10 de agosto de 2017

Top 5 - FPS que envelheceram bem Vs. FPS que envelheceram mal


Hoje para ser uma coisa diferente, decidi fazer duas listas: uma para aqueles que considero serem os melhores FPS antigos que ainda hoje se conseguem jogar sem entraves (e que conseguem ser melhores do que alguns dos que se produzem actualmente) e outra para os que realmente já foram brilhantes no seu tempo mas actualmente são uma penúria para se jogar. Note-se que isto é apenas a minha opinião com base na minha experiência inicial (ou seja na altura em que os jogos foram lançados) e na minha experiência actual (isto é, jogá-los agora em 2017). E sem mais demoras vamos a isto!

1 de agosto de 2017

Sub Rebellion

Uma capa simples.
Desenvolvido por: Racjin
Publicado por: Metro3D (EU, EUA), Irem (JP)
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 02-05-2002 (JP), 13-10-2002 (EUA), 25-10-2002 (EU)
Género(s): Acção, Simulação
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (700MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (76KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões
Outros nomes: U: Underwater Unit (JP, KO)
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Cheguei ao último boss (em Normal) mas não consegui passá-lo, acho que é impossível.

(Está um Verão esquisito...)

Sem autocolantes!
A biblioteca da PlayStation 2 é tão imensa que ainda hoje estou a descobrir jogos que não fazia a menor ideia que tinham sido lançados. Desde coisas mais conhecidas às mais obscuras, há de tudo para todos os gostos o que torna esta consola ainda mais apetecível e sem dúvida uma das minhas favoritas no que concerne a coleccionismo. Como tal, o jogo que vos apresento hoje é sem dúvida um bom exemplo de algo obscuro, desconhecido e até mesmo fascinante dado o seu género e achei-o perdido algures entre Julho e Agosto de 2015, na Play N' Play por cerca de 3 ou 4 euros.

28 de junho de 2017

Mortal Kombat II

O dragão mítico!
Desenvolvido por: Midway, Sculptured Software (SNES)
Publicado por: Acclaim Entertainment
Produtor(es): Ken Fedesna, Neil Nicastro
Designer(s): Ed Boon, John Tobias
Artista(s): John Tobias, Tony Goskie, John Vogel
Compositor: Dan Forden
Plataforma(s): Super Nintendo, Arcade, Megadrive, Game Boy, Master System, Game Gear, 32X, Sega Saturn, PlayStation, Windows, Xbox360, PlayStation 3, DOS, Amiga
Lançamento: 09-09-1994 (EUA/EU), 11-11-1994 (JP)
Género: Fighting
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Vs. para dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Mortal Kombat II: Kyuukyoku Shinken (JP)
Estado: Incompleto
Condição: Boa, algum desgaste nos manuais 
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes mas quase sempre com recurso a cheats.

(Mas que tempo é este?)

Cartucho e manuais.
Ser fã Nintendo nos anos 90 não era pêra doce (ainda hoje sofremos). Por diversos motivos. Primeiro, os jogo eram mais caros que os da Sega, na maioria das vezes. Segundo, alguns jogos não viram a luz do dia na Europa. E terceiro, em Portugal, a representação da Nintendo não era a melhor de todas com muito pouca publicidade após a euforia inicial. Obviamente os problemas não ficam por aqui e são muito mais específicos do que se possa pensar mas isso dá sempre uma boa história. O jogo que trago até aqui hoje é uma espécie de triunfo, de uma vitória há muito tempo ansiada e que culminou no fim de alguns anos de gozo e escárnio por parte dos fãs da Sega. Sim, havia uma rivalidade sem limites. Estes exemplar, aterrou na minha colecção algures entre Julho e Agosto de 2015 por 10 euros, fruto de um negócio no OLX. Foi apenas o cartucho mas eu já tinha os manuais cá guardados, ficando apenas a faltar a caixa (que prontamente resolvi reproduzir em Photoshop, caso não encontre a original).

