades: Grava o progresso no cartão, Wireless DS Single-Card Download Play (2~4 Jogadores), Wireless DS Multi-Card Play (2~4 Jogadores).
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes em Breezin'.

(Primavera, sê muito bem vinda! Já não era sem tempo...)

Agents are GO! Engrish? Naaah!
Música é algo que faz parte da nossa vida, seja nos maus momentos e claro, nos bons. Está sempre connosco, um pouco por todo o lado e como não podia deixar de ser faz parte dos videojogos, sendo um dos pontos indispensáveis num bom jogo. Aliás, os bons jogos têm sempre um tema associado que nos lembram logo esse mesmo jogo mal ouvimos a música a tocar. Nesta última década apostou-se forte no género musical e assim nasceram diversos jogos cujo tema é a música e nada mais. Muitos desses jogos resumem-se a tocar instrumentos e afins, contudo alguns apostam no ritmo e destreza do jogador, em seguir atentamente a música, ao invés da estar a tocar ou cantar. O jogo de hoje faz parte deste pequeno grupo e chegou-me à colecção em 2010, por cerca de 5 euros tendo sido adquirido na Vobis do Almada Fórum. Preço simpático... :)

21 de março de 2011

No More Heroes

Travis com a babe.
Desenvolvido por: Grasshopper Manufacture
Publicado por: Marvelous Entertainment (JP), Ubisoft (EUA), Rising Star Games (EU)
Designer: Goichi Suda
Compositor: Masafumi Takada
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 06-12-2007 (JP), 22-01-2008 (EUA), 14-03-2008 (EU)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com os modos 50Hz/60Hz, Compatível com EDTV/HDTV
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

(Primavera, finalmente! Agora até ao Verão é num instantinho. :D)

Otaku hitman, parece-me bem!
Tal como em muitos outros campos, existem génios no mundo dos videojogos, ao ponto de criarem coisas novas e originais ou de pelo menos pegarem naquilo que já existe e darem-lhe uma nova visão, uma nova abordagem, bem mais radical e louca. No cinema já vimos coisas assim, completamente geniais e inesperadas mas nos jogos só de vez em quando é que alguma destas alminhas se lembra de fazer isso. O jogo de hoje está obviamente dentro do assunto e é uma boa experiência com umas quantas falhas. Mas já lá vamos. O meu exemplar, se a memória não me falha, foi adquirido na Game.co.uk, em 2009 por cerca de 16 euros. Mais coisa, menos coisa.

20 de março de 2011

Dynasty Warriors 2

Tantos chinocas!
Desenvolvido por: Omega Force
Publicado por: Koei
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 03-08-2000 (JP), 26-10-2000 (EUA), 24-11-2000 (EU)
Género: Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador (Musou Mode e Free Mode)
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (288KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Outros nomes: 真・三國無双 - Shin Sangokumusou (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, apesar de ser repetitivo como o raio.

(Ainda é fim de semana logo, nada a declarar! :P)

Sem autocolantes, yay!
No Japão existe muito a mania de fazer jogos baseados em factos históricos. E se na Europa e Estados Unidos todos os anos levamos com um update a séries como FIFA, Need for Speed ou WWE, lá são os Shin Sangokumusou, mais conhecido entre nós por Dynasty Warriors, que sofre deste mal. Digo "sofre deste mal" pois é coisa que já dura há uns bons anos e possivelmente irá continuar até porque esta série já se dividiu e alastrou a outros campos, dando origem a Shin Sengokumusou (Samurai Warriors) e até Gundam! Como não quero esticar a corda, o meu exemplar do jogo de hoje comprei-o algures em 2001, na tal loja em Almada que já não existe. O preço tenho uma vaga ideia que não passou dos 30 euros.

