17 de fevereiro de 2020

Panzer Dragoon II Zwei

Caixinha custom!
Desenvolvido por: Team Andromeda
Publicado por: Sega
Director: Tomohiro Rondo
Produtor: Tomohiro Rondo
Designer(s): Kentaro Yoshida, Yukio Futatsugi, Manabu Kusunoki
Artista: Kentaro Yoshida
Argumentista(s): Yukio Futatsugi, Katsuhiko Yamada
Compositor: Yayoi Wachi
Plataforma(s): Sega Saturn, PC (Exclusivo Japonês)
Lançamento: 22-03-1996 (JP), 10-05-1996 (EU/EUA)
Género: On Rails Shooter
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: CD-ROM (650MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola ou Backup Memory Cart
Estado: Incompleto, falta a caixa e o manual original. Caixa CD Jewel Case personalizada
Condição: Impecável (CD)
Viciómetro: Acabei-o uma vez mas mais se seguirão.

E traseira a condizer.
Não é a primeira vez que escrevo acerca de jogos de Sega Saturn e se forem seguidores do blog desde sempre, provavelmente lembram-se de ter lido pelo menos uma ou duas análises a Virtua Fighter que por estupidez minha apaguei em vez de as arquivar quando me livrei da consola. Volvidos alguns anos e agora que voltei a ter as consolas na minha posse (três logo assim de rajada), é altura de ir analisando alguns dos jogos que entretanto fui arranjado já para não referir os que tinha e que vou novamente analisar. Para começar elegi um que sempre gostei mas nunca tinha tido jogado a sério pois só tinha uma cópia do mesmo para jogar na minha Saturn japonesa, que se encontra modificada para o efeito. Entretanto apareceu-me um exemplar original, apenas CD que me foi dado pelo amigo Fernando Sardinha, algures em Janeiro de 2020 e assim ganhou uma nova casa. Visto não estar completo, dei-lhe o tratamento que dou a todos os meus jogos e fiz-lhe uma capa personalizada a condizer para o guardar numa comum caixa de CD.

10 de fevereiro de 2020

Castlevania - The New Generation

Excelente artwork!
Desenvolvido por: Konami
Publicado por: Konami
Produtor: Tomikazu Kirita
Artista(s): Teisaku Seki, Shinichiro Shimamura
Compositor: Michiru Yamane
Plataforma(s): Mega Drive, Mega Drive Mini, PlayStation 4, Xbox One , PC, Nintendo Switch
Lançamento: 17-03-1994 (EUA), 18-03-1994 (JP), 20-03-1994 (EU) (Mega Drive)
Género(s): Plataformas, Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Sistema de passwords para manter o progresso
Outros nomes: Castlevania Bloodlines (EUA), バンパイアキラー Vampire Killer (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o mais vezes do que me possa lembrar.

Parte traseira da versão europeia.
Castlevania é sem dúvida uma das sagas mais amadas no mundo dos videojogos sobretudo por quem, tal como eu, cresceu com estes jogos nas consolas de 8 e 16-bit. E foi nesta altura que se produziram os melhores títulos naquilo que podemos considerar a era clássica da saga, antes dos jogos se tornarem praticamente todos em clones do soberbo Symphony of the Night. E quando digo era clássica, refiro-me aos jogos tal como nos lembramos deles, com diversos níveis, progressão linear, muitas surpresas e dificuldade pelo caminho. A série teve alguns altos e baixos nas 8-bit mas na 16-bit creio que tudo o que se produziu (excepto um único título que considero abismal, adivinhem qual) roçou a perfeição em todos os níveis possíveis. Tendo eu crescido maioritariamente a jogar tudo quanto era Nintendo, o certo é que tive oportunidade de ir jogando algumas coisas nas consolas Sega e o jogo que apresento aqui hoje foi um dos poucos que me fez ter inveja de quem tinha uma Mega Drive. Mas ainda assim aproveitei cada oportunidade que tive para o jogar, tendo pedido emprestado a consola e cartucho a amigos sempre que me dava na gana. Nunca me deu para comprar o original anos mais tarde devido aos preços que se praticam e que rondam o absurdo mas a emulação sempre colmatou isso e hoje em dia com a Mega Drive Mini menos motivo tenho para o fazer.

