10 de março de 2020

Duke Nukem 3D: 20th Anniversary World Tour

Capa custom made by me.
Desenvolvido por: 3D Realms (Original), Gearbox Software, Nerve Software (20th Anniversary World Tour)
Publicado por: Gearbox Software (20th Anniversary World Tour)
Produtor(es): Greg Malone, George Broussard
Designer(s): Allen H. Blum III, Richard Gray
Artista(s): Stephen Hornback, Dirk Jones, James Storey
Compositor(es): Lee Jackson, Robert Prince
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, PC (20th Anniversary World Tour)
Lançamento: 11-10-2016 (Lançamento Mundial)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer Online (2-8 jogadores)
Media: Digital (EU), Blu-Ray (US)
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (1.3GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez com platina alcançada mas hei-de voltar à carga novamente.

Traseira da capa americana.
Os anos 90 foram sem dúvida um ponto de viragem bastante importante no que concerne aos videojogos, não só nas consolas e arcadas mas também em PC, onde o salto foi notoriamente maior. Lembro-me de jogar um sem fim de jogos em PC e sempre os achar demasiado básicos quando comparados com os "equivalentes" em consola, onde as coisas corriam muito mais suavemente e com títulos mais apelativos. Mas a dada altura, já quase a meio da década, passamos de jogos como Prince of Persia e Rick Dangerous II só para referir alguns, para coisa como Rise of the Triad, DooM e o não menos famoso Duke Nukem 3D. Este último foi uma clara evolução dos outros dois, com imensas coisas que não eram possíveis de fazer como olhar para cima e para baixo, mergulhar na água e afins. Mas popularizou-se por outros motivos mais conhecidos do público em geral como o palavreado da própria personagem e clara referências a sexo e violência. E com alguma controvérsia à mistura, a sua popularidade cresceu e o jogo foi lançado N vezes em diferentes plataformas, com diferentes versões sendo que a última e mais recente é esta que aqui apresento hoje. Apesar de existir em formato físico, este nunca foi lançado fora dos Estados Unidos (uma estupidez sem explicação) e tive de adquirir a versão digital que aproveitei estar a 2.99€ na PSN para o fazer, algures em Fevereiro de 2020.

3 de março de 2020

The Story of Thor

Capa da versão europeia.
Desenvolvido por: Ancient
Publicado por: Sega
Produtor: Yuzo Koshiro
Designer: Kataru Uchimura
Artista: Ayano Koshiro
Argumentista: Juri Ogawa
Compositor: Yuzo Koshiro
Plataforma(s): Mega Drive, Mega Drive Mini, Nintendo Wii (VC), PC, Mac, Linux, iOS, Android
Lançamento: 08-12-1994 (EUA), 12-12-1994 (JP), Março de 1995 (EU) (Mega Drive)-
Género(s): Acção, Aventura, Action RPG
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho
Outros nomes: The Story of Thor: Hikari o Tsugu Mono (JP), Beyond Oasis (EUA)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez e chega.

E a respectiva traseira.
Voltando à carga na Mega Drive Mini, eis que surge mais um jogo que na época do seu lançamento me chamou à atenção devido a diversos factores sendo um deles o facto de se parecer com The Legend of Zelda. Embora não fosse um jogo incomum, este não me passou pelo estreito pelo que nunca tive oportunidade de o experimentar na altura e só mais tarde via emulação é que o joguei um bocado sem ter formado uma opinião acerca do mesmo. Com a Mega Drive Mini foi então altura de o jogar como deve ser e concluir que de uma forma geral não perdi muito em ter deixado este escapar nos anos 90.

25 de fevereiro de 2020

Shantae: Half-Genie Hero [Ultimate Edition]

As respectivas caixas.
Desenvolvido por: WayForward Technologies
Publicado por: WayForward Technologies (Digital), PQube (EU), Xseed Games (US), Oizumi Amuzio Inc. (JP)
Director: Matt Bozon
Produtor(es): Christopher Shanley, Glenn Seidel
Designer(s): Matt Bozon, James Montagna
Compositor(es): Jake Kaufman
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, PC, PlayStation Vita, WiiU, Nintendo Switch
Lançamento: 20-12-2016 (Lançamento Mundial), 08-06-2017 (Nintendo Switch)
Género(s): Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador,
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (2.87GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita, PS4 Pro Enhanced
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei cada modo uma vez.