19 de março de 2011

Bioshock 2

Big "badass" Daddy!
Desenvolvido por: 2K Marin, 2K China, Digital Extremes, Arkane Studios, Darkside Game Studios
Publicado por: 2K Games D3 Publisher (JP)
Compositor: Garry Schyman
Motor Gráfico: Unreal Engine 3. Havok Physics
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 09-02-2010 (Creio que em todo o mundo)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer Online entre 2 a 10 jogadores.
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação de 5GB (mínimo) no disco rígido, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC diverso grátis e pago, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o só uma vez em Normal mas tenciono tentar em Survivor, um dia destes.

(É fim de semana, nada a declarar.)

Esta também brilha.
Se há tipo de jogo que tenho me grandes quantidades são FPS. A PS3 é uma boa máquina para os jogar mas até à PS2, muitos dos FPS existentes não eram grande coisa com uma ou outra excepção. Claro, que tal como qualquer gamer da minha faixa etária comecei por jogar este género no PC, criando algum cepticismo quando chegou a hora da passagem para as consolas, visto estas terem alguns exclusivos imperdíveis. Inicialmente é confuso mas rapidamente qualquer pessoa se habitua ao comando e esquece o rato com o teclado. É verdade, escusam de dizer o contrário pois é uma batalha perdida. O jogo de hoje apesar de também existir para PC, ter gráficos ainda melhores e ser mais barato, também é excelente nas consolas e como tal merece o seu lugar de destaque. O meu exemplar veio directamente da Zavvi.com, tendo chegado em Junho de 2010. Inicialmente comprei a Rapture Edition mas visto o stock de PS3 ter esgotado terminantemente, recebi a edição normal e um vale de desconto de 5 libras para uma futura compra. Fiquei um bocado aborrecido mas as 5 libras foram bem gastas... :P

18 de março de 2011

Final Fantasy VI

A simplicidade da capa é brilhante.
Desenvolvido por: Tose Co., Ltd.
Publicado por: Square (JP), Square Electronic Arts (EUA), Sony Computer Entertainment (EU)
Director: Yoshinori Kitase, Hiroyuki Ito
Produtor: Hironobu Sakaguchi
Artista: Yoshitaka Amano
Compositor: Nobuo Uematsu
Plataforma(s): PlayStation, Super Nintendo, Game Boy Advance, Virtual Console
Lançamento: 11-03-1999 (JP), 30-09-1999 (EUA), 01-03-2002 (EU)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB), DVD-ROM (4.5GB)
Funcionalidades: Memory Card (1 bloco por save), Inclui a demo jogável de Final Fantasy X
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Para GRANDE vergonha minha, ainda não o acabei mas tenho já muita horinha de jogo.

(Não é por hoje EU fazer anos que o Jogalhões pára. Nem pensar! Há prazos a cumprir e esses estão em primeiro lugar. :D)

Bom conselho...
Os Role Playing Games são um género muito conhecido dentro do universo dos videojogos, quer pelas longas horas de jogo que proporcionam, quer pela história que cativa jogadores de todo o mundo e que muitas voltas consegue dar até culminar num final por norma apoteótico e surpreendente. Deste género surgiu uma variante que curiosamente o popularizou e que no fundo são os JRPG. J, de Japonês, visto ser um género abundante no Japão e que popularizou o género em geral por essa mesma razão. Há uns anos, eram poucos os JRPG's no ocidente e muitos deles nem sequer chegavam à Europa sendo que o único meio de os jogar era mesmo através de emulação pois o hardware era caro, mais ainda porque tinha de ser comprado lá fora. Hoje em dia, JRPG's é coisa que não falta um pouco por todo o lado, se bem que a sua qualidade tem vindo a decrescer, na minha sincera opinião. Mas os antigos, esses, ainda hoje continuam a ser um marco na história bem com ícones de referência para todos os outros. O jogo de hoje é um desses casos. Não sei precisar quando me chegou à colecção mas sei que fui eu a comprá-lo por cerca de 30 euros. Só não faço ideia onde tenha sido...

