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| A série já viu melhores capas. |
Desenvolvido por: Square Enix Business Division 2
Publicado por: Square Enix
Director: Hajime Tabata
Produtor: Shinji Hashimoto
Artista(s): Tomohiro Hasegawa, Yusuke Naora, Isamu Kamikokuryo
Argumentista(s): Saori Itamuro, Akiko Ishibashi, Takumi Nishida, Kazushige Nojima
Compositor: Yoko Shimomura
Motor gráfico: Luminous Studio
Plataforma(s): PlayStation 4, Xbox One, PC
Lançamento: 29-11-2016 (Lançamento Mundial)
Género: Role Playing Game
Modos de jogo: Modo história para um jogador, Multiplayer online
Media: Blu-Ray
Funcionalidades: Instalação obrigatória no disco rígido (+100GB),
Gravação
de progresso no disco rígido, Compatível com função de vibração do
DualShock4,
HD 720p, 1080i, 1080p, Funcionalidades de rede, Suporte Remote Play com
PSVita, DLC adicional, PS4 Pro Enhanced
Estado: Completo
Condição: Impecável
Viciómetro: Acabei-o a história uma vez com cerca de 70 e tal horas. Joguei mais um bocado para fazer as restantes coisas até atingir as cerca de 120 horas.
(Fun fact: as preguiças têm mais ossos no pescoço do que uma girafa.)
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| Autocolantes feios... |
Final Fantasy. Uma saga com muitos anos, ainda muitos mais jogos e uma mão cheia de outros projectos que se dividem em diversas áreas. E com tanta coisa a acontecer, é natural que nem todos os jogos sejam bons, ou simplesmente recordados com o mesmo carinho e nostalgia daqueles que todos nós jogámos e ainda hoje os consideramos obras primas. Alguns dos jogos começaram por ser uma coisa e acabaram por se tornar noutra, fruto de anos e anos e conflitos criativos, budgets e sabe-se lá mais o quê. Um desses jogos é Final Fantasy XV, um título que começou ainda na era da PS3 fazendo parte do mesmo universo do famigerado Final Fantasy XIII, provavelmente o pior jogo de sempre nesta série. Com o nome Final Fantasy XIII Versus, seria assim que iria ser lançado mas os anos foram passando, os atrasos prevaleciam e o jogo estava condenado ao limbo existencial. Contudo, alguém se lembrou de o ir repescar e lançar na PS4, com um novo nome e finalmente completo. Completo... é como quem diz. Este exemplar foi adquirido algures entre Maio e Junho de 2018, por 20 euros.