E as traseiras.
Para quem aprecia o género Metroidvania, Shantae é daqueles nomes que certamente não vos é desconhecido. Tendo começado a sua vida no Game Boy Color, rapidamente se tornou numa série de aventuras, cada uma melhor que a anterior, repleta de momentos divertidos, excelente jogabilidade, proezas técnicas no hardware onde corre e claro, um elevado replay value uma vez que nos permite explorar em busca de segredos e afins. E com cada jogo novo, a série foi evoluindo culminando por agora naquilo que irei abordar mais à frente. Este meu exemplar foi adquirido algures em Janeiro de 2019, oriundo de uma loja online por cerca de 20 euros. A edição em si vem numa caixa de cartão, que comporta o jogo com todo o DLC que foi lançado (no disco, felizmente), um CD com a banda sonora ao longo de 30 faixas e ainda um artbook que é daquelas coisas que nunca dispenso e fica sempre bem em qualquer colecção.

17 de fevereiro de 2020

Panzer Dragoon II Zwei

Caixinha custom!
Desenvolvido por: Team Andromeda
Publicado por: Sega
Director: Tomohiro Rondo
Produtor: Tomohiro Rondo
Designer(s): Kentaro Yoshida, Yukio Futatsugi, Manabu Kusunoki
Artista: Kentaro Yoshida
Argumentista(s): Yukio Futatsugi, Katsuhiko Yamada
Compositor: Yayoi Wachi
Plataforma(s): Sega Saturn, PC (Exclusivo Japonês)
Lançamento: 22-03-1996 (JP), 10-05-1996 (EU/EUA)
Género: On Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola ou Backup Memory Cart
Estado: Incompleto, falta a caixa e o manual original. Caixa CD Jewel Case personalizada
Condição: Impecável (CD)
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas mais se seguirão.

E traseira a condizer.
Não é a primeira vez que escrevo acerca de jogos de Sega Saturn e se forem seguidores do blog desde sempre, provavelmente lembram-se de ter lido pelo menos uma ou duas análises a Virtua Fighter que por estupidez minha apaguei em vez de as arquivar quando me livrei da consola. Volvidos alguns anos e agora que voltei a ter as consolas na minha posse (três logo assim de rajada), é altura de ir analisando alguns dos jogos que entretanto fui arranjado já para não referir os que tinha e que vou novamente analisar. Para começar elegi um que sempre gostei mas nunca tinha tido jogado a sério pois só tinha uma cópia do mesmo para jogar na minha Saturn japonesa, que se encontra modificada para o efeito. Entretanto apareceu-me um exemplar original, apenas CD que me foi dado pelo amigo Fernando Sardinha, algures em Janeiro de 2020 e assim ganhou uma nova casa. Visto não estar completo, dei-lhe o tratamento que dou a todos os meus jogos e fiz-lhe uma capa personalizada a condizer para o guardar numa comum caixa de CD.

10 de fevereiro de 2020

Castlevania: The New Generation

Excelente artwork!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Produtor: Tomikazu Kirita
Artista(s): Teisaku Seki, Shinichiro Shimamura
Compositor: Michiru Yamane
Plataforma(s): Mega Drive, Mega Drive Mini, PlayStation 4, Xbox One , PC, Nintendo Switch
Lançamento: 17-03-1994 (EUA), 18-03-1994 (JP), 20-03-1994 (EU) (Mega Drive)
Género(s): Plataformas, Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Sistema de passwords para manter o progresso
Outros nomes: Castlevania Bloodlines (EUA), バンパイアキラー Vampire Killer (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o mais vezes do que me possa lembrar.

Parte traseira da versão europeia.
Castlevania é sem dúvida uma das sagas mais amadas no mundo dos videojogos sobretudo por quem, tal como eu, cresceu com estes jogos nas consolas de 8 e 16-bit. E foi nesta altura que se produziram os melhores títulos naquilo que podemos considerar a era clássica da saga, antes dos jogos se tornarem praticamente todos em clones do soberbo Symphony of the Night. E quando digo era clássica, refiro-me aos jogos tal como nos lembramos deles, com diversos níveis, progressão linear, muitas surpresas e dificuldade pelo caminho. A série teve alguns altos e baixos nas 8-bit mas na 16-bit creio que tudo o que se produziu (excepto um único título que considero abismal, adivinhem qual) roçou a perfeição em todos os níveis possíveis. Tendo eu crescido maioritariamente a jogar tudo quanto era Nintendo, o certo é que tive oportunidade de ir jogando algumas coisas nas consolas Sega e o jogo que apresento aqui hoje foi um dos poucos que me fez ter inveja de quem tinha uma Mega Drive. Mas ainda assim aproveitei cada oportunidade que tive para o jogar, tendo pedido emprestado a consola e cartucho a amigos sempre que me dava na gana. Nunca me deu para comprar o original anos mais tarde devido aos preços que se praticam e que rondam o absurdo mas a emulação sempre colmatou isso e hoje em dia com a Mega Drive Mini menos motivo tenho para o fazer.

