17 de junho de 2013

Gunblade NY & L.A. Machine Guns: Arcade Hits Pack


Helicópteros estranhos.
Desenvolvido por: Sega
Publicado por: Sega
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 24-08-2010 (EUA), 27-08-2010 (EU)
Género: On-rail shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores, Time Attack para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com Wii Remote e Nunchuk e com o Wii Zapper, Compatível com os modos 50Hz/60Hz.
Estado: Completo.
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-os várias vezes e dão para jogar ad-eternum.

(Parece que o governo também nos tirou o Verão...)

Aquelas máquinas é que eram!
Nos anos 90 era muito comum a malta reunir-se e ir aos salões de jogos, quer fosse nos intervalos das aulas ou nos tempos mais folgados. E por entre as partidas de snooker e matraquilhos, estavam indubitavelmente as máquinas de jogos onde tanta moeda era gasta só para ver se conseguíamos chegar ao fim ou simplesmente para bater o recorde de pontuação de alguém que teve sorte. Os jogos, esses, eram variadíssimos desde os afamados Sega Rally e Sega Rally 2, até ao eterno The King of Fighters '97, sem descurar o viciante Puzzle Bobble. Mas há um género muito apreciado, em particular por mim, que também teve o seu auge nesta época: os on-rail shooter. Popularizado em grande parte pela série Virtua Cop, este género evoluiu para várias vertentes e deu origem a vários títulos sobejamente conhecidos pelos fãs de videojogos. Hoje trago até aqui não um mas dois de uma só vez sendo eles o excelente Gunblade NY e o menos conhecido L.A. Machineguns, a sequela espiritual do anterior. Estes fazem parte do Arcade Hits Pack, tendo este exemplar aterrado aqui na colecção algures em 2012, por cerca de 18 euros, comprado online, claro está.

27 de maio de 2013

Assassin's Creed: Revelations [Ottoman Edition]


As respectivas frentes.
Desenvolvido por: Ubisoft Montreal
Publicado por: Ubisoft
Director(es): Alexandre Amancio (Director Criativo)
Produtor: Martin Schelling
Designer: Alexandre Breault
Argumentista: Darby McDevitt
Compositor: Jesper Kyd, Lorne Balfe
Motor Gráfico: Anvil, Havok (Física)
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 15-11-2011 (EUA, EU), 01-12-2011 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Sandbox
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online para até oito jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação de 4.1GB no disco rígido, Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, DLC adicional, Compatível com 3D
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, completei todas as missões.

(Quase no Verão e nem sinal dele.)

E as respectivas... traseiras.
Tal como acontece muito com os filmes, os jogos também se desdobram em sequelas e prequelas dando origem tanto a boas como más experiências. Quando algo está bom, excelente até, não significa que se possa ou consiga fazer melhor após esse brilharete anterior e penso que o jogo que trago até aqui hoje ilustra isso na perfeição. A série Assassin's Creed, penso que, dispensa apresentações e é sem dúvida uma das mais conhecidas nos dias de hoje com uma certa influência no meio pois sempre que se apresenta um jogo novo, as reacções são diversas não deixando ninguém indiferente. Este meu exemplar foi adquirido algures em 2012, numa loja online por cerca de 25 euros, mais coisa menos coisa. Tratando-se da Ottoman Edition, para além do jogo, incluí ainda uma cópia digital do Assassin's Creed original bem como o DLC saído até à data.

26 de abril de 2013

Dishonored [Special Edition]



As respectivas caixinhas.
Desenvolvido por: Arkane Studios
Publicado por: Bethesda Softworks
Director(es): Raphaël Colantonio, Harvey Smith
Designer(s): Raphaël Colantonio, Harvey Smith, Ricardo Bare
Compositor(es): Daniel Licht
Motor Gráfico: Unreal Engine 3
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 09-10-2012 (EUA), 12-10-2012 (EU)
Género: Acção, Aventura, Stealth 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola, Instalação obrigatória no disco rígido da consola (5GB), Suporte HD 720p, Compatível com Função de Vibração, Funcionalidades de rede, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o três vezes, vi os dois finais, platina alcançada.

(Finalmente, bom tempo!)

E a respectiva traseira.
"Revenge solves everything". É esta a punchline de um dos melhores jogos desta geração de consolas que me passaram pelas mãos. Para quem não a reconhece trata-se de Dishonored, um título que possivelmente passou ao lado de alguns e que eu ignorei inocentemente durante algum (pouco) tempo, algo que aconteceu também com Deus Ex - Human Revolution. Felizmente já estou a tratar desse também (excelente, por sinal). Mas isto é perfeitamente normal dado o volume de jogos que quero jogar e que vão saindo uns atrás dos outros, fazendo com que por vezes perca o fio à meada. Este exemplar de Dishonored que adquiri em Janeiro deste ano, na GAME.co.uk, custou cerca de 30 euros e comporta ainda o subtítulo "Special Edition". Isto porque vem numa caixa de cartão e traz um baralho de cartas, sendo algumas destas de Tarot, próprias para se jogar o Game of Nancy, até seis jogadores. As instruções para o mesmo também estão incluídas.

19 de abril de 2013

Jogalhões de Força - O 4º aniversário!