3 de fevereiro de 2020

Monster World IV

Esta cover art deixa algo a desejar.
Desenvolvido por: Westone
Publicado por: Sega
Director(es): Ryuichi Nishizawa
Artista: Maki Ohzora
Argumentista: Yoshimi Kanda
Compositor(es): Jin Watanabe
Plataforma(s): Mega Drive, Mega Drive Mini, Nintendo Wii (VC), PlayStation 3 (PSN), Xbox360 (XBLA)
Lançamento: 01-04-1994 (JP) (Mega Drive)
Género(s): Plataformas, Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Gravação de progresso
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Traseira da versão japonesa.
Continuando a explorar o catálogo que a Mega Drive Mini tem para oferecer, eis que me deparo com mais um jogo que nunca tinha jogado anteriormente e por mais do que um motivo apenas. Por um lado porque nunca tinha dado a devida atenção à série de jogos onde se enquadra e por outro porque até há coisa de uns anos atrás, só existia na sua versão japonesa, algo que depois foi colmatado com o lançamento da versão digital (em inglês) nas respectivas lojas digitais de cada consola (Wii, PS3 e X360). Com a chegada da Mega Drive Mini, eis que finalmente tive oportunidade de experimentar este jogo que aqui apresento hoje, algo que podia ter feito via emulação bem antes mas que não teria sido a mesma coisa.

27 de janeiro de 2020

Alisia Dragoon

A arte ocidental não é grande coisa.
Desenvolvido por: Game Arts
Publicado por: Sega, Game Arts (JP)
Director(es): Yutaka Hirata, Yoshihisa Shimizu
Artista: Masatoshi Azumi
Argumentista: Yoshimi Kanda
Compositor(es): Fumihito Kasatani, Nobuyuki Aoshima, Mamoru Ishimoda, Yoko Sonoda, Mariko Sato
Plataforma(s): Mega Drive, Mega Drive Mini
Lançamento: 30-03-1992 (EU/EUA), 24-04-1992 (JP) (Mega Drive)
Género(s): Plataformas, Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Nenhumas
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

Traseira da capa original.
Continuando a demanda de explorar a Mega Drive Mini, eis que surge mais um daqueles jogos que me lembro de ver quando era miúdo mas que nunca tive oportunidade de o jogar na época pois ninguém o tinha. Até entendo o porquê disto ter acontecido pois o jogo em questão não era popular e a meu ver pode considerar-se um jogo de nicho nos dias que correm. Obviamente podia ter experimentado o mesmo via emulação por diversas vezes mas a verdade é que nunca me lembrei de tal mas com a Mega Drive Mini essa falha da minha parte foi colmatada. A experiência resultou num misto de surpresa e frustração.

20 de janeiro de 2020

Blaster Master Zero II

Quando não há capa...
Desenvolvido por: Inti Creates
Publicado por: Inti Creates
Director: Satoru Nishizawa
Produtor: Takuya Aizu
Designer(s): Tomokazu Ohnishi, Mio Yamaguchi
Artista(s): Yuji Natsume, Shin Nakamura
Argumentista: Masato Okudaira
Compositor(es): Ippo Yamada, Hiroaki Sano, Aoi Tanaka, Kotaro Yamada
Plataforma(s): Nintendo Switch (eShop), PC (Steam)
Lançamento: 20-03-2019 (Lançamento Mundial)
Género(s): Acção, Plataformas, Metroidvania
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Formato Digital (197MB)
Funcionalidades: Gravação de progresso na memória da consola, DLC adicional
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez a 100%

...eu faço-a!
Actualmente existe uma predilecção por tudo quanto seja retro o que provocou uma onda de revivalismo sem precedentes. Desde consolas mini a relançamentos de jogos antigos, existe de tudo um pouco e para todos os gostos. Mas não só disto vive o homem e como seria de esperar, há quem opte por criar jogos retro de raiz, tal como eram nos tempos idos mas aproveitando a tecnologia actual e sem os limites típicos da época. Em suma, consegue-se o melhor dos dois mundos sem comprometer nada. O jogo que trago até aqui hoje é um bom exemplo disso, ainda que seja uma sequela, coisa que não estava nada à espera depois de ter jogado o primeiro título. É também o meu primeiro jogo de Switch, embora seja digital pois não existe físico, marcando assim a estreia desta excelente consola aqui no blog. Foi adquirido no final de Dezembro de 2019, numa promo da eShop por 6.99€.