3 de fevereiro de 2020

Monster World IV

Esta cover art deixa algo a desejar.
Desenvolvido por: Westone
Publicado por: Sega
Director(es): Ryuichi Nishizawa
Artista: Maki Ohzora
Argumentista: Yoshimi Kanda
Compositor(es): Jin Watanabe
Plataforma(s): Mega Drive, Mega Drive Mini, Nintendo Wii (VC), PlayStation 3 (PSN), Xbox360 (XBLA)
Lançamento: 01-04-1994 (JP) (Mega Drive)
Género(s): Plataformas, Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Gravação de progresso
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Traseira da versão japonesa.
Continuando a explorar o catálogo que a Mega Drive Mini tem para oferecer, eis que me deparo com mais um jogo que nunca tinha jogado anteriormente e por mais do que um motivo apenas. Por um lado porque nunca tinha dado a devida atenção à série de jogos onde se enquadra e por outro porque até há coisa de uns anos atrás, só existia na sua versão japonesa, algo que depois foi colmatado com o lançamento da versão digital (em inglês) nas respectivas lojas digitais de cada consola (Wii, PS3 e X360). Com a chegada da Mega Drive Mini, eis que finalmente tive oportunidade de experimentar este jogo que aqui apresento hoje, algo que podia ter feito via emulação bem antes mas que não teria sido a mesma coisa.

27 de janeiro de 2020

Alisia Dragoon

A arte ocidental não é grande coisa.
Desenvolvido por: Game Arts
Publicado por: Sega, Game Arts (JP)
Director(es): Yutaka Hirata, Yoshihisa Shimizu
Artista: Masatoshi Azumi
Argumentista: Yoshimi Kanda
Compositor(es): Fumihito Kasatani, Nobuyuki Aoshima, Mamoru Ishimoda, Yoko Sonoda, Mariko Sato
Plataforma(s): Mega Drive, Mega Drive Mini
Lançamento: 30-03-1992 (EU/EUA), 24-04-1992 (JP) (Mega Drive)
Género(s): Plataformas, Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Nenhumas
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Traseira da capa original.
Continuando a demanda de explorar a Mega Drive Mini, eis que surge mais um daqueles jogos que me lembro de ver quando era miúdo mas que nunca tive oportunidade de o jogar na época pois ninguém o tinha. Até entendo o porquê disto ter acontecido pois o jogo em questão não era popular e a meu ver pode considerar-se um jogo de nicho nos dias que correm. Obviamente podia ter experimentado o mesmo via emulação por diversas vezes mas a verdade é que nunca me lembrei de tal mas com a Mega Drive Mini essa falha da minha parte foi colmatada. A experiência resultou num misto de surpresa e frustração.

20 de janeiro de 2020

Blaster Master Zero II

Quando não há capa...
Desenvolvido por: Inti Creates
Publicado por: Inti Creates
Director: Satoru Nishizawa
Produtor: Takuya Aizu
Designer(s): Tomokazu Ohnishi, Mio Yamaguchi
Artista(s): Yuji Natsume, Shin Nakamura
Argumentista: Masato Okudaira
Compositor(es): Ippo Yamada, Hiroaki Sano, Aoi Tanaka, Kotaro Yamada
Plataforma(s): Nintendo Switch (eShop), PC (Steam)
Lançamento: 20-03-2019 (Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital (197MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez a 100%

...eu faço-a!
Actualmente existe uma predilecção por tudo quanto seja retro o que provocou uma onda de revivalismo sem precedentes. Desde consolas mini a relançamentos de jogos antigos, existe de tudo um pouco e para todos os gostos. Mas não só disto vive o homem e como seria de esperar, há quem opte por criar jogos retro de raiz, tal como eram nos tempos idos mas aproveitando a tecnologia actual e sem os limites típicos da época. Em suma, consegue-se o melhor dos dois mundos sem comprometer nada. O jogo que trago até aqui hoje é um bom exemplo disso, ainda que seja uma sequela, coisa que não estava nada à espera depois de ter jogado o primeiro título. É também o meu primeiro jogo de Switch, embora seja digital pois não existe físico, marcando assim a estreia desta excelente consola aqui no blog. Foi adquirido no final de Dezembro de 2019, numa promo da eShop por 6.99€.

