10 de fevereiro de 2019

Final Fight 2

Cover art da versão PAL espanhola.
Desenvolvido por: Capcom
Publicado por: Capcom
Produtor: Tokuro Fujiwara
Designer(s): Tatsuya Minami, Hyper Bengie, Ichiro Mihara
Artista(s): Hajime‑Chan, Mayumi Tanabe (Nabe‑Chan), Takashi Hama (Mighty Hama)
Compositor(es): Yasuaki Fujita (Bun Bun), Mari Yamaguchi, Yuki Satomura, Setsuo Yamamoto, Yuko Kadota, Tatsuya Nishimura
Plataforma(s): Super Nintendo, Virtual Console (Wii/WiiU, New Nintendo 3DS)
Lançamento: 22-05-1993 (JP), 15-08-1993 (EUA), Dezembro de 1993 (EU) / 09-10-2009 (EU), 12-10-2009 (EUA) (WII VC)
Género: Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para 1 ou 2 jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Nenhumas
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para me lembrar de quantas foram.

(Fun fact: no Japão existe gelado com sabor a enguia.)

Traseira da versão PAL europeia (Alemanha).
O género beat 'em up é uma arte que se perdeu no tempo. Ganhando a sua popularidade nos salões de jogos por todo o mundo, rapidamente fizeram a transição para as nossas casas, mantendo todo aquele carisma típico e acima de tudo a diversão, ainda que as devidas concessões fossem tomadas de modo a conseguir meter toda a informação pertinente em hardware inferior. Assim surgiram vários jogos, alguns deles tornando-se clássicos e referências para muitos outros que se seguiram. Hoje em dia é um género que está adormecido, ainda que se tenha tentado trazer de volta sem grande sucesso pois o panorama mudou e apenas os nostálgicos são o público alvo do mesmo. Mas o certo é que há quem esteja a apostar nisso, ainda que a meu ver, algumas decisões tomadas não sejam as melhores mas vamos aguardar pelo desfecho. Até lá, podemos jogar novamente todos os bons velhos clássicos e hoje apresento aqui um dos meus favoritos. Infelizmente não é a versão física original mas sim uma versão digital na Virtual Console da Wii, que adquiri algures em 2010 pelo preço que custavam (creio que 800 pontos se a memória não me falha).

9 de fevereiro de 2019

XII Stag

Capa estranha.
Desenvolvido por: Triangle Service (Arcade), Dreams (PS2)
Publicado por: Taito (JP), 505 Game Street (EU)
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 20-03-2003 (JP), 02-04-2004 (EU)
Género: Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo arcade para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (50KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o umas três ou quatro vezes.

(Fun fact: existe um recorde do mundo para o detentor com mais recordes do mundo.)

12x excitamento!
Os shoot 'em up ou shmups como se diz agora, sempre fizeram parte do nosso imaginário como aquele género de jogo estupidamente difícil que pouco ou raramente (já para não dizer nunca) dava para chegarmos ao final. Mas isto tem uma explicação plausível ainda que por vezes não seja a mais correcta. Tendo as suas raízes fortemente fincadas na cultura arcade, este género era também conhecido por "coin munchers" (come-moedas em bom Português) com um único propósito: manter o jogador viciado. Como tal, era difíceis que nem cornos e somente uma moedinha mais nos fazia continuar a jogar. Isto ao ser adaptado para as consolas caseiras não se perdeu e a dificuldade permaneceu intacta, pelo que muitos jogos do género se mantém fiéis aos muitos originais de arcade. A única diferença é que não temos de meter moedas e grande parte deles até têm continues ilimitados, o que nos permite ir "treinando" até estarmos fartos. O jogo que trago até aqui hoje faz parte desse extenso rol ainda que seja um título algo obscuro e mais recente do que aqueles que me lembro de ter jogado. Foi adquirido algures entre Novembro e Dezembro de 2016, por 5 euros a um particular, encontrando-se em excelente estado.

8 de fevereiro de 2019

Metroid Prime Hunters: First Hunt

Esta não brilha como a do jogo.
Desenvolvido por: Nintendo Software Technology, Retro Studios (Supervisão e Direcção Artística) 
Publicado por: Nintendo
Designer(s): Masamichi Abe, Richard Vorodi
Plataforma: Nintendo DS
Lançamento: 21-11-2004 (EUA),11-03-2005 (EU)
Género(s): First-person Shooter, Plataformas
Modos de jogo: Diversos modos para um jogador, Multiplayer Local (até 4 cartões de jogo)
Media: Cartão de jogo com 128 megabit
Funcionalidades: Wireless DS Multi Card Play
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Joguei-o várias vezes (isto não se acaba) mas não experimentei o Multiplayer por razões óbvias.

(Fun fact: alguns gatos são alérgicos a humanos.)

Sem autocolantes foleiros.
Lembram-se daqueles tempos em que comprávamos revistas de videojogos para saber a novidades? E lembram-se de quando estas traziam CDs com demos? Pois, é bem provável que sim e as saudades dessa época são mais que muitas, uma vez que tudo era mais simples e o panorama era completamente diferente do que se vive agora. As demos ainda existem, mas sinceramente já não são o que eram com algumas a ocupar mais do que jogos completos, outras que só podem ser jogadas N vezes até deixarem de funcionar na conta onde estão instaladas entre outras manhas que se vão inventando. Mas o grande busílis recaí sobre o facto que já nada disto sai físico e parecendo que não, uma demo em formato físico tem uma certa nostalgia, especialmente para quem colecciona pois algumas tornaram-se obscuras e tendem até a tornar-se raras. O jogo que apresento aqui hoje é uma demo, mas daquelas demos com conteúdo suficiente para serem uma espécie de DLC do passado pois este conteúdo nem sequer transitou para o jogo completo. Este exemplar foi adquirido algures entre Setembro e Outubro de 2016, por 3.95€ na Play N' Play.