17 de março de 2011

Dirge of Cerberus - Final Fantasy VII

O Vincent é um duro.
Desenvolvido por: Square Enix PDD 1, Ideaworks Game Studio (Versão Mobile)
Publicado por: Square Enix
Designer: Takayoshi Nakazato
Artista: Tetsuya Nomura, Yukio Nakatani, Yusuke Naora
Compositor: Masashi Hamauzu
Plataforma(s): PlayStation 2, Mobile
Lançamento: 26-01-2006 (JP), 15-08-2006 (EUA), 17-11-2006 (EU)
Género(s): Acção, Third Person Shooter, First Person Shooter, Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo missões para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (678KB mínimo), Compatível com comando analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração, Compatível com rato e teclado USB
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, em todas as dificuldades. As missões, também as fiz todas...

(Ainda faltam cento e muitos jogos mas até Agosto penso que estarão aqui todos. A ver vamos...)

Artwork fabulosa!
Final Fantasy é daqueles títulos que estarão sempre associados com jogos. Desde o primeiro até ao mais recente, todos eles tiveram o seu tempo e deixaram a sua marca. Mas é claro que só isso não chega e com o decorrer dos anos, esta saga veio a popularizar-se no ocidente dando origem a uma imensidão de fãs, o que fez com que a Squaresoft, agora conhecida por Square Enix, começasse a tentar lucrar com isso. Daí saíram então imensos "novos" jogos da saga. Digo "novos" pois muitos são remakes ou versões actualizadas de jogos antigos, tudo para fazer render o peixe. Não é que seja mau, pois assim mais fãs têm oportunidade de jogar os jogos antigos com um interface mais amigável mas é um bocado sem vergonha por parte da Square. Pessoalmente não me importo nada, nem me queixo pois assim também jogo coisas que se não estivessem "actualizadas", provavelmente nem lhes tocaria. Não por serem antigas mas sim por serem difíceis de arranjar e demasiado caras em certos aspectos. O jogo que trago até aqui hoje, é um destes casos, ainda que seja uma continuação de um dos maiores sucessos desta empresa. Refiro-me a Final Fantasy VII, que analisarei daqui a uns tempos. O título de hoje chegou-me à colecção pela mão da minha irmã mais nova, tendo sido uma prenda de Natal, mais concretamente em 2006. :)

16 de março de 2011

F-Zero

Mais uma caixa que não tenho.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Plataforma(s): Super Nintendo,Nintendo Wii 
Lançamento: 21-11-1990 (JP), 23-08-1991 (EUA), 04-06-1992 (EU)
Género: Corridas futuristas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: Grava os recordes no cartucho.
Estado: (In)Completo, falta a caixa.
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o muitas e muitas vezes.

(Mais um jogo sem caixa. Se alguém a tiver ou souber onde se possa arranjar a um preço simpático, faça o favor de informar. Também aceito doações... :D)

O cartucho, sozinho e desamparado.
Corridas e naves é algo que sempre resultou bem, se for bem feito, claro está. Em vez de andarmos a controlar carros, sejam eles de rally, fórmula 1 ou até, um simples veículo do dia a dia, porque não conduzir uma nave a uma velocidade supersónica ao ponto de ficarmos tontos? As naves não servem só para andarmos aos tiros. Por isso é que alguém se lembrou de inventar este género onde o que importa é ganhar, custe o que custar nem que para isso tenhamos de fazer "batota" contra os que correm contra nós. E sim, é extremamente gratificante rebentar um adversário em plena corrida, na última volta. Mas já lá chegamos. Como já perceberam, hoje temos corridas com naves e tal, sendo que o meu exemplar deste jogo chegou às mãos oriundo de parte incerta, sem caixa mas com os manuais, curiosamente. Sinceramente, gostava de saber como veio cá parar...