23 de junho de 2017

Call of Duty - Advanced Warfare [Day Zero Edition]

Ena, não é um gajo a olhar para nós.
Desenvolvido por: Sledgehammer Games (original), High Moon Studios (PS3/Xbox360), Raven Software (Multiplayer)
Publicado por: Activision
Director(es): Glen Schofield, Michael Condrey
Argumentista(s): John MacInnes, Eric Hirshberg, Mark Boal
Compositor(es): Harry Gregson-Williams, audiomachine
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, Xbox One, PlayStation 4
Lançamento: 04-11-2014 (Mundial)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online (para até 12 jogadores) e offline (com bots).
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola (25MB mínimo), Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, Compatível com Função de Vibração, DLC de mapas adicionais.
Estado: Completo
Condição: Boa, ligeiras marcas de uso
Viciómetro: Acabei-o duas vezes em Normal e Veteran. Imensas horas no multiplayer offline nos vários modos disponíveis.

(Está um bafo destes!)

Sem autocolantes foleiros.
Uma das séries mais aclamadas de sempre no vasto mundo dos videojogos é sem dúvida Call of Duty. Originalmente concebida para PC, rapidamente achou o seu caminho nas consolas da época dando assim azo a um sem fim de aventuras sempre de arma na mão. Mas o que começou bem, sempre teve os seus pontos altos e baixos, com alguns jogos tidos em altíssima consideração como por exemplo o eterno e intemporal Call of Duty 4 -Modern Warfare, que marcou uma transição necessária na série e o infame Call of Duty - Ghosts, que foi alvo de críticas imensas a todos os níveis (pessoalmente, é um dos meus favoritos devido ao multiplayer e DLC). Mas verdade seja dita (ou escrita neste caso concreto), esta saga está gasta. Cada jogo que sai parece estar completamente desprovido de novas ideias e apenas reciclar tudo aquilo que já foi feito, que já vimos, que já jogámos. O jogo que trago até aqui hoje ilustra bem tudo isto, apesar de, ainda ter uma ou outra ideia nova que até traz alguma dinâmica à acção. Este exemplar foi adquirido algures entre Julho e Agosto de 2015, por 20 euros, tratando-se de ser usado mas em muito bom estado. Sendo a Day Zero Edition, fazia-se acompanhar de um DLC para o multiplayer que já tinha sido usado mas nada que sentisse falta.

19 de junho de 2017

Grand Theft Auto V

As capas são sempre excelentes.
Desenvolvido por: Rockstar North 
Publicado por: Rockstar Games
Produtor(es): Leslie Benzies, Imran Sarwar
Designer(s): Leslie Benzies, Imran Sarwar
Argumentista(s): Dan Houser, Rupert Humphries
Motor gráfico: RAGE
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox 360, PC, PlayStation 4, Xbox One
Lançamento: 17-09-2013 (Lançamento mundial, PS3/Xbox 360)
Género(s): Sandbox, Acção, Aventura, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online para até 16 jogadores
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (8.23GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Sensor de Movimento, HD 720p, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas ainda passeei muito depois disso.

(Está um bafo dos infernos...)

Sem autocolantes!
Grand Theft Auto é uma série que certamente dispensa qualquer tipo de apresentação para quem anda nas jogatanas desde sempre. E até mesmo para quem não anda, devido às inúmeras controvérsias que já proporcionou por esse mundo fora. Ainda assim, não é demais dizer que estamos perante um colosso de série onde cada jogo é um pequeno grande mundo onde as possibilidades são mais que muitas. Há quem o apelide de murder simulator, há quem ache que é um desperdício de tempo devido a ser um jogo desprovido de objectivos reais e estimulantes e quem pura e simplesmente o repudie devido ao seu conteúdo. Pois bem, cada qual tem a sua opinião mas o certo é que cada GTA que é lançado, não só gera receitas que ascendem aos biliões mas também mostra o quão a tecnologia evoluiu nestes últimos anos. E GTA V é certamente o melhor exemplo disto. Este meu exemplar foi adquirido algures entre Maio e Junho de 2015, usado mas literalmente como novo, ao meu velho amigo João Almeida, por 10 euros. Um excelente negócio, ainda hoje.