7 de fevereiro de 2019

Zombies

Cover art intemporal.
Desenvolvido por: LucasArts
Publicado por: Konami
Designer: Mike Ebert
Artista: Collette Michaud
Compositor: Joe McDermott
Plataforma(s): Super Nintendo, Megadrive, Virtual Console
Lançamento: Julho de 1993 (EUA), 27-01-1994 (EU)
Género: Run n' Gun
Modos de jogo: Modo história para um ou dois jogadores
Media: Cartucho de 16-megabit
Funcionalidades: Sistema de passwords para manter o progresso
Outros nomes: Zombies Ate My Neighbors (EUA)
Estado: Completo
Condição: Boa, algumas marcas de utilização na caixa
Viciómetro: Acabei-o duas ou três vezes. É um jogo bem difícil.

(Fun fact: os sapos têm orelhas, apenas não as conseguimos ver.)

Tantas questões...
Terror. Um género apreciado por alguns, detestado por tantos outros mas que quando bem feito tem resultados bastante satisfatórios seja a provocar o desejado resultado de assustar e incutir medo ou simplesmente surpreender pela sua originalidade e imprevisibilidade, coisa que digo já ser bastante difícil. Confesso neste género é raro assustar-me e muito menos ficar com medo, coisa que quando era miúdo acontecia pois ainda não estava "anestesiado". Foram precisos muitos filmes para que tal acontecesse. E quanto aos jogos? Bom, um ou outro conseguiram ter o elemento surpresa e ainda dei um pulo mas também é coisa que é rara. Contudo, existem aqueles que simplesmente se baseiam nas convenções do terror contemporâneo e levam a coisa para a paródia. O jogo que apresento aqui hoje é um bom exemplo disso, tendo jogado o mesmo durante imenso tempo durante a adolescência mas sempre emprestado por um amigo. Foi preciso chegar a 2016, algures entre Setembro e Outubro para finalmente ter um exemplar completo que adquiri a um particular por 20 euros.

6 de fevereiro de 2019

Ultimate NES Remix

Pixel cover art!
Desenvolvido por: Nintendo EAD Tokyo, indieszero
Publicado por: Nintendo
Director: Koichi Hayashida
Produtor: Yoshiaki Koizumi
Compositor: Toshiyuki Sudo
Plataforma: Nintendo 3DS
Lançamento: 07-11-2014 (EU), 05-12-2014 (EUA), 27-08-2015 (JP)
Género: Acção, Aventura
Modos de jogo: Diversos modos para um jogador
Funcionalidades: Leaderboards online, Video Playback
Outros nomes: Famicom Remix Best Choice
Media: Cartão de jogo
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Não é um jogo que tenha propriamente um final a atingir, portanto não posso dizer que o acabei pois ainda jogo de vez em quando.

(Fun fact: metade do genoma humano é idêntico ao de uma banana.)

More pixelated goodness.
Nos anos 90, era comum não termos muitos jogos. Não havia orçamento da nossa parte para tal, pelo que a tarefa recaía nos pais e parentes que nos ofereciam os mesmos em ocasiões especiais. O custo destes também era elevado e não havia os descontos e promoções que hoje acontecem por vezes semanas após o lançamento. Assim, um jogo dava para um ano inteiro ou mais pelo que a dada altura já o dominávamos quase de olhos fechados. E o que fazer quando isto acontecia? Criar desafios pessoais, onde impúnhamos limites a nós mesmos na maneira de jogar. Por exemplo, passar um nível inteiro sem derrotar nenhum inimigo ou sem apanhar uma única moeda no Super Mario Bros., ou mesmo tentar um jogo inteiro de Contra (Probotector para nós Europeus) somente com a arma inicial. Uns bons anos mais tarde, eis que a Nintendo criou um jogo onde o objectivo é mesmo esse: pequenos desafios em porções de jogos antigos com algumas surpresas à mistura. Este meu exemplar foi adquirido numa loja online, algures entre Março e Abril de 2016 por cerca de 18 euros.

5 de fevereiro de 2019

NanoBreaker

Nope, não é um Belmont.
Desenvolvido por: Konami TYO
Publicado por: Konami
Director: Kenichiro Kato
Produtor: Koji Igarashi
Artista: Kazuhide Nakazawa
Compositor: Kennosuke Suemura
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 27-01-2005 (JP), 15-02-2005 (EUA), 18-02-2005 (EU)
Género(s): Acção, Hack n' Slash
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (69KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez em cada dificuldade e com cada personagem.

(Fun fact: Hipopotomonstrosesquipedaliofobia é o medo de palavras longas.)

Sem autocolantes!
Konami. Um nome que nunca deixou ninguém indiferente fosse por bem ou por mal, que em tempos era sinónimo de qualidade, de excelentes jogos, de mestria nesta arte e que hoje em dia apenas cospe cá para fora lixo mobile, reedições de alguns jogos antigos (do mal o menos) e máquinas de pachinko que somente um Japonês reformado com vício ao jogo entra nesse hype train. Já na época da PS2, a Konami brilhou com alguns dos seus títulos mais famosos mas também lançou uns quantos de qualidade dúbia e ainda uma mão cheia de perfeitos desconhecidos, alguns deles até bastante decentes. O jogo que apresento aqui hoje é um exemplo disso visto que me passou completamente ao lado na altura e nem sequer sabia da sua existência até há bem pouco tempo. Este exemplar foi adquirido entre Setembro e Outubro de 2018, numa loja de usados aqui na zona por 2.5€, encontrando-se em muito bom estado.