15 de março de 2011

Tetris

A capa da caixa que não tenho.
Desenvolvido por: Alexey Pajitnov (Original), Nintendo R&D1
Publicado por: Nintendo
Designer: Alexey Pajitnov
Compositor: Hirokazu Tanaka
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Nintendo Game Boy e todas as que se lembrarem.
Lançamento: Por volta de 1989.
Género: Puzzle
Modos de jogo: Dois modos, Type A e Type B
Media: Cartucho de 3-megabit
Funcionalidades: Não tem.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Joguei-o várias vezes mas prefiro de longe a versão Game Boy.

(Sol! Finalmente! Vamos lá ver se ele se aguenta durante muito tempo lá em cima.)

O cartucho triplo.
Os jogos de puzzles são um dos géneros que mais aprecio, por incrível que pareça mas que tenho em pequenas quantidades visto não me prenderem o tempo suficiente e achar que por vezes o preço que pedem por eles não é justo. No fundo são jogos para se jogarem ocasionalmente e que não requerem muito tempo, daí que o seu preço deveria ser muito inferior aos dos restantes jogos, sem desrespeitar o trabalho e empenho das pessoas envolvidas na sua concepção. Felizmente hoje em dia, aparelhos como o iPod Touch, têm imensos jogos do género por preços bastante simpáticos. Mas há muito tempo atrás não era bem assim pois o preço de um jogo de puzzles era igual ao de um de plataformas ou mesmo de tiros. O jogo de hoje é portanto de puzzles e é bem conhecido por todos. Faz parte de uma colectânea que vinha com o Nintendo Super Set e, como já referido, chegou à colecção na década de 90.

14 de março de 2011

Killer Instinct

Fulgore não brinca em serviço.
Desenvolvido por: Rareware
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Chris Tilston, Kevin Bayliss, Mark Betteridge
Compositor(es): Robin Beanland, Graeme Norgate
Plataforma(s): Game Boy, Super Nintendo, Arcade
Lançamento: Novembro de 1995
Genéro: 2D Fighting
Modos de jogo: Modo torneio para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 4-megabit
Funcionalidades: Compatível com o adaptador Super Game Boy, Compatível com cabo Game Link.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes. Com todas as personagens.

(Escrever com dores de cabeça custa, mas quando o texto sai naturalmente nem se dá por isso...)

O tradicional autocolante rafeiro.
Os jogos de porrada sempre me acompanharam durante a minha demanda por este passatempo que são os videojogos. Quem diz a mim diz a tantos outros e mesmo aqueles a quem hoje em dia chamam de "casuais", muito provavelmente já tiveram contacto com um ou outro mais conhecido. Se forem da geração que nasceu na década de 80, Street Fighter, Mortal Kombat e King of Fighters não vos são coisas estranhas, posteriormente a esse período talvez se identifiquem mais com Tekken ou Guilty Gear, já para não referir BlazBlue. Mas existem N jogos deste género e o que aqui apresento hoje é bastante conhecido, embora para muitos seja completamente estranho, até porque era exclusivo Nintendo. Chegou à minha colecção no Natal de 1995 mas ia tendo um final triste pois eu portei-me muito mal nessa altura e as prendas quase que iam tendo outro destino que não as minhas mãos. Memórias, memórias... :)

13 de março de 2011

Contra Advance - The Alien Wars EX

O Bill está com cara de poucos amigos.
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Designer: Nobuya Nakazato
Compositor(es): Miki Yanagisawa, Masanori Adachi, Tappy Iwase
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 03-11-2002 (EUA), 14-11-2002 (JP), 21-02-2003 (EU)
Género: Run ‘N Gun
Modos de jogo: Um jogador e Co-Op dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso através de passwords, Multiplayer através de Game Link para dois jogadores.
Outros nomes: Contra: Hard Spirits (魂斗羅 ハードスピリッツ) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes. Mesmo sendo portátil, a versão de SNES é melhor.