Este ano é de chocolate, porque sim.
Eis que passa mais um ano e o Jogalhões de Força celebra assim o seu 4º aniversário, sempre recheado de bons jogos e com muitos ainda a caminho. Sim, porque isto é um sem fim de jogatana e os mesmos estão sempre a chegar, sejam eles novos ou até mesmo antigos visto ainda querer muitos clássicos que me passaram ao lado ou que tive e deixei de ter por alguma razão. O importante é que a colecção cresceu substancialmente e acima de tudo a afluência aqui ao sítio tem vindo a corresponder, ainda que isto seja apenas um passatempo e um one man job. Mas é sempre gratificante ter feedback, por pouco que seja, e partilhar assim não só o conhecimento de causa mas também as experiências, ajudando assim o próximo. Não sendo apenas um sítio para mostrar a colecção ao mundo, é também um sítio para diálogo, troca de ideias e quem sabe, fonte de inspiração para outros tantos projectos. E cá continuaremos para o ano que vem, se possível, sempre com a vossa presença!

5 de abril de 2013

Resident Evil: The Mercenaries 3D


Já se viram capas melhores...
Desenvolvido por: Capcom, Tose
Publicado por: Nintendo
Director: Kazuhisa Inoue
Produtor: Masachika Kawata
Motor gráfico: MT Framework Mobile
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 02-06-2011 (JP), 28-06-2011 (EUA), 01-07-2011 (EU)
Género: Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo Missions para um ou dois jogadores (local ou online)
Media: Cartão de jogo com 1GB
Funcionalidades: Gravação de progresso permanentemente no cartão de jogo, Modo de jogo local e online
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, fiz as missões todas pelo menos uma vez com rank S utilizando as diversas personagens. Ainda o jogo de vez em quando.

(Hoje não vou fazer comentários acerca do tempo.)

Já se viram traseiras melhores.
As consolas portáteis sempre albergaram jogos interessantes, muitos deles impensáveis noutras plataformas. Mas também têm um bom número de jogos que se traduzem em versões tidas como inferiores de jogos existentes nas plataformas superiores, embora isto não queira dizer que sejam piores. É apenas uma maneira de colocar as coisas. Desde spin-offs, a sequelas ou até mesmo a versões reduzidas, o certo é que há quase de tudo para todos os gostos. O jogo que trago até aqui hoje é um exemplo de como um modo extra dentro de um jogo bem conhecido, bem misturadinho e afinado se torna num jogo portátil e bem viciante. O exemplar em questão foi adquirido na Worten do Almada Fórum, algures no início deste ano por cerca de 13 euros.

3 de abril de 2013

Bayonetta


Posição sugestiva...
Desenvolvido por: Platinum Games (Team Little Devils), Nex Entertainment (PS3)
Publicado por: Sega
Director: Hideki Kamiya
Produtor: Yusuke Hashimoto
Designer(s): Hiroshi Shibata, Masaaki Yamada
Artista: Mari Shimazaki (char design)
Compositor(es): Hiroshi Yamaguchi, Masami Ueda, Erina Niwa, Takayasu Sodeoka, Naoto Tanaka, Rei Kondoh, Norihiko Hibino, Takahiro Izutani, Yoshitaka Suzuki, Hiroshi Kawaguchi, Mitsuharu Fukuyama
Motor Gráfico: Platinum Engine
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 29-10-2009 (JP), 05-01-2010 (EUA), 08-01-2010 (EU)
Género: Acção, Hack 'n Slash, Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola (561KB mínimo), Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, Compatível com Função de Vibração, Leaderboards online
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal, segunda ronda em Hard em progresso a longo prazo.

(Estou farto deste tempo...)

Autocolantes... blergh!
Ports ou conversões, se assim preferirem, é algo muito comum neste mundo dos videojogos desde sempre. Ainda era miúdo e esta coisa já existia trazendo até casa os jogos que faziam furor nas arcadas ou até mesmo outros que só existiam em determinadas plataformas como por exemplo os PC's. Hoje em dia continua-se a apostar nesta prática, por vezes com bons resultados mas também com alguns mauzinhos. Actualmente a prática não é converter jogos de arcada mas sim jogos de outros sistemas o que por vezes acarreta complicações devido à arquitectura dos mesmos. O jogo que trago hoje até aqui ao meu humilde espaço é um bom exemplo disto que acabei de referir. Este exemplar foi adquirido no Jumbo do Almada Fórum, algures em 2012 por €9.90, um preço bem simpático e amigo da carteira.

22 de março de 2013

Singularity


Cover art simples mas eficaz.
Desenvolvido por: Raven Software
Publicado por: Activision
Compositor(es): Charlie Clouser, Michael Wandmacher
Motor Gráfico: Unreal Engine 3
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 25-06-2010 (EU), 29-06-2010 (EUA)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online para até 12 jogadores.
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola (8MB mínimo), Suporte HD 720p, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas vi os três finais.

(Diz-se por aí que a Primavera já chegou mas parece que ainda não chegou aqui...)