4 de fevereiro de 2019

Final Fantasy XV [Royal Edition]

A série já viu melhores capas.
Desenvolvido por: Square Enix Business Division 2
Publicado por: Square Enix
Director: Hajime Tabata
Produtor: Shinji Hashimoto
Artista(s): Tomohiro Hasegawa, Yusuke Naora, Isamu Kamikokuryo
Argumentista(s): Saori Itamuro, Akiko Ishibashi, Takumi Nishida, Kazushige Nojima
Compositor: Yoko Shimomura
Motor gráfico: Luminous Studio
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, PC
Lançamento: 29-11-2016 (Lançamento Mundial)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (+100GB), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com PSVita, DLC adicional, PS4 Pro Enhanced
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o a história uma vez com cerca de 70 e tal horas. Joguei mais um bocado para fazer as restantes coisas até atingir as cerca de 120 horas.

(Fun fact: as preguiças têm mais ossos no pescoço do que uma girafa.)

Autocolantes feios...
Final Fantasy. Uma saga com muitos anos, ainda muitos mais jogos e uma mão cheia de outros projectos que se dividem em diversas áreas. E com tanta coisa a acontecer, é natural que nem todos os jogos sejam bons, ou simplesmente recordados com o mesmo carinho e nostalgia daqueles que todos nós jogámos e ainda hoje os consideramos obras primas. Alguns dos jogos começaram por ser uma coisa e acabaram por se tornar noutra, fruto de anos e anos e conflitos criativos, budgets e sabe-se lá mais o quê. Um desses jogos é Final Fantasy XV, um título que começou ainda na era da PS3 fazendo parte do mesmo universo do famigerado Final Fantasy XIII, provavelmente o pior jogo de sempre nesta série. Com o nome Final Fantasy XIII Versus, seria assim que iria ser lançado mas os anos foram passando, os atrasos prevaleciam e o jogo estava condenado ao limbo existencial. Contudo, alguém se lembrou de o ir repescar e lançar na PS4, com um novo nome e finalmente completo. Completo... é como quem diz. Este exemplar foi adquirido algures entre Maio e Junho de 2018, por 20 euros.

3 de fevereiro de 2019

Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars

Bonecos de plasticina na capa.
Desenvolvido por: Square
Publicado por: Nintendo
Director(es): Yoshihiko Maekawa, Chihiro Fujioka
Produtor: Shigeru Miyamoto
Argumentista(s): Kensuke Tanabe, Atsushi Tejima
Compositor: Yoko Shimomura
Plataforma(s): Super Nintendo, SNES Classic Mini, Virtual Console
Lançamento: 09-03-1996 (JP), 13-05-1996 (EUA)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Vários slots para gravação de progresso
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Fun fact: se uma pessoa caísse num buraco negro, ficaria esticada como um esparguete.)

Tem estas coisas todas.
Durante os anos 90, quem vivia na Europa sofreu um bocado caso fosse fã Nintendo pelo simples facto de muitos jogos nunca terem sido lançados no velho continente. Líamos revistas, víamos imagens e estávamos sempre na expectativa de saber quando aquele jogo que tanto ansiávamos iria sair por cá. Em muitos casos a resposta foi... nunca. E isto deveu-se a diversos motivos, sendo os mais plausíveis a localização do jogo em si e noutros a optimização para o sistema PAL. A meu ver, ambos válidos pois os custos eram elevados mas por vezes também um pouco rebuscados. O género mais afectado sempre foram os RPGs e muitos deles foram localizados em inglês, lançados nos Estados Unidos e nunca lançados na Europa. Porquê? Sabe-se lá... o certo é que apenas tinham de ser optimizados para a nossa norma mas isso nunca aconteceu. Assim, muitos de nós recorreram a meios menos ortodoxos para os jogar ou simplesmente jogámos tudo muito mais tarde noutras plataformas. O jogo que apresento aqui hoje é um claro exemplo disso e foi preciso chegar a SNES Classic Mini para o jogar pela primeira vez, algures em 2018.

2 de fevereiro de 2019

Time Crisis 3

É sempre tempo de crise!
Desenvolvido por: Nextech
Publicado por: Namco
Director: Takashi Satsukawa
Produtor: Hajime Nakatani
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 21-10-2003 (EUA), 31-10-2003 (EU), 10-11-2003 (JP)
Género(s): On Rail Shooter
Modos de jogo: Modo arcade para um ou dois jogadores, Outros modos para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (215KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração, Compatível com G-Con45, Compatível com G-con 2, Compatível com iLink
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o diversas vezes.

(Fun fact: um polvo é do tamanho de uma pulga quando nasce.)

No fugly stickers!
A Namco sempre foi conhecida por dois motivos: jogos arcade e estar associada desde o início à PlayStation. Estas duas coisas juntas foram um dos factores de sucesso para ambas as marcas, aliando a experiência na matéria ao hardware para a qual depois seria adaptada. Desta união resultaram imensos jogos, alguns bastante bons e que provavelmente toda a gente ainda se recorda, mesmo aqueles que pouco ligam a videojogos mas que de uma forma ou outra, algures no decorrer da sua vida, teve contacto com os mesmos. Das diversas séries produzidas pela Namco, uma das que mais se destacou pela sua inovação foi Time Crisis, um on rail shooter que pegou na fórmula anteriormente popularizada por Virtua Cop e deu-lhe um twist para tornar as coisas mais interessantes. E foram vários os jogos que saíram nesta série mas hoje apresento-vos um na PS2, exemplar este que chegou à colecção algures entre Julho e Agosto de 2018, por 5 euros, tendo sido adquirido numa loja de usados aqui na zona.