13 de janeiro de 2020

Wonder Boy In Monster World

A arte não é a melhor mas...
Desenvolvido por: Westone
Publicado por: Sega
Director(es): Yutaka Hirata, Yoshihisa Shimizu
Compositor: Shinichi Sakamoto
Plataforma(s): Mega Drive, Master System, PC Engine, PlayStation Network, Xbox Live Arcade, Wii Virtual Console, PC
Lançamento: 25-10-1991 (JP), Fevereiro de 1992 (EUA), Abril de 1992 (EU) (Mega Drive)
Género(s): Plataformas, Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Um slot para gravação de progresso
Outros nomes: Wonder Boy V: Monster World III (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

A info habitual das capas de MD.
Embora tenha tido bastante contacto com a Mega Drive durante os seus tempos áureos, a verdade é que foram muitos os jogos que me passaram ao lado. Estava limitado em parte aos jogos que me iam emprestando sempre que tinha a Mega Drive da vizinha do lado em casa e mesmo os dela já os conhecia de trás para a frente. Com o advento da emulação, seguiu-se uma série de jogos que nunca tinha experimentado, alguns bons, outros nem por isso. E eis que chegamos a 2019 e a Mega Drive Mini aparece para satisfazer os fãs ávidos por uma consola mini da Sega que não fosse o lixo cuspido pela AT Games. Aqui encontrei diversos jogos já bem conhecidos e outros tantos que não joguei ainda, pelo que o ando a fazer com regularidade e nas calmas, desfrutando assim de cada um como deve ser. O jogo que trago até aqui hoje foi uma boa surpresa e ainda que não seja perfeito é sem dúvida uma experiência agradável no vasto catálogo desta excelente consola.

4 de janeiro de 2020

Vampire Night

Yep, "vampiros" com pistolas.
Desenvolvido por: Wow Entertainment (Sega)
Publicado por: Namco
Plataforma(s): PlayStation 2, Arcade
Lançamento: 14-11-2001 (EUA), 06-12-2001 (JP), 14-06-2002 (EU) (PS2)
Género: On rail shooter
Modos de jogo: Modo arcade e special para um ou dois jogadores, outros modos para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (36KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração, Compatível com G-Con2 e G-Con45
Estado: Completo
Condição: Bastante bom, com ligeiras marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o várias vezes em arcade e em special, continuando ainda neste modo para ir desbloqueando os extras que faltam.

Sem autocolantes feiosos.
Para começar esta nova década nada como abordar um género perdido no tempo, os on rail shooters, que tanto tempo e moedas nos consumiram no passado quando os salões de jogos eram um local quase de culto para entusiastas não só de videojogos mas outros divertimentos em geral. E foram muitos os títulos que tive oportunidade de desfrutar entre os anos 90 e os 00's (mais coisa menos coisa entre 2001 e 2003), sendo que este género se tornou comum também na consolas. Nesta minha demanda de arranjar todos os rail shooters que considero decentes, eis que me deparo com mais um que por acaso nunca tinha jogado em arcade e assim fico mais perto de os ter todos faltando-me apenas na PS2 o Gun Survivor 2 e o Dino Stalker. Este exemplar foi adquirido algures em Dezembro de 2019, por 4€ na CeX do Almada Fórum.

22 de dezembro de 2019

The Legend of Zelda: Oracle of Ages

Mais uma caixa que tive de fazer...
Desenvolvido por: Capcom, Flagship
Publicado por: Nintendo
Director: Hidemaro Fujibayashi
Produtor: Noritaka Funamizu
Designer(s): Hidemaro Fujibayashi, Yoichiro Ikeda, Su Chol Lee
Artista: Yusuke Nakano
Compositor(es): Minako Adachi, Kyohiro Sada
Plataforma(s): Game Boy Color, Nintendo 3DS
Lançamento: 27-02-2001 (JP), 14-05-2001 (EUA), 05-10-2001 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso
Estado: Incompleto (falta a caixa e manuais)
Condição: Boa, algumas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, uma em emulação e outra no hardware original.

Mas ficou muito parecida à original.
O Game Boy Color foi daquelas consolas da Nintendo que descurei ao longo de largos anos a começar logo no lançamento que me passou completamente ao lado. Na época, andava mais entretido com a Nintendo64 e a PlayStation, que já me ocupavam boa parte do tempo e do orçamento destinado a jogos pelo que ter outra máquina para alimentar era completamente insustentável. Assim, grande parte dos clássicos desta portátil joguei-os via emulação pois era o caminho mais acessível para o fazer e não perder pitada dos excelentes exclusivos. Uns bons anos mais tarde, lá arranjei um Game Boy Color que foi alvo de um refurbish há uns meses atrás e é então altura de ir coleccionando aos poucos e sem pressas para esta excelente portátil. Não é que fizesse falta pois os jogos de GBC são compatíveis com o GBA mas é sempre melhor por algum motivo jogar no hardware para qual as coisas foram feitas. O jogo que trago até aqui hoje, foi adquirido algures no início de Dezembro por 10 euros, numa loja de artigos usados aqui da zona. Foi um óptimo achado tendo em conta que o preço do cartucho vale 3 vezes mais do que isso.