Tinha autocolantes mas saltaram todos!
FPS. O mercado está atafulhado de jogos deste género, uns bons, uns maus, uns assim-assim e outros horríveis. Mas parece que a tendência actual é mesmo essa e não é algo que se prenda ao género mas sim à ganância de fazer dinheiro e à concorrência entre empresas que editam e publicam jogos. Não quero com isto dizer que o jogo que trago até aqui hoje é mau, longe disso mas foi mais uma forma de começar o post. O jogo em questão chegou até à minha colecção em 2012, mais concretamente em Dezembro e custou algo como €9.90, no Jumbo do Almada Fórum.

6 de março de 2013

Resident Evil Archives: Resident Evil Zero


Arquivos, dizem eles.
Desenvolvido por: Capcom Production Studio 3
Publicado por: Capcom
Director: Koji Oda
Produtor: Tatsuya Minami
Argumentista(s): Noboru Sugimura, Hiromichi Nakamoto, Junichi Miyashita
Compositor: Seiko Kobuchi
Plataforma(s): Nintendo Wii, Nintendo GameCube
Lançamento: 10-07-2008 (JP), 01-12-2009 (EUA), 22-01-2010 (EU)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Vários slots para gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com Wii Remote e Nunchuk, Classic Controller e Nintendo GameCube Controller
Outros nomes: Biohazard 0 (バイオハザード0) (JP)
Estado: Completo.
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez e futuramente quem sabe se não dou mais uma volta.

(Verão, já chegavas!)

Autocolantes, ergh!
Nos tempos que correm, é bastante comum saírem reedições de jogos antigos, sobretudo aqueles que tiveram os seus momentos de glória bem como até os que passaram despercebidos. É uma prática que pode ser vista tanto com bons olhos ou com com desagrado. E percebe-se porquê. Por um lado, é uma oportunidade de mais pessoas poderem ter acesso a um jogo mas por outro poderá ser uma espécie de ofensa para quem comprou a versão original, provavelmente muito mais cara e sem os extras ou visuais com lifting HD. Seja como for, eu sou daquelas pessoas que tem o péssimo hábito de começar por comprar o original e mais tarde, se for mesmo daqueles jogos que gostei ou sigo a saga há anos, volto a investir numa nova versão. Sei no que poderão estar a pensar mas quem manda aqui sou eu. Bom, no caso de hoje, o jogo em questão foi adquirido em Dezembro de 2012, por cerca de 15 euros no Jumbo do Almada Fórum. Bem mais barato do que a versão original que adquiri há uns anos atrás.

4 de março de 2013

Call of Duty: Black Ops II


Mais um tipo mauzão na capa.
Desenvolvido por: Treyarch
Publicado por: Activision
Argumentista(s): David S. Goyer
Compositor(es): Jack Wall, Trent Reznor (tema principal)
Motor Gráfico: Black Ops II Engine
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC, WiiU
Lançamento: 13-11-2012 (Mundial), Versão de WiiU saiu mais tarde
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Zombies Co-Op para um ou dois jogadores online ou local, Multiplayer online para até 18 jogadores (com 2 em splitscreen), Multiplayer local em splitscreen para até 4 jogadores com bots controlados pelo jogo.
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido da consola (8MB mínimo), Suporte HD 720p, 1080i e 1080p, Compatível com Função de Vibração, DLC de mapas adicionais.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes em Normal e Veteran. Passei pouco tempo no multiplayer tanto online como offline pois o jogo tem tendência para crashar.

(Esta chuva já se ia embora de vez!)

Texto? Isso é para meninos...
Com a crescente evolução dos videojogos, assistimos a um constante bombardeamento de títulos que se repetem anualmente como se de uma procissão se tratasse. Alguns até escapam mas outros já começam a entrar na fase de declínio onde alguém devia levantar-se dizer: "Já chega! Tentaram mas já farta.". Obviamente isto não acontece e o hype train continua a bombar freneticamente parando em todas as estações, sejam elas a da internet ou a dos amigos no café. Mas este comboio vicioso, nem sempre nos traz boas surpresas, ou em última instância, não nos corresponde inteiramente. O jogo que trago até aqui hoje é um claro exemplo disto tudo que referi acima. Este exemplar foi-me oferecido no Natal de 2012, como parece já vir a ser tradição visto ser de lançamento anual.

23 de fevereiro de 2013

Pandora's Tower [Limited Edition]



Caixas diferentes, artwork diferente.
Desenvolvido por: Ganbarion, Nintendo
Publicado por: Nintendo, Xseed Games (EUA)
Director: Toru Haga
Plataforma: Nintendo Wii
Lançamento: 26-05-2011 (JP), 13-04-2012 (EU), 26-03-2013 (EUA)
Género: Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Vários slots para gravação de progresso na memória interna da Wii, Compatível com Wii Remote e Nunchuk e Classic Controller
Outros nomes: Pandora's Tower - Until I Return to Your Side (パンドラの塔 君のもとへ帰るまで Pandora no Tō - Kimi no Moto e Kaeru Made) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com o melhor final possível.