1 de fevereiro de 2019

Castlevania: The Adventure

Quando não há capa... eu faço!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Artista(s): Koichi Kimura, Nobuya Nakazato
Compositor(es): Shigeru Fukutake, Norio Hanzawa, Hidehiro Funauchi
Plataforma(s): Nintendo Game Boy, Nintendo Game Boy Color, Virtual Console
Lançamento: 14-03-2012 (JP), 05-07-2012 (EU), 25-10-2012 (EUA) (Virtual Console)
Género: Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Nenhuma
Outros nomes: Dracula Densetsu (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o demasiadas vezes para contar pelos dedos das mãos.

(Fun fact: os gorilas arrotam quando estão felizes.)

E esta fiz a caixa toda.
Castlevania, essa longa e antiga saga que nos presenteou com excelentes jogos, desde os clássicos das 8-bit e 16-bit, passando pelo estilo mais moderno iniciado nas 32-bit, já viu melhores dias. Aliás, actualmente o seu futuro é bastante turvo e nada faz prever que melhor. Como tal, nada como voltar a jogar novamente todos aqueles que realmente interessam e que tantas horas nos fizeram passar em frente ao ecrã da televisão ou na nossa consola portátil favorita. Mas... nem só de bons jogos esta saga é feita e é um facto mais que garantido que também jogámos os menos bons (ou maus se tivermos que ser mesmo sinceros). Sim, e muitas horas passámos com esses também, habituando-nos às suas imperfeições, adaptando-nos ao chamado crap factor de forma a perseverar e tirar o melhor partido do jogo que tínhamos em mãos. O jogo que apresento aqui hoje faz parte desse grupo e apesar de ter imensa pena de não ter um exemplar físico, nem que fosse só o cartucho, adquiri este exemplar digital algures entre Julho e Agosto de 2018 numa promo da eShop.

31 de janeiro de 2019

Capcom Classics Collection Vol.1

Cover art colorida.
Desenvolvido por: Digital Eclipse
Publicado por: Capcom
Plataforma(s): PlayStation 2, Xbox
Lançamento: 27-09-2005 (EUA), 18-11-2005 (EU), 02-03-06 (JP)
Género(s): Vários
Modos de jogo: Vários modos para um ou três jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (104KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Multitap
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o a maioria dos jogos várias vezes.

(Fun fact: os crocodilos não conseguem deitar a língua de fora.)

A lista do conteúdo.
As arcadas sempre foram um local mágico nos anos 90, onde imensas máquinas com arte colorida e sobretudo atractiva a quem olhava, faziam as delícias dos utentes do espaço. E os jogos, esses, eram as estrelas com imenso por onde escolher, onde os géneros eram para todos os gostos mas todos tinham o mesmo objectivo: fazer-nos gastar moedas. Com o tempo, essa magia começou a desaparecer, dando lugar às consolas e afins, o que fez com que as arcadas morressem lentamente. Contudo, o seu espírito prevalece, não só através das emulação dos originais, como do restauro das próprias máquinas (para quem tem dinheiro e quer um hobby... diferente) ou simplesmente através de colectâneas que albergam alguns dos melhores títulos dessa época dourada. O jogo que apresento aqui hoje é um belo exemplo disso como uma escolha seleccionada de alguns dos melhores jogos arcade da Capcom (e outros nem por isso). Este exemplar foi adquirido a um particular por 3 euros, algures entre Julho e Agosto de 2018, o que por si só é um excelente negócio para o jogo em questão.

30 de janeiro de 2019

.hack INFECTION Part 1

A arte é das poucas coisas boas.
Desenvolvido por: CyberConnect2
Publicado por: Bandai
Designer: Hiroshi Matsuyama
Artista: Yoshiyuki Sadamoto
Argumentista: Kazunori Itō
Compositor: Chikayo Fukuda
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 20-05-2002 (JP), 11-02-2003 (EUA), 26-03-2004 (EU)
Género(s): Action Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (709KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o uma vez com cerca de 30-40 horas de jogo. E chega.

(Fun fact: as cobras podem ajudar a prever terramotos.)

Sem autocolantes!
Anime e videojogos andam desde sempre de mãos dadas. E embora só mais recentemente exista uma enchente de jogos do género, a verdade é que eles andam entre nós desde os anos 80, ainda que nessa época e até meados de 2000, poucos eram os jogos localizados e aqueles que tinham essa sorte (ou infortúnio, dependendo do ponto de vista) eram muitas vezes alvo de talhantes não só da língua mas também da cultura, perdendo-se muito no processo. Existem imensos exemplos que podia citar aqui mas este tema por si só pode ser um artigo extenso. Já na era da PS2, muitos jogos baseados em anime foram lançados no ocidente, alguns muito bons, outros somente decentes e claro, uma mão cheia de porcaria. O jogo que apresento aqui hoje, faz parte infelizmente deste último grupo onde a mediocridade é a palavra de ordem. Este meu exemplar foi adquirido ao meu amigo Rogério Lopes, não sei bem quando, numa altura em que decidiu livrar-se de alguns jogos de PS2 que eu recebi com entusiasmo. No caso deste, comprei o pack dos quatro jogos por 20 euros e foi sem dúvida um negócio de amigo pois os jogos valem bastante mais. Todos os jogos trazem um DVD com um episódio de uma das séries.