19 de maio de 2017

Virtua Cop - Elite Edition

Os agentes de serviço.
Desenvolvido por: Sega AM2 (originais), RIZ Co. (PS2)
Publicado por: Sega (JP), Acclaim (EU)
Director: Wataru Kawashima
Produtor: Yu Suzuki
Designer: Yu Suzuki
Compositor(es): Kentaro Koyama, Hideaki Miyamoto
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 15-08-2002 (JP), 29-11-2002 (EU)
Género: Rail Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (700MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (48KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com GunCon2
Outros nomes: Virtua Cop Re-Birth (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o várias vezes como seria de esperar.

(Duas análises seguidas? O mundo deve estar prestes a acabar...)

Autocolantes malvados!
Nos anos 90 era bastante comum o "passa palavra" como meio de divulgação do que quer que fosse. Em especial no caso de tudo quanto diz respeito a videojogos, esta era a maneira mais fácil de transmitir e receber informação. Mas existiam outros meios de ficar a conhecer as novidades, tais como as saudosas revistas da especialidade e claro, os salões de jogos onde estavam aqueles que considerávamos os melhores jogos da época (sem que o fossem, necessariamente). Os mais falados eram sem dúvida os da Sega, que era a empresa com mais cartas dadas nos anos 90 e cada jogo que lançava era sucesso garantido. Um desses jogos foi Virtua Cop e a sua sequela, nitidamente superior, Virtua Cop 2. Mas já sabemos que a história para a Sega foi outra e hoje em dia, apesar de ainda existir, já não é aquele poderio de outrora. Ainda assim, o seu legado vai ficar sempre na história. Bom, toda esta introdução serve para apresentar o jogo que trago até aqui hoje, que na verdade é uma colectânea dos dois jogos acima referidos. O exemplar em questão chegou à colecção algures entre Julho e Agosto de 2015 por cerca de 5 euros.

18 de maio de 2017

Way of the Samurai 2

Artwork simples mas eficaz.
Desenvolvido por: Acquire, Spike
Publicado por: Spike Co., Ltd. (JP), Capcom (EU/EUA)
Director: Tomohiro Tsuchida
Designer: Kōjirō Endō
Compositor: Noriyuki Asakura
Plataforma(s): PlayStation 2, PlayStation Portable
Lançamento: 09-10-2003 (JP), 21-05-2004 (EUA), 07-07-2004 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador, modo batalha para dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (134KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com função de vibração
Outros nomes: Samurai Dou 2 - Kettouban (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, com algumas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o uma vez e não consigo voltar a jogá-lo.

(Verão, chega depressa!)

Os autocolantes voaram!
Japão. Aquele país que já tantos jogos nos proporcionou ao longos destes anos todos, tendo marcado várias gerações. Mas nem sempre é sinónimo de bons jogos, de qualidade ou boas memórias neste campo. Por cada cinco jogos excelentes, há pelo menos um medíocre a acompanhar (este estudo não foi levado a cabo por ninguém). Infelizmente, ou para variar um bocadinho e não serem sempre bons jogos, o título que trago até aqui hoje é um desses casos. Podia ser um bom jogo (e acredito que haja quem goste deste jogo) mas na minha mais modesta e sincera opinião não o é por vários motivos. Este exemplar aterrou no JDF algures em 2013, por cinco euros. Hoje nem isso era capaz de pagar.