(É Domingo, que há para escrever aqui? Nada. :P)

Deve ser por causa do autocolante.
Se há género que aprecio nos jogos é o dos tiros mas dizer isto por si só é ambíguo pois jogos de tiros existem aos pontapés. Isto já para não referir categorias em específico tais como shoot 'em ups, first person shooters e os run 'n gun. Destes todos não há nenhum que goste mais nem goste menos pois todos são bons mas de facto os mais divertidos são os run 'n gun pois são um tipo de jogo fácil de jogar, sem complicações e extremamente divertidos, especialmente se derem para jogar com um parceiro. Double the shooting, double the fun! O jogo de hoje é um desses casos, ainda que haja melhor e muito parecido para não dizer quase igual. O meu exemplar veio da Vobis do Colombo, pela módica quantia de 7 euros, se a memória não me falha. Foi um achado pelo meu amigo Rui Brazão, que fez o obséquio de mo trazer. :)

12 de março de 2011

DooM

Falta-lhe uma caçadeira naquela mão.
Desenvolvido por: ID Software
Publicado por: Williams Entertainment, Ocean Software (Versão PAL)
Director: Tom Hall
Designer(s): Sandy Petersen, John Romero, Shawn Green
Programador(es): John Carmack, Mike Abrash, John Romero, Dave Taylor
Artista(s): Adrian Carmack, Kevin Cloud
Motor gráfico: Custom Engine por Randy Linden
Plataforma(s): Super Nintendo, PlayStation, PC e todas as que se conseguirem lembrar
Lançamento: 26-09-1995 (EU), 29-02-1996 (EU), 01-03-1996 (JP)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit com chip Super FX2
Funcionalidades: Não tem.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o pelo menos quatro vezes, ainda que não tenha passwords nem gravação de progresso.

(O Japão está de rastos com o trágico acontecimento de ontem. A Mãe Natureza é assim mesmo, imprevisível.)

FX Powa! Pixeis por todo o lado!
No meus tempos de secundário, ainda as consolas se limitavam aos 16-bit e os grandes jogos estavam no PC, surgiu um de nome DooM, onde assumíamos o papel de um space marine durão que se passeava pelas luas de Marte enquanto rebentava monstrengos pelo caminho. Claro que para correr este jogo decentemente era preciso um 486, coisa que eu claramente não dispunha pois desde que avariei o 286, não tive direito a mais nenhum. No mínimo um 386 já fazia o trabalho. A única maneira de o jogar era em casa de amigos ou, em último recurso, na escola. Estávamos em 1993 e até ter a versão de SNES, que saiu em 1995, muito joguei no PC sempre que tinha tempo livre para tal. Mas eventualmente lá me chegou às mãos, em 1995, para grande felicidade minha tendo sido oferecido por um motivo qualquer. Só não me lembro se foi do pai ou da mãe, mas certamente foi de um deles.

11 de março de 2011

Metroid Prime 3 - Corruption

Samus e Dark Samus!
Desenvolvido por: Retro Studios
Publicado por: Nintendo
Director: Mark Pacini
Produtor(es): Kensuke Tanabe, Bryan Walker, Jeff Miller
Compositor(es): Kenji Yamamoto, Minako Hamano, Masaru Tajima
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 27-08-2007 (EUA), 26-10-2007 (EU), 08-11-2007 (AUS), 06-03-2008 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas, First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii, Funções online para troca de medalhas entre jogadores com Friend Codes para desbloquear extras de jogo, Suporta os modos 50Hz/60Hz e EDTV/HDTV.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, ia na segunda ronda mas deixei a meio não sei porquê.

(Mais um dia bastante cinzento. Solinho! Onde estás tu?)