(Quero calor... ;_; )

Atrás não é das mais bonitas.
Quem anda nesta coisa das jogatanas sabe certamente o significado da expressão hidden gem e como existem inúmeras espalhadas pelos mais diversos sistemas. Por norma são jogos que tiveram pouca visibilidade por vários motivos, fossem eles marketing ou até mesmo um nome ou capa pouco apelativos. O certo é que quando se descobrem estes jogos, já é tarde demais e o seu sucesso passa a ser algo inalcançável. É deste modo que ganham o reconhecimento de um nicho de fãs e passam ao estatuto de hidden gem, ganhando, por vezes, também algum valor histórico e até monetário. No caso do jogo que trago até aqui hoje, diria que foi daqueles que me estava a passar ao lado a alta velocidade, não fosse ter achado esta Limited Edition a cerca de 20 euros na Amazon. Os seus conteúdos, para além do jogo, incluem um lindíssimo steelbook e um pequeno artbook não só com imagens e concept art mas também um pouco de lore acerca deste universo.

13 de fevereiro de 2013

Lollipop Chainsaw


Capa sugestiva.
Desenvolvido por: Grasshopper Manufacture
Publicado por: Kadokawa Games, Warner Bros. Interactive Entertainment
Director: Ikeda Tomo
Produtor: Goichi Suda
Artista: NekoshoguN
Argumentista: James Gunn
Compositor(es): Akira Yamaoka, Jimmy Urine
Motor gráfico: Unreal Engine 3
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox 360
Lançamento: 12-06-2012 (EUA), 14-06-2012 (JP), 15-06-2012 (EU)
Género: Acção, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (7MB minímo), Compatível com Função de Vibração, HD 720p, Leaderboards online
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, tudo feito e desbloqueado. Platina alcançada.

(Erros no texto? É favor reportar!)

Zombies suck... indeed!
Quem é leitor/visitante assíduo do blog, já deu de caras com algumas das obras de Goichi Suda, também conhecido por Suda51. Como sabem, ou deveriam saber, este senhor tem tendência a fazer jogos estranhos, completamente descabidos mas acima de tudo divertidos e que ficam na memória de quem os joga. E também já é do conhecimento geral, que quando se junta com outros senhores do meio, saem coisas no mínimo interessantes. Pois, desta vez Goichi Suda juntou-se a James Gunn, uma figura obscura do cinema americano para nos trazer mais uma daquelas trips que só ele consegue. O resultado é o que se segue abaixo. Mas vamos a factos, este exemplar foi adquirido na Amazon, por cerca de 15 euros em Novembro de 2012.

1 de fevereiro de 2013

Resident Evil 6 [Steelbook]


Zombie na capa!
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Eiichiro Sasaki
Produtor(es): Jun Takeuchi, Yoshiaki Hirabayashi
Artista: Soji Seta
Argumentista: Shotaro Suga
Motor gráfico: MT Framework
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox 360, PC
Lançamento: 02-10-2012 (EUA/EU), 04-10-2012 (JP)
Género: Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores em co-op local/online, Modo multiplayer co-op/online para entre dois a quatro jogadores.
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, DLC adicional
Outros nomes: Biohazard 6 (バイオハザード6) (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o várias vezes nas diversas dificuldades e ainda experimentei um bocado o modo online. Platina alcançada.

(Estou farto deste frio! Ah, e qualquer erro no texto, comuniquem pois não me apeteceu fazer revisão.)

No hope left... depende.
No post anterior, dizia eu que o género Survival Horror andava pelas ruas da amargura e de facto, alguns dos jogos que popularizaram esse género, deixaram de o fazer. Talvez seja pela evolução dos tempos ou pela falta de novas ideias, mas o certo é que essas sagas continuam a perdurar ainda que tenham deixado de ser fieis às suas raízes. Não é muito difícil de perceber que me refiro a Resident Evil. Desde o seu quarto capítulo, o panorama tem vindo a alterar-se de tal modo que actualmente tem um nova identidade. E se isto para uns é mau, para outros é bom, sem que no meio exista um nicho que nem acha bem nem acha mal, apenas se contenta com a mudança sem grandes manifestações. Pessoalmente acho que me insiro neste último quadro mas já vamos esmiuçar isso. Este exemplar trata-se de uma edição em steelbook cujo conteúdo é exactamente o mesmo da edição normal. É só mesmo porque uma caixa metálica é mais bonita que uma de plástico e fiz questão por ser esta saga. Foi adquirido online, em Novembro de 2012 tendo ficado por cerca de 30 e poucos euros.

26 de janeiro de 2013

Silent Hill: Shattered Memories


Creepy cover!
Desenvolvido por: Climax Studios
Publicado por: Konami Digital Entertainment
Director: Mark Simmons
Produtor: Tomm Hulett
Designer(s): Sam Barlow, Robert McLachlan, Mark Diggles, Sam Gage
Argumentista: Sam Barlow
Compositor: Akira Yamaoka
Plataforma(s): PlayStation Portable, PlayStation 2, Nintendo Wii
Lançamento: PS2/PSP - 19-01-2010 (EUA), 26-02-2010 (EU), 25-03-2010 (JP)
Género: Survival Horror
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (288KB minímo)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, futuramente sou capaz de o jogar novamente para obter um final diferente.

(Fevereiro está quase aí e muito jogo bom virá!)

O aviso é bem explícito.
O género Survival Horror é um dos meus favoritos de sempre. Penso que não há muitas dúvidas relativamente a isso, para quem é leitor/seguidor assíduo do blog. Mas como é do conhecimento de todos, este género tem andado um pouco pelas ruas da amargura, embora ainda saiam alguns títulos bastante bons para o manter vivo. Mas dentro deste género existe um subgénero particularmente interessante onde o objectivo não é apenas sobreviver mas sim fazê-lo sem hipótese de recorrer a armas e outros objectos para defesa pessoal. É este que me fascina particularmente e o jogo de hoje encaixa perfeitamente nesta descrição. Este exemplar foi adquirido na Amazon por cerca de 8 euros, mais cêntimo, menos cêntimo, algures em 2012.