16 de maio de 2017

NieR

Boa cover art!
Desenvolvido por: Cavia
Publicado por: Square Enix
Director: Yoko Taro
Produtor(es): Takuya Iwasaki, Yosuke Saito
Designer: Daisuke Iizuka
Artista(s): Yoshio Kamikubo, Shogo Tojo, Kimihiko Fujisaka
Argumentista(s): Sawako Natori, Hana Kikuchi
Compositor(es): Keiichi Okabe, Kakeru Ishihama, Keigo Hoashi, Takafumi Nishimura
Plataforma: PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 22-04-2010 (JP), 23-04-2010 (EU), 27-04-2010 (EUA)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (8813KB Mínimo), Suporte HD 720p, Funcionalidades de rede, DLC adicional
Outros nomes: NieR Gestalt (Xbox360 JP), NieR Replicant (PS3 JP)
Estado: Completo 
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes tendo visto três finais diferentes.

(Calor... tão bom!)

Este não tem autocolantes!
Jogos que nos passam ao lado não é certamente coisa de agora mas é algo que se vai repetindo em cada geração de consolas. Seja por que motivo for, nem sempre temos a possibilidade de jogar algo na altura de lançamento e portanto, esquecemo-nos ou simplesmente, deixamos passar. Mas existe sempre a possibilidade de colmatar a falha quando a oportunidade assim se apresenta. É o caso do jogo que trago até aqui hoje, jogo esse que inicialmente não me disse muito e nem as análises da época me ajudaram a mudar de opinião. Contudo, prezo bastante a opinião de quem é entendido nesta matéria e especialmente dos amigos pelo que este exemplar que tenho agora em mãos me foi oferecido pelo meu grande amigo Rogério Lopes, algures entre Julho e Agosto de 2014, depois de ter insistido que eu devia mesmo jogar isto pois tinha tudo aquilo que aprecio num videojogo. E assim fiquei fã desta pequena mas extremamente interessante saga.

28 de abril de 2017

Way of the Samurai

Badass Samurai!
Desenvolvido por: Acquire, Spike
Publicado por: Spike Co., Ltd. (JP), BAM! Entertainment (EUA), Eidos Interactive (EU)
Director: Kenji Nakanishi
Designer: Haruyuki Ohashi
Argumentista(s): Hiroaki Mirua, Shogo Sakamoto
Compositor: Noriyuki Asakura
Plataforma(s): PlayStation 2, PlayStation Portable
Lançamento: 07-02-2002 (JP), 31-05-2002 (EUA), 13-09-2002 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador, modo batalha para dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (124KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com função de vibração
Outros nomes: Samurai (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, com algumas marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o umas três vezes obtendo finais diferentes.

(Tempo da treta...)

Sem autocolantes feios!
Samurais e ninjas já são coisas bem conhecidas de quem é frequentador aqui deste meu espaço. E é normal de vez em quando lá aparecer mais um jogo que se enquadra numa destas duas temáticas que tanto aprecio desde miúdo. Embora nem todos os jogos sejam bons ou até mesmo recomendáveis, o certo é que têm características específicas, suficientemente boas (e que me chamaram à atenção de certa forma) para serem relatadas. É precisamente esse o caso do jogo que trago até aqui hoje, considerado por alguns como hidden gem ou underrated mas que a meu ver apenas está repleto de boas ideias mas mal concretizadas ou sub-aproveitadas em certos aspectos. Ainda assim não deixa de ser interessante. Este exemplar aterrou na colecção algures em 2013 tendo custado 5 euros, completo e em bom estado.

27 de abril de 2017

Lightning Returns - Final Fantasy XIII [Limited Edition Steelbook]

O bonito steelbook.
Desenvolvido por: Square Enix 1st Production Department
Publicado por: Square Enix
Director:Motomu Toriyama
Produtor: Yoshinori Kitase
Designer: Yuji Abe
Artista: Yami Kamikokuryo
Argumentista: Dasuke Watanabe
Compositor(es): Naoshi Mizuta, Mitsuto Suzuki, Masashi Hamauzu
Motor gráfico: Crystal Tools
Plataforma: PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 21-11-2013 (JP), 11-02-2014 (EUA), 14-02-2014 (EU)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (8336KB Mínimo), Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC adicional, Funcionalidades de rede
Estado: (In)Completo (Falta o manual original...)
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e penso que chega.