Caçador? Caçadora, sff!
A saga Metroid é sem dúvida alguma, uma das mais emblemáticas nas consolas Nintendo e a minha favorita. Não há Mario nem Zelda que bata uma boa aventura na pele de Samus pelos confins do espaço, a explorar zonas inóspitas, onde outra floresceram civilizações bem mais avançadas do que a nossa mas agora são um antro de criaturas prontas a levarem uns tiros no rabo. E com a evolução dos tempos, esta saga tem vindo a acompanhar quase todas as consolas Nintendo até à data. A Wii não foi excepção e este é provavelmente um dos melhores jogos da saga. Foi o motivo pelo qual comprei a consola em primeiro lugar, pois tenho muito esse hábito de comprar os jogos antes das consolas. Assim já sei que mais cedo ou mais tarde tenho de as comprar. Este exemplar foi comprado dias após o lançamento, mais concretamente a 02-11-2007, na Fnac por 49.99€. Não olhei ao preço...

10 de março de 2011

International Supestar Soccer 64

Capa tão feia...
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Osaka
Publicado por: Konami
Plataforma: Nintendo 64
Lançamento: 01-06-1997 (EU), 31-07-1997 (EUA), 18-09-1997 (JP)
Género: Futebol
Modos de jogo: Exhibition, World League, International Cup, Penalty Shootout e Training, para um jogador e até quatro.
Media: Cartucho de 96 megabit
Funcionalidades: Compatível com N64 Memory Pak para gravação de progresso
Outros nomes: Jikkyou World Soccer 3 (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Muitas horas de jogos nos vários modos.

(Hoje não tenho nada a declarar. Nada mesmo. :P)

Demasiado texto...
O futebol é daqueles desportos que está espalhado pelo mundo inteiro e que faz multidões pararem. É simples e quando jogado a sério e bem, é um espectáculo emocionante como qualquer outro, especialmente se for um campeonato do mundo e estivermos a torcer pelo nosso país. Claro que nem todos gostam o desporto-rei, sendo eu uma dessas pessoas. O não gostar é relativo, a minha posição é mais não "ligo nenhuma a menos que seja campeonato do mundo", ou talvez um jogo da liga inglesa ou italiana. Em Portugal, dispenso o nosso futebol por muitas e diversas razões. Mas como já é costume por estas bandas, isto não interessa nada! É apenas uma introdução ao jogo de hoje, que é de... futebol. Entrou na minha colecção em 1997, não sei bem em que circunstâncias, sou sincero. Penso que tenha sido a Concentra connection, é que nesse período de tempo, só pode mesmo ter sido isso... xD

9 de março de 2011

Metroid Prime 2 - Echoes

Samus em destaque.
Desenvolvido por: Retro Studios, Nintendo
Publicado por: Nintendo
Designer: Mike Wikan
Compositor: Kenji Yamamoto
Plataforma(s): Nintendo GameCube, Nintendo Wii
Lançamento: 15-11-2004 (EUA), 26-11-2004 (EU), 02-12-2004 (AUS), 26-05-2005 (JP)
Género(s): First Person Shooter, Plataformas, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer em splitscreen entre 2~4 jogadores
Media: Nintendo Optical Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (3 Blocos), Apenas compatível com modo PAL 60Hz.
Outros nomes: Metroid Prime 2: Dark Echoes (メトロイドプライム2 ダークエコーズ Metoroido Puraimu 2 Dāku Ekōzu) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, com tudo a 100%. Achei o jogo um bocado aborrecido.

(Será que chove? Espero bem que não, para bem do São Pedro.)

Parte de trás pouco inspiradora.
Já é tradição neste nosso planeta, quando algo tem sucesso por norma faz-se logo mais e melhor, embora isto seja discutível pois nem sempre o mais é melhor. Isto aplica-se em geral a tudo mas em particular a filmes e claro, jogos. Se um jogo teve sucesso, toca de fazer a sequela, a prequela, a side story e o spin-off. O que importa é fazer render o peixe, ou melhor ainda, como prefiro dizer e escrever, ordenhar a vaca. De facto em inglês soa melhor, milking the cow mas isso não interessa nada. Ora bem, o jogo de hoje é um desses casos, uma sequela que prometia ser melhor em tudo mas a meu ver, falhou redondamente num pormenor: o divertimento. Esqueceram-se de o colocar lá. De resto tem tudo no ponto. O meu exemplar chegou-me às mãos através de um amigo meu, o Luís Mendes, também conhecido por outros nomes e alcunhas mas que não têm a ver para o caso. Achei-o no eBay, o jogo claro, por cerca de 25 euros novinho. O senhor Mendes tratou do negócio...