20 de janeiro de 2013

DooM³ [BFG Edition]


Sleeve em cartão fica sempre bem!
Desenvolvido por: id Software, Splash Damage (Multiplayer)
Publicado por: Bethesda Softworks
Director: Tim Willits
Designer: Tim Willits
Programador(es): John Carmack, Robert A. Duffy
Artista(s): Adam Carmack, Kevin Cloud
Argumentista: Matthew J. Costello
Compositor: Chris Vrenna, Clint Walsh
Motor Gráfico: id Tech 4 (modificado)
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360, PC
Lançamento: 16-10-2012 (EUA), 19-10-2012 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online (2-4 jogadores)
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (10MB mínimo), HD 720p, 1080i e 1080p, Compatível com 3D, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez, incluindo as expansões e os jogos antigos. Segunda ronda em progresso a longo prazo.

(Inverno, como te detesto!)

E brilha! Mas na foto não se nota.
Clássico. Uma palavra utilizada de forma comum para descrever certos e determinados jogos que alcançaram um estatuto que muitos outros almejaram mas decididamente falharam em conseguir. E existem imensos com este título, que se destacam uns dos outros por diversos motivos, e claro, géneros. Desde plataformas a RPG's, passando pela acção e pelos puzzles, sem deixar de culminar nos FPS que é um dos géneros mais famosos de sempre neste universo da jogatana. O clássico que trago até aqui hoje, não é apenas um mas sim três. Três clássicos todos juntos numa única edição para que não se perca pitada. Mas valerá a pena? Já lá vamos. Este exemplar chegou-me à colecção em Outubro de 2012 tendo sido adquirido na Zavvi por cerca de 30 euros, no seu lançamento.

14 de janeiro de 2013

NES Classics: Super Mario Bros.


Repro da caixa original.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Shigeru Miyamoto, Takashi Tezuka
Compositor: Koji Kondo
Plataforma(s): Nintendo Entertainment System, Family Computer Disk System, Super Famicom/Super Nintendo Entertainment System, Game Boy Color, Game Boy Advance, Virtual Console
Lançamento: Versão GBA - 24-02-2004 (JP), 02-06-2004 (EUA), 09-07-2004 (EU)
Género: Plataformas 2D
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 1-megabit
Estado: Incompleto (sem caixa nem manual)
Condição: Excelente
Viciómetro: Esta versão terminei uma vez apenas.

(Mais uma tarde fria de Inverno.)

Parte traseira a condizer.
Mais um dia, mais uma ronda de Jogalhões Flash. Hoje toca a vez a um jogo que é mais conhecido que o Papa, o presidente dos Estados Unidos e o imperador Dantius Palpatine, juntos no topo da torre Eiffel. Refiro-me a Super Mario Bros., ou mais concretamente esta versão que dá pelo pomposo nome NES Classics - Super Mario Bros. e que é exactamente a mesmíssima coisa que já vimos anteriormente. Agradeço desde já ao meu amigo Marco Fernandes, pois foi ele que cedeu este exemplar para a minha colecção, tal como o SMA4 do post anterior. Para grande pena minha (e dele provavelmente), o jogo vinha incompleto mas o cartucho está em bom estado tendo sido outro dos jogos que vinha a acompanhar o GBA no negócio do OLX.

13 de janeiro de 2013

Super Mario Advance 4: Super Mario Bros. 3


Repro da caixa original.
Desenvolvido por: Nintendo EAD
Publicado por: Nintendo
Designer: Shigeru Miyamoto
Plataforma: Game Boy Advance
Lançamento: 11-07-2003 (JP), 17-10-2003 (EU), 23-10-2003 (EUA)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer para até 4 jogadores
Media: Cartucho de 32-megabit
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartucho
Estado: Incompleto (sem caixa nem manual)
Condição: Excelente
Viciómetro: Acabei-o uma vez e daqui a uns tempos volto à carga.

(Quero sol e calor.)

E a parte de trás.
Hoje, só assim para variar um bocado é dia de Jogalhões Flash, aquela pequena rubrica onde trago um jogo que já analisei uma ou mais vezes noutras plataformas e faço apenas uma breve análise a outra versão. Coube a vez a Super Mario Advance 4: Super Mario Bros. 3, um jogo que desde já dispensa apresentações mas que nesta versão para Game Boy Advance inclui algumas diferenças, upgrades e até melhorias. Este exemplar foi-me cedido por um amigo que o arranjou num negócio no OLX juntamente com um GBA e mais uns jogos para o dito. Só é pena não estar completo mas por agora serve para o efeito.

3 de janeiro de 2013

Kung-Fu Master


Capas à anos 90...
Desenvolvido por: Irem
Publicado por: Nintendo
Plataforma(s): Game Boy , Nintendo Entertainment System e muitos mais
Lançamento: 11-12-1990 (JP), Fevereiro de 1991 (EUA), Algures em 1991 (EU)
Género: Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Cartucho de 0.27-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Outros nomes: Spartan X (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa, a caixa tem algumas marcas de utilização
Viciómetro: Joguei-o vezes sem conta e ainda lhe dou uns toques.