13 de janeiro de 2020

Wonder Boy In Monster World

A arte não é a melhor mas...
Desenvolvido por: Westone
Publicado por: Sega
Director(es): Yutaka Hirata, Yoshihisa Shimizu
Compositor: Shinichi Sakamoto
Plataforma(s): Mega Drive, Master System, PC Engine, PlayStation Network, Xbox Live Arcade, Wii Virtual Console, PC
Lançamento: 25-10-1991 (JP), Fevereiro de 1992 (EUA), Abril de 1992 (EU) (Mega Drive)
Género(s): Plataformas, Acção, Aventura
Modos de jogo: Modo história para um jogador
Media: Não se aplica
Funcionalidades: Um slot para gravação de progresso
Outros nomes: Wonder Boy V: Monster World III (JP)
Estado: Não se aplica
Condição: Não se aplica
Viciómetro: Acabei-o uma vez.

A info habitual das capas de MD.
Embora tenha tido bastante contacto com a Mega Drive durante os seus tempos áureos, a verdade é que foram muitos os jogos que me passaram ao lado. Estava limitado em parte aos jogos que me iam emprestando sempre que tinha a Mega Drive da vizinha do lado em casa e mesmo os dela já os conhecia de trás para a frente. Com o advento da emulação, seguiu-se uma série de jogos que nunca tinha experimentado, alguns bons, outros nem por isso. E eis que chegamos a 2019 e a Mega Drive Mini aparece para satisfazer os fãs ávidos por uma consola mini da Sega que não fosse o lixo cuspido pela AT Games. Aqui encontrei diversos jogos já bem conhecidos e outros tantos que não joguei ainda, pelo que o ando a fazer com regularidade e nas calmas, desfrutando assim de cada um como deve ser. O jogo que trago até aqui hoje foi uma boa surpresa e ainda que não seja perfeito é sem dúvida uma experiência agradável no vasto catálogo desta excelente consola.

4 de janeiro de 2020

Vampire Night

Yep, "vampiros" com pistolas.
Desenvolvido por: Wow Entertainment (Sega)
Publicado por: Namco
Plataforma(s): PlayStation 2, Arcade
Lançamento: 14-11-2001 (EUA), 06-12-2001 (JP), 14-06-2002 (EU) (PS2)
Género: On rail shooter
Modos de jogo: Modo arcade e special para um ou dois jogadores, outros modos para um jogador
Media: DVD-ROM (4.7GB)
Funcionalidades: Gravação de progresso no Memory Card (36KB mínimo), Compatível com controlo analógico: apenas joysticks, Compatível com Função de Vibração, Compatível com G-Con2 e G-Con45
Estado: Completo
Condição: Bastante bom, com ligeiras marcas de utilização
Viciómetro: Acabei-o várias vezes em arcade e em special, continuando ainda neste modo para ir desbloqueando os extras que faltam.

Sem autocolantes feiosos.
Para começar esta nova década nada como abordar um género perdido no tempo, os on rail shooters, que tanto tempo e moedas nos consumiram no passado quando os salões de jogos eram um local quase de culto para entusiastas não só de videojogos mas outros divertimentos em geral. E foram muitos os títulos que tive oportunidade de desfrutar entre os anos 90 e os 00's (mais coisa menos coisa entre 2001 e 2003), sendo que este género se tornou comum também na consolas. Nesta minha demanda de arranjar todos os rail shooters que considero decentes, eis que me deparo com mais um que por acaso nunca tinha jogado em arcade e assim fico mais perto de os ter todos faltando-me apenas na PS2 o Gun Survivor 2 e o Dino Stalker. Este exemplar foi adquirido algures em Dezembro de 2019, por 4€ na CeX do Almada Fórum.