8 de dezembro de 2019

Metal Gear Solid 2: Substance [Ultimate Collector's Edition]

Excelente artwork como é habitual.
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Japan
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Designer: Hideo Kojima
Artista: Yoji Shinkawa
Argumentista: Hideo Kojima
Compositor(es): Harry Gregson-Williams, Norihiko Hibino, Rika Muranaka
Plataforma(s): PlayStation 2, PC, Xbox
Lançamento: 19-12-2002 (JP), 03-03-2003 (EUA), 28-03-2003 (EU) (PS2)
Género(s): Acção, Aventura, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB), DVD-ROM (The Document of Metal Gear Solid 2)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (90KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o 3 vezes na íntegra: Very Easy, Easy e Normal. Fiz umas rondas em Hard apenas no Tanker para apanhar o Stealth. Joguei um pouco de cada modo extra disponível.

Tinha autocolantes mas voaram.
Para quebrar um pouco a rotina das análises, até porque abrandei o ritmo nestes últimos tempos, hoje apresento-vos um jogo sobejamente conhecido e que até já o tinha analisado anteriormente pelo que se tiverem interesse em ler a minha opinião acerca do mesmo é só pesquisar na lista completa da colecção. E como não faz sentido analisar o mesmo jogo visto ser para a mesma plataforma e virtualmente idêntico à versão original, passo a salientar aquilo que considero interessante nesta versão actualizada e recheada de extras inéditos. Este exemplar foi adquirido na Play N' Play algures durante o mês de Novembro de 2019, por 7.95€ estando em perfeito estado de conservação.

10 de novembro de 2019

Last Window: The Secret of Cape West

A artwork é excelente!
Desenvolvido por: Cing
Publicado por: Nintendo
Director: Taisuke Kanasaki
Designer: Rika Suzuki
Compositor: Satoshi Okubo
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 14-01-2010 (JP), 17-09-2010 (EU)
Género: Aventura, Point & Click
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo com 1024Mbit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo (3 Slots), Compatível com Rumble Pak
Outros nomes: Last Window: Mayonaka no Yakusoku - ラストウィンドウ 真夜中の約束 que traduzido dá Last Window: Midnight Promise (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Terminei-o uma vez.

Sem autocolantes feios.
A Nintendo DS é sem dúvida uma consola com um hardware fantástico para se criarem jogos originais que tirem partido das suas funcionalidades, uma vez que apresenta dois ecrãs, sendo um deles táctil e um microfone que pode ser utilizado para diversas coisas. E por extensão, até existe um Rumble Pak que infelizmente não teve assim tanto uso ao longo do ciclo de vida desta portátil. Foram diversos os jogos que utilizaram de forma inteligente este hardware, sendo que alguns tiraram mais partido do mesmo devido ao seu género indicado para o efeito. O género point & click é sem dúvida um forte candidato a funcionar às mil maravilhas num ambiente destes e o jogo que aqui apresento hoje é na minha opinião um dos melhores e que melhor uso deu à consola em si. Este exemplar foi adquirido antes de 2014, sem saber ao certo quando mas sei que foi numa promo da Fnac do Almada Fórum (quando ainda faziam boas promos) por 5 euros. A título de curiosidade, este jogo não foi lançado nos Estados Unidos e a Cing, abriu falência pouco depois do seu lançamento. Perdeu-se um bom estúdio.

4 de novembro de 2019

For The Frog The Bell Tolls

Caixa custom feita pelo je.
Desenvolvido por: Nintendo R&D1 (Team Shikamaru), Intelligent Systems
Publicado por: Nintendo
Director: Toru Osawa
Produtor: Makoto Kano
Artista: Tomoyoshi Yamane
Argumentista: Yoshio Sakamoto
Compositor(es): Kazumi Totaka
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 14-09-1992 (JP)
Género(s): Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit (original), cartucho de 64-megabit (repro)
Funcionalidades: Gravação de progresso (1 slot)
Outros nomes: Kaeru no Tame ni Kane wa Naru (カエルの為 (ため)に鐘 (かね)は鳴 (な)る) (JP)
Estado: Incompleto, apenas cartucho repro mas já lhe fiz a caixa 
Condição: Excelente
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, uma em emulador, outra no hardware original