(Long time no see!)

Malditos autocolantes.
Uma das sagas mais queridas do vasto mundo dos videojogos é sem dúvida alguma Final Fantasy. Remontando aos anos 80, onde tudo começou, Final Fantasy deu origens a inúmeros jogos, numerados e não numerados, uns melhores que outros mas que acima de tudo mantêm um lugar no nosso imaginário. Com o decorrer dos anos, a qualidade dos mesmos jogos sofreu um pouco com a falta de novas ideias ou talvez ideias mal exploradas ou concebidas. O décimo terceiro capitulo marcou um ponto de viragem na série visto ter sido um dos piores de sempre em toda a história por diversos motivos (podem ler a análise já publicada anteriormente) mas tentou-se redimir com a sequela (também já aqui analisada). Contudo, esta sequela tem um final completamente aberto ou melhor, não tem final. E eis que surge o terceiro jogo dentro desta inesperada trilogia para assim completar as coisas, jogo esse que aqui apresento hoje. Este meu exemplar trata-se de ser a Limited Edition Steelbook, uma edição algo incomum, mesmo na altura em que saiu uma vez que não a vi à venda a não ser no local onde esta foi comprada (kudos para a minha maninha que me ofereceu o dito jogo). Embora fosse nova e selada, não incluía o manual original visto os tipos da Ecoplay terem-se olvidado de o voltar a colocar na caixa depois de terem aberto a mesma para incluírem a treta de um papel em português com instruções mínimas. Mesmo tendo contactado os senhores para os alertar do sucedido, não obtive resposta pelo que me resta esperar que apareça por aqui uma edição normal a um preço amigável (9.90€ já seria bom).

19 de abril de 2017

Jogalhões de Força - O 8º aniversário!

São 8 anos, não são infinitos!
Ainda parece que foi ontem que o JDF abria as suas portas ao mundo das internetes para assim mostrar a minha colecção, que desde então, cresceu um pouquinho mais mas sempre mantendo os meus padrões de qualidade (leia-se gostos pessoais pois aqui não entra qualquer jogo). Ao longo destes oito anos, muito foi escrito, mais ainda foi jogado e falta o resto que parece teimar em não aparecer pois a minha preguiça por vezes vence-me e as análises ficam em espera durante largos períodos de tempo (com tem sido o caso). Mas não se assustem, hão-de regressar assim que entender. O JDF também se expandiu; alargou-se ao Facebook para assim chegar a outros públicos mais ou menos interessados nestas matérias mas também acabou, invariavelmente, por chegar ao YouTube onde a coisa se resumiu praticamente a vídeos de aquisições (ainda que tenha outras ideias em mente). Contudo, após duas temporadas de vídeos, decidi dar por concluída essa etapa pois a meu ver os vídeos de aquisições deixaram de fazer sentido para mim (eu mesmo deixei de ter interesse em ver os de outrem e achei que não devia fazer mais). Para além do tempo que se demora em todo o processo, tempo esse que prefiro direccionar para outras coisas mais interessantes. No entanto, as ideias que tenho para futuros vídeos poderão vir a ser concretizadas se assim me der na mona mas não é algo com que devam contar. Devem contar é mesmo com a continuação aqui do blog pois escrever é bem mais fácil, rápido e ainda que nem todas as pessoas gostem de ler análises (pois preferem ver vídeos das mesmas), não vou dar por terminada esta demanda a menos que fique sem jogos para o fazer. E há que escrever para manter este tipo de análises, livres de pressões e outras jogadas, vivas e de boa saúde pois é para isso que o JDF foi criado!

Para o ano há mais, um bem haja a todos os leitores, seguidores e afins!