(Mais um ano, mais jogos!)

Aquele autocolante feio devia sair!
Bom, antes de mais quero começar por desejar um bom ano a todos os leitores e seguidores do blog, e que este ano de 2013 vos traga tudo de bom, especialmente no que toca a jogatina pois suspeito que vamos ter boas surpresas. Mas por agora vamos ao que interessa. Corria o saudoso ano de 1992, onde o tempo se dividia entre a escola, a brincadeira e claro a jogatana, quando o jogo que trago até aqui hoje me chegou às mãos. Infelizmente não era oferecido, muito menos comprado por mim mas sim emprestado por um amigo. Escusado será dizer que o joguei até à exaustão até o devolver e nunca mais saber dele. Os anos passaram e foi preciso chegar a 2012 para o comprar, em segunda mão mas em muito bom estado, no eBay por cerca de 17 euros. Valeu cada cêntimo, nem que seja pelo seu valor nostálgico.

27 de dezembro de 2012

Assassin's Creed: Bloodlines


Capa simples e eficaz.
Desenvolvido por: Ubisoft Montreal, Griptonite Games
Plataforma: PlayStation Portable
Lançamento: 17-11-2009 (EUA), 20-11-2009 (EU), 23-12-2009 (JP)
Género: Acção, Aventura, Open World, Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Universal Media Disc (1.5GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Stick (576KB mínimo), Conectividade com Assassin's Creed II na PS3
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez a 100%.


(Esta é a última análise de 2012!)

Atrás, same thing.
Já todos conhecemos a saga Assassin's Creed que há bem pouco tempo começou (2007 portanto) e já se espalhou por toda a parte, desde a PS3/Xbox360, PC, passando pelas portáteis e até mesmo telemóveis e tablets, não dispensando um ou outro livro baseado nisto tudo e também algumas short stories sob a forma de curtas metragens ou animação. Isto é o mesmo que dizer que só não conhece Assassin's Creed quem não quer ou não se interessa por videojogos. Este meu exemplar foi adquirido algures em Outubro, na Fnac do Almada Fórum e custou 7 euros. Na GAME era o mesmo preço mas usado... go figure.

19 de dezembro de 2012

Sorcery


Já vi capas melhores.
Desenvolvido por: The Workshop, SCE Santa Monica Studio
Publicado por: Sony Computer Entertainment
Motor gráfico: Unreal Engine 3 
Plataforma: PlayStation 3
Lançamento: 22-05-2012 (EUA), 23-05-2012 (EU), 14-06-2012 (JP) 
Género: Acção, Aventura 
Modos de jogo: Modo história para um jogador 
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB) 
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (1.9GB), Gravação de progresso no disco rígido, Necessário Comando PlayStation Move e Navigation Controller/DualShock3, Compatível com Função de Vibração, HD 720p
Estado: Completo 
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o duas vezes e chega pois já está platinado.

(Mais uma vez deixo o apelo, Verão volta!)

Está nas mãos e não só!
Com o advento da Nintendo Wii, os motion controls ganharam um espaço muito importante neste mundo dos videojogos tal como o conhecemos. Alguns conseguiram verdadeiras proezas, outros verdadeiros desastres mas o facto é que vieram para ficar. Pessoalmente, prefiro o método tradicional sem grandes movimentações a não ser quando me exalto e desato a disparatar com a televisão, com o comando e até comigo mesmo. No entanto, já vários jogos com motion controls me passaram pelas mãos e alguns deles mudaram ligeiramente a minha opinião sobre esta matéria. O exemplar que trago até aqui hoje, embora não tenha sido um deles, serve muito bem para ilustrar este quadro. Chegou até à minha colecção porque vinha no bundle da PS3 que adquiri depois da minha quarta consola phat ter morrido. Foi mais para ter um comando Move extra e um Navigation Controller, coisas que dão sempre jeito para rail shooters a dois.

8 de dezembro de 2012

Gungrave Overdose


A capa do primeiro era melhor.
Desenvolvido por: Ikusabune Co., Ltd.
Publicado por: Red Entertainment (JP), Mastiff (EUA), Play It (EU)
Designer: Yasuhiro Nightow
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 04-03-2044 (JP), 15-09-2004 (EUA), 07-10-2005 (EU)
Género: Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (79KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração
Estado: Completo
Condição: Razoável, o suporte do DVD está ligeiramente partido, algumas marcas de uso
Viciómetro: Acabei-o uma vez e o masoquismo ficou-se por aí.

(Verão volta, estás perdoado!)

Em Franciú.
Corria o longínquo ano de 2003, quando me aterrou nas mãos um jogo que dava pelo nome de Gungrave. Traduzindo, um festim de tiros e destruição, ao longo de seis níveis onde o objectivo era somente vingança. Ora, mais do que suficiente para me convencer e preencher aquelas alturas onde não me apetece muito dar uso aos neurónios para resolver charadas ou seguir tramas densas e complexas. Após a experiência, queria mais e melhor, algo que para minha surpresa foi anunciado em 2004 mas só em 2005 viria a ser publicado na Europa. Deixei o tempo passar, fui jogando outras coisas, vi a série de animação japonesa que antecedia aos eventos do primeiro jogo e só agora em 2012 é que calhou a sequela do original chegar até mim. Um exemplar usado, pois novo é difícil encontrar, sobretudo a um preço decente, com a caixa e manual em Francês e oriundo do eBay pela quantia de 15 euros. Não foi o melhor negócio do mundo mas pouco ou nada interessa.