E a respectiva traseira.
Se tivesse de eleger a minha consola favorita de todos os tempos, a minha escolha iria ser sem sombra de dúvida a portátil mais famosa de sempre, Game Boy. Esta consola deve ter sido a que mais viajou comigo para todo o lado e a que mais acção viu desde jogatana a quedas acidentais sem que nunca se tenha danificado mas as marcas do tempo ficaram lá. E ainda funciona como se fosse a primeira vez. O certo é que joguei imensos títulos nesta plataforma, desde os sobejamente conhecidos e clássicos da Nintendo, como coisas mais obscuras mas igualmente boas e uma mão cheia de lixo licenciado sobretudo alguns nomes sonantes da industria cinematográfica e até banda desenhada. Qualquer coisa que saísse era certo que aterrava no Game Boy. Mas ao longo destes anos todos, também descobri imensos jogos que por diversos motivos nunca saíram do Japão, sendo que alguns são verdadeiras hidden gems. O jogo que apresento aqui hoje é um belo exemplo disso, pois nunca teve lançamento físico no ocidente nem tão pouco uma tradução oficial. Claro que um fã dedicado traduziu o jogo todo em inglês e hoje em dia é possível apreciar o mesmo em todo o seu esplendor, seja via emulação ou com uma repro traduzida. Este meu exemplar aterrou na colecção algures em Outubro de 2019, por cerca de 3 ou 4 euros, oriundo do Aliexpress.

27 de outubro de 2019

The Legend of Zelda: Spirit Tracks

A artwork é sempre boa.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Director: Daiki Iwamoto
Produtor: Eiji Aonuma
Artista(s): Naoya Hasegawa, Yuri Adachi
Compositor(es): Toru Minegishi, Manaka Tominaga, Asuka Ota, Koji Kondo
Plataforma(s): Nintendo DS, WiiU
Lançamento: 07-12-2009 (EUA), 11-12-2009 (EU), 23-12-2009 (JP)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer até quatro jogadores
Media: Cartão de jogo com 1024Mbit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo, Wireless DS Single Card Download Play, Wireless DS Multi-Card Play.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Terminei-o uma vez e bastou.

Sem autocolantes!
A saga The Legend of Zelda é sem dúvida uma das mais acarinhadas pelos fãs Nintendo, senão mesmo a que todos preferem. E não é para menos pois um jogo desta saga é sempre sinónimo de aventura, qualidade, novidades e surpresas que nos deixam sempre com um sorriso nos lábios depois de o terminarmos. Mas será que é sempre assim? Serão todos os jogos desta saga obras de arte dignos de referência? A minha resposta é um redondo não. Nem todos os jogos são bons e não me refiro à infame "trilogia" na Philips CD-i pois essa deve ser abordada nos seus próprios termos. Refiro-me sim a alguns jogos na saga que a meu ver não são tão bons quanto os pintaram na altura que saíram e mesmo ainda hoje os têm em grande consideração. Um deles não é nada mais nada menos que a segunda aventura de Link na Nintendo DS, que inicialmente me deixou curioso e satisfeito mas a longo prazo tornou-se numa viagem repetitiva, aborrecida e até certo ponto dolorosa. Este meu exemplar foi fruto de uma troca com um amigo que aceitou um código para download do Bravely Default na 3DS (visto que eu tinha o jogo físico não me fazia falta), algures no Verão de 2015. Creio que ambos ficámos satisfeitos com isto.

20 de outubro de 2019

Sonic The Hedgehog

A capa da versão PAL.
Desenvolvido por: Sonic Team
Publicado por: Sega
Director: Yuji Naka
Produtor: Shinobu Toyoda
Designer: Hirokazu Yasuhara
Artista(s): Naoto Ohshima, Jina Ishiwatari, Rieko Kodama
Compositor: Masato Nakamura
Plataforma(s):  Sega Mega Drive e um monte de outras tantas
Lançamento: 23-06-1991 (EUA), 26-07-1991 (JP), Julho de 1991 (EU)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Estado: (In)completo, faltam os manuais, capa repro e caixa com um pequeno dano atrás
Condição: Excelente
Viciómetro: Acabei-o umas duas ou três vezes.