28 de fevereiro de 2017

Wario Land 4

Wario é um tipo bem parecido...
Desenvolvido por: Nintendo R&D1
Publicado por: Nintendo
Director: Hirofumi Matsuoka
Produtor: Takehiro Izushi
Artista(s): Yasuo Inoue, Sachiko Nakamichi
Compositor: Ryoji Yoshitomi
Plataforma(s): Game Boy Advance, 3DS Virtual Console (3DS Ambassador Program), WiiU Virtual Console
Lançamento: 21-08-2001 (JP), 17-11-2001 (EU), 19-11-2001 (EUA)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 64 megabit
Funcionalidades: Slots para gravação de progresso, 
Outros nomes: Wario Land Advance (ワリオランドアドバンス) (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, marcas de uso no manual, ligeira descoloração no topo da caixa
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal, tendo descoberto os segredos todos.

(Solinho, volta pois estás perdoado.)

Autocolantes feios e maus!
Wario é provavelmente o herói mais improvável de sempre. Desde o seu início de carreira em Super Mario Land 2, onde se apresentava como o vilão de serviço, esta personagem gananciosa sempre teve a sua piada e era vista como uma antítese do próprio Mario e de tudo o que o caracteriza. Contudo, após uma dolorosa derrota às mãos do canalizador favorito da malta, Wario teve a oportunidade de brilhar como herói no seu próprio jogo em busca de todos os tesouros possíveis e imagináveis para saciar a sua ganância. Assim surge a saga Wario Land que conta com diversos capítulos em diferentes plataformas. O jogo que trago até aqui hoje representa a quarta iteração de Wario na busca pelas riquezas, desta vez no Game Boy Advance, mostrando assim também o potencial desta pequena máquina. Este exemplar foi adquirido a um particular, fruto de um negócio no OLX por 13 euros, estando em bom estado e acima de tudo completo.

22 de fevereiro de 2017

Metal Gear Solid - Snake Eater 3D

Boa artwork, como sempre.
Desenvolvido por: Konami Computer Entertainment Japan, Kojima Productions, HexaDrive
Publicado por: Konami
Director: Hideo Kojima
Produtor: Hideo Kojima
Argumentista(s): Hideo Kojima, Tomokazu Fukushima, Shuyo Murata
Compositor(es): Harry Gregson-Williams, Norihiko Hibino
Plataforma(s): Nintendo 3DS, Nintendo eShop
Lançamento: 21-02-2012 (EUA), 08-03-2012 (EU/EUA) 
Género(s): Stealth, Acção
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo, Compatível com modo 3D, Compatível com Circle Pad Pro
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas hei-de revisitá-lo eventualmente.

(Quero calor, sol e praia...)

We got fun and games!
Solid Snake é provavelmente um dos nomes mais icónicos de sempre no que concerne a mundo dos videojogos. Automaticamente remete-nos para saudosas aventuras, espalhadas ao longo de várias décadas de jogos memoráveis e que ainda hoje se conseguem manter bastante actuais. E tendo em consideração que existem nas mais diversas plataformas, difícil é deixá-los passar ao lado a menos que não se goste mesmo do género (algo que pessoalmente acho impossível mas há pessoas com gostos muito estranhos). Bom, não vou falar de Solid Snake nem de nenhum jogo onde tenha entrado mas sim do seu progenitor, Naked Snake, protagonista num dos melhores jogos que esta saga tem para oferecer. Este exemplar chegou-me à colecção algures entre Maio e Junho de 2015 e foi fruto de um negócio com o meu amigo Francisco Lopes tendo a coisa ficado acertada por 10 euros.

21 de fevereiro de 2017

Donkey Kong Country Returns

Estas capas até não são feias.
Desenvolvido por: Retro Studios
Publicado por: Nintendo
Director: Bryan Walker
Produtor: Kensuke Tanabe
Designer(s): Kynan Pearson, Mike Wikan, Tom Ivey
Artista: Vince Joly
Compositor(es): Minako Hamano, Masaru Tajima, Shinji Ushiroda, Daisuke Matsuoka, Kenji Yamamoto
Plataforma(s): NintendoWii, New Nintendo 3DS, Nintendo WiiU (eShop)
Lançamento: 21-11-2010 (EUA), 03-12-2010 (EU), 09-12-2010 (JP)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Wii Optical Disc (8.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da consola
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e não penso voltar a pegar nele.