8 de março de 2011

Bionic Commando Rearmed

Artwork do jogo e capa da banda sonora.
Desenvolvido por: GRIN
Publicado por: Capcom
Produtor: Ben Judd
Designer: Simon Viklund
Artista: Shinkiro
Compositor: Simon Viklund
Motor gráfico: Diesel Engine
Plataforma: PlayStation 3 (PSN), PC, Xbox Live Arcade
Lançamento: 13-08-2008 (JP), 14-08-2008 (EUA), 15-08-2008 (EU)
Género: Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores (Co-Op), Multiplayer local e online.
Media: Download (354MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da PS3, Conteúdo extra para utilizar em Bionic Commando.
Outros nomes: (バイオニック コマンドー マスターD復活計画, Bionic Commando: Master D Resurrection Project)
Estado: Não se aplica.
Condição: Não se aplica.
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes e repeti vários níveis só pelo gozo.

(Chuva, como te odeio. Mas adoro água, que dilema.)

Spencer enfrenta um dos bosses.
Como a advento das consolas da actual geração, surgiram diversos títulos cuja comercialização se faz única e exclusivamente online. Seja na PS3, na Wii ou na Xbox360, existem imensos jogos disponíveis nas suas lojas online, alguns deles completamente novos e originais mas outros tantos, nossos velhos conhecidos. Se por um lado isto é bom, pois podemos aproveitar alguns jogos que perdemos ou simplesmente nos passaram ao lado na época, por outro lado é mau pois perde-se um bocado a magia de ter o jogo na caixa, com o manual e outras coisas. Claro que em certos casos, como por exemplo um jogo de arcada de 1993, não fazia muito sentido ser comercializado fisicamente pois o mais certo era nem sequer vender. Mas no caso de jogos mais recentes, não seria má ideia de todo. Isto remete-nos para o jogo de hoje, que foi adquirido na PlayStation Store, pois não podia ter sido feito de outra maneira. A data de aquisição, creio que foi em 2008, pouco depois do lançamento.

7 de março de 2011

Bioshock

A capa brilha!
Desenvolvido por: 2K Marin, 2K Australia, Digital Extremes
Publicado por: 2K Games
Designer: Paul Hellquist
Argumentista: Ken Levine
Compositor: Garry Schyman
Motor Gráfico: Unreal Engine 3. Havok Physics
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, Mac
Lançamento: 17-10-2008 (EU), 21-10-2008 (EUA)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação de 5GB (mínimo) no disco rígido, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC Challenge Rooms, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes, em Normal e Survivor. Platina garantida! :D

(Este tempinho está uma treta, o senhor Sol já aparecia...)

Atrás também brilha.
First Person Shooters. Um género amado por muitos, detestado por outros. Mas a verdade, quer queiramos, quer não, é que os FPS são um dos géneros mais populares de sempre que começou no PC com o velhinho Wolfenstein3D e posteriormente com DooM, mas veio até às consolas para tentar a sua sorte. E saiu-se bem pois conseguiram-se proezas nunca antes imaginadas e o comando conseguiu rivalizar o combo teclado+rato. Mas não se ficou por aí, inovou-se, fazendo com que deixasse de ser só tiros e passasse a ser mais cooperativo, mais interactivo e com outros elementos, populares em outros géneros, como RPG's e estratégia. Assim os FPS deram origem a um conjunto de novos jogos, bem interessantes e sobretudo diferentes. É o caso do jogo que hoje apresento aqui que entrou na minha colecção, em 2008 se não estou em erro, e custou cerca de 16 euros. Mais uma vez, é de agradecer a existência da Zavvi.com pelos preços baixos e justos! :)