E a respectiva traseira.
No anos 90, uma das coisas mais comuns entre as camadas jovens era ser cool. Ora então, o que quer isto dizer? Bom, de forma sucinta, era estar a par das modas, daquilo que se via e dizia  na televisão, daquilo que se ouvia na rádio e afins. Era usar roupa com cores garridas e alguns tamanhos acima por vezes. No fundo... era ser idiota e seguir a carneirada, algo que ainda hoje se comprova pois isto faz parte intrínseca da sociedade em que vivemos. Contudo a diferença aqui é que estávamos a falar de miúdos, facilmente impressionáveis e influenciáveis pelo consumo típico da época, logo era normal querermos ser cool. Um dos meios mais apelativos eram os videojogos, com uma panóplia de estereótipos enraizados nesta questão cultural e que se traduziam nos mais variados géneros. Um dos grandes responsáveis pela coolness foi sem dúvida Sonic The Hedgehog, o ouriço azul cheio de estilo e atitude, que fez muitos putos usarem o cabelo cheio de gel só para ser parecerem com ele (true story bro). E verdade seja dita, compreendo que o ouriço tivesse bastante mais sucesso relativamente ao canalizador, pois quem é que queria andar de jardineiras vestidas? Bom, eu andei mas não por gostar muito de Super Mario. Ora, esta introdução leva-nos então ao jogo de hoje, que embora o tivesse jogado imenso no passado, o certo é que nunca o tinha acabado mais do que uma vez até recentemente quando finalmente o joguei na minha Mega Drive, com tempo e disposição para tal. Esta versão do jogo está presente no Mega Games 6 Vol.3 que me foi oferecido pelo amigo Gonçalo Gonçalves do canal St1ka's Retro Corner. A capa repro foi concebida com base na original por mim mesmo.

13 de outubro de 2019

The Revenge of Shinobi

A capa original é icónica.
Desenvolvido por: Sega
Publicado por: Sega
Director: Noriyoshi Ohba
Produtor: Keiichi Yamamoto
Designer(s): Taro Shizuoka, Takashi Yuda, Atsushi Seimiya
Compositor: Yuzo Koshiro
Plataforma(s):  Sega Mega Drive, Mega Tech, Arcade e imensas outras plataformas
Lançamento: 22-12-1989 (EUA/JP), 22-03-1990 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas, Hack 'n slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: The Super Shinobi (ザ・スーパー忍 Za Sūpā Shinobi) (JP)
Estado: (In)completo, falta um manual em português e o manual original
Condição: Excelente
Viciómetro: Acabei-o imensas vezes na Mega Drive, nunca joguei nenhuma das versões mais actuais.

Parte traseira da capa original.
Ninjas! Quem segue o blog sabe o quão gosto de ninjas e tudo o que lhes é associado portanto não é de estranhar aparecerem por aqui jogos com ninjas de vez em quando. O certo é que estes tipos misteriosos e cheios de artimanhas proporcionam sempre (ou quase sempre) boas experiências quando os jogos são bem pensados e executados de forma exímia. Já joguei alguns jogos com ninjas nitidamente maus e que me recuso a analisar pois não iria ser meigo com eles mas como já nem os tenho na colecção não vale a pena perder tempo. O jogo que trago aqui hoje é um clássico intemporal não só da Mega Drive mas acima de tudo da era 16-bit. É daqueles jogos que na época me fez ficar com inveja de quem tinha uma Mega Drive pois era a única plataforma onde se podia desfrutar desta pérola. Hoje em dia há muito mais escolha mas o certo é que no hardware original tem sempre um gostinho melhor. Este exemplar faz parte do Mega Games 2 embora também o tenha no Mega Games 6 Vol.3 mas é exactamente a mesma versão do jogo, a 1.03.

7 de outubro de 2019

Golden Axe

Aquela cover art...!
Desenvolvido por: Sega
Publicado por: Sega
Designer(s): Makoto Uchida
Compositor(es): You Takada
Plataforma(s): Arcade, Sega Mega Drive, Master System, Sega CD, DOS, Amiga, Atari ST, Amstrad, Commodore 64, iOS, PC Engine CD, WonderSwan Color, ZX Spectrum, Android
Lançamento: 22-12-1989 (EUA), 23-12-1989 (JP), 30-11-1990 (EU)
Género(s): Acção, Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores, Modo Versus para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Estado: (In)completo, falta um manual em português e o manual original
Condição: Excelente
Viciómetro: Acabei-o bastantes vezes tanto na MD como em PC

Informação sempre pertinente.
Mega Drive, esse nome poderoso da era das 16-bit, que tantas horas de divertimento proporcionou é sinónimo de fervorosas guerras entre fãs Nintendo e Sega que ainda hoje são bem capazes de perdurar se bem que num tom bem mais ameno e descontraído. O certo é que nunca tive uma naquela época mas por diversas pedia emprestada a Mega Drive da minha vizinha (no pun intended) que tinha uma boa colecção de jogos, isto já para não falar naqueles que o pessoal da escola me ia emprestando. Não sou portanto estranho a todos aqueles clássicos Sega que brilharam nos anos 90. Um dos meus favoritos era sem dúvida Golden Axe, que curiosamente joguei primeiro em PC alguns anos antes tendo acabado essa versão vezes sem conta que curiosamente é capaz de ser a melhor home version do jogo. Passem pelo canal de YouTube do St1ka's Retro Corner e fiquem a conhecer melhor as surpresas dessa versão. Bom, mas continuando, quando finalmente arranjei uma Mega Drive, cortesia do meu velho amigo Rogério Lopes, eis que vinha lá um exemplar do Mega Games 2, que alberga três nomes pesados dos videojogos: Streets of Rage (já aqui analisado na versão 3DS), Revenge of Shinobi (a analisar) e Golden Axe. Infelizmente o cartucho não dava sinais de vida nem depois de uma limpeza exaustiva, troca de um componente e testes diversos à PCB. Foi preciso esperar alguns anitos para arranjar um exemplar solto por 5 euros na Play 'N Play, algo que chegou precisamente este mês.