4 de dezembro de 2012

Yakuza: Dead Souls


Nice artwork!
Desenvolvido por: Sega 
Publicado por: Sega
Produtor: Toshihiro Nagoshi
Plataforma: PlayStation 3
Lançamento: 09-06-2011 (JP), 13-03-2012 (EUA), 16-03-2012 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (5GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock3, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede
Outros nomes: 龍が如く OF THE END  ou algo como "Like a Dragon Of the End" (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez em Normal, com cerca de 50 e muitas horas de jogos e maioria das coisas feitas, o que inclui side quests, mini-jogos e afins.

(Frio e chuva, coisas que não combinam comigo.)

Está-lhes mesmo no sangue!
Há jogos que nos passam ao lado. Com a quantidade de oferta que temos hoje em dia, torna-se complicado jogar tudo aquilo que gostamos ou que nos possa parecer merecedor da nossa atenção. No meu caso, a saga Yakuza é uma das negligenciadas pois apesar de gostar do conceito nunca me agarrei a ela como deve ser. Isto até ao momento em que meteram lá zombies e aí a minha atenção voltou-se quase que de imediato para a mesma. É estranho mas é verdade, se tiver zombies eu vou investigar. E é assim que me iniciei nesta saga, descobrindo que os zombies são apenas a cobertura para algo com muito mais gosto lá bem no meio. O jogo em questão foi adquirido na Zavvi,, algures este Verão por cerca de 12 euros.

10 de novembro de 2012

Ninja Gaiden 3 [Collector's Edition]


As respectivas frentes.
Desenvolvido por: Team Ninja 
Publicado por: Tecmo Koei
Director: Fumihiko Yasuda, Yosuke Hayashi
Argumentista: Masato Kato
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 20-03-2012 (EUA), 22-03-2012 (EU/JP)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo Multiplayer entre 2 a 8 jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (6MB), Compatível com função de vibração do DualShock3, HD 720p, Compatível com PlayStation Move, DLC adicional
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o duas vezes, em Normal e Hard, algumas horas em Co-Op online.

(Qualquer erro ou irregularidade na escrita que detectem, é favor contactar para se proceder à correcção. Seja neste post ou em qualquer outro.)

E as respectivas traseiras.
Se neste momento fosse pequenino e me perguntassem o que queria ser a minha resposta era muito curta e simples: ninja! Depois do riso seguir-se-ia a pergunta seguinte: mas porquê? A resposta seria um pouco mais comprida mas simples na mesma: são rápidos, são ágeis, são fortes, são mortais e andam por todo o lado. Ah, além disso dão cabo de tudo o que se atravesse à sua frente, seja animal ou máquina. E também são fixes! Perante uma resposta destas, obviamente a pessoa em questão, poderia tentar extrair algo mais concreto e concretizável: então e agora a sério, já pensaste em ser advogado ou político? Ao ouvir isto, depois de me rir diria: claro que não, quero ser ninja para dar cabo desses gajos que são os verdadeiros maus! E com isto trago hoje aqui mais um jogo com ninjas, maus e essas coisas todas. Trata-se de uma Collector's Edition que alberga não só o jogo mas também duas estatuetas bastante detalhadas das personagens principais, com direito a um diorama, um artbook não só com arte do jogo mas também com foco na história e nas personagens, um CD com a banda sonora e ainda um voucher com um código DLC da demo da versão Alpha de Dead or Alive 5. Tudo isto por cerca de 49 euros na Amazon.

25 de outubro de 2012

Asura's Wrath

Bonita artwork!
Desenvolvido por: Cyber Connect 2 
Publicado por: Capcom 
Director: Seiji Shimoda 
Produtor: Kazuhiro Tsuchiya 
Compositor: Kaoru Wada 
Motor gráfico: Unreal Engine 3 
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox 360 
Lançamento: 21-02-2012 (EUA), 23-02-2012 (JP), 24-02-2012 (EU) 
Género: Acção, Beat 'em up, Rail Shooter 
Modos de jogo: Modo história para um jogador 
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB) 
Funcionalidades: Instalação no disco rígido (1.1GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com Função de Vibração, HD 720p, DLC adicional 
Estado: Completo 
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas ainda hei-de lá voltar futuramente. 

(Chuva... bleh!)


Em todas as gerações de consolas surge de vez em quando um título que nos surpreende de tal forma que é difícil descrevê-lo. Talvez pela originalidade, ou talvez pela sua dose de loucura, o certo é que dá que falar pelos mais diversos motivos. Até hoje há pelo menos um ou dois em cada plataforma que me passou pelas mãos e, como não podia deixar de ser, chega agora a vez da PlayStation 3 ter um desses jogos. Este meu exemplar foi adquirido algures em Setembro, na GAME do Almada Fórum por cerca de 20 euros. Novo claro, fazendo uso de uns descontos acumulados.