29 de janeiro de 2019

Deus Ex

Ganhou um BAFTA...
Desenvolvido por: Ion Storm
Publicado por: Eidos Interactive
Director: Warren Spector
Produtor(es): Warren Spector, Bill Money
Designer(s): Andy Dombroski, Kent Hudson
Artista(s): Mike Dean, Jay Lee, Hugh Sugh, Mike Washburn
Argumentista(s): Sheldon Pacotti, Sarah Paetsch
Compositor(es): Alex Brandon, Todd Simmons, William Wallace
Plataforma(s): PlayStation 2
Lançamento: 26-03-2002 (EUA), 0-06-2002 (EU)
Género(s): Action Role Playing Game, First Person Shooter, Stealth
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (600KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Outros nomes: Deus Ex - The Conspiracy (EUA)
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez, com muita hora de jogo.

(Fun fact: a carapaça de um tatu é à prova de bala!)

Autocolantes foleiros...
Algo que me ocorre de vez em quando no que concerne a videojogos é começar uma saga fora de ordem, pelos mais diversos motivos. Um deles, e provavelmente o mais recorrente, talvez tenha a ver com a tecnologia em questão. Muitos destes jogos começaram há uns bons anos atrás, onde as coisas não eram como hoje em dia e por esse motivo talvez me tenha abstraído de lhes pegar. Aconteceu-me com a saga Deus Ex, que começou em PC mas naquela época não tinha computador que corresse o jogo. Daí que só quando saiu Deus Ex - Human Revolution (já analisado anteriormente) é que me debrucei sobre o assunto e descobrir um mundo bem melhor do que esperava. Tinha que voltar atrás e jogar o original, fosse que versão fosse, e lá apanhei este de PS2 por 5 euros, numa loja de usados aqui na zona, algures entre Maio e Junho de 2018.

28 de janeiro de 2019

SteamWorld Dig

Outra capa feita.
Desenvolvido por: Image & Form
Publicado por: Image & Form
Produtor: Shigeki Takeuchi
Designer: Agnieszka Mikucka
Compositor: Mattias Hammarin
Plataforma(s): Nintendo 3DS, Nintendo Switch, Nintendo WiiU, PlayStation 4, PlayStation Vita, PC, Linux, MacOS XboxOne
Lançamento: 07-08-2013 (EU), 08-08-2013 (EUA), 20-11-2013 (JP)
Género(s): Acção, Aventura, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Fun fact: as primeiras laranjas, não eram cor de laranja.)

Um dia normal nas minas.
Há uns valentes anos atrás, o Club Nintendo era um bom clube. Comprar jogos significava pontos para adicionarmos à nossa conta que depois podiam ser trocados por recompensas, chamemos-lhes assim, pela nossa lealdade (ou pela lealdade da nossa carteira). E estas recompensas eram variadas, exclusivas e acima de tudo físicas. Se tivessem pontos suficientes, podiam até trocar por um CD com a banda sonora de um jogo, um comando único para a vossa Wii e até uma estátua do Link! A escolha era variada ainda que bastante limitada em termos numéricos e por vezes quando um item desaparecia era de vez. Mas dava sempre gozo ir juntando os pontinhos para tentar sacar algo porreiro. Ainda consegui uma ou duas coisitas sendo que no final de vida do clube, começaram a aparecer as recompensas digitais, ou seja, jogos. Também não era nada mau, uma vez que os pontos pedidos eram não eram valores absurdos. Mas o clube fechou e deu origem ao My Nintendo, uma sombra do que o Club Nintendo fora no passado, com um sistema de pontos mau que recompensa mais quem compra online do que físico (na 3DS é assim, na Switch o físico ainda consegue sacar os pontos da compra). E as recompensas são na maioria más, com jogos a pedirem mais pontos do que aquilo que valem e como os pontos expiram, há que gastá-los em algo. O jogo que apresento hoje até foi uma boa surpresa pois tinha pontos de ouro suficientes para o mesmo e não havia mais nada de jeito para trocá-los. Isto foi algures entre Maio e Junho de 2018.

27 de janeiro de 2019

Bloodstained: Curse of the Moon

Mais uma capa feita por estas bandas...
Desenvolvido por: Inti Creates Co., Ltd.
Publicado por: Inti Creates Co., Ltd.
Produtor(es): Koji Igarashi , Takuya Aizu
Artista: Yuji Natsume
Compositor(es): Michiru Yamane
Plataforma(s): Nintendo 3DS, Nintendo Switch, PlayStation 4, PlayStation Vita, PC, XboxOne
Lançamento: 24-05-2018 (EUA/JP), 31-05-2018 (EU)
Género(s): Acção, Plataformas, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o muitas vezes, mesmo depois de ter visto os finais todos.

(Fun fact: No Reino Unido, alguns computadores dos 80's não tinham Delete, tinham Rubout!)

Mas feita com muito gosto!
Castlevania. Uma longa e velha saga, amada pelos fãs, que teve uma vida recheada de jogos bons e outros tantos mauzitos. Mas ultimamente, após aquele reboot por parte da MercurySteam, a saga parece ter morrido de vez embora esteja para sair um jogo mobile que ninguém pediu e muito menos quer. A Konami parece estar decidida a matar as suas séries permanentemente. Mas há quem não se conforme com isso e portanto decidiu criar a sua própria saga, claramente inspirada em Castlevania. Refiro-me a Koji Igarashi, responsável pelas rédeas durante alguns anos e que produziu os melhores jogos da série. Agora, a solo mas com uma boa equipa de gente talentosa, prepara-se para nos trazer o sucessor desta saga. Mas enquanto aguardamos por isso, com muita paciência e alguma cautela pois já se sabe o que esperar de projectos financiados via Kickstarter, a mesma equipa presenteou-nos com um miminho que nos remete para os tempos saudosos dos 8-bit da NES. Este exemplar digital foi adquirido no dia de lançamento, tendo custado 9.90€ na eShop.