30 de setembro de 2019

Ninja Gaiden Shadow

Ninjas, quem não gosta deles?
Desenvolvido por: Natsume
Publicado por: Tecmo
Designer(s): PCT, BBB, Kic. Natsujio, M‑Sigi Sigi
Compositor(es): Hiroyuki Iwatsuki
Plataforma: Game Boy
Lançamento: 13-12-1991 (JP), Dezembro de 1991 (EUA), Algures em 1992 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas 
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 1-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Shadow Warriors (EU), Ninja Ryūkenden GB: Matenrō Kessen (忍者龍剣伝GB 摩天楼決戦,  que traduzido dá "Legend of the Ninja Dragon Sword GB: Skyscraper Showdown" (JP)
Estado: Incompleto, apenas cartucho repro e manual original mas já lhe fiz a caixa 
Condição: Excelente
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para me lembrar de quantas foram

Ainda tenho de imprimir estas caixas todas...
Para quem tal como eu colecciona videojogos desde miúdo, hoje em dia tentar arranjar aqueles mais antigos que não conseguimos na altura é um verdadeiro desafio, que por vezes se revela praticamente inalcançável. A meu ver isto deve-se a um conjunto de variáveis que vão desde o mercado que actualmente alimenta o parasitismo através do factor nostalgia, bem como o YouTube que fomenta a inflação do preço dos jogos devido aos ditos criadores de conteúdos moldarem essa tendência. O certo é que um jogo que há coisa de 10/15 anos se arranjava por um preço adequado, hoje em dia custa quase o quadruplo ou mais, esteja o mesmo completo. Mas mesmo que assim não seja, os preços não são muito menores. Uma das maneiras mais fáceis de evitar isto é mesmo recorrer a repros, que a meu ver não são a solução ideal mas servem para colmatar a falha enquanto o mercado não der uma volta (se é que isso irá acontecer, não acredito muito). Confesso que prefiro recorrer a repros apenas para jogos que nunca saíram fora do Japão, sobretudo aqueles que hoje em dia têm fan translations e afins mas abro excepções para outros jogos que actualmente custam balúrdios (e não deviam). O jogo que apresento aqui hoje é um óptimo exemplo do quão inflacionado se tornou ao longo dos anos chegando agora aos 3 dígitos, completo. Esta repro chegou-me do Aliexpress por uns meros 4 dólares, o que nem sequer deve pagar o material, precisamente a semana passada.

23 de setembro de 2019

Valkyrie Profile 2: Silmeria

As protagonistas em destaque.
Desenvolvido por: Tri-Ace
Publicado por: Square Enix
Director: Takayuki Suguro
Designer(s): Takayuki Suguro, Masaki Norimoto
Artista: Eiko Sawamura
Compositor: Motoi Sakuraba
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 22-06-2006 (JP), 26-09-2006 (EUA), 07-09-2007 (EU)
Género: Japanese Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (67KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com cerca de 60 e muitas horas de jogo.

Tinha autocolantes, tinha...
Coleccionar jogos de PS2 é uma história interminável. Cada vez que riscamos um jogo da lista, entram logo mais dois ou três que descobrimos por mero acaso, fazendo lembrar um pouco a história da hidra e das suas cabeças. Na minha eterna demanda de arranjar os jogos que ainda procuro, eis que olho para o armário e vejo que existe um ou outro que ainda não tinha jogado e já os tinha há N tempo. O jogo que apresento aqui hoje, estava na colecção há uns bons anitos mas nunca me tinha dado para o jogar pois é um JRPG e já sabemos a quantidade de horas que estes nos consomem, especialmente quando são bons. E foi o caso deste, que quando o experimentem na época não me pegou mas desta vez foi fulminante e só parei quando o terminei. Este exemplar foi-me oferecido pelo meu velho amigo Rogério Lopes mas não sei precisar quando. Sei que veio com mais uns quantos jogos que eram da sua colecção e que curiosamente ainda não os joguei todos.