14 de outubro de 2012

StarFox 64 3D


Uma capa bastante azul.
Desenvolvido por: Nintendo EAD, Q-Games
Publicado por: Nintendo
Compositor(es): Koji Kondo, Hajime Wakai, Satomi Terui
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: Físico - 14-07-2011 (JP), 09-09-2011 (EUA/EU), Digital - 04-10-2012 (EU), 18-10-2012 (EUA), 01-11-2012 (JP)
Género(s): Shoot 'em up, Rail-shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer Vs. até quatro jogadores.
Media: Cartão de jogo com 4GB
Funcionalidades: Multiplayer Single Card Play
Outros nomes: (スターフォックス64 3D Sutā Fokkusu Rokujūyon Surīdī)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes nos dois modos de jogo e experimentei o multiplayer duas vezes.

(Nada a declarar, excepto um jogo novo no GameBoy!)

Pelo menos já não leva autocolantes!
Depois de ter inventado um gorila teimoso, um canalizador destemido e um elfo heróico, Shigeru Miyamoto parecia não ter mais nada por onde puxar nos confins da sua aparentemente ilimitada imaginação. Contudo, e para não nos deixar de surpreender, lá arranjou mais uma personagem para adicionar a este espólio. Surgida por via das suas vivências, nomeadamente inspirada num santuário de um Deus raposa (isto só mesmo no Japão) e no seu gosto pela série Thunderbirds, eis que Fox McCloud e a sua equipa StarFox, fazem a sua estreia. E com isto surgiram também uma série de jogos ao longo destes anos todos, mas o que trago aqui hoje é um remake do conhecido jogo de N64. Este exemplar ficou-me por cerca de 20 euros no Jumbo do Almada Fórum. Ou se enganaram a marcar o preço ou tinham muitos em stock. O certo é que agora não há lá nenhum.

6 de outubro de 2012

Resident Evil: Operation Raccoon City



Free DLC, dizem eles...
Desenvolvido por: Slant Six Games, Capcom
Publicado por: Capcom
Director: Adam Bullied
Produtor: Masachika Kawata
Compositor: Shusaku Uchiyama
Motor gráfico: Hexane Engine
Plataforma(s): PlayStation 3, Xbox 360, PC
Lançamento: 20-03-2012 (EUA), 23-03-2012 (EU), 26-04-2012 (JP)
Género: Third Person Shooter
Modos de jogo: Modo campanha offline para um jogador e online co-op para até 4 jogadores, modos multiplayer para até 8 jogadores.
Media: Blu-Ray Dual Layer (50GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no disco rígido (7.2MB), Compatível com Função de Vibração, HD 720p, DLC adicional
Outros nomes: Biohazard - Operation Raccoon City (バイオハザード オペレーション・ラクーンシティ)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Joguei-o muitas horas, acabei-o umas quatro vezes evoluindo todas as personagens, armas e afins.

(Outono... bleh!)

Autocolantes, long time no see.
Remakes, reboots e spin-offs, tudo palavrões que são comuns no imaginário dos gamers actuais. Também denotam um bocado de falta de imaginação para alguns. Mas no meio disto tudo, damos sempre as boas vindas (ou tentamos dar), a estes novos projectos pois não deixam de ser novos jogos. E se existe um remake mais que aguardado, é o de Resident Evil 2, um dos melhores jogos de sempre, na minha modesta opinião, que tarda em sair. Até que isso aconteça, o mais parecido que temos é um jogo de Wii e PS3, conhecido por Darkside Chronicles (já aqui analisado) e o jogo que trago até aqui hoje. Este último foi adquirido em Junho, por cerca de 30 euros, na Fnac do Almada Fórum. É verdade, comprei cá um jogo, por mais incrível que isso possa parecer mas foi só porque estava mais barato do que online, nessa altura.

20 de setembro de 2012

Shinobi


Aí está o badass de serviço!
Desenvolvido por: Griptonite Games
Publicado por: Sega
Compositor(es): Norihiko Hibino, Yoshitaka Suzuki, Takahiro Izutani, Hiroshi Kawaguchi
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 11-11-2011 (EU), 15-11-2011 (EUA), 17-11-2011 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Hack 'n Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador, outros modos extra para um jogador.
Media: Cartão de jogo com 4GB
Funcionalidades: Compatível com StreetPass para troca de Challenge Maps.
Outros nomes: Shinobi 3D (JP)
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o duas vezes em Normal. Ainda jogo ocasionalmente em Free Play os níveis que mais gosto.

(Olha o Verão a chegar ao fim... T_T)

Quem é visitante aqui do meu espaço, já sabe que há duas coisas que adoro em videojogos: zombies e ninjas. Quando não escrevo acerca de um, escrevo acerca de outro e por aí adiante. E se as duas coisas aparecessem misturadas? Irá acontecer num futuro próximo... (Yaiba!) Bom, enquanto isso não acontece, vamos lá pegar em mais um jogo que aqui tenho, há já uns valentes meses e esmiuçá-lo um pouco. Tem ninjas, montes deles mas o nosso é o melhor de todos. Zombies não tem mas não faz mal, pois tem ninjas. Comprei-o numa loja online, algures este ano e custou-me à volta dos 10 euros, mais coisa menos coisa.