(Nunca mais é Verão...)

Informação pertinente.
Donkey Kong é provavelmente um dos nomes mais conhecidos no mundo dos videojogos a par de Super Mario, Pacman e outros tantos. E embora não tenha alcançado o nível de estrelato que o nosso canalizador preferido conseguiu, o certo é que teve o seu lugar de destaque em vários jogos desde o clássico dos anos 80 até às suas aventuras mais recentes. Não sendo sendo grande fã do jogo original até porque foi jogo que não joguei muito e só bem há pouco tempo com o lançamento da NES Classic Mini é que lhe pude dar mais atenção, joguei grande parte dos outros que foram saindo o que fez com que ganhasse um gostinho especial pelo macacão. Sem dúvida que a minha saga preferida é mesmo a que fez furor na SNES, saga essa que ainda hoje é bonita de se ver e jogar. Com base nesse robusto alicerce, a Nintendo decidiu revitalizar a série na Wii com uma nova aventura que vai buscar inspiração aos anteriores jogos mas que a meu ver não cumpriu como eu estava à espera. O exemplar que possuo foi adquirido algures em Maio de 2015, por cerca de 15 euros numa loja nacional já com um desconto em cima. Tive foi de optar pela versão Nintendo Selects mas não me aborreci muito com isso.

29 de janeiro de 2017

Xenoblade Chronicles

Excelente artwork!
Desenvolvido por: Monolith Soft, Nintendo SPD
Publicado por: Nintendo
Director(es): Koh Kojima, Genki Yokota
Produtor(es): Shingo Kawabata, Takao Nakano
Designer: Koh Kojima
Artista: Norihino Takami
Argumentista(s): Tetsuya Takahashi,Yuichiro Takeda, Yurie Hattori
Compositor(es): Manami Kiyota, Tomori Kudo, Hiroyo "CHiCO" Yamanaka, Kenji Hiramatsu, Yoko Shimomura, Yasunori Mitsuda
Plataforma(s): NintendoWii, New Nintendo 3DS, Nintendo WiiU (eShop)
Lançamento: 10-06-2010 (JP), 19-08-2011 (EU), 06-04-2012 (EUA)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Wii Optical Disc (8.4GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da consola, Compatível com Classic Controller
Outros nomes: ゼノブレイド que traduzido dá Xenoblade (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com mais de 150 horas de jogo.

(É Domingo...)

Sem autocolantes feios.
Em todas as gerações de consolas até agora têm aparecido jogos que se tornam clássicos, obras primas ou até mesmo hidden gems. Na Nintendo Wii, uma consola conhecida pelo seu conceito de consola familiar e user friendly, existem rios de shovelware e jogos menos adultos que obscurecem realmente os excelentes jogos que a máquina tem para oferecer. Mas para quem é entendedor nesta matéria, sabe o que procurar e onde procurar. Na realidade a Wii é provavelmente uma das consolas que mais me dá gosto coleccionar, a par da PS2, devido ao seu catálogo recheado de pérolas. E ainda que não seja tão vasto quanto o da PS2, o certo é que os jogos que tem valem por vários. O jogo que trago até aqui hoje, apesar de já contar com uma versão para a New Nintendo 3DS é provavelmente aquele que elejo como o melhor jogo na Wii, seja na sua categoria ou noutra qualquer. E tive a sorte, não... o milagre, de o conseguir num negócio no OLX (o último local onde iria encontrar) por 5 euros. Sim, leram bem, 5 euros. Usado mas literalmente novo pois deve ter saído tão rápido quanto entrou na consola. Isto foi algures em Julho de 2013.