26 de janeiro de 2019

Nioh

O herói de serviço.
Desenvolvido por: Team Ninja
Publicado por: Sony Interactive Entertainment, Koei Tecmo (JP)
Director(es): Fumihiko Yasuda, Yosuke Hayashi
Artista: Hirohisa Kaneko
Argumentista(s): Kazunori Taguchi, Masahiko Kochi
Compositor: Yugo Kanno
Plataforma: PlayStation 4, PC
Lançamento: 07-02-2017 (EUA), 29-08-02-2017 (EU). 09-02-2017 (JP)
Género(s): Action Role Playing Game, Souls like
Modos de jogo: Modo história para um jogado, Multiplayer online para dois jogadores
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (46GB Mínimo), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, PS4 Pro Enhanced, Multiplayer online com PS Plus
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o várias vezes, em diferentes dificuldades com mais de 135 horas de jogo. Platina alcançada.

(Hoje não esteve frio!)

Em Português, bom Português.
Até há bem pouco tempo, a minha relação com jogos do género souls like não era das melhores pois simplesmente não entendia como se poderia tirar proveito ou divertimento de algo com uma dificuldade tão acentuada. Mas após ter pegado em Bloodborne, com calma, paciência e acima de tudo empenho e perseverança, descobri um género onde a verdadeira dificuldade reside em nós próprios e na nossa capacidade de tomar decisões nas mais variadas situações em que o jogo nos coloca. Os jogos em si não são difíceis, o difícil é fazer as coisas bem ou com uma margem de erro muito pequena e isso sim, tem a sua piada e é altamente recompensador e gratificante quando corre bem. Não querendo ficar apenas por um jogo, lá decidi começar a explorar o género e eis que surge o jogo que apresento aqui hoje. Este exemplar foi-me oferecido pela minha irmã no meu aniversário em Março de 2018.

25 de janeiro de 2019

Beyond Good & Evil

Pronta para flashar!
Desenvolvido por: Ubisoft Pictures, Ubisoft Milan
Publicado por: Ubisoft
Director: Michael Ancel
Produtor: Yves Guillemot
Designer(s): Michel Ancel, Sébastien Morin
Artista(s): Florent Sacré, Paul Tumelaire
Argumentista(s): Michel Ancel, Jacques Exertier
Compositor: Christophe Héral
Motor gráfico: Jade
Plataforma(s): PlayStation 2, PC, Xbox, GameCube, PlayStation 3, Xbox360
Lançamento: 11-11-2003 (EUA), 14-11-2003 (EU)
Género(s): Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (470KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração.
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

(Quero o Verão... já!)

Sem autocolantes manhosos.
Continuando a épica demanda de percorrer o catálogo da PS2, eis que me vou deparando com alguns títulos que me passaram completamente ao lado na altura em que saíram, ainda que tivessem tido visibilidade suficiente para que os tivesse visto. Provavelmente até soube da sua existência nessa época mas ignorei por completo por não fazerem parte da minha lista de preferências. Mas essa mesma lista alargou-se consideravelmente nos últimos anos, fazendo com que agora ande à pesca de tudo quanto é jogo que me possa interessar. No caso do jogo de hoje, foi preciso terem anunciado a versão HD na altura da PS3/360 para que voltasse a estar no meu radar. Após experimentar a demo do mesmo fiquei desde logo preso e tive de arranjar o jogo completo. Optei pela versão de PS2 por uma questão de comodidade e coleccionismo, tendo esta entrado na colecção algures entre Março e Abril de 2018, por 5 euros.

24 de janeiro de 2019

3D Streets of Rage

Mais uma capa feita!
Desenvolvido por: M2
Publicado por: Sega
Director: Noriyoshi Ohba
Designer(s): Noriyoshi Ohba, Hiroaki Chinoa
Compositor(es): Yuzo Koshiro
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop)
Lançamento: 21-08-2013 (JP), 19-12-2013 (EU/EUA)
Género: Beat 'em up
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD, Multiplayer local
Outros nomes: 3D ベアナックル 怒りの鉄拳  - 3D Bea Nakkuru: Ikari no Tekken, "Bare Knuckle: Furious Iron Fist" (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.


(Hoje não me cheira que vejamos o sol.)

Fruta neles!
Durante grande parte dos anos 90, a guerra entre a Nintendo e a Sega era bastante acesa, onde ambos os lados tinham uma legião de fãs que os defendia com unhas e dentes. O campo de batalha era um pouco por todo o lado, mas sobretudo nas escolas, onde amigos, irmãos e companheiros, discutiam sobre qual das consolas de ambas as marcas era a melhor, a mais potente, aquela com os melhores jogos. Hoje em dia sabemos que ambas são excelentes, com um catálogo vasto de bons títulos mas naquela época somente interessava o lado escolhido. Sendo eu um Nintendo fanboy naqueles tempos, a Sega era como um bicho papão que lentamente comecei a explorar à revelia de outros que eram irredutíveis na sua decisão. E assim deixei de ver a saga Final Fight como o expoente máximo dos beat 'em ups para dar uma oportunidade ao seu brilhante rival, Streets of Rage. E rapidamente me apercebi do quão boa esta série é e também do quão se consegue distanciar da concorrência. Uns valentes anos mais tarde, algures entre Março e Abril de 2018, apanhei o mais recente port 3D na eShop numa promoção. E claro, tenho o original num daqueles multicarts da MegaDrive à espera de ser esmiuçado um dia destes.

