1 de fevereiro de 2011

Castlevania: Dawn of Sorrow

Que capa mais foleira...
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Director: Satoshi Kushibuchi
Produtor: Koji Igarashi
Argumenstista: Koji Igarashi
Compositor(es): Masahiko Kimura, Michiru Yamane
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 25-08-2005 (JP), 30-09-2005 (EU), 04-10-2005 (EUA)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartão de jogo com 512 megabit
Funcionalidades: 3 slots para gravação de progresso, Wireless DS Multi-Card Play
Outros nomes: Akumajō Dracula: Sougetsu no Jūjika (悪魔城ドラキュラ 蒼月の十字架 que se traduz em "Devil's Castle Dracula: Cross of the Blue Moon")
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes mas possivelmente jogá-lo-ei futuramente.

(Após algumas tentativas, cerca de 14 logos apareceram, cada qual com a sua inspiração. Quer isto dizer, mudar de aspecto todos os meses.)

Não é a edição mais bonita mas serve.
Vampiros. Já escrevi acerca deles recentemente, nem sei quantas vezes mas o certo é que jogos com os ditos, aqui não faltam. E mesmo não sendo um grande fã desse tipo de gente, é um facto comprovado que gosto de jogos onde hajam essas criaturas e de preferência que dê para lhes fazer a folha. Se puder jogar com vampiros, também não me importo nada, como é de calcular. Mas o que realmente interessa é saber a história deste jogo que se resume a uma compra na Axelmusic, uma loja online cheia de coisas boas, onde custou 16.25€ e deve ter chegado por volta de Agosto de 2007, não sabendo porém precisar o dia.


As coisas do costume.
Castlevania: Dawn of Sorrow, foi o primeiro jogo desta saga a ser lançado na Nintendo DS, daí um pouco o subtítulo dar ares a "DS", algo visto em muitos jogos para esta máquina. Sendo o primeiro, foi também um teste ao hardware para ver o que se conseguia criar e se isto iria manter o padrão de qualidade. O resultado foi bastante positivo. A história deste capítulo passa-se em 2036, um ano após os eventos de Aria of Sorrow (a ser analisado aqui em Março), onde o Conde Drácula já não existe mas Soma Cruz é a sua reencarnação assumindo todos os seus poderes. Visto Soma ter evitado, com a ajuda dos seus companheiros, e continuar a evitar tornar-se no novo príncipe das trevas, um culto de adoradores tenta a todo o custo matar Soma para que Drácula possa regressar, uma vez mais.

Soma tem cartas na manga.
Sendo a Nintendo DS uma máquina de pequenas dimensões, é surpreendente o número de jogos que consegue fazer proezas no campo visual. Castlevania: Dawn of Sorrow é um deles. Se já no GBA, os jogos da saga tinham bom aspecto, na DS atingiram um patamar equiparável ao da PlayStation. Dawn of Sorrow aparenta muito ser um "irmão mais novo" do intemporal Symphony of the Night, tanto a nível de grafismo como de desenho de níveis, ainda que este pareça um pouco diferente e até estranho em certas áreas. Pelo menos fiquei com essa impressão após jogar um e outro num curto espaço de tempo. No entanto em nada afecta o desempenho e dá gosto ver todos aqueles sprites bem animados a mexerem-se em cenários 2D cheios de pequenos pormenores.

Há muita história para ler.
Na parte sonora, a Konami como já referi aqui tantas vezes sabe o que faz e à semelhança de outros títulos temos composições de luxo da autoria de Michiru Yamane, um nome que acompanha a saga desde sempre e que tantas excelentes músicas compôs. Aliás, músicas que ficaram sempre associadas aos jogos e que nunca serão esquecidas por quem as ouve. Obviamente se a música é boa, a qualidade dos efeitos sonoros e vozes também mantém o nível. Na minha opinião é muito difícil um jogo desta saga ser mau neste campo. Há uns piores quando comparados mas no geral o trabalho é sempre de alta qualidade e bom gosto.



Os bosses derrotam-se assim.
Em termos de jogabilidade, Dawn of Sorrow é muito parecido a Aria of Sorrow. O sistema adoptado continua a assentar no que Symphony of the Night instaurou, ou seja, uma imensidão de armas à disposição, a personagem ir evoluindo e claro, uma quantidade de itens de perder de vista. Aproveita o melhor de Aria of Sorrow que são as Tactical Souls e que se dividem em 3 tipos: Bullet, Guardian e Enchant. Estas podem ser usadas ofensiva ou defensivamente e ter ainda efeitos secundários na personagem, sendo que podemos apanhar apenas uma ou várias, aumentando assim o seu efeito. Por outro lado, podemos usar o modo wireless da DS e trocar Souls com outra pessoa, ou se tiverem um exemplar de Aria of Sorrow, podem importá-las do vosso save ainda que não vos possa comprovar isso, pois o meu exemplar é o Double Pack e essa funcionalidade não se aplica. A grande novidade é a utilização do touchscreen da DS, e da stylus para desenhar selos no ecrã. A finalidade destes é conter os bosses que derrotamos pelo que o desenho varia consoante o boss e assim varia também a dificuldade. Existem também algumas parte onde era necessário "desenhar" o caminho através de blocos de gelo para se progredir. Como devem pensar, a ideia é gira mas na prática é muito pouco funcional, quebra a acção e distrai o jogador, especialmente se falha o selo do boss e tem de lhe dar mais uns "estalos" para o mandar abaixo novamente. Eu diria que é o pior deste jogo, usar a stylus para estes pequenos propósitos simplesmente não funciona e felizmente a Konami viu isso a tempo e decidiu não aplicar a ideia aos dois outros jogos que se seguiram. Boa jogada!

Não tenho muito mais a dizer sobre este excelente título. Tem tudo o que se podia pedir num Castlevania portátil. É relativamente grande, imensos inimigos, vários segredos por desvendar e extremamente divertido. Tudo isto faz do mesmo um JOGALHÃO DE FORÇA!

Fantasmas virão até aqui, já amanhã :)

MURRALHÕES DE FORÇA:
 

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