28 de janeiro de 2017

The Legend of Zelda - Ocarina of Time 3D

As respectivas caixinhas.
Desenvolvido por: Grezzo, Nintendo EAD Tokyo
Publicado por: Nintendo
Director(es): Shun Moriya, Mikiharu Ooiwa, Hiroyuki Kuwata
Produtor(es): Eiji Aonuma, Takao Shimizu, Koichi Ishii
Compositor: Koji Kondo
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 16-06-2011 (JP), 17-06-2011 (EU), 19-06-2011 (EUA)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão de jogo (3 Slots), Compatível com modo 3D
Outros nomes: ゼルダの伝説 時のオカリナ 3D que se traduz em Zeruda no Densetsu: Toki no Okarina 3D (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Hoje até está uma temperatura agradável...)

E as traseiras das mesmas.
Numa época onde remakes, remasters e seus derivados fervilham em actividade constante, não seria de esperar eu trazer mais um até aqui ao meu espacinho. Curiosamente, eu evitei este até não poder mais pelo simples facto de já ter duas versões físicas do mesmo: uma na Nintendo64, ou seja, a original e outra na GameCube, uma re-release com extras. Até disse na altura do seu lançamento que era um erro estar a lançar o mesmo jogo com um makeover pois a consola à qual se destina, a Nintendo 3DS precisava de um jogo novo e não de um remake. Moral da história: engoli cada palavrinha que proferi sem pensar e foi uma lição. Nunca ignorem um remake, remaster ou uma simples re-release sem antes a terem analisado. Este exemplar foi-me oferecido pelo meu aniversário em 2015, graças à minha maninha que sabe bem que adoro estas coisas. A caixa da pre-order foi-me oferecida pelo grande Ricardo Mateus aka dark-vash, e inclui um poster double sided.

8 de janeiro de 2017

Resident Evil Revelations 2

Precisa de gotas para o olho.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Yasuhiro Anpo
Produtor: Michiteru Okabe
Designer: Kazunori Kadoi, Shinji Mikami
Argumentista: Dai Satou
Compositor(es): Kohta Suzuki, Ichiro Komoto, Nima Fakhrara
Motor gráfico: MT Framework
Plataforma: PlayStation 3, PlayStation Vita, PlayStation 4, Xbox360, Xbox One, PC
Lançamento: 18-03-2015 (EUA), 20-03-2015 (EU/JP) (Versão Física)
Género(s): Survival Horror, Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores (local), Raid Mode Co-Op para dois jogadores (local e online)
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (4952KB Mínimo), Compatível com Função de Vibração, Suporte HD 720p, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o em todas as dificuldades, todos os modos de jogo, tendo alcançado a platina.

(E estou de volta para mais um ano.)

Com autocolantes feios.
Para quem me conhece ou simplesmente costuma vir aqui ao blog ler umas coisitas, sabe bem que sou fã de Resident Evil e tento consumir tudo o que esta saga me proporciona. Ok, quase tudo, certas coisas prefiro nem saber da sua existência. E não será surpresa a análise de hoje ser a um dos jogos mais recentes desta já longa e aparentemente interminável saga. Depois do fracasso que foi Resident Evil 6 (eu até gostei do jogo, atenção), estava na altura de mudar de rumo ou simplesmente voltar Às origens, onde tudo começou. Ainda que tenhamos de esperar por isso mais uns dias (Resident Evil 7 está mesmo aí a chegar), o certo é que em 2015 foi lançado um jogo que veio acalentar os nossos desejos um pouco. Pelo menos os meus. Ainda que o jogo tenha sido lançado por episódios digitalmente, a Capcom teve a decência de no final lançar uma edição física com tudo incluído, mesmo os extras (tendo deixado algum DLC cosmético de fora). E foi essa edição que aterrou na colecção, uns dias depois do seu lançamento em Março de 2015 pelo preço a que estava (não me recordo se era €29.90 ou €39.90 mas era algo por aí).