23 de janeiro de 2019

Quake II

Um Strogg mauzão na capa.
Desenvolvido por: HammerHaead
Publicado por: Activision
Produtor(es): Marty Stratton
Designer: Graeme Devine
Artista(s): Adrian Carmack, Kevin Cloud, Paul Steed, Kenneth Scott
Compositor: Sonic Mayhem
Plataforma: PlayStation
Lançamento: 30-09-1999 (EUA), Algures em 1999 (EU)
Género: First Person Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Modo multiplayer splitscreen até quatro jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (1 Bloco), Compatível com Controlo Analógico, Compatível com Função de Vibração, Compatível com PlayStation Mouse, Compatível com Multitap
Estado: Completo
Condição: Boa 
Viciómetro: Acabei-o umas três ou quatro vezes.

(Hoje é dia de não comentar nada aqui.)

Sem autocolantes feiosos!
Certos jogos tiveram momentos de ouro durante a sua vida. O sucesso que alcançaram após o lançamento foi de tal forma que a dada altura do seu percurso a palavra de ordem era fazer ports para tudo aquilo que conseguisse correr o mesmo. Isso aconteceu com DooM, provavelmente um dos maiores sucessos de sempre que até em frigoríficos corre. Mas outro jogo oriundo da mesma equipa também teve direito a diversos ports. Refiro-me mais concretamente a Quake II, que apesar do primeiro jogo também ter tido o mesmo tratamento, infelizmente não tenho nenhum dos ports do mesmo para poder escrever acerca. Mas no caso de Quake II, sempre tive curiosidade no port que saiu na velhinha PlayStation, máquina que se acreditava não ter o poder suficiente para albergar tal jogo. Rapidamente se desfez esse mito com um port surpreendente do ponto de vista técnico. Este meu exemplar foi adquirido ao amigo Mike Silva do Game Chest, por 10 euros, algures no final de Abril de 2018.

22 de janeiro de 2019

3D Shinobi III: Return of the Ninja Master

Mais uma capa self made.
Desenvolvido por: M2
Publicado por: Sega
Director(es): Tomoyuki Ito, Takeshi Matsuhashi
Produtor(es): Tomio Takami, Tokinori Kaneyasu
Designer: Naohisa Nakazawa
Artista(s): Kazuyuki Iwasawa, Katsuhiko Ogikubo, Hiroyuki Hirama
Compositor(es): Hirofumi Murasaki, Morihiko Akiyama, Masayuki Nagao
Plataforma(s): Nintendo 3DS (eShop)
Lançamento: 07-08-2013 (JP), 19-12-2013 (EU/EUA)
Género(s): Acção, Plataformas
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital
Funcionalidades: Gravação de progresso no cartão SD
Outros nomes: 3D The Super Shinobi II (3D ザ・スーパー忍II)  (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o várias vezes.

(Quando as encomendas se perdem é caso para ficarmos lixados...)

Várias opções para explorar.
Uma das características mais interessantes que a 3DS tem é sem dúvida o seu modo 3D, algo que nos permite ver imagens tridimensionais sem auxílio de periféricos externos. É algo que a torna única até aos dias de hoje e que embora não tenha sido mais do que uma moda, enquanto durou, a portátil da Nintendo teve imensos jogos a tirarem partido disto, alguns com resultados melhores do que outros. Onde vi particularmente resultados excelentes foi em títulos 2D, com vários layers de profundidade, sprites e afins. Quando a M2 começou a lançar títulos da Mega Drive na eShop, o tratamento dado aos mesmos foi deveras luxuoso, não se ficando por uma mera conversão em cima do joelho. Este exemplar digital foi adquirido algures entre Março e Abril de 2018, numa promo da eShop tendo custado algo como 2.49€. Só é pena não terem lançado todos os jogos em formato físico como aconteceu no Japão.

21 de janeiro de 2019

Ninja Assault

Porquê duas vezes o nome?!
Desenvolvido por: Namco, NOW Production
Publicado por: Namco
Compositor: Hiroto Sasaki
Plataforma(s): PlayStation 2
Lançamento: 09-09-2002 (JP), 04-10-2002 (EU), 18-11-2002 (EUA)
Género: Rail Shooter
Modos de jogo: Modo história e outros modos de jogo para um ou dois jogadores
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (48KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração, Compatível com G-Con45, Compatível com G-Con2
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o umas quatro vezes, é um jogo bem curto.


(Está sol... até não estar.)

Em espanholês!
Neste mês corrente já falei de ninjas por estas bandas. Mas como gosto tanto de ninjas vou voltar a tocar no tema pois nunca é demais falar de ninjas. Já todos sabemos que são furtivos, que usam as sombras a seu favor, que têm armas e gadgets artesanais que resultam em situações caricatas ou completamente loucas mas o que não sabemos, ou pelo menos não imaginamos é que também usam pistolas. Exacto, pistolas. Não, não estou no gozo, os ninjas também usam pistolas. Pelo menos no jogo que trago até aqui hoje. Este exemplar veio da Play N' Play, algures entre Janeiro e Fevereiro de 2018 mas não me recordo do preço pois não sei o que é feito do recibo.

20 de janeiro de 2019

1945 I&II - The Arcade Games

Aviões!
Desenvolvido por: Psikyo
Publicado por: Play It Ltd. (EU), Taito Corporation (JP)
Plataforma(s): PlayStation 2, PlayStation 3 (PSN)
Lançamento: 16-07-2004 (EU), 05-08-2004 (JP)
Género: Shoot 'em up
Modos de jogo: Modo Arcade para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Curiosamente, este jogo não tem nenhuma funcionalidade!
Outros nomes: Psikyo Shooting Collection Vol. 1: Strikers 1945 I+II (JP)
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o várias vezes em diferentes modos de dificuldade.

(Está um solinho bom... estava, estava um solinho bom.)

Limpinha!
A PlayStation 2 é daquelas consolas que cada vez mais se tem tornado ao longo dos anos numa das minhas favoritas de sempre. O seu catálogo é tão vasto, mas tão vasto, que acho que nem em 2030 vou atingir o fundo deste poço. Mas no meio de tanto jogo, há também muito lixo, sobretudo se começarmos a explorar os títulos budget, grande parte destes lançado já na recta final do ciclo de vida da consola. Obviamente, se chafurdarmos bem, encontramos coisas curiosas e até bem decentes a pulular neste charco, como é o caso do jogo que apresento aqui hoje. Este exemplar aterrou no JDF algures entre Janeiro e Fevereiro de 2018, tendo custado 4.95€ na Play N' Play.

19 de janeiro de 2019

Axiom Verge [Multiverse Edition]

A caixa é pouco convencional.
Desenvolvido por: Thomas Happ Games
Publicado por: BadLand Publishing
Director: Thomas Happ
Produtor: Dan Adelman
Designer: Thomas Happ
Compositor: Thomas Happ
Plataforma: PlayStation 4, Xbox One, PC, Nintendo Switch, PlayStation Vita, Nintendo WiiU, MacOS, Linux
Lançamento: 21-11-2017 (EUA), 29-01-2018 (EU) (PS4)
Género: Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (400MB Mínimo), Gravação de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do DualShock4, HD 720p, 1080i, 1080p, Suporte Remote Play com PSVita
Estado: Completo
Condição: Impecável 
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas hei-de revisitá-lo novamente.

(Ora chove, ora faz sol...)

Goodies on the back.
Quem é seguidor atento aqui do blog já sabe que a minha paixão pela série Metroid é grande, diria até mesmo quase infinita. Portanto, o gosto pelo género que Metroid invariavelmente originou leva-me a tentar explorar todos os jogos que aparecem nos diferentes sistemas. E eis que surgem as surpresas, ora boas, ora menos boas, com diferentes jogos a terem diferentes efeitos na minha pessoa. No meio de tanta coisa, um jogo chamou-me à atenção desde cedo: Axiom Verge. De uma simplicidade extrema do ponto de vista técnico, este jogo sempre me atraiu por isso mesmo, por ser simples e despretensioso em todos os aspectos. O único senão era não existir uma edição física na plataforma que pretendia. Mas isso foi colmatado quando a BadLand Publishing decidiu dar uma ajudinha a Thomas Happ e publicar o jogo em formato físico na Europa, tanto na PS4 como na Switch. E aí tive motivo mais que suficiente para o adquirir. Este meu exemplar entrou na colecção algures em Fevereiro de 2018, por cerca de 20 e tal euros, oriundo de uma loja online. Sendo a Multiverse Edition, inclui: o jogo em caixa standard, um BluRay com mais de 5 horas de developer commentary e extras, um excelente artbook e um poster double sided com arte de um lado e o mapa do jogo no outro. A versão Switch é mais exclusiva ainda por trazer a banda sonora em CD. A título de curiosidade, 75% do valor das vendas físicas reverte para ajudar o filho de Thomas Happ e na pesquisa da doença da qual padece. Mais um motivo para se comprar físico.

18 de janeiro de 2019

Ridge Racer V

Menina bonita na capa.
Desenvolvido por: Namco
Publicado por: Namco, SCEE (Europa)
Compositor(es): Kohta Takahashi, Yuu Miyake, Nobuyoshi Sano, Mijk van Dijk
Plataforma: PlayStation 2
Lançamento: 04-03-2000 (JP), 25-10-2000 (EUA), 24-11-2000 (EU)
Género: Racing
Modos de jogo: Modos Grand Prix e Duel para um jogador, Modos Time Attack 99 Trial e Free Run para um ou dois jogadores
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (420KB mínimo), Compatível com controlo analógico: todos os botões, Compatível com Função de Vibração, Compatível com NeGcon, Compatível com Jogcon
Estado: Completo
Condição: Boa
Viciómetro: Acabei-o várias vezes para desbloquear tudo.

(Inserir pensamento do dia aqui... hoje não há!)

Em Franciu...
Ridge Racer é uma série que estará sempre associada à PlayStation. Tendo iniciado a sua vida nas arcadas, desde cedo deu o pulo até às casas dos utilizadores da máquina cinzenta da Sony, para proporcionar uma experiência arcade o melhor que era possível naquela época. E não se ficou apenas por um jogo pois vários foram sendo lançados ao longo do anos, tendo depois feito o salto para a sua sucessora, a PlayStation 2. É aqui que surge logo no seu início de vida, Ridge Racer V, uma mostra em termos tecnológicos daquilo que este hardware era capaz de fazer nesta nova geração de consolas. E digamos que o resultado foi bastante positivo pois como jogo de lançamento, permitia termos uma pequena noção daquilo que nos viria a esperar nos anos vindouros. E embora a série hoje esteja um bocado morta depois do flop que o último jogo revelou ser, o facto é que até à PSP, Ridge Racer gozou de bons títulos. Este meu exemplar entrou na colecção algures em Janeiro de 2018, oriundo da Play N' Play, embora não me lembre do preço pois não tenho o papel deste. Mas